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IDM Gaming | O time que disputará com os melhores

 

Inicialmente criado como um grupo para reunir fãs de League of Legends, a Ilha da Macacada recentemente anunciou que estariam com um time que disputaria alguns campeonatos pelo Brasil, como o Circuito Desafiante do CBLoL, mas não conseguiu a promoção para o Circuito Profissional.

Porém, depois de anunciar que passaria por um período de reestruturação em julho deste ano e que deixaria o cenário brasileiro de League of Legends a equipe da KaBuM! deixou em cheque a sua vaga no CBLoL 2017, muitos fãs ficaram apreensivos com a decisão. Entretanto nesta quarta-feira (16/11) o maior e-commerce da América Latina anunciou que patrocinará a equipe da Ilha da Macacada e com isso, o time que passará a se chamar KaBuM! IDM, e participará do Campeonato Brasileiro de League of Legends no ano que vem. A equipe ganhou também um novo logo para as futuras competições.

 

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De acordo com o diretor da KaBuM! e-Sports, Guilherme Fonte, nos últimos meses a empresa analisou diversos panoramas para decidir o que faria com a vaga no CBLOL e também como iriam continuar investindo e contribuindo no cenário brasileiro de League of Legends

“Pudemos conhecer de perto o trabalho e as propostas da Ilha da Macacada, que nos mostrou, além do grande potencial de crescimento, a forte interação com a comunidade gamer, já que se trata do maior grupo de League of Legends do Brasil no Facebook”, explicou Fonte.

Fonte também falou um pouco sobre as contratações para a equipe. “Com relação a equipe, sem dúvida, iremos montar um time para ser campeão. Vamos buscar alguns nomes fortes do cenário para conquistarmos as primeiras posições e crescer a cada Split”, acrescentou. Ele não revelou o valor do investimento. Ainda sem a formatação da nova equipe, a Ilha da Macacada disputa neste momento um torneio de pré-temporada ao lado das principais organizações de League of Legends no Brasil. 

 

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Cinema

Liga da Justiça Sombria | Confira o trailer completo da animação

A Warner Bros. Animation lançou neste feriado (15), o primeiro trailer completo de Liga da Justiça Sombria.

O trailer mostra a participação da Liga da Justiça na trama para acabar com um fenômeno global que está sendo causado por magia negra.

É fácil notar também que a animação terá a mesma classificação de Piada Mortal (animação lançada neste ano), ou seja, R-Rated.

Para a dublagem, estarão no elenco: Jason O’Mara como Batman, Matt Ryan como Constantine, Camilla Luddington como Zatanna, Nicholas Turturro como Desafiador, Ray Chase como Etrigan, Rosario Dawson como Mulher-Maravilha e Jerry O’Connell como Superman.

Liga da Justiça Sombria será lançado em 2017.

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Séries

Marvel TV | Série dos Inumanos é anunciada oficialmente

A Marvel Television anunciou oficialmente que a próxima série da Casa das Ideias será os Inumanos, onde será exibida pela emissora ABC.

O vindouro projeto será lançada nos cinemas em formato IMAX, marcando a primeira vez que uma produção de TV em live-action estreará em tal formato. Os dois primeiros episódios já serão executados exclusivamente em IMAX em todo o mundo como uma prévia e depois, exibição semanal pela emissora.

ABC, IMAX e Marvel TV trabalharão juntos para criar um plano de marketing para a série.

”Esta aliança sem precedentes representa uma abordagem ousada e inovadora para lançar um grande conteúdo de TV para uma audiência mundial”, disse Ben Sherwood, co-presidente da Disney Media Networks e presidente da Disney/ABC Television Group.

De acordo com Joe Taraborelli, Gerente de Comunicações da Marvel, a série introduzirá a icônica Família Real.

”Você está pronto para ver a Família Real na TV? É melhor você se preparar!”

