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Editora Panini republica A Vingança dos Lanternas Verdes

Lançado originalmente em 2011, o encadernado DC Deluxe Lanterna Verde: A Vingança dos Lanternas Verdes estava há alguns anos fora de catálogo. Agora, entre junho e julho de 2019, a editora Panini está relançando o encadernado que dá sequência ao primeiro volume da fase do roteirista Geoff Johns. Confira detalhes abaixo!

O Lanterna Verde Hal Jordan – responsável pelo setor espacial 2814 – tem muito a expiar. Possuído por uma entidade alienígena, Jordan outrora desmantelou a Tropa dos Lanternas Verdes inteira, matando muitos companheiros no processo. Agora ele reconquistou a confiança de seus amigos e aliados e está reconstruindo sua vida como membro da Tropa, defensor da Terra e ser humano. Porém, o destino não quer deixar Hal se afastar de seu passado. Os Lanternas Verdes que ele julgava ter matado podem estar vivos… e sedentos por seu sangue!

A Vingança dos Lanternas Verdes é o arco que dá sequência ao primeiro encadernado da fase do personagem escrita por Geoff Johns, Sem Medo, que veio a consagrar toda sua mitologia conhecida atualmente. Johns restituiu Hal Jordan ao posto de maior Lanterna Verde da história, e posteriormente desenvolveu outras tropas e vilões que hoje são estabelecidos entre os mais famosos da DC Comics.

Este encadernado reúne as edições 7 a 13 da revista Green Lantern, e 1 a 6 da revista Green Lantern Corps. O primeiro encadernado desta fase, que reúne Green Lantern 1-6 e Green Lantern Corps Recharge, foi republicado recentemente pela Panini.

Lanterna Verde: A Vingança dos Lanternas Verdes possui 326 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 106,00 e você já pode reservar sua edição na pré-venda clicando aqui.

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Os 15 documentários sobre quadrinhos que você PRECISA assistir

Além das já costumeiras adaptações cinematográficas baseadas em quadrinhos que chegam quase todos os meses aos cinemas e serviços de streaming, diversos produtores também apostaram em outros conteúdos sobre nossas tão amadas HQs, com especial destaque para os documentários.

Uma forma de expressão artística já tão antiga, que é o caso das histórias em quadrinhos, não poderia deixar de oferecer muito assunto a ser discutido. Grandes autores, grandes obras e editoras tiveram produções sobre suas trajetórias feitas de diferentes formas, e os documentários proporcionam espaço para discussão, entrevistas e abordagens centralizadas em aspectos únicos dos gibis.

Resolvemos elencar abaixo os 15 documentários mais interessantes sobre quadrinhos que você, como fã, precisa assistir! Vale ressaltar que muitos destes documentários não possuem versão brasileira. Entretanto, grande parte está disponível nos serviços de streaming e até mesmo no YouTube.

Batman & Bill (2017)

Uma emocionante narração sobre um fato triste e bem específico da história do Batman, Batman & Bill foi produzido pelo Hulu e estreou em 2017. O documentário mostra o aspecto criativo do personagem, abordando como Bob Kane ficou associado como único criador do herói enquanto o co-criador tão importante quanto Kane, Bill Finger, nunca foi creditado pelo seu trabalho apesar de ter criado boa parte da mitologia do Homem-Morcego.

O documentário traz diversas entrevistas com autores dos quadrinhos norte-americanos como Kevin Smith, Todd McFarlane, Roy Thomas, Carmine Infantino e muitos outros, mas é especialmente focado em Marc Tyler Nobleman, o homem responsável por desvendar todos os detalhes da vida de Bill Finger e iniciar uma verdadeira – e sincera – mudança na forma como o mundo encara a criação da mitologia de Gotham, de sua criação em 1939 até 2015.


Stan Lee’s Mutants, Monsters & Marvels (2002)

Documentário produzido em 2002 pela Creative Light Entertainment, Stan Lee’s Mutants, Monsters & Marvels é basicamente uma entrevista feita pelo diretor e roteirista Kevin Smith com o “pai de todos” da Marvel, Stan Lee. Os dois conversam sobre a vida pessoal de Lee, seu casamento, sobre o primeiro filme do Homem-Aranha de Tobey Maguire e também sobre os quadrinhos do personagem, e muitos outros que o autor veio a criar ao longo de sua prolífica carreira.

O sucesso deste documentário o fez ser incluído nos extras da coleção especial em quatro discos do filme Homem-Aranha, e as filmagens foram feitas em uma comic shop da California, resultando em um bate-papo de quase duas horas de duração.


Tintin et moi (2003)

Tintim, criação máxima do gênio dos quadrinhos Hergé, influenciou gerações através das décadas passando pelas HQs e animações. Tintin et moi (Tintim e Eu, traduzido do francês) é um documentário dinamarquês que, através de longas entrevistas concedidas por Hergé nos anos 70, reportagens e depoimentos de fãs e profissionais da área, oferece um panorama geral sobre a obra máxima do autor, suas influências e marcos.

O documentário também dá pinceladas sobre a vida pessoal e rotina de trabalho do autor, e complementa muito bem uma outra produção de 1976 intitulada Moi, Tintin (Eu, Tintim), filme franco-belga que mistura as entrevistas dadas por Hergé com eventos históricos reais e discute o impacto do personagem no mundo.


