Como já noticiado aqui, Greg Rucka terminará sua história da Mulher-Maravilha do DC Rebirth na edição #25 do título, e, junto a ele, Liam Sharp, desenhista principal da revista, também encerra sua passagem.
O site Hollywood Reporter reportou a nova equipe criativa do título da Mulher Maravilha. O roteiro será de Shea Fontana (DC Super Hero Girls) e a arte de Mirka Andolfo (DC Comics Bombshells).Fontana, até então, tem contrato para roteirizar cinco edições, e Andolfo para desenhar duas.
Tendo trabalhado já em DC Super Hero Girls, Shea Fontana já tem experiência com a Amazona, embora só tenha trabalhado com uma versão adolescente da personagem, e, agora, lidará com uma versão adulta e mais complexa. A escritora promete manter as características principais da personagem.
O primeiro arco introduzirá um novo vilão, e a primeira edição será lançada apenas um mês depois do lançamento do filme da Mulher Maravilha.
Trovão em Suas Veias é o primeiro arco da revista The Migthy Thor (A Poderosa Thor). Lançado entre as edições 1-5 do título, essa nova fase da Deusa do Trovão é uma continuação direta de Thor Vol.4, que conta com a estreia da nova Thor da Marvel. Nesse novo começo, a equipe criativa continua sendo Jason Aaron no roteiro, Russell Dauterman nos desenhos e Matt Wilson nas cores.
No final do volume anterior é revelado a identidade da mulher que está portando o Mjolnir após o fatídico acontecimento da saga Pecado Original, em que Thor Odinson deixa de ser digno de seu martelo. A grande surpresa envolvendo a nova Deusa do Trovão é a revelação de que se trata de Jane Foster assumindo o cargo de seu amado e, mais do que isso, Jane está com câncer e ser Thor a deixa cada vez mais próxima da morte.
Thor/Jane Foster
A história de A Poderosa Thor situa-se oito meses depois de Thor Vol.4 e começacom Jane Foster fazendo quimioterapia e explicando sobre sua doença e porque transformar-se em Thor tira um pouco de sua vida. A causa da morte lenta de Jane é até simples e envolve uma questão real sobre o câncer.
As químicas da quimioterapia são veneno para o corpo humano, elas destroem as células cancerígenas, mas também devastam a saúde do enfermo. Jane, ao portar o martelo mágico, elimina todo veneno de seu corpo. Portanto, ela não pode curar seu câncer. A magia do martelo não é capaz de eliminar o câncer, pois é uma doença que é parte do indivíduo, não é um vírus que se hospeda no corpo humano, são as próprias células do corpo que se voltam contra o individuo.
The Mighty Thor #5
Há ainda outro fator que dificulta a vida da Thor: Odin.
Desde que Odin descobriu a existência de uma nova Thor, o Pai de Todos não está nada feliz de ter ver alguém portando um Mjolnir mudado que não aceita que ninguém o use além da Thor.
Odin proibiu a presença da Thor em Asgard e faz dela um alvo do Congresso dos Mundos, que é uma aliança formada entre os dez reinos; Asgard, Midgard, Jotunheim, Vanaheim, Alfheim, Muspellheimr, Svartalfaheimr, Nidavellir, Niflheim, e o mais recente reino introduzido na Marvel, o Heven. Cada reino é representado por uma figura de seu povo. Asgard tem Volstagg, o volumoso, e Midgard tem Jane Foster.
Devido a sua dupla função de Thor e representante de Midgard no Congresso dos Mundos, Jane precisa esconder um segredo mortal, o que a impossibilita de manter-se na forma de Thor e evitar as consequências de sua transformação em Deusa do Trovão.
The Mighty Thor #4
Junto ao desenvolvimento da personagem principal acontece o desenrolar de uma Guerra Civil em Asgard, causada pela tirania de Odin, e uma Guerra de Elfos; luminosos e negros, causada pelo vilão Malekith em parceria com Dario Agger, o líder maligno da corporação Roxxon que pretende explorar os recursos naturais de Alfheim. Os dois vilões desse arco já vinham sendo desenvolvidos em Thor: Deus do Trovão e Thor Vol.4. A novidade está na formação de uma aliança dos dois com outras figuras malignas do Universo do Thor, como Loki, Laufey e Encantor.
