Após muitos rumores, a sequência de The Last Of Us foi anunciada, agora com o nome de The Last of Us Part II.
Confira o trailer de anuncio:
Durante o painel do jogo, na PlayStation Experience, Neil Druckmann, criador do universo de The Last of Us, revelou que o game se passa 5 anos depois do primeiro, e que o tema principal da história será ódio. O jogo usará dos mesmos elementos narrativos do primeiro, como as mecânicas e musicas, que antes contavam uma história sobre amor, para transmitir o sentimento de ódio.
Druckmann também confirmou que Ellie, terá 19 anos, e será a personagem jogável principal de The Last of Us Parte II. Ele disse que há mudanças na forma como ela é controlada em relação a Joel no primeiro jogo. O diretor disse que algumas coisas são novas, e outras foram renovadas, mas não entrou em mais detalhes.
Gustavo Santaolalla, que compôs as músicas do primeiro jogo, está de volta para cuidar da trilha sonora.
Veja algumas artes conceituais:
O jogo se encontra em estágio de desenvolvimento.
The Last of Us Parte II ainda não tem data de lançamento.
Dia 3 de dezembro de 1976. Foi nessa data em que Rocky Balboa subia no ringue pela primeira vez para se tornar um dos personagens mais queridos e famosos da história do cinema mundial. O filme estrelado por Sylvester Stallone chegava às salas de exibições americanas como uma grata surpresa. Tanto para o público, para a crítica e até para o próprio estúdio. Menos para Stallone e as pessoas que embarcaram com ele para a realização do clássico. O filme rompe gerações e ao completar 40 anos, o personagem conviveu, cresceu e arrebatou muitos fãs e soube renovar uma nova quantia com o recente Creed: Nascido para Lutar.
Como disse Vicent Canby, crítico do The New York Times, que assistiu a première 13 dias antes da estreia no circuito dos EUA: “é um faz de conta à moda dos anos 30”. A história de Rocky, um boxeador amador da Filadélfia que trabalha paralelamente como capanga de um agiota, que tem como única e maior ambição na vida, até então, de namorar a irmã do seu melhor amigo Paulie, acaba tendo a sua vida transformada quando o campeão peso-pesado ApolloCreed lhe dá a oportunidade de disputar o título máximo do boxe. Realmente as semelhanças de contos de fadas, como Cinderela ou Patinho Feio são inevitáveis.
Cartaz do filme
E as semelhanças não lhe dão somente no enredo do filme. A própria produção tem um ar de Gata Borralheira. Stallone é a Cinderela tanto como Rocky, como na vida real. Na época ainda desconhecido, o aspirante a ator rodava por produções que iam do filme pornô The Party at Kitty and Stud’s (1970). O pornô para pegar a onda do sucesso do ator em Rocky, foi relançado anos depois com o nome de Italian Stallion (Garanhão Italiano). Stallone esteve em pequenas participações em filmes de Woody Allen, Jack Lemmon. Participou de algumas séries e protagonizou dois filmes Rebel (1970) e The Lords of Flatbush (1974). Mas nada marcante que alavancasse a carreira de ator.
Nessa época Stallone estava muito mal financeiramente. Ele chegou a roubar as poucas joias que sua mulher tinha e as vendeu para pagar dívidas. Chegou morar na rua, e a ruína chegou quando teve que vender seu cachorro em uma loja de bebidas para um estranho qualquer por 25 dólares, pois não tinha dinheiro para alimentá-lo. Algo que fez chorando. A vida tinha jogado Stallone na lona. Foi quando depois de assistir uma luta de boxe entre Muhammad Ali e Chuck Wepner se inspirou em fazer o roteiro de Rocky. Na luta, Wepner conseguiu resistir a 15 rounds contra Ali, inclusive chegando a derrubar o campeão em certo momento da luta. O roteiro foi escrito em três dias e meio.
Rocky Balboa contra Apollo Creed
O segundo round foi vender o filme. Quando a United Artists se ofereceu para comprar o roteiro com uma oferta de US$ 125 mil dólares. Mas Stallone fez um pedido. Ele queria estrelar o filme. Os executivos disseram que não. Ele não era o ator certo para o papel. E lhe aumentaram para US$ 250 mil e depois US$ 350 mil. Duplamente recusados pelo ator. O estúdio queria nomes como Ryan O’Neal, Robert Redford, James Caan ou Burt Reynolds como Rocky. Mas diante da insistência de Stallone, eles aceitaram a proposta, Mas pagaram US$ 35 mil. Stallone então pegou o dinheiro e voltou para frente da loja de bebidas para comprar seu cachorro de volta. Esperou por três dias até o homem voltasse. Que recusou em vender por US$ 100 dólares, o ator então ofereceu 500, e teve uma nova recusa. O negocio foi fechado por US$ 15 mil, no mesmo cachorro que ele vendera por US$ 25 dólares. Round vencido por Stallone.