The Mindscape of Alan Moore (2003)

A Paisagem Mental de Alan Moore narra a vida e obra de um dos maiores autores que já contaram suas histórias através da nona arte. Produzido pela Shadowsnake como parte de um projeto maior, este é o único produto cinematográfico que o autor apoiou e colaborou com permissão para utilizar seus trabalhos na montagem do mesmo, incluindo V de Vingança, Do Inferno, Monstro do Pântano, Watchmen e outros livros.

O documentário destrincha a vida pessoal de Moore e seu início de carreira como escritor, indo até os dias mais recentes (da época em que o doc. foi produzido), e também dedica uma boa parte de sua 1h20min de duração para desvendar os mistérios por trás de seu interesse por magia. O trabalho mais recente de Moore na época em que este documentário foi produzido iria ser lançado alguns anos depois: Lost Girls.


Secret Origin: The Story of DC Comics (2010)

Com depoimentos de grandes nomes que já trabalharam para a DC Comics (e alguns rivais), Origem Secreta é o documentário definitivo sobre a história da DC, indo dos anos 30 à Era Moderna dos quadrinhos, pincelando aos poucos todas as décadas e obras mais importantes da editora ao longo de sua icônica trajetória de 75 anos, na época em que este foi lançado.

Superman, Batman, Mulher-Maravilha, Flash, Lanterna Verde e tantos outros são descritos pelas sábias palavras de autores de quadrinhos como Mark Waid, Neil Gaiman, Geoff Johns, Grant Morrison, Frank Miller, Len Wein, Jim Lee e até mesmo Bob Kane, Alan Moore, Jerry Siegel e muitos, muitos outros. Grandes diretores de cinema, como Christopher Nolan, Zack Snyder e Bryan Singer, e atores e atrizes como Natalie Portman, Christopher Reeve e Lynda Carter também aparecem. Os depoimentos são divididos em dois tipos: entrevistas atuais e outras feitas no passado.


The Image Revolution (2014)

Narrando a revolução que a Image Comics proporcionou à indústria nos anos 90 com a saída dos principais desenhistas da Marvel Comics objetivando a criação de uma nova editora e garantindo os direitos de criação dos personagens aos autores originais, este documentário aborda de forma bem direta e específica um momento-chave dos quadrinhos norte-americanos.

Todd McFarlane, Jim Lee, Rob Liefeld, Jim Valentino, Marc Silvestri, Erik Larsen e Whilce Portacio criaram na década de 90 o que veio a se tornar a terceira maior editora do mercado americano nos dias de hoje, e todos estes autores vão, com depoimentos de outros grandes nomes, descrevendo o processo de criação, as vantagens e problemas enfrentados que levaram a Image Comics a se tornar o que ela é hoje.


Future Shock! The Story of 2000 AD (2014)

A revista britânica 2000 AD foi a responsável por revelar para o mundo grandes nomes como Alan Moore, Grant Morrison, Garth Ennis, Neil Gaiman, Brian Bolland e outros, que posteriormente foram trabalhar na DC Comics e motivaram a criação do selo Vertigo, e apelidados de membros da “Invasão Britânica”, que teve mais de uma parte.

Future Shock! é um documentário com diversos depoimentos de profissionais dos quadrinhos britânicos e norte-americanos, falando sobre a criação da revista na década de 70, suas influências e ideias, e pincelando detalhes sobre seus personagens de destaque, como o Juiz Dredd, Sláine e Strontium Dog. Também é certeiro em esclarecer a importância gigantesca da revista para o mundo da nona arte, e autores como Pat Mills, John Wagner, Carlos Ezquerra e alguns outros foram os principais responsáveis por isso.


Crumb (1994)

O nome mais conhecido do quadrinho underground norte-americano também teve um documentário sobre sua vida produzido na década de 90, com direção de Terry Zwigoff. Robert Crumb possui uma vida conturbada, diversos problemas de entrosamento social e ao longo de sua carreira expôs todo tipo de polêmica em suas obras, consideradas hoje precursoras do movimento alternativo americano.

Crumb leva o espectador ao convívio do autor com sua família repleta de figuras estranhas, às suas relações com as mulheres e, claro, aborda de forma bem clara toda sua carreira fenomenal e o impacto de suas obras no movimento questionador e ousado que ele viria a criar. Um peça única dos documentários sobre quadrinhos.


Moebius Redux (2007)

O genial artista francês Jean Giraud, apelidado por si mesmo como Moebius, é um dos mais famosos e influentes autores de quadrinhos de todos os tempos. Moebius Redux dá um panorama sobre sua vida pessoal e especialmente sobre sua carreira como autor, co-criador da influente revista Métal Hurlant e grande mente por trás do experimentalismo da nona arte.

O documentário é composto por depoimentos do próprio autor (que faleceu em 2012) e outros grandes nomes do quadrinho europeu e mundial, que discutem sua influência e desapego a certos padrões que são praxe em muitas obras. Moebius é especialmente conhecido no Brasil por Incal, O Mundo de Edena e Arzach, mas esta produção não se limita somente às suas obras mais famosas.


Osamu Tezuka: The Secret of Creation (1985)

O “pai do mangá” e autor mais reverenciado dos quadrinhos e das animações japonesas também possui um documentário, produzido na década de 80 (apenas quatro anos antes de sua morte) pelo canal japonês NHK. Osamu Tezuka: The Secret of Creation acompanha a rotina de trabalho de Tezuka em um período bem atarefado de sua vida.