The Mighty Thor #1
Loki tem um grande destaque nesse primeiro arco. A dualidade complexa do personagem é desenvolvida em alguns momentos com o Deus da Trapaça mostrando a sua faceta de vilão, que alterna entre uma intenção heroica de evitar uma ameaça maior, a Guerra dos Reinos. E como um personagem complexo que é, o trapaceiro acaba surpreendendo o leitor com uma atitude um tanto vilanesca no final do arco.
The Migthy Thor #3
Quem já vinha acompanhando toda a fase de Jason Aaron com Thor tem ciência de que o escritor caminha todos os seus arcos para uma trama maior que, nesse caso, é a Guerra dos Reinos. Essa guerra foi descrita como a guerra que deu fim a todas às guerras em um vislumbre do futuro que aconteceu em Thor: Deus do Trovão. Portanto, tudo que acontece nesse primeiro arco são prelúdios para o que está por vir nessa saga épica construída por Aaron.
Acontecem muitas coisas em apenas cinco edições e tudo com muita ação do começo ao fim. Para deixar tudo mais empolgante, Russell Dauterman e Matt Wilson trazem um espetáculo visual de arte com muitas cores, efeitos de magia espalhafatosos, onomatopeias estrondosas, pancadarias e expressões furiosas.
Trovão em Suas Veias é um bom começo para uma nova fase da Thor. Cumpre com muita exatidão a função de empolgar o leitor, desenvolver personagens e trazer uma arte de encher os olhos.
A fase de Greg Rucka na Mulher-Maravilha, consolidada como uma das melhores revistas do Rebirth da DC Comics, está chegando ao fim. Confira os detalhes abaixo.
Em seu Tumblr, o autor divugou hoje (12/04) que a edição #25 da revista Wonder Woman será a última com roteiro escrito por ele. O autor retornou à DC Comics após um longo período afastado da editora por conta de diferenças editoriais, e recontou a origem da personagem alternando entre arcos quinzenalmente. A periodicidade quinzenal foi o principal fator para o afastamento de Rucka, que declarou ser uma decisão dele próprio, evitando as especulações sensacionalistas de possíveis problemas internos com a Editora das Lendas.
O acúmulo de trabalho, com as edições sendo publicadas quinzenalmente, estava impedindo que o autor fizesse outros serviços de sua agenda. Além da declaração, Rucka também agradece toda sua equipe (especialmente Liam Sharp e Nicola Scott), e diz que está ansioso pois novos trabalhos dele para a DC Comics com certeza serão anunciados em breve, e virão no futuro.
O autor também deseja toda a sorte do mundo para quem assumir o manto deixado por ele, e diz estar muito orgulhoso desta fase, especialmente em meio a tantas comemorações relacionadas aos 75 anos da personagem, e como o atual momento é o de maior fama da heroína na modernidade. O artista Liam Sharp também anunciou em seu Twitter que deixará a revista, na mesma edição.
Rucka é tido por muitos fãs como o melhor roteirista da personagem. Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar as novidades!
Com previsão de chegar às bancas no fim do mês, o Renascimento DC, a nova fase da editora, é um verdadeiro sucesso de vendas e está sendo muito bem recebida pelos fãs. Como acompanhar tudo é praticamente uma tarefa impossível, venho listar os 5 melhores títulos dela.
5 – Aquaman de Dan Abnett
Depois da aclamada fase escrita por Geoff Johns, Aquaman volta a figurar entre as melhores revistas. Quem escreve o título agora é Dan Abnett e o trabalho continua sendo bem feito. O roteirista traz um Arthur mais diplomata, tentando unir o povo de Atlântida com o da superfície. O dilema do homem entre dois mundos continua, mas com um ritmo muito mais frenético e urgente, a cada capítulo a tensão aumenta. Vale a pena conferir.
4 – Trindade de Francis Manapul
Depois de ilustrar as histórias do Flash de forma magistral, Manapul assume os três maiores heróis da DC: Batman, Superman e Mulher-Maravilha. Ao invés de focar na ação, ele explora profundamente a personalidade de cada um e traz de volta alguns elementos de Para o Homem que Tem Tudo, um clássico do Homem de Aço. Outro título que merece atenção.
Uma curiosidade: o roteirista e desenhista descreve o momento ocorrido entre Superman e Jonathan Kent na segunda edição como a relação que ele gostaria de ter tido com o seu pai.
