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Quer começar a ler Zagor? Conheça Zagor Especial em Cores!

Zagor, personagem criado em 1961 por Guido Nolitta (pseudônimo de Sergio Bonelli) e Gallieno Ferri, é publicado no Brasil de forma ininterrupta desde o final dos anos 70. Passando por várias editoras ao longo dos anos e contando bimestralmente com duas revistas publicadas em banca, um leitor novato pode se sentir perdido, sem saber exatamente por onde começar. Sanando este problema acaba de ser lançada a primeira edição da série Zagor Especial em Cores, da Mythos Editora, disponível nas bancas e livrarias de todo o país!

Za-gor-te-nay, O Espírito da Machadinha, surgiu seguindo o sucesso de Tex, o herói de western criado por Gian Luigi Bonelli e Aurelio Gallepini. Atuando na fictícia Floresta de Darkwood, na Pensilvânia, o personagem que veste camiseta vermelha e amarela age como um pacificador, mediando problemas entre brancos e índios e também protegendo as pessoas de ataques sobrenaturais.

A principal diferença e atrativo das histórias deste herói é o lado fantasioso que Nolitta, filho de Gian Luigi Bonelli, decidiu acrescentar à mitologia. Por se tratar de um personagem de western, é comum que haja o pensamento de que suas histórias estão limitadas a contos envolvendo bandidos, índios, militares e problemas “pé-no-chão”, mas acompanhado de seu fiel amigo mexicano Chico, que dá o tom de humor às histórias, são enfrentadas assombrações, alienígenas, monstros e outras bizarrices, usando sempre o excelente porte físico, inteligência e capacidade de luta com os famosos tomahawks, qualidades oriundas do protagonista.

O personagem na Itália faz parte dos sucessos intermediários da Sergio Bonelli Editore, que publica outros personagens como o já citado Tex, Dylan Dog (que retornou às bancas brasileiras, saiba mais AQUI) e Martin Mystère. No Brasil, sua história começou em 1978 com a editora Vecchi, e desde então o herói passou pelas editoras Rge (1985-1986), Globo (1987-1988), Record (1989-1995) e atualmente, Mythos (1999 – presente). Suas séries são variadas, como Zagor, Z. Extra, Zagor Especial, Zagor Gigante e Z. Anual, além de revistas comemorativas lançadas em períodos específicos. Atualmente, somente Zagor e Zagor Especial seguem sendo publicadas, mas a Mythos Editora decidiu dar início a uma nova coleção chamada Zagor Especial em Cores, republicando um clássico do personagem, ponto de partida ideal para novos leitores.

A Origem de Zagor é o nome dado ao famoso arco O Rei de Darkwood, publicado na Itália nas edições 55 e 56 da série Zagor. Como todo bom personagem das histórias em quadrinhos, quando surgiu Zagor era somente um herói bondoso que não tinha receio em agir da forma mais correta possível. Com o passar das décadas e fixada a bem-sucedida publicação deste título, seus criadores decidiram esmiuçar o passado sombrio do herói, voltando à sua infância e, com narração em primeira pessoa por parte do próprio Espírito da Machadinha, chegando no momento presente da cronologia.

Neste especial colorido, Zagor conta a Chico a triste história de seu passado, desde quando ele era menino e morava com o pai e a mãe numa cabana às margens do rio Clear Water quando, num dia terrível, os Wilding (seus pais) foram atacados e mortos pelos índios abenakis, liderados por um branco, Salomon Kinsky. Jurando vingança, o futuro Rei de Darwood não conseguia aplacar a sua sede de vingança até que, um dia, viu-se frente a frente com Kinsky, e esse encontro mudaria para sempre a sua vida.

A premissa simples da origem de Zagor é brilhantemente narrada por Nolitta e Ferri. Com ótimo desenvolvimento os autores permitem que um leitor, novato ou não, emocione-se com as tragédias e bons momentos da vida do personagem. Sua relação com seu mentor, Wandering Fitzy, e a forma como torna-se o Rei de Darkwood é contada em detalhes ao longo das quase 170 páginas deste primeiro volume, entretendo do início ao fim. As cores, estranhas para leitores acostumados com o preto e branco dos quadrinhos Bonelli, não atrapalham a narrativa e dão um charme adicional, visto que esta é a primeira vez que o arco da Origem de Zagor é publicado no Brasil desta forma.

Mas qual seria a diferença de Zagor Especial em Cores em comparação com Zagor e Zagor Especial? A principal é o fato deste volume compilar uma aventura completa e praticamente isolada do senso de cronologia, visto que ela basicamente apresenta este universo. Com a possibilidade de acompanhar uma revista desde o primeiro número, a história é 100% compreensível para o leitor que desconhece qualquer fato sobre o personagem, e abre margem para o início de uma série similar a Zagor Collezione Storica a Colori (Zagor Coleção Histórica em Cores, em tradução literal) da Itália.

Por se tratar do possível início da uma nova coleção, e acertadamente começando com um arco tão introdutório, a série Zagor Especial em Cores é promissora. A seleção de histórias ficará a cargo dos editores da Mythos, que possuem um longo catálogo de aventuras coloridas que podem ser inseridas nesta série, possibilitando que republiquem grandes clássicos do personagem pela primeira vez em cores no Brasil, ou partindo para séries inéditas, como a cultuada Color Zagor.

A esperança é de que, com a novidade, mais leitores brasileiros se interessem em desbravar os mistérios da Floresta de Darkwood, e com a mesma empolgação do herói, possam repetir o grito de guerra do Espírito da Machadinha: AAHHYAAAAKK! 

Zagor Edição Especial em Cores está disponível na Amazon e nas bancas de todo o país, e possui 166 páginas encadernadas no típico formatinho Bonelli da Mythos Editora.

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Seis séculos de história retratados em A Infância do Brasil

A Infância do Brasil, obra de José Aguiar publicada pela AVEC Editora, é uma narrativa única. Ao apresentar um quadrinho histórico narrando seis séculos do nosso Brasil, o autor decide com maestria situar a perspectiva em um lado pouco explorado: o das crianças brasileiras.

Da colonização a modernidade, passando pelo período escravagista e industrial, A Infância do Brasil é um verdadeiro documento do passado, com imagens fidedignas que se assemelham a retratos e pinturas de livros, e texto apurado, com nuances de cada momento da nossa língua portuguesa em que a narrativa está situada.

A premissa desta série, publicada inicialmente como uma webcomic entre 2015 e 2016 e agora compilada em uma belíssima edição impressa, é lidar com o lado mais delicado e chocante da nossa história, criando paralelos com o Século XXI e levantando questionamentos sobre as diferenças entre passado e presente. Será que a situação mudou para melhor? Evoluímos como sociedade, ou as coisas não sofreram tantas alterações no decorrer das eras?

José Aguiar, dono de uma arte única complementada pelas lindas e vivas cores de Joel de Sousa, parte de uma característica em comum que é a presença de nomes iguais conforme o tempo passa, fechando um arco ao longo dos seis capítulos. A forma como o autor retrata a infância é crua e reflexiva desde as primeiras páginas. A escolha aqui é por mostrar o lado do povo brasileiro (pessoas NASCIDAS no Brasil, não colonizadores) mais sofrido, encarando problemas que construíram a sociedade como a temos hoje e que estão presentes nas fundações desta construção.

Fome, miséria, violência física e moral, trabalho e saúde são alguns dos temas explorados, dentre muitos outros como o abandono e questões familiares, modernas ou não e sempre remetendo a perda da infância.

Entre os momentos mais chocantes e memoráveis destacam-se o capítulo sobre a Lei do Ventre Livre, baseado em um relato histórico real, o caso da mãe que cria seu filho na cadeia, e a abordagem do presente, comparando a vida boa de um casal com a misérias nas ruas.

A leitura deste quadrinho desperta o desejo de saber mais. Aprender mais sobre o passado, encarar outras realidades e descobrir quais características estão marcadas com ferro quente no âmago do nosso país. A sofrida perspectiva das crianças é um sopro de criatividade na forma de abordar a história, tornando-se um relato que poderia ser aplicado nas escolas como material didático.

Nos extras são apresentados textos contextualizando cada um dos períodos da HQ, destacando ainda mais o caráter fidedigno da retratação histórica. Um dos grandes destaques dos quadrinhos nacionais mais recentes, com temática relevante e desenvolvimento único, a obra de José Aguiar merece ser lida por todos. Recentemente A Infância do Brasil foi indicado ao Troféu HQMIX 2016 na categoria Web Quadrinhos.

A Infância do Brasil possui 96 páginas encadernadas em capa brochura no formato 28 x 21 cm, com preço sugerido de R$ 49,90.

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Os 10 anos de Transformers e sua trajetória nas telonas

Odiando ou amando, Transformers é uma das maiores franquias cinematográficas de todos os tempos. Apesar dos filmes receberem duras críticas, eles já arrecadaram mais de 3 bilhões de dólares. Em julho, o primeiro longa live-action da saga completa 10 anos. Para comemorar, preparei um especial sobre a trajetória do primeiro filme live-action dos robôs disfarçados nas telonas. Liguem a Ponte Espacial e vamos rodar!

1 – Antes do tempo começar, havia o cubo.

Tudo começa no ano 2000 quando o diretor Joseph Kahn mostra o seu argumento para uma versão live action de Transformers para a Sony, mas eles perderam o interesse. Em 2003, o produtor Don Murphy tem intenções de fazer um filme de outra marca da Hasbro: G.I Joe. No entanto, devido aos ataques dos EUA ao Iraque, um filme dos Comandos em Ação não parecia uma ideia viável no momento. Carol Monroe, que estava no comando do departamento de filmes da Hasbro, sugeriu fazer um filme de Transformers. Tony DeSanto se junta ao projeto como segundo produtor e escreve um argumento cujo ele e Murphy tentaram comprar por algum tempo. O argumento acabou não sendo inteiramente utilizado, mas DeSanto tentou obter um crédito por sua escrita, mesmo que nenhum dos roteiristas tivessem visto o seu argumento. O filme foi anunciado oficialmente em junho de 2003.