ATUALIZADO: De acordo com o relatório do The Hollywood Reporter, a série terá oito episódios. Os dois primeiros ficarão em cartaz por duas semanas e o restante será exibido pela emissora. Não será um spin-off de Agents of S.H.I.E.L.D e nem uma possível adaptação da versão cinematográfica. A trama focará em Raio Negro e a Família Real, assim como os eventos terão impactos no Universo Cinematográfico.

Os Inumanos apareceram pela primeira vez nos quadrinhos em Quarteto Fantástico #45.

Marvel’s The Inhumans tem previsão de lançamento em setembro de 2017.

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Séries

Westworld | Série é renovada para a segunda temporada

 A HBO confirmou a renovação para a segunda temporada de Westworld. O anuncio foi feito por Casey Bloys, o presidente do canal.

A aposta da HBO é que Westworld se torne uma das séries mais longas da história do canal, pois o programa funciona no esquema antológico. Cada temporada vai poder contar com o mesmo elenco principal, com somente alguns coadjuvantes alterados, mas com uma história totalmente diferente.

Segundo a HBO os dez episódios da primeira temporada tiveram um custo de US$ 100 milhões, valor de um blockbuster em Hollywood. Mas os gastos geraram lucros, e a série já tem uma legião de fãs fiéis e é um sucesso de critica.

Além de Westworld, Casey Bloys, confirmou as renovações de Divorce estrelada por Sarah Jessica Parker e Insecure, criada e protagonizada pela youtuber Issa Rae.

A data de estreia da segunda temporada de Westworld ainda não está confirmada. Algo que pode ocorrer em 2017 ou até em 2018. Casey Bloys, em declaração ao Hollywood Reporter, disse que a série determina um grande esforço na produção. Por isso não pode afirmar a data e nem o ano preciso da volta.

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Tela Quente

Crítica | O Contador

“Solomon Grundy. Nasceu numa segunda. Batizou-se numa terça. Casou-se numa quarta. Adoeceu numa quinta. Piorou numa sexta. Morreu num sábado. Enterrou-se no domingo. E este foi o fim de Solomon Grundy.”

 O Contador apresenta a história de Chris Wolff (Ben Affleck), um contador que trabalha para organizações criminosas e que sofre de Síndrome de Savant. Com uma narrativa coerente, surpreendente e bem desenvolvida, além de um elenco excepcional, este é um dos melhores filmes do ano e que quase chegou à perfeição… quase.

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Ben Affleck está criando uma carreira de sucesso. Escolhendo minuciosamente os papéis que irá atuar e trabalhando muito para ser o mais agradável possível nas telas. Pode-se dizer que Wolff é um dos personagens mais difíceis que Affleck já protagonizou. Por causa da síndrome, o contador sofre com problemas sociais, psicopatia, manias, etc…  mas também é super inteligente com capacidades físicas impressionantes. Tudo isso compõe o personagem, e Affleck entrega. Os holofotes ficam no protagonista. Sua história é contada por flashbacks nos momentos certos e precisos da trama, criando reviravoltas a todo momento, deixando o desfecho cada vez mais imprevisível.

J.K. Simmons (Ray King) , Jon Bernthal (Braxton) e Anna Kendrick (Dana Cummings) são integrantes relevantes no elenco. Se esperava um pouco mais de Kendrick pela sua forte presença  nos trailers, mas ficou na sombra no fim das contas. Bernthal é um ator de ação de primeira  qualidade e é o antagonista que o filme precisa.  Simmons decepciona no começo, mas é aplaudido no final. Só vendo para entender.

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O roteiro ficou na responsabilidade de Bill Dubuque, que pode ser um forte candidato ao Oscar. Redondinho, sem furos ou erros, conta uma história de ação movida por dramas familiares com um debate inteligente sobre autismo e fraudes. Referências ao universo da DC Comics nos quadrinhos não faltam, qualquer nerd que for assistir não vai se arrepender. Também não há nenhum gancho para uma continuação, e não seria uma boa ter uma franquia como Jason Bourne novamente. Dirigido por Gavin O’Connor, as edições e mixagens de som assustam e colocam o espectador no meio de um tiroteio que parece real. Contudo, O’Connor peca em tentar colocar  o filme em uma faixa etária de 14 anos para conseguir aumentar o público nos cinemas.