Produzindo três séries de mangá ao mesmo tempo neste período, participando de grandes convenções no Japão e na França e passando uma média de apenas de 60 dias/ano em sua casa com a esposa, Tezuka sempre foi um gigante produtor de quadrinhos e animações, e o documentário expõe ao público detalhes como seu local de trabalho, sua relação com os assistentes e seu incrível desempenho e dedicação, além de proporcionar um leve vislumbre de sua infância e inspirações.


Grant Morrison: Talking With Gods (2010)

Grant Morrison é, facilmente, um dos grandes nomes dos quadrinhos mundiais. Roteirista de obras-primas como Grandes Astros Superman, Asilo Arkham e Homem-Animal, sua influência na indústria é enorme e diversos personagens foram profundamente marcados por sua passagem em seus títulos.

Talking With Gods destrincha, de forma similar ao seu livro e autobiografia Superdeuses, toda sua vida, da infância aos anos mais recentes. Seu início de carreira como escritor, suas principais inspirações e viagens mágicas são contadas pelo próprio e por um seleto grupo de convidados que admiram seu trabalho, como seus colaboradores Frank Quitely, Richard Case e J. G. Jones, e parceiros de profissão como Neil Gaiman, Warren Ellis, Karen Berger e outros.


Laerte-se (2017)

Uma das autoras mais famosas do quadrinho nacional, Laerte Coutinho possui uma carreira longeva como cartunista e chargista, produzindo diversas obras-primas e críticas espetaculares, e é considerada uma das artistas mais importantes da área no Brasil, criando personagens como os Piratas do Tietê e Overman.

Laerte-se é muito mais um documentário sobre sua vida pessoal, ao invés de sua carreira como autora. Laerte se identificou por quase 60 anos como um homem, e revelou em meados de 2010 sua identidade de mulher transexual após identificar-se assim. O documentário aborda as mudanças ao longo de sua vida, seu cotidiano e sua transformação artística através dos depoimentos e entrevistas da autora para as diretoras Eliane Brum e Lygia Barbosa.


Warren Ellis: Captured Ghosts (2011)

Outro nome extremamente conhecido dos quadrinhos mundiais é o do revolucionário Warren Ellis. Autor de obras importantíssimas como Transmetropolitan, Stormwatch, Authority e Planetary, Ellis é uma figura muito presente na internet desde os anos 90 e tornou-se sinônimo de histórias que abordam o uso da tecnologia e as formas como o mundo pode se tornar um lugar mais ácido na presença de super-humanos.

Captured Ghosts proporciona uma visão panorâmica sobre sua carreira, com depoimentos de outros profissionais da área, músicos, atores de Hollywood e uma atriz pornô, fã de seu trabalho. Suas criações e inspirações são abordadas de forma séria, entretanto, este é um dos documentários mais bem-humorados desta lista.


Good Grief, Charlie Brown: A Tribute to Charles Schulz (2000)

Exibida um dia após o falecimento de Charles Schulz, criador da série Peanuts e dos personagens Charlie Brown e seu cachorro Snoopy, esta série especial da CBS é um tributo a toda sua carreira, destacando sua importância como cartunista e grande influenciador da nona arte e do mundo das animações.

Este especial é composto por inserts da série animada que marcou uma geração, e também destaca depoimentos dados por Schulz em outras entrevistas onde o autor compara Peanuts e sua vida pessoal, proporcionando uma visão de suas principais inspirações e influências.


In Search of Steve Ditko (2007)

A busca produzida pela BBC Four segue as tentativas do apresentador Jonathan Ross de rastrear o artista de quadrinhos Steve Ditko, co-criador do Homem-Aranha e da maioria dos personagens coadjuvantes e vilões do herói. Ao longo de uma hora de duração, Jonathan tenta encontrar pistas sobre o paradeiro de Ditko, um dos autores mais reclusos e marcantes da história dos quadrinhos, que sempre viveu de forma privada.

Como outros documentários, este é composto por depoimentos de autores e editores como Jerry Robinson, John Romita Sr., Neil Gaiman, Joe Quesada, Stan Lee, Mark Millar, Alan Moore e outros, que falam sobre a importância do trabalho de Dikto para a história mundial dos gibis. Ross e Gaiman conheceram Ditko em Nova York, porém o mesmo se recusou a ser fotografado ou entrevistado para o programa, apesar de ter iniciado e mantido contato com o apresentador desde então. Existem pouquíssimas fotos divulgadas do autor, que faleceu em junho de 2018.


O universo de documentários sobre quadrinhos é mais extenso e é praticamente impossível comentar sobre todos já produzidos. Tentamos, na lista acima, elencar uma variedade de documentários que falam sobre diferentes tipos de quadrinhos, de diversos países e autores, com diferentes abordagens que vão de entrevistas a homenagens.

Sabemos que alguns ficaram de fora, como os documentários sobre Will Eisner e sobre Neil Gaiman. Entretanto, nós da Torre de Vigilância ainda não conferimos estes e alguns outros, portanto ainda há muito a se explorar.

Acha que faltou algum? Indique nos comentários e espalhe conhecimento!

