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Re:Zero: Começando uma Vida em Outro Mundo – Livro 3

Para a surpresa de ninguém que tenha lido o segundo volume, chegamos no terceiro tomo de Re:Zero, aquela novel que você nunca sabe se bota dois pontos pra escrever o subtítulo ou não, pois já tem dois pontos no próprio nome e repetições são feias. Se você caiu de paraquedas aqui e não sabe nem do que eu estou falando, a resenha (sem spoilers) do livro um pode ser um bom começo.

Como dito da última vez, esse volume foi uma continuação do arco da mansão – que, digo para vocês: Deixou de ser da mansão rapidamente – e trouxe não só um fim para o nosso sofrimento, mas também para muitas dúvidas que pairavam no ar.
Bem, todas as dúvidas sanadas podem ser classificadas em duas categorias distintas: ou eram “dúvidas” que você poderia concluir sozinho trinta e dois capítulos atrás; ou eram mais dúvidas relacionadas a fanbase do anime do que à novel em si. Vou falar sobre uma de cada vez.

Começando pela puxada de orelha ao autor, temos as “revelações” (que me esforço para chamar de tal modo) da trama. O que eu normalmente espero quando estou imerso em uma nova história, é que ela consiga me surpreender. Obras cujo foco estão em te manter preso a elas através de reviravoltas (plot twist: quase todas que existem são assim!) precisam… Bem, te manter preso através de reviravoltas.

Quando penso nisso, sempre me vem à cabeça livros de detetive, aquela coisa no melhor estilo Agatha Christie, que te dá dicas aqui e ali, e você interpreta da sua forma, mas nem sempre você está certo no final da história. É sempre uma sensação boa não importa o resultado. Acertou? Satisfação por um trabalho bem feito. Errou? Surpresa por uma reviravolta intrigante.

Ok olha eu sinto muito por isso tá bom, eu não vou nem tentar fazer uma piada relacionando algum livro dela com Re:Zero. Apesar de ter vários, pode escolher: A Mansão Hollow? A Mão Misteriosa? Hora Zero? E no Final a Morte?

Por isso, quando peguei esse volume de Re:Zero, pensei: “Já tenho alguns palpites para as coisas que estão acontecendo… Mas elas parecem estar muito descaradamente fáceis de acertar… Não sou nenhum Xeroque Rolmes, mas acredito que é justamente isso que o autor quer, que eu tome conclusões precipitadas baseadas em suas falácias propositais…“.

Foi um suspense enorme, o autor ficou botando lenha no fogueira pra incendiar minha expectativa… E a realidade foi o maior fogo de palha do mundo. Tudo aconteceu da forma mais óbvia possível, tudo que estava praticamente PREMEDITADO desde o volume anterior aconteceu exatamente como eu estava esperando.
Sério, o autor é péssimo em guardar segredos. Não só as “surpresas” que deveriam ter sido o ponto alto desse volume, mas também a trama que virá no futuro. Acho impossível alguém ler a novel e não conseguir imaginar o que vai acontecer no futuro, ou o motivo de Subaru ter sido evocado para esse outro mundo. É tudo muito descarado, acaba até perdendo a graça.

Voltando ao ponto inicial, a segunda puxada de orelha é quanto a fanbase. Não necessariamente culpa deles, na verdade. Acho que é mais culpa do autor – de novo – do que dos leitores. É sobre como os personagens se desenvolvem ao redor do mundo de Subaru.

Após o fim do volume anterior, me indaguei: “Como diabos as pessoas podem gostar tanto da Rem? O que ela fez aqui é imperdoável!” e mantive esse pensamento durante a leitura do livro seguinte. O que senti foi que a barra estava sendo forçada demais, tentando nos fazer gostar da empregada. Não só dela, mas de outros personagens secundários também (A Beatrice, por exemplo, mas no caso da bibliotecária eu até consigo aceitar, tendo em vista suas ações anteriores).

Não só essa barra (que é gostar de você) que está sendo segurada, mas também a própria personalidade das personagens. Além de tentar nos convencer de que devíamos gostar delas, o autor, do nada, resolve mudar as personagens para fazê-las gostar da pior personagem já escrito na história da humanidade, o Subaru.
Não adianta, cara. Não importa o que você faça, eu nunca vou gostar do Subaru.

Sim, essa é minha conclusão. Jamais vou gostar do Subaru. Que sofra.

