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Kiko – o cão sem dono, em breve no catarse

Riccardo Carnauba, tem uma carreira como ilustrador onde conta em suas tiras sua história com Kiko, seu cachorro de estimação. Essas aventuras agora sairão no Catarse em forma de um livro ilustrado, confiram!

Em uma noite chuvosa e triste, dois corações solitários, um humano, outro canino, se encontram e se tocam. “Kiko, o cão sem dono” é uma história sobre encontros e desencontros e sobre o poder do amor, uma história pra rir, chorar e ser coberto(a) por uma “avalanche de fofura”.

Você pode apoiar esse projeto a se tornar um belo livro, para isso, cadastre-se no pré lançamento no Catarse. Belas recompensas estão sendo preparadas para os apoiadores, fique de olho e não se esqueça de apoiar.

Siga e compartilhe o perfil do autor, ( @riccardocarnauba ) para que mais apaixonados por livros (e animais) possam conhecer e apoiar esse sonho. No perfil do artista você encontra mais informações sobre esse lançamento e ilustrações da história. Kiko, o cão sem dono contará com 8 artistas do Brasil e de fora, que farão uma arte para essa história. Acompanhe aqui.

 

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Pelintra, nova HQ de Bruno Brunelli, está em campanha no Catarse

Já está no ar a campanha para financiamento coletivo no Catarse para Pelintra, nova HQ do Bruno Brunelli e que continua e fecha a história sobre a vida de Zé Pelintra. A história começou a ser contada em, revista que foi publicada no ano passado.

Depois que a mãe morreu no incêndio, Zé rodou por aí até se encontrar com amigos que o ensinaram por anos a ser um juremeiro e a viver mais feliz. Porém o caminho é grande, e a jornada continua. Caindo nas graças dos morros do Rio de Janeiro, aprendeu que o importante não é como se morre, e sim como se vive!

 

Protetor da Boemia, dos bares e dos jogos, considerado o malandro supremo, Zé Pelintra é uma das entidades mais famosas da mística brasileira. O Zé Pelintra é uma das mais importantes entidades de cultos afro-brasileiros, especialmente entre os umbandistas.

A entidade é muito famosa na parte cultural, principalmente no mundo dos sambistas. São inúmeros sambas-enredo, ou os chamados pagodes-pé-de-mesa em que o Malandro é citado e referenciado.

Pelintra terá formato 21 x 28 cm, capa cartonada e aproximadamente 36 páginas coloridas. Para saber mais detalhes da campanha, valores, recompensas e para apoiar, clique AQUI.

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Marvel Comics divulga as prévias de Moon Knight: Black, White & Blood

A Marvel Comics divulgou através do Comic Book, as prévias de Moon Knight: Black, White & Blood, antologia do Cavaleiro da Lua que terá um roteirista e desenhista distinto em cada edição. 

A minissérie começará com uma trama desenvolvida pela dupla Jonathan Hickman e Chris Bachalo. A história será essencial para o futuro do herói, sendo o único conto da antologia que será canônico dentro do universo regular da Marvel. Situada há seis mil anos no futuro, a trama mostrará um novo personagem como o Cavaleiro da Lua, no qual viaja por distantes galáxias para vingar o nome do seu deus caído, Khonshu. Ele é o último devoto (e quiçá o Avatar) da entidade da Lua egípcia. A fábula será intitulada de We Named the Dog Anubis.

Marc Guggenheim, Jorge Fornes, Murewa Ayodele e Dotun Akanda também serão os artistas colaboradores. Todavia, suas visões perante o Cavaleiro da Lua não serão canônicas.

Cavaleiro da Lua é um herói da Marvel Comics criado por Doug Moench e Don Perlin, no qual fez a sua primeira aparição em Agosto de 1975 no gibi Werewolf by Night #32. O personagem é o Avatar de uma longa linhagem do deus Khonshu, sendo Marc Spector, um mercenário com transtorno dissociativo de identidade, a persona mais notória que já usou o manto do vigilante. 

