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Quadrinhos

Mythos Editora republicará Zenith, de Grant Morrison

Série de Grant Morrison em início de carreira, publicada na revista semanal britânica 2000 AD, Zenith retornará ao Brasil em edições de luxo publicadas pela Mythos Editora. Confira os detalhes abaixo.

Além de Zenith a editora também lançará outra edição da série Vampirella: Grandes Mestres. Este é o segundo volume da coleção.

Esta série, que teve início na prog 536 da 2000 AD (em agosto de 1987), com arte de Steve Yeowell e designs originais de Brendan McCarthy, já era uma amostra dos roteiros megalomaníacos de Morrison que iriam se estender para suas outras histórias no futuro. Nela, Zenith é o personagem principal, e o único descendente de uma geração de superseres desenvolvidos pelo governo britânico após/durante a 2ª Guerra Mundial.

Ao invés de utilizar seus poderes (voar, resistência, força) para o bem da sociedade, o protagonista usa o título de único super-herói em atividade para seguir carreira como pop star, até que se encontra envolvido em um confronto contra um ser de outra dimensão, que toma posse do corpo de um meta-humano nazista revivido por cientistas loucos para servir como receptáculo.

Capa da edição 536 da 2000 AD, onde Zenith fez sua estreia.
Capa da edição 536 da 2000 AD, onde Zenith fez sua estreia.

Muitos consideram esta obra como a “Crise nas Infinitas Terras” dos quadrinhos ingleses. A série já foi publicada no Brasil no início dos anos 2000 pela extinta Pandora Books. Agora, pela Mythos Editora, serão lançados dois volumes compilando as quatro fases originais. No exterior foram quatro volumes com cerca de 100 páginas cada, enquanto aqui o número foi reduzido para dois volumes, com cerca de 200 páginas cada e tradução de Érico Assis, responsável pela adaptação de outras obras de Morrison como Os Invisíveis, Patrulha do Destino e Superdeuses.

Zenith: Fase Um e Fase Dois. Capas dos encadernados britânicos.
Zenith: Fase Um e Fase Dois. Capas dos encadernados britânicos.

Os próximos lançamentos da editora serão Juiz Dredd: Heavy Metal, que conta com arte de Simon Bisley e outros grandes ilustradores, e Monstro, de Alan Moore e John Wagner. Ainda não há previsão de lançamento para as edições de luxo de Zenith, porém a obra deve chegar às livrarias ainda em 2017. Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar as novidades!

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Cinema

VAI, TEIA! Homem-Aranha: De Volta ao Lar ganha novo trailer, confira!

Desde sua primeira aparição em Capitão América: Guerra Civil, os fãs do Teioso estão ansiosos para ver mais da mitologia deste personagem icônico no vasto Universo Cinematográfico da Marvel. Já que ainda temos mais alguns meses até o seu lançamento, contemplem o mais novo trailer de Homem-Aranha: De Volta ao Lar.

Confira o trailer abaixo:

“O jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que fez sua primeira aparição em Capitão América: Guerra Civil da Marvel Studios, começa a navegar em sua recém-encontrada identidade como o super-herói atirador de teias em Homem-Aranha: De Volta ao Lar.”

Homem-Aranha: De Volta ao Lar tem a direção de Jon Watts e sua estreia está marcada para 7 de julho. No elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Zendaya, Tony Revolori, Laura Harrier, Donald Glover, Jacob Batalon, Laura Harrier, Tyne Daly, Bokeem Woodbine , Marisa Tomei e Robert Downey Jr.

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Games

CBLOL | Definido o embate

As semifinais do primeiro Split do Campeonato Brasileiro de League of Legends acabaram, e foram decididas as equipes finalistas. O primeiro classificado foi a equipe da Keyd Stars na partida disputada no sábado (25/03) contra a atual campeã INTZ eSports, e a segunda equipe foi a Red Canids, que venceu a paiN Gaming neste domingo (26/03).

Keyd Stars Torre de Vigilancia

O caminho para a Keyd chegar às semifinais foi árduo. A equipe cheia de estrelas, não foi bem no início do campeonato. Mas diante das dificuldades e dúvidas o elenco entregou ao público o que eles queriam, mas a classificação veio com um gosto amargo, entretanto não durou muito. Diante da INTZ, uma das maiores rivais do manto amarelo, a resposta veio a galope e a Keyd Stars após cerca de um ano volta a disputar a final do CBLoL.