Em 2004, depois da Dreamworks vencer a luta contra a New Line pelos direitos da franquia, Steven Spielberg assinou como produtor executivo enquanto John Rogers foi confirmado com roteirista. Em fevereiro de 2005, Rogers foi substituído por Alex Kurtzman e Roberto Orci que alteraram drasticamente o roteiro de Rogers. Spielberg tentou convencer, em julho de 2005, o diretor Michael Bay a dirigir o filme. Inicialmente, Bay recusou por ser um filme de brinquedos. Ele mudou de ideia mais tarde depois de participar da “escola Transformers” na Hasbro, mas decidiu fazer um filme mais realista e acessível para espectadores adultos.

Alguns dias após a lista de personagens humanos do filme cair na Internet, Shia LaBeouf, foi o primeiro nome do elenco a ser confirmado. Don Murphy, Hasbro e os roteiristas concordaram em ter Peter Cullen e Frank Welker como as vozes de Optimus Prime e Megatron, respectivamente. Bay fez as duas audições, mas apenas Cullen foi escolhido, ele preferiu Hugo Weaving como o líder dos Decepticons.

2 – O papel da Hasbro

Além de atuar como licenciante, a Hasbro também participou ativamente no desenvolvimento do filme, começando com uma introdução ao mundo dos Transformers, a Escola dos Transformers, para todos os envolvidos, incluindo Michael Bay. Ela também opinou sobre como os robôs seriam representados, a seleção de vozes, a nomeação de personagens, trabalhando no design dos robôs e a inclusão de easter-eggs, mas nenhum direito de veto. De acordo com Roberto Orci, a empresa estava mais interessada em uma adaptação adequada dos conceitos da franquia do que na divulgação da linha de brinquedos. Mesmo assim, Hasbro argumentou com Michael Bay bem cedo para decidir quais personagens seriam usados no filme e suas formas de veículo devido a longa produção dos brinquedos, mesmo que o roteiro ainda não estivesse pronto. Hasbro e Takara criaram os brinquedos baseados nos visuais da Industrial Light & Magic. A Takara não estava envolvida com a criação do filme.

3 – Os veículos

Diferentes de outras linhas de brinquedos da franquia, Hasbro e Takara não compartilhavam todos os direitos para os brinquedos do filme: Paramount e ILM se mantiveram com os direitos dos designs dos robôs, enquanto os veículos foram licenciados por empresas como a General Motors (Bumblebee, Jazz, Ironhide e Ratchet), Saleen (Barricade), a Indústria Force Protection (Bonecrusher), a Corporação Sikorsky de Aviação (Blackout) e a Corporação Lockheed Martin (Starscream). Apenas Optimus Prime não conseguiu licença, seu veículo no filme era genérico e todos os logos de manufatura foram removidos. Takara Tomy até identificou na figura Leader Class que o líder dos Autobots era um Kenworth W900 ao invés de um Peterbilt 379.

4 – A venda dos brinquedos

Apesar da Hasbro não ter lucrado diretamente com a bilheteria, possuir a marca Transformers permitiu que eles lucrassem muito mais com os brinquedos do que com marcas licenciadas, como Homem-Aranha e Star Wars. Além do mais, Hasbro estava disposta a dar 240 licenças para as empresas terceirizadas. Só nos Estados Unidos a Hasbro vendeu mais de 3 milhões de brinquedos em julho de 2007, enquanto o Walmart vendeu mais de 5 milhões com o filme simultaneamente. Eles foram vendidos frequentemente em lojas devido a popularidade, essa referida popularidade foi subestimada, logo não encomendaram tantos brinquedos. Houve problemas de transporte na China também.

5 – O papel do Exército Militar dos Estados Unidos

O Exército Militar dos Estados Unidos ajudou o filme providenciando veículos e soldados. Os veículos incluem um helicóptero MH-53 Pave Low (Blackout), inúmeros caças F-22 (um deles servindo como modo alternativo de Starscream), dois jatos de combate A-10 Thunderbolt, um avião E-3 Sentry AWACS, uma artilharia AC-130 Spectre e dois Ospreys V-22. Muitos outros aviões são vistos de fundo como alguns helicópteros UH-60 Blackhawk, vários Nighthawks F-117 e aviões de carga como o C-17 Globemaster e o C-130 Hercules. Soldados de verdade treinaram com os atores que interpretaram militares. O diretor Michael Bay permitiu que os soldados improvisassem seus diálogos para que tudo mais verossímil possível, Bay deu voz a eles. Os militares enxergaram o filme como uma nova forma de recrutamento.

6 – Patrocinadores

Além de promover a linha de brinquedos, o filme também apresentou aplicação de produtos de outras empresas, como a Apple, Yahoo, Burger King, Nokia, Panasonic, EBay e Hewlett Packard. As máquinas que ganharam vida pelo Allspark incluem um X-Box 360 e uma máquina de vender refrigerante da Mountain Dew. Ele também tem a participação de outras marcas da Hasbro, como My Little Poney e Furby. Além disso, os Autobots, com exceção do Optimus Prime, todos os veículos foram providenciados por subsidiárias da General Motors como seus modos alternativos, o que fez Bay economizar 3 milhões de seu orçamento.

Muitas dessas cooperações foram mútuas: Burger King ofereceu os obrigatórios lanches para crianças com brinquedos para o lançamento do filme, e os comerciais da General Motors e Mountain Dew têm debaixo dos títulos as frases: “Transforme o seu passeio.” e “Transforme o seu verão.”, respectivamente. De acordo com os produtores Lorenzo di Bonaventura e Ian Bryce, de alguma forma alguns desses produtos, como o EBay, não estavam originalmente incluídos no acordo patrocinador, mas fazia parte do roteiro desde o início.

7 – Efeitos Especiais

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Três quartos dos efeitos especiais foram feitos pela Industrial Light & Magic. O resto foi feito pela Digital Domain, uma companhia comprada por Michael Bay antes dele assinar o contrato para o filme. Alguns dos designers da ILM são fãs da franquia. Suportes e peças físicas foram construídas para a maioria dos Transformers no modo robô. Suportes de corpo inteiro para o Bumblebee (Camaro 2009) e o Decepticon Frenzy foram usados para cenas que envolviam interação com o elenco humano. O suporte do Bumblebee (Com a perna destacada) também foi utilizado para a cena em que ele é arrastado por um caminhão-guincho dirigido por Mikaela Banes (Megan Fox). A parte inferior do corpo congelado de Megatron também foi construída. O resto foram pedaços e peças sortidos, como a cauda e a cabeça do Scorponok, uma parte da perna do Optimus Prime incluindo as rodas, a cabeça azul dele junto com uma pequena parte do peitoral, e vários pedaços para representar o resto dos Decepticons destruídos jogados no oceano.

8 – Recepção

O filme foi recebido de forma mista pela crítica, é difícil dizer quantas das críticas negativas estavam interessadas em falar mal de Michael Bay ao invés do próprio filme. De outra forma, as críticas negativas mais comuns envolviam o fato do filme ser um espetáculo descerebrado, até quem avaliou o filme positivamente o viu como um filme pipoca puro com o objetivo de impressionar o público com os efeitos especiais e explosões ao invés de fazê-lo pensar, se isso é algo bom ou ruim para o filme, é totalmente discutível. Outro aspecto bastante criticado foi a duração, em particular, na sequência de ação final que é considerada expandida, caótica e difícil de acompanhar. 

Já com o público em geral e os fãs, Transformers foi muito favorecido. Entretanto, houve uma divisão de opiniões sobre o grande foco nos personagens humanos. Seu status com o maior fandom da franquia tem influenciado ao longo do tempo. Inicialmente, as opiniões foram mistas, mas favoráveis com o público. Quando A Vingança dos Derrotados estreou e se tornou infame por ter arrecado muito dinheiro na bilheteria e ser considerado uma das piores sequências de todos os tempos, o hype e a empolgação dos fãs caiu e a maioria deles começou a olhar para o primeiro filme de forma mais positiva. 

O filme bateu vários recordes de bilheteria como: Maior abertura da semana para uma não-sequência ($155,4 milhões), maior bilheteria no feriado de 4 de Julho ($29 milhões) e maior abertura na China continental ($3 milhões). Ainda falando na China, o filme terminou sua jornada arrecadando por lá $37 milhões. Este é o filme que mudou a cara da indústria e fez Hollywood se sentar e cortejar a China

Transformers foi indicado à três Oscars: Edição de som, Mixagem de som e Efeitos especiais. O filme ganhou um: O de efeitos especiais. De acordo com uma pesquisa feita em 2011, é o terceiro maior filme pirateado de todos os tempos. 

4 sequências foram produzidas: A Vingança dos Derrotados que estreou em 24 de julho de 2009, O Lado Oculto da Lua que estreou em 01 de julho de 2011, A Era da Extinção que estreou em 17 de julho de 2014 e O Último Cavaleiro que estreará no dia 20 de julho, e iniciará o Universo Cinematográfico da franquia, e expandirá a mitologia dos robôs disfarçados.

 

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Joe, o Bárbaro: a jornada fantástica de um garoto diabético

Misturando elementos de fantasia medieval com ficção científica e um universo mágico, Joe, o Bárbaro é uma minissérie em oito edições escrita por Grant Morrison com arte de Sean Murphy. Lançada nos EUA pela Vertigo, e agora republicada no Brasil pela editora Panini em uma belíssima edição de luxo, a aventura de Joe Manson para enfrentar seus medos e problemas de saúde é mais que uma simples história, tornando-se um belo conto de fadas.