Produtos do Cavaleiro da Lua em promoção você só encontra na amazon.com.br, confira!

 

 

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Era outra vez como se fosse a primeira

Não eram para serem contadas em livros repletos de ilustrações meigas, teatros de fantoches, filmes destinados ao público infantil e nem de longe em rodas de sala de aula do jardim de infância. Provenientes da oralidade baseada em mitos e superstições, as fábulas originais tinham como principal objetivo trazer medo e alertar sobre os riscos do cotidiano de uma época em que as florestas escuras reinavam sobre a terra.

Sim, os Irmãos Grimm te enganaram mais vezes que seus familiares quando prometiam comprar para você aquele brinquedo da vitrine quando estivessem já no caminho de volta para casa. Mas pense no lado bom: ao menos você, diferente dos contos originais, provavelmente não foi violentado por aproveitadores que se passavam por “príncipes encantados” ou mutilado por animais selvagens ao se perder em uma vegetação densa que engolia subitamente quem ousasse adentrá-la. Ao menos espero eu que não tenha chegado perto de passar pelas mesmas situações, pois Era Outra Vez – O Lado Sombrios dos Contos de Fadas resgata parcialmente os elementos originais de histórias tradicionais e aqui nem sempre o final é feliz.

IMAGEM: amazon.com.br

Com trabalhos que vão de 3 a 14 páginas, cada um dos cinco capítulos contém uma trama já muito conhecida para leitores habituais ou apenas ouvintes: João e Maria, Cinderela, Branca de Neve, Chapeuzinho Vermelho e A Bela Adormecida aparecem exatamente nessa ordem no recorrer do volume e todas são individualmente dedicadas pelos autores Carlos Trillo e Alberto Breccia a alguém e sendo colegas de profissão a maioria dos homenageados, como Horácio Altuna, Carlos Killian e Enrique Lipszyc, este último o fundador da Escola Panamericana de Arte e Design, situada em São Paulo – SP.

É precisamente nas duas habilidades lecionadas pela escola do citado amigo dos autores que Era Outra Vez… chama mais atenção: aqui, a arte de Breccia ultrapassa a abstração vista em Buscavidas e atinge sua fase mais expressionista. As figuras disformes e subjetivas que compuseram o quadrinho anterior da mesma dupla e também lançado pela Comix Zone agora ganham cores intensas e gritantes, unidas a uma textura que tergiversa o reconhecimento usual de ser apenas em duas dimensões. Aliado a técnicas mistas como colagem de tecido e preenchimento com outros materiais, o traço do uruguaio mais argentino das HQs marca o papel com ideias lançadas por ele inicialmente em 1979, mas que se tornariam recorrentes apenas muito tempo depois nas mãos de artistas como David Mack e Dave Mckean.

Diferentes técnicas de colagem por Breccia, Mckean e Mack. IMAGENS: Amazon, Pinterest e Dark Horse

Assim, Trillo e Breccia relatam contos de um pai que deliberadamente força seus filhos a se perderem na mata fechada em troca de favores sexuais prometidos por sua atual esposa, crianças que comemoram o assassinato de sua madrasta, uma garota pobre que em busca de realizar o sonho de encontrar o amor de sua vida aceita ser explorada por um programa de televisão, dentre outras trágicas desventuras que acabam por trazer o conteúdo da publicação para um lado bem mais próximo do cotidiano do que se poderia esperar. Apesar de ser inicialmente surpreendente, fica notório que a semelhança com os tempos atuais também era intencional por parte da dupla criativa, já que determinadas referências ao período de publicação original saltam aos olhos do leitor em alguns capítulos.