Se o script estivesse nas mãos do Tarantino, talvez levaria o Oscar para casa. Faltou violência e muito sangue. São tiros para todo o lado e lutas  mão a mão acontecendo ao longo do filme, e incomoda ficar vendo os dublês apenas caindo no chão sem nenhum arranhão. Uma classificação 16 anos, ou até mesmo 18 anos seria mais apropriada. A trilha sonora também ficou a desejar, já que estava muito presente no trailer, mas ficou apagada sem nenhuma relevância nos 128 minutos.

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Ao final, o resultado é positivo mesmo assim. O Contador é um dos melhores filmes de drama do ano. Apresentou uma história coesa, repleta de flashbacks, reviravoltas surpreendentes e personagens acima da média. Falando em personagens, a cada momento em que aparecia Affleck e Simmons nas telonas, ambos não aparentavam ser Ray King e Chris Wolff, mas Batman e Gordon no telhado do Departamento de Polícia de Gotham.

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Consoles Gameplay Games PC

Análise | Call of Duty: Infinite Warfare

Call of Duty: Infinite Warfare é um shooter desenvolvido pela Infinity Ward e distribuído pela Activision. É o décimo terceiro jogo da franquia Call Of Duty.

O desenvolvimento de Infinite Warfare começou em 2014. Foi o primeiro jogo da franquia que a empresa Infinity Ward fez em um ciclo de criação de três anos.

E com tanto tempo de criação, é difícil para e ver pela primeira vez um Call Of Duty que não se parece com um verdadeiro COD. Bem, é claro que temos várias horas de tiroteio, mas o novo cenário intergaláctico e ângulo narrativo, tornam Infinite Warfare em uma espécie de aceitação dos altos custos e sacrifícios da guerra (com robôs), ao invés da fuzilaria barulhenta e a diversão garantida.

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Este COD é uma verdadeira ficção científica. Sem meias palavras, temos um soldado futurista para combater uma infantaria, que compõe uma trama envolta em disparos de armas de energia, Inteligência Artificial sendo utilizada como recurso de guerra, e uma Terra que colonizou todo o sistema solar com assentamentos e bases na maioria dos principais planetas. O problema é que todos os povos que não pertencem à Terra se agruparam na Settlement Defense Front e, moldados pela dura vida de viver fora de sua realidade, preferiram declarar guerra aos que tornaram suas terras em campo de batalha.

O Settlement Defense Front aparece sendo intitulado como “resistência rebelde”, seu líder porém não se encaixa aos padrões estabelecidos, Kit Harington (Jon Snow \ Game Of Thrones), não está em uma das suas melhores performances, mas impressiona como líder dos “rebeldes” intergaláticos.

Se você já viu Battlestar Galactica, o início do game chega a ser muito familiar, tornando-o um rito de passagem para o que vem logo em seguida. O jogo mostra transições sem emenda, as missões começam e terminam ligando com pontes que ligam uma a outra, criando uma sensação muito mais perfeita para a ação sequenciada. Em vez de níveis com fases previsíveis, que começam tranquilas e ao decorrer do percusso vão dificultando, aqui é a falta de obviedade que da o efeito sobre o fluxo e o ritmo da ação.

Este pode ser considerado o mais aberto, quase não-linear Call of Duty até agora. Como capitão Reyes você preside sobre seu mapa, escolhendo entre objetivos narrativos principais e missões secundárias como bem entender. A boa notícia aqui é que os objetivos secundários valem o seu tempo, assim como os principais, com muitos momentos únicos e surpresas bem alocadas. Ser jogado dentro de uma astronave inimiga e matar militares e oficiais, e perseguições sobre a atmosfera de Júpiter, foram umas das mais incríveis sensações.

O tiroteio de COD, então, ocorre em outros planetas e luas. Através de corredores apertados e, ocasionalmente, entre manobras através dos espaços vazios entre espaçonaves. Em termos de locação este se encontra bem diferente dos antigos campos de batalha planos e sem emoção, além da não necessidade de manter as coisas interessantes e previsíveis, especialmente com a capacidade de escolher suas missões, como bem entender.