As histórias criadas por Grant Morrison dividem opiniões. Enquanto alguns leitores o veem como um pseudo-intelectual que escreve sobre nada com palavras bonitas, ou que revisita velhos conceitos para disfarçar sua falta de criatividade, outros estudam o que o roteirista superstar quis dizer e referenciar com cada um de seus parágrafos, descrições de quadros e narrativas como um todo.

De um lado temos Os Invisíveis, Patrulha do Destino e Crise Final, enquanto do outro temos Homem-Animal, We3 e… Joe, o Bárbaro. E mesmo com todos seus trabalhos sendo absurdamente fantásticos, o destaque da história de Joe é a capacidade de criar mundos e paralelos com a vida real que Morrison aplica, com a estonteante co-criação de Sean Murphy.

Nunca uma jornada até a cozinha num dia chuvoso e sem luz seria tão absurda quanto a de Joe Manson. Diabético, Joe precisa manter seus níveis de glicose adequados, e enquanto seu pai faleceu em uma guerra e sua mãe trabalha e luta diariamente para manter suas vidas minimamente dignas, com a constante ameaça de perder a casa, o garoto vive com raiva e age com antipatia. Sofrendo bullying, Joe perde seu chocolate para um grupo de garotos, e ao retornar para sua casa, uma tempestade tem início. A vida do jovem muda a partir de então.

O garoto se vê transportado para um mundo onde seu rato de estimação, Jack, é um tipo de guerreiro samurai, seus brinquedos criaram vida e há um grande vilão, o Rei Morte, vivendo num local obscuro. Entre duas realidades, a física e a imaginativa da Hipogeia, chamada Reino de Ferro, Joe descobre que está tendo um ataque de hipoglicemia (baixos níveis de glicose no sangue), e precisa desbravar sua casa na escuridão em busca de algum tipo de açúcar, como um simples refrigerante. A jornada até sua cozinha, e consequentemente até o porão, é dividida entre as duas realidades, onde a casa de Joe afeta diretamente a forma e existência do mundo paralelo.

Se não bastasse a situação absurda descrita acima, Joe também é parte de uma profecia dos moradores do Reino, sendo chamado de O Menino que Morre, recebedor da difícil tarefa de salvar o mundo das garras do Rei Morte.

Apesar da sinopse louca, Joe é uma das histórias mais lineares de Morrison. O destaque, como citado, é a construção do mundo de Hipogeia, com seres fantásticos e uma atenção especial aos detalhes. Senhor dos Anéis, Alice no País das Maravilhas e Esqueceram de Mim são fortes influências no desenvolvimento de Joe, o Bárbaro, que introduz um garoto antipático e criativo, um típico nerd do colégio, e o desenvolve para que se torne uma pessoa melhor. De início, é difícil se relacionar com o herói (pouco heroico) desta série, mas até o final você já comprou suas dores.

A forma como Morrison e especialmente Sean Murphy retratam os cômodos da casa de Joe em paralelo com áreas específicas do outro mundo é um show por si só. Torneiras viram cachoeiras, vazamentos tornam-se rios, estantes viram castelos e escadas, grandes trilhas. O elenco de apoio, responsável por colaborar com a jornada de Joe, é muito carismático e cada um possui características que se destacam, enquanto a história se desenrola até uma batalha épica contra as forças do mal.

O paralelo traçado é claramente uma luta contra as complicações da saúde do protagonista e também uma forma de encarar seus problemas pessoais. Cada dificuldade e inimigo enfrentado pelo herói surge a partir de um enrosco presente na vida real, desde o ataque hipoglicêmico até as insatisfações e medos familiares. As cores estonteantes do premiado Dave Stewart complementam os belos traços de Murphy, tornando o mundo fantasioso algo verdadeiramente crível, com tecnologia e cultura próprias. As cenas escuras durante o apagão gerado pela tempestade e as paisagens exuberantes do Reino de Ferro possuem o mesmo brilho.

A minissérie pode ser descrita com palavras como sinceridade, aventura, desbravamento despretensioso e sentimentos, e ao longo das oito edições (que funcionam muito bem lidas em sequência, de uma só vez, com o encadernado) os autores exploram cada detalhe da casa do protagonista, e conseguem fechar todas as pontas soltas e ideias lançadas no decorrer da viagem, utilizando metáforas e análogos até as páginas finais.

Joe, o Bárbaro é prova concreta da capacidade de Grant Morrison em criar histórias relacionáveis com o leitor, sem pesar a mão nas alegorias literárias e referências quadrinísticas, soando como diversão pura e simples e entregando o que há de melhor nas ótimas histórias em quadrinhos. Vencedora do Prêmio Eisner de Melhor Minissérie, a jornada de Joe possui uma construção de mundo encantadora, que remete a imaginação das crianças e jovens, e de forma apaixonante deixa o leitor sedento por mais aventuras no Reino de Ferro, por mais bizarro que isso possa soar dadas as circunstâncias que levaram o garoto a conhecer o outro mundo.

A edição de luxo Joe, o Bárbaro da editora Panini possui 224 páginas encadernadas em capa dura, no formato 27,5 x 18 cm, com preço sugerido de R$ 72,00. O encadernado conta também com uma galeria de extras, onde Morrison e Murphy apresentam roteiros e artes conceituais que tornam a experiência do leitor ainda mais prazerosa e aprofundada.

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Deslocamento: Um diário de viagem, vida e medo da morte

Ao decidir acompanhar seus avós em um cruzeiro para o Caribe, Lucy Knisley se depara com as dificuldades, físicas e mentais, da convivência com idosos a quem ela tem tanto apego emocional, e através de seu quadrinho autobiográfico Deslocamento: Um diário de viagem, publicado pela Editora Nemo, a autora narrou os sete dias desta longa, complicada e reveladora viagem.

Nascida em Nova York, vivendo em Chicago e superando o término de um relacionamento, Lucy Knisley decide acompanhar seus avós, Phyllis e Allen, no cruzeiro de sete dias para o Caribe. Artista formada na School of the Art Institute of Chicago e no Center for Cartoon Studies, Deslocamento não é sua primeira obra publicada, porém marca sua ótima estreia no Brasil.

Com uma narrativa que quase sempre se resume em páginas completas com imagens pintadas, narrando sentimentos ou acontecimentos, Deslocamento é uma história cheia de sinceridade. Ao contar seus problemas pessoais e familiares com franqueza e bom humor, Knisley estreita uma proximidade com o leitor, especialmente com aqueles que convivem com pessoas idosas e sabem pelo que a autora está passando.

Sua arte é simples, com linhas claras e belas cores, e sua narrativa é fluida em todas as páginas, onde os olhos do leitor deslizam pelas imagens e balões de fala com naturalidade. O choque entre as duas gerações também gera desconforto, especialmente quando analisado em comparação com a visão de outras pessoas, que fazem julgamentos sobre as dificuldades pelas quais os idosos passam ao longo da viagem, e Lucy aprende mais sobre o passado de seus avós e sobre o valor da vida como um todo.

Apesar de curta, Deslocamento é uma história sobre aprendizagem. Ao submeter-se a esta difícil tarefa, a autora – que passa seu tempo livre lendo as histórias de soldado do seu avô, enfrentando casos de vida ou morte constantemente – consegue entender mais sobre si mesma, sobre o futuro e sobre o amor ao próximo, especialmente dando valor às pessoas amadas, sempre com bom humor e muita paciência.

E apesar das principais palavras-chave para descrever Deslocamento serem autoconhecimento, amor e cuidado, os sentimentos são muito reais, frutos do sincero relato autobiográfico aqui presente. Os dias passam com páginas de transição poéticas, que representam o nível do mar subindo, fazendo um paralelo com o tempo em alto mar e também com as experiências vividas, que assim como as águas, são conduzidas em ondas e vão numa crescente de conhecimento até o fim.

As formas de falar e agir de Phyllis e Allen são constantes dos mais velhos, que necessitam de atenção especial para tudo que fazem, e isso torna a experiência de leitura ainda mais autêntica. Lucy é submetida constantemente ao pensamento do “medo da morte“, e motivada por este medo, passa a dar mais valor à vida.

Uma história necessária, verdadeira e bem contada, este Diário de Viagem de Lucy Knisley é um deleite gráfico, com belas páginas e uma temática que faz refletir sobre o que o futuro reserva para você, e como será sua forma de encarar os impedimentos, estorvos e dificuldades da idade avançada. Ao mesmo tempo, a principal mensagem que a obra passa é não deixar a negatividade vencer, e cada nova vivência pode ser um grande aprendizado, por mais banal ou impossível que possa parecer.

Deslocamento: Um diário de viagem possui 144 páginas encadernadas em formato 23,8 x 16,6 cm, com preço sugerido de R$ 44,90, e é um dos lançamentos de 2017 da Editora Nemo.

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Crítica | Em Ritmo de Fuga

Em Ritmo de Fuga (Baby Driver) apresenta uma trama mafiosa nada convencional. Frenética e vibrante, cada manobra do motorista Baby (Ansel Elgort) e cada batida da  música nos faz ficar sem fôlego e impressionados com a habilidade do diretor e roteirista Edgar Wright, uma das grandes promessas do cinema atual.

Kevin Spacey (Doc), Jamie Foxx (Bats), Eiza González (Darling), Jon Hamm (Buddy) e Jon Bernthal (Griff) são os personagens correspondentes aos mafiosos e bandidos. Cada um com sua particularidade, toda a experiência desse incrível elenco foi usada em benefício da trama, colocando-os em conversas marcadas por diálogos sarcásticos e pontuais. Mérito total do roteiro escrito por Edgar Wright.