IMAGEM: amazon.com.br

Dando continuidade à sua biblioteca argentina de histórias em quadrinhos, a Comix Zone segue seu molde de publicação com formato 21×28,5 cm, papel offset, capa dura e lombada, além do recorrente marcador de páginas como brinde. Deve-se destacar também o trabalho feito na capa do volume, de nível superior à edição original lançada na Itália em 1981 pois não só Era Outra Vez… como outros lançamentos de quadrinhos argentinos que chegaram em massa às nossas livrarias e comic shops nos últimos anos não têm uma ilustração original designada para ser sua capa, uma vez que muitas dessas histórias foram publicadas  originalmente em revistas junto à outras HQs da época.

A leitura de Era outra Vez… é rápida e satisfatória. Mesmo distante de ser uma obra-prima, ainda mais considerando a extensa bibliografia dos autores, temos uma publicação indicada não só aos entusiastas habituais de histórias argentinas ou seus quadrinistas envolvidos, mas também para os que procuram uma visão diferente da que já estamos acostumados para os contos aqui reunidos.

Era outra Vez – O Lado Sombrio dos Contos de Fadas
Carlos Trillo (roteiro)
Alberto Breccia (arte)
Jana Bianchi (tradução)
Audaci Junior (revisão)
Comix Zone
Capa dura
64 páginas
21×28,5 cm
R$79,90
Data de publicação: 02/2022

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Celestia e seu indecifrável amanhã

“E, assim como trouxemos a imagem do terreno, assim traremos também a imagem do CELESTIAL.”

I Coríntios 15:49

Dificilmente há quem nunca leu ou ouviu o adjetivo celestial. Sua conotação divina intriga até os mais céticos, pois nada é mais desafiador que o desconhecido. Causas, motivos e razões são embaralhadas tal qual um quebra-cabeça com um sem número de peças a ser montado em que muitos desses fragmentos ainda podem ser componentes falsos. E, exatamente em tantas perspectivas dúbias, o quadrinista italiano Manuele Fior se debruça em seu novo título lançado no Brasil.

Aqui, a trama gira em torno de Pierrô e Dora, dois jovens inconformados com o que o destino reservou às suas vidas por habitarem Celestia, ilha de pedra construída há mais de um milênio e usada como refúgio após o nível do mar subir a ponto de invadir expressiva parte da terra firme que até então cobria o planeta. Ambos os personagens são telepatas e possuem seus demônios pessoais: enquanto Pierrô reluta em aceitar a convivência com Doutor Vivaldi, mentor de outros jovens de mesmo dom e seu pai, Dora encontra obstáculos para desenvolver suas habilidades e por isso acaba por vezes, ao vasculhar a mente de outras pessoas, trazendo visões às quais os pesquisados não tinham o menor interesse em revisitar, desenterrando o passado sombrio destes indivíduos, inclusive de Pierrô.

IMAGEM: pipocaenanquim.com.br

Em busca de respostas para seus problemas, os dois fogem da ilha em busca do mundo exterior. Lá fora, encontram uma humanidade comandada por crianças anônimas, como num processo ainda em fase embrionária de reconstrução. Apesar da estrutura ainda rudimentar, ainda não há perspectiva e tampouco prazo para a conclusão de seu projeto: assim como até hoje cientistas buscam explicações a respeito de fases do processo de início da vida, não há como ainda ter certeza do que se passa nessa etapa ou de quanto tempo será sua duração. Com explicações vagas e pouco elucidativas, Pierrô e Dora retornam à sua terra natal procurando o que pode ser o esclarecimento de suas funções, mas a resposta demonstra-se mais difícil de ser encontrada do que controlar a habilidade de telepatia com a qual já estão acostumados.

IMAGEM: pipocaenanquim.com.br

Portanto, Celestia não é uma obra de única interpretação. Seu início e fim são como assistir a um longa-metragem já passada sua cena de abertura e interromper a sessão antes de chegar ao encerramento. A grosso modo, é justamente isso que ocorre em grande parte da vida, pois dificilmente é planejado com exatidão como esta terá seu desfecho. Os habitantes da ilha de pedra, perdidos no que é concernente a seu futuro, afogam-se em si mesmos e seus caminhos nebulosos, que provocam o leitor a tentar desvendar o que de fato têm a ver as atitudes de cada um dos personagens e como cada uma se conecta.