Reforçando o shooter, é usado frequentemente um sistema de controle do estilo de FPS dos outros Call Of Duty´s, para criar batalhas muito rápidas, e explosivas no espaço e sobre superfícies do planeta, que podem variar desde explosões simples e despropositadas até batalhas grandiosas com astronaves colossais com poder de fogo capaz de destroçar planetas com facilidade. A combinação destes dois estilos distintos mantém o ímpeto elevado e evita a fadiga.

Além da nova configuração e dinâmica, as caracterizações aqui são notavelmente diferentes. Há uma sensação mais suave à guerra. A batalha não é apresentada como heroica. É mais sobre a sobrevivência. As pessoas morrem por causa das escolhas do capitão Reyes e você pode quase ver essas decisões drenando sua felicidade e autoconfiança ao decorrer de cada missão. A ideia de que há um custo de suas ações é um tema muito presente aqui. Há um personagem que renunciou o seu comando porque ela não gostava da responsabilidade de ordenar as pessoas direto para seu destino final, escolhendo um posto mais baixo em troca de uma noite de sono mais tranquila. Em última análise, o final eleva essas decisões a um patamar muito sombrio, e há uma seção nos créditos que realmente consegue mexer com seus sentimentos, certamente está longe de algo que você esperaria de um grande jogo sobre a guerra e urros ensurdecedores.

A performance dos personagens são agradáveis, subestimados, e aterrado mas com um grande equilíbrio de representatividade. A mão direita de Reyes, é uma mulher e, em geral, a separação entre os sexos aqui não existe. Quase não se nota porque tudo parece tão natural, mas é digno de louvor simplesmente porque ele faz tudo sem esforço. Depois de tantas controvérsias passadas nos anteriores, Call of Duty: Infinite Warfare consegue fazer uma história sobre as pessoas em primeiro lugar, todo o resto em segundo plano.

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Como sempre o multiplayer é robusto e rápido, mantendo uma consistência para o eSports necessária. A ação on-line realmente se sente mais simplificada aqui, usando seis arquétipos de caráter chamado Rigs, construído em torno de uma série de armas especiais. Os mapas são apertados e cada um tem um “ponto de combate”, locais já imaginados e colocados de maneira muito óbvia para que as equipes possam se chocar e iniciar o embate. É quase evidente que este modo será corrigido daqui a algumas semanas, mas é claramente, consistentemente e um acréscimo considerável para a série.

A estrela real no online, no entanto, é Zombies. Situado em um parque temático dos anos 80, ele mistura uma horda frenética de mortos-vivos, e desafios ridículos, além de armas nada realistas. Ele abraça seus estilo disco dos anos de 1980 com entusiasmo, e cria um pouco de risadas em meio ao caos em voz alta, donzelas indefesas, mortos-vivos e palhaços. Sua corrida agitada é combustível para o puro pesadelo. Há uma infinidade de camadas e opções neste modo para desenterrar e explorar, e para mim é o melhor coisa que Call of Duty: Infinite Warfare trouxe.

E, embora nem todo mundo tenha a versão que inclui Modern Warfare Remastered, vale a pena mencionar, porque se você tem, ele acrescenta valor incomensurável para um pacote já bem aperfeiçoado. É uma atualização impressionante tanto para o jogador único quanto para os componentes multiplayer, adicionando uma camada rica de detalhes visuais novos sem comprometer um jogo que tudo mas moldou o gênero como é hoje. Se você nunca jogou, então você está em um mimo, e se você já sabe que você vai gostar de voltar.

VEREDITO:

É claramente um COD voltado para o entretenimento, consistente e emocionante em certos casos, é realmente o mais bonito, visualmente, jogo da série até hoje. Mas recordar todas missões verdadeiramente significantes no enredo é algo que demanda concentração e um certo esforço. Não é completamente uma reinvenção completa para a série, mas Infinite Warfare faz algumas mudanças refrescantes para entregar um shooter confiante e emocionante. É um jogo que você ao jogar, vai querer compartilhar com algum amigo ou conhecido sua experiência.

