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Confira os indicados do Hugo Awards 2017 na categoria de Melhor História em Quadrinhos

Anualmente, o Hugo Awards premia os melhores trabalhos envolvendo fantasia e ficção cientifica do ano interior que foram publicados ou traduzidos em inglês.

São diversas categorias que envolvem novelas, contos, revistas, editor, artista, entre outras. Aqui, só disponibilizaremos os indicados da categoria de Melhor História em Quadrinhos, que é uma categoria bem recente na premiação. Apareceu pela primeira vez em 2009. 

Confira os indicados em Melhor História em Quadrinhos:

Black Panther, Volume 1: A Nation Under Our Feet, escrito por Ta-Nehisi Coates, ilustrado por Brian Stelfreeze (Marvel)

Monstress, Volume 1: Awakening, escrito por Marjorie Liu, ilustrado por Sana Takeda (Image Comics)

Ms. Marvel, Volume 5: Super Famous, escrito por G. Willow Wilson, ilustrado por Takeshi Miyazawa (Marvel)

Paper Girls, Volume 1, escrito por Brian K. Vaughan, ilustrado por Cliff Chiang, colorido por Matthew Wilson, letrado por  Jared Fletcher (Image Comics)

Saga, Volume 6, escrito por Brian K. Vaughan, ilustrado por Fiona Staples, letrado por Fonografiks (Image Comics)

The Vision, Volume 1: Little Worse Than A Man, escrito por Tom King, ilustrado por Gabriel Hernandez Walta (Marvel)

Maika, protagonista de Monstress
Maika, protagonista de Monstress.

Os vencedores do Hugo Awards 2017 serão anunciados dia 11 de Agotsto de 2017, em uma premiação em Helsinki – Islândia.

Para conferir a lista completa de todos os indicado, acesse o site oficial da premiação.

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Confira a capa nacional de Zenith, de Grant Morrison

Como foi noticiado há uma semana, a Mythos Editora estará republicando Zenith, obra de Grant Morrison e Steve Yeowell, previsto para ser lançado em maio de 2017. Agora, foram divulgadas as informações técnicas sobre o primeiro volume, incluindo a sinopse e sua capa. Confira abaixo.

– Zenith – Volume 1
– Edição de luxo em capa dura
– 212 páginas em preto e branco
– Formato álbum (18,7 x 25,9 cm)
– Desaconselhável para menores de 13 anos
– Distribuição setorizada e venda permanente na loja virtual da Mythos
– Preço sugerido: R$ 74,90

Roteiro: Grant Morrison
Arte: Steve Yeowell

Sinopse: “CONHEÇA O MIRACLEMAN DE GRANT MORRISON! Zenith, um popstar egoísta e escroto, é o único herói em atividade depois da morte dos combatentes da segunda guerra e da dissolução da superequipe Nuvem 9, dos anos 1960. Infelizmente para o mundo, deuses sombrios de outra dimensão querem tomar o planeta… e somente Zenith, com um punhado de heróis aposentados da geração paz e amor, têm condições de derrotá-los! E não é só isso: o geneticista responsável pela criação dos superbritânicos e um milionário megalomaníaco se aliam num plano nefasto. Zenith vai precisar impedir a destruição de Londres e, ao mesmo tempo, confrontar seu passado! Tudo pela cabeça brilhante de GRANT MORRISON!“

Clique aqui para ler o preview do encadernado.

Serão lançados dois volumes compilando as quatro fases originais. No exterior foram quatro volumes com cerca de 100 páginas cada, enquanto aqui o número foi reduzido para dois volumes, com cerca de 200 páginas cada e tradução de Érico Assis, responsável pela adaptação de outras obras de Morrison como Os Invisíveis, Patrulha do Destino e Superdeuses.

Fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar as novidades!

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Doutor Estranho | O Método do Bizarro

O método do bizarro é o nome do primeiro arco do novo título mensal do Doutor Estranho. Foi lançado entre as edições 1-5 do título Doctor Strange Vol.4, com o roteiro de Jason Aaron e arte de Chris Bachalo. Atualmente, esse arco já foi finalizado na revista mensal do Doutor Estranho que a editora Panini está publicando.