Como visto até aqui, a produção de Rocky se confunde um pouco com a vida real do seu astro. Nunca desista é a lição de moral aprendida com o filme. Por mais que ele trate o boxe, Rocky lida com a linha tênue da vida onde diz se o que queremos vale a pena lutar. O filme não é somente sobre boxe. O boxe é o pano de fundo. É sobre viver o sonho e aproveitar dele o máximo possível. Mesmo que todos em volta desacreditem. O próprio ano de 1976 não é a época dos lutadores ítalo-americanos, como era o personagem, já não tinham tanto destaques de outros tempos. Era o domínio de afros descentes e dos latinos no esporte.
Elenco de Rocky: embaixo – Burgess Meredith, Sylvester Stallone e Talia Shire. Parte de cima: Burt Young e Carl Weathers
A produção de Rocky teve inicio e a sua gravação foi feita em rápidos 28 dias. John G. Avildsen assumiu a direção. O cineasta até então nunca tinha visto uma luta de boxe ou qualquer filme do gênero. Com um orçamento apertado, por imposição do estúdio, Stallone colocou a sua família para trabalhar nas filmagens. Seu pai soava o gongo nas lutas, seu irmão interpretou um artista de rua e Sasha, a sua primeira esposa, foi responsável pela fotografia.
Talvez o nome mais badalado da produção fosse o da atriz Talia Shire, que fez Adrian Pennino, o par romântico de Rocky, Talia, que é irmã do diretor Francis Ford Coppola, tinha participado de O Poderoso Chefão (1972) e O Poderoso Chefão II (1974), onde tinha sido indicada ao Oscar de Atriz Coadjuvante. Carl Weathers deu vida ao impagável Apollo Creed (Apollo Doutrinador aqui no Brasil), Burgess Meredith fez o ranzinza treinador Mickey Goldmill (papel que conseguiu por nenhum ator querer fazer teste) e Burt Young fez o Paulie Pennino, cunhado e melhor amigo de Rocky.
Adrian Pennino (Talia Shire) e Rocky Balboa ( Sylvester Stallone) no primeiro encontro no filme.
Entre orçamentos baixos, o valor inicial era de US$ 2 milhões que foram reduzidos pela metade, pois o estúdio tinha o receio de prejuízo por ser tratar de um desconhecido como protagonista, atores dividindo minúsculos camarins e algumas mudanças de cenas, o longa ficou pronto e estreou para pegar os consumidores de filmes no final do ano. Alguns cineastas hollywoodianos estavam seguindo a onda que tinha se instalado desde Easy Rider (Sem Destino aqui no Brasil) do ano de 1969. Os diretores estavam praticando o que foi chamado de Easy Rider Generation. Um termo usado para os cineastas contestadores que afloravam na época. O filme antes do seu lançamento, foi meio que deixado de lado pelos grandes nomes de Hollywood. Os cineastas buscavam fazem produções com o realismo de Taxi Driver dirigido por Martin Scorsese, que até então era o grande filme de 1976. E Rocky ia ao contrário dessa onda. Era o conto de fadas. Lidava com o sonho. Jogou no imaginário do povo um personagem, que tinha descendência italiana, enfrentando um boxeador matreiro que usa um calção com as cores da bandeira americana. Era realização do Sonho Americano por um imigrante. Houve quem torcesse o nariz para o filme.
Mas o público abraçou o conto de fadas. E junto com ele veio à crítica. E o que era um desconhecido como ator no papel de protagonista se tornou em indicado ao Oscar de Melhor Ator e o filme teve outras oito categorias. A produção que teve orçamento de US$ 1,1 milhão arrecadou US$ 225 milhões e três Oscars. Melhor Filme, Diretor e Montagem.
Bill Conti compôs a trilha sonora e o famoso tema “Gonna Fly Now”. A música imortalizou nas cenas dos treinos de Rocky, e quando ele corre pelas as ruas da Filadélfia. Transformando a cena das escadarias do Museu de Arte da Filadélfia, em uma das mais inesquecíveis da história do cinema mundial.
O filme estreou aqui no Brasil com o nome de Rocky: Um Lutador, em janeiro de 1977, já seguindo o burburinho do sucesso que era nos EUA. Mas foram as exibições na TV, com a inconfundível dublagem de André Filho (falecido em 1997) que popularizaram Rocky por aqui.
O sucesso de Rocky rendeu ao filme seis continuações, todas elas foram lucrativas. A única que capengou mais foi o Rocky V. Mas no saldo final a receita da franquia soma-se por volta de US$1,1 bilhão. Sequências que transformaram o personagem atemporal. O primeiro filme era de 1976. Lembro-me de quando criança assistir muito os filmes do Rocky Balboa pelas Sessões da Tarde e Telas Quentes da vida. Uma época sem internet, Netflix, Youtube… e deixou o personagem vivo na mente de todas as pessoas. Seja para fazer uma paródia, para fingir boxear o ar assobiando a famosa música ou simplesmente para assistir o filme de novo. Ao se manter vivo durante 40 anos, Rocky venceu a luta.
