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Juiz Dredd: os acontecimentos que levaram ao Dia do Caos

Dia do Caos, saga mais importante do Juiz Dredd dos últimos anos, está sendo lançada no Brasil no mês de setembro. Convergindo acontecimentos importantes de sagas posteriores, Day of Chaos (no original) foi um ponto de virada importantíssimo para a mitologia do Juiz, onde John Wagner (seu criador) alterou todo o status quo de Mega-City Um. Mais quais seriam os principais fatores que levaram à saga? Confira todos os detalhes abaixo!

Conforme explicado no Guia de Leitura do Juiz Dredd, a população de Mega-City Um variou com o passar dos anos e a principal mudança foi de 800 milhões de habitantes para 400 milhões durante a saga Guerra do Apocalipse (inédita no Brasil), onde a contraparte soviética de Mega-Leste Um deu início à uma guerra contra a cidade, e o Juiz Dredd impediu danos ainda mais catastróficos aniquilando a vida de toda a população da cidade inimiga.

Dia do Caos é, acima de tudo, uma sequência direta dos acontecimentos da Guerra do Apocalipse. Os Sovs sobreviventes de Mega-Leste Um buscam vingança pelo evento, que ocorreu nos quadrinhos em 1982, e hão de agir contra a cidade de Dredd das formas mais letais possíveis.

Obviamente, Dia do Caos não se baseia somente na premissa de ser uma sequência da Guerra. Como mostrado na história Origens, Dredd passou a reconsiderar a importância e modo de agir do Sistema Judiciário, com seu pensamento mostrado brilhantemente através de uma narrativa primorosa que explicou os detalhes do passado deste universo, desde o ano de 2031. Em Origens, John Wagner e Carlos Ezquerra também exploram mais sobre a Terra Maldita, abordando o passado do primeiro Juiz-Chefe, Fargo.

Motivado pelas mudanças e tratamento mais humanitário, no arco Mutantes em Mega-City Um diversos acontecimentos levaram à mudanças na posição do Juiz Dredd, até então o Juiz mais respeitado da cidade. Dredd foi o principal atuante na liberação do tratamento pacifista para com os mutantes do deserto nuclear da Terra Maldita, e atraiu a atenção de extremistas receosos do lado dos Juízes e da população. Questionado, prensado contra a parede e submetido à diversas armadilhas, Dredd cai exilado, enquanto há uma nova escolha para Juiz-Chefe da cidade, ao mesmo tempo que o prefeito fora assassinado, permitindo que o maníaco PJ Maybe (disfarçado de Byron Ambrose, simpático político) concorresse às eleições e fosse eleito.

Em Exílio, sequência direta do arco comentado no parágrafo anterior, Dredd está trabalhando na Terra Maldita cuidando dos campos de concentração para mutantes, e os Juízes que arquitetaram sua queda estão regendo Mega-City da forma que bem entendem, com passe livre após a renúncia da Juíza-Chefe Hershey e manipulação por trás do novo Juiz-Chefe, o astro de TV e Juiz do Povo Dan Francisco.

Com a possível queda de Francisco após uma misteriosa doença, Dredd pode tentar assumir (contra sua vontade) a posição de Juiz-Chefe e finalmente derrubar o maior inimigo e arquiteto destes caóticos acontecimentos, Sinfield, ao mesmo tempo que o prefeito PJ Maybe/Byron Ambrose começa a ser investigado, possibilitando sua exposição como assassino serial. Ao final de Exílio (o nome original destes arcos é Tour of Duty), PJ Maybe é sentenciado à prisão perpétua sem condicional, enquanto Sinfield é banido para Titã, a colônia penal para Juízes corrompidos. Dredd volta para as ruas, e Dan Francisco continua na posição de Juiz-Chefe.

Somando e continuando tudo que foi dito anteriormente, Dia do Caos não somente irá explorar mais deste questionamento de Dredd, como também dará uma resposta definitiva às suas dúvidas. As questões morais exploradas previamente recebem seus pontos finais, e o Sistema Judiciário mais do que nunca sofre grandes perdas. A saga, além de utilizar a Guerra do Apocalipse, também marca o retorno dos Juízes Negros, os quatro irmãos do universo paralelo onde “o crime é a vida, e a sentença é a morte.” Para saber tudo sobre os personagens, confira o encadernado Juiz Dredd nas garras do Juiz Morte.

