O Guia de hoje não é somente para se ler, mas para sentir. Feche os olhos e tente sentir tudo ao seu redor, ouvir cada som, sentir a atmosfera como se fosse um radar. Conseguiram? Acharam difícil? Claro que sem os poderes do nosso herói Demolidor, isso é realmente complicado.
Filho do boxeador Jack (Batalhador) Murdock, Matt, um garoto de Hell’s Kitchen, sofreu um acidente envolvendo produtos químicos que o levaram a perder a visão, mas ao mesmo tempo, aguçou completamente todos os seus outros sentidos, formando uma espécie de radar que o faz “ver” em 360 graus.
Após a morte de seu pai e um treinamento árduo para aprender a se defender, Matt Murdock viu que poderia fazer uma grande diferença com seus poderes. De manhã ele é advogado e divide o escritório com seu amigo Foggy Nelson, ajudando a todos que não podem se defender, de noite não é muito diferente, após vestir o seu manto escarlate, ele se torna o que os bandidos mais temem, o vingador cego, o demônio de Hell’s Kitchen, ele se torna o… Demolidor!
por Stan Lee e Bill Everetpor Stan Lee e Joe Orlandopor Stan Lee e Joe Orlandopor Stan Lee e Joe Orlandopor Stan Lee e Wally Woodpor Stan Lee e Steve Ditkopor Stan Lee e Wally Woodpor Stan Lee e Wally Woodpor Stan Lee e Wally Woodpor Stan Lee e Wally Woodpor Stan Lee e Jack Kirbypor Stan Lee e John Romitapor Stan Lee, Denny O’ Neil e John Romitapor Stan Lee e Gene Colanpor Stan Lee e Gene Colanpor Stan Lee e Gene Colanpor Stan Lee e Gene Colanpor Stan Lee e Gene Colanpor Stan Lee e Gene Colanpor Stan Lee e Gene Colanpor Stan Lee e Gene Colanpor Gerry Conway e Gene Colanpor Jim Shooter e Gil Kanepor Bill Mantlo e Frank Millerpor Roger McKenzie, Frank Miller e Klaus Jansonpor Roger McKenzie, Frank Miller e Klaus Jansonpor Roger McKenzie, Frank Miller e Klaus Jansonpor Roger McKenzie, Frank Miller e Klaus Jansonpor Roger McKenzie, Frank Miller e Klaus Jansonpor Roger McKenzie, Frank Miller e Klaus Jansonpor David Michelinie, Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller, Herb Trimpe e Mike Espositopor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Klaus Jansonpor Harlan Ellison, Arthur Byron Cover e David Mazzucchellipor Frank Miller e John Buscemapor Denny O’ Neil e David Mazzucchellipor Denny O’ Neil e David Mazzucchellipor Peter David e Rich Bucklerpor Frank Miller e Bill Sienkiewiczpor Frank Miller e Bill Sienkiewiczpor Ann Nocenti e Barry Windsor-Smithpor John Harkness e Louis Williamspor Ann Nocenti e John Romita Jr.por Ann Nocenti e John Romita Jr.por Ann Nocenti e John Romita Jr.por Ann Nocenti e John Romita Jr.por Frank Miller e John Romita Jr.por Karl Kesel, Rick Leonardi e Cary Nordpor Kevin Smith, Joe Quesada e Jimmy Palmiottipor David Mack, Joe Quesada, Jimmy Palmiotti, Rob Haynes e Dave Rosspor Brian Michael Bendis e David Mackpor Bob Gale e Phil Winsladepor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis, Manuel Gutierrez e Terry Dodsonpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis, Phil Hester, Chris Bachalo, ichael Golden, P. Craig Russell, Frank Quitely, David Finch, Jae Lee, Alex Maleev e Greg Hornpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor Brian Michael Bendis e Alex Maleevpor David Laphampor Ed Brubaker e Michael Larkpor Ed Brubaker e David Ajapor Ed Brubaker e Michael Larkpor Ed Brubaker e Lee Weekspor Ed Brubaker e Michael Larkpor Ed Brubaker, John Romita e Michael Larkpor Ed Brubaker, Ande Parks e Chris Samneepor Ed Brubaker e Paul Azacetapor Ed Brubaker, Greg Rucka e Michael Larkpor Ed Brubaker, Clay Mann, Michael Lark, Stefano Gaudiano e Tonci Zonjicpor Ed Brubaker, David Aja, Michael Lark e Stefano Gaudianopor Andy Diggle e Billy Tanpor Andy Diggle, Roberto de La Torre e Marco Checchettopor Andy Diggle, Billy Tan, Anthony Johnston, Roberto de La Torre e Marco Checchettopor Anthony Johnston, Roberto de La Torre e Marco Checchettopor Mark Waid, Paolo Rivera e Marcos Martinpor Brian Michael Bendis e Mike Deodato Jr.por Mark Waid, Kano, Khoi Pham, Paolo Rivera e Emma Riospor Mark Waid, Kano, Khoi Pham, Paolo Rivera e Emma Riospor Mark Waid, Kano, Khoi Pham, Paolo Rivera e Emma Riospor Mark Waid, Greg Rucka e Marco Checchettopor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Mike Allredpor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Peter Krausepor Mark Waid e Chris Samneepor Nathan Edmondson e Phil Notopor Mark Waid e Chris Samneepor Charles Soule e Javier Pulidopor Mark Waid e Chris Samneepor Mark Waid e Chris Samneepor Tom Taylor e Yildiray Cinarpor Mark Waid e Chris Samneepor Charles Soule e Ron Garney
EXTRAS:
por Frank Miller e Klaus Jansonpor Frank Miller e Bill Sienkiewiczpor D. G. Chichester e Scott McDanielpor Tim Sale e Jeph Loebpor David Mackpor Daniel Way e Steve Dillonpor Brian Michael Bendis e Michael Larkpor Zeb Wells e Carmine Di Giandomenicopor Alexander C. Irvine e Tomm Cokerpor Anthony Johnston e Sean Chenpor Brian Michael Bendis, David Mack, Klaus Janson, Bill Sienkiewicz e Alex Maleevpor Lee Weeks, David Lapham, Jimmy Palmiotti e Thony Silaspor Mark Waid e Chris Samnee
Infelizmente, o guia do Demolidor chegou ao fim. Você ainda tá com gostinho de quero mais? Pode ficar tranquilo, pois tem muito mais chegando aqui na Amazing Adventures. Sugestões? Então deixe aí nos comentários, seu feedback é muito importante!