Ambos os pontos negativos de lado, posso dizer que o restante do volume (se é que sobrou alguma coisa) foi até que proveitoso. Como já dito anteriormente, a única coisa que me prende a história é o seu mundo e as coisas e pessoas excepcionais que existem nele. Esse volume nos trouxe um grande desenvolvimento de world-building, mesmo quando a melhor parte do livro tenha sido a preview do próximo.
Não, sério, estou ansioso pelo próximo, pois finalmente vamos ter alguma coisa acontecendo.

Sobre a parte física do negócio… Eu não vou nem comentar mais sobre a qualidade da impressão, do acabamento e da lombada. Segue a mesma maravilha dos outros volumes. Se um dia mudar, eu comento.

Agora algo que não mudou mas será sempre comentado é aquela, o nêmesis da editora e que eu preciso sempre cutucar sobre: a revisão. Dentre os três volumes, esse foi o que teve maior número de erros de revisão. São todos erros bobos, coisas que eu, lendo o livro de madrugada, consegui notar. Não consigo entender como esse tipo de coisa continua acontecendo.

Mas nesse volume, pela primeira vez, tivemos alguns erros que prejudicaram o entendimento da obra. Perdi a conta de quantas vezes os nomes Rem e Ram foram trocados. Em algumas frases fica óbvia a troca entre as irmãs (até pelo contexto), mas em alguns momentos, talvez eu tenha realmente tido uma interpretação errada da cena, por pensar que tal fala foi dita por uma das gêmeas, e não a outra.
Isso não pode continuar. Fica difícil defender a obra, a editora, e o mercado de light novels do país, quando esse tipo de erro amador continua acontecendo edição após edição.

Apesar dos pesares, o volume três de Re:Zero foi muito superior ao seu antecessor, e a promessa de COISAS™ no próximo volume nos dá esperança de que a leitura possa continuar valendo a pena. Se acharem com desconto na Amazon, acho que vale o preço.

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Cinema

Solo: Uma História Star Wars | Segundo spin-off da franquia espacial ganha novo trailer

Durante a noite deste domingo (8), a Lucasfilm liberou o mais novo trailer inédito de seu próximo spin-off. Confira abaixo:

O personagem foi imortalizado na interpretação de Harrison Ford na trilogia clássica.

Solo: Uma História Star Wars tem no seu elenco: Emilia Clarke (Qi’Ra), Woody Harrelson (Tobias Beckett), Paul Bettany, Alden Ehrenreich (Han Solo), Thandie Newton, Donald Glover (Lando Calrissian), Warwick Davis, Clint Howard, Phoebe Waller-Bridge e Joonas Suotamo.

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de maio.

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Séries

CBLoL 2018 | KaBuM conquista a Primeira Etapa!

A KaBuM e-Sports venceu a grande equipe da Vivo Keyd com um placar de 3×2. E assim consagrada campeã da Primeira Etapa do CBLoL 2018 neste sábado (7 de abril). Sim! O mesmo time que disputou e ocupou o primeiro lugar no Circuito Desafiante na temporada passada, ocupa agora o mesmo lugar, mas desta vez do CBLoL.

A torcida demorou muito, quase 4 anos para poder comemorar mais um vitória da organização. A última foi o do Campeonato Brasileiro – Final Regional, equivalente à Segunda Etapa de 2014.

 

Com esse título do CBLoL a KaBuM e-Sports ganha o direito de representar o Brasil no Mid-Season Invitational 2018, que acontecem na Alemanha e França e tem data de início marcado para o dia 3 de maio. As Fases de Entrada e de Grupos acontecem na Alemanha, e a Fase Eliminatória viajarão para a França com a Grande Final acontecendo no dia 20.

Mas não se preocupem, o CBLoL ainda não acabou! No sábado (14 de abril) a ProGaming, INTZ e Team One jogarão partidas Md3 na Série de Promoção. A equipe que se sair pior na Série, enfrentará o Flamengo eSports no domingo (15 de abril), na Série de Acesso em uma partida Md5. Que ganhar ocupará um lugar no segundo split do CBLoL 2018!

Sábado, 14 de abril:
13h
 – ProGaming x INTZ (Md3)

16h – Perdedor 1 x Team One (Md3)

Domingo, 15 de abril:
13h – Perdedor 2 x Flamengo e-Sports (Md5)

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Quadrinhos

A Marcha | Graphic Novel sobre luta dos direitos civis é publicada no Brasil

A elogiada graphic novel A Marcha – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade – Livro 1, já está sendo vendida em terras brasileiras com publicação da Editora Nemo. A obra foi escrita pelo parlamentar norte-americano John Lewis e Andrew Aydin e tem desenhos de Nate Powell.