Edgar Wright está cada vez surpreendendo mais em seu trabalho, depois de filmes como:  Todo Mundo Quase Morto (2004), Chumbo Grosso (2007) e Scott Pilgrim Contra o Mundo (2010), o diretor demonstra uma maturidade tanto na direção como na escrita. Sua direção é precisa e bastante técnica, a câmera é ágil e consegue captar os planos certos para cada cena. A pós-produção não fica de fora, toda edição e montagem do filme é impecável. Os efeitos sonoros somados a movimentação de Baby junto de suas manias com a música provam isso.

O roteiro não é muito complexo, mas contém uma história simples que exige bastante dos atores e atrizes. Edgar Wright parece ter sugado bastante da fonte chamada Martin Scorsese, apesar de várias referências ao cinema, os filmes do Scorsese são os mais mencionados e usados. Além da pizzaria “Bons Companheiros”, é nítido o psicológico parecido entre Baby e Travis Bickel (Taxi Driver), interpretado por Robert Niro. Ambos estão em uma jornada de redescoberta e procuram outras trajetórias para suas vidas.

Aliás, o ator Ansel Elgort se esforçou bastante no papel principal. Provou que não está preso nessas franquias juvenis e consegue fazer papéis que exigem mais de si próprio. Baby protagoniza todos os momentos do filme, e o desenrolar da trama é marcado por cada escolha ou mudança do protagonista, seja emocional ou racional. Essa relação entre roteiro e protagonista é um detalhe importante e que não pode passar despercebido pelos espectadores.

Há algumas reviravoltas no terceiro ato e a ação chega a ser bastante requisitada, mas diferente dessas grandes produções hollywoodianas, Baby Driver é contido e direto no desfecho de todos os personagens. Algumas decisões podem ser questionáveis, mas condizem com o gênero em que a obra está situada.

Ao som de músicas como Nowhere To Run, Unsquare Dance, Tequila, B-A-B-Y, Blue Song e outras, Edgar Wright apresenta uma trama original e digna de vários prêmios no ano que vem. Muito difícil sair do cinema e não querer pegar um carro, colocar um fone de ouvido e sair pilotando como Baby.

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Emmy 2017 | Confira os indicados

Foram revelados hoje, dia 13 de julho, os indicados ao Emmy Awards 2017, o Oscar da Televisão. Esse ano será o mais disputado na categoria de série dramática, pois Games of Thrones, o favorito dos votantes, não estará concorrendo.

Confira os indicados:

Melhor série dramática:

  • Better Call Saul
  • The Crown
  • The Handmaid’s Tale
  • House of Cards
  • Stranger Things
  • This is Us
  • Westworld

Melhor série cômica:

  • Atlanta
  • black-ish
  • Master of None
  • Modern Family
  • Silicon Valley
  • Unbreakable Kimmy Schmidt
  • Veep

Melhor minissérie:

  • Big Little Lies
  • Fargo
  • FEUD: Bette and Joan
  • Genius
  • The Night Of

Melhor filme feito para a TV:

  • Black Mirror: San Junipero
  • Dolly Parton’s Christmas Of Many Colors: Circle Of Love
  • Sherlock: The Lying Detective (Masterpiece)
  • The Immortal Life Of Henrietta Lacks
  • The Wizard Of Lies

Melhor Atriz em série dramática:

  • Robin Wright – House of Cards
  • Viola Davis – How to Get Away With a Murder
  • Keri Russel – The Americans
  • Claire Foy – The Crown
  • Elisabeth Moss – The Handmaid’s Tale
  • Evan Rachel Wood – Westworld

Melhor Ator em série dramática:

  • Bob Odenkirk – Better Call Saul
  • Kevin Spacey – House of Cards
  • Liev Schreiber – Ray Donovan
  • Matthew Rhys – The Americans
  • Sterling K. Brown – This is Us
  • Milo Ventimiglia – This is Us
  • Anthony Hopkins – Westworld

Melhor Atriz em série cômica:

  • Pamela Adlon – Better Things
  • Tracee Ellis Ross – black-ish
  • Jane Fonda – Grace And Frankie
  • Lily Tomlin – Grace And Frankie
  • Allyson Janney – Mon
  • Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt
  • Julia Louis-Dreyfus – Veep

Melhor Ator em série cômica:

  • Donald Glover – Atlanta
  • Zach Galifianakis – Baskets
  • Anthony Anderson – black-ish
  • Aziz Ansari – Master of None
  • Willian H. Macy – Shameless
  • Jeffrey Tambor – Transparent

Melhor Ator em minissérie ou filme feito para TV:

  • Felicity Huffman – American Crime
  • Nicole Kidman – Big Little Lies
  • Reese Witherspoon – Big Little Lies
  • Carrie Coon – Fargo
  • Jessica Lange – FEUD: Bette And Joan
  • Susan Sarandon – FEUD: Bette And Joan

Melhor Atriz em minissérie ou filme feito para TV:

  • Ewan McGregor – Fargo
  • Geoffrey Rush – Genius
  • Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Lying Detective (Masterpiece)
  • John Turturro – The Night Of
  • Riz Ahmed – The Night Of
  • Robert De Niro – The Wizard of Lies

Melhor Atriz Coadjuvante em série dramática:

  • Uzo Aduba – Orange is The New Black
  • Millie Bobby Brown – Stranger Things
  • Ann Dowd – The Handmaid’s Tale
  • Samita Wiley – The Handmaid’s Tale
  • Chrissy Metz – This Is Us
  • Thandie Newton – Westworld

Melhor Ator Coadjuvante em série dramática:

  • Jonathan Banks – Better Call Saul
  • Mandy Patinkin – Homeland
  • Michael Kelly – House of Cards
  • David Harbour – Stranger Things
  • John Lithgow – The Crown
  • Ron Cephas Jones – This Is Us
  • Jeffrey Wright – Westworld

Melhor Atriz Coadjuvante em série cômica:

  • Leslie Jones – Saturday Night Live
  • Kate McKinnon – Saturday Night Live
  • Vanessa Bayer – Saturday Night Live
  • Kathryn Hahn – Transparent
  • Judith Light – Transparent
  • Anna Chlumsky – Vepp

Melhor Ator Coadjuvante em série cômica:

  • Louie Anderson – Baskets
  • Ty Burrell – Modern Family
  • Alec Baldwin – Saturday Night Live
  • Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt
  • Tony Hale – Veep
  • Matt Walsh – Veep

Melhor Ator Coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV:

  • Alexander Skarsgård – Big Little Lies
  • David Thewlis – Fargo
  • Alfred Milina – FEUD: Bette And Joan
  • Stanley Tucci – FEUD: Bette And Joan
  • Bill Camp – The Night Of
  • Michael Kenneth Williams – The Night Of

Melhor Atriz Coadjuvante em minissérie ou filme feito para TV:

  • Regina King – American Crime
  • Shailene Woodley – Big Little Lies
  • Laura Dern – Big Little Lies
  • Judy Davis – FEUD: Bette And Joan
  • Jackie Hoffman – FEUD: Bette And Joan
  • Michelle Pfeiffer – The Wizard Of Lies

Melhor Direção em série dramática:

  • Better Call Saul – “Witness” – Vince Gilligan
  • Homeland – “American First” – Leslie Linka Glatter
  • Stranger Things – “Chapter One: The Vanishing Of Will Byers” – The Duffer Brothers
  • The Crown – “Hyde Park Corner” – Stephen Daldry
  • The Handmaid’s Tale – “Offred (Pilot)” – Reed Morano
  • The Handmaid’s Tale – “The Bridge” – Kate Dennis
  • Westworld – “The Bicameral Mind” – Jonathan Nolan

Melhor Roteiro em série dramática:

  • Better Call Saul – “Chicanery” – Gordon Smith
  • Stranger Things – “Chapter One: The Vanishing Of Will Byers” – The Duffer Brothers
  • The Americans – “The Soviet Division” – Joel Fields e Joe Weisberg
  • The Crown – “Assassins” – Peter Morgan
  • The Handmaid’s Tale – “Offred (Pilot)” – Bruce Miller
  • Westworld – “The Bicameral Mind” – Lisa Joy e Jonathan Nolan

Melhor Direção em série cômica:

  • Atlanta – “B.A.N.” – Donald Glover
  • Silicon Valley – “Intellectual Property” – Jamie Babbit
  • Silicon Valley – “Server Error” – Mike Judge
  • Veep – “Blurb” – Morgan Sackett
  • Veep – “Groundbreaking” – David Mandel
  • Veep – “Justice” – Dale Stern

Melhor Roteiro em série cômica:

  • Atlanta – “B.A.N.” – Donald Glover
  • Atlanta – “Street On Lock” – Stephen Glover
  • Master of None – “Thanksgiving” – Aziz Ansari e Lena Waithe
  • Silicon Valley – “Sucess Failure” – Alec Berg
  • Veep – “Georgia” – Billy Kimball
  • Veep – “Groundbreaking” – David Mandel

Melhor Direção em minissérie ou filme feito para TV:

  • Big Little Lies – Jean-Marc Vallé
  • Fargo – “The Law Of Vacant Places” – Noah Hawley
  • FEUD: Bette And Joan – “And The Winner Is… (The Oscars Of 1963)” – Ryan Murphy
  • Genius – “Einstein: Chapter One” – Ron Howard
  • The Night Of – “The Art Of War” – James Marsh
  • The Night Of – “The Beach” – Steven Zaillian

Melhor Roteiro em minissérie ou filme feito para TV:

  • Big Little Lies – David E. Kelly
  • Black Mirror: San Junipero – Charlie Brooker
  • Fargo – “The Law Of Vacant Places” – Noah Hawley
  • FEUD: Bette And Joan – “And The Winner Is… (The Oscars Of 1963)” – Ryan Murphy
  • FEUD: Bette And Joan – “Pilot” – Jaffe Cohen, Michael Zam e Ryan Murphy
  • The Night Of – The Call Of The Wild – Richard Price e Steven Zaillian

Melhor Atriz Convidada em série dramática:

  • Cicely Tyson – How to Get Away with Murder
  • Laverne Cox – Orange is the New Black
  • Shannon Purser – Stranger Things
  • Alison Wright – The Americans
  • Alexis Bledel – The Handmaid’s Tale
  • Ann Dowd – The Leftovers

Melhor Ator Convidado em série dramática:

  • Ben Mendelsohn – Bloodline
  • BD Wong – Mr. Robot
  • Hank Azaria – Ray Donovan
  • Brian Tyree Henry – This is Us
  • Gerald McRaney – This is Us
  • Denis O’Hare – This is Us

O Emmy Awards 2017 ocorrerá em 17 de setembro.