Mitologia Nórdica é o mais novo livro de Neil Gaiman. Com lançamento em janeiro de 2017, a obra chegou apenas um mês depois no Brasil pela editora Intrínseca em uma versão lindíssima de capa dura contendo o total de 288 páginas.
“Neil Gaiman tem sido inspirado pela mitologia antiga na criação dos reinos fantásticos de sua ficção. Agora ele volta sua atenção para a fonte, apresentando uma versão bravura das grandes histórias do norte.
Na mitologia nórdica, Gaiman permanece fiel aos mitos ao prever o maior panteão dos deuses nórdicos: Odin, o mais alto dos altos, sábios, ousados e astutos; Thor, filho de Odin, incrivelmente forte, mas não o mais sábio dos deuses; E Loki-filho de um irmão de sangue gigante para Odin e um malandro e insuperável manipulador.
Gaiman modela essas histórias primitivas em um arco romântico que começa com a gênese dos nove mundos lendários e mergulha nas façanhas de deidades, anões e gigantes. Uma vez, quando o martelo de Thor é roubado, Thor deve disfarçar-se como uma mulher – difícil com sua barba e enorme apetite – para roubá-lo de volta. Mais pungente é o conto em que o sangue de Kvasir – o mais sagaz dos deuses – se transforma em um hidromel que infunde bebedores com poesia. O trabalho culmina em Ragnarok, o crepúsculo dos deuses e o renascimento de um novo tempo e de pessoas.
Através da prosa hábil e espirituosa de Gaiman surgem esses deuses com suas naturezas ferozmente competitivas, sua susceptibilidade a ser enganados e enganar os outros e sua tendência a deixar a paixão inflamar suas ações, fazendo com que esses mitos há muito tempo respirem uma vida pungente novamente.“ – Skoob
Edição brasileira
Gaiman já começa a introdução do livro falando de sua paixão pela mitologia nórdica e sua preferência por ela em detrimento de outras mitologias, algo que é bem notável, considerando a presença de elementos e figuras nórdicas em dois dos maiores trabalhos do escritor: Sandman e Deuses Americanos.
Em Sandman, existe algumas referências à mitologia nórdica, como Matthew, o corvo de Morpheus, que lembra Munin e Hugin, os corvos de Odin. Na história, ainda há a presença de figuras da mitologia nórdica como Loki, Thor e Odin, que estão presentes durante o arco Estação das Brumas.
Matthew e Morpheus em Sandman
Já em Deuses Americanos, a abordagem de Deuses é abrangente e inclui figuras mitológicas de diversas culturas, porém, há uma predominância de elementos da mitológica nórdica, como o misterioso Wednesday, que na verdade é Odin, e o protagonista Shadow Moon, que se especula que seja Balder, filho de Odin e Frigg.
Wednesday e Shadow em imagens promocionais da série de TV “Deuses Americanos”
Assim como muitas pessoas, o primeiro contato de Gaiman com a mitologia nórdica foi com a versão romantizada pela Marvel Comics do Poderoso Thor de Jack Kirby e Stan Lee. Posteriormente, o escritor se aprofundou no Universo Nórdico por meio de outras fontes.
Quem já teve contato com as histórias em quadrinhos do Thor, perceberá diversas semelhanças com os contos deste livro, afinal, compartilham da mesma fonte de origem, a Mitologia Nórdica. Contudo, a abordagem trazida por Gaiman é diferente, o que torna a obra mais interessante. Torna-se um olhar novo para quem só conhece a versão nórdica dos quadrinhos da Marvel. E para quem não conhece, é uma ótima oportunidade de conhecer.
Thor por Jack Kirby
Gaiman nos traz uma série de contos, com deuses que não são muito heroicos e nem muito inteligentes, com exceção de Loki, queestá presente em praticamente todas as histórias e se mostra um exímio manipulador e agente do caos, masnão é exatamente um vilão, como é popularmente conhecido, está mais para um mal necessário e em certos momentos até soa como herói.
Uma característica comum a todas a mitologias é a tentativa de explicar o mundo com histórias envolvendo deuses, monstros e heróis. Na mitologia nórdica não é diferente. Há contos que explicam fenômenos do mundo, como a criação do mundo (Antes do principio, e o que veio depois), ou de onde vêm os terremotos (Os Últimos dias de Loki), e também há um mito bastante divertido sobre sobre a origem do dom dos poetas (OHidromel da Poesia).
Conto presente no livro
A narrativa segue uma ordem que vai da criação do início de tudo com a criação dos Nove Mundos até o fatídico Ragnarok (Crepúsculo dos Deuses). Porém, não é necessário acompanhar nessa ordem, pois não afeta a experiência, podendo degustar os contos aos poucos sem se preocupar com a continuidade.
