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Entretenimento

A dificuldade que temos em aceitar mudanças

Quando conhecemos algo, aquilo que acabamos de descobrir pela primeira vez torna-se nossa imagem mental fixa e ideal de determinado produto. Esse tipo de pensamento se aplica a quadrinhos, séries de TV, filmes, músicas e quaisquer outros meios de comunicação existentes. O Superman perfeito é aquele que você conheceu quando criança. O desenho animado ideal é aquele que você assistia quando estreou, e não sua nova versão feita para crianças. Muito deste modo de pensar vem da ideia de que o que você conheceu antes era “mais respeitoso” ou “representava um ideal melhor” do que o produto moderno, e você acaba adotando aquilo como algo seu. Mas a verdade é que tudo o que você conhece é um produto, feito unicamente para gerar dinheiro, tendo seus próprios donos portadores dos direitos. Para determinadas coisas você já deixou de ser o público-alvo, e um novo público surgiu com o passar dos anos. Sua dificuldade em aceitar novidades é única e exclusivamente emocional, e não há desculpa que possa sobrepor isso. Você possui dificuldade em aceitar que nada é criado em tabuletas de pedra, inalteráveis até o fim dos tempos.

Com o passar dos anos, tudo no mundo sofre mudanças. Quando o Superman foi criado, em 1938, ele era um herói que agia como um justiceiro com uma metódica mais incisiva, enfrentando gatunos e empresários corruptos através da imposição de seus poderes para gerar pânico. Refletindo a imagem de cada época, o personagem sofreu alterações até se tornar um ideal de esperança, otimismo e toda boa simbologia relacionada ao ser humano ideal (que, para ser tão perfeito neste mundo, somente sendo um alienígena). Quem conheceu o personagem desde o início de sua história (e ainda esteja vivo) pôde presenciar tudo que foi feito ao longo de seus mais de 75 anos de história, nas mãos dos mais variados profissionais com um único objetivo: vender. Vender quadrinhos, séries, filmes e uma infinidade de merchandising relacionado ao personagem. Cada mudança criada ao longo dos anos foi feita com o único objetivo de refletir a época do mundo real em que ele é publicado, visando alcançar o público-alvo desta determinada época, que na maioria das vezes  não é você.

Personagens possuem ideais fixos. Por mais que os anos passem, determinados heróis sempre irão significar algo constante, ainda que na sua criação tais ideais nem existissem. Quando altera-se a essência, o ódio é gerado. Boas histórias são sobrepujadas por opiniões baseadas nisso, onde uma narrativa é péssima por, inicialmente, ter alterado a essência de alguma coisa. Não importa se a história é bem contada, se reflete uma época ou possui um objetivo interessante ou minimamente bem intencionado. Caso o autor resolva entrar no vespeiro do ideal fixo, ódio será gerado. E isso é algo que se aplica principalmente aos quadrinhos, séries e filmes. Você envelhece, os personagens são imortais. Seus gostos e opiniões mudam com o tempo, enquanto nas páginas de um gibi ainda é uma manhã ensolarada com alguém correndo pelas ruas, por volta de seus 30 anos de idade, há 40 anos. Você morrerá e seus heróis ainda estarão vivos, regojizando de suas juventudes eternas. E caso a juventude não seja eterna, um novo profissional pode surgir com o objetivo de rejuvenescer determinado universo da forma que julgar melhor, mirando no público consumidor da época. E a máquina infinita da produção continua funcionando.

Atualmente é comum ouvir reclamações relacionadas a tais mudanças de determinadas franquias. “Os desenhos animados de hoje são retardados enquanto os da minha época eram bem mais interessantes“. “Os quadrinhos de super-herói atualmente são só reciclagens mal feitas de histórias antigas, bem melhores”. O consumidor de 30 anos reclama do produto que visa um público de 10 anos de idade. O consumidor que não tem 10 anos há 20 anos reclama do senso de humor das crianças de hoje em dia. E o produto que visa o consumidor de 30 anos é tido como algo inferior ao que saía antigamente, insuperável e imutável, um conceito fixo e perfeito do que era uma boa história. Enquanto isso, o jovem de 15 anos cria interesse pelas histórias atuais, desprezadas pelo adulto superior da espécie Adultis superioris, e é julgado por desfrutar de produtos tidos como rasos e comerciais. “Você nunca irá superar a boa época dos anos 80, Sr. anos 2000. E sua opinião é inválida, pois você não possui o conhecimento que eu tenho”, diz aquele que não acompanha mais nada desde 1990. Mas quem se importa?

Tudo que foi dito acima pode ser interpretado somente como uma descarga gratuita de ódio e recalque em direção dos mais nostálgicos. Mas a verdade é que saber o que você está consumindo é algo bom. Entender que a sociedade muda com o passar dos anos é algo essencial para que você não se torne um eterno chato, saudoso da época em que “o politicamente incorreto era bom”, ou que supostamente “os profissionais contavam suas histórias por amor, não por dinheiro.” Em 2003 você podia ser um adolescente que assistia Jovens Titãs, que visava um público infanto-juvenil. Hoje, 14 anos se passaram e você já é um adulto que procura lógica nos Jovens Titãs em Ação!, um desenho que visa unicamente o público infantil, que é totalmente diferente do que você era na sua infância de 15 anos atrás. E o sucesso do desenho tido para você como algo “retardado” é a prova suprema de que o público alvo consome muito bem este produto, e o errado é você por querer que ele se adeque aos seus padrões, sentado atrás de uma mesa, levando broncas do seu chefe e preocupado em pagar contas.