O conto de fadas da Cinderela que mal sabe falar direito, lutava boxe e atendia pelo apelido de Garanhão Italiano, completa 40 anos ainda conquistando gerações. O que Rocky nos brinda é o fator perseverança. Para se ter um lugar no mundo tem que perseverar. Tem que tentar e fazer valer a tentativa. Ainda bem que Stallone não jogou a toalha e persistiu no sonho de Rocky Balboa. Ainda bem para ele. Ainda bem para nós. Obrigado Stallone!
Frank Miller e Brian Azzarello participaram de um painel hoje na CCXP – Comic Con Experience 2016. Os autores falaram sobre Cavaleiro das Trevas III: A Raça Superior e o retorno ao universo icônico dos personagens 15 anos depois. A minissérie que tem oito volumes está na quinta edição.
“Depois da chuva de Kryptonita que o Flash provocou, a Mulher-Maravilha vai começar a ganhar mais destaque. É importante lembrar que Diana e Clark tiveram um filho, e os Kryptonianos sabem disso, e esse fato trará consequências para todos” comentou Miller, que disse ainda sobre a próxima geração de heróis que surge dentro da historia. “Bruce escolheu todos os Robins, mas Carrie o escolheu, e ela é tão inteligente que impressiona a todos. Já Lara está em um momento de se encontrar. Ela precisa tomar uma decisão, e parece estar pendendo para o lado de Krypton.”
Sobre o Universo do Cavaleiro das Trevas, Azzarello falou que a mitologia da DC Comics é muito rica, sendo possível realizar inserções e derivações de histórias e arcos de personagens. Frank Miller revelou um desejo de fazer um projeto os personagens da DC Comics durante a Segunda Guerra Mundial. Algo como a Mulher-Maravilha lutando no Pacífico, o Bruce Wayne trabalhando na indústria bélica e o Batman na França. Miller comentou mais uma vez sobre a ideia de fazer uma história do Superman combatendo os campos de concentrações Nazistas. Onde focaria em suas origens judias. A primeira vez que o autor falou sobre essa ideia para o Superman foi durante a New York Comic Con desse ano, saiba mais detalhes AQUI.
O aniversário de 30 anos da minissérie original do O Cavaleio das Trevas também foi assunto no painel. Na época em que foi publicada, ela alavancou a carreira de Frank Miller, trouxe um novo olhar sobre o Homem Morcego e mudou a indústria dos quadrinhos. Sobre a obra original, Miller falou que sente orgulho da mudança que a história fez no mercado e principalmente na sua carreira e na sua vida, apesar de que alguns editores amaram e outros simplesmente odiaram.
Além do Cavaleiro das Trevas III, Miller ainda falou que quer voltar a trabalhar em Sin City e em 300. “Gostaria de trabalhar em alguma coisa sobre o Xerxes, tenho ideias interessantes para empregar ao Imperador Persa” ,comentou o autor.
Acompanhe a cobertura da CCXP – Comic Com Experience 2016 pelo nosso Instagram.
Se você está meio perdido, saiba que não leu o título errado. A Batvaca existe, e ela é maravilhosa. Criada nas páginas de Corporação Batman pelas mãos de Grant Morrison e Chris Burnham, a simpática vaquinha rapidamente se tornou um dos membros mais queridos (e inusitados) da Bat-Família. Confira abaixo tudo sobre a vida da personagem até os dias de hoje! CONTÉM SPOILERS DE “BATMAN INCORPORATED” E “BATMAN & ROBIN”.
Corporação Batman foi a série final de Grant Morrison na vida do Homem-Morcego. O renomado escritor deu início à sua fase no personagem em 2006, na revista Batman #655, onde começou o arco que apresentaria o filho de Bruce Wayne com Tália al Ghul, Damian Wayne. Reaproveitando a ideia de uma história que até então não fazia parte do cânone do Batman (O Filho do Demônio), Morrison explorou Damian ao longo dos anos, com passagens memoráveis como a época em que o garoto assumiu o manto de Robin ao lado de Dick Grayson (atuando como Batman após a “morte” de Bruce na Crise Final), e toda sua passagem no título da Corporação.
Dick Grayson e Damian Wayne na revista Batman & Robin. Arte de Frank Quitely.
A ideia da Corporação Batman pode ser resumida em poucas linhas: Bruce Wayne, após voltar de sua viagem temporal forçada por Darkseid na Crise, assume que financia o Batman e deseja criar um grupo de Batmen ao redor do mundo, unindo justiceiros mascarados de todas as partes do globo (a maioria previamente apresentados no arco A Luva Negra). É então que, na edição número #1 do Volume 2 da Corporação Batman (já nos Novos 52), Damian resgata uma vaca dentro de um abatedouro, enquanto declara que agora é vegetariano e a vaquinha “diferenciada” será a Batvaca.
“A partir de agora, eu sou vegetariano. E esta é a Batvaca.” Arte de Chris Burnham.