A Marcha foi lançado originalmente em agosto de 2013 nos Estados Unidos, e é a primeira parte de uma trilogia que foram publicados nos dois anos seguintes.  É um retrato sobre o movimento de direitos civis na América, sob a perspectiva de Lewis e a influencia exercida sobre ele pelo ícone Martin Luther King.

A trilogia apresenta a longa batalha de John Lewis pelos direitos humanos e civis, seu encontro com Martin Luther King Jr. e a luta pelo fim das políticas de segregação no país. A Marcha aconteceu em agosto de 1963, em Washington/DC e reuniu quase 300 mil pessoas. O emblemático discurso de King onde ele diz a frase “Eu tenho um sonho”, foi realizado durante os atos.

John Lewis.

A história começa na famosa Marcha de Selma até Montgomery, onde os manifestantes foram atacados violentamente por policiais (recomendo assistir o filme Selma: Uma Luta pela Liberdade), acompanhando a narrativa de John Lewis, e seu comprometimento com a justiça e a não violência, que o levou sair de uma pequena fazenda no Alabama para os corredores do Congresso norte-americano. De uma sala de aula segregada para a marcha de Washington. Dos ataques da polícia ao recebimento da Medalha Presidencial da Liberdade, pelas mãos do primeiro presidente negro dos Estados Unidos, Barack Obama.

A Marcha foi a primeira HQ a ganhar o National Book Award, um dos mais importantes prêmios literários dos Estados Unidos, que geralmente só premia livros. O Volume três levou na categoria Literatura Juvenil no ano de 2015.

A Marcha – John Lewis e Martin Luther King em uma história de luta pela liberdade – Livro 1 tem formato 17 x 24 cm, 128 páginas, capa cartonada e está com um desconto de 15% no site da Amazon Brasil.

A Editora Nemo pretende lançar os outros volumes por aqui também. Esperamos ansiosos. Fiquem ligados na Torre de Vigilância para futuros detalhes.

 

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Games

Review | Far Cry 5

Algumas histórias quando contadas por terceiros nem sempre são tão apavorantes, comparando com o que realmente aconteceu, em Far Cry 5 temos um belo exemplo disso, se eu por acaso começar a narrar o que aconteceu comigo e tudo o que senti a medida que fui descobrindo mais sobre o Eden’s Gate, não se comparará com viver essa experiência.

Mas o que não podemos deixar de falar é que as explosões, e tiros permanecem, nada mais justo, já que são frequentes em quase toda a série e é um atrativo para muitos que mergulham no mundo de Far Cry. Porém pode ficar a impressão de que isso é mais do mesmo. Felizmente aqui, isso não é de forma alguma uma coisa ruim. Em Far Cry 5 há constante estímulo para a adaptação em momento que você precisa inventar táticas rapidamente, sempre gratificante e divertido, com pouco de caos e adrenalina. Com certeza você se perderá na missão e terminará percebendo que nunca chegou perto do que você originalmente se propôs a fazer. Cheio de possibilidades, Far Cry 5 é um jogo para passar horas e horas na frente da tela, criando, reinventando e matando vários maníacos por onde passa.

Em Far Cry 5, você controla o, um vice-xerife novato no Condado de Hope, Montana. Uma novidade bem-vinda é que agora você pode escolher o sexo, a raça e a aparência do seu personagem. No início do jogo, seu grupo, que inclui o Xerife, e três colegas militares dos EUA, voam de helicóptero até “O Portão do Éden“, um culto de fanáticos religiosos que se apropriou de várias ideologias, principalmente da cristã. Esse culto ganhou vários seguidores na região, mas ao invés de pregar o bem, ele se baseia em sequestros e mortes, justificados pela “salvação”. E sua missão é prender o líder do culto, Joseph Seed, conhecido como O Pai.

E como todo bom jogo de sobrevivência. Sua missão vai por água abaixo. Quase que obvio, porém você não consegue pensar muito sobre isso até acontecer, devido a intensidade do momento. Quatro militares, encarregados de prender um líder, contra milhares de seguidores fieis. Claro que daria errado! É um início quase perturbador.