Nada te impede de achar algo que não é feito para você, ruim. O livre-arbítrio torna possível que você expresse sua opinião, seja qual for (desde que não seja ofensiva), a qualquer momento. Porém, o ideal do que você deve fazer, caso se julgue minimamente inteligente para tal, é saber criticar algo. Dizer que um desenho animado “tem um senso de humor retardado, logo é ruim” é uma visão rasa e limitada do que você está falando. Para opinar sobre algo e soar infimamente crível você deve conhecer aquilo sobre o que você está opinando, saber qual é o público alvo daquilo e se ele adequa-se aos padrões deste público hoje em dia (e não de 20 anos atrás), sendo um produto bem feito para tal. Como já foi dito, algo que é ruim para você, é bom para outra pessoa. E nada que você diga mudará isso. Julgar algo somente com base numa imagem de divulgação, já despertando um pensamento de “esta animação/quadrinho/filme/série é ruim, já que essa imagem é péssima para o meu gosto refinado”, é algo que beira o insuportável da boa convivência. Se nada que é feito atualmente lhe agrada, a solução é simples: viva pra sempre no passado. Não expanda seus horizontes, e torne-se um ser humano socialmente limitado para todo o sempre. Afinal, nada jamais superará o passado.

E se determinado produto realmente executa de forma errada o ele se propõe, entregando algo que não se encaixa ao público visado? Neste caso, qualquer crítica bem feita é válida. Erros são constantes em qualquer forma de entretenimento, e é importante que a pessoa que esteja consumindo determinado produto não cometa anacronismos, mas saiba julgar o que é certo e errado inserindo-se em contextos variados, sempre tentando expressar sua opinião de maneira embasada, e não algo raso como todos presenciamos na internet diariamente. Algumas pessoas envelhecem, mas aparentemente não evoluem. E o ciclo da intolerância jamais encontra um final.

Mudanças são necessárias. Boas ideias surgem nem sempre da repetição de conceitos antigos, mas também da inovação. Algo que permanece inalterado durante muito tempo rapidamente torna-se chato, desinteressante. A pluralidade ainda existirá mesmo com a existência de algo que não lhe agrade, pois com o tempo algo virá a combinar com seu gosto. Se determinado personagem, série, filme ou qualquer outra coisa sofrer uma mudança, pode ter certeza que dessas mudanças surgirão coisas boas e ruins, e futuramente voltará a existir algo que case com sua opinião. Saiba sempre que viver somente do passado torna-se impossível conforme o tempo passa. E nem tudo de antigamente era melhor para a maneira como vivemos hoje.

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Quadrinhos

Justice League vs. Suicide Squad | Conheça a equipe de vilões do crossover

Aqui na Torre de Vigilância você já está por dentro do primeiro grande evento da era Rebirth da DC Comics, a minissérie Justice League vs. Suicide Squad. O encontro, que além de colocar os dois grupos badalados da editora frente a frente, promete começar a revelar alguns mistérios que rondam desde a reformulação. Saiba mais detalhes AQUI.

A trama já foi divulgada assim como os vilões que estarão nela. É um time de criminosos e anti-heróis que vão partir para cima da Liga e da Força-Tarefa X. Imperatriz Esmeralda, Lobo, Doutor Polaris, Johnny Pranto, Rustam e Maxwell Lord são os malfeitores em questão que vão fugir de uma prisão especial e se tornam uma ameaça política. E agora foi divulgado pelo site CBR que Eclipso também faz parte da trupe.

 

Com arte de Ed Benes foi apresentado os vilões que darão o ar na minissérie, Cada personagem tem uma palavra sob a sua imagem, descrevendo a sua personalidade e soletrando a palavra em inglês S-U-I-C-I-D-E. Curioso notar na arte, que no paredão atrás dos vilões existem grafites com os símbolos ou referencias de membros da Liga da Justiça. O que deve indicar qual personagem deve lutar. O único que não tem nenhum desenho atrás é Maxwell Lord, que pelo visto lidera a equipe.

Aliás, Lord, na capa da segunda edição da minissérie, está com um sangramento no nariz, que pode significar que o telepata está usando seus poderes mentais para controlar os demais vilões. Confira a arte AQUI.

“Quero que as pessoas vejam a minissérie como um filme-catástrofe de grande orçamento no Universo DC” disse Josh Williamson, idealizador do projeto. “Tem muita responsabilidade envolvida, é o primeiro grande evento do Rebirth. Começamos a falar sobre o tom, se queríamos fazer algo divertido. Uma vez circulou na minha cabeça, e ficou divertido de escrever. Há um monte de personagens, um monte de coisas acontecendo, e as surpresas que teremos… vai realmente abranger uma grande parte do Universo da DC.”

Uma das consequências dessa minissérie já se sabe que é a formação da Liga da Justiça da América com uma nova formação. A equipe será liderada pelo Batman e terá o Lobo como integrante.

Justice League vs Suicide Squad será publicada em seis edições. A primeira edição está prevista para 21 de dezembro.

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Cinema

AQUAMAN | Patrick Wilson confirmado como ORM, o Mestre dos Oceanos

Com a chegada do vindouro filme do Aquaman as novidades vão chegando a cada semana. Desta vez foi a vez do veterano Patrick Wilson confirmar presença no filme do Rei dos Mares. A informação é do Deadline.

Criado em 1966, o vilão Orm é o meio irmão malvado do Aquaman, e já figurou em várias sagas importantes do herói, como a mais recente Trono de Atlântida, pelo selo dos Novos 52, e no longa animado de mesmo nome lançado em 2015.

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Wilson vêm construindo uma bela carreira ao lado do diretor James Wan, estrelando em franquias de sucesso como Invocação do Mal e Insidious. Patrick também já atuou ao lado de Zack Snyder em Watchmen (2009) como o vigilante Coruja.