A forma como a Batvaca foi introduzida serviu para estabelecer que, apesar de ser treinado pela Liga das Sombras de Ra’s Al Ghul e ser praticamente uma máquina de matar, Damian ainda é uma criança. Outros animaizinhos, como o cachorro Titus e o gatinho Alfred também passaram a habitar a Batcaverna até os dias de hoje. Mas voltando ao tema principal deste texto, a partir da sua primeira aparição a simpática vaquinha marcou presença durante todo o run do Morrison na Corporação.
Corporação Batman #3.Corporação Batman #6.Corporação Batman #7.
Então, nas páginas de Corporação Batman #8, Damian Wayne morre. Em uma batalha cruel, o filho do Batman é espancado e empalado por uma espada, encontrando seu derradeiro fim. Bruce dá início aos seus planos em busca de vingança pelo que Tália fez ao seu filho, e a Batvaca protagoniza um momento emocional onde o herói, deprimido, demonstra um pouco de carinho pelo animalzinho que traz lembranças de seu filho.
Corporação Batman #9.
Ao final do arco, Morrison encerra em julho de 2013 sua longa passagem pela vida do Cruzado Encapuzado mostrando um Batman de luto, mais revoltado e menos… Atencioso com os pets de seu falecido filho.
“Muu. Cale-se. Miau.” Corporação Batman #13.
A próxima aparição da vaquinha foi numa revista especial, em agosto do mesmo ano, protagonizando sua própria aventura. Parece loucura, mas em “Batman Incorporated Special #1” diversos artistas e roteiristas trabalharam com os vários heróis da Corporação, e coube a Dan Didio (Editor Executivo da DC) e Ethan Van Sciver a missão de contar uma história de seis páginas onde a Batvaca (trajada de uma bela capa negra e esvoaçante) salva um bebê que havia sido sequestrado. Ao entrar na frente do carro dos sequestradores, fazendo com que eles batessem o veículo e a polícia os alcançasse, a vaquinha salva o dia. De quebra, a heroína ainda forneceu leite para a mamadeira do bebê.
Capa variante de “Corporação Batman Especial #1”.A Batvaca fornece leite para o bebê recém resgatado ao final de “Corporação Batman Especial #1”.
Se desvencilhando dos títulos do Homem-Morcego, a Batvaca voltou a aparecer nas páginas dos quadrinhos da DC Comics em outubro de 2014, num encontro especial do Povo da Eternidade com a “Bat-aparição gratuita!“. A revista escrita por Keith Giffen e Dan Didio mostrou o encontro dos protagonistas com a Batvaca na edição número #4. A Bat-vaquinha lambe umaCaixa Materna e dá um presente para Serafina Baldaur. Tudo isso em apenas duas páginas!
Infinity Man and the Forever People #4. Bat-Aparição gratuita!
Dois meses antes, voltando à cronologia do Batman, o escritor Peter Tomasi deu início ao retorno de Damian com o arco “Robin Rises“. Tomasi foi o responsável pela excelente revista Batman & Robin ao longo dos Novos 52, onde trabalhou muito bem a relação de pai e filho entre Bruce e Damian. O arco da ressurreição do Robin teve início na revista especial “Robin Rises: Omega” e se desenvolveu entre as edições #33 e #37 da revista da dupla. Na edição #35 a Batvaca faz uma pequena aparição.
Batman & Robin #35. Arte de Patrick Gleason.
Ao final do arco, na revista “Robin Rises: Alpha“, a vaquinha marcou presença novamente, e ainda confrontou Kalibak, filho de Darkseid:
Robin Rises: Alpha #1.Robin Rises: Alpha #1. A Batvaca consegue peitar o Kalibak!
Pouco tempo depois, já em 2015, a vaquinha voltou a aparecer na revista de Peter Tomasi:
Batman & Robin #40.
Meses depois, ainda em 2015, Damian ganhou seu título próprio que durou pouco mais de um ano, chamado “Robin: Son of Batman“ (Robin: Filho do Batman), escrito e desenhado inicialmente por Patrick Gleason, o artista que trabalhou com Tomasi no título da dupla dinâmica. Esta revista introduziu alguns personagens que vieram a se tornar recorrentes na vida do Robin, durou 13 edições e a Batvaca fez aparições em algumas delas.
Robin: Son of Batman #1.Robin: Son of Batman #9.Robin: Son of Batman #10.
Voltando um pouco no tempo, em Abril deste ano a Batvaca também fez uma aparição rápida na revista Batman/Superman #31, escrita por Peter Tomasi e desenhada por Doug Mahnke, onde ela recebe um carinho doSuperman em carne e osso.
Batman/Superman #31.
Então veio o Rebirth. O grande evento da DC Comics que reiniciou a numeração de suas revistas, trouxe de volta revistas antigas e elementos clássicos da editora e renovou suas equipes criativas vem se provando um grande sucesso de público e crítica. Um dos grandes acertos da editora com este evento foi trazer de volta o Superman pós-Crise, casado com Lois Lane e criando seu filho, Jon Kent, o novo Superboy.