Em sua terceira obra publicada no mercado nacional, esta é a narrativa gráfica mais longa de Fior. Entretanto, sua leitura é rápida, muito pela ausência de textos longos e uma arte limpa de cores claras que em algumas passagens ironicamente parecem remeter a um paraíso na terra que na verdade foi devastada e agora agoniza.

IMAGEM: pipocaenanquim.com.br

O já citado estilo de Fior não tem grandes diferenças se comparada aos seus outros dois trabalhos publicados por aqui: tanto A Entrevista (Mino, 2018) quanto Cinco Mil Quilômetros Por Segundo (Devir, 2018) possuem a mesma diretriz ao marcar o papel com seu texto e imagens e seu jogo de cores que em várias passagens lembram Lorenzo Mattotti e reforçam uma maestria sinestésica já vista antes em Cinco Mil… e que de forma alguma pode ser considerado um erro ao se repetir em Celestia, cuja bela arte deve ser vista como a sequência na afirmação de um traço autoral, e não redundância.

A edição da Pipoca & Nanquim é primorosa e acerta na escolha de publicar a versão integral, como saiu recentemente na Itália. O capricho no corte de página pintado em azul lembra a Bíblia Sagrada onde, segundo o Dicionário Bíblico Online, sua palavra derivada celestial é citada ao menos 15 vezes e distribuída em diversos capítulos.

A questão de fé e esperança por dias melhores baseados em sua força embebeda os habitantes de Celestia, elevando suas expectativas assim como o nível do mar que destruiu o mundo com o qual estavam acostumados a viver. No fim das contas, independentemente de sua crença ou descrença, é isso o que move cada um de nós, deixando essa máxima bem acima do campo ficcional.


Celestia
Manuele Fior (roteiro e arte)
Michele A. Varturi (tradução)
Audaci Júnior (revisão)
Pipoca e Nanquim
Capa dura
276 páginas
22 x 28 cm
R$99,90
Data de publicação: 02/2022

 

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Quase nada é o que parece ser em A Mão Verde

Com o que você sonhou hoje? Muitos precisarão de um bom tempo para responder a essa pergunta e mesmo assim terão dificuldades. A conclusão para tal questionamento em alguns casos pode até ser clara, mas a maioria dos relatos é imprecisa, nebulosa ou até impossível de se recordar. Sonhos podem significar muito ou serem apenas uma forma de nossas mentes experimentarem o que ainda não provamos na realidade, e muitas vezes sequer chegaremos a vivenciar.

A Mão Verde, lançamento da Comix Zone, bebe justamente nessa água: de navegar por correntes sinuosas em que não se sabe ao certo até onde vão chegar. Durante o período de maior experimentalismo psicodélico da História da humanidade, Édith Zha e Nicole Claveloux entregam diversas narrativas curtas, despretensiosas e de arte espetacular. Embora nenhum capítulo ultrapasse 10 páginas, sua técnica de desenho que mistura tinta guache e aerógrafo demonstram uma inovação para a época que a coloca em um patamar revolucionário de obras como Saga de Xam e Kris Kool.

IMAGEM: Amazon.com.br

Porém, mesmo com o seu primoroso traço e maestria no uso de cores, que conquista a atenção de todos os que encaram suas páginas, tal nova possibilidade de contar histórias mostra em seu cerne ainda uma inconsistência relativa ao conteúdo expresso. No primeiro capítulo, exatamente o que dá título ao livro, temos uma conversa de apartamento entre uma mulher e uma ave a respeito de um vegetal capaz de se comunicar com ambos; Em A Noite Branca, a mesma protagonista visita o museu em que aparentemente trabalha e conversa com vários dos itens expostos por lá; Já no tomo O Medo Azul, a ave residente do apartamento, cansada de sua vida encastelada, busca liberdade ao sair da moradia que funciona como uma espécie de gaiola para o personagem, mas seus planos não são bem-sucedidos e ele volta ao seu endereço habitual.