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Quadrinhos

Sociedade da Justiça retornará ao Universo da DC Comics em breve

A Sociedade da Justiça retornará ao Universo DC em breve. Conforme as solicitações de setembro indicam, a equipe voltará nas páginas de Liga da Justiça #31. Os personagens da década de 40 estão desaparecidos desde Os Novos 52, provocados pelo Doutor Manhattan. Desde a publicação do Renascimento até Doomsday Clock, fãs questionavam sobre o paradeiro deles.

Contudo, com a chegada do arco “Justice: Doom War”, Scott Snyder afirma ter planos maiores para a Sociedade. Em entrevista ao Newsarama, o roteirista falou sobre seu entusiasmo em relação a isso:

“Não consigo dizer o quão honrado e empolgado estou para reintroduzi-los. Estava esperando por isso desde Metal. Eu tenho grandes planos para eles, são cruciais para a narrativa.”

Por Francis Manapul

O roteirista também comentou brevemente sobre como o regresso ocorrerá:

“Os personagens serão reintroduzidos aos membros da Liga. Eles se reconectarão e formarão essa linha além do tempo e da memória. Assim como o legado e todas essas coisas.”

O roteirista também confirmou que o retorno da Sociedade da Justiça está atrelado à descoberta dos poderes de Starman. Não apenas isso, Snyder diz que a história não apresenta conexão alguma com Doomsday Clock, o crossover entre DC e Watchmen.

Mais detalhes sobre a volta da Sociedade da Justiça, devem ser divulgados em breve. Portanto, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Séries

Abelha é a nova integrante dos Jovens Titãs em Ação

Cartoon Network liberou o trailer do próximo episódio de Jovens Titãs em Ação, que mostra a nova integrante da equipe, que é ninguém mais ninguém menos que a heroína Abelha.

Abelha originalmente não tinha super-poderes verdadeiros e suas habilidades foram obtidas a partir do seu traje de batalha super-poderoso de alta tecnologia. O uniforme aumenta sua força, velocidade, vigor, resistência, agilidade, reflexos, atua como armadura e lhe permite voar e criar dolorosas explosões elétricas que picam como picadas reais de abelha. 

https://www.youtube.com/watch?v=uuYB7iWWLXs

Jovens Titãs em Ação é o remake do um seriado animado de mesmo nome, que teve o seu primeiro episódio exibido em 19 de Julho de 2003 e encerrou as suas atividades em 13 de Janeiro de 2006.

Para futuras informações a respeito da animação, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Super Pets é adiado para 2022

A Warner Bros. Pictures anunciou através da Variety, que a sua vindoura animação cinematográfica Super Pets foi adiada para 22 de Maio de 2022.

Antes previsto para chegar em 21 de Maio de 2021, a data foi alterada devido ao lançamento de John Wick: Capítulo 4. 

Super Pets será roteirizado e dirigido por Jared Stern, produtor de grandes animações como LEGO Batman, Cegonhas e Pé Pequeno.

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Super Pets é uma equipe fictícia de animais super poderosos da DC Comics. Os membros incluem Krypto e Streaky. O grupo apareceu pela primeira vez em Adventure Comics # 293, embora a maioria dos membros tenha aparecido em edições anteriores.

Para futuras informações a respeito dos Super Pets, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Batman e Mulher-Gato é a nova minissérie da DC por Tom King

Conforme noticiado aqui, o run de Tom King pelo título do Morcego se encerrará este ano. Contudo, isso não significa que o autor não escreverá mais o personagem. A DC Comics anunciou hoje Batman e Mulher-Gato, nova minissérie por King e pelo desenhista Clay Mann.

Arte promocional de Batman e Mulher-Gato #1 por Clay Mann

Além disso, o editor-chefe Bob Harras finalmente esclareceu a situação:

“Estamos realizando mudanças em nossas publicações para continuar a garantir o nosso sucesso. A primeira delas será Batman, após o final de Cidade de Bane em dezembro. É uma história incrível e Batman e Mulher-Gato suprirá o vazio até que o título do personagem se torne mensal.”

Enquanto isso, o autor Tom King, lamenta pela sua saída da revista:

“É difícil deixá-lo, mas foi um presente prazeroso fazer parte do título. Contudo, estou o deixando para trabalhar nos projetos mais ambiciosos da minha carreira, com os melhores artistas. Isso é um presente também.”

De acordo com King, Batman e Mulher-Gato é uma chance dele repetir o feito de Grant Morrison e Frank Quitely em Batman e Robin. Trazendo uma acessível e ambiciosa história, o autor concluirá as ideias de seu run dentro da minissérie:

“Esse será quadrinho sobre o que o personagem sempre foi: Transformar medo, em coragem. Dor, em esperança. Trauma, em amor.”e acrescenta“É a história que eu sempre quis contar. E eu estou contando-na com o melhor artista ao meu ver: Clay Mann.”

Batman e Mulher-Gato #1 será publicado em janeiro de 2020. A minissérie contará com 12 edições. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

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Novos encadernados da Vertigo chegam às bancas

A editora Panini está lançando novidades da Vertigo, selo de materiais mais adultos da DC Comics, nas bancas de livrarias de todo o país. Trazendo agora duas histórias completas feitas por grandes nomes dos quadrinhos, confira  todos os detalhes abaixo!