 

Red Canids Torre de Vigilancia

Já a disputa entre a Red Canids e a paiN Gaming, foi a mais esperada pelo público. As equipes não decepcionaram e entregaram 4 jogos incríveis. A equipe da paiN chegou às semis com consistência e trabalho duro, mesmo assim, Mylon, SirT, KamiMatsukase e Ziriguidum não conseguiram ofuscar o brilho da equipe formada por Robô, Nappon, Yoda, BrTT e Dioud que classificaram a Red Canids para a primeira disputa de final do Campeonato Brasileiro 2017 da história da equipe.

A grande final do CBLoL 2017 vai acontecer em Recife (Pernambuco) em 8 de abril — e o campeão vai representar o Brasil no Mid-Season Invitational, que será realizado no Brasil e que já esta com os ingressos esgotados.

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Cinema

UNINDO OS SETE | Liga da Justiça ganha seu primeiro trailer oficial

Desde novembro do ano passado, o trailer foi alvo de vários rumores sobre seu lançamento e a grande demora o fez se tornar quase uma lenda urbana. Não temam mais, caros vigilantes! A Warner Bros. liberou neste sábado (24) o primeiro trailer de Liga da Justiça.

”Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa Liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.”

O Universo Estendido da DC teve início com Homem de Aço em 2013, onde o diretor Zack Snyder entregou uma nova versão do Superman. Em 2016, Snyder apresentou a Trindade para o grande público e os membros da Liga da Justiça. Ainda no mesmo ano, foi lançado Esquadrão Suicida com a reunião dos piores entre os piores. Já em 2017, veremos o primeiro filme-solo de Mulher-Maravilha, com Gal Gadot reprisando o papel como Diana Prince.

Dirigido por Zack Snyder, este marca a estreia nas telonas da equipe que possui em seu elenco: Ben Affleck, Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Ray FisherWillem Dafoe e J.K. Simmons. Liga da Justiça tem previsão de lançamento em 2017.

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Música

Humanz | Gorillaz divulga quatro novas músicas do álbum inédito

Depois de um longo hiato, o Gorillaz anunciou o seu novo álbum de estúdio intitulado de Humanz. O último trabalho da banda tinha sido o disco The Fall de 2010. Agora, depois de tantas especulações e alguns posts misteriosos nas redes sociais, Humanz foi oficializado, e de quebra foram divulgadas quatro novas canções e a tracklist do álbum.

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Tracklist de Humanz:

01“Ascension” feat. Vince Staples
02“Strobelite” feat. Peven Everett
03“Saturnz Barz” feat. Popcaan
04“Momentz” feat. De La Soul
05“Submission” feat. Danny Brown and Kelela
06“Charger” feat. Grace Jones
07“Andromeda” feat. D.R.A.M.
08“Busted and Blue”
09“Carnival” feat. Anthony Hamilton
10“Let Me Out” feat. Mavis Staples and Pusha T
11“Sex Murder Party” feat. Jamie Principle and Zebra Katz
12“She’s My Collar” feat. Kali Uchis
13“Hallelujah Money” feat. Benjamin Clementine
14“We Got The Power” feat. Jehnny Beth

Faixas bônus do Deluxe edition:

15“The Apprentice” feat. Rag’n’ Bone Man, Zebra Katz, and RAY BLK
16 – “Halfway To The Halfway House” feat. Peven Everett
17 – “Out Of Body” feat. Kilo Kish, Zebra Katz, and Imani Vonshà
18 – “Ticker Tape” feat. Carly Simon and Kali Uchis
19 – “Circle Of Friendz” feat. Brandon Markell Holmes

Confira agora as músicas “We’ve Got The Power”, “Ascension”, “Andromeda” e “Saturnz Barz” (que tem um vídeo em 360º). Anteriormente a faixa “Hallelujah Money” teve seu clipe divulgado.

Humanz tem 14 faixas, e a edição deluxe vai ter mais cinco músicas bônus. Entres os convidados estão Mavis Staples, Carly Simon Grace Jones, De La Soul, Pusha T, Danny Brown e Kelela. Humanz começa a ser comercializado no dia 28 de abril.