O jogo torna a vilania de Seed uma coisa surreal mas palpável. Após sua falha ao prendê-lo, o Pai inicia “a colheita”, ou seja seus seguidores começam a sequestrar pessoas do Condado de Hope para “salvá-las” do “colapso”, ou fim do mundo, para ser mais claro.

O Condado de Hope foi literalmente tomado pelos cultistas, e os habitantes que negaram participar do culto se espalharam pelos bosques e montanhas, acampando para se esconder. Enquanto isso, as estradas, infraestrutura, e recursos são controlados pelos devotos do Éden. Você deve reunir essas pessoas que sobreviveram e estão dispostas a recuperar suas terras para lutar ao seu lado. Caso contrário, bem… Seed e seus fieis provavelmente irão ganhar cada vez mais força.

Os gráfico em Far Cry 5 são absurdos. Há momentos in game que você realmente não consegue distinguir se o que está diante de seus olhos é computação gráfica, ou se eles filmaram um campo com árvores frondosas em algum condado dos Estados Unidos e colocaram ali. Os gráficos são excelentes, e todo o visual do Condado de Hope é impecável. O trabalho que fizeram com a flora local é merecedor de prêmios sem dúvida nenhuma.

E é nesse mundo aberto com gráficos excelentes que você terá que andar, e fugir. O condado está dividido em três regiões, uma delas comandada pelo Pai, e as outras duas por membros de sua “família”, John, e Faith Seed. Cada uma tem seu próprio arco de história, na região de Faith Seed, você entenderá um pouco mais sobre como os cultistas são “formados”, as técnicas usadas para alienar os moradores. Já na região de John você terá que levar armamento pesado, por que ele é o responsável pela distribuição de armas para os fanáticos do Éden.

Isso vem de uma evolução, desde Far Cry 3 que revitalizou em 2012 a maneira como interagimos com o mapa, mas a falta de segmento, de comunicação entre certas partes do terreno lentamente arruína a intensidade das primeiras horas do jogo.

Talvez seja impossível manter um nível alto de adrenalina e intensidade durante 49 horas de jogo, aproximadamente, de forma livre em um vasto mundo aberto, mas a mescla com momentos mais leves deixa a experiencia de jogo bem real, afinal ninguém consegue viver a 100km/h, 24 horas por dia. Mas retornar para as missões, depois de você se ocupar em fazer o que bem entender por um bom tempo é meio desanimador.

É, claro, jogável e extremamente agradável, Far Cry 5 lança algo novo para mantê-lo vivo depois de ter toda sua história finalizada, assim que acontecer Far Cry Arcade vem suprir um pouco a carência do fã. Uma evolução do antigo Editor de Mapas, que te permite construir as suas próprias missões, sejam elas solo, cooperativas ou multijogador. O editor em si é bastante complexo e para quem não tem conhecimento de ferramentas parecidas pode demorar um pouco para dominar, mas há mapas prontos que são bem divertidos, com desafios no estilo de puzzles. Eles provavelmente se adequam melhor ao estilo Far Cry do que ao modo PvP Arcade, algo que pode mudar caso os mapas se tornem mais inventivos e a contagem de jogadores aumente, para auxiliar na criação.

VEREDITO

Durante os últimos anos a Ubisoft aumentou seu padrão de qualidade. E podemos ver isso bem claro em Far Cry 5. O jogo, no final das contas é um verdadeiro Far Cry, com tudo que você pode ter direito em um jogo da série principal. Embora ele não fuja do padrão, que de certa forma ficou obsoleta.

Se você está procurando por uma narrativa, um jogo de tiro dirigido para um jogador, com horas e horas de gameplay Far Cry 5 é uma boa escolha entre os principais lançamentos.

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Séries

My name is June Osborne. I am free! Confira o trailer da segunda temporada de The Handmaid’s Tale

Nesta quarta-feira (28) foi liberado o trailer inédito para a nova temporada de The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia em português). Veja logo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=dKoIPuifJvE&feature=youtu.be

Baseado na obra de Margaret Atwood, The Handmaid’s Tale conta a história na distopia de Gileade, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver e encontrar a filha que foi tirada dela.

A segunda temporada será lançada em 25 de abril.

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Quadrinhos

Jeremias – Pele | Confira o preview e detalhes da nova Graphic MSP

Foi  divulgada um preview e detalhes de Jeremias – Pele, o 18º título da linha Graphic MSP, que faz releituras dos clássicos personagens criados por Mauricio de Sousa. A publicação tem roteiro de Rafael Calça e desenhos de Jefferson Costa, e vai abordar o racismo na infância e na vida adulta de forma dura e comovente.