Aquaman tem previsão de estreia para 5 de outubro de 2018.

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Cinema

Velozes e Furiosos 8 | Confira o primeiro trailer do próximo filme da franquia

A saga continua! Dando continuidade as sequências de ação e carros velozes, Velozes e Furiosos 8 ( The Fate Of The Furious) chega arrebentando as ruas, confira o novo trailer.

https://www.youtube.com/watch?v=n3Wg1RBrpe8&feature=share&app=desktop

“Após Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster) se aposentarem, Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) levam uma vida pacata e completamente normal. Mas a adrenalina do passado acaba voltando com tudo quando uma mulher misteriosa (Charlize Theron) faz com que Dom retorne ao mundo do crime e da velocidade.”

Com Vin Diesel, Dwayne Johnson, Charlize Theron e Jason Statham e grande elenco, Velozes e Furiosos 8 chega aos cinemas brasileiros em 13 de Abril de 2017.

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Gameplay Games

Análise | The Last Guardian

Em desenvolvimento desde 2007 e anunciado oficialmente em Junho de 2009, The Last Guardian foi concebido para os fã comosucessor espiritual” de Ico e Shadow of the Colossus. Durante a E3 2015, a Sony abriu sua conferência mostrando um gameplay do jogo e afirmou que seria exclusivo do PlayStation 4. Fumito Ueda também falou sobre o lançamento para 2016. E afirmou que os atrasos no desenvolvimento do jogo se deu porque sua estrutura final ficou pesada demais para o PlayStation 3 e e enquanto eles tentavam resolver o problema com o console, o PlayStation 4 foi lançado, então foi preferível mudar o desenvolvimento para o novo console.

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Em The Last Guardian o primeiro vislumbre de jogabilidade acontece quando você acorda em uma caverna escura, coberta de tatuagens misteriosas. A poucos metros de distância, na escuridão, você é capaz de identificar a forma de uma criatura gigante e ferida. Ao se aproximar a criatura te surpreende, ela se assemelha a um cão, com partes de pássaro, a criatura se chama Trico, e sem sombras de dúvidas é um feito de animação gráfica extraordinário, com a IA, design, e um companheirismo surpreendente para esta aventura de aproximadamente 12 horas. No entanto, é um relacionamento atroz no início. Trico rosna e se movimenta enquanto puxa objetos que estão cravados em sua pele, sinais de uma briga muito feroz.

The Last Guardian é um jogo de plataformas cooperativo de quebra-cabeças de terceira pessoa. Trabalhando juntos, você e Trico devem escapar da escuridão e escalar os vastos e desmoronados edifícios da cidade construída no vale. As torres pálidas da cidade são ligadas por pontes envelhecidas e quebradas. Todos os locais possuem histórias próprias, cheios de estranhas estátuas, e cobertos de iconografia desconhecida. Toda a área é banhada por uma bela luz solar branca. Como com todos os jogos de Fumito Ueda, The Last Guardian tem a qualidade de uma antiga fábula, embora com muitos quebra-cabeças.

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A maioria dos quebra-cabeças dependem da disparidade de tamanho entre o menino e Trico. Você pode escorregar através de pequenas lacunas para puxar os interruptores, a criatura pode alcançar áreas altas e brutalmente golpear qualquer soldados que possam persegui-lo e/ou atrapalhá-los nas resoluções dos puzzles. Você pode agarrar as penas de Trico e rastejar por cima dele, o que é uma maneira útil de alcançar lugares mais altos. Às vezes você deixa o deixa para trás por um curto período de tempo, para pular, subir e escalar seu caminho para um interruptor que abre uma porta e deixa que o grandalhão passe. Os grunhidos de tristeza de Trico o perseguirão pelos corredores sempre que você ficar fora de sua visão.

Os quebra-cabeças são simples, e existem em grande parte para facilitar e criar uma relação de dependência entre menino e animal. Uma vez que você tenha demonstrado que pode encontrar os barris azuis brilhantes que ele gosta de comer, Trico estará feliz em segui-lo ao redor do vale, mas logo ele aprende a interpretar os gestos que você faz segurando “R1” e indicando direções e ações. Você pode apontar para uma parede com possibilidade de escalada e pressionar “R1-triângulo” para imitar saltos, por exemplo, e Trico vai olhar para cima e julgar por si mesmo se ele pode dar o salto.

Este é um processo colaborativo. Trico possui um grau de autonomia e inteligência animal que lhe permite agir independentemente de seus comandos. Ele farejará e pisará em objetos que podem ser úteis, e em algumas áreas é melhor simplesmente segurar em suas costas como ele adora e magnificamente deixá-lo saltar entre plataformas distantes. Esta não é uma história de um ser humano e seu animal de estimação, é uma parceria simbiótica que convida você a respeitar o monstro, e para ganhar o seu respeito em troca.

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The Last Guardian não parece muito, mas é um enorme passar tempo prazeroso, que se utiliza muito de quebra-cabeças e logicamente do personagem carismático e alma do jogo, Trico, que se realiza com sutileza extraordinária e atenção aos detalhes. Seus olhos brilham em diferentes tonalidade de cores para refletir seus estados emocionais – amarelo para a fome/ roxo para a fúria – mas suas mudanças sutis na postura e na expressão lhe dizem tudo. Se você já passou algum tempo com um cão, você verá o comportamento canino emergir sob a forma de espirros súbitos que parecem surpreender o animal e a postura de estar atento de uma criatura que tenta agudamente entender o que o ser humano está lhes dizendo.