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De Volta ao Lar | 21 Easter Eggs e Referências presentes no filme

O primeiro filme-solo do nosso Teioso inserido no Universo Cinematográfico Marvel já iniciou sua jornada nos cinemas, e aposto que a maioria dos fãs já encontraram os famosos easter-eggs no decorrer da trama, certo?

Para quem não percebeu, este post terá o objetivo de listar as principais pistas em Homem-Aranha: De Volta ao Lar.

Atenção, essa matéria irá entregar toda a trama do filme, caso você ainda não tenha assistido, é aconselhável assistir primeiro e depois voltar aqui.


1-Tema clássico

Logo na tradicional intro da Marvel Studios, fomos surpreendidos com o tema clássico da animação dos anos 60 que nos remete à uma sensação de nostalgia combinada com um tom mais moderno. A trilha sonora de Homem-Aranha: De Volta ao Lar é composta por Michael Giacchino.


2-Oscorp

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Perto do desfecho da trama, Happy está no celular com Peter Parker empacotando algumas coisas do Tony Stark e dos Vingadores, pois o edifício não será mais a base do grupo.  Ao ser questionado pelo garoto do motivo que levou a mudança dos heróis, o motorista e amigo do Homem de Ferro responde: ”Tony acabou de vender a torre para um empresário milionário dono de uma mega-corporação”

Claro de que não deixa específico quem é o ricaço, mas em um filme do Homem-Aranha onde um universo está sendo reconstruído, entende-se que só possa ser uma pessoa: Norman Osborn, também conhecido pela alcunha de Duende Verde. 


3-Habilidades

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Ao descobrir que seu melhor amigo é o Amigão Da VizinhançaNed acaba fazendo várias perguntas ao garoto e dentre elas, uma bem curiosa: ”Você pode convocar um exército de aranhas?” Pode parecer estranho, mas em Spectacular Spider-Man: Disassembled, o cabeça de teia consegue chamar alguns ”aliados” em sua batalha contra um ladrão de bancos: um grupo de aranhas.


4-O sobrinho que mora no Queens

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Quando Peter larga a festa de Liz Allen para investigar uma explosão na região, acaba se deparando com três bandidos, os dois Shockers e um mais ”medroso”, que é ninguém mais ninguém menos que Aaron Davis, Gatuno, interpretado por Donald Glover.

Um pouco a frente, o Homem-Aranha se encontra com o rapaz novamente. Nisso, Aaron começa a dar informações sobre a gangue do Abutre e de sua vida pessoal para o Teioso. Questionado por não querer se  envolver novamente com o grupo, Davis responde: ”Eu só queria usar a tecnologia deles para roubar algumas coisas cara, não sou louco de ficar me metendo com eles, meu sobrinho mora aqui no Queens e não quero que o machuquem” 

Nas histórias Ultimate, Gatuno é tio de ninguém mais ninguém menos do Miles Morales, Homem-Aranha da Terra 1610. Com essa informação, temos a confirmação que temos praticamente dois cabeças de teia no MCU.

Outro easter egg referente ao herói é nos créditos, que é mostrado a máscara de Miles logo atrás da de Peter.


5-Anos 80 em um filme de 2017

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São claras as referências aos clássicos dos anos 80 presentes no filme, que vão desde cenas de dança com a Tia May até perseguição envolvendo armas Chitauri.  A mais memorável é envolvendo o longa de 1986, Curtindo a Vida Adoidado, onde o nosso amado personagem imita uma das cenas ao passar por um monte de casas correndo. Além de outras cenas, que nos da a impressão de ser um filme dos anos 80 lançado em 2017.


6-Máquina do tempo

Ser herói não é fácil, principalmente quando você está no colegial, tendo que faltar uma vez ou outra, logo terá que conversar com o Diretor Morita. É melhor tomar cuidado Peter, pois seu avô serviu a segunda guerra mundial ao lado do Soldado Invernal e do Capitão América. Uma prova disso, é um quadro com a foto logo acima pendurado na parede.


7-Sara Pichelli

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Em um determinado momento, na ficha de Aaron Davis, percebe-se no canto inferior direito o sobrenome Pichelli, referenciando a desenhista do Ultimate Homem-Aranha, Sara Pichelli.


8-Hey, Mary Jane!

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No filme, existem duas referências a Mary Jane Watson. A mais comentada e perceptível é referente com a personagem de Zendaya. No final do filme, enquanto está tendo um grupo de estudos,  Michelle pede para que os seus colegas a chamem de MJ, o mesmo apelido da namorada do Teioso em outras mídias, porém, Kevin Feige já esclareceu ao público que elas não são a mesma personagem (para mais informações, clique aqui)

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Já durante a festa da Liz que está acontecendo logo no início do filme, é possível ouvir um rapa\ falando: ”Hey, Mary Jane!” enquanto duas garotas ruivas aparecem de relance na tela acenando para o garoto. 


9-O novo escudo do Capitão América e cinto do Thor

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Enquanto ajuda a embarcar os equipamentos dos Vingadores no avião, Happy menciona a existência de um novo escudo do Capitão América e de um cinto do Thor, que nos quadrinhos se chama Megingjörð e serve para deixar o Deus do Trovão mais forte. Existe também uma referência a Hulkbuster.


10-Ultimate Bagley  

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Em uma determinada cena, é possível ver pichado em um muro os dizeres Ultimate Begley. A referência é uma menção a Mark Bagley, um dos criadores de Ultimate Homem-Aranha. 


11-Vamos lá, Homem-Aranha!

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No momento em que Peter Parker tem que provar a si mesmo que é capaz de enfrentar alguém a altura, a cena é idêntica com a capa de The Amazing Spider-Man #33, onde o Amigão da Vizinhança tem que escapar dos escombros de um prédio que está em suas costas. A edição é ilustrada por Steve Ditko.


12-Eu sou o Batman

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Durante a última batalha entre o Abutre Homem-Aranha, o vilão vai até a lua e abre suas asas, referenciando a cena clássica de The Batman, que também foi vivido por Michael Keaton  


13-Ossos Cruzados

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A arma usada pelo segundo Shocker para intimidar o Amigão da Vizinhança é na verdade a manopla do Ossos Cruzados usada em Capitão América: Guerra Civil.


14-Escorpião

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Interpretado por Michael Mando, Mac Gargarn é um dos compradores da tecnologia da gangue do Abutre, sendo que na cena da balsao personagem sofre alguns danos caindo na água. Mais tarde, nas cenas pós créditos, Gargarn se encontra com Toomes e pergunta a identidade do aracnídeo, que mente falando que não sabeNa realidade, Mac Gargan é a identidade civil do vilão Escorpião, que aparentemente, será o antagonista da sequência. Outro easter egg referente ao personagem, é sua tatuagem no pescoço, que é de um Escorpião.


15-Karen 

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A inteligência artificial do traje de Peter é intepretada pela atriz Jennifer Connelly, esposa de Paul Bettany, ex-Jarvis e atual Visão. Temos um casal tecnológico na Marvel <3


16-Homem-Aranha do Sam Raimi 

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São três menções ao todo. A primeira, Ned pergunta qual o limite de sua teia e finaliza:  ”Fique na beira de um prédio e lançe sua teia até o máximo que você conseguir” uma clara referência ao primeiro filme do herói, onde o Cabeça de Teia está descobrindo os seus poderes. A segunda envolve a mesma cena do primeiro longa metragem, na qual o Peter (do MCU) tenta lançar uma teia em um guindaste e ele falha miseravelmente. Por último, mas não menos importante, a famosa cena do beijo também foi referenciado em De Volta ao Lar, quando Karen fala para o herói beijar a Liz Allen. A cena da divisão da barca também se assemelha com a do trem em Homem-Aranha 2


17-Deadpool

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Sim ,ele está lá! Enquanto os alunos fazem uma série de exercícios no ginásio na aula de educação física, Liz está conversando com seus amigos, falando que gostaria de beijar o menino aranha. Então, um dos colegas questiona: E se o rosto dele for todo queimado por debaixo da máscara?” Uma clara referência ao Mercenário Tagarela.


18-Reator Arck, Mark 42 Ultron

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Quando Adrian Toomes rouba o avião que está com os equipamentos dos Vingadoresé possível reparar uma caixa cheia com Reator Arc, outra contendo a cabeça do Ultron e no fundo a Mark 42 de Homem de Ferro 3 toda danificada.


19-Tio Ben 

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Quando Ned descobre que o seu amigo é o Homem-Aranha, ele sugere para que o garoto conte tudo a Tia May. Recusando a falar toda a verdade para May, Parker menciona que ela já sofreu muito no passado e não quer que ela sofra novamente. Uma clara referência a morte do Tio Ben.