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Call of Duty: Infinite Warfare foi lançado no dia  4 de novembro de 2016, para PlayStation 4, Xbox One, PC.

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Cinema

Liga da Justiça | Lobo da Estepe será interpretado por Ciarán Hinds

O site The Wrap informa que o ator Ciarán Hinds (Game of Thrones) estará em Liga da Justiça no papel do vilão Lobo da Estepe. O relatório também diz que Ciarán realizou sua participação através do processo de captura de movimento.

Para quem não se lembra, o personagem apareceu na cena deletada de Batman vs Superman. Confira aqui.

O Lobo da Estepe apareceu como um guerreiro da Elite de Darkseid, juntamente com Desaad nas origens da Liga da Justiça. A partir da segunda onda dos Novos 52, o Lobo da Estepe apareceu na Terra-2 como principal adversário para Kal-L, Mulher Maravilha e Batman. Ele mata Diana e assiste enquanto Kal-L é morto por uma armada de Parademônios. Muito tempo depois de a guerra ter terminado, ele assumiu o país de Dherain com a ajuda de Fúria, e pretende dominar o mundo.

Liga da Justiça será o quinto projeto da DC Films e será lançado em 17 de novembro de 2017.

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Cinema

Confira o mais novo trailer de Lego Batman: O Filme

Alguns meses depois do lançamento do trailer de Lego Batman: O Filme durante a San Diego Comic-Con deste ano, a Warner Bros. liberou mais um trailer do longa. Confira:

Batman (Will Arnett) descobre que acidentalmente adotou um garoto órfão, que se torna ninguém menos que Robin (Michael Cera). A dupla formada pelo arrogante Homem-Morcego e o empolgado ajudante deve combater o crime e prender o Coringa (Zach Galifianakis).

Lego Batman: O Filme será lançado em 9 de fevereiro de 2017.  O spin-off  de Uma Aventura LEGO tem Chris McKay na direção e o elenco responsável pela dublagem são: Rosario Dawson como Batgirl/Barbara Gordon, Ralph Fiennes como Alfred Pennyworth e Jenny Slate como Harley Quinn.

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Tela Quente

Crítica | Doutor Estranho

A felicidade dos fãs de quadrinhos chegou ao ápice em 2016. Apesar das opiniões diversas, não há como negar isso. Tivemos Deadpool, Batman V Superman: A Origem da Justiça, Capitão América: Guerra Civil, X-Men: Apocalipse, Esquadrão Suicida e agora, o aguardado Doutor Estranho, que encerrou o ano com chave de ouro.

Após várias continuações, a Marvel Studios retorna as suas raízes para contar a origem de um dos seus personagens mais interessantes e poderosos, além de ampliar seu universo no cinema, abrindo as portas para o mundo místico, pouco explorado até aqui.

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Stephen Strange é interpretado por Benedict Cumberbath, que sempre dá o máximo de si em seus papéis. De fato, parece ser uma escolha para substituir Robert Downey Jr. (Homem de Ferro) como estrela principal do MCU, mas ainda há muito chão para percorrer. Em sua interpretação, Cumberbath arrebenta e representa toda a arrogância e prepotência do Strange dos quadrinhos. Mas não tira o mérito de outros grandiosos atores do longa.  Tilda Swinton é um ponto fortíssimo como Anciã, Chiwetel Ejofor se mostra pouco como Mordo, mas demonstra muito potencial para uma futura continuação, e Benedict Wong é formidável, sendo o melhor alívio cômico (desnecessário), mas que funciona.

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Funcional seria a palavra-chave de Doutor Estranho. A fórmula Marvel sempre funcionou, mas é nítida que inovação não é sinônimo desta. As piadas continuam lá, jogadas nos ouvidos do espectador a todo momento. Cerca de 90% delas funcionam, mas parece que o diretor e roteirista Scott Derrickson não soube organizar o timing de sua história. Muitas piadas colocadas exageradamente na hora errada, principalmente em cenas que precisavam ser mais dramáticas para o filme conseguir ter um desenvolvimento agradável. Entretanto, não foi esse o único erro. Várias decisões parecem terem sido apressadas e mal resolvidas.