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Naruto | Guia dos Episódios (Sem Fillers)

Ame ou odeie, Naruto é, e sempre será um dos mangás mais famosos já publicados. Sua fanbase é incrivelmente enorme e não é pra pouco: seu plot inicial era realmente muito bom, e conquistou muitas pessoas na época de seu lançamento. Como muitos mangás, Naruto também ganhou sua adaptação em anime e com isso muitos fillers vieram (ô, se vieram), fazendo com que muitas pessoas, como eu, abandonassem a adaptação.

Foi anunciado que Naruto Shippuden, segunda fase do anime, terminará no episódio 500, que será exibido no dia 23 de março de 2017. Ao todo, Naruto contém 720 episódios (já com o episódio 500 incluído), divididos em suas 2 fases, porém muitos destes episódios são fillers (episódios que não acrescentam em nada para a história). Pensando nisso, fizemos um guia com os arcos e episódios canônicos do anime.

Naruto ClássicoTeam_Kakashi

  • Prólogo e País das Ondas (Episódios 1-19)

Primeiro arco da obra, introduz o Time 7, composto por Kakashi, Sasuke, Sakura e Naruto. O Time 7 recebe a missão de ir ao País das Ondas. Acontece a famosa batalha contra Haku e Zabuza

  • Exames Chunin (Episódios 20-67)

Time 7 ingressa ao Exame Chunin e mais novatos aparecem. Orochimaru e Kabuto também são introduzidos.

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  • Esmagamento de Konoha (Episódios 68-80)

Orochimaru coloca seu plano em ação e causa uma pequena guerra em Konoha.

  • Busca por Tsunade (Episódios 81-100)

Introduz os Lendários Sannin (Orochimaru, Tsunade e Jiraya). Naruto sai com Jiraya em busca de Tsunade. Ocorre a primeira aparição da Akatsuki.

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  • Missão de Recuperação do Sasuke/Vale do Fim (Episódios 107-135)

Naruto e companhia partem em busca de Sasuke. Nesse arco temos a famosa batalha do Rock Lee bêbado.

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  • Resgate do Kazekage (Episódios 1-32)

2 anos e meio se passam. Akatsuki começa a se mover contra a Aldeia da Areia. Remanescentes do Time 7 partem ao resgate do Kazekage. Tobi aparece.

  • Missão de Reconhecimento na Ponte Tenchi (Episódios 33-53)

Yamato e Sai se juntam ao Time 7. Batalha contra Orochimaru.

  • Missão de Repressão da Akatsuki (Episódios 72-88)

Introduz os membros da Akatsuki: Hidan e Kakuzu. Arco focado no Time 10 (Asuma, Shikamaru, Ino e Choji).

  • Missão de Perseguição a Itachi (Episódios 113-126)

Sasuke forma a Hebi/Taka, equipe composta por Suigetsu, Karin, e Jūgo. Sasuke luta contra Deidara.

Durante os episódios 119 e 120, foi adaptado o especial Kakashi Gaiden, que já tinha sido publicado antes da “fase Shippuden” começar. Conta como Kakashi conseguiu seu Sharingan. É de suma importância que mini-arco seja assistido.

Akatsuki

  • O Conto de Jiraiya, o Destemido (Episódios 127-133)

Jiraya entra em uma investigação para descobrir a identidade de Pain, líder da Akatsuki.

  • Predestinada Batalha entre Irmãos (Episódios 134-143)

Sasuke e Itachi enfim se enfrentam. Segredos são revelados.

  • Ataque de Pain (Episódios 152-175)

Pain invade Konoha. Naruto aprende o modo Sennin.

Dica do Ladino: Pare aqui e seja feliz 😀 Sério… Pare.

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  • Reunião dos Cinco Kage (Episódios 197-214)

Sasuke e companhia, agora pela Akatsuki, atacam o Raikage e invadem a reunião dos Cinco Kage. A Quarta Guerra Mundial Shinobi é declarada.

  • Quarta Guerra Mundial Shinobi: Contagem Regressiva (Episódios 215-222 e 243-256)

As 5 nações preparam-se para a Guerra.