As Crianças do Crepúsculo

Ninguém sabe o que são as misteriosas esferas brilhantes, nem de onde elas vêm. A única coisa que importa para os moradores da cidade praiana onde elas surgem é o que elas causam quando aparecem. Elas cegam crianças e lhes dão poderes psíquicos. Destroem casas e fazem famílias desaparecer. Atraem cientistas, especialistas do governo e agentes secretos, cada um com seus próprios interesses. E inflamam emoções – paixões secretas, ressentimentos latentes – ao máximo. E agora elas trouxeram Ella. Materializada na praia como um dos misteriosos orbes, essa bela mulher não fala, mas parece ser portadora de um grande poder. Ela chegou para salvar ou destruir a cidade? Ou será que, na verdade, é ela quem corre perigo?

As lendas dos quadrinhos Gilbert Hernandez (Love and Rockets), Darwyn Cooke (DC: A Nova Fronteira) e Dave Stewart (Sandman: Prelúdio) colaboraram nessa história assombrosa de realismo mágico. Esta edição traz também esboços de Hernandez.

As Crianças do Crepúsculo possui 148 páginas encadernadas em capa cartão e formato 26 x 17 cm. O sugerido é R$ 31,90. Clique aqui para adquirir sua edição na pré-venda.

Frostbite: Morte Gélida

Na vastidão ártica dos Estados Unidos pós-apocalipse, a morte chega de várias formas – mas nenhuma é pior do que a terrível peste que congela a vítima de dentro para fora. De forma lenta e inexorável, o vírus da geladura infecta os remanescentes da humanidade. Não existe vacina, imunidade ou cura. Até agora. Na Cidade do México, o médico Henry Bonham e a filha Victoria encontraram a chave para acabar com a doença. Mas, para transformarem a possível cura em realidade, eles devem viajar mais de três mil quilômetros até uma instalação secreta do governo na famosa ilha de Alcatraz.

É aí que entra Keaton, capitã do caminhão de carga Quebra-gelo, e a tripulação mercenária do veículo. Eles passaram anos aprendendo a sobreviver no gelo, mas nunca estiveram em uma missão com tanto em jogo – ou contra inimigos tão determinados. Esses improváveis salvadores conseguirão cruzar a vastidão congelada, derrotar as forças que se opõem a eles e trazer o calor de volta ao mundo? Ou o vírus seguirá a consumir toda a vida em sua gélida infecção?

Frostbite é uma saga de ficção científica de sobrevivência abaixo de zero criada pelo escritor Joshua Williamson (Liga da Justiça vs. Esquadrão Suicida) e pelo artista Jason Shawn Alexander (Batman: Arkham City).

Esta edição possui 144 páginas encadernadas em capa cartão e formato 26 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 31,90. Reserve o seu na pré-venda clicando aqui.

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Gerard Way: da música aos quadrinhos

Nascido em abril de 1977, Gerard Arthur Way, mais conhecido apenas como Gerard Way, é hoje um dos nomes mais curiosos da indústria norte-americana de quadrinhos mainstream. Ex-vocalista da banda My Chemical Romance, Way possui um longo histórico de contato com HQs, tendo crescido no meio e sendo inspirado pelas histórias que impactaram sua vida para a escrita de suas músicas.

Alérgico a gatos e com pavor de agulhas, quem conhece Gerard Way pelo seu sucesso com a banda de rock My Chemical Romance, em atividade de 2001 a 2013, pode não imaginar a jornada do cantor até o estrelato. Antes da carreira profissional Way esteve em contato com a música desde muito cedo, na época da escola. Em paralelo com a experiência musical, durante a adolescência trabalhou em uma comic shop e até mesmo participou do Sally Jessy Raphael Show, um talk show onde o assunto abordado na ocasião foi a perspectiva de publicidade dada pelos quadrinhos aos crimes do serial killer Jeffrey Dahmer.

Aos 16 anos, Gerard Way esteve na plateia de um debate sobre quadrinhos de Jeffrey Dahmer, no Sally Jessy Raphael Show.

Seu contato com quadrinhos não-tão-mainstream se deu com a ajuda de um amigo chamado Scott. Nessa época seu encontro com tais obras foi especialmente marcado por séries diferentes do habitual como Flaming Carrot (da Renegade Press e Dark Horse Comics) e Patrulha do Destino (da DC Comics, na época escrita por Grant Morrison), entre algumas outras, sendo que esta segunda teve destaque especial em sua vida.

Sua primeira tentativa de entrar para o mundo das HQs foi com a série On Raven’s Wings, publicada pela Bonyard Press e cancelada após duas edições por conta da saída do artista do título. Way tinha apenas 16 anos neste momento.

Durante o período em que trabalhou na comic shop um evento terrível se desenrolou, quando houve um assalto e uma arma esteve apontada para sua cabeça enquanto o assaltante o pressionava contra o chão. Esta experiência trágica (e possivelmente traumática) foi marcante no futuro para a criação de parte de suas músicas e sua banda, além de colaborar com sua obsessão por assuntos relacionados a morte, algo existente desde muito cedo e que sempre ditou o tom de My Chemical Romance.

Com foco em seguir carreira no mundo dos quadrinhos, Gerard entrou para a School of Visual Arts de Nova York e graduou-se em 1999.

Crazy Jane diz ao Homem-Robô que “a vida não significa” nada. Trecho da Patrulha do Destino de Grant Morrison e Richard Case.