IMAGEM: Comix Zone

Grande parte das histórias, principalmente as cinco primeiras –publicadas na revista Metal Hurlant no decorrer do ano de 1978– são praticamente ininteligíveis, justamente nos capítulos em que a parceria entre Edith Zha e Nicole Claveloux está presente. O resultado, como o próprio prefácio da edição, assinado por Jean-Louis Gauthey afirma, entrega “páginas suntuosas de narrativa desconcertantes [sic]”. Assim, denota-se que não há o que ser compreendido em sua essência, e sim somente apreciar um conjunto de ideias expostas. Apesar disso, tais capítulos se completam em única narrativa.

As seis últimas, criadas apenas por Claveloux e publicadas originalmente no periódico Ah! Nana são a priori mais palatáveis, muito pela maioria destas serem baseadas em contos famosos, mas o expressivo surrealismo ainda está presente e torna histórias como Pranca de Nefe e A Imbecil e O Príncipe Encantado experiências diferentes até para os que já conhecem tais fábulas desde antes de aprenderem a ler.

IMAGEM: Comix Zone

Tamanha petulância é proposital por parte das autoras? Provavelmente nunca saberemos, uma vez que, assim como em nossos sonhos, nem tudo é feito para ter uma explicação precisa. Por exemplo, há quem até hoje tente entender alguma ideia central que conecte todo o conteúdo de Um Cão Andaluz, curta-metragem de Luis Buñuel e Salvador Dalí, quando, na verdade, os próprios autores em vida afirmaram que a película consiste apenas de ideias soltas e desconexas. Apesar dos pesares, a confusão encontrada em A Mão Verde acaba não comprometendo o prazer de apreciar a história, desde que não se espere grandes explicações no decorrer das páginas e assim cada leitor pode chegar a uma conclusão diferente do que foi lido.

A edição da Comix Zone, baseada claramente na versão publicada em 2019 pela editora Cornélius, segue o padrão da maioria dos títulos já lançados pela editora, com formato álbum 21×28,5 cm em capa dura, lombada e com um bookplate não autografado como brinde. Além disso, temos o já citado prefácio composto por nove páginas introdutórias com texto e ilustrações que cumprem de forma necessária sua função de apresentar ao público a biografia de duas autoras as quais, mesmo com suas inovações narrativas, ainda eram nomes inéditos no mercado brasileiro. A parceria entre as autoras ainda se repete em Morte Saison (Fora de Época, em tradução livre) que, assim como A Mão Verde, contém histórias curtas e foi relançado na França em 2020 também pela Cornélius.

A Mão Verde não é uma antologia de fácil leitura e não se deve esperar uma compreensão direta de seu conteúdo. A obra como um todo serve melhor como uma coletânea de ideias e possibilidades de se expressar, e por isso é aconselhável que sua leitura deva ser feita da forma mais despretensiosa possível, com o mesmo intuito que tentamos interpretar até mesmo nossos devaneios mais próximos da narcolepsia, por mais absurdos que pareçam ser.

A Mão Verde e Outras Histórias
Édith Zhan (roteiro)
Nicole Claveloux (arte)
Fernando Paz (tradução)
Audaci Junior (revisão)
Comix Zone
Capa dura
96 páginas
21×28,5 cm
R$89,90
Data de publicação: 03/2022

 

 

 

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Marvel Comics anuncia Shang-Chi and the Ten Rings, quadrinho que irá ‘remodelar’ os dez anéis

A Marvel Comics anunciou que a partir de 20 de Julho de 2022, as histórias de Shang-Chi irão tomar um novo rumo. Com o fim de Shang-Chi # 12 em Maio, a empresa iniciará uma nova fase do herói nas HQ’s, que será intitulada de Shang-Chi and the Ten Rings # 1 e substituirá Shang-Chi #13.