Novamente os vilões foram o ponto fraco do filme. Kaecilius (Mads Mikkelsen) não demonstra ser uma ameaça de fato. É mais um fantoche do que um antagonista, e sempre há alguém comandando o fantoche. Enquanto a Marvel está preparando o terreno da melhor forma possível para o Titã Thanos, ela não demonstra interesse em desenvolver um outro vilão tão grandioso quanto, fazendo qualquer coisa para ter um final mais clichê possível.

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Chega de falar de erros, porque os acertos se sobrepõem no final. Doutor Estranho é a chance da Marvel de ganhar o Oscar de melhores efeitos especiais, o 3D junto com o IMAX valem a pena. É louco, frenético, psicodélico, qualquer adjetivo maluco cabe neste contexto. As sequências de ação são de tirar o fôlego, é bonito de se ver. Se tivéssemos um filme com três horas de lutas místicas, eu já estaria na porta do cinema.

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Finalmente um filme de super heróis conseguiu transmitir uma mensagem, embora superficialmente. Pensar só em si mesmo seria o melhor caminho? Temos que sacrificar algumas coisas para o bem de outros? Não está estampado na cara do espectador, mas a ideia de Derrickson está lá.

As duas cenas pós-créditos são úteis e trazem conteúdo para o universo cinematográfico da Marvel. Podem ter certeza que veremos Doutor Estranho novamente, e em relação à sua própria história, há muito potencial a ser explorado ainda, e que podem trazer bons resultados no futuro.

Doutor Estranho foi a melhor maneira de nos apresentar um mundo novo nos cinemas. Mesmo tendo algumas decisões equivocadas e precipitadas, continua sendo um ótimo filme para introduzir um personagem, que é desconhecido pelo público em geral. Como em Guardiões da Galáxia, Doutor Estranho conseguiu impressionar com sua grandiosidade, mirando sempre em um futuro promissor, que está a cada vez mais próximo, seja em Vingadores: Guerra Infinita, Thor: Ragnarok ou até mesmo em um possível Doutor Estranho 2.

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Primeiras Impressões | Yuri!!! on Ice

Atrasado sim, desistindo nunca. Apesar do nome, Yuri!!! on Ice não é uma história sobre garotinhas trocando beijos na neve. Na verdade, é uma história sobre dois garotos que dividem o nome Yuri, um treinador famoso e patinação no gelo. Mas poderia ser sobre as garotinhas se beijando, levando em conta que japonês é um povo bem estranho.

Animes e mangás sobre esporte são, quase sempre, parecidos. Não que não existam exceções. Sim, elas existem e são muito lembradas por todos, mas no grosso é quase sempre a mesma coisa. Mais especificamente sobre os animes, em toda temporada são lançados alguns do gênero, e quase sempre eles tratam de garotos ou garotas na escola que treinam e desejam subir na vida, competindo entre escolas e sempre usando o esporte como uma metáfora para a superação, aprendendo desde o básico. Porém, a temporada atual trouxe dois animes bem diferentes sobre esporte: Keijo!!!!!!!! e Yuri!!! on Ice. É a temporada dos animes de esporte cheios de exclamações!!!!!!!!!!!!!!!!! (Apesar do primeiro citado ser diferente por outros motivos).

Esse levou a Medalha de Ouro na categoria "Melhor Roupa de JoJo".
Esse levou a Medalha de Ouro na categoria “Melhor Roupa de JoJo”.

Dito isso, é importante ressaltar que não sou grande fã do gênero. Por não ser muito fã de esportes (seja vôlei, futebol ou qualquer outro), as obras japonesas sobre tais assuntos nunca chamaram minha atenção. Existe uma infinidade de obras nipônicas sobre futebol, algumas sobre basquete, vôlei, beisebol, diferentes tipos de luta e até sobre natação ou ciclismo. E sim, existem alguns sobre patinação no gelo, e nenhum deles jamais me cativou.