Claro que Origens, Mutantes em Mega-City Um, Exílio e o Dia do Caos também trazem fatos e personagens de outros momentos cronológicos. A leitura de América, por exemplo, acrescenta muito para o entendimento do leitor, bem como o compilado Assassinos Seriais enriquece e apresenta personagens, com destaque especial para o já citado PJ Maybe.

E apesar de caótica como o nome bem sugere, a saga (que é dividida em dois encadernados, A Quarta Facção e Fim de Jogo) chega a ser reconfortante para fãs do Bom Juiz, entregando tudo que há de melhor em suas histórias: tramas envolventes, grandes artistas, texto primoroso e construção cadenciada, recompensando os leitores de longa data que estão seguindo cada passo da vida de Dredd, trazido ao Brasil pela Mythos Editora.

Ao final do Dia do Caos, o mundo realmente não é mais o mesmo, e cabe ao maior Juiz de Mega-City Um a difícil tarefa de aplicar a Lei aos cidadãos ao mesmo tempo que sua amada cidade está morrendo diante de seus olhos.

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Finalmente é divulgada a identidade de Mr Oz

Durante os Novos 52, quando o roteirista Geoff Johns apresentou Mr Oz aos leitores do Superman, sabíamos que um grande mistério estava sendo construído. Hoje com o lançamento de Action Comics #987, primeira parte do arco The Oz Effect, finalmente foi divulgada a identidade da figura misteriosa.

Jor-El, pai biológico do Superman, é Mr Oz. Uma decisão ousada por parte da editora, porém coerente. Desde a sua primeira aparição, Johns já indicava um parentesco entre Oz e Kal-El. Algumas decisões tomadas pelo personagem no Renascimento, como: Capturar o Apocalipse original, agora fazem sentido. Ele estava apenas tentando proteger seu filho. Quando ele foi à Fazenda dos Kent e disse que Clark e sua família não eram aquilo que eles pensavam, ele estava se referindo à cronologia bagunçada do Superman que foi reorganizada de forma magistral e eficiente no arco Reborn em uma nova origem que mescla as vestimentas desenhadas por John Byrne no Pós Crise, a amizade entre Kent e Luthor em O Legado das Estrelas e outros elementos de outras origens do personagem. 

Além disso, não podemos nos esquecer de Tim Drake que foi sequestrado em Detective Comics e tentará escapar da prisão de Oz no arco A Lonely Place of Living. Para saber tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância. 

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O Sombra: a trajetória do personagem nos quadrinhos

O Sombra é um dos personagens pulp mais famosos até os dias de hoje. Criado em 1930, o intrigante herói encapuzado foi adaptado em diversas mídias: rádio, livros, videogames, quadrinhos e cinema, com um legado que ultrapassa gerações e inspirou a criação de grandes marcas como o Batman. Confira abaixo todos os detalhes sobre a criação e quadrinhos deste enigmático personagem, marcado por sua icônica risada e ferrenho combate ao crime.

Originalmente O Sombra era um misterioso narrador de rádio do programa Detective Story Hour com voz de James LaCurto, substituído e imortalizado por Frank Readick, criado com o objetivo de promover as vendas da Street and Smith Publications, tornando-se um personagem literário algum tempo depois, protagonizando a série pulp The Shadow Magazine escrita por Walter B. Gibson e criada graças à ânsia dos leitores por “aquela revista do Sombra.” A caracterização do Sombra dada por Gibson firmou os arquétipos de tudo que é usado até hoje nos super-heróis, incluindo sidekicks, identidades secretas e vilões.

Posteriormente, a revista (publicada até 1949, somando 325 aventuras) inspirou a criação da série de rádio, em 1937, que possuiu episódios narrados por Orson Welles. Neste programa, o slogan “Quem sabe o mal que se esconde nos corações dos homens? O Sombra sabe” tornou-se parte da cultura pop americana, e algumas das habilidades do personagem foram reveladas em suas aventuras. Walter Gibson e Edward Hale Bierstadt foram os responsáveis pela criação da série, e Welles deu vida à Lamont Cranston, alter ego do Sombra. A série foi transmitida até 1954, com outras vozes escolhidas para o personagem conforme os anos passaram. Ela também foi a responsável pela criação de alguns personagens secundários como o interesse amoroso do herói, Margo Lane.