Influenciado por bandas como Iron Maiden, Queen, The Smiths e The Misfits, Gerard queria ser guitarrista. Sua avó, homenageada na música Helena, foi a primeira a incentivar sua carreira musical dando-lhe uma guitarra quando tinha oito anos. Ao desistir da ideia (depois de experiências ruins), manteve por um tempo o foco na carreira artística até, após os acontecimentos do atentado do 11 de setembro, escrever uma música que viria a se tornar o primeiro single de MCR, Skylines and Turnstiles.

O atentado mudou sua linha de pensamento e a vontade de fazer a diferença cresceu aos poucos. My Chemical Romance teve início em 2001 e no ano o seguinte o grupo lançou seu primeiro álbum. A composição da banda ficou marcada como: Gerard Way no vocal, Ray Toro e Frank Iero como guitarristas, Mikey Way (irmão de Gerard) no baixo, e o baterista Bob Bryar, com participação do tecladista James Dewees.

Three Cheers for Sweet Revenge, lançado em 2004, foi o primeiro sucesso comercial da banda (apesar de ser o segundo álbum da mesma), que desde então deslanchou completamente atingindo o ápice com The Black Parade (2006), seu álbum mais famoso e aclamado. Suas composições tornaram-se famosas por, além da temática e clipes que conversavam com muitos dos que viriam a se tornar fãs, contarem histórias completas através de letra e vídeo.

My Chemical Romance

Durante seus mais de doze anos de vida, My Chemical Romance teve certa influência nos quadrinhos e também herdou algumas características das preferências dos irmãos Way. O single Desolation Row, cover de uma música de Bob Dylan, foi lançado em 2009 e criado para estar presente nos créditos finais da adaptação cinematográfica de Watchmen, lançada no mesmo ano, dirigida por Zack Snyder e levando às telas a obra máxima de Alan Moore e Dave Gibbons.

A banda e os trabalhos artísticos ajudaram Gerard a lidar com depressão, alcoolismo e uso de drogas. As músicas que compuseram o álbum The Black Parade chegaram a impactar o famoso autor norte-americano Grant Morrison (ele mesmo, da Patrulha do Destino), ícone da juventude de Way que posteriormente viria a se tornar seu grande amigo.

Morrison esteve em alguns clipes de My Chemical Romance, sendo um deles SING, onde viveu um ciborgue que protege os interesses de sua empresa. Em Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na), Morrison deu vida a um líder de uma banda inimiga de mascarados. Em seu livro Superdeuses, Grant tece diversos elogios às músicas do MCR e as classifica como essenciais de um determinado período artístico moderno/punk/emo.

My Chemical Romance foi oficialmente encerrada em 2013, mas durante sua carreira musical em grupo Gerard começou a produzir o que veio a se tornar sua série de maior sucesso: The Umbrella Academy, uma família disfuncional de super-heróis.

Em 2007 o autor começou a escrever Umbrella Academy e desenhou a versão original, que posteriormente foi redesenhada pelo artista brasileiro Gabriel Bá; o primeiro arco ganhou uma compilação pela Dark Horse Comics no encadernado Suíte do Apocalipse, trazido ao Brasil pela editora Devir.

Ganhadora do prêmio Eisner de 2008, UA herdou muito de quadrinhos como Hellboy e da já mencionada Patrulha do Destino, inserindo uma perspectiva musical que pareceu ser uma associação óbvia vindo de quem escreve esta série. Dallas, o segundo arco, foi lançado ainda em 2008 e somente após dez anos o terceiro, Hotel Oblivion, chegou às comic shops norte-americanas.

O segundo encadernado também foi lançado no Brasil, e Gerard até mesmo veio à CCXP em 2015 para painéis e sessões de autógrafos. Em 2019 a série live-action produzida pela Netflix estreou e tornou-se um grande sucesso do serviço de streaming, criando novos fãs em todo o mundo.

The Umbrella Academy na arte de Gabriel Bá.

Way, entretanto, não se limitou a produzir Umbrella Academy. The True Lives of the Fabulous Killjoys, lançada em 2013, foi uma série co-escrita por Gerard e seu parceiro e ídolo Shaun Simon, com arte de Becky Cloonan. A minissérie, publicada nos EUA pela editora Dark Horse, serve como sequência ao álbum Danger Days do MCR e possui muita influência de Os Invisíveis, outra série original de Grant Morrison. Nesta época também fez alguns trabalhos para a TV, como a direção de episódios para The Aquabats! Super Show! do canal The Hub.

Em 2014 sua estreia na Marvel Comics se deu com a série Edge of Spider-Verse, que trouxe alguns universos alternativos do Homem-Aranha aos quadrinhos. Sua história criou a personagem Peni Parker, uma garota nipo-americana que pilota uma armadura bio-mecânica chamada SP//dr.

Peni Parker foi destaque no filme animado vencedor do Oscar, Homem-Aranha no Aranhaverso, lançado em 2018 e dirigido por Phil Lord e Christopher Miller, mentes criativas por trás de Uma Aventura Lego.

Peni Parker, criação de Gerard Way, foi um dos destaques do filme Homem-Aranha no Aranhaverso.