A revista do azulão ficou a cargo das mãos abençoadas de Peter Tomasi, onde ele vem desenvolvendo a relação familiar dos personagens ao longo de suas onze edições publicadas até o momento. Além disso, Superman também vem sendo utilizada para dar início ao título Super Sons, revista que também será escrita por Tomasi e será protagonizada por Damian e Jon, ambos personagens carimbados no currículo do roteirista. Para a surpresa de muitos, na revista Superman #10, Tomasi promoveu o primeiro encontro dos garotos, e de quebra trouxe a Batvaca de volta, em sua aparição mais recente.
Em Superman #10, Damian faz as pazes com Jon Kent e apresenta todos seus mascotes ao Superboy.
A aparição da Batvaca na revista do Superman foi a mais recente até agora. A revista foi lançada há pouco menos de um mês, e os leitores tiveram a chance de vislumbrar mais uma vez os belos olhos brilhantes da vaquinha mais querida da DC Comics.
O conceito da Batvaca foi utilizado por Morrison (seu criador) para, além de humanizar Damian, dar um tom mais leve e aventuresco ao redor do Batman, similar a aventuras do personagem na Era de Prata, época em que Morrison se baseia para criar boa parte de suas histórias. Durante sua passagem na Corporação, Morrison satiriza o ridículo da situação (de um animal qualquer estar vestido de morcego), e ao mesmo tempo torna a ideia aceitável e cria um laço afetivo com os leitores. A própria DC brincou com a personagem, quando sites estrangeiros especularam, na brincadeira, que a grande revelação sobre quem estava vestindo a roupa do Alado (membro da Corporação), seria inusitadamente a Batvaca.
Alado é, na verdade, a Batvaca. Teria sido uma revelação bem mais surpreendente do que a real…
Com Tomasi a cargo de duas revistas da DC, as chances da vaquinha voltar a aparecer são bem grandes. O que será que o futuro reserva para o mamífero ruminante? Será que um dia veremos sua trágica morte nas páginas de um gibi? Só o tempo dirá. E até lá, esperamos que Damian mantenha o melhor feno disponível no comedouro da mimosa.
Desde o anúncio da nova formação da Justice League of America depois do Rebirth da DC Comics, os leitores ficaram animados para saber sobre a HQ. A equipe que será liderada pelo Batman, terá em seu corpo: Vixen, Nevasca, os dois Eléktons/Átomos (Ray Palmer e Ryan Choi), Canário Negro e o caçador de recompensas Lobo.
A nova Justice League of America.
A presença do Flagelo do Universo foi a grande surpresa da nova formação. O roteirista Steven Orlando, que ficará a cargo da HQ, explicou um pouco mais sobre a presença do Lobo na equipe. Veja AQUI.
O Co-editor da DC Comics, Dan DiDio, comentou na Direct Currents, revista gratuita que essa semana chega para os revendedores e consumidores nos EUA. Revelou um pouco mais sobre a trama principal de Justice League of America.
O destino de Ray Palmer será abordado na nova HQ.
A nova série vai focar no o que aconteceu com Ray Palmer, o ex-Eléktron (agora Átomo), quando ele diminuiu a nível subatômico e acaba descobrindo “ruídos na nanoestrutura do tempo”. E ao mesmo tempo, Batman e Flash vão trabalhar juntos no mistério do Button do Smiley Face, clássico na mitologia de Watchmen, encontrado na Bat-Caverna no especial DC Universe: Rebirth.
O Mr. Oz vai voltar a ter destaque nas histórias. A misteriosa figura afetou a vida do falecido Superman dos Novos 52 e sequestrou Tim Drake, que foi dado como morto, em Detective Comics #940. A grande suspeita é que Mr. Oz seja o Ozymandias de Watchmen.
Mr. Oz e Tim Drake em Detective Comics #940
Os segredos e perguntas sobre o Rebirth envolvendo o Watchmen, começam a ser esclarecidas na minissérieJustice League vs Suicide Squad, e o pontapé para a nova Justice League of America também. Uma importante parte da história que irá envolver a Nevasca e o Batman será o estopim para a formação da nova equipe.
“O que aconteceu entre o Batman e a Nevasca mostram ao Bruce que o mundo mudou e o heroísmo tem que mudar com ele”, disse Steven Orlando . “O Batman é uma pessoa que pensa que tudo está ao controle do seu polegar, mas mesmo ele tem um momento que percebe que precisa reconstruir, que a mudança tem que ocorrer, ele tem que redefinir o heroísmo. E há pessoas que ele pode se cercar para ajudá-lo a fazer isso por si mesmo”.
Justice League of America começa a ser publicada em fevereiro de 2017.
Graças ao relançamento na CCXP, muito começou a ser falado sobre a censura de algumas páginas do mangá GITS (Ghost In The Shell), e dada a repercussão do caso, a curiosidade também bate forte no leitor para saber o por quê do acontecido.