The Last Guardian obsessivamente resiste em conservar suas animações em favor da simulação ambiental detalhada, e isso ajuda a encarnar o ambiente e ao mesmo tempo Trico e dar-lhe a aparência de uma criatura viva, algo muito distante de todo tipo de companheiro IA que já vimos. Os barris que Trico come são objetos fisicamente palpáveis que se balançam ao redor da paisagem, mas Trico não é capaz de avaliar a distância, ou agarrá-los, cabe a você auxiliá-lo. Se você atirar um barril na frente dele, ele pode estourá-lo no ar. A menos que ele não esteja pronto para isso, é claro. Nesse caso, ele salta e choraminga de surpresa.

O jogo também faz um trabalho extraordinário de capturar o tamanho de Trico, peso e força. É impressionante vê-lo saltar centenas de metros entre pináculos estreitos, e ao mesmo tempo em que é amável e dócil ele consegue transpor uma poderosa combinação de medo, admiração e respeito. É ótima a sensação, quase que orgulho quando Trico supera alguma circunstância horrível e você sabe que foi o principal responsável. Ele é uma peça transcendental de design – o valor da relação evolutiva com a criatura ultrapassa em muito as armadilhas simplistas de um jogo de plataformas e quebra-cabeças, e compensa as questões técnicas propostas no jogo.

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Entre tantos pontos alto The Last Guardian nos entrega, uma coisa fica completamente desconexa. Porque um jogo que demorou tanto para ser lançado devido a melhorias em sua engine, parece ser um trabalho difícil para o Playstation 4? O console da Sony mal consegue lidar com The Last Guardian em algumas seções. O frame-rate oscila frequentemente, e em algumas seções, especificamente em momentos onde o jogo necessita de uma constância em seus frames e um rendimento vasto para conter as quantidades de acontecimentos simultâneos como um desmoronamento, comuns durante a gameplay. Os controles – já pesados e imprecisos – infelizmente sentem-se terrivelmente lentos nessas seções. O garoto que você controla é um avatar difícil de manejar, com manias próprias de andar, mesmo sendo encantador acaba por ser irritante em ocasiões de saltos perigosos. O ritmo tranquilo de The Last Guardian emplaca muitos desses problemas. Acredito que se o jogo quer que façamos movimentos repentinos ou que me engajasse em combates, os controles e variações de quadros não deveriam ser um problema funcional, como infelizmente são.

VEREDITO:

The Last Guardian é uma aventura emocionante estrelando um companheirismo extraordinário, há uma história completa com algumas ótimas surpresas ao decorrer da narrativa, e explorar o vale junto de seu mais novo amigo é muito animador.

Embora seja uma vergonha profunda que depois de todo esse tempo de desenvolvimento The Last Guardian ainda sofra com problemas de desempenho, mas nada tira o mérito de ser um excelente jogo, e recomendável para qualquer um que seja um fã de games envolventes.

Analise The Last Guardian

The Last Guardian teve como data de lançamento o dia 6 de dezembro de 2016, lançado para PlayStation 4.

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Serial-Nerd Séries

Primeiras Impressões | Justice League Action

Há alguns anos os fãs da DC Comics viam-se carentes de uma boa série animada regular da Liga da Justiça. A série “Sem Limites” foi encerrada em meados de 2006, e desde então a Editora das Lendas criou diversas outras animações, tais quais Young Justice, The Brave and The Bold, e suas séries mais infantis como Teen Titans Go! e DC Super Hero Girls. Justice League Action, aguardada por muitos fãs desde suas primeiras especulações, apresenta um meio-termo entre uma animação voltada para o público jovem e o infantil.

Produzida por Jim Krieg, Butch Lukic e Alan Burnett, todos nomes carimbados nas séries animadas da DC, a série J.L Action começou a ser exibida no dia 26 de novembro de 2016 (no Reino Unido) no Cartoon Network, casa de diversas outras séries da editora há muitos anos. Focada na ação e não no desenvolvimento de personagens, os primeiros episódios exibidos até o momento garantem boas doses de diversão ao longo de seus 10 minutos de duração.

Para aqueles que esperavam uma série mais longa e séria como as cinco temporadas do desenho da Liga produzido por Bruce Timm, saibam que Justice League Action soa como uma versão reduzida e infantilizada, mas não de forma a denegrir o show. O perfil do Cartoon Network vem sendo a produção de animações mais leves, todas se provando grandes sucessos, e mesmo assim esta nova encarnação da Liga em uma série animada consegue não soar totalmente nonsense e infantil como Teen Titans Go!, encontrando um meio-termo em suas situações e na forma como lida com os personagens, podendo agradar todas as idades.

Com cinco episódios exibidos até o momento, todos apresentam situações em que um vilão está ameaçando a segurança do planeta (ou do espaço) e os heróis devem impedir. Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Nuclear, Gavião Negro, FlashCaçador de Marte e  outros são alguns dos membros da equipe explorados no decorrer deste início de temporada, enquanto os produtores também exploram outros personagens dos quadrinhos como Constantine, Zatanna, Monstro do Pântano, Taxista Espacial, Lobo e vilões como Solomon GrundyCoringa e Mongul. Tudo com bastante humor, lutas e sacadas leves e rápidas para situações inusitadas.

Por se tratar de uma animação com episódios curtos de cerca de 10 minutos, é difícil conseguir desenvolver as origens e características específicas de cada herói e vilão, mas mesmo com seu tempo limitado a série consegue estabelecer muito bem a forma de agir e pensar de cada um na equipe. Superman valoriza a vida e é um herói honrado, Mulher-Maravilha é uma guerreira implacável e respeitosa enquanto Batman é um estrategista frio e um verdadeiro ninja em combate, entre outros. Em dado momento a série se dá ao luxo até mesmo de contar a origem do Nuclear em flashbacks.