A fase de Aaron e Bachalo com Stephen Strange vem sendo bastante elogiada, o que é um bom sinal para o personagem que, recentemente, teve um filme de sucesso no cinema e, agora, também está vivendo um bom momento nos quadrinhos.

Esse primeiro arco pode ser resumido como uma história introdutória, para quem não conhece o personagem e também para quem já conhecia, afinal, a última vez que o Doutor Estranho teve uma série regular mensal foi nos anos 80. Desde então, ele só fazia aparições nos títulos de outros personagens da Marvel e, eventualmente, ganhava minisséries.

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Doutor Estranho #1

“Os danos nos meus nervos nunca se curaram totalmente. Minhas mãos ainda doem e tremem a maior parte do tempo. É por isso que minha caligrafia é atroz, mesmo para um médico. E é por isso que deixo meu assistente, Wong , cozinhar. Mas quando lanço um feitiço do livro de Vishanti … Bom, veja por sim mesmo. Nenhum tremor a vista. O que é ótimo, já que estas mãos são tudo o que se interpõe entre vocês e as forças das trevas. “  – Citação de Doutor Estranho #1.

Como já citado, a história começa introduzindo brevemente a origem do Doutor e ainda traz alguns elementos novos que enriquecem o personagem.  Ainda no começo, também é explicada a função do Mago Supremo e algumas “leis” da magia, leis entre aspas porque não são exatamente leis, estão mais para consequências da magia.

“Quanto mais forte  o soco, mais você se machuca. Essa é a lição mais importante para um mago.”  – Fala do Ancião para Stephen em um flashback.

Doutor Estranho #1
Doutor Estranho #1

A problemática principal da trama envolve o aparecimento recorrente de criaturas de outras dimensões que não deveriam aparecer na Terra. E, nesse contexto é inserida a personagem Zelma Stanton que, inicialmente, é uma pessoa que precisa de uma cirurgia fora do comum e por isso procura o Doutor Estranho. No final do arco ela acaba se tornando a bibliotecária do Sanctum Sanctorum de Stephen.

Um elemento novo e muito interessante no universo místico do Estranho é a inserção do Bar Sem Portas, que nada mais é do que um lugar em que os magos se encontram para um Happy Hour e também para discutir acontecimentos envolvendo magia. Algumas figuras místicas já conhecidas do Universo Marvel frequentam esse bar, como a Feiticeira Escarlate, Doutor Vodu, Shaman, Magia e Daimon Hellstrom.

Em uma das reuniões de Stephen com seus colegas magos é mencionado que há algo estranho acontecendo com a magia e isso envolve a recorrente aparição de criaturas que não deveriam aparecer na terra. Aqui, é onde começa as pistas para o próximo arco, intitulado os “Os Últimos dias da Magia”.

Durante as cinco primeiras edições que compõe o primeiro arco, são deixadas diversas dicas e plots em aberto, que posteriormente são trabalhados. E isso envolve a morte de magos de vários universos, a morte da magia, e também um novo antagonista chamado Empirikul.

Doutor Estranho #2
Doutor Estranho #2

Agora, vamos falar da arte de Chris Bachalo, que já é um velho conhecido dos leitores de quadrinhos, principalmente por ter ilustrado diversas fases dos  X-Men e uma minissérie da Morte de Sandman. Ele não é um desenhista que agrada a todos e até divide opiniões por causa de seu traço com influência do traço oriental dos Mangas. Os seus personagens não têm um físico escultural, que é o mais comum nos quadrinhos de super-heróis, e a anatomia pode parecer estranha em alguns momentos e é exatamente por isso que ele se encaixa perfeitamente nesse título.