O rapper Emicida fez um (emocionante) texto de quarta capa que você pode conferir, juntamente com as imagens divulgadas na galeria abaixo:

 

Na trama de Jeremias – Pele, o garoto protagonista é um dos melhores alunos da classe. Tem vários amigos e uma rotina feliz ao lado dos pais. Até o dia em que encara o preconceito por causa da cor da sua pele. Rafael Calça e Jefferson Costa usaram experiências pessoais para abordarem o tema.

Jeremias – Pele tem formato 19 x 27,5 cm, 96 páginas e começa a ser vendida a partir de abril com distribuição da Panini. A obra terá duas versões: em capa cartonada (R$ 31,90) e em capa dura (R$ 41,90).

 

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Cinema Tela Quente

Universo Cinematográfico Marvel | Fase I e a introdução aos Maiores Super-Heróis da Terra

Faltando apenas algumas semanas para o Universo Cinematográfico Marvel completar oficialmente uma década (Homem de Ferro foi lançado aqui no Brasil em 30 de abril de 2008), estaremos em breve diante de um grande evento que foi sendo construído em passos lentos e de forma organizada. Foram três fases definidas que culminarão em Vingadores: Guerra Infinita e finalmente veremos o Titã Louco mostrar o motivo de ser chamado desta forma.

Cada Fase pode ser definida de acordo com o tema proposto durante esses anos e esse é o objetivo desta coluna. Fazer um pequeno balanço sobre o que aconteceu nestes inúmeros filmes como uma forma de comemorar esta marca para o MCU.

Que venham mais dez anos!

Como o próprio nome já deixa claro, este universo foi criado para interligar os eventos de seus longas com referências que dariam o pontapé para a próxima trama e citações diretas ou indiretas sobre o que já vimos anteriormente. E por fim, filmes individuais que teriam seu ápice com Vingadores. Nem tudo foi realizado de uma forma totalmente positiva, mas este não é o intuito aqui. Apertam os cintos e espero que curtam esta viagem terráquea, cósmica, microscópica e mística.

Um homem grande com armadura, sem isso, sobra o que?

Como mencionado anteriormente, Homem de Ferro foi o primeiro projeto responsável em moldar este universo compartilhado e a partir deste, já permitir o uso de easter-eggs que traria depois a primeira reunião dos Super-Heróis Mais Poderosos da Terra. Não dá para negar que Robert Downey Jr. entregou uma exemplar atuação como Tony Stark e isso foi essencial para se tornar um dos personagens mais queridos até então.

Considerado como um dos melhores filmes de origem, ele segue uma narrativa similar aos gibis e brinca com o Stark ao jogá-lo numa situação extrema de estresse para modificar o seu pensamento sobre o funcionamento de sua própria empresa. Tivemos um vilão regular que cumpriu a sua função como antagonista, mas foi um detalhe que conquistou seus fãs e deu início à contagem regressiva para o crossover.

”Você gostaria de ouvir as palavras da Iniciativa Vingadores?”

Quem não deu uma surtada com esta aparição, considere-se uma pessoa sem alma. Este diálogo deu início a cultura de cenas pós-créditos que se tornaram padrões dentro da Marvel Studios. Se você continua saindo quando os filmes acabam, que sua alma não entre pelos Portões de Valhalla. Podemos definir esta prática recorrente em três: Uma que definitivamente agrega para a mitologia do personagem em uma sequência, outra que entrega o próximo longa e a terceira que serve apenas para mostrar algo mais humorado. Paciência é tudo! 

Viúva Negra, Patriota de Ferro, Howard Stark e muito mais…

Sua sequência expandiu o universo de Tony como sua aproximação indireta com seu pai através do visionário projeto, novos vilões quebrando o significado de segurança e ainda trouxe a bela Scarlett Johansson como Viúva Negra, a segunda personagem como aliada de Fury. Já que o primeiro foi o maravilhoso agente Phil Coulson com a sua SHIELD. Particularmente, é uma das minhas sequências prediletas dentro do MCU.

 Incrível Hulk faz parte também, viu?!

Temos outro Hulk, mas isso não impediu que os acontecimentos ocorridos em Incrível Hulk fossem deixados de lado. A tentativa de suicídio, o General Ross e o confronto no Harlem (também lembrada nas séries da Netflix) são umas dessas menções. Podendo ser considerada até como uma estratégia para driblar os direitos do Golias Esmeralda que pertencem a Universal, ou seja, sem a necessidade de criar uma origem para o mesmo. Um excelente filme com uma interpretação impecável de Edward Norton.