O traço mais infantil mostra-se característico no design de diversos heróis. O já citado Caçador de Marte é apresentado de uma forma bem mais leve que em suas aparições em desenhos anteriores, surgindo aqui com um corpo mais esguio e um rosto mais amigável. Este redesign dos heróis e vilões torna a animação fluida e ao mesmo tempo simples, apresentando-se de forma agradável ao público, mesmo sendo bem limitada e soando bastante como uma aventura dos Superamigos e séries mais antigas.

Já o elenco de dublagem é um show a parte. Mark Hamill faz a voz do Coringa, Kevin Conroy dá vida ao Batman e Sean Astin se apresentará como Shazam. Estes são alguns dos destaques que compõe a excelente equipe que dá voz aos personagens, equipe esta que consegue tornar a dinâmica do grupo algo bem mais palpável conforme todos interagem entre si ao longo das aventuras, comunicando-se o tempo todo para encontrar uma solução para os problemas

Como já foi citado, o foco desta série é a ação, e é importante ressaltar que as cenas de ação são muito bem feitas. A série não poupa esforços em mostrar seus heróis e vilões utilizando variados poderes e apetrechos, de formas criativas e constantemente empolgantes. Além disso a animação também apresenta uma nova base para a Liga da Justiça como uma espécie de Montanha da Justiça, e promete utilizar mais de cem personagens da DC ao longo de sua primeira temporada, que deve ser constituída de 52 episódios.

Justice League Action pode ser uma decepção para quem espera algo mais sério, mas é inegavelmente uma série animada divertida, respeitosa e saudosista, que pode ser consumida por todas as faixas etárias enquanto é também uma ótima porta de entrada para crianças ao Universo DC, sem soar como uma comédia pastelão similar ao grande sucesso Teen Titans Go!. Quanto ao futuro da série, só o tempo dirá o que está por vir e qual será a recepção do público, contudo, o que foi apresentado até o momento é extremamente satisfatório e com um saldo muito positivo em todos os sentidos. The Heat is On!

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Detective Comics

LEGADO | Conheça a história dos Robins

Criado inicialmente para dar um espaço para o público alvo dos quadrinhos da época (que era composto por 99% de crianças), o Robin foi um conceito extremamente marcante e até copiado por outras editoras.

Sua primeira aparição foi na edição Detective Comics #38  no ano de 1940. E na época o novo herói foi super bem recebido pelas crianças já que até então era difícil de se imaginarem dentro daquele cenário, onde salvavam outras pessoas e não o contrário.

Fizemos aqui, além de classificar cada um dos Robins, um apanhado de diversas informações para que você leitor, não fique perdido quanto a cronologia ou história desses diversos personagens. É importante lembrar que dentro do universo regular (o famoso Cânone), tivemos oficialmente 5 pessoas a carregar o manto do passarinho.

Então depressa, para o batmó… Opa desculpe, me empolguei, enfim… vamos começar!

1º Robin – Dick Grayson

Robin / Asa Noturna / Batman
Robin / Asa Noturna / Batman

1ª Aparição – Detective Comics #38 (1940)

Membro de uma família de acrobatas pertencente ao circo Haley e conhecidos como Graysons Voadores, Richard Grayson (ou Dick, para os mais íntimos),  presenciou um dos piores momentos da sua vida ainda criança. O último espetáculo de seus pais foi uma completa tragédia e Dick acabou vendo eles caírem do trapézio para a morte, o que aconteceu na verdade foi um boicote feito a mando de um mafioso chamado Anthony Zucco, para quem o dono do circo devia uma quantia em dinheiro.

Uma das adaptações da morte dos pais de Dick.
Uma das adaptações da morte dos pais de Dick.

Após os acontecimentos, o menino Richard foi mandado para um orfanato mas não ficou muito tempo como interno, já que Bruce Wayne, após ter presenciado e sentido a dor do garoto, resolveu transforma-lo em seu pupilo, como tutor legal. Sentido por seu novo “pai” não dar toda atenção que uma criança precisaria naquele momento, Dick resolve ir investigar o assassinato de seus pais sozinho, mas acaba tropeçando no Batman que também estava investigando o local. Após acordar em um lugar estranho (na Batcaverna), ele descobre que a identidade secreta do morcego é nada menos que seu tutor, e assim lhe é oferecido um espaço ao lado do cruzado encapuzado.

O nome de Robin foi escolhido por Dick, já que era o mesmo nome como sua mãe o chamava desde que nasceu.

Dick Grayson com certeza é o Robin mais amado e também mais conhecido e adaptado fora dos quadrinhos. Utilizando de piadas em meio às lutas e dando um pouco de humor ao seu tutor que se martirizava toda noite, Richard era um excelente pupilo, habilidoso, obediente e evoluía a cada dia. Em meio as aventuras com o morcego, Dick teve um romance com Barbara Gordon (a primeira Batgirl), de quem gosta até hoje.

Após muito tempo de combate lado a lado, em um evento com o Coringa, o Robin é baleado pelo mesmo, no ombro, e por causa disso, Bruce o manda parar um tempo as suas atividades noturnas. Depois de se recuperar, Ravena reúne um antigo grupo formado por Dick e alguns amigos, a Turma Titã, que contava com Robin, Ricardito e Aqualad, porém com novos aliados dentro da equipe, eles tiveram que fazer mudanças e se tornaram os Jovens Titãs.

O afastamento dos parceiros de Gotham city foi ainda maior quando a equipe dos titãs foi formada, e em decorrência disso Bruce diz para o parceiro (ou ex parceiro) que se eles não trabalhavam mais juntos, ele teria que deixar de ser o Robin. Dessa forma Dick acaba passando a liderança da equipe para Donna Troy (a Moça Maravilha), e com a ajuda da sua atual namorada Estelar, ele consegue superar o momento difícil.