O escritor foi bem eclético no modo de contar cada mito. Há uma variação do tom das histórias entre um conto e outro, alguns com mais comicidade, outros mais reflexivos e até trágicos, o que torna a leitura uma experiência bem diversificada.
Como é dito pelo próprio escritor, os contos não são extremamente fieis as versões originais e podem divergir em alguns aspectos, até porque essas histórias eram transmitidas oralmente pelos povos Vikings e, por isso, muita coisa se perdeu ou criou-se mais de um versão do mesmo mito. Gaiman mantém-se o mais fiel possível e até acrescenta alguns detalhes que enriquecem algumas histórias já conhecidas.
Yggdrasil e os noves reinos
Mitologia Nórdica é um ótimo livro para quem conhece pouco ou nada do mundo dos mitos nórdicos. Tem uma linguagem simples e acessível, que traz contos com tons que variam entre o cômico e o trágico.
Garanta o seu exemplar. Aprenda sobre os mitos nórdicos e, quando estiver ao redor de uma fogueira com seus amigos, compartilhe essas histórias bebendo um hidromel e lembrando que as pessoas já acreditaram que existia uma bebida capaz de conceder o dom de cantar poemas épicos, ou que o barulho de um trovão pode ser a fúria de Thor, e que um terremoto é Loki sendo castigado, ou que a responsável pelo formato da Terra é a Serpente de Midgard.
Um transtorno psicológico supõe uma alteração do comportamento e da razão de uma pessoa. Ao vivenciar algo extremamente chocante, um tipo de trauma, o acontecido acaba por alterar a estrutura mental de uma pessoa e deixa sequelas profundas. Alena, graphic novelsueca publicada no Brasil pela AVEC Editora, é uma história de terror que, entre diversos temas, fala sobre a psique de uma adolescente que deve lidar com as descobertas de sua sexualidade, bullying, aceitação e compreensão social, todos assuntos perturbadores para uma garota da sua idade.
Na obra criada por Kim W. Andersson, o autor demonstra uma exímia capacidade em retratar o que há de pior nas pessoas durante a adolescência. A história se passa na Suécia, numa escola privada de bom status, onde a jovem Alena é bolsista. Há um ano, ela e sua amiga Josefin passaram por uma situação, desenvolvida ao longo do álbum, que tornou a vida da protagonista um verdadeiro inferno: Josefin morreu neste fatídico dia, e o fardo da sua morte caiu sobre os ombros de Alena, que passou a ser ainda mais maltratada pelos outros alunos, cheios de preconceitos e incertezas. A grande questão é que, desde a tragédia, a garota consegue verdadeiramente interagir com sua amiga morta.
Toda a trama gira em torno de um mistério e das descobertas a respeito não somente do passado da personagem, como também dos coadjuvantes. Alena sofre bullying (físico, moral e sexual) constante de Filippa, a típica garota fútil e invejosa presente na vida de qualquer pessoa, que não mede esforços para humilhar quem ela julgar como inferior. Filippa, que é capitã do time de lacrosse, nutre uma inveja especial pela protagonista graças ao garoto Fabian, um dos poucos que tentam (sem muito sucesso) ajudar a “estranha” e “perturbada” personagem principal.
Não bastasse todo o inferno causado por Filippa, Alena lida com muitas dúvidas. Sua sexualidade é abordada de uma forma muito real, com dois pesos a puxando constantemente para um ou outro lado. Josefin é uma alegoria que representa todas as dúvidas da garota, a parte que sempre a puxa para o lado pessimista da vida. A existência da amiga morta, interagindo com Alena o tempo todo, cria um aspecto misterioso ao redor de sua presença física no decorrer da história. Nos momentos em que ela está sozinha, a arte assume tons de laranja e roxo, cores que representam vitalidade e sucesso (laranja) e espiritualidade, magia e mistério (roxo), criando um estilo que pode ser interpretado como a persistência que permite Josefin ainda existir, e o que de tão misterioso a faz viver após a morte.
O autor é muito bem sucedido em unir os elementos citados acima com uma arte cinematográfica e expressiva, para criar não somente bons e memoráveis momentos, como também para chocar bastante. A violência é esbanjada em graus que se elevam a cada capítulo, e todo o sanguinolento desenvolvimento cria dúvidas na cabeça do leitor com relação ao que está acontecendo. Afinal, o que Josefin representa na vida da “heroína” desta história? O que ainda precisa ser contado? A condução desta aventura trágica é apoiada por uma narrativa rápida, plot twists tensos e uma cadência que lembra bons filmes do tema. A dicotomia entre a vilania e o heroísmo também se faz presente, aumentando a angústia no decorrer das páginas.
As figuras adultas, retratadas como seres indiferentes, também soam reais. Durante boa parte da adolescência, muitos adultos simplesmente não entendem ou não se importam com o que se passa na cabeça dos jovens, e quem tenta ajudar acaba piorando a situação. Este tipo de situação ocorre de maneira similar com a conselheira do colégio de Alena, focada (também sem muito sucesso) em desvendar a mente da aluna que vem sofrendo tanto. Os outros professores, e até mesmo o diretor, basicamente aparentam não se importarem tanto com o que está acontecendo. E a garota está no fogo cruzado entre o desprezo e a superficial colaboração por parte de uma minoria.