  • Quarta Guerra Mundial Shinobi: Confronto (Episódios 261-321)

A Guerra começa. Os Sete Espadachins aparecem. Antigos aliados e inimigos reaparecem.

  • Quarta Guerra Mundial Shinobi: Clímax (Episódios 322-348 e 362-375)

Madara entra na batalha, para enrolar mais a história. Identidade de Tobi é revelada (todo mundo já sabia quem era).

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  • Nascimento do Jinchūriki do Dez-Caudas (Episódios 378-388, 391-393, 414-421 e 424-427)

Com a Quarta Guerra Mundial Shinobi prestes a acabar, o Dez-Caudas é invocado.

  • Ataque de Kaguya Ōtsutsuki (Episódios 428-431 e 459-479)

Ultimo arco de Naruto. Acontece a batalha final entre Sasuke e Naruto.

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Extras

Light Novels que foram adaptadas no anime:

  • Itachi Shinden (Episódios 451-458)
  • Sasuke Shinden (Episódios 484-488)
  • Shikamaru Hiden (Episódios 489-493)
  • Konoha Hiden (Episódios 494-500)

Essas adaptações podem ser consideradas fillers, porém não sabemos o que o anime de Boruto irá levar em conta. As light novels foram criadas com supervisão do próprio criador de Naruto, então fica por sua conta assisti-los ou não.

  • The Last: Naruto o Filme

Um filme de quase 2 horas que mais parece uma fanfic. Não é obrigatório assistir.

  • Boruto: Naruto o Filme

Não sabemos se o anime de Boruto irá seguir o filme ou começar do zero. No mais você terá um ótimo divertimento, pois o filme é bem bacana.

O mangá de Naruto terminou em 2014 e foi compilado em 72 volumes. No Brasil foi lançado pela editora Panini.

Fonte: WTFGamersOnly e Naruto Wiki BR

Confira também o Guia de One Piece.

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Quadrinhos

Confira as revistas brasileiras do Rebirth da DC Comics

UFA! UFA! Finalmente! Está no horizonte! É TETRRRAAAAAAA!!!! Até que enfim está chegando o elogiado Rebirth da DC Comics no Brasil. A Editora Panini já oficializou para abril o começo das publicações, e logo de cara já anunciou sete novas HQ’s para o Rebirth entrar com o pé na porta em terras tupiniquins.

Batman, Superman, Mulher-Maravilha, Detective Comics, Actions Comics, Liga da Justiça e Lanternas Verdes serão os primeiros títulos do Rebirth a serem vendidos oficialmente por aqui. Ficando para depois nomes como Flash, Aquaman, Arqueiro Verde, Esquadrão Suicida, Batman All-Star e Jovens Titãs.

No seu lançamento nos Estados Unidos ano passado, a Editora das Lendas superou por muito tempo em vendas a Marvel Comics. Com times criativos, histórias sem medo de ousarem e o mistério envolvendo Watchmen sendo incluido no Universo regular da editora ajudaram a bater recordes comerciais. As HQ’s da Mulher-Maravilha, Superman e do Batman (este até hoje sempre configura entre as cinco mais vendidas lá na gringa) alavancaram nas lojas suas vendas, obrigando a DC Comics fazer mais reimpressões de alguns títulos.

A Torre de Vigilância vai resumir os títulos anunciados:

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BatmanGotham e Gotham Girl, Esquadrão Suicida do Homem Morcego, Alfred usando o manto, Batman “cavalgando” em um avião e monstros gigantes destruindo Gotham City. A louca, elogiada e fantástica fase de Tom King à frente aos roteiros do Morcegão finalmente chega ao Brasil. Com artes de David Finch, o título é o maior sucesso de vendas e critica desde o começo do Rebirth.


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SupermanLois Lane, Clark Smith e Jonathan Simth. A família de aço. Os personagens que vieram da época de antes dos Novos 52, tentam se integrar na nova vida em um mundo onde o Superman (dos Novos 52) morreu e existe um Clark Kent em Metrópolis. Entre proteger a cidade, lutar contra vilões e se ajustarem em um novo mundo. Lois e Clark tentam cuidar de Jon, o novo Superboy, e seus poderes florescendo. A dupla criativa Peter J. Tomasi e Patrick Gleason estão de frente ao título.