Levando uma vida pacata à beira da aposentadoria, Richard encontra o Superman, e o mesmo lhe conta uma história de um lendário super-herói Kryptoniano chamado Asa Noturna, onde o herói após ser expulso de sua família decide ajudar a todos os injustiçados e desprotegidos que estivessem ao seu alcance. Graças a conversa, Dick desiste de se aposentar e toma o manto de Asa Noturna reassumindo por algum tempo a liderança dos Titãs.

Digam olá ao Asa Noturna!
Digam olá ao Asa Noturna!

Após um dos muitos fins da equipe, Dick, agora agindo sozinho, adota sua própria cidade para cuidar, um lugar bem parecido com Gotham City em questão de sujeira e maldade: Bludhaven, Porém após muito tempo de combate ao crime, a cidade acabou  sendo explodida por um ato da sociedade secreta dos super vilões.

Depois de um evento bem ousado onde supostamente o Batman morre pelas mãos de Darkseid em Crise Final, Dick é obrigado ao assumir o manto de Batman por um período de tempo ao lado de Damian Wayne. Mas isso não durou muito tempo e Bruce é encontrado, voltando a carregar o manto do morcego.

Novamente sendo o Asa noturna (Isso já nos N52), O Sindicato do Crime, Viajantes da Terra 3, aprisionam a Liga da Justiça e mostram a identidade secreta do Asa noturna para todo o mundo, durante a saga Vilania Eterna e na intenção de salva-lo com a ajuda de Lex Luthor, o Batman utiliza um composto que para o coração do herói sem mata-lo, para que ele seja declarado morto.

Nightwing sendo desmascarado em Vilania Eterna.
Asa Noturna sendo desmascarado em Vilania Eterna.

Quando sua suposta morte vem à tona, Dick se infiltra numa organização secreta de espiões chamada Espiral, e se torna o Agente 37. Seguindo a carreira de espião duplo até o fim dos N52, ele recentemente retornou para o manto de Asa Noturna no Rebirth.


2º Robin – Jason Todd

Robin / Capuz Vermelho
Robin / Capuz Vermelho

1ª Aparição – Batman #357 (1983)

Jason Todd era um garoto de rua, criado pelo pior de Gotham City, seu pai, Willis Todd, um capanga do Harvey Dent  (O Duas Caras, aquele cara da moeda), um dia desapareceu misteriosamente quando estava em meio a um, digamos… “trabalho”. Sua mãe, Catherine Elizabeth Todd, era dependente em drogas e acabou falecendo por uma overdose, deixando o pobre garoto órfão.

Vivendo em um abrigo sem qualquer perspectiva de vida, o pequeno Jason decide sair às ruas durante a noite e de repente dá de cara com o Batmóvel estacionado em um beco, e é claro que ele fez o que todos fariam na mesma situação (sim, foi ironia), começa a roubar as rodas do Batveículo (isso mesmo, ELE ROUBA AS FUCKING RODAS DO BATMÓVEL!), mas é pego pelo morcego, amarrado e levado até a Batcaverna.

Jason roubando as rodas do Batmóvel
Jason roubando as rodas do Batmóvel

Após descobrir tudo sobre o garoto (principalmente que ele era órfão hehe), e depois de muita insistência do mesmo, o Batman decide cria-lo e treina-lo, para que Jason pudesse ter um futuro, e não virasse mais uma estatística no mundo do crime de Gotham.

Com um temperamento e atitude completamente impulsivos, Jason foi o Robin mais indisciplinado com quem o Batman já trabalhou. Carregando uma enorme determinação e um pouco de técnica, ele simplesmente achava que podia fazer tudo e quase nunca seguia os planos de seu mentor, mas apesar dos pesares, suas interferências, algumas vezes, davam certo.

Vendo como o sistema funcionava à medida que crescia, Jason não concordava muito com os métodos do morcego, e achava que os criminosos não deviam continuar vivos após o que faziam. Isso acabou deixando-o dentro de um dilema enorme: “porque matar não seria o certo?”, ainda mais quando surge um assassino em série chamado Felipe Garzonas, que sempre escapava da cadeia devido à influência diplomática de seu pai. Após o fim do arco, enquanto Felipe caía de um prédio, Jason é visto apenas olhando a sua morte, mas nunca foi confirmado o que aconteceu, ou ele o empurrou, ou o vilão pulou com medo da agressividade do garoto prodígio.

Em 1988, na edição Batman #428, Jim Starlin faz uma das mais icônicas sagas em meio aos quadrinhos: Morte em Família (não se confunda com morte da família, que é outra saga com participação do coringa nos N52). Nela Jason descobre que Catherine não era a sua verdadeira mãe e sim, Sheila. Quando vai ao seu encontro, descobre que ela trabalhava para o Coringa e tudo aquilo era uma emboscada, num momento marcante e bem doentio, após ser espancado por um pé de cabras usado pelo vilão e abandonado com uma bomba ao seu lado, acontece uma enorme tragédia e assim Bruce Wayne termina com mais uma lápide nos fundos da sua casa.

Morte em Família (1988)
Morte em Família (1988)

Após alguns anos, Jason, que havia sido ressuscitado em um poço de Lázaro por Talia Al Ghul, volta como Capuz Vermelho (primeira identidade do Coringa), e completamente insano por vingança, sequestra e espanca o coringa utilizando um pé de cabra da mesma forma que foi espancado. Após os acontecimentos, Jason se torna completamente um criminoso, tudo que Bruce temia desde que o adotou.

Atualmente o Capuz Vermelho não é mais um vilão, mas ainda é um fora da lei (E qual vigilante não é?) e  utiliza métodos não muito convencionais para alcançar seus objetivos.