Oferecimentos: L’Oréal Paris, porque você vale muito!

Considerado como um dos piores, Thor não chegou da forma como merecia. A atuação de Chris Hemsworth não ajudou muito e a trama foi mais vilã que o Destruidor, Loki e os Gigantes de Gelo juntos. No final, acabou sendo uma experiência amarga para todos nós. Destaque para aparição de Clint Barton, aquele que não gosta de mostrar que é o mais poderoso do grupo. Detalhe que foi o primeiro a detalhar a trama de Vingadores e a mostrar o Cubo Cósmico, dando o salto para o penúltimo projeto desta primeira fase.

Nosso Sentinela da Liberdade

Um dos objetivos deste universo é sempre mostrar para o seu telespectador o que está acontecendo, como por exemplo, o fato do Cubo ter aparecido lá na cena pós-crédito de Thor e logo em seguida, termos Capitão América: O Primeiro Vingador para uma explicação mais detalhada deste artefato e seu grau de poder.

Ao contrário do Deus do Trovão, Steve Rogers desde o princípio foi um personagem bem aproveitado em seus filmes e Chris Evans se mostrou bastante confortável em sua interpretação. A ambientação é maravilhosa e ainda tem um vilão exemplar, um dos maiores antagonistas nos gibis. Com um elenco também sensacional, o destaque fica para a Hayley Atwell como Agente Carter. Sua carisma foi tão grande que ganhou um One-Shot e em seguida, sua própria série.

Seguindo a ideia de Thor, temos mais uma cena sobre Os Vingadores e que se torna bem interessante, pois mostra o primeiro contato de Rogers com o mundo moderno e tendo que lidar de forma imediata com uma grande ameaça. As pistas e os preparativos já estavam feitos. A cereja do bolo estava por vir. É chegada a hora do debut daqueles que vingariam a Terra pela primeira vez.

Avante, Vingadores (?) 

Eis que fazendo este texto me deparo com uma bela coincidência: Nesta terça-feira (27) faltará um mês para o filme completar seis anos desde a sua estreia aqui em terras brasileiras. Uma coisa interessante de se debater na rodinha de amigos é o impacto que Vingadores causou em toda comunidade geek, não importa de qual lado esteja.

Com a direção de Joss Whedon e roteiro deste com Zak Penn, a proposta de colocar estes personagens que nos acostumamos ao longo dos cinco anos que se passaram a Fase 1 deu bastante certo e é de longe, um dos melhores longas da Marvel Studios. Spoiler alert: uma lista com os 10 preferidos entre a equipe da Torre de Vigilância está chegando. Fiquem alertas! 

Interação excelente entre os personagens, ação e humor foram os ingredientes essenciais para conquistar o público. Mesmo que alguém não tenha curtido, sempre tem uma cena memorável que possa citar. E claro, uma menção mais que honrosa para a trilha instrumental que gosto tanto e para causar uma certa nostalgia, está presente no primeiro trailer de Guerra Infinita. Impossível não arrepiar ao concluir que estamos diante da junção de todos os plots vistos até agora. Isso é muito bom.

Com um início modesto, a primeira fase foi bem introdutória e girando em torno do que podemos considerar como a Trindade da Marvel no cinema. Com a aceitação de seu público, isso permitiu que Kevin Feige expandisse este maravilhoso mundo para locais ainda não explorados e com personagens não adaptados. E que venha a Fase 2!!

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Games

Escalada CBLoL 2018 | Red Canids VS Vivo Keyd

Hoje sábado (24/03) foi encerrada a Escalada do CBLoL 2018, a Red e sua equipe reforçada pelos coreanos enfrentou a Keyd e seu Exódia, disputando uma vaga na final contra a KaBuM E-Sports.

Após saírem perdendo os Guerreiros conseguiram se reerguer e mostraram a força que eles estão levando para a Grande Final, vencendo a Red Canids, com seu elenco estrelar por 3×2.