Nos quadrinhos

O Sombra possui vida longa nas histórias em quadrinhos. Sua primeira aparição se deu em 1940, também pelas mãos de Walter Gibson, em tiras diárias de jornal que adaptavam as histórias dos pulps. A arte era de Vernon Greene, e as tiras foram canceladas em 1942. Entretanto, a Street and Smith publicou 101 edições da revista Shadow Comics, entre 1940 e 1949, e durante os anos 50 o personagem apareceu em algumas edições da revista Mad.

Nos anos 60, durante a Era de Prata dos quadrinhos, a Archie Comics publicou uma minissérie em oito partes (1964-1965), que possuiu roteiros de Jerry Siegel, criador do Superman. Sua fase mais lembrada veio então nos anos 70, mais especificamente em 1973, com a série em doze edições publicada pela DC Comics com roteiros de Dennis O’Neil e arte de Michael Kaluta, Frank Robbins e E. R. Cruz. O personagem apareceu nas revistas do Batman (#253 e #259), referenciado pelo Homem-Morcego como “uma grande inspiração“, além de ser mencionado também em Detective Comics #446. Nesta fase, as histórias d’O Sombra estavam situadas nos anos 30, na Terra Um do Multiverso da DC, e o personagem lidava com criminosos e experimentos bizarros, característica típica dos heróis pulp.

Em 1986, a minissérie em quatro edições escrita e ilustrada por Howard Chaykin trouxe O Sombra para a modernidade, em Nova York, e atualizou seus equipamentos, quando passou a utilizar metralhadoras Uzi e lançadores de mísseis. Muito humor negro e violência foram utilizados, entretanto a minissérie Sangue & Sentença foi um grande sucesso que motivou a DC Comics a dar continuidade com uma série mensal iniciada em 1987.

A série foi continuada por Andy Helfer (que editou a série de Chaykin) e ilustrada por Bill Sienkiewicz (edições #1 a #6) e Kyle Baker (#8 a #19 e dois Anuais), com a sétima edição ilustrada por Marshall Rogers. O Sombra lida com cultos religiosos, inimigos corporativos e a corrupção que toma conta da cidade. Em 1988, O’Neil e Kaluta produziram uma graphic novel da Marvel Comics situada na Segunda Guerra Mundial, e no mesmo ano a Malibu Comics deu início à republicação das clássicas tiras de jornal.

Entre 1989 e 1992 a DC Comics publicou uma nova série d’O Sombra, The Shadow Strikes, com roteiros de Gerard Jones e arte de Eduardo Barreto. A revista trouxe o personagem de volta às origens pulp, com aventuras situadas em 1930, e mostrou seu primeiro team-up com Doc Savage, outro clássico personagem dos pulps. A série foi concluída com 31 edições e um Anual e tornou-se a maior revista do personagem, em duração, desde as tiras de 1940.

Os direitos então partiram para a Dark Horse Comics, que publicou algumas minisséries entre os anos de 1993 e 1995, com roteiros de Joel Goss e Michael Kaluta e arte de Gary Gianni, além de Steve Vance com Stan Manoukian e Vince Roucher. A editora também publicou alguns one-shots e adaptou o filme de 1994 para quadrinhos, com duas revistas feitas por Goss e Kaluta. Em 95, o crossover de Ghost com O Sombra também foi publicado, com textos de Doug Moench e arte de H. M. Baker e Bernard Kolle.

Após mais republicações das tiras de jornal por editoras diversas durante o final dos anos 90 e começo dos anos 2000, em 2011 a Dynamite Entertainment licenciou o personagem para novas revistas e minisséries. O primeiro arco da série mensal foi publicado em 2012, escrito pelo superstar Garth Ennis com arte de Aaron Campbell, e a revista seguiu com outras equipes criativas até a edição #26, com a editora publicando neste período algumas minisséries e especiais como Máscaras (que mostra O Sombra encontrando outros personagens pulp como o Zorro, Besouro Verde e O Aranha), O Sombra/Besouro Verde: Cavaleiros das Trevas, O Sombra: Ano Um e o crossover com Grendel, personagem de Matt Wagner publicado pela Dark Horse. Em 2015 a editora deu início ao segundo volume da série mensal do personagem, além de ter republicado as séries da DC e Marvel citadas anteriormente.

E no Brasil?