3º Robin – Tim Drake

Robin / Robin Vermelho
Robin / Robin Vermelho

1ª Aparição – Batman #436 (1989)

Diferentemente dos outros Robins, a história de Timothy Drake (Tim Drake, como é conhecido) não é bem regada a tragédias (inicialmente). O que aconteceu foi o seguinte, Tim sempre teve um talento para investigação e computadores e quando presenciou o assassinato dos Graysons Voadores, começou a acompanhar o caso e a vida de Dick Grayson e Bruce Wayne. Porém, pouco tempo depois do acontecido, o Batman começou a trabalhar com um parceiro e graças aos seus talentos, Timothy juntou as peças e descobriu as identidades secretas de Batman e Robin.

Após o que aconteceu com Jason Todd (você leu agorinha né?), Tim resolve procurar o morcego e mostrar que conseguiu descobrir sozinho o que ninguém havia feito, e o pede para ser o sucessor de Jason. Porém como o Batman não queria mais parceiros e se responsabilizava pela morte do segundo Robin, negou a proposta, mas logo foi convencido por Dick Grayson, o Asa Noturna.

Como Robin, Tim era exatamente o que Bruce queria como parceiro, completamente disciplinado, obediente, discreto e inteligente, o mais parecido com o Batman.

Timothy, que ainda tinha uma família, algumas vezes tinha que justificar a sua saída, mas alguma hora seu pai descobriria, e foi realmente o que aconteceu, quando descobriu seu segredo, um ultimato foi recebido e ele pediu ao Batman para que sua namorada Stephanie Brown fosse a Robin por um tempo.

Jack Drake descobre que seu filho é o Robin.
Jack Drake descobre que seu filho é o Robin.

Não muito tempo depois, na saga Crise de identidade, acontece uma das cenas mais tristes das histórias em quadrinhos, o pai de Drake acaba sendo assassinado e o garoto prodígio se revira em culpa. Após o que aconteceu, Bruce decide adota-lo aumentando mais uma vez sua família.

A morte do pai de Tim Drake.
A morte do pai de Tim Drake.

Timothy drake assim como Dick também liderou alguns grupos dentro dos quadrinhos, primeiramente foi a Justiça Jovem, equipe na qual conheceu o seu melhor amigo Kon-El, o Superboy. Após um tempo, a equipe acabou e grande parte dos seus membros se juntaram aos Titãs, onde Tim também virou líder.

Após a saga Batman R.I.P. quando Dick Grayson assume o manto do Batman e concede a Damian Wayne o manto do Robin, Tim não fica muito contente e decide trabalhar sozinho, adotando o codinome de Robin Vermelho, o qual usa até hoje.


4º Robin – Stephanie Brown

Spoiler / Robin / Batgirl
Spoiler / Robin / Batgirl

1ª Aparição – Detective Comics #647 (1992)

Filha do vilão Mestre das Pistas, Stephanie Brown teve uma infância com um pai não muito presente, já que o mesmo passou muito tempo na cadeia. Quando ele volta a ser um criminoso ela decide criar um alter-ego para prender o pai e se torna a Spoiler (no Brasil foi traduzido para salteadora, porém recentemente nas traduções dos n52 voltaram a usar o nome original).

Após a prisão do seu pai, Steph continuou sua vida como vigilante e conheceu Tim Drake, com quem conseguiu criar um relacionamento. Após o pai de Drake descobrir que ele era o Robin, ele pede ao Batman para que Steph fique no lugar dele carregando o manto, o mentor aceita, treina a garota mas após um tempo diz que ela não estava preparada e que não seria mais seu parceiro.

Quando deixa o manto de Robin, Steph começa uma busca para surpreender o Batman. Ela começa a investigar as famílias de Gotham, e por conta disso, acaba sendo capturada e torturada pelo vilão Máscara negra, mas consegue escapar e procurar ajuda médica. Bruce chega um pouco atrasado mas quando a encontra, ela faz uma última pergunta a ele: “eu realmente fui uma Robin?” quando ele diz que sim, ela fala que precisa descansar agora e acaba falecendo.

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Morte de Stephanie Brown.

Depois de ser dada como morta por muito tempo, Stephanie reaparece viva, e mostra que sua morte foi apenas um plano do Batman com ajuda da Dra Leslie Thompkins para a manter segura. Um ano depois, à pedidos de Cassandra Cain, ela assume o manto de Batgirl.

Stephanie Brown volta dos mortos.
Stephanie Brown volta dos mortos.

Atualmente, após a reformulação do universo dos N52, Stephanie nunca foi Robin, nem Batgirl, apenas continua carregando seu manto de Spoiler dentro da Bat-família.


5º Robin – Damian Wayne

Damian Wayne
Damian Wayne

1ª Aparição – Batman #655 (2006) 

Criado por Grant Morrison, Damian foi um conceito gerado por Denny O’Neil, na trilogia do demônio, em 1987, que até então não era considerado cânone, sem algum motivo explicável dentro da editora DC.

Criado de forma diferente de qualquer outra criança, Damian teve um treinamento muito rigoroso para ser o mais impiedoso e mortal dentre os assassinos, envolvendo morcegos mutantes e ninjas, o que tirou grande parte da sua infância, ou qualquer chance de se tornar um garoto normal.

Damian

Quando conheceu seu pai, Damian já tinha uma certa idade, e Bruce estava disposto a treina-lo, porém como o garoto cresceu achando que matar era algo comum, que apenas ser o mais forte era o que importava, ele não demonstrava nenhum respeito ao pai, já que os métodos usados pelo morcego eram completamente diferentes dos que eram usados pelo seu avô, Ra’s Al Ghul.