Apesar das criações constantes para o universo dos quadrinhos, após o fim do My Chemical Romance Gerard iniciou sua carreira solo em 2014 assinando um contrato com a Warner Bros. Records. Algumas de suas músicas deste período estiveram na série de TV de Umbrella Academy, tanto nos trailers quanto nos episódios propriamente ditos.

Uma de suas ideias para o nome de um novo álbum solo foi Young Animal. Apesar de sonoro, este nome não chegou a estar presente em sua vida musical e tornou-se um selo de quadrinhos da DC Comics chefiado por Gerard como consultor criativo e marcando o que viria a ser sua publicação “mais esperada” nas palavras do próprio: sua versão da Patrulha do Destino.

O selo Young Animal concretizou um dos maiores sonhos de Gerard: criar sua própria versão da Patrulha do Destino.

DC’s Young Animal teve início em 2016 com foco em relançar alguns personagens esquecidos da DC Comics visando atingir novos públicos. Com proposta similar ao que foi feito com a Vertigo, as séries apresentadas neste selo focam no experimental e na liberdade criativa dada aos roteiristas e artistas, que publicam de acordo com seus ritmos. A diferença é que além dos editores, Gerard é o curador das obras lançadas por aqui.

A primeira encarnação de Young Animal chegou às comic shops com Patrulha do Destino (de Gerard Way e Nick Derington), Shade the Changing Girl (de Cecil Castellucci e Marley Zarcone), Cave Carson has a Cybernetic Eye (de Jon Rivera, Gerard Way e Michael Avon Oeming) e Madre Pânico (de Jody Houser e Tommy Lee Edwards). Esta última série é baseada em uma ideia inicial de Way, ambientada na cidade de Gotham. A seleção das equipes criativas foi feita de acordo com as características de cada série, com mulheres chefiando revistas como Shade the Changing Girl, por exemplo.

Atualmente Young Animal já possui outros títulos e os mencionados acima seguem sendo publicados sem periodicidade definida. Sua própria versão da Patrulha do Destino, como contado em entrevistas, sofreu algumas alterações ao longo dos anos e passou de uma obra mais séria e densa a algo mais descompromissado, porém com ideias verdadeiramente criativas que falam sobre assuntos muito humanos.

A Patrulha do Destino de Gerard Way introduz novos personagens e resgata os clássicos.

Em entrevista dada ao Fatman on Batman, de Kevin Smith, Gerard mencionou que no ponto atual de sua carreira não existem itens em sua “Lista de Desejos” e basicamente todos seus maiores sonhos de infância e juventude já se concretizaram, especialmente com o sucesso de sua Patrulha. Em uma das edições da revista, a comic shop em que trabalhou quando adolescente aparece na história, e esta foi sua homenagem prestada ao passado.

Nas redes sociais, com destaque para o Instagram, o autor divulga as obras do Young Animal e as comenta, uma por vez. Sua jornada de fã até se tornar um profissional da área é verdadeiramente inspiradora. Hoje, muitos ícones do passado já trabalharam em suas obras ou estiveram em contato próximo. Alguns nomes são Brian Bolland, que desenhou uma das capas variantes de Patrulha do Destino, e Frank Miller, com quem teve a oportunidade de jantar em reuniões da DC Comics.

O terceiro arco de histórias de sua Patrulha começará em julho nos Estados Unidos. No Brasil, as obras do selo Young Animal estão sendo publicadas pela editora Panini em encadernados com acabamento luxuoso em capa dura, e são encontrados atualmente em algumas bancas, lojas especializadas e livrarias.

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DC Comics anuncia Batman/Superman por Joshua Williamson

Os Melhores do Mundo unirão forças novamente em uma nova revista mensal. A DC Comics anuncia Batman/Superman, protagonizada pelos medalhões da editora. O primeiro arco acompanhará ambos em uma caçada por seis heróis infectados pelo Batman que Ri. O quadrinho será escrito por Joshua Williamson (Flash). Enquanto os desenhos ficam por conta de David Marquez (Invencível Homem de Ferro).

Capa dupla da primeira edição por David Marquez

O Cavaleiro das Trevas e o Homem de Aço realizarão uma jornada profunda por Gotham. Assim, tentarão descobrir quais heróis foram transformados em cavaleiros do seu pior e mais aterrorizante inimigo. Contudo, antes do lançamento da nova série da dupla, a minissérie do Batman que Ri será estendida até a sétima edição.

Batman/Superman #1 será publicada nos EUA no dia 14 de agosto. A periodicidade será mensal. Leinil Yu será o responsável pela capa variante da primeira edição. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Detective Comics Quadrinhos

Detective Comics #1000 | As histórias da antologia do Batman ranqueadas

História foi feita essa semana, Batman completou 80 anos desde sua primeira aparição. Detective Comics #1000 foi lançada essa semana para celebrar o Cavaleiro das Trevas. É um momento histórico para a indústria de quadrinhos. Por isso, a Torre de Vigilância listou todas as histórias da antologia. Da pior até a melhor. Para a Bat-caverna!

11 – “Heretic” por Christopher Priest e Neal Adams

Anos após furtar a carteira de Bruce Wayne, um jovem é assassinado pelo seu irmão. O conto mostra como o estilo capitalista de Wayne está corrompendo os membros da Liga das Sombras. Apesar da excelente proposta, o roteiro de Priest não impacta o leitor nem causa reflexão. Além disso, a arte de Adams destoa completamente da narrativa.