Em terras tupiniquins, O Sombra foi publicado por muitas editoras. A editora Globo, no início dos anos 40, lançou as aventuras do personagem na revisa Gibi, e na revista Lobinho da Grande Consórcio Suplementos Nacionais o herói dividiu espaço com Batman, Superman e outros. Sua publicação teve continuidade através da editora Ebal, que lançou a primeira minissérie da DC Comics, e no final da década de 80/início de 90 a editora Abril lançou as histórias da DC criadas por Chaykin e Helfer, além da graphic novel da Marvel e a série de Gerard Jones e Eduardo Barreto na revista Os Caçadores.

Ausente das bancas e livrarias desde então, em 2013 a Mythos Editora começou a publicar edições de luxo contendo a fase moderna licenciada pela Dynamite, tendo lançado até agora cerca de sete encadernados do personagem, com seus crossovers, aventuras solo e republicações das clássicas fases mencionadas no parágrafo anterior com a coleção O Sombra: Grandes Mestres.

E aparentando ter encontrado uma casa estável no Brasil, o legado deste clássico justiceiro segue vivo para os leitores, que podem desfrutar das deliciosas histórias criadas por grandes nomes da Nona Arte. Mas quem sabe o que o futuro reserva para o herói? Apenas O Sombra sabe.

Ficou interessado em ler O Sombra e suas aventuras em quadrinhos? Conheça as edições de luxo publicadas no Brasil clicando aqui.

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Scott Free enfrenta parademônios em nova prévia de Senhor Milagre

Ao fim da primeira edição de Senhor Milagre, descobrimos que o Pai Celestial está morto e que Scott e Barda estão a caminho da batalha que decidirá o destino de Nova Genesis. Hoje foi divulgada pela DC Comics a prévia da segunda edição da minissérie. Confira:

“Da equipe por trás de O Xerife da Babilônia e do escritor indicado ao Hugo Award por Visão , chega um novo olhar sobre um dos Novos Deuses mais queridos. Scott Free é o melhor mestre de fuga que já viveu. É ótimo ele ter fugido do orfanato da Vovó Bondade e dos perigos de Apokolips para viajar pela galáxia e viver uma vida tranquila na Terra com sua esposa, uma das fúrias conhecida como Grande Barda. Usando seu alter ego, Senhor Milagre, ele tem feito sua carreira mostrando suas habilidades acrobáticas de fuga. Ele até chamou a atenção da Liga da Justiça. Você pode dizer que Scott Free tem tudo, então por que isso não é o suficiente? O Senhor Milagre já escapou de diversas armadilhas exceto uma: a morte. Será possível? O nosso herói terá que se matar para descobrir.” 

A atual fase da DC, Renascimento, já está em publicação no Brasil pela editora Panini. Para mais informações, mantenha-se ligado na Torre de Vigilância.

 

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Novos encadernados capa dura da DC Comics estão em pré-venda

Há duas semanas a editora Panini anunciou o lançamento de novos encadernados da DC Comics, Batman: Origens Secretas e Esquadrão Suicida: Ponto Sem Volta. Continuando, finalizando e dando início à outras coleções, encontram-se em pré-venda para o final do mês de setembro outros três encadernados, sendo eles Arlequina, Gotham DPGC e Batman & Robin.

A Arlequina está de casa nova. Deixando Gotham e seu passado sinistro para trás, a Princesa Palhaça do Crime “escolhe” a famosa vizinhança de Coney Island, em Nova York, como novo lar na esperança de ter um pouco mais de paz em sua caótica vida. Infelizmente, não é o que planeja a legião de caçadores de recompensas atrás de seu escalpo! Mas quem além da srta. Harleen Quinzel poderia ser capaz de lidar com assassinos, espiões russos, raivosos senhores de idade e sanguinárias equipes de roller derby, tudo ao mesmo tempo agora? Vai ser um passeio no parque (quase literalmente, desta vez)!

Arlequina: Se Jogando na Cidade compila as edições Harley Quinn 0-8 em 212 páginas, encadernadas em capa dura e formato 17 x 26, e preço de capa R$ 34,90. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda da Amazon.

Uma descoberta perturbadora… Os cidadãos de Gotham ficam chocados ao descobrir o corpo sem vida do Robin jogado nas ruas. Agora os detetives do departamento de polícia da cidade precisam resolver o mistério que cerca essa morte enquanto lidam com um complicador: o “auxílio” dos antigos associados do Menino-Prodígio, o Batman e os Titãs. Da chocante cena de um crime para o mais completo caos cósmico — ao que a Crise Infinita se aproxima, o Espectro, o ser mais poderoso do universo, procura um hospedeiro. Será que o novo Espírito da Vingança vai encontrar o que tanto busca em um dos corajosos policiais de Gotham?