[AVISO: CONTEÚDO ADULTO ABAIXO, SÓ CONTINUE A LEITURA DA MATÉRIA SE FOR MAIOR DE 18 ANOS]
Censura nunca é algo bom. Porém, especificamente nesse caso, o próprio autor da obra, Masamune Shirow, foi o responsável pelo feito, alegando sentir vergonha pelas páginas. Confira abaixo todos os detalhes:
Página 52 censurada, refeita para o mangá:
Mesma página sem censura, onde mostra uma cena de sexo:
Páginas 53 e 54 retiradas do mangá:
Inicialmente, a decisão de Shirow, foi tomada quando a obra foi traduzida para os EUA. A censura também aconteceu na publicação da Alemanha logo depois, mas nesse caso não se sabe se foi proposital, já que a publicação era adaptação da tradução americana.
O mangá, que será publicado pela editora JBC, tem previsão de lançamento para a CCXP (Comic Con Experience), e sua adaptação para os cinemas, estrelada por Scarlett Johansson, tem previsão de estreia para 30 de março de 2017.
Mesmo tendo duas páginas retiradas, a alteração nada influenciou no desenrolar da história. Ou seja, a qualidade da obra ainda continua intacta, sem comprometer a continuidade. Mas, mesmo assim, ainda gera polêmica e controvérsias entre os leitores, afinal, censura é censura. Vocês concordam com a decisão do autor? Deixe a resposta nos comentários!
Dezembro está chegando e o grande evento da DC Comics na fase do Rebirth, a minissérie Justice League vs Suicide Squad, vai começar. O que poderia ser um simples embate entre as duas equipes, está se tornando um estopim essencial para responder várias dúvidas que a reformulação trouxe.
A Torre de Vigilância já informou que, segundo Dan DiDio co-editor da Editora das Lendas, alguns mistérios que vem do final da cronologia dos Novos 52, como a inclusão de Watchmen no universo regular, vão ser revelados no crossover. O que aumenta a expectativa pela minissérie. Veja detalhes AQUI.
E agora foram divulgados a trama e os vilões que estarão na minissérie.
A trama envolve uma fuga de quatro vilões de uma prisão especial, e acabam revelando uma ameaça política. A Força Tarefa X é chamada para captura-los. Os fugitivos são Imperatriz Esmeralda, Lobo, Doutor Polaris, Johnny Pranto, o terrorista Rustam e o Magnata telepata Maxwell Lord.
Pelo o que indica na capa da segunda edição da minissérie, Lord está com um sangramento saindo do nariz, ele deve está usando seus poderes mentais para controlar os demais vilões. Confira a arte ainda em preto e branco abaixo:
Justice League vs Suicide Squad terá seis edições, sendo duas lançadas em dezembro desse ano e quatro em janeiro de 2017.
O primeiro lançamento da DC Comics para os cinemas em 2017 será somente no meio do ano. Mulher-Maravilha, com data de estreia marcada para o dia 2 de Junho, será o primeiro filme moderno protagonizado por uma super-heroína. A personagem interpretada por Gal Gadot já fez sua estreia em Batman vs Superman: A Origem da Justiça, e terá sua origem contada pela diretora Patty Jenkins no filme solo.
O roteiro do filme foi escrito por Geoff Johns e Allan Heinberg, baseado num concept criado por Heinberg e Zack Snyder. Gal Gadot voltará a dar vida à personagem, e com dois fantásticos trailers divulgados até o momento, a existência de alguns aspectos dos quadrinhos da Amazona na mitologia do filme não ficaram explícitas. A ausência do clássico jato invisível já foi confirmada, mas e quanto a outros elementos clássicos e modernos da personagem? Confira abaixo cinco coisas que devem ser mostradas no filme da Princesa de Themyscira!
5 – Figuras Mitológicas
Os trailers do filme já deixaram claro que irão tomar como base a origem moderna da personagem, contada por Brian Azzarello nos Novos 52. Ao contrário da origem clássica ou da origem pós-Crise de George Pérez, nesta versão ela não foi criada do barro, mas sim da relação entre Hipólita e Zeus, tornando a personagem não somente uma Princesa como também uma semideusa. Durante toda sua fase na personagem, Azzarello utiliza as figuras mitológicas do Panteão Grego como vilões ou personagens de apoio, abordando os deuses e semideuses de diferentes formas. A presença dos mitos é constante, e apesar de sabermos da existência deles através das falas de Diana no primeiro trailer, não ficou claro se os regentes do Olimpo e relacionados irão de fato aparecer. E deveriam.