Stephen Strange não é um super-herói com corpo escultural, pelo menos não em sua criação por Steve Dikto, e também está fora do padrão comum de beleza, talvez esteja em um padrão de beleza mais excêntrico. Bachalo consegue transmitir satisfatoriamente as peculiaridades do Doutor Estranho e também de toda a maluquice envolvendo monstros e magia,com muita riqueza de detalhes.

Em relação à escrita é preciso dizer que os textos de Jason Aaron são ótimos. Não é a toa que o escritor foi premiado na categoria de Melhor Escritor do Eisner Awards 2016 por Star War, Doutor Estranho, Thor e Southern Bastards. Aaron utiliza muito bem os diálogos e as caixas de pensamentos para caracterizar Stephen Strange e os personagens secundários da história e também para criar uma trama envolvente.

Doutor Estranho #3
Doutor Estranho #3

O método do bizarro é um arco bastante satisfatório. Introduz diversos elementos novos para uma nova era do Mago Supremo da Marvel. Ao mesmo tempo que arrebata novos leitores com diversos mistérios, também encanta leitores antigos como novos desenvolvimentos que enriquecem o Doutor Estranho.

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Penny Dreadful | HQ que continua a série ganha trailer

A Titan Comics divulgou hoje um trailer com algumas artes de Penny Dreadful: The Awakening. A história passa seis meses depois de onde se encerrou a série televisiva.

https://www.youtube.com/watch?v=D0q3hZtFRWM

A trama vai focar em Ethan Chandler tentando seguir a sua vida sem Vanessa. Mas as forças do mal logo se levantam e Chandler se vê mais uma vez na batalha contra a escuridão. Confira as capas e algumas páginas na galeria abaixo:

Na equipe criativa de Penny Dreadful: The Awakening #1 está Chris King no roteiro, ele foi produtor executivo da série, e a arte será de Jesús Hervás. Penny Dreadful foi criada por John Logan e durou três temporadas.

 

 

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Juiz Dredd | A introdução de Origens

O Juiz Dredd vem sendo publicado no Brasil através de uma série de encadernados. É uma prática comum a presença de textos introdutórios ou extras, feitos para melhorar a experiência do leitor, nos quadrinhos em capa dura lançados por aqui e no exterior. Os compilados da Mythos Editora, casa nacional do personagem, não fogem desta prática.

Porém, muitas vezes a falta de espaço (ou páginas) impede que alguns materiais extras componham os quadrinhos, como é o caso do texto de introdução que não esteve presente no encadernado Juiz Dredd: Origens, de 2013. Apesar desse empecilho, você pode conferir este texto – que também serve como uma introdução ao universo do Dredd – com exclusividade abaixo! As imagens não ilustravam o texto original, cedido pelo tradutor e editor-assistente Pedro Bouça.

“Quando foi criado, em 1977, ninguém imaginava que o Juiz Dredd duraria muito tempo. Naquela época, os quadrinhos tradicionais britânicos enfrentavam uma profunda crise, que praticamente os destruiria. Dredd, porém, era um sobrevivente e tanto a série quanto a revista em que é publicada, a famosa 2000 AD, existem até hoje.

No entanto, isto significa que nos seus primeiros anos a série não se deu ao trabalho de estabelecer detalhadamente o personagem e o seu universo. O Juiz Dredd era um superpolicial com autoridade de juiz, júri e executor, impondo a lei em uma gigantesca metrópole futurista que era por sua vez cercada por um meio ambiente desolado, a Terra Maldita, consequência de um confronto nuclear que muitos viam como inevitável naqueles tempos de Guerra Fria. Mas pouco mais foi estabelecido e quando os autores (tanto o criador do personagem John Wagner quanto o editor – e principal escritor da série nos seus primórdios – Pat Mills) se referiam ao passado era geralmente de forma vaga e inconsistente. Um quebra-cabeça em que muitas peças faltavam e as poucas que existiam não se encaixavam muito bem.