O desfecho surpreende e fecha pontas soltas. Muitos dos acontecimentos mostrados em capítulos prévios, ao alcançar o final da história, tornam-se puramente interpretativos. Ao tentar decifrar a mente de Alena o leitor acaba mergulhando nas possibilidades, tentando explicar as coisas baseando-se na realidade. E os sentimentos de Alena, postos em xeque ao longo de tanto sofrimento, recebem um final inesperado, demonstrando não somente o que Josefin representou na vida da protagonista como também o quanto a angústia afetou seu psicológico: a prova definitiva de como as dúvidas podem transformar a vida de alguém num verdadeiro terror, tal qual um amorpsicótico. Especialmente num período tão sensível da vida como é a adolescência.
A obra foi vencedora do Swedish Comics Academy’s Adamson, prêmio de quadrinhos de maior importância da Suécia, além de ter sido publicada nos EUA pela Dark Horse, casa de famosas séries como Hellboy e Conan.
O autor possui outras séries publicadas, como Love Hurts, de 2009 – onde estabeleceu seu estilo de contar histórias – e Astrid, série protagonizada por uma aventureira espacial. A graphic novel Alena foi adaptada para o cinema, com um longa dirigido e roteirizado por Daniel di Grado, com textos de Kerstin Gezelius e Alexander Onofri.
Alena possui 120 páginas em papel couché 115g fosco encadernadas em capa cartão no formato 19 x 28 cm e valor de capa sugerido de R$ 59,90.
Tim Drake é considerado por muitos o melhor Robin. Foi o primeiro a conquistar um título solo dentro da editora, e é considerado pelo seu mentor, o Batman, o único capaz de supera-lo, o único capaz de se tornar o melhor detetive do mundo.
Drake teve participações importantíssimas na cronologia do morcego, conseguiu o título de Robin por si só, graças a uma descoberta feita por ele ainda adolescente: A identidade secreta de Batman e Robin. Bom… para saber mais sobre seu legado como Robin, sugiro que leiam essa matéria Legado | Conheça a história dos Robins, agora se quiserem saber tudo sobre o personagem e seu contexto dentro do Batverso e todo o universo DC você está no caminho certo, é por aqui mesmo, aproveite a leitura e seja bem vindo à Amazing Adventures!
Por Marv Wolfman e Pat BroderickPor Marv Wolfman e George PérezPor Marv Wolfman e Jim AparoPor Marv Wolfman e Jim AparoPor Marv Wolfman e Jim AparoAlan Grant e Norm BreyfogleAlan Grant e Norm BreyfoglePor Chuck DixonPor Alan Grant e Norm BreyfoglePor Alan Grant e Norm BreyfoglePor Chuck DixonPor Alan Grant e John WagnerPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Alan Grant e Jim AparoPor Doug Moench e Jim AparoPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Doug Moench e Jim AparoPor Doug Moench e Jim AparoPor Doug Moench e Bob McLeodPor Chuck Dixon e Graham NolanPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Doug Moench e J.H. Williams IIIPor Chuck DixonPor Alan Grant e Chuck DixonPor Chuck Dixon e Graham NolanPor Alan GrantPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck Dixon e Staz JohnsonPor Chuck Dixon e Alan GrantPor Todd Dezago e Todd NauckPor Peter David e Todd NauckPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Chuck DixonPor Bob Gale e Alex MaleevPor Greg Rucka, Kelley Puckett, Chuck Dixon, Devin Grayson e Ed BrubakerPor Greg Rucka, Ed Brubaker, Chuck Dixon e Devin GraysonPor Geoff JohnsPor Bill WillinghamPor Geoff JohnsPor Andersen Gabrych e Pete WoodsPor Brad Meltzer e Rags MoralesPor Geoff JohnsPor Devin Grayson e Ramon BachsPor Bill Willingham e Damion ScottPor Bill Willingham e Damion ScottPor Geoff JohnsPor Geoff JohnsPor Bill WillinghamPor Geoff JohnsPor Adam BeechenPor Geoff JohnsPor Adam BeechenPor Grant MorrisonPor Adam Beechen e Geoff JohnsPor Adam BeechenPor Sean McKeever, Geoff Johns, Marv Wolfman. Todd DezagoPor Grant MorrisonPor Chuck DixonPor Sean McKeeverPor Fabian NiciezaPor Tony S. DanielPor Christopher YostPor Geoff Johns e Francis ManapulPor Christopher YostPor Fabian NiciezaPor J.T. Krul e Nicola ScottPor Fabian NiciezaPor Eddie BerganzaPor Scott LobdellPor Scott LobdellPor Scott Lobdell e Fabian NiciezaPor Scott Lobdell e Fabian NiciezaPor Scott LobdellPor Will PfeiferPor Will PfeiferPor James Tynion IV e Scott SnyderPor Tom KingPor Will Pfeifer e Scott LobdellPor Tony BedardPor James Tynion IVPor James Tynion IV
Demais não? Gostaram desse lado das histórias em quadrinhos? você pode encontrar muito mais no restante da nossa coluna Amazing Adventures! Duvida? Vai lá tirar a prova!
A vida do Superman estava uma bagunça, o próprio herói estava sentindo que algo não estava certo. E se nada do que ele estivesse vivendo naquele momento fosse real? Após os eventos do arco Reborn, o personagem ganhou uma nova cronologia com elementos já conhecidos pelos leitores.
Em Action Comics #977 e #978, o herói ganha uma nova origem, mesclando e eliminando vários conceitos das anteriores. Krypton não é frio e totalmente científico como a origem escrita por John Byrne após a Crise nas Infinitas Terras, por mais que existam semelhanças com as vestimentas desenhadas por Byrne, é muito mais parecido com o mundo futurista da Era de Prata e de O Legado das Estrelas.