3 – Batman de Tom King
Tom King é provavelmente um dos maiores prodígios dos quadrinhos na atualidade. Depois de escrever a elogiada minissérie Visão, fechou um contrato de exclusividade com a DC, então nada mais justo ele escrever o Batman. Depois de uma longa e elogiada fase nos Novos 52 pelas mãos de Scott Snyder, King assume o título, traz algumas novidades como Gotham e Gotham Girl, retorna com o Pirata Psíquico, alguns vilões esquecidos do morcego e explora todo o psicológico perturbado e sombrio do personagem. Quer mais motivos para acompanhar?
2 – Action Comics de Dan Jurgens
Responsável por escrever A Morte do Superman,Dan Jurgens é um roteirista que compreende o personagem. Jurgens traz muita ação em uma narrativa frenética fazendo jus ao nome da revista, volta com o vilão Apocalypse, desenvolve inúmeros personagens secundários e constrói perfeitamente por mais de dez edições o mistério do novo Clark Kent. Empolgante e divertida, é com certeza um dos melhores títulos e merece estar em segundo lugar.
1 – Superman de Peter J.Tomasi
Se tem alguém que escreve bem relações entre pais e filhos, esse alguém é Peter J. Tomasi. Depois de escrever Batman & Robin, Tomasi agora lida com um núcleo mais otimista. Superman agora tem um filho e precisa ensiná-lo a usar seus poderes. A premissa é tão simples que funciona, sendo que o Jon Kent é um personagem muito carismático e já caiu na graça dos fãs. O título encanta justamente pela sua simplicidade e por ser apenas uma leitura descompromissada, momentos como uma ida ao parque de diversões tornam-se muito prazerosos de se ler. Depois dos Novos 52, Superman deu a volta por cima e é com certeza o melhor título dessa nova fase.
Uma curiosidade: no terceiro arco da revista é feita uma homenagem a Darwyn Cooke, falecido no ano passado.
Concorda? Discorda? Qual título você acrescentaria nesta primeira fase do Renascimento da DC Comics? Comente abaixo!
A Legendary Comics divulgou mais detalhes sobre Skull Island: The Birth of Kong. E agora foi em forma de trailer apresentando algumas páginas da minissérie. O objetivo é fazer o ícone de King Kong crescer para uma nova geração de fãs e introduzir um Universo de Monstros em filmes produzidos pela Legendary Pictures. Confira o trailer abaixo:
A HQ vai apresentar duas épocas distintas aleatoriamente. Um prequel que se ambienta antes do filme Kong: A Ilha da Caveira (confira nossa critica AQUI) e também 20 anos após o ponto onde o filme terminou. A trama vai revelar como o Macacão veio conquistar o trono dele e como as coisas estão desde o final de A Ilha da Caveira. Uma unidade especial da Monarch vai retornar à ilha para pesquisar mais sobre as criaturas que nela habitam e claro, o gigantesco gorila. Na Torre de Vigilância você pode ver as primeiras páginas da minissérie AQUI.
Capa da primeira edição
Skull Island: The Birth of Kong vai ter quarto partes e roteiro de Arvid Nelson e desenhos de Zid.
A Dynamite Entertainment divulgou a prévia do crossover entre a Vampirella e o Kiss. A sedutora vampira e a famosa banda de rock vão se encontrar em uma minissérie que será lançada em junho desse ano.
Confira a sinopse: “Los Angeles normalmente é uma cidade estranha todos os dias, mas no verão de 1974, a Cidade dos Anjos se sente especialmente demoníaca. Com temperaturas altíssimas, os incêndios se alastram, e todos os tipos de criaturas estranhas são atraídos para o lugar, incluindo a Vampirella. É quando chegam à cidade quatro criaturas: The Starchild, The Demon, Space Man e The Catman. Longe de sua terra natal e tentando gravar seu novo disco e descobrem que todas as suas bandas favoritas de LA misteriosamente quebraram, desapareceram, esgotaram ou ficaram loucas.”
“Eu sou apaixonado por Vampirella! Desde que Forry (Forrest Ackerman, criador da personagem) a criou”, disse Gene Simmons baixista do Kiss. “Para um garoto que cresceu lendo quadrinhos de terror, é uma emoção pessoal testemunhar este evento importante em nossa história de quadrinhos de quatro décadas. Mal posso para ver e ler Kiss/Vampirella.”