SHIKASHI, depois de quatro parágrafos de texto sobre nada, é aí que entra Yuri!!! on Ice. Poucas vezes tive contato com um anime tão envolvente e encantador como este. E se não bastasse a história cativante, os valores de produção da série beiram a perfeição.

No way! Estes garotos bonitos deslizando sobre o gelo são fabulosos!
No way! Estes garotos bonitos deslizando sobre o gelo são absolutamente fabulosos!

Resumidamente, Yuri!!! on Ice conta a história de um garoto japonês chamado Yuri Katsuki (oh!), que carrega nas costas o nome do Japão na área de patinação no gelo. Ele já é um profissional que cresceu adorando o esporte, e ao competir no Grand Prix Finale, ficou em último lugar. Quando retorna para sua terra natal pensando em desistir da carreria, após alguns eventos sua grande inspiração da vida, o ídolo Victor Nikiforov, bate na porta de sua casa dizendo que irá treiná-lo. Ao mesmo tempo, um jovem prodígio russo chamado Yuri Plisetsky (oh! São dois Yuris!) também deseja obter o treinamento de Victor após uma promessa. Victor e seus dois Yuris começam então seus treinamentos para competirem e descobrir qual será o discípulo definitivo do grande patinador, que então competirá nos grandes campeonatos de patinação no gelo. O que acontece daí pra frente, só assistindo para descobrir.

A premissa é ótima. O character design de Mitsurou Kubo e o desenvolvimento de todos os personagens também são ótimos. Logo de cara a diferença desta para outras obras sobre esportes ficam claras ao notarmos que o protagonista já é um adulto de 23 anos que compete e deseja aprimorar suas habilidades. Graças a este fator, toda a parte de descoberta do esporte e aprendizado é pulada, tornando a história bem fluida. Além disso, a animação proveniente do estúdio MAPPA (Shingeki no Bahamut: Genesis, Ushio to Tora, Zankyou no Terror) também é belíssima, e a trilha sonora é um show a parte. Entendeu? Patinação, esporte, TV, show… Enfim.

Toda vez que eles começam a girar, minha mente infernal toca a música do Pião da Casa Própria.

Os movimentos dos personagens são belissimamente animados. Por ser um leigo no assunto, é difícil eu julgar se o anime reproduz fielmente movimentos existentes nas competições de patinação no gelo, mas dando uma rápida pesquisada no papai Google notei que aparentemente sim, eles são bem fiéis a movimentos reais do esporte. Se isso é verdade ou não, só Deus sabe, mas se tá na internet é verdade e isso dá pontos adicionais à obra (que aliás, é uma obra original, não adaptada de mangá ou novel). E quando mencionei a bela trilha sonora é impossível não pensar imediatamente no lindo tema de abertura cantado por Dean Fujioka. Poucas vezes uma música de anime cantada em inglês ficou tão bela na história da Terra do Sol Nascente.

E caso seja do interesse do(a) espectador(a), Yuri!!! on Ice é cheio de baits de fanservices. Não que precise de muito esforço, já que patinação no gelo já é um esporte bem peculiar, mas algo similar a Free! (anime sobre natação), parte do público ficará bem satisfeito. Mas não, esse não é o foco da obra. É um adicional para shippers de BL. As situações são bem cômicas.

Yuri!!! on Ice foi uma grata surpresa. Ao somar uma animação linda, uma trilha sonora soberba, character design e development de primeira qualidade e uma narrativa fluida e cativante, a fama que o anime vem ganhando nesta temporada é totalmente merecida. Malemá consigo pensar em pontos negativos. Talvez o design dos cachorros, que ficaram meio estranhos. Mas isso seria forçar bastante a barra. Leva um 9/10 tranquilamente, com potencial de, se bem conduzido, manter o nível até o fim.

Novos episódios podem ser assistidos todas as quartas-feiras na Crunchyroll.