Trinta anos depois, John Wagner decidiu botar ordem na história do seu personagem e finalmente detalhar o passado de Dredd e seu mundo, juntando os elementos apresentados anteriormente para criar uma história consistente. Ao seu lado estava o outro criador da série, o desenhista Carlos Ezquerra, para quem o passar dos anos apenas refinou o talento e a disciplina de trabalho. Nesse ponto, pode se dizer que foi um mérito que esta história tenha levado 30 anos para ser contada, já que a dupla Wagner/Ezquerra de 2007 é bem mais talentosa do que era em 1977.

Outro fator importante diz respeito à situação política em 2007. Ao criar o “último presidente americano” Robert L. Booth em 1978 e responsabilizá-lo pela guerra atômica que devastou o mundo de Dredd, Pat Mills parecia apenas demonstrar o seu lado iconoclasta. O presidente americano na altura, Jimmy Carter, era (e é) um conhecido pacifista e os seus equivalentes soviéticos pareciam muito mais propensos a iniciar um conflito nuclear. Em 2007, porém, o então presidente americano George W. Bush era um modelo muito melhor para a mistura de corrupção, beligerância e incompetência que caracteriza Booth nesta história. Claramente Mills estava à frente do seu tempo…

Mas Origens não se limita apenas a contar o passado do personagem. Nela Wagner lança também as bases de boa parte das tramas futuras da série, cujas ramificações são visíveis nas histórias publicadas até hoje em dia no Reino Unido. Por isso ela foi escolhida para iniciar o que esperamos que seja uma duradoura história de publicação do Juiz Dredd no Brasil.

E é essa a história que a Mythos Editora tem a honra de apresentar ao público brasileiro. Esperamos que vocês gostem e não deixem de acompanhar a revista mensal do personagem, que estará em breve em uma banca perto de vocês. Boa leitura!“

E aí? Se você não estava certo de que este material é excelente, foi convencido agora? Juiz Dredd: Origens chegou às livrarias em 2013, contendo 196 páginas em capa dura, e foi o primeiro encadernado do Bom Juiz lançado pela Mythos, marcando o início de uma duradoura série de publicações que continuam a proporcionar experiências de leitura fascinantes aos seus fãs. E que siga dessa forma até o fim dos tempos, trazendo a Lei para os Sem-Lei.

Caso você tenha se interessado, acompanhe os encadernados do Juiz Dredd, com histórias clássicas e modernas, comprando através da Amazon:

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Cavaleiro das Trevas 3 | Confira as capas da última edição

A DC Comics divulgou três capas variantes de Cavaleiro das Trevas III – Raça Superior #9. A edição fecha a minissérie de Frank Miller e Brian Azzarello. Os desenhos são dos artistas Mikel Janin, Chip Kidd e Frank Quitely. Confira na galeria abaixo:

 

Na trama, os habitantes que viviam na cidade engarrafada de Kandor, conseguem a liberdade e tentam fazer da Terra seu novo reino. Cabe ao Homem Morcego, com a ajuda do Superman, tentar impedi-los.

Cavaleiro das Trevas III sofreu um bocado com atraso nas edições e na demora para o produto final chegar ao leitor. A nona edição nem existiria, mas foi um pedido de Miller e Azzarello para a editora, que foi prontamente atendido.

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Crossover entre Usagi Yojimbo e as Tartarugas Ninjas é anunciado [ATUALIZADO]

Foi anunciado aquele que deve ser um dos melhores crossovers do ano! As Tartarugas Ninjas vão se encontrar com Usagi Yojimbo, e a história vai ser escrita e ilustrada pelo Stan Sakai, lendário criador do Coelho Guardião.

A história vai se chamar “Namazu”, ela se baseia no folclore japonês de um bagre gigante que vive debaixo das ilhas japonesas. Quando ele se move, é o que causa os terremotos. Um deus chamado Kashima, o tinha aprisionado em um capstone enorme. Cabe a Usagi e as Tartarugas prenderem o bagre. Caso contrário ele literalmente vai rasgar todo o Japão. Mas o vilão Jeri, um lobo negro que acredita ser um emissário dos deuses para combater todo tipo de pecadores, que a destruição das ilhas japonesas, para assim acabar com o mal que existe no lugar.