Ka-El é enviado ainda bebê para a Terra, Martha e Jonathan o encontram no meio da estrada, assim como na maioria das versões. Na adolescência, os melhores amigos de Clark são Pete Ross e Lana Lang, alguns momentos de Origem Secreta de Geoff Johns estão nessa fase da vida do Homem deAço assim como o primeiro encontro com Lex Luthor, uma ideia estabelecida pelo roteirista Mark Waid em O Legado das Estrelas. Todos os eventos relacionados à Morte e o Retorno continuam a valer aqui. A maior mudança na fase adulta do personagemfoi ter Perry Whitecomo padrinho de seu filho com Lois Lane: Jonathan Kent, introduzido durante a minissérie Lois e Clark.
Porém não pensem que o Superman dos Novos 52 foi apagado da cronologia. Durante Reborn nós descobrimos que ele é a metade que falta ao Pós Crise para se tornar completo. Dan Jurgens integrou a controversa versão do herói de maneira eficiente à essa continuidade. O Superman não passa por um reboot, passa por uma troca de trajes. Além disso, os pais de Clark continuam mortos. O roteirista também fez um pequeno retcon com a minissérie Lois e Clark. Nesse retcon, o Homem de Aço se afastou da Liga por um tempo para criar o seu filho.
Com vários mistérios solucionados e uma nova cronologia, o Superman finalmente se restabelece no Universo DC, mas a aventura continua.
Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Trovão em Suas Veias é o primeiro arco da revista The Migthy Thor (A Poderosa Thor). Lançado entre as edições 1-5 do título, essa nova fase da Deusa do Trovão é uma continuação direta de Thor Vol.4, que conta com a estreia da nova Thor da Marvel. Nesse novo começo, a equipe criativa continua sendo Jason Aaron no roteiro, Russell Dauterman nos desenhos e Matt Wilson nas cores.
No final do volume anterior é revelado a identidade da mulher que está portando o Mjolnir após o fatídico acontecimento da saga Pecado Original, em que Thor Odinson deixa de ser digno de seu martelo. A grande surpresa envolvendo a nova Deusa do Trovão é a revelação de que se trata de Jane Foster assumindo o cargo de seu amado e, mais do que isso, Jane está com câncer e ser Thor a deixa cada vez mais próxima da morte.
Thor/Jane Foster
A história de A Poderosa Thor situa-se oito meses depois de Thor Vol.4 e começacom Jane Foster fazendo quimioterapia e explicando sobre sua doença e porque transformar-se em Thor tira um pouco de sua vida. A causa da morte lenta de Jane é até simples e envolve uma questão real sobre o câncer.
As químicas da quimioterapia são veneno para o corpo humano, elas destroem as células cancerígenas, mas também devastam a saúde do enfermo. Jane, ao portar o martelo mágico, elimina todo veneno de seu corpo. Portanto, ela não pode curar seu câncer. A magia do martelo não é capaz de eliminar o câncer, pois é uma doença que é parte do indivíduo, não é um vírus que se hospeda no corpo humano, são as próprias células do corpo que se voltam contra o individuo.
The Mighty Thor #5
Há ainda outro fator que dificulta a vida da Thor: Odin.
Desde que Odin descobriu a existência de uma nova Thor, o Pai de Todos não está nada feliz de ter ver alguém portando um Mjolnir mudado que não aceita que ninguém o use além da Thor.
Odin proibiu a presença da Thor em Asgard e faz dela um alvo do Congresso dos Mundos, que é uma aliança formada entre os dez reinos; Asgard, Midgard, Jotunheim, Vanaheim, Alfheim, Muspellheimr, Svartalfaheimr, Nidavellir, Niflheim, e o mais recente reino introduzido na Marvel, o Heven. Cada reino é representado por uma figura de seu povo. Asgard tem Volstagg, o volumoso, e Midgard tem Jane Foster.
Devido a sua dupla função de Thor e representante de Midgard no Congresso dos Mundos, Jane precisa esconder um segredo mortal, o que a impossibilita de manter-se na forma de Thor e evitar as consequências de sua transformação em Deusa do Trovão.
The Mighty Thor #4
Junto ao desenvolvimento da personagem principal acontece o desenrolar de uma Guerra Civil em Asgard, causada pela tirania de Odin, e uma Guerra de Elfos; luminosos e negros, causada pelo vilão Malekith em parceria com Dario Agger, o líder maligno da corporação Roxxon que pretende explorar os recursos naturais de Alfheim. Os dois vilões desse arco já vinham sendo desenvolvidos em Thor: Deus do Trovão e Thor Vol.4. A novidade está na formação de uma aliança dos dois com outras figuras malignas do Universo do Thor, como Loki, Laufey e Encantor.
The Mighty Thor #1
Loki tem um grande destaque nesse primeiro arco. A dualidade complexa do personagem é desenvolvida em alguns momentos com o Deus da Trapaça mostrando a sua faceta de vilão, que alterna entre uma intenção heroica de evitar uma ameaça maior, a Guerra dos Reinos. E como um personagem complexo que é, o trapaceiro acaba surpreendendo o leitor com uma atitude um tanto vilanesca no final do arco.
The Migthy Thor #3
Quem já vinha acompanhando toda a fase de Jason Aaron com Thor tem ciência de que o escritor caminha todos os seus arcos para uma trama maior que, nesse caso, é a Guerra dos Reinos. Essa guerra foi descrita como a guerra que deu fim a todas às guerras em um vislumbre do futuro que aconteceu em Thor: Deus do Trovão. Portanto, tudo que acontece nesse primeiro arco são prelúdios para o que está por vir nessa saga épica construída por Aaron.