4 – Laço da Verdade
Apesar da personagem carregar seu laço em Batman vs Superman e até utilizá-lo para segurar o Apocalypse no ato final do filme, os trailers mostraram Diana usando sua corda mágica forjada por Hefesto somente como uma arma de batalha. Em determinado momento do segundo trailer é possível deduzir que as amazonas estejam utilizando-o para que Steve Trevor (Chris Pine) diga a verdade, contudo este elemento também não ficou claro e este pequeno trecho cria somente uma especulação. Nos quadrinhos a Mulher-Maravilha utiliza seu laço como uma ferramenta de batalha, mas também considera que “a verdade é a maior arma que existe“. Uma ideia plausível é que a heroína utilize o laço nos vilões no ato final do filme, obrigando-os a contarem seus planos e coisas do tipo, ou até mesmo no desenrolar da história para facilitar a narrativa no mundo dos homens. Como curiosidade, o criador da personagem sempre alegou ser também um dos precursores da invenção do polígrafo, o detector de mentiras. Mas sua fama nunca foi das melhores.
3 – Poder de Voo
Enquanto divulgava Batman vs Superman, Gal Gadot deixou claro que a Mulher-Maravilha seria capaz de pular grandes alturas e praticamente voar. Durante o filme vemos a personagem entrando em um avião, automaticamente descartando a possibilidade da heroína de fato ser capaz de voar. Contudo, no segundo trailer divulgado recentemente é possível ter um vislumbre da personagem parada no ar enquanto bate seus braceletes, levando muitos fãs a especularem que ela será capaz de voar pelo menos no ato final do filme. A ausência do jato invisível também fomenta a especulação do voo, apesar desta ser uma característica muito improvável que seja adaptada a esta altura do campeonato, levando a crer que a Amazona ficará somente com os pulos no universo cinematográfico. Nos quadrinhos de tempos em tempos a heroína tem suas habilidades alteradas, sendo inconstante se ela é ou não capaz de voar.
2 – A clássica armadura de Ares
Os vilões do filme ainda não foram revelados. A Doutora Veneno (Elena Anaya) está confirmada, e tudo leva a crer que o personagem interpretado por Danny Huston será de fato o Deus da Guerra, Ares. O vilão já foi retratado de diferentes formas ao longo dos anos, e no filme ele deve estar se beneficiando da Primeira Guerra Mundial para obter mais poder. Na fase de Brian Azzarello, Ares é retratado como um velho cansado e decrépito, criando um paralelo com o fato de que a guerra nem sempre é regozijante, mas sim exaustiva até o limite. Já o visual clássico do Deus da Guerra é de fato uma grande armadura de combate, imponente e ameaçadora, e caso o deus seja mesmo o principal antagonista do filme, apelar para este visual seria uma forma muito boa de criar um vilão intimidador.
1 – O Torneio das Amazonas
Nos quadrinhos, as amazonas organizam um torneio para decidir qual será a campeã da ilha. Na origem atual de Greg Rucka a decisão é sobre qual amazona irá acompanhar o soldado Steve Trevor ao mundo dos homens e servir como uma embaixadora da paz e mediadora entre a humanidade e as guerreiras de Themyscira. Já na origem de George Pérez, Hipólita proíbe que sua filha, a Princesa Diana, participe do torneio. Diana então se disfarça e acaba vencendo todas as disputas, provando para a mãe que ela é capaz de feitos grandiosos. A heroína então recebe seu traje e suas armas e parte para o mundo dos homens, tornando-se a campeã da ilha com o objetivo de impedir os planos malignos de Ares. Após uma viagem com Hermes ela acaba conhecendo Steve quando ele cai na ilha. Não ficou claro se a personagem irá participar do torneio no filme, já que ela aparenta muito mais estar fugindo da ilha do que sendo enviada, mas a ideia do Torneio é um elemento clássico da personagem que deveria ser mantido no longa.
Existem diversos outros elementos dos quadrinhos que podem ser utilizados no universo cinematográfico. Algum tipo de rivalidade entre Themyscira e Atlântida, criaturas mitológicas (como centauros), e obviamente respeitar tudo que a personagem representa desde sua criação, como um símbolo feminista e totalmente representativo do empoderamento feminino. Com uma diretora no comando, tudo leva a crer que o filme da Amazona será um ponto de virada no Universo Cinematográfico da DC, elevando as expectativas do público que obrigatoriamente devem ser sanadas com a obra.
Com 75 anos de vida, a Mulher-Maravilha tem muitas ideias contadas para inspirar a divisão de cinema. O que mais você gostaria de ver no filme da heroína? Comente abaixo!
Sinopse: ”Em 1806, a maioria da população britânica acreditava que a magia estava perdida há muito tempo – até que o sábio Mr. Norrell revela seus poderes, tornando-se célebre e influente. Ele abandona a reclusão e parte para Londres, onde colabora com o governo no combate a Napoleão Bonaparte. Tudo corre bem até que Jonathan Strange, um jovem nobre e impetuoso, descobre que também possui talentos mágicos. […]
Misturando ficção e fatos históricos, Jonathan Strange & Mr. Norrell levou dez anos para ser escrito e foi baseado em uma extensa pesquisa da autora sobre a história da magia inglesa. Recebeu o Hugo Award, um dos prêmios mais importantes no gênero fantástico, além de ter sido indicado ao Man Booker Prize e eleito o melhor livro do ano pela revista Time. Agora adaptado para a TV pela BBC, o livro recebe nova edição, com introdução do escritor Neil Gaiman.”