Gotham DPGC: Corrigan finaliza a coleção da série Gotham Central com este encadernado que possui 228 páginas encadernadas em capa dura e formato 17 x 26, com preço de capa R$ 64,00. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda da Amazon.

Quando a criminosa responsável pelo cruel ataque que transformou Harvey Dent no Duas-Caras retorna a Gotham City para acertar negócios inacabados, o Batman se torna o improvável mediador entre esses dois inimigos mortais. Mas nem mesmo ele pode ser capaz de evitar uma explosão de violência de proporções bíblicas. Um espetacular conto que revela o verdadeiro âmago de um dos mais afamados adversários do Homem-Morcego e lança uma nova luz sobre a relação do herói com o complexo Duas-Caras!

Batman & Robin: Duas-Caras dá continuidade à coleção da série Batman and Robin, com este encadernado que possui 148 páginas encadernadas em capa dura e formato 17 x 26, com preço de capa R$ 29,90. Clique aqui para garantir sua edição na pré-venda da Amazon.

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Black Hole será relançado no Brasil pela Darkside

A mais famosa obra de Charles Burns será finalmente republicada por aqui. Após anos esgotada, Black Hole retornará às livrarias brasileiras em volume único. O lançamento também inaugura uma nova linha de publicações: A DarkSide Graphic Novel, com intuito de trazer clássicos dos quadrinhos.

De acordo com o release de sua nova editora:

BLACK HOLE se passa nos arredores de Seattle, extremo noroeste dos Estados Unidos, em meados da década de 1970, quando uma praga inominável e traiçoeira se alastra entre os adolescentes locais através do contato sexual e parece não poupar ninguém. Ela se manifesta de maneira diferente em cada um dos infectados — enquanto alguns apresentam apenas manchas na pele, algo sutil e fácil de ocultar, outros se transformam em grotescas aberrações, vagas lembranças do que foram um dia. E uma vez que você foi contaminado, não há mais volta. Para estes seres monstruosos, não há alternativa além do auto-exílio em acampamentos precários, na floresta que circunda a região.

Conforme vamos nos familiarizando com os diversos protagonistas da história — garotos e garotas que foram infectados, outros que não foram e aqueles que estão prestes a ser —, o clima de horror, delírio e insanidade toma conta dos adolescentes. BLACK HOLE apresenta um retrato soberbo e inquietante da alienação dos tempos colegiais, repleto de selvageria e crueldade e hormônios à flor da pele, que dialogam com a angústia, o tédio e as necessidades mais profundas de nossa própria aceitação que dominam essa época da vida.

A graphic novel começou a ser publicado em 1995 e suas primeiras 4 edições foram lançadas pela Kitchen Sink Press. Com a falência da editora, a Fantagraphics Books deu continuidade à obra, lançando mais 8 edições e ainda relançando as 4 que sairam pela KSP, em um total de 12 volumes individuais e encerrando a série em 2005. No mesmo ano, a editora Phanteon Books compilou todos os volumes em encadernados de capa dura e cartonada. Todas estas formas de publicação renderam, ao todo, nove Harvey Awards entre 1998 e 2006, dois Ignatz Award em 2003 e 2006, Eisner Award de Melhor Álbum de 2006 e ainda o  prêmio Essentials of Angoulême de 2007.

Muitos desses prêmios foram graças ao trabalho fantástico de chiaroscuro produzido por Burns, com sua arte munida apenas de preto e branco (usando, várias vezes, muito mais preto do que branco) que traziam uma nova cara ao uso dessa técnica às HQs.

Reprodução: Penguin Random House

Em sua primeira edição, Black Hole foi publicado no Brasil entre 2007 e 2008 pela editora Conrad em dois volumes em capa cartonada, contendo todos os 12 capítulos originais. 

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Segundo volume do Dylan Dog da Editora Lorentz já está nas bancas

Continuando a coleção do Dylan Dog, composta inicialmente por três volumes, a Editora Lorentz está lançando este mês a segunda edição contendo a história Manchas Solares, com textos de Pasquale Ruju e arte de Bruno Brindisi.