O novo gibi irá remodelar a origem dos Dez Anéis seguindo a mesma estrutura dada no MCU. Os elementos terão poder de rivalizar com as joias do infinito. Cada anel, que ficará posicionado no antebraço e pulso de seu portador, terá um poder diferente. 

Gene Luen e Marcus To irão continuar como a equipe criativa do projeto, sendo respectivamente, o roteirista e desenhista da nova fase. 

Shang-Chi and the Ten Rings # 1 terá mais ação quando comparado com o seu antecessor. Red Cannon, vilão inédito do personagem, fará a sua estreia na nova abordagem. Também é mencionado, que Shang-Chi enfrentará dezenas de mercenários e caçadores de recompensas que estão atrás dos Dez Anéis

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Ben Reilly se transforma em Chasm nos quadrinhos, o mais novo vilão do Homem-Aranha

Com o fim da saga Beyond em Amazing Spider-Man #93, Ben Reilly é derrotado por Peter Parker após Maxine Danger manipular a mente de Ben, no qual estava perdendo suas memórias implantadas da vida de Peter.

Uma intensa batalha entre os Homens-Aranha ocorre na Corporação Beyond, após Peter Parker se recuar a usar um capacete de memória capaz de transferir sua vida novamente para a cabeça de seu clone, e assim, salvar as lembranças de Reilly. Entretanto, o apetrecho era nada mais nada menos, que uma armadilha criada por Maxine. A luta se encerra com Peter escapando do local que é desmoronado, enquanto Reilly, fica para trás preso nos destroços. 

Ben, que havia caindo no meio de um produto chamado ”polímeros quântico psico-reativo”, é resgatado por Janine, sua namorada. Devido o acidente relacionado com sua mente, o clone não consegue sequer reconhecer o seu rosto no espelho quando está sem máscara, levando-o a criar uma nova identidade vilanesca, intitulada de Chasm.

“AMAZING SPIDER-MAN 93 nos leva ao final do mega-arco em que a galera de Beyond trabalhou tanto. E embora esta história esteja chegando ao fim, a jornada de Ben Reilly está apenas começando”, prometeu Wells. “Continue lendo Amazing Spider-Man para descobrir se Peter pode tirar Ben do Abismo.” Disse Zeb Wells, roteirista da nova fase do Homem-Aranha, em declaração oficial para o site da Marvel. 
“Prepare-se para conhecer o novo membro mais aterrorizante da galeria de vilões do Aranha. Parte do objetivo de ‘Beyond’ foi a criação de Chasm e temos ENORMES planos para o artista anteriormente conhecido como Aranha Escarlate, então fiquem de olhos abertos, Cabeças de Teia.” Finalizou Nick Lowe, editor do título.

Os poderes de Chasm não foram revelados. Todavia, há indícios de que ele será capaz de abrir portais que vão direto para a imensidão do vácuo. 

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Wesley Snipes trabalha em graphic novel intitulada de The Exiled

Foi divulgado através do Deadline, que o ator Wesley Snipes trabalha em graphic novel intitulada de The Exiled.

A colaboração está sendo feita entre a produtora de Wesley, Maandi House Studios, com as editoras Gifted Rebels e PCB Entertainment.

Adam Lawson irá escrever a história criada por Wesley, enquanto Gabriel Eskivo Santos fará as artes, e Valentina Bianconi ficará encarregada das cores. 