Segundo o escritor Chris Sebela, ambientar a HQ na década de 70 tem o propósito de deixar as pessoas com a impressão de sentir vendo um filme em um drive-in. E que os leitores e fãs podem esperar muitas cenas de ação, clubes desprezíveis, estranhos assustadores e muitos monstros loucos.
Kiss/Vampirella tem roteiros de Chris Sebela e artes de Annapaola Martello.
Há alguns meses a recém-criada EditoraLorentz divulgou que estrearia no mercado lançando três edições de Dylan Dog, em comemoração aos 30 anos do personagem, contendo somente histórias inéditas. Com previsão de lançamento para o final do mês de abril, a editora divulgou recentemente as informações acerca do primeiro volume, padrão que será seguido nas edições seguintes. Confira abaixo!
O personagem foi criado por Tiziano Sclavi, um dos maiores ícones dos quadrinhos italianos. Dylan Dog é uma das séries mais consumidas na Itália. Entre almanaques e números especiais, já passa da edição número 360. No Brasil, houveram algumas tentativas de importação deste gibi, para fazer companhia ao solitário Tex, porém sem muito sucesso. Foram publicados 12 números pela Editora Record, 1 pela Editora Globo, 6 pela Conrad e 46 pela Mythos.
Pela Editora Lorentz serão lançados, inicialmente, três volumes contendo somente histórias inéditas. O formato adotado foi o original italiano (maior que as costumeiras edições de Tex que saem hoje nas bancas), com capa plastificada e baixa tiragem. Serão 100 páginas ao preço de capa de R$ 16,00.
O primeiro volume deve sair da gráfica entre os dias 20 e 25 de abril, e a editora divulgará novas informações a respeito das formas disponíveis para comprá-lo.
Graças a tiragem reduzida, não será possível comprar as edições em todo o Brasil, e com isso a editora estará oferecendo um frete módico de R$ 2 a R$ 3,00 para quem comprar online, direto com eles. Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar o retorno de Dylan Dog nas bancas brasileiras!
Lançamento da SESI-SP Editora previsto para maio, Valérian et Laureline, série apelidada no Brasil apenas de Valerian, finalmente teve as características técnicas de seu primeiro volume divulgadas. Confira abaixo
Fruto da imaginação transbordante de Pierre Christin e Jean-Claude Mézières, os personagens de “Valerian” e Laureline surgiram pela primeira vez nas páginas de Pilote, em 1967. Por sua inventividade e audácia, a série rapidamente se tornou referência absoluta para os leitores de histórias em quadrinhos de ficção científica.
A série do agente espaço-temporal é um clássico dos quadrinhos europeus de ficção-científica e conta com mais de 20 álbuns publicados, sempre figurando entre as dez séries mais vendidas da editora Dargaud. Um dos autores, Mézières, trabalhou juntamente com Moebius no desenvolvimento do visual do filme O Quinto Elemento, de Luc Besson. Narra as aventuras de Valerian e sua colega Laureline, enquanto viajam pelo universo, espaço e tempo. Uma mistura de space opera com viagem no tempo. A revista Pilote foi a casa das primeiras publicações de outras séries grandiosas como, por exemplo, Asterix o Gaulês.
Uma adaptação cinematográfica da série será lançada nos cinemas no dia 20 de julho de 2017. O filme conta com a direção de Luc Besson e elenco composto por Cara Delevingne, Dane DeHaan, Rihanna, Clive Owen, Ethan Hawke, John Goodman e Kris Wu.
A edição nacional terá 160 páginas, capa cartão, e compilará as três primeiras histórias, em formato 29 cm x 22 cm. O preço de capa sugerido é R$ 58,00.
No dia 13 de maio, a SESI-SP Editora fará um evento de lançamento em São Paulo, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Avenida Paulista, n° 2073), das 10h as 12h00. Para maiores informações, clique aqui, e não deixe de acompanhar a Torre de Vigilância.
Duas séries de Alan Moore em início de carreira, publicadas na revista semanal britânica 2000 AD, verão a luz do dia do mercado brasileiro de quadrinhos mais uma vez. Skizz e D.R. & Quinch retornarão em uma edição de luxo pela Mythos Editora. Confira os detalhes abaixo.