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Mulher-Maravilha – Com o primeiro filme solo da prestes a estrear, nada mais justo que a Amazona ganhe seu título solo no Brasil. Fazia mais de trinta anos que isso não acontecia. O roteirista Greg Rucka resolveu mostrar o passado de Diana sem esconder nada sobre nada na Ilha Paraíso. E essas revelações trazem sérias consequências ao presente da heroína. Rucka tem ao decorrer das publicações as parcerias dos artistas Liam Sharp, Nicola Scott e a brasileira Bilquis Evely.


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Action Comics – O Superman dos Novos 52 tinha morrido. Um novo Superman sentiu a necessidade e a obrigação de proteger Metrópolis e o mundo. Mas já existe um novo Homem de Aço no pedaço. E ele atende pelo nome de… Lex Luthor!!! A série vai mostrar esse embate entre os arqui-inimigos de décadas, com um Clark Kent misterioso e o monstro Apocalypse nesse bolo. Com roteiro de Dan Jurgens e artes de Patrick Zircher, Tyler Kirkham e Stephen Segoiva.


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Detective Comics – Nem mesmo o Batman com todo o seu PREPARO pode cuidar de Gotham City sozinho. É quando ele instrui a Batwoman montar uma equipe totalmente nova para as adversidades que o Homem Morcego não pode enfrentar sozinho. Red Robin, Salteadora, Cassandra Cain e o Cara de Barro são os membros da equipe. A HQ faz um grande sucesso nos Estados Unidos e é uma das mais elogiadas pela crítica. Na criação estão James Tynion IV e Eddy Barrows.


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Liga da Justiça – Um novo Superman e dois novos Lanternas verdes entrando na maior equipe de super-heróis do mundo, e já de cara enfrentando uma das maiores crises cósmicas já vistas, que o final pode atingir diretamente a população mundial. Para contar sobre essa adversidade espacial está o roteirista Bryan Hitch e o desenhista Tony Daniel.


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Lanternas Verdes – O título com mais páginas anunciado pela Panini (ela terá 92 enquanto as outras 52), já que ele vai englobar duas HQ’s em uma só. Aqui será publicado Hal Jordan, onde começa a contar a saga de Jordan contra o Sinestro, depois que o vilão praticamente dominou todo o espaço sideral após o suposto desaparecimento da Tropa dos Lanternas Verdes. A equipe criativa é composta por Robert Venditti, Rafa Sandoval e Ethan Van Sciver. E ainda teremos as aventuras os novos Lanternas Simon Baz e Jessica Cruz, iniciando as suas carreiras como protetores da Terra. Sam Humphries e Robson Rocha estão de frente às histórias de Simon e Jessica.

A Editora Panini, em seu comunicado oficial, ainda disse que as mensais vão ter miolo LWC e que mais títulos estão por vir. Mais duas HQ’s estão programadas para serem lançadas, uma em maio e outra em junho. Mas ainda não se sabe quais serão.

Vale ressaltar que para muitos, a fase do Rebirth não é nenhuma novidade. Graças ao mundo moderno temos vários modos de ler por scan, títulos que já foram publicados lá na gringa. Mas lembre-se bem amiguinho leitor, nada é tão gostoso, tão emocionante e tão gratificante do que chegar na banca, ficar broder do jornaleiro e comprar sua HQ física e ler em casa, surgindo a expectativa do próximo mês. É como se sentir criança na véspera da noite de Natal.

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Cinema

Logan | Diretor James Mangold reclama de filmes sobre super- heróis

O diretor James Mangold, que dirigiu Wolverine – Imortal (2013) e o recente Logan, criticou em uma entrevista para a rádio KRWC a fórmula dos filmes de super-heróis. Confira a fala do diretor;

“Esses filmes grandiosos, no geral, eles não são filmes. Eles são exercícios vazios, trailers de duas horas para um filme que eles vão te vender em dois anos…”

Último filme de Hugh Jackman como Wolverine, Logan explora e desenvolve seus personagens de uma forma bem crua e real, diferente dos outros filmes do gênero. Mangold continua;

“… eles têm tantos personagens que cada um deles possui um arco dramático de seis minutos e meio e eu não estou exagerando. Você pega 120 minutos, desconta 45 de ação, pega o que sobrou e divide por seis personagens, você vai ter arcos dramáticos iguais aos do Hortelino Troca-Letras em um desenho dos Looney Tunes. Essa fórmula é vazia para mim.”