Acontecem muitas coisas em apenas cinco edições e tudo com muita ação do começo ao fim. Para deixar tudo mais empolgante, Russell Dauterman e Matt Wilson trazem um espetáculo visual de arte com muitas cores, efeitos de magia espalhafatosos, onomatopeias estrondosas, pancadarias e expressões furiosas.
Trovão em Suas Veias é um bom começo para uma nova fase da Thor. Cumpre com muita exatidão a função de empolgar o leitor, desenvolver personagens e trazer uma arte de encher os olhos.
É hora da aula com o Professor Vinicius, e hoje nós vamos aprender alguns motivos que fazem com que japonês seja um povo estranho. E claro que um dos principais motivos são as benditas Light Novels de nome enorme. É o caso de Roku de Nashi Majutsu Koushi to Akashic Records.
Acho interessante começarmos com uma breve introdução. Não sobre o show, nem sobre quem trabalha na obra, mas sim sobre o que diabos são REGISTROS AKÁSHICOS.
Economizando uns cinco minutos da sua vida, eu mesmo procurei no Google e contarei do que se trata: basicamente, estamos falando de uma parte importante da corrente de estudos da Teosofia, que diz que existe um “Compêndio” onde tudo que já aconteceu, tudo que vai acontecer, e tudo que poderia ter acontecido, está arquivado. Esse compilado de informações sobre todas as almas que existem em todos os sistemas planetários se encontra no “Plano Etéreo“, e pode ser acessado por qualquer “portador de alma”, desde que ele esteja sob condições ideais (como em transe ou meditação, por exemplo).
Agora, no que isso tudo se encaixa com o anime que estamos discutindo no dia de hoje? Não faço a menor ideia.
Não, sério, eu realmente não sei como o conceito de “Registros Akáshicos” faz parte do show. O nome da série (que, como sempre, deveria ser um resumo da trama) nos sugere que o Professor de Magia, nosso protagonista, devia ter acesso aos Registros Akáshicos. Mas nada que aconteceu no primeiro episódio passou essa impressão.
Já um ponto que passou uma forte impressão, foi a ambientação do mundo. Enquanto fica claro desde os primeiros minutos que estamos em um mundo mágico, as cidades e as pessoas parecem estar numa Inglaterra vitoriana comum. Não sei se essa diferença brutal entre os dois “núcleos” é proposital ou não, mas o resultado acabou ficando extremamente desconfortável. Isoladamente, cada um funciona muito bem e tem uma qualidade acima da média para o gênero, mas quando tentamos mesclá-los, um verdadeiro choque cultural ocorre. Não apenas um, mas dois: o choque interno, onde ambas as realidades não conversam muito bem no próprio anime; e o choque externo, onde a audiência não sabe como lidar com essa diferença.
Animes ruins me obrigam a beber.
Deixando as inconsistências de lado e focando naquilo que foi realmente sólido, temos um trabalho técnico impressionante. Um nível incrivelmente alto para algo do tipo, que chegou até a me espantar, confesso. Uma animação fluída e com movimentação bonita (do estúdio LIDENFILMS, com direção de Makoto Iino), em conjunto com cenários e backgrounds de tirar o fôlego (arte por Aojashin). Tudo isso para cercar os personagens cujo design é carismático e não te deixa esquecer que estamos assistindo um harém escolar mágico genérico (por Satoshi Kimura), e ambientado por uma excelente trilha sonora, quase boa o suficiente para disfarçar a ruindade da história (composta por Hiroaki Tsutsumi).
O outro lado da moeda, que anda de mãos dadas com o problema da ambientação, é a total antítese entre a aparência e a personalidade dos personagens. Como já dito, os personagens são bonitos pra caramba, bem animados e com uma dublagem excelente, mesmo com o elenco de pouca experiência. Mas… São todos tão planos, tão simples… Esteriótipos andantes que não conseguem sair de sua zona de conforto em momento algum. A melhor personagem da série até aqui é uma garota que teve uma fala só no episódio inteiro, mas mostrou mais personalidade em suas faces como figurante do que todos os protagonistas juntos.
O que falar dessa guria que eu nem conheço e já considero pakas?
Poderia também comentar sobre a história, mas acredito ser muito cedo para isso. O primeiro episódio serviu para simplesmente jogar a premissa de o que virá pela frente, e terminou de uma forma inimaginável: eu não achei que poderia odiar o protagonista mais do que eu já estava odiando, mas… Ah, eu consegui. Apesar disso, toda a estruturação da trama pareceu cliché, e toda aquela exposição feita preguiçosamente através de narrações e diálogos desnecessariamente detalhados não ajudaram nisso.
Se quiser ver o copo meio-cheio, pode imaginar que, por estarmos no fundo do poço, o único caminho possível é pra cima. Eu meio que concordo, por isso acabei dando 5/10 para o primeiro episódio. Se as qualidades técnicas se mantiverem por todo o percurso, e eles tentarem fazer os protagonistas deixarem de ser sacos de batata ambulantes, talvez o show tenha salvação.
O anime possui transmissão simultânea pela Crunchyroll, com novos episódios todas as terças-feiras.
Com previsão de chegar às bancas no fim do mês, o Renascimento DC, a nova fase da editora, é um verdadeiro sucesso de vendas e está sendo muito bem recebida pelos fãs. Como acompanhar tudo é praticamente uma tarefa impossível, venho listar os 5 melhores títulos dela.