20-De Volta ao Lar 

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O filme se encerra com a mesma cena presente nos quadrinhos de mesmo nome, onde a Tia May descobre que seu sobrinho é um super herói, porém, de uma forma menos violenta e mais bem humorada.


21-Guerra Civil

No final, Stark acaba oferecendo um novo traje para o herói, que recusa e tem seu uniforme padrão de volta. A roupa tem aspectos que lembram o Aranha de Ferro dos gibis. Descobre-se também que estava sendo planejado uma coletiva de imprensa para que o herói revelasse que iria integrar os Vingadores, cena que seria baseada em Guerra Civil, onde o teioso mostra sua cara ao público. Na mesma cena, Tony decide pedir Pepper em casamento com um anel que estava guardado a oito anos, época do primeiro filme do Homem De Ferro.


Bônus-Tony Stark e Peter Parker


Esses foram os easter-egg encontrados, vigilantes, reparou em mais algum que não está na lista? Comente! Até a próxima e com grandes poderes, vem grandes… droga, tenho que ir para a aula, tchau!

 

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Análise | Final Fantasy XII – The Zodiac Age

Final Fantasy XII original foi um ótimo jogo que surgiu na hora errada. Lançado para PlayStation 2 muito próximo ao lançamento do PlayStation 3 e Wii significava que o jogo poderia sofrer com o negligenciamento. Aqueles que decidiram apostar no jogo, no entanto, foram recompensados com uma excelente aventura RPG, cheia de belos visuais, um mundo fascinante e uma abordagem única de roaming livre para exploração e combate.

Agora estamos aqui, 11 anos depois, com uma atualização de alta definição para PlayStation 4, The Zodiac Age. Por sorte, o tempo foi gentil com o Final Fantasy XII e, graças a uma série de aprimoramentos, esse potencial original não realizado da JRPG pode finalmente ser desbloqueado.

A história refrescante do terremoto de Final Fantasy XII enfoca as lutas de personagens apanhados em uma teia de política e guerra, em vez de um estereotipado e cataclísmico de “salvar o universo”. O foco dos personagens em seus pequenos e importantes papéis em uma luta maior faz com que as várias reviravoltas, traições e triunfos da história se sintam mais impactantes. Ele é ajudado por uma das melhores localizações de sempre. Este é um dos jogos onde conversar com cada NPC não é nada maçante, o que é especialmente impressionante quando você considera que um playthrough pode variar de 60 horas a mais de 100, dependendo do seu ritmo.

Para aqueles que não estão familiarizados, Final Fantasy XIIThe Zodiac Age derruba o combate baseado em turnos de séries por algo muito mais parecido com uma tomada de decisões de um jogador em jogos MMOs. Atrás são as batalhas aleatórias que mudam para uma tela de combate separada a cada poucos passos. Aqui, criaturas vagam pelo campo, passando para frente e para trás, às vezes entrando em lutas com animais rivais. Você e seu grupo de amigos se aproximam deles e começam a lutar em tempo real, mas em vez de ter que parar de combater constantemente para inserir comandos, você pode programar cada um de seus personagens com gambitsque são ações inteligentes dentro do jogo que auxiliam na tomada de decições. Você pode configurar seus personagens para curar automaticamente os membros do partido quando sua HP cai abaixo de um determinado limite, dispara feitiços elementares contra fraquezas inimigas ou responder com feitiços debuff contra o inimigo. Os haters dizem que isso pode levar o jogo a “jogar por si só”, mas, na verdade, tudo o que faz é recompensar os jogadores que compreendem completamente a carga atual do seu gameplay e o comportamento inimigo com uma exploração mais rápida e eficiente.

Foi um sistema de combate surpreendentemente profundo em 2006, e é ainda melhor agora, graças à maior mudança de Final Fantasy XIIThe Zodiac Age: a inclusão do Zodiac Job System. Uma das maiores críticas (e mais legítimas) do jogo original é que cada um dos personagens de Final Fantasy XII compartilha a mesma grade de License grid – ou seja, um quadro gigante cheio de habilidades e habilidades para desbloquear com os Licence Points obtidos pela matança de monstros. Isso levou a construções de partes homogêneas, onde os personagens se tornaram máquinas de matança mais ou menos idênticas pelo final do jogo.

 

 

Em Final Fantasy XIIThe Zodiac Age, esta placa única e maciça é substituída por uma série de grades específicas originalmente disponibilizadas na edição internacional exclusiva do Japão. No início, os personagens podem escolher entre 12 placas diferentes, cada uma contendo um punhado de habilidades únicas. Embora algumas dessas habilidades sejam compartilhadas entre placas, elas são amplamente distintas e formadas em torno de papéis muito específicos: o Mago Branco é seu curador, o Monk é o seu tanque que se concentra no combate desarmado, o Time Battlemage pode manipular o fluxo de combate E vem equipado com arcos e assim por diante. Isso obriga você a tratar sua party como algo mais do que apenas swaps, e você terá ainda mais personalização com a escolha de um segunda classe, uma vez que você obtenha cerca de um terço do caminho completo.

Descobrir os gambits e otimizar as construções antes de enfrentar monstros selvagens e matadores é incrivelmente acolhedor, como se curvar com uma novela de fantasia densa e permitir-se o prazer de passar o tempo absorvendo tudo. A história quase parece ser construída para acomodar isso, em vez de colocá-lo sob constante ameaça de clímax narrativo, as apostas se desenvolvem lentamente à medida que sua equipe de rebeldes e piratas do céu procuram pedaços mágicos poderosos conhecidos como “nethicite” para contra-atacar o Império invasor. É um pouco distante e subjugada, como se fosse escrita por alguém que realmente gosta de documentários históricos. Como resultado, sua narrativa se sente muito mais madura do que outras entradas na série; Menos adolescente e mais máquinas políticas e dramas radicais do que você esperaria. As críticas feitas contra a história de Final Fantasy XIIThe Zodiac Age ainda são válidas, os jovens protagonistas Vaan e Penelo, embora não tão desagradáveis como poderiam ter sido, sentem que não têm impacto na história, mas a falta de urgência permite que você mergulhe realmente nos ambientes, e explore além dos limites da história principal, e a satisfaçam da sua vontade que deseja melhores habilidades é mais forte.

 

A atmosfera de Final Fantasy XIIThe Zodiac Age torna mais fácil se envolver em seu mundo. Não se engane: este é certamente um jogo de PlayStation 2 trazido para 2017, e seu conjunto de zonas interconectadas menores sugere os grandes espaços abertos que as futuras sequências de FF. Mesmo assim, o Final Fantasy XIIThe Zodiac Age é bem-sucedido em grande parte graças a uma impressionante direção artística e sensação de locação, cheia de ambientes distintos, designs de moda e criaturas que parecem reais o suficiente para se sentir como um mundo vivido. Locais como o reino do deserto de Rabanastre ou o Feywood de Mist-thick ficam melhores do que nunca, os modelos de personagens aprimorados dão a nossos heróis um tom de destaque, e uma trilha sonora regravada e reorganizada impele uma maior aura de admiração e aventura nas sequências de ação.

Infelizmente, há problemas em Final Fantasy XII. Por um lado, o mundo está cheio de missões secundárias, mas você não saberia isso, apenas olhando, as únicas missões adicionais de Final Fantasy XIIThe Zodiac Age são suas caças opcionais contra monstros mais poderosos. Para tudo o resto, você simplesmente tem que lembrar que a pessoa com quem falou sobre uma chave perdida é realmente o início de uma cadeia de missões de um tamanho considerável. Também há momentos entre as sequências narrativas, onde você está obrigado a reduzir alguns níveis adicionais para continuar, especialmente perto do confronto final. Uma função útil permite que você dobre (ou até quadruplicar) a velocidade do jogo para ajudar a suavizar esses momentos, mas não há como se locomover as vezes onde você terá que correr de ida e volta para fortalecer seus personagens ou ganhar matéria prima suficiente para atualizar sua Kit.

VEREDITO:

Final Fantasy XIIThe Zodiac Age é muito mais do que um jogo com novo visual.

Sem dúvida o título envelheceu notavelmente bem, e aqui melhor de forma significativa. Graças aos aprimoramentos gráficos e aos ajustes de jogabilidade bem-vindos oferecidos, a ovelha negra da franquia Final Fantasy finalmente obtém a segunda chance que merece. Além da narrativa, que se sente tão bem e interessante como já se sentiu há mais de uma década, e os vários novos aprimoramentos e ajustes darão aos novos jogadores a chance de experimentar a magia pela primeira vez e os fãs do original vão se sentir em casa.

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Homem-Aranha | A trajetória do herói nos cinemas

Como já dizia um sábio: Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades…”, e quantas responsabilidades! Considerado o maior herói da Casa das Ideias, o Homem-Aranha é o segundo personagem que já passou por alguns reboots nas telonas.

São 40 anos de história desde o lançamento de Spider-Man (1977) até o mais recente longa, Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017). E para celebrar esta nova versão, a Torre de Vigilância preparou uma dossiê recontando o que tivemos de melhor e pior nas franquias anteriores.


O Início da Jornada (1977-1979)

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Lançado para TV no final dos anos 70 em formato de minissérie, Spider-Man foi o primeiro live action do Amigão da Vizinhança. Criada por Alvin Boretz e protagonizada por Nicholas Hammond no papel de Peter Parker, a série conta a história de um fotógrafo que trabalha para o Clarim Diário e tem como objetivo separar sua vida pessoal da sua vida de herói.

Com um roteiro simples, a série conseguiu conquistar o coração dos fãs na época de seu lançamento, que já ansiavam para ver o Teioso desde sua estreia nos quadrinhos, em 1962.