Logan está sendo exibido atualmente nos cinemas brasileiros. Sucesso de crítica por parte da imprensa e dos fãs, sua bilheteria já passa da casa dos 500 mil dólares.

Hugh Jackman, Dafne Keen (X-23) e Patrick Stewart  (Charles Xavier) formam o trio de protagonistas. Dê uma olhada na nossa crítica.

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Gameplay

Análise | Ghost Recon Wildlands

Ghost Recon Wildlands é um jogo com potencial. Inserido dentro do universo Tom Clancy’s, e com uma premissa que começou a algum tempo com títulos já conhecidos, como, Destiny, The Division e The Crew, mais novo jogo da Ubisoft.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

De fato, Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands é um dos jogos de mundo aberto mais artisticamente detalhados que se tem notícia, traduzindo a escala e a beleza da totalidade da Bolívia de maneira incrível para os videogames. Sua escala de mapa é grandiosa. A Ubisofttem fama de produzir seus títulos com mundos abertos, mas este é sem dúvida o maior até hoje. Desde o início se têm a liberdade para se deslocar a qualquer ponto do mapa, não há limites.

A proposta principal do enredo é te entregar um grupo de agentes do exército dos Estados Unidos, que assumem a missão de invadir a Bolívia para acabar com o reinado de um terrível cartel, chamado de Santa Blanca, que assumiu controle do país latino com o objetivo de tornar o país num paraíso para os narcotraficantes. 

O mapa está dividido em setores, e cada um deles é controlado por um “Mandachuva” do Cartel Santa Blanca. As missões variam de roubo de equipamentos militares, até as principais, que são voltadas ao desmantelando da hierarquia do Cartel até alcançar o grande chefe, El Sueño. Não uma linha a seguir, você quem define o ponto a ser conquistado e a missão a ser realizada em seguida. E um ponto positivo é que não somos obrigados a jogar em modo cooperativo, uma questão que muitos estavam discutindo quando foi anunciado o sistema co-op do jogo, assim, em vez de pessoas reais jogando da poltrona de casa, os seus companheiros serão controlados pela IA, coisa que não diminui em nada a experiência positiva do game.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

Não é imediatamente aparente no início do jogo a interatividade entre personagem e ambiente, podemos dizer que isso se deve por conta da grandeza e complexidade do seu mapa. Ghost Recon Wildlands pega emprestada a paisagem e a arquitetura da Bolívia, um dos lugares mais naturalmente variados e exuberantes da Terra. Cada província (setores) do jogo se sente como peça única dentro de um mesmo relógio, tendo estética e excentricidades distintas. Quando podemos ter sua vista aérea, notamos uma coesão entre as vilas e cidades um pouco mais robustas com a fauna local.

O contraste entre os detalhes visuais do jogo e a construção da temática é impressionante e irritante. Vocês são quatro soldados, contra uma nação. Nunca por um momento sua equipe considera que isso seja um ponto a ser averiguado antes de qualquer missão suicida. Mas durante todo o gameplay, notamos as minucias e o cuidado dos desenvolvedores de não confundir os jogadores como o real e o ficcional. O Cartel Santa Blanca é formado de estrangeiros, não há nenhuma tentativa de envolvimento com a cultura boliviana atual. 

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

Apesar de possuir um mapa gigantesco e com grandes possibilidades, Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands sofre de uma estrutura repetitiva de missões. Cada setor é composto por missões da história principal, que só podem ser mas desbloqueadas, após o recolhimento de informações sobre o “Mandachuva”. E assim o jogo avança, seguindo os moldes de títulos da produtora, como Assassins Creed, que passou a sofrer grandes críticas por conta dessa mesma mecânica de missões.

Já as missões secundárias, estão longe de serem opcionais, isso porque elas oferecem recursos para evoluir a árvore de habilidades do personagem, extremamente necessário para o avanço no game, além de serem repetitivas ao extremo, não acrescentam em nada na história principal.