Após a suposta morte do Batman, Damian começou a respeitar mais o legado do morcego, e Dick (que tinha se tornado o Batman) resolveu levar o manto de Robin para ele, já que o mesmo não se mostrava mais um garoto instável e entendia o por que dos métodos do pai, mas com o detalhe que ele ainda precisava de boa instrução, diferente de Tim (que ainda era o Robin).

Dick Grayson e Damian Wayne, respectivamente Batman e Robin.
Dick Grayson e Damian Wayne, respectivamente Batman e Robin.

Quando Bruce retorna, Dick volta a ser o Asa Noturna, e Damian ainda é mantido como Robin. Através de mais treinamento com o pai, principalmente dentro de campo, o amadurecimento vai chegando (levando em conta a idade de garoto, que assumiu o posto do Robin com 08 anos), e a confiança também aumenta a seu respeito.

A partir de um plano de Talia al Ghul que se baseava em clonar seu próprio filho (mostrado em Corporação Batman), um clone mais velho do 5º Robin é feito e depois de uma intensa luta, que foi praticamente uma guerra, o Batman perde mais um Robin, só que ainda pior, esse era seu filho.

Nosso herói “cai” após o acontecimento, e não desiste de procurar meios para ressuscitar seu filho, até que uma esperança surge vindo de Apokolips (Lar do terrível Darkseid). Uma espécie de cristal usado como fonte de energia para armas do planeta, consegue fazer o menino prodígio voltar a vida, e com um bônus… Super Poderes!

Após uma terrivel luta contra apokolips, Robin volta a vida.
Após uma terrivel luta contra apokolips, Robin volta a vida.

Depois de realizar algumas missões com a Liga da Justiça, Damian perde seus poderes e volta a ser o Robin que era antes, porém agora muito mais disciplinado (nem tanto assim).


Menção Honrosa – Carrie Kelley

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1ª Aparição – Batman: The Dark Knight Returns #1

Após ser salva pelo morcego, Carrie começa a ficar fascinada por sua história e pretende virar também uma Vigilante. Uma noite, ela costura uma roupa de Robin, pega seu estilingue, e começa a ir atrás de bandidos, porém, primeira missão não dá muito certo e ela é salva pelo Batman mais uma vez.

Ela não desiste e mais uma vez tenta ajudar o Batman, na primeira tentativa de enfrentar o líder mutante, o Morcego acaba levando uma surra e Carrie aparece para salva-lo, a partir daí, Bruce enxerga nela um grande potencial e aceita que ela seja a nova Robin.


Bom, ficamos por aqui, gostaram? Espero que sim, até a próxima e lembre-se, se for combater o crime não se esqueça  das botas verdes e do casaco vermelho!

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Transformers: O Último Cavaleiro | Quinto filme da franquia ganha seu primeiro trailer

A Paramount Pictures lançou o primeiro trailer do quinto filme da franquia de Michael Bay.

https://www.youtube.com/watch?v=hzDKE147Utc

 

Transformers: O Último Cavaleiro mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora planetas. Em paralelo, Cade Yeager (personagem de Mark Wahlberg) se une aos Dinobots e a poucos Autobots (Bumblebee, Drift, Crosshairs, Hound e Hot Rod) para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.

Transformers: O Último Cavaleiro será lançado em 23 de junho de 2017. No elenco: Mark Wahlberg, Stanley Tucci, Isabela MonerJosh Duhamel, Tyrese GibsonJohn TurturroLiam GarriganJerrod CarmichaelMitch PileggiLaura Haddock, Santiago Cabrera Anthony Hopkins.

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A Múmia | Assista ao primeiro trailer da nova franquia

Após a Universal liberar o teaser na tarde da quinta-feira (01), o estúdio lançou oficialmente o primeiro trailer de A Múmia.

”Todos pensavam que ela estava em uma tumba nas profundezas do impiedoso deserto, mas uma antiga princesa cujo destino foi injustamente selado desperta nos dias atuais, trazendo com ela uma maldade que só cresceu com os milênios, e um terror que desafia a compreensão humana. Das areias do Oriente Médio aos labirintos escondidos sob a Londres moderna, A Múmia traz uma surpreendente intensidade e um balanço de excitação em uma imaginativa nova visão que dá inicio a um novo mundo de deuses e monstros.”

A Múmia será uma parte do novo plano da Universal de criar um Universo Cinematográfico de Monstros.

A Múmia conta em seu elenco com Tom Cruise, Annabelle Wallis, Sofia Boutella, Jake Johnson, Courtney B. Vance, Russell Crowe. Será lançado em 9 de junho de 2017.

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Guardiões da Galáxia Vol. 2 ganha novo trailer completo, confira!

Durante o painel do diretor James Gunn na CCXP deste sábado (03), foi lançado o mais novo trailer de Guardiões da Galáxia Vol. 2.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 será o décimo quinto filme do Universo Cinematográfico da Marvel, na sequência da produção desse ano da Marvel, Doutor Estranho. Guardiões da Galáxia Vol. 2 foi filmado no Pinewood Atlanta Studios, em Fayette County, na Georgia. As filmagens começaram em fevereiro e foram finalizadas em junho.

A sequência apresentará o esperado Awesome Mix Vol. 2, uma nova trilha sonora na vida de Peter Quill e os Guardiões.

Guardiões da Galáxia Vol. 2 é escrito e dirigido por James Gunn, sendo estrelado por Chris Pratt, Zoe Saldana, Dave Bautista, Vin Diesel, Bradley Cooper, Michael Rooker, Karen Gillan, Sean Gunn, Glenn Close, Pom Klementieff, Elizabeth Debicki, Chris Sullivan, e Kurt Russell. Seu lançamento está confirmado para 5 de maio de 2017.