 

1º Partida:

De início parecia que teríamos um jogo bem equilibrado, mesmo micaO conseguindo o first blood antes do 1 min em cima do Sacy, a Keyd ainda ficou atrás da Red. Que logo cobrou o abate de Sacy, eliminando Revolta no covil do barão em um 3×1. E se impôs no jogo buscando pressão de mapa, e assim conseguiram levar a primeira torre do jogo na bot-lane da Keyd. A Red manteve sua estratégia de jogo, adquirir visão, não dar espaço para avanços da Keyd, e evitando o crescimento do Exódia. Aos 23 min a equipe da Red já possuía 2 torres a favor e 2 dragões. Aos 26 min a Red iniciou o barão, a Keyd até tentou responder mas micaO, Jockster e Revolta foram prontamente eliminados não dando chance para o roubo. A Keyd mostrou que ainda acreditava e tentou criar uma team fight na entrada da base, mesmo eliminando o Cabu, eles não conseguiram segurar o avanço da Red Canids que abriu 1×0 na série.

2º Patida:

A Keyd teve um começo muito mais imponente nessa segunda partida. Conseguindo impor um estilo de jogo que não vimos na primeira partida da série. Tockers com seu Kassadin foi determinante para a Keyd conseguir pressão em praticamente todas as lanes. Assim como Revolta e seu Jarvan IV, que distribuiu ganks nas lanes, e conquistou vários objetivos em ambas as selvas. A Keyd que já estava em uma crescente na partida iniciou um Barão, a Red tentou impedir, mas não conseguiram, assim o Exódia avançou suas lanes com a ajuda do buff do Barão, somando isso com o algumas escolhas erradas da Red em relação a team fights e rotação a Keyd se mostrou superior e conquistou a segunda partida, empatando a série em 1×1.

3º Partida

As duas equipes começaram a terceira partida buscando abrir espaço na mapa, um pouco complicado para ambos. Boas trocas na bot-lane e Revolta com se Xin Zhao buscando ajudar Yang de Camille no topo, contra Lep e seu Shen.  A Keyd conseguiu a primeira torre, como resposta a Red conquistou o first blood em cima do micaO, entretanto a Keyd não deixou barato e eliminou o Cabu e Sacy logo após a conquista do Arauto por parte da Red. Aos 20 min a Red iniciou o Barão, mas a Keyd iniciou a contestação, e assim se deu uma luta emocionante no covil do Barão que acabou com nenhuma das equipes com o buff.

A Keyd no decorrer da partida cresceu e forçou a Red a recuar e ficar apenas defendendo a base, e por pouco não deram gg. Sky foi o grande nome da partida e da virada. A Red errou muito mas conseguiu o 2×1 de maneira impressionante.

 

4º Partida

O jogo demorou para “começar”, as duas equipes se estudaram muito no início. Mas Tockers puxou a responsabilidade com a Anivia e começou a criar oportunidades para a Keyd. A equipe então focou seus esforços na rota do meio abrindo vantagem para poder distribuir nas outra lanes. Mesmo com isso a Red conseguiu crescer na partida, conquistando objetivos e abates. O que não impediu a Keyd de realizar um belo Barão, e sair na frente buscando o resultado positivo. E diferente da terceira partida, o Exódia soube aproveitar a vantagem e empatou mais uma vez a série. Agora 2×2.

5º Partida

Logo notamos o estilo de jogo adotado pelas equipes nessa última partida da série. De início, tudo equilibrado, porém a Keyd começou a escalar na partida e conquistar torre e abates, em nenhum momento deixou a Red Canids encontrar espaço dentro do jogo. E assim com um jogo cadenciado, porém efetivo e objetivo a Keyd conseguiu sair vitoriosa. Uma partida praticamente perfeita a favor da Vivo Keyd.

Nós resta agora esperar para a Grande Final, e o que todo mundo quer assistir são partidas emocionantes e uma torcida em chamas. A Grande Final da Primeira Etapa do CBLoL em seu novo formato, acontece no dia 07/04, às 13h!

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Gameplay Games

Review | Sword Art Online: Fatal Bullet

Sword Art Online é uma light novel escrita por Reki Kawahara. O enredo da série se passa no futuro e traz a tona problemas relacionado ao avanço tecnológico, mais especificamente relacionado aos jogos de realidade virtual de MMORPG. O primeiro jogo baseado na série foi lançado em 2014 para PlayStation 4 e PlayStation Vita. O título conta o início da jornada de Kirito e Asuna, os personagens principais. No decorrer dos anos, outros jogos foram lançados, todos seguindo a linah de raciocínio do anime/light novel, e é nesse quesito que Fatal Bullet foge à regra.