Susanna Clarke, escritora inglesa, demorou 10 anos para concluir Jonathan Strange & Mr. Norrell. Publicada em 2004, a história foi premiada com o Hugo Award e diversos elogios. Nessa edição pelo selo Seguinte (Editora Schwarcz), temos o prefácio de Neil Gaiman, renomado escritor de fantasia, também inglês, que esbanja elogios ao livro: ‘’ […] escrevi para o editor de Susanna, pedindo-lhe para dizer a ela que, na minha cabeça, aquela era uma das melhores obras de fantasia em língua inglesa dos últimos setenta anos. […]’’.
Recentemente adaptado pela BBC, Jonathan Strange & Mr. Norrell merece mais do que elogios, é a continuidade de histórias um tanto quanto esquecidas em tempos de rapidez e livros com ”roteiros hollywoodianos”. Rico em linguagem, magia e um belo retrato da sociedade britânica em pleno conflito com Napoleão. A autora é original ao criar seu mundo, os magos da Inglaterra não usam varinhas ou chapéus pontudos, mas parecem ter vindos de um livro da Jane Austen com seu cavalheirismo.
Jonathan Strange, Mr. Drawlight e Mrs. Bullworth.
Os acontecimentos se iniciam em 1806 no Condado de York na Inglaterra. Existia ali uma sociedade de magos, não magos que usam magias ou maldições, eles estudavam a história da magia. Tudo estava calmo quando John Segundus adentrou nesse pequeno grupo com o questionamento: por que não se fazia mais magia na Inglaterra? Após ser ridicularizado, John Segundus encontra Gilbert Norrell que afirma ser um mago praticante, e a partir daí a tentativa de reavivar a magia na Inglaterra vem à tona. Jonathan Strange aparece mais tarde junto com Arabella Woodhope, Stephen Black, Lady Pole e outros personagens.
”-Pode um mago matar um homem com magia? – perguntou Lorde Wellington a Strange.
Strange franziu o cenho. Pareceu não gostar da pergunta.
– Creio que um mago poderia – admitiu. – Um cavalheiro, jamais.”
Lady Pole e John Uskglass.
Com mais de 800 páginas, a história requer tempo do leitor que terá de ler diversas notas de rodapé que, na verdade, são histórias ou explicações muitas vezes necessárias para a continuidade do enredo, então nada de ignorá-los. As descrições são exuberantes e há um pouco do velho e bom humor inglês.
A magia no universo de Clarke se aproxima bastante da realidade, às vezes é difícil distinguir a realidade, o nosso mundo, com o ficcional. Referências memoráveis e participação de personagens históricas como Lord Byron, polêmico escritor inglês conhecido por sua melancolia. Personagens bem construídos, ambientado no inicio do séc. XIX com uma atmosfera obscura, como não se lembrar de Edgar Allan Poe? Personagens também são inesquecíveis, há uma brutalidade com sensibilidade em cada um.
Jonathan Strange e Gilbert Norrell.
Resumi-se Jonathan Strange & Mr. Norrell um perfeito escrito nos temas de fantasia e ficção, há também um tanto de psicologia na obra. Talvez a obra não conquiste aqueles que não gostam de uma história longa e bem detalhada, o que pode ser bom para outros. Cativante e excepcional Susanna pode ser colocada a um patamar entre os mestres e mestras da literatura fantástica.
O que tange a adaptação, ela é fiel, porém perde-se um pouco do charme do livro, como em toda adaptação. Muitas coisas que aparecem nos últimos capítulos aparecem nos primeiros episódios que no total são sete, então é difícil conciliar a leitura e a série caso sejam simultaneamente acompanhadas.
Em um típico dia antes da showmatch contra a paiN Gaming, no Desafio Invocadores, que ocorrerá em Fortaleza, a equipe anunciou por um vídeo publicado em sua página o desligamento de dois dos principais jogadores da sua line-up de League Of Legends.
A equipe agora corre contra o tempo para anunciar dois substitutos, já que deve apresentar até o dia 28 de novembro, segunda-feira, ao menos cinco jogadores e o técnico, segundo o Comunicado Oficial da Janela de Transferências.
Assista o vídeo publicado nas redes sociais da equipe:
Marcar seu nome na história do cenário competitivo não é tarefa fácil nem para organizações e nem para jogadores. Nos últimos dois anos, a INTZ e-Sports conseguiu colher os louros das vitórias e escreveu seu nome na Taça do CBLoL, conquistou ao todo quatro Etapas, representou a região brasileira em três International Wildcards e também no Campeonato Mundial 2016, tudo isso com a mesma formação: Yang, Revolta, Tockers, micaO e Jockster.
O futuro é incerto para a equipe da INTZ, já Yang e Revolta agora estão disponíveis no mercado, e com o currículo que têm, devem receber diversas propostas nacionais e até internacionais.