5 – Aquaman de Dan Abnett
Depois da aclamada fase escrita por Geoff Johns, Aquaman volta a figurar entre as melhores revistas. Quem escreve o título agora é Dan Abnett e o trabalho continua sendo bem feito. O roteirista traz um Arthur mais diplomata, tentando unir o povo de Atlântida com o da superfície. O dilema do homem entre dois mundos continua, mas com um ritmo muito mais frenético e urgente, a cada capítulo a tensão aumenta. Vale a pena conferir.
4 – Trindade de Francis Manapul
Depois de ilustrar as histórias do Flash de forma magistral, Manapul assume os três maiores heróis da DC: Batman, Superman e Mulher-Maravilha. Ao invés de focar na ação, ele explora profundamente a personalidade de cada um e traz de volta alguns elementos de Para o Homem que Tem Tudo, um clássico do Homem de Aço. Outro título que merece atenção.
Uma curiosidade: o roteirista e desenhista descreve o momento ocorrido entre Superman e Jonathan Kent na segunda edição como a relação que ele gostaria de ter tido com o seu pai.
3 – Batman de Tom King
Tom King é provavelmente um dos maiores prodígios dos quadrinhos na atualidade. Depois de escrever a elogiada minissérie Visão, fechou um contrato de exclusividade com a DC, então nada mais justo ele escrever o Batman. Depois de uma longa e elogiada fase nos Novos 52 pelas mãos de Scott Snyder, King assume o título, traz algumas novidades como Gotham e Gotham Girl, retorna com o Pirata Psíquico, alguns vilões esquecidos do morcego e explora todo o psicológico perturbado e sombrio do personagem. Quer mais motivos para acompanhar?
2 – Action Comics de Dan Jurgens
Responsável por escrever A Morte do Superman,Dan Jurgens é um roteirista que compreende o personagem. Jurgens traz muita ação em uma narrativa frenética fazendo jus ao nome da revista, volta com o vilão Apocalypse, desenvolve inúmeros personagens secundários e constrói perfeitamente por mais de dez edições o mistério do novo Clark Kent. Empolgante e divertida, é com certeza um dos melhores títulos e merece estar em segundo lugar.
1 – Superman de Peter J.Tomasi
Se tem alguém que escreve bem relações entre pais e filhos, esse alguém é Peter J. Tomasi. Depois de escrever Batman & Robin, Tomasi agora lida com um núcleo mais otimista. Superman agora tem um filho e precisa ensiná-lo a usar seus poderes. A premissa é tão simples que funciona, sendo que o Jon Kent é um personagem muito carismático e já caiu na graça dos fãs. O título encanta justamente pela sua simplicidade e por ser apenas uma leitura descompromissada, momentos como uma ida ao parque de diversões tornam-se muito prazerosos de se ler. Depois dos Novos 52, Superman deu a volta por cima e é com certeza o melhor título dessa nova fase.
Uma curiosidade: no terceiro arco da revista é feita uma homenagem a Darwyn Cooke, falecido no ano passado.
Concorda? Discorda? Qual título você acrescentaria nesta primeira fase do Renascimento da DC Comics? Comente abaixo!
“Bruce, eu te perdôo por não me salvar. Mas por que, em nome de Deus, ele continua vivo? […] Ignorando tudo que ele já fez. Cega, estupidamente, desconsiderando os cemitérios inteiros que ele preencheu, os milhares que sofreram, os amigos que ele aleijou… Eu pensei… Pensei que ao ter me matado… Eu seria o último que você o deixaria ferir.”
Jason Todd era um garoto de rua, criado pelo pior de Gotham City, seu pai, Willis Todd, um capanga do Harvey Dent (O Duas Caras, aquele cara da moeda), um dia desapareceu misteriosamente quando estava em meio a um, digamos… “trabalho”. Sua mãe, Catherine Elizabeth Todd, era dependente em drogas e acabou falecendo por uma overdose, deixando o pobre garoto órfão.
Vivendo em um abrigo sem qualquer perspectiva de vida, o pequeno Jason decide sair às ruas durante a noite e de repente dá de cara com o Batmóvel estacionado em um beco, e é claro que ele fez o que todos fariam na mesma situação (sim, foi ironia), começa a roubar as rodas do Batveículo (isso mesmo, ELE ROUBA AS FUCKING RODAS DO BATMÓVEL!), mas é pego pelo morcego, amarrado e levado até a Batcaverna.
Jason roubando as rodas do Batmóvel
Após descobrir tudo sobre o garoto (principalmente que ele era órfão), e depois de muita insistência do mesmo, o Batman decide cria-lo e treina-lo, para que Jason pudesse ter um futuro, e não virasse mais uma estatística no mundo do crime de Gotham.
Com um temperamento e atitude completamente impulsivos, Jason foi o Robin mais indisciplinado com quem o Batman já trabalhou. Carregando uma enorme determinação e um pouco de técnica, ele simplesmente achava que podia fazer tudo e quase nunca seguia os planos de seu mentor, mas apesar dos pesares, suas interferências, algumas vezes, davam certo.
Vendo como o sistema funcionava à medida que crescia, Jason não concordava muito com os métodos do morcego, e achava que os criminosos não deviam continuar vivos após o que faziam. Isso acabou deixando-o dentro de um dilema enorme: “porque matar não seria o certo?”, ainda mais quando surge um assassino em série chamado Felipe Garzonas, que sempre escapava da cadeia devido à influência diplomática de seu pai. Após o fim do arco, enquanto Felipe caía de um prédio, Jason é visto apenas olhando a sua morte, mas nunca foi confirmado o que aconteceu, ou ele o empurrou, ou o vilão pulou com medo da agressividade do garoto prodígio.