[Atualizado com novas imagens]

 

“Eu queria reunir Usagi e as Tartarugas por um tempo. E apesar de já terem se encontrado antes, essas não são as Tartarugas que ele conhecia. Essa encarnação das Tartarugas é bem diferente desde que a série foi reiniciada”, disse Stan em um comunicado à imprensa. “Os relacionamentos precisam ser restabelecidos, as suspeitas superadas e a confiança tem que se ganhar. A sobrevivência de todo o Japão literalmente repousa sobre a capacidade deles trabalharem em equipe.”

Criado em 1984, Usagi Yojimbo é um coelho ronin do Japão Feudal que cruza o Japão enfrentando os mais diversos perigos. A história faz uma analogia ao samurai Miyamoto Musashi que viveu no Japão durante os anos de 1584 até a sua morte em 1645.

“Stan e eu começamos no mesmo ano, 1984, e aqui estamos nos vivendo o sonho e contando histórias com personagens que criamos há mais de três décadas”, disse Kevin Eastman, criador das Tartarugas Ninjas junto com Peter Laird. “Eu amo o fato de que nossas duas criações foram entrelaçadas no início e não poderia estar mais emocionado em ver Stan produzindo uma nova história mesclando os dois universos.”

Não é a primeira vez que os personagens se encontram, já houve encontros em outras HQ’s, em desenhos animados e até em brinquedos. O crossover de Usagi Yojimbo e Teenage Mutant Nnja Turtles vai ser publicado em julho em formato padrão de quadrinhos e uma edição com capa dura de colecionador.

ronin

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Batman | Tom King fala sobre a guerra entre o Coringa e o Charada

Tom King falou sobre o arco “War of Jokes and Riddles” por meio da sua conta no Twitter no ultimo final de semana. A história que será dividida em oito partes na mensal do Batman vai contar sobre a guerra travada pelo Coringa e o Charada.

 

A trama vai se situar um ano depois que Bruce Wayne começa a combater o crime em Gotham City, com um vigilante atrapalhando seus planos criminais, Coringa e Charada entram em guerra para determinar quem deve ter o privilégio de matar o Batman. A história vai ainda mostrar a extensa galeria de vilões do Morcegão e personagens como Duas Caras, Pinguim, Hera Venenosa, Espantalho, Ventríloquo, Sr. Frio e o Morcego Humano vão estar presentes, e eles vão brigar entre si, como por exemplo, Solomon Grundy contra o Crocodilo e Exterminador contra o Pistoleiro.

Será a primeira vez, desde que assumiu o posto de roteirista da HQ do Batman, que Tom King faz um flashback mais extenso do herói. King reforça a importância da história falando que não se trata de uma simples visita ao passado, mas que os eventos dela vai moldar o futuro da HQ.

War of Jokes and Riddles” começa em Batman #25.

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Velho Logan | Maestro e a sua Gangue dos Hulks aparecem pela primeira vez

Você já soube por aqui na Torre de Vigilância que o brasileiro Mike Deodato Jr. vai assumir o posto de desenhista na mensal Velho Logan a partir do número 25. Além da capa da edição e algumas páginas aleatórias que já foram divulgadas, ficamos sabendo que o Carcaju vai enfrentar o Maestro.

Agora a Marvel Comics divulgou as primeiras páginas não finalizadas da HQ e nela vemos o Maestro com a sua própria Gangue dos Hulks! E a capa da edição #26. Confira na galeria abaixo:

 

“O Maestro está aqui, e ele tem seu próprio exercito de Hulks”, disse o roteirista Ed Brisson ao site CBR. “Esta é uma chance de ver como o Maestro vai se beneficiar com isso. Como ele lideraria uma legião de gladiadores irradiados com radiação Gama a favor de seu ideal de paraíso (um mundo dominado por Hulks e livre de humanos). Ele, com seu intelecto, será uma espécie de líder de um culto, e os Hulks seus seguidores.”