O primeiro volume foi lançado em abril, e deu início à coleção que comemora os 30 anos do personagem, completados em 2016. A coleção apresentará uma história inédita de cada década do personagem, escritas e desenhadas pelos maiores nomes da italiana Sergio Bonelli Editore.

O personagem foi criado por Tiziano Sclavi (que assina o texto do primeiro volume da nova coleção nacional), um dos maiores ícones dos quadrinhos italianos. D. D. é uma das séries mais consumidas na Itália. Entre almanaques e números especiais, já passa da edição número 360.

A cronologia do personagem não possui muitas amarras, tornando possível que as histórias do Dylan Dog sejam lidas sem grandes conhecimentos prévios.

Manchas Solares apresenta Dylan investigando um fenômeno gerado por influências do mal, que envolve estranhas manchas solares. A história já está nas bancas, impressa no formato original italiano (15,5 x 21 cm), contendo 100 páginas ao valor de R$ 16,00. A tiragem é reduzida, fazendo com que a editora também adote a venda através do Mercado Livre.

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Batman: White Knight ganha a sua primeira prévia

A Torre de Vigilância já falou sobre a minissérie especial Batman: White Knight de Sean Murphy Scott, o projeto estava sendo mantido em sigilo pela DC Comics e vai contar uma história em que o Homem-Morcego e seu maior antagonista, o Coringa, terão os papéis invertidos.

Na trama de Batman: White Knight o foco serão as questões humanas, segundo o próprio Murphy falou tempos atrás. O Coringa será um tipo de político protetor de Gotham City que busca salvar a cidade das maquinações do bilionário Bruce Wayne, que se veste como um morcego e implanta uma onda de terror.

“Sabemos que o Coringa é um gênio e pode controlar o seu publico, então porque não transformá-lo em um político? Frank Miller o desenhou inspirado em David Bowie. Nolan nos trouxe um sociopata. Eu vejo o palhaço como Don Draper (protagonista de Mad Men)” disse o roteirista.

Agora a DC Comics divulgou a prévia da primeira edição junto com uma pequena descrição. Confira abaixo:

 

“Em um mundo onde Batman foi longe demais. O Coringa precisa salvar Gotham City. Ele foi chamado de maníaco, assassino e o ‘Palhaço Príncipe do Crime… mas Cavaleiro Branco? Nunca. Até agora. Situado em um mundo onde o Coringa é curado da sua insanidade e tendência homicida, agora ele é conhecido como Jack e tenta corrigir seus erros. Entre seus planos: se reconciliar com a Arlequina e salvar a cidade da pessoa que ele acredita ser o maior vilão: Batman!”

Batman: White Knight vai ser uma minissérie em oito capítulos e começa a ser publicada em outubro nos Estados Unidos.

 

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Liga da Justiça procura por Batman em nova prévia de Dark Nights: Metal

Dark Nights: Metal, nova mega saga da DC, teve sua primeira edição lançada mês passado. Ao fim do primeiro capítulo, descobrimos que o diário de Carter Hall, o Gavião Negro, está na mansão Wayne. Agora na segunda edição do evento, Batman está desaparecido e a Liga da Justiça está à sua procura. A equipe acredita que ele roubou a arma mais poderosa do universo. Confira a prévia do quadrinho:

 

“Enquanto Superman e Mulher-Maravilha estão atrás de um aliado perdido, Batman investiga um mistério que perdura por séculos. Quando o Cavaleiro das Trevas descobrir a existência de uma ameaça muito maior em relação a tudo que a Liga já enfrentou, os heróis da Terra estarão preparados?”

Dark Nights: Metal é escrito por Scott Snyder e desenhado por Greg Capullo, a mesma dupla responsável pelo Batman dos Novos 52. O Renascimento já está em publicação no Brasil pela editora Panini. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Afinal, A Espada Selvagem de Conan da Salvat terá 70, 75 ou 91 volumes?

Desde o mês passado vem sendo noticiado internet afora sobre a fase de testes da coleção A Espada Selvagem de Conan que, se a fase preliminar for bem sucedida, ganhará um lançamento nacional e possível serviço de assinaturas, como é de praxe em outros títulos da Salvat.