Pela primeira vez não temos Kirito como o protagonista, aqui você ficará responsável por criar um avatar que ocupe esse papel. Essa é a premissa de Sword Art Online: Fatal Bullet, o jogo da Dimps e da Bandai Namco que também se propõe a simular a ideia de Gun Gale Online (GGO) jogo onde se passa o terceiro arco da light novel.

A história de Sword Art Online: Fatal Bullet é fácil de compreender, caso você tenha lido o mangá ou assistido o anime sua experiência não será diferente de quem nunca teve contato com essas duas mídias, tudo é bem explicado, tanto nas cutscenes quanto nos inúmeros diálogos.

Dentro do arco Gun Gale Online, começam a ocorrer uma série de mortes misteriosas com os jogadores no mundo real, o que leva Kirito para investigar o que está acontecendo e quem é o tal de Death Gun que parece estar por trás dos acontecimentos. E você é apenas um novo jogador que acabou de entrar no jogo e começa a fazer amizade com os jogadores, que te deixam ficar a parte de toda a situação. Ou seja, sua preocupação máxima no momento é apenas curtir o game.

O próprio jogo diz que as terras em Gun Gale Online são compostas por áreas desertas. Quatro, e dentro delas existem as dungeons. Embora seja uma alternativa para incentivar a exploração, isso acaba sendo entendiante, principalmente pelo design dos calabouços. Por muitas vezes repetitivas e maçantes de serem atravessadas.

Sword Art Online: Fatal Bullet é um RPG com a jogabilidade de um jogo de tiro em terceira pessoa, tudo pensado para trazer o máximo da sensação de estar dentro do Gun Gale Online que vemos no anime/mangá. Para tal, os jogadores possuem no seu arsenal diversas pistolas, escopetas, metralhadoras, rifles de assalto, lançadores de foguetes, lançadores de granadas e espadas.

A movimentação do jogo é bem construída, seja em relação a mirar, que em jogos de tiro deveriam ser a glória, muitas vezes são o pesadelo, no quesito batalha o jogo também agrada. O jogo traz uma curva de aprendizado bem simples, que é amigável para os novatos, e muito bem desenvolvida para os que já tem o costume com o estilo de jogo. A movimentação no mapa é gratificante, caso com você tenha dificuldade em mirar ao mesmo tempo em que realiza outra ação in game, o jogo oferece uma opção de assistência, mas que não é tão efetiva quanto a manual. Entretanto é uma ajuda de valor para encontrar os pontos fracos dos inimigos que aparecem em sua frente, suas movimentações são bem imprevisíveis, o que pode atrapalhar a mira. Não há uma variação muito grande de inimigos, mas constantemente você encontrará alguns muito mais fortes do que você, o que te fará voltar por muitas vezes nos mapas iniciais para melhorar o seu level. O que de certa forma é bem chato.

Graficamente, o jogo é impressionante, e traz um mundo bem interessante com o uso da Unreal Engine 4. O jogo começa com mapas não muito interessantes e que sofrem com falta de detalhamento de elementos, mas conforme a gameplay avança e outros mapas vão aparecendo podemos vê-los crescendo em beleza e com ideias mais inspiradas. As dungeons também oferecem bons designs, mas é triste quando notamos a repetição demasiada de conteúdo. O grande ponto positivo no quesito gráficos fica por conta dos efeitos das armas e habilidades especiais que realmente são de encher os olhos.

Os personagens também são muito bem finalizados, e foram trazidos com fidelidade do anime, algo que certamente irá agradar aos fãs. Os inimigos comuns também são bem interessantes, mas como já falei são pouco variados. Já os inimigos especiais são realmente variados e interessantes e dão um gosto diferente para a batalha.

As telas de loading são um tanto quanto exageradas. Elas nem são tão demoradas, mas o fato de elas aparecerem praticamente em qualquer lugar, tanto para entrar como para sair de certas situações, como diálogos por exemplo, quebra demais o ritmo do jogo.

VEREDITO:

Em Sword Art Online: Fatal Bullet notamos um pouco a falta de criatividade relacionada as dungeons, inimigos repetitivos e a dificuldade em subir de nível é desgastante. Porém, se você é fã da saga, pode se divertir com a busca por equipamentos, e com os personagens principais e seus estilos únicos.

O título está todo traduzido para o nosso idioma. Porém, os áudios permanecem em japonês, sem opção de mudança. No fim das contas, Fatal Bullet é válido para os fãs, mas não agrega tanto ao conteúdo extra de Sword Art Online.