Brisson já tinha falado em entrevistas anteriores que essa nova fase terá muito da Velho Logan original, e que pode ter mais da Gangue dos Hulks espalhados pelo país daquela realidade. E que eles poderiam ter migrado, assim como Logan, para o universo regular e estão querendo vingança e retomar ao poder.

Ed Brisson no roteiro e Mike Deodato Jr. nas artes é a nova dupla criativa à frente de Velho Logan, assumindo o lugar de Jeff Lemire e Andrea Sorrentino.

 

 

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Meia-Noite e Apolo | Ninguém vence o diabo em seu próprio jogo

Meia-Noite e Apolo é uma minissérie de seis edições lançada no selo DC Rebirth.  O roteiro é de Steve Orlando, um nome em ascensão na DC Comics, e a arte é de Fernando Blanco, Rômulo Fajardo Jr. e John Rauch.

Antes de ler essa mini, é necessário ter ciência de que se trata de uma história adulta (+18) com muita violência, sangue e um conteúdo levemente erótico. Estando ciente desse aviso, vamos à história.

A história gira torno do relacionamento do casal Lucas e Andrew, Meia-Noite e Apolo, respectivamente, e, como todo casal, eles tem alguns dilemas a enfrentar, como o fato de Apolo não aprovar o método de matar sem piedade de seu amado. Apesar disso, o relacionamento dos dois seguia firme, até que Apolo é morto. Porém, a morte é só um acontecimento corriqueiro nos quadrinhos. Assim que Lucas descobre que Andrew está no inferno decide resgata-lo.

Enquanto Meia-Noite busca uma forma de chegar ao inferno, Apolo tem uma conversa filosófica com Neron, que não é exatamente um vilão dentro da trama, mas ele tenta convencer o Deus Sol que seu lugar é no Inferno.

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“Finalmente eu vou para o Inferno.”

Um fato bastante interessante da história é a reformulação que Steve Orlando traz do personagem Extraño.

Extraño foi um personagem polêmico em sua criação nos anos 80. Ele é um mago hispânico e gay que, mais tarde, é atacado por um vampiro com AIDS chamado Hemo-Goblin e acabou sendo infectado com o vírus. O personagem foi muito mal visto pelo público devido à carga negativa de estereótipos e logo foi parar no limbo editorial.

Graças a Orlando, o personagem que já foi considerado um dos piores da DC Comics, recebeu um novo background e um novo visual. Na trama, Extraño é quem ajuda Meia-Noite descobrir o destino de seu amado após a morte, e também o auxilia em sua ida ao inferno.

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Extranõ – Antes | Depois

Na busca por Andrew, Meia-Noite passa por uma série de desafios, enfrenta diversos demônios e encara o próprio inferno personificado. E toda essa aventura fica mais empolgante com a arte de Fernando Blanco, Rômulo Fajardo Jr. e John Rauch. O resultado final da arte é especular do começo ao fim. Para os amantes de ação violenta essa minissérie é um prato cheio.

Pura ação
Pura ação

Teoricamente, ninguém vence no inferno além de Neron, mas, tal façanha é conquistada pelo casal mais poderoso dos quadrinhos. Meia-Noite com seus punhos, e Apolo com sua sabedoria, que lança uma questão que Neron não é capaz de responder corretamente.

Um beijo para celebrar a vida
Um beijo para celebrar a vida

A minissérie termina com um “final feliz” para Lucas e Andrew e uma despedida que faz referência à Action Comics #583, a famosa história do Alan Moore “O que aconteceu com o Homem de Aço”.

Action Comics #583 | Midnighter and Apolo #6
Action Comics #583 | Midnighter and Apolo #6

Em Meia-Noite e Apolo, o Homem Mais Mortal do Mundo e o Deus Sol, tiveram uma história à altura de suas posições.

A única ressalva é que os dois não têm previsão para retornar para os quadrinhos, logo, essa história serve como uma despedida, por enquanto.