A história em quadrinhos seguirá o detetive Niles “Roach” Washington enquanto ele persegue um serial killer após um ataque mortal com gás. Enquanto o assassino arranca as espinhas de suas vítimas, usando ferramentas com mais de 5.000 anos, o mundo rejeita Roach por suas teorias. Mas seus instintos continuam empurrando-o para a frente. Com inimigos por todos os lados, ele entra na escuridão para encontrar o assassino e  acaba descobrindo o segredo mais sombrio da Terra.

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Leia Isto… antes que seja tarde, está no Catarse!

Leia Isto… antes que seja tarde! Mais uma da Escafandro, a revista pulp bimestral da Ultimato do Bacon Editora, que aterrissou no Catarse no dia 31 de março e já ultrapassou a faixa dos 100% em apenas 4 dias.

Essa é a estreia dos artistas César Filho (Por Onde Andei, Pilantrópicos) e Jean Lins (Contos de Griô; Dandara; Cachinhos Dourados) na editora, e sua estreia veio recheada de muito mistério, uma vez que “Leia Isto… antes que seja tarde!” trás muitas perguntas e é uma história para ser revisitada, como disseram os autores.

“Um garoto brinca com seu irmão no terreno baldio da vizinhança – o Areião – e enfrenta o grupo rival de garotos do bairro… nada além de crianças sendo crianças!

Mas por que, de repente, tudo parece uma trama mais sombria e misteriosa com bombas prestes a explodir, um detetive desorientado e um mundo que pode – ou não – ser apenas feito de papel, tinta e requadros?”

Em entrevista ao canal Sobrecapa, César conta que além da ficção, também tem muitas de suas memórias na história, o próprio Areião, cenário principal onde a história acontece, era um local onde ele os amigos também brincavam quando crianças.

Um fato interessante é que César quis estilos de ilustração variados, para que pudessem se adequar às suas necessidades narrativas, tarefa que foi cumprida com maestria por Jean Lins, o desafio foi proposto e ele aceitou prontamente. É possível ver desenhos mais adoráveis e fofos que lembram uma Graphic MSP e na página seguinte um traço que beira o estilo Sorrentino, mostrando como Jean precisou ser vários em um e por a prova toda sua habilidade.

Sobre os artistas:

CésarFilho

Quebrou o vaso da sala, empurrou a irmã na calçada, caiu de queixo no asfalto e criou a webcomic “Por Onde Andei”. Iniciou a página de tiras “Pilantrópicos”, ao lado de Leo Arcoverde. Além disso, segue postando ilustrações e tirinhas em sua página no Instagram.

Mora em Maceió, com seu cachorro Calvin.

https://www.instagram.com/ocesarfilho/

 

Jean Lins

Aprendeu a andar de bicicleta depois da terceira queda e um dia grampeou o próprio dedo.

Um dia teve uma síncope e decidiu viver fazendo quadrinhos e desenhos. Já produziu “Dandara”, uma história fictícia da fuga de dois irmãos escravizados desvendando mistérios ancestrais, “Contos de Griô”, uma coletânea de fábulas e contos africanos e “Cachinhos Dourados”, o primeiro curta da segunda edição do projeto “Oreo Faz de Contos”, desenvolvido pelo estúdio Eleven Dragons e disponível no Globoplay, que faz releituras de histórias clássicas, sempre tocando em temas importantes da sociedade.

https://www.instagram.com/_jeanlins

Essa campanha do Catarse trouxe nas recompensas a nova Box da com a arte inédita de Will ( Demetrius Dante e 1.000 Léguas Transamazônicas ), que é responsável por todo desing gráfico da editora. Essa box não vem numerada, nem com as capas das Escafandros anteriores nela, para que você possa escolher quais edições irá guardar nela. Lembrando que essa é uma impressão única, que fará parte apenas das recompensas do catarse.

Leia Isto… antes que seja tarde! Tem 36 páginas, formato americano (17×25 cm), miolo em offset e capa cartão

Para apoiar a campanha clique no banner abaixo

 

Não perca essa oportunidade! E confira a entrevista dos autores para o canal Sobrecapa abaixo 😉