Observação: Leia Batman #431.

10 – “The Last Crime in Gotham” por Geoff Johns e Kelley Jones

Johns e Jones unem forças para apresentar um futuro quase utópico em Gotham. A premissa apresenta uma nova Bat-família enquanto solucionam o último crime da cidade. Apesar de competente em sua introdução, o roteiro falha em seu desenvolvimento. Contudo, os traços de Jones, contrastando entre luz e sombras e formas incomuns, é fascinante.

9 – “Return to Crime Alley” por Dennis O’Neil e Steve Epting

Anunciada como uma sequência de Detective Comics #457, a história é centrada na relação entre Leslie Thompkins e Bruce Wayne. Os desenhos de Epting são espetaculares. O artista inclusive, presta homenagem ao icônico momento: “You dare pull a gun on me?” Infelizmente, é dependente do material original e não figurará no topo de nenhuma lista. Porque só possui significado para quem leu There’s no Hope in Crime Alley (Um baita gibi, por sinal!)

8 – “The Precedent” por James Tynion IV e Alvaro Martinez Bueno

Fãs de Dick Grayson, apareçam! Pois este conto é centrado no primeiro Menino-Prodígio. Especificamente, momentos antes de Bruce decidir treiná-lo. Um roteiro simples e uma arte que não apenas evoca à inocência, mas aos momentos mais marcantes da trajetória de Grayson.

7 – “Batman’s Longest Case” por Scott Snyder e Greg Capullo

O conto de seis páginas mais longo de todos os tempos. Snyder e Capullo apresentam um caso não solucionado pelo Cruzado de Capa, o mais longo de sua história, desde a era de ouro até a contemporânea. A história faz jus ao nome da revista. Torçamos para que seja canônico, pois muitos do elementos apresentados são aqui são interessantíssimos e fazem sentido na continuidade regular.

6 – “I Know” por Brian Michael Bendis e Alex Maleev

E se um vilão do Morcego descobrisse sua identidade? Por que esse malfeitor seria Oswald Cooblepot? Aqui, Bendis não apenas apresenta como o Pinguim descobriu a identidade do Batman, mas os motivos para não ter o matado. Bendis traça um paralelo interessante com a conclusão de O Cavaleiro das Trevas. Maleev traz a sujeira necessária em seus traços. Uma ótima história.

Observação: Não se engane, essa é uma história do Demônio de Gotham.

5 – “The Legend of Knute Brody” por Paul Dini e Dustin Nguyen

Ao invés de construir um conto sobre os vilões do Morcego, o roteirista Paul Dini destaca o maior dos capangas: Knute Brody. Quem? Knute Brody! A narrativa é construída a partir de uma entrevista com os detentos do Arkham sobre o atrapalhado ajudante. Parece boba, mas é genuinamente bem humorada e a arte de Nguyen é um complemento perfeito para a comicidade proposta. Além disso, que reviravolta!

4 – “Batman’s Greatest Case” por Tom King, Joelle Jones e Tony Daniel

Uma homenagem em seu sentido literal. A premissa é simples: A Bat-família aguarda pelo Cavaleiro das Trevas enquanto especulam o motivo da reunião. A arte melancólica de Jones contrasta diretamente com o tom menos fúnebre de Daniel. “O bate e rebate” na escrita de King oferece interações divertidíssimas entre os membros.

Além disso, conta com a página dupla do ano.

3 – “Medieval” por Peter Tomasi e Doug Mahnke

Assim como Action, Detective também conta com um prelúdio para o run posterior à comemoração. A arte de Mahnke é distribuída da mesma forma que a de Patrick Gleason em Never-Ending Battle. Enquanto homenagens à trajetória do personagem são feitas, Tomasi desenvolve os pensamentos do Cavaleiro Arkham, utilizando paralelismos interessantes e uma progressão temática impecável. Após ler isso, você nunca mais ouvirá o nome Batman da mesma forma.

2 – “Manufacture for Use” por Kevin Smith e Jim Lee

É um dos contos mais emblemáticos. Um homem procura no mercado negro de Gotham pela arma que matou os Wayne. O roteiro sabe o quão óbvio será para o leitor adivinhar quem é o homem, por isso, logo após, a verdadeira reviravolta é apresentada. É genial, pois Smith já a havia apresentado em todas as páginas, através dos ótimos desenhos de Jim Lee. Entretanto, o leitor só irá notar isso após a resolução. É uma narrativa que explora a moralidade do Batman e o ressurgimento de Bruce Wayne após a tragédia definitiva de sua vida.

1 – “The Batman’s Design” por Warren Ellis e Becky Cloonan

É simples. Criminosos fogem até um armazém após fracassarem na captura de inocentes em um hospital. O que eles não sabem: Batman criou armadilhas dentro do local. Ellis escreve o herói com um certo frescor, utilizando-o como um artista prestes a realizar sua performance. O palco seria o armazém e os meliantes fazem parte do show. Cloonan, com seus traços cartunescos, consegue traduzir com exatidão cada momento da narrativa. A conclusão é ambígua, podendo ser trágica, o que condiz com o cerne do personagem, ou apenas, uma gigantesca performance, como é transmitido ao leitor durante as incríveis seis páginas. Simplesmente excelente. Merece o primeiro lugar na lista.