O jogo não passa muito do típico “polícia e ladrão”, recorrendo pesadamente à ação para poder dar sustância a sua história. Logo no início temos um vídeo de apresentação em que conhecemos nosso alvo principal, El Sueño, que praticamente inexistente durante todo o gameplay. A história principal busca abrigo em pequenos diálogos por rádio, antes e depois das missões, e pequenos vídeos de introdução dos “Mandachuva”. Não podemos dizer que o jogo se entrega a galhofa como acontece em Just Cause e GTA. Podemos apenas confirmar que Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands perde muito no quesito narrativa, quando poderíamos ter uma demonstração da brutalidade e impiedade que existe no negócio dos narcotraficantes, mas esses elementos aparecem dissolvidos em águas rasas, com pouco impacto no contexto geral.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

Se concordamos que Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands não tem aquele enredo marcante, cheio de reviravoltas e plot-twists. Concordaremos que falar da jogabilidade em Ghost Recon é falar sobre o seu prato principal. Nitidamente o foco dos desenvolvedores, seu imenso mapa traz também inúmeras possibilidades e maneiras criativas de abordagem. Desde missões que exigem o stelth, até aquelas que você só precisa se preocupar em não morrer e derrubar o maior número de inimigos. Também podemos eliminar todos os guardas um a um com tiros de sniper ou recorrer a um helicóptero para fazer um intensivo ataque aéreo. Podemos, ir além, e chamar rebeldes para causar confusão no entorno dos locais de invasão para distrair os vigilantes. Contudo, apesar deste ser um jogo que permite uma abordagem sorrateira, nem sempre essa opção será a mais efetiva.

Aqui o que temos é quantidade, muitas missões como dito anteriormente, mas sem muita preocupação em diferencia-las. O gameplay em sua nuance é sempre o mesmo, o que vai mudar são os meios que você utiliza-rá para finalizar a missão. Por isso que Ghost Recon Wildlands trouxe um foco no co-op, adicionar o quesito humano nas invasões aumenta drasticamente o número de variáveis, e o que pode vim a acontecer em seguida é sempre o mais inesperado.

A jogabilidade e resposta dos controles é aceitável, mas não dão aquela sensação maravilhosa que outros jogos de tiros oferecem. Os controles, tanto quando controlamos o personagem como os veículos, parecem ter um ligeiro lag, mas que não interfere no desenrolar do gameplay. No entanto, sua fluidez, em termos de fps, é estável. Durante o game dificilmente você irá notar alguma oscilação nesse quesito. A qualidade visual não está muito distante de, por exemplo, de The Witcher, mas nota-se que foram tomados alguns pontos como principais para que fossem mais detalhados, uma decisão dessa em um mapa deste tamanho, é altamente compreensível.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

VEREDITO:

O conceito de Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands é diferente de outros jogos que possuem o co-op, o jogo bebe da fonte de Rainbow Six:Siege, tendo um foco na comunicação e estratégia. O efeito repetitivo poderia ser reduzido com uma história mais apelativa e um desenvolvimento mais aprofundado dos personagens, mas fora isto, nãa há nada que realmente impeça o efeito de divertimento e ação que se instala rapidamente quando percebemos o que Ghost Recon Wildlands tem a nós oferecer.

Pode ser que ele não vire um sucesso imediato, como algumas outras franquias, mas se você é fã de tudo que tem a marca Tom Clancy’s, esse jogo é o ideal.

Torre de Vigilancia Análise Ghost Recon Wildlands

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands foi revisto de cópia física fornecida pela Ubisoft. Você pode encontrar mais informações sobre o jogo aqui.

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Cinema Tela Quente

Crítica | Power Rangers

Um dos blockbusters mais aguardados do ano, o novo filme dos Power Rangers, franquia da Saban Entertainment, chega aos cinemas trazendo uma visão mais profunda e até então pouco explorada em todo o legado da série, tratando os jovens de uma forma que pode não agradar quem gostaria de ver somente faíscas e robôs gigantes.

Ao tomar consciência da destruição iminente da Alameda dos Anjos, os cinco adolescentes escolhidos para serem os novos Rangers iniciam seu treinamento. O que pode soar como uma trama genérica típica de toda a franquia, no longa dirigido por Dean Israelite (Projeto Almanaque) acaba tomando o aspecto de um filme de drama adolescente, onde os personagens e suas características são os principais charmes.