Em 1988, na edição Batman #428, Jim Starlin faz uma das mais icônicas sagas em meio aos quadrinhos: Morte em Família (não se confunda com morte da família, que é outra saga com participação do coringa nos N52). Nela Jason descobre que Catherine não era a sua verdadeira mãe e sim, Sheila. Quando vai ao seu encontro, descobre que ela trabalhava para o Coringa e tudo aquilo era uma emboscada, num momento marcante e bem doentio, após ser espancado por um pé de cabras usado pelo vilão e abandonado com uma bomba ao seu lado, acontece uma enorme tragédia e assim Bruce Wayne termina com mais uma lápide nos fundos da sua casa.
Morte em Família (1988)
Após alguns anos, Jason, que havia sido ressuscitado em um poço de Lázaro por Talia Al Ghul, volta como Capuz Vermelho (primeira identidade do Coringa), e completamente insano por vingança, sequestra e espanca o coringa utilizando um pé de cabra da mesma forma que foi espancado. Após os acontecimentos, Jason se torna completamente um criminoso, tudo que Bruce temia desde que o adotou.
Atualmente o Capuz Vermelho não é mais um vilão, mas ainda é um fora da lei (E qual vigilante não é?) e utiliza métodos não muito convencionais para alcançar seus objetivos. Fique agora com o Guia de Leitura cronológico do personagem.
por Jim Starlin, Max Allan Collins, Dave Cockrum e Jim Aparopor Chuck Dixon, Scott Beatty, Scott McDaniel e Andy Owenspor Jim Starlin e Jim Aparopor Jim Starlin, Judd Winick,Jim Aparo e Shane Davispor Tony S. Daniel, Geoff Johns e Marlo Alquizapor Judd Winick e Pablo Raimondipor Jeph Loeb e Jim Leepor Judd Winick, Doug Mahnke, Tom Nguyen e Paul Leepor Bruce Jones e Joe Doddpor Tony S. Danielpor Grant Morrison, Philip Tan e Pete Pantazipor Scott Lobdell e Paulo Siqueirapor Scott Lobdell e Kenneth Rocafortpor Peter Tomasi, Patrick Gleason, Cliff Richardspor Scott Snyder, James Tynion IV, John Layman, Ray Fawkes e Tim Seeleypor James Tynion IV, Scott Snyder, Tim Seeley e Steve OrlandoScott Lobdell e Denis Medripor Dexter Soy,Kenneth Rocafort e Scott Lobdell (Em andamento)
OUTRAS MÍDIAS
Em 2010 a Warner Bros. lançou uma adaptação animada do arco Sob o Capuz. Batman contra o Capuz Vermelho(Batman Under the Red Hood). Vale a conferida.
Em 2015, o Capuz Vermelho foi um dos vilões no game Batman: Arkham Knight, que marca o fim da elogiadíssima trilogia.
Elegia e Origem são dois arcos, com o roteiro de Greg Rucka e arte de J. H. Williams III, que foram lançados entre as edições 854-860 d Detective Comics em 2009. O foco das histórias é a Batwoman, que ainda era uma personagem em ascensão na DC Comics, mas após sucesso dessas duas histórias, consolidou-se de vez na editora e não demorou muito até que ganhasse um título próprio nos Novos 52 em 2011.
Em Elegia, Batwoman, a mais recentemente combatente do crime de Gotham, está envolvida em um caso envolvendo um culto violento liderado por uma vilã misteriosa conhecida como Alice, que pretende transformar a cidade num pesadelo ao estilo Alice no País das Maravilhas. Até então, isso é só mais um dia comum em Gotham.
Alice e Batwoman e Detective Comics #854
A grande sacada de Elegia é ligar todos os elementos da trama à Kate Kane, a Batwoman, e a sua origem que, aos poucos, é construída de uma forma mais concisa do que tinha sido apresentado até então. Essa tarefa de construção da personagem recaiu sobre Greg Rucka, escritor familiar a muitos leitores de quadrinhos, cuja uma das marcas registradas é trabalhar com personagens femininas fortes e independentes.
O nome do arco só passa a fazer sentido no final da trama. Sendo elegia uma poesia que lamenta a morte de um ente querido, no final, descobrimos que se trata de um lamento a morte de Alice, que na verdade é a irmã gêmea de Kate, que até então era considerada morta em um sequestro quando as duas ainda eram crianças.
Logo que termina Elegia já começa o arco Origem, desenvolvendo o passado da Batwoman e suas motivações que a transformaram em ume o e um dos fatores que fatores que uma das personagens mais representativas da comunidade LGBT dos quadrinhos.
Detective Comics #859
Parte do sucesso da Batwoman nos quadrinhos também se deu pela de arte de J. H. Williams III, já conhecido por alguns pelo seu trabalho em Promethea com Alan Moore. Williams dá um show visual com dois tipos de arte. O primeiro estilo envolve belíssimas páginas duplas recheadas de ação quando o foco é o desenvolvimento heroico da Batwoman, mas o cenário muda quando o foco é a vida particular de Kate, pois o artista traz um traço mais simples e dinâmico para contrastar com a faceta de vigilante da personagem.
Toda a maestria de arte apresentada em Elegia e Origem rendeu dois prêmios a J. H. Williams III no Eisner Awards 2010 nas categorias de Melhor Arte e Melhor Capa.
Detective Comics #857
Se uma das histórias definitivas do Batman é o Ano Um de Frank Miller e David Mazzucchelli, Elegia e Origem de Greg Rucka e J. H. Williams III são as histórias definitivas da Batwoman.