O encadernado será chamado de Choques Alienígenas, fazendo referência ao lançamento do ano passado, os Choques Futuristas. Todas as histórias são em preto e branco, e a compilação terá uma média de 200 páginas, com previsão de lançamento para julho.
D. R. & Quinch é uma famosa série escrita por Alan Moore, contendo a arte de Alan Davis, com aventuras focadas em dois delinquentes alienígenas. A saga estreou na prog317 da 2000 AD, e conta com sete arcos publicados entre 1983 e 1987, tendo sido muito bem recebida graças ao seu humor anárquico, destoando de outros trabalhos do roteirista na época.
Além desta, Skizz, a “versão adulta do E.T. de Steven Spielberg”, série co-criada por Moore e Jim Baikie, estará na mesma edição de luxo, finalizando as republicações de séries do autor. Ambas estas obras já foram lançadas por aqui no início dos anos 2000 de forma ilegal. Skizz possui três arcos escritos por Alan, tendo estreado na prog308 da 2000 AD.
Ao lançar as duas séries, quase tudo que contém o nome Alan Moore na 2000 AD terá sido publicado em edições definitivas oficiais no Brasil. O lançamento mais recente da editora é o encadernado Monstro, uma história de terror criada por Alan Moore e escrita por John Wagner, publicada nas páginas da revista Scream! britânica. Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar as novidades da 2000 AD no Brasil!
Na Mira da S.H.I.E.L.D é o primeiro arco do novo quadrinho da Viúva Negra. Acontece entre as edições 1-6 de Black Widow Vol.6. O roteiro é de Mark Waid e o desenho é de Chris Sanmee, a dupla dinâmica de Demolidor Vol.3 e Vol.4, que retorna em uma parceria para uma série da maior espiã do Universo Marvel.
Antes de tudo, é importante ressaltar a grande importância da arte nessa história, afinal, em histórias em quadrinhos, grande parte da narrativa não está só na escrita, mas na arte também. E aqui, o desenho de Chris Samnee, com a belíssima coloração de Matt Wilson, se faz mais importante do que os diálogos em alguns momentos, principalmente no que se refere à ação. As sequências de ação são fascinantes de se ver, e ao mesmo tempo dizem muito sobre a Viúva Negra.
A coloração de Wilson deixa todos os momentos ilustrados por Samnee bem coloridos e visíveis, o que torna tudo mais empolgante.
“Ela transforma uma queda de 10 metros em um balé.”
Luta simulando uma dança de balé com flashs do passado.
Agora, vamos à trama.
Natasha Romanoff, ex-assassina da KGB, ex-agente da S.H.I.E.L.D, e, eventualmente, uma Vingadora. Ela tentou espiar seus pecados passados, mas espiar não é apagar. Uma hora todo o seu passado sombrio começará a vir à tona.
Como o nome do arco sugere, a Viúva Negra está sendo perseguida pela S.H.I.E.L.D., e o motivo não é explicado logo na primeira edição, pois a história já começa com muita ação envolvendo combate corpo a corpo, saltos de prédios e paraquedas, e momentos de tensão. E tudo isso com poucos diálogos.
Viúva Negra #2
É um thriller de espionagem, e uma das características dessas histórias são os mistérios que envolvem algo maior do que é apresentado em um primeiro momento. Portanto, há algo por trás da perseguição da S.H.I.E.L.D, e isso está relacionado ao passado de Natasha.
A infância de Natasha na Rússia sendo treinada na Sala Vermelha para ser uma assassina profissional a leva de volta à sua Terra Natal para enfrentar fantasmas do passado. Junto a isso, há ainda a revelação dos segredos sombrios da Viúva Negra ao mundo, e a presença de um novo antagonista conhecido como Leão Choroso.
No final, tudo acaba bem na medida do possível, e ao mesmo tempo não acaba, pois os segredos de Natsha se tornaram públicos, e ainda ficaram pontas solta e um gancho para o que vem a seguir: as consequências de um passado sombrio.
Viúva Negra #6
Waid e Samnee conquistaram muitos fãs pela alta qualidade no título do Demolidor. A dupla não decepciona nesse primeiro arco da Viúva Negra.
O próximo arco abrange as edições 7-12 e conclui o título da Viúva.