Embora tenha tido um sucesso considerável, a série foi cancelada após 13 episódios. O escalador de paredes de Nicholas Hammond ganhou mais duas produções para a TV em formato de filmes: Homem-Aranha Ataca Novamente e Homem-Aranha: O Desafio do Dragão.

Confira os posters dos filmes abaixo:

 

Dirigido por Ron Satlof, Homem-Aranha Ataca Novamente foi dividido em duas partes, uma lançada em 5 de Abril de 1978 e a outra no dia 12 do mesmo mês. Na trama, o cabeça de teia já é uma figura bem famosa em Nova York, e a cada dia é mais amado e idolatrado pela população da cidade.

Em um certo dia, um homem impedido pelo Homem-Aranha de se suicidar, acaba chamando a atenção de uma emissora de Miami, que está disposta a entrevistar o rapaz. O jovem acaba revelando que seus  professores e colegas de faculdade pretendem acionar um reator atômico e criar plutônio no campus. Sabendo da notícia, o Espetacular Homem-Aranha vai atrás da gangue para impedir que uma tragédia ocorra.

Já em O Desafio do Dragão, Min Lo Chan, o ex-espião e atual ministro chinês de desenvolvimento industrial do seu país, se reencontra com J. Jonah Jameson, seu ex-colega de faculdade e atual editor chefe do Clarim Diáriopara lhe dizer que precisa de sua ajuda para encontrar três marinheiros que possam livrar sua barra. Para piorar, Chan está sendo perseguido pelo Sr. Zeda, um milionário radicado na China e que pretende acabar com o ministro do país. Resta ao Amigão da Vizinhança limpar a barra do Sr. Chan.

Os uniformes

 

Com um visual bem simples e marcante, o primeiro traje que estreou nos primeiros episódios era bem similar ao dos quadrinhos, onde suas únicas diferenças eram as lentes mais arredondadas. Já nos episódios seguintes, o uniforme sofreu algumas alterações, como por exemplo lentes maiores e menos arredondadas, lançadores de teia por cima da roupa e um cinto contendo os cartuchos para recarregar.

Curiosidades

  • Os olhos da máscara continham vários furinhos para que o ator Nicholas Hammond pudesse enxergar o que estava acontecendo ao seu redor. Já nos episódios seguintes, os furinhos foram substituídos por lentes espelhdas, facilitando ainda mais a visão de Hammond.
  • O tema e a abertura sofreram modificações, onde na segunda abertura é mostrado o Homem-Aranha pulando em frente as Torres Gêmeas (também conhecidas por World Trade Center, que sofreu um atendado pela Al Qaeda em 11 de Setembro de 2001, culminado a destruição completa dos edifícios e de alguns prédios locais em Nova York).
  • Nas gravações de Homem-Aranha Ataca Novamente, o dublê de Nicholas Hammond se machucou feio ao bater em um prédio onde estava filmando uma ‘sequência onde o herói precisava ficar pendurado em um helicóptero.
  • Homem-Aranha Ataca Novamente ganhou um álbum de figurinhas na década de 80 aqui no Brasil.

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Homem-Aranha sob a boa direção de Sam Raimi (2002-2007)

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Falar no seu Aranha predileto é sempre questão de um longo debate na internet, não é mesmo? Porém, não estou aqui para colocar no pedestal nenhum diretor ou denegrir a imagem de outros. O objetivo é mostrar no que cada diretor contribuiu ao adaptar este grande personagem dos gibis para as telonas e o primeiro a se destacar foi Sam Raimi.

Apesar de um mediano terceiro filme, é unânime que os dois primeiros caíram no gosto dos fãs e são sempre lembrados pela sua qualidade no roteiro e atuação dos atores. Raimi trouxe elementos clássicos, o que deixou tudo ainda mais prazeroso de se apreciar. São tantas cenas memoráveis que fica difícil escolher uma favorita.

Um detalhe interessante sobre essa franquia foi a forma como foi consolidada num mundo cinematográfico em relação as adaptações de gibis, onde só tínhamos a 20th Century Fox, com o Universo dos Mutantes, dando assim início a Era Moderna dos Heróis.

Os uniformes 

 

Tobey Maguire usou o mesmo uniforme nos três filmes da franquia (sendo que no primeiro longa tivemos o vislumbre do “aranha humana”, que não era nada mais nada menos que uma blusa com uma aranha, um pano vermelho com um corte nos olhos, uma calça moletom, um tênis vermelho e branco e uma luva com as mesmas cores).

Apesar de possuir detalhes bem semelhantes com os dos quadrinhos, o traje não possuía um lançador de teias (já que eram orgânicas, ou seja, vinham do corpo de Peter), as teias não eram desenhadas no uniforme como nos quadrinhos e muito menos continham a coloração preta, e sim pratas e salientes.

As lentes são espelhadas e dão um toque de bravura para a máscara do herói. Além das aranhas, que são mais parrudas e deformadas, mudando apenas o tamanho e a coloração. No terceiro filme, o Aranha teve sua versão simbiótica adaptada para as telonas. Ao invés de ficar sem teias e com uma aranha grande e branca nas costas e peito, esse traje continha as teias do uniforme, e os símbolos do herói ficaram prateados ao invés de brancos.

Curiosidades

  • Tobey Maguire quase abandonou a produção de Homem-Aranha 2 por constantes dores nas costas devido as filmagens de Homem-Aranha Alma de Herói. Portanto, Jake Gyllenhaal seria seu substituto, mas por sorte o ator se recuperou a tempo.
  • Sam Raimi já tinha assinado contrato para dirigir Homem-Aranha 2 apenas um mês antes do lançamento do primeiro longa.
  • Originalmente, Sam Raimi queria apenas o Venom para ser o antagonista de Homem-Arnha 3, porém a Sony achava que o psicopata alienígena não sustentaria o filme sozinho, então os produtores obrigaram o diretor a incluir pelo menos mais dois vilões na trama, que seriam o Homem-Areia e o novo Duende Verde (Harry Osborn).
  • Em Homem-Aranha, uma cena onde o herói prenderia um helicóptero roubado nas Torres Gêmeas foi retirada da versão final por conta dos atentados de 2001.

  • Os atores Sam NeillRobin WilliamsStellan Skarsgard e Robert De Niro fizeram testes para interpretar o Doutor Octopus.
  • Originalmente, seriam 6 filmes do cabeça de teia com o mesmo elenco e Sam Raimi na direção.
  • Homem-Aranha 4 contaria com 4 vilões principais, que seriam: Lagarto (Dylan Baker), Abutre (John Malkovich), Gata Negra (Anne Hathaway) e Carnificina. O longa estrearia em 6 de Maio de 2011, mesmo dia do lançamento de Thor (da Marvel Studios) e seria filmado inteiramente em 3D.
  • Na década de 90, a Sony planejava um rumo completamente diferente para o Homem-Aranha nos cinemas. A ideia do estúdio era produzir um filme do teioso com James Cameron na direção, Leonardo DiCaprio como Peter Parker e  com Duende Verde Doutor Octopus como os principais antagonistas do longa, sendo o último interpretado pelo Arnold Schwarzenegger

O filme seria para maiores e contaria com cenas de sexo, violência explicita, com direito a um Take do Peter Parker se transformando em uma aranha-humana toda nojenta e assustadora como efeito da picada.

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  • Originalmente, o uniforme do Duende Verde no primeiro longa seria mais fiel ao dos quadrinhos, mas o diretor optou por uma armadura, que para ele, dava um ar mais moderno ao personagem.
  • David Lynch planejava roteirizar e dirigir um filme do herói a partir de uma visão mais adulta. O filme começaria com a morte de Gwen Stacy pelas mãos do Duende Verde. A trama se desenrolaria a partir dessa fase na vida de Peter Parker.
  • Wolverine faria uma ponta em Homem-Aranha 2, mas devido a agenda agitada de Hugh Jackman a aparição acabou sendo cancelada. Mas o Justiceiro de Thomas Jane apareceu no longa, e na cena final em que Mary Jane foge de seu casamento e corre pela rua para se encontrar com Peter, é possível ver o personagem ao fundo encarando a moça.

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The Amazing Spider-Man (O Espetacular Homem-Aranha) – 2012 a 2014

O sonho de ver Homem-Aranha 4 nunca se concretizou, pois a Sony decidiu fazer um reboot no Teioso e modificar várias coisas da franquia anterior, apesar de manter alguns paralelos. O desafio de Marc Webb era manter a atenção do público para o herói, mas acabou dividindo opiniões em relação às decisões tomadas nos roteiros de seus dois filmes. Apesar dos erros, ainda assim Andrew Garfield foi uma ideia bem acertada para essa nova atmosfera e adicionando uma maravilhosa química com Emma Stone. Tudo saiu de maneira bem fluida.

https://www.youtube.com/watch?v=FpKPiHYJc54

A trama dos longas é centrada num Peter Parker finalizando sua carreira escolar e iniciando a acadêmica, onde também precisava arrumar um emprego, e o principal e mais importante, conciliar sua vida de herói com a de civil. Tudo isso se complica ainda mais quando ele precisa cumprir a promessa do Capitão Stacy em relação a Gwen Stacy.

Os uniformes 

 

São três trajes no total, dois em The Amazing Spider-Man e apenas um em The Amazing Spider-Man 2. No primeiro longa, quando Peter Parker acaba de ganhar seus poderes, o rapaz começa uma investigação intensa para descobrir quem é o assassino do seu querido Tio Ben, e para isso Peter acaba improvisando. O resultado é algo bem simples, uma camiseta preta, calça e jaqueta jeans, com um All Star preto e branco nos pés. Como máscara, o herói utilizou apenas um tecido vermelho e lentes de óculos escuros para cobrir seus olhos, além de uma touca em sua cabeça. Quando as coisas começaram a ficar mais sérias, Parker percebeu que teria que utilizar um traje mais “profissional” e específico. Assim nasceu o primeiro uniforme oficial do teioso estrelado por Andrew Garfield.