Porém, algo errado saiu em vários sites e vídeos de internet e viemos aqui explicar do que se trata. Com este celebrado lançamento, a coleção brasileira foi erroneamente divulgada com a seguinte imagem como referência:

Na imagem acima temos já com sua lombada formada em 91 volumes a coleção La Espada Salvaje de Conan, publicada na Espanha pela editora Planeta DeAgostini, que também atua no mercado brasileiro e inclusive já realizou lançamentos em quadrinhos por aqui com a concluida em 70 volumes Coleção Comics Star Wars, que também ganhou uma versão em Portugal.

Porém, essa coleção do Conan da DeAgostini NÃO É a mesma a ser lançada no Brasil. O projeto, que visa publicar em capa dura e formato magazine as 235 edições em preto e branco (assim como no original) do título da Marvel Comics sobre o cimério mais famoso das HQs tem na Europa ao menos DUAS coleções distintas, porém com o mesmo material de conteúdo. Por isso a discrepância nas informações

A nossa coleção será inspirada da versão da editora Hachette, que já está com o material lançado na França e Itália e que, ao todo, terá 70 volumes, 21 a menos que a versão espanhola. 

Para tal conclusão, vamos a alguns fatos:

Capas

O início de qualquer edição. É evidente que as capas não são de mesmo trabalho gráfico.

Apesar de várias capas de ambas as coleções estamparem a mesma ilustração, as imagens são apresetadas de outra forma. Além do mais, a edição 1 que a Salvat lançou em teste por aqui tem uma ilustração que equivale à mesma imagem da Hachette. Porém, na versão da DeAgostini, este mesmo desenho da capa só está presente na edição 4.

Lombada

Comparemos das duas lombadas, além da já citada versão da DeAgostini, esta é a versão da Hachette:

Bem diferente, não? O total de 21 volumes a mais(ou a menos) faz toda a diferença. A coleção da Hachette possui exemplares com mais páginas, assim diminuindo o número de entregas.

Conteúdo

A coleção da DeAgostini chegou ao fim, tanto que no site espanhol não é mais possível fazer assinatura. Consultando a relação de entregas, percebemos que a história O Colosso Negro é publicada na edição 3; Na versão na Hachette, a mesma história sai na edição 2. Na DeAgostini temos uma média de 4 a 5 histórias por edição; Na versão da Hachette, o número passa de 7.

Vale lembrar que a Salvat já alterou coleções de lançamento oficial em relação a sua fase de testes. A Coleção Definitiva do Homem-Aranha em sua versão de avaliação tinha capas com design diferentes, sem logotipo e tampouco grande variação de cores.

Além de uma numeração diferente de lombada, que propunha a mesma ideia vista na coleção da capa preta: Lançamentos que não coincidiam com o número da entrega. Por exemplo: A entrega número 1, com a história Caído Entre os Mortos em sua lombada trazia o número 40 por se tratar de uma história publicada em uma data posterior (2004) à entrega número 3, que continha o título A Original Saga do Clone (1975) e em sua lombada o número 5. Com o lançamento oficial, apesar da ordem de histórias ser mantida, a numeração de lombada foi alterada, tendo sua ordem similar à coleção de capa vermelha.

Assim, os volumes distribuídos na fase de testes NÃO NECESSARIAMENTE são iguais à coleção oficial. Porém, há de se pensar que seria muito, mas MUITO DIFÍCIL uma coleção mudar de forma tão drástica, a ponto de alterar todas as características citadas entre a coleção da Hachette e DeAgostini, ainda mais mudar todo o projeto gráfico e conteúdo de cada exemplar em individual.

Portanto, nossa coleção tem tudo para seguir os moldes da versão da Hachette assim como já está sendo feito na fase de testes. Ainda mais porque, em suas coleções de quadrinhos lançadas no Brasil, a Salvat até agora não seguiu nenhuma coleção da DeAgostini lançada no exterior, uma vez que a DeAgostini atua por conta própria no mercado brasileiro há anos. De qualquer forma, melhor aguardar o lançamento oficial.

ATUALIZANDO: De acordo com o site de assinaturas da Salvat, nossa coleção terá ao todo 75 volumes. Não se sabe ao certo o porque do acréscimo de 5 exemplares, uma vez que é uma coleção de material que não é mais editado hoje em dia e a lombada é a mesma da Hachette. A maior suspeita é a diminuição de alguns volumes, mas qualquer informação adicional publicaremos por aqui! Agradecemos ao leitor Marcelo Curvelo pela dica.