A história soa como um filme de origem típico de super-heróis. O roteiro de John Gatins apresenta aos poucos todos os pontos essenciais e protagonistas das duas horas de duração com o único objetivo de reintroduzir este universo aos espectadores. Mais da metade da fita é dedicada exclusivamente aos cinco Rangers e ao background de cada um. Jason (Dacre Montgomery), Kimberly (Naomi Scott), Billy (RJ Cyler), Zack (Ludi Lin) e Trini (Becky G.) formam um grupo bem diversificado e com bastante química, contendo seus próprios problemas pessoais da vida de um adolescente, que vão desde o bullying até suas orientações sexuais e transtornos nervosos. A única coisa que todos têm em comum é a sociedade os julgando como “crianças problemáticas”, além da clara necessidade de se tornarem algo mais.

Funcionando bem dentro da mitologia apresentada, o encontro e a união de pessoas tão diferentes lidando com a descoberta de seus poderes e aprendendo juntos sobre as mazelas que os cercam, superando todos seus traumas e dificuldades, acabam por deixar os personagens sem uma forma inteiramente superficial, tornando possível se identificar com algum (ou mais de um) deles, do líder ao alívio cômico. O Billy de RJ Cyler, especialmente, rouba a cena.

Além dos cinco e de seus desenvolvimentos como heróis e seres humanos, parte da aventura obviamente é feita de fanservice e cenas bregas (a famosa galhofa) típicas da série. Zordon (Bryan Cranston) e a afetadíssima Rita Repulsa (Elizabeth Banks) compartilham um passado sombrio, apresentado no filme. A já citada vilã possui os planos clichês de qualquer inimigo dos Power Rangers: destruir o mundo, pura e simplesmente. Tamanha galhofa é tão clara (como deveria ser, dada a temática do filme) não somente em cenas específicas, mas no desenrolar da trama como um todo. Por mais que a profundidade moral de cada um dos Rangers seja algo diferente, tudo é tratado de forma que irá remeter ao que está na tela: heróis coloridos lutando contra monstros alienígenas.

Alpha 5 (Bill Hader) foi modernizado para este universo. Apesar dos trejeitos típicos do Alpha original, que tornam a comparação inevitável, este Alpha é muito mais ativo e age como um professor, física e psicologicamente. Ainda assim, você reconhece o personagem, um ponto positivo de todas as caracterizações do longa. No saldo geral, todo o elenco entrega boas atuações. Ai ai ai ai ai, Zordon.

Obviamente, existem problemas. A maneira despretensiosa como algumas situações são tratadas algumas vezes incomodam, gerando até um desconforto. Porém, não dá para dizer que algo assim não é proposital. As cenas de ação (contidas no terceiro ato, mais acelerado que os dois anteriores) são bem feitas, com coreografias ninjas que remetem ao estilo de luta dos Rangers no decorrer dos anos, porém duram pouco e demoram demais para acontecer. Os grandes destaques acabam sendo os Zords, que partem para a batalha prestando uma homenagem, e possuem visuais e efeitos bem convincentes, algo não tão positivo e deslumbrante quando falamos do grande inimigo físico criado por Rita, também prestando uma homenagem. O clímax da batalha também é fraco, e o peso da destruição não é sentido.

A trilha sonora é outro ponto com pouco destaque. Apesar das músicas se encaixarem na proposta adolescente e dramática do filme, quando os heróis partem para a ação falta algo que empolgue mais que uma música do Kanye West. E a parte instrumental da trilha também chama pouca atenção.

Ao optar pelo desenvolvimento de seus personagens e não pela ação pirotécnica do começo ao fim, Power Rangers entregou o que propôs desde seus primeiros trailers: uma aventura adolescente, destinada aos adolescentes, que mostra como você pode ser um super-herói mesmo com todas as suas falhas. Tomando este rumo, quem espera algo extremamente despretensioso e com ação desenfreada pode se decepcionar, mesmo com o feeling típico de estar assistindo algo da franquia.

Acima de tudo, o filme é honesto no que se propôs, e a cena pós-créditos é promissora, feita para agradar os fãs, dando o gancho ideal – e inevitável – para uma sequência. E os Power Rangers estarão lá para salvar o mundo novamente.