Com inspirações do Homem-Aranha de Saim Raimi, a roupa é feita de látex, com as lentes amareladas e uma aranha maior (inspirada em você sabe quem) e ainda mais estilizada, uma bota se assemelhando a uma chuteira  e um lançador de teias por dentro do uniforme feito a partir de um relógio.

A partir da continuação, o herói ganhou uma roupa ainda mais próxima dos quadrinhos e também inspirada na trilogia original. O traje ganha lentes maiores e mais redondas, um vermelho e azul mais vivos, teias saltando do uniforme, mas ao invés de cinzas, pretas; além de um novo lançador de teias mais potente feito de metal.

Curiosidades

  • Ao ser escalado como o cabeça de teia, Andrew Garfield assumiu que foi uma grande mudança em sua vida, onde ele teve que começar a malhar diariamente e estudar o comportamento das aranhas para uma melhor performance nas telonas.
  • Andrew odiava o primeiro uniforme, pois segundo ele, só poderia vestir a roupa sem nada por baixo (isso mesmo, sem cueca) e ainda teve que raspar todos os pelos do seu corpo para interpretar o herói, exceto o cabelo e as sobrancelhas. 
  • Em O Espetacular Homem-Aranha 2, teríamos uma pequena participação de Mary Jane interpretada pela atriz Shailene Woodley, que chegou a filmar algumas cenas mas infelizmente foi cortada na edição final do longa.

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  • Para promover o longa, a Sony divulgou várias notícias fakes na rede social Tumblr. Dentre elas, uma matéria escrita por Eddie Brock sobre a prisão do serial killer Cletus Kassady, também conhecido como Carnificina. 
  • Por meio de inúmeros easter eggso Sexteto Sinitro seria incluso na franquia e ainda teria um filme solo dentro deste universo. Porém, com o acordo entre a Marvel Sony, nada disso aconteceu.
  • Andrew Garfield e Tobey Maguire possuem várias semelhanças. Os dois estrelaram pelo menos um filme de Terry Gilliam antes de atuar como Peter Parker. Em 1998, Maguire esteve presente em Medo e Delírio enquanto Garfield fez uma ponta em O Mundo Imaginário de Doutor Parnassus, de 2009.
  • Torre Stark seria incluída digitalmente em Nova York no primeiro filme, dando a entender que a franquia seria situada no MCU. Mas por falta de tempo do estúdio a adição foi cancelada dos planos.

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Homem-Aranha e seu retorno à Marvel (Presente)

Finalmente, depois de tanto pedir e implorar, o Espetacular Homem-Aranha está De Volta ao Lar! Depois de um ataque hacker realizado na Sony em 2015, várias informações do estúdio vieram à tona, incluindo os títulos, datas e atores dos futuros filmes cancelados da franquia protagonizada por Garfield. O mais interessante dessas informações era um acordo que estava sendo feito entre a Marvel Studios Sony Pictures, indicando o Homem-Aranha no MCU.

https://www.youtube.com/watch?v=tgC7WPoiJrs

O herói fez sua estreia no MCU em 28 de Abril de 2016, no longa Capitão América: Guerra Civil com uma participação pequena, porém importante. Estrelado pelo novato Tom HollandPeter Parker agora tem 16 anos e está cursando o segundo colegial e tem como dever separar sua vida de estudante da sua vida de herói, sem que ninguém descubra.

Durante a premiere de Guerra Civil, soubemos que o novo longa do herói se chamaria Homem-Aranha: De Volta ao Lar, e que ao todo serão 6 filmes, sendo 3 se passando no colegial e outros 3 mostrando a vida adulta do personagem.

Os Uniformes 

 

Logo de cara, a Marvel presenteia os fãs com um excelente uniforme do Cabeça de Teia. Com um belo visual, o traje é uma mistura oriunda da originalidade da Casa das Ideias com referências vindas diretamente dos quadrinhos, como por exemplo os lançadores de teia por fora da roupa, máscara com olhos expressivos, uma aranha bem caricata no melhor estilo MCU no peito, e nas costas a tão amada e querida aranha ‘gordinha’, que os fás sempre desejaram vê-la em alguma versão live action.

Em De Volta ao Lar, Peter utiliza exatamente a mesma roupa de Guerra Civil, mas com pequenas alterações, como cores mais vivas, mudança na parte traseira da bota e a presença das famosas teias nas axilas, que servem como um planador para o herói.

Como parte do ritual desse início de carreia heroica, ele precisou construir seu próprio traje. Apesar de bem simples, a roupa é considerada por muitos como uma das melhores já adaptadas para as telonas. Ela é constituída por uma lente expressiva e lançadores de teia feitos pelo jovem, uma camisa de manga longa azul por baixo de um moletom cortado nos braços, vermelho com um símbolo do herói desenhado em caneta permanente, uma calça moletom azul clara e uma bota de tecido com uma sola de um tênis All Star colada em sua parte superior.

Curiosidades

  • Tom Holland não sabia que tinha sido escolhido como o herói até ver o anúncio oficial da Marvel no Instagram.
  • Apesar de utilizar o sentido aranha em Guerra Civil, Jon Watts optou em não explorar o poder em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. O diretor assumiu que ele poderá ser melhor utilizado nas continuações.
  • Por ser tagarela demais, a Marvel proibiu Holland de ler o resto do roteiro de Vingadores Guerra Infinita, com medo de que o ator possa revelar alguma informação secreta do filme.
  • Enquanto filmava o longa em AtlantaTom pegava o traje do herói escondido e ia visitar hospitais infantis locais. O ato se tornou um costume frequente do ator. Além de ter ganhado o uniforme da Casa das Ideias, agora o rapaz traz alegria frequentemente para as crianças e adolescentes internados.


Menções Honrosas

Responsabilidades na Terra do Sol Nascente (1978-1979)

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Isso mesmo que vocês leram, Vigilantes. O nosso Amigão da Vizinhança já ganhou uma série no Japão para que o personagem fosse popularizado por lá, e apesar de não ter feito muito sucesso, deixou sua contribuição para o gênero, já que foi a primeira produção da Toei a colocar o herói no comando de um robô gigante.  

https://www.youtube.com/watch?v=me-wMZeKck4

A série não tinha como base os quadrinhos do Homem-Aranha (além do uniforme), tendo que adicionar sua própria trama e mitologia para enriquecê-la. A história é bem simples e bem similar com a origem do Superman. O planeta Spider é destruído por uma entidade cósmica e uma criança é enviada para a Terra

A criança acaba caindo no Japão e recebe o nome de  Takuya Yamashiro, e mais tarde acaba descobrindo toda a verdade e se torna o Supaida-Man.  Ele tem como dever proteger o planeta de ameaças alienígenas ao lado de seu robô Leopardon.

O uniforme

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O traje é bem simples e até bem fiel ao dos quadrinhos, mudando apenas o formato de suas lentes (que eram feitas de pano) e a ausência de um lançador de teia, que foi substituído por um bracelete que servia para guardar o uniforme.

Curiosidades

  • Marvel proibiu que a série fosse exibida fora do Japão, por achar que era japonês demais (sério?).
  • DC ameaçou processar a série por plágio.
  • Hasbro burlou as regras da Casa das Ideias e fabricou uma linha de colecionáveis da série, mas foram proibidos de serem vendidos nos Estados Unidos.

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Universo do Aracnídeo na Sony (Venom e Gata/Sabre de Prata) – Presente

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Originalmente anunciados para compor o universo do Homem-Aranha de Marc Webb e mais tarde cancelados juntos com a franquia e agora restabelecidos num novo universo, o filme solo do Venom e Gata Negra/Sabre de Prata prometem explorar uma abordagem diferente da que os fãs estavam esperando.

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De um lado temos um filme R-Rated de terror contando a história de um jornalista que já tinha indícios de sociopatia, e que ao se fundir com um ser alienígena, começa a ter uma sede por sangue e matança. O personagem não será o vilão de seu filme solo, mas sim sua criação, Carnificina. O personagem é considerado pior que Venom, já que não possui piedade e mata por diversão.

Inspirações para o visual do personagem

Segundo rumores, os spin-off serão SIM situados no MCU, mas no melhor estilo ”Netflix”, ou seja, eles estarão lá mas no seu próprio canto. A decisão dá para os dois estúdios uma liberdade criativa muito grande, podendo produzir filmes mais violentos e abusivos.

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De outro lado, temos um filme de espionagem sendo produzido para integrar esse universo tão vasto. Gata Negra e Sabre de Prata será dirigido pela veterana Gina Prince-Bythewood (A Vida Secreta das Abelhas). Até o fechamento dessa coluna, não foram revelados mais detalhes de ambos dos projetos.

Curiosidades

  • Sony está cogitando a possibilidade de produzir um filme dos personagens Mistério Kraven.
  • Tom Holland pode aparecer nos longas, com cenas curtas e quase irrelevantes.

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Os filmes do Teioso fizeram gerações inteiras felizes, deixando  sua marca na história, e que certamente continuarão inspirando os jovens desta geração, incluindo este que vos escreve.

E lembre-se Vigilante, com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades… Até a próxima!

Homem-Aranha: De Volta ao Lar já está em cartaz em todos os cinemas brasileiros e sua continuação chega em 4 de julho de 2019. A próxima aparição do Amigão da Vizinhança nas telonas será em 25 de abril de 2018 em Vingadores: Guerra infinita e posteriormente em Vingadores 4.