A minissérie Archie Meets Batman’66 vai marcar o encontro entre os estudantes mais famosos de Riverdale com a dupla dinâmica imortalizada por Adam West e Burt Ward na icônica série que foi produzida entre os anos de 1966 e 1968. É o segundo encontro entre a DC Comics e a Archie Comics em menos de um ano. Em 2017, foi publicada uma história escrita por Paul Dini, em que Arlequina e Hera Venenosa encontram Betty Cooper e Verônica Lodge.
Ainda não foram divulgados muitos detalhes sobre a trama, somente que uma batalha que começa em Gotham City acaba indo parar em Riverdale. E o Sr. Lodge se torna o inimigo número 1 da Dupla Dinâmica. Mas os roteiristas Jeff Parker e Michael Moreci prometem grandes encontros. Como o do Coringa com o Jughead.
“Todos nós queremos ver o que o Jughead e o Coringa vão aprontar. Vamos mostrar a dinâmica de romance na Riverdale High, com Dick Grayson e Barbara Gordon participando,” disse Jeff Parker.
A arte de Archie Meets Batman ’66 #1 será de Dan Parent, J. Bone e Kelly Fitzpatrick. A publicação será uma minissérie que terá seis edições e o lançamento está previsto para julho nos EUA.
Uma das mais premiadas e elogiadas séries do selo Vertigo está sendo relançada pela Panini. Fábulas, criada por Bill Willingham e desenhada, na sua maioria, por Mark Buckingham começou a ser publicada nos Estados Unidos em 2002 e arrebatou elogios de críticos especializados e leitores e se tornou vencedora de múltiplos prêmios Eisner.
Em Fábulas, diversas personagens de contos de fadas e folclore de várias partes do mundo, convivem em uma comunidade clandestina chamada de Cidade das Fábulas, que fica bem no meio de Nova York. Elas vieram para o “mundo real” depois de serem expulsas de suas Terras Natais por um inimigo desconhecido, chamado apenas de Adversário.
As tramas, misturam ação com temas políticos, romances, vingança, assuntos familiares, têm como protagonistas personagens que fazem parte dos contos de fadas como Branca de Neve, Lobo Mau, Cachinhos Dourados, Garoto Azul, Pinóquio, a Bela e a Fera, Príncipe Encantado entre outros. Fábulas, originalmente, tiveram 150 edições publicadas e ganhou alguns derivados como Jack of Fables e Fairest.
A edição da Panini irá reunir as HQs publicadas em Fables #1 a #10 com extras como uma nova introdução e esboços feitos por Bill Willingham, Lan Medina e Mark Buckingham. Ótima oportunidade para adicionar um excelente material a sua coleção.
Fábulas – Edição de Luxo – Livro 1, tem formato 18,5 x 27,5 cm, 264 páginas, capa dura e o preço de R$ 78,00. O material já se encontra em pré-venda nos sites especializados.
Gritos, euforia, risadas e choros são as quatro principais características que irão resumir as salas de cinema durante as seções de Vingadores: Guerra Infinita ao redor do mundo.Tudo na vida é feito com um propósito, seja ele bom ou ruim, portanto a Marvel Studios,em parceria com a Disney, acertaram em cheio ao construir um universo cinematográfico durante dez anos para que, no final, sua conclusão fosse feita de maneira explêndida e animadora.
Momentos que os fãs nunca esperavam ver nos cinemas, aconteceram em Guerra Infinita, seja de maneira inevitável ou não. Abreviando o filme em poucas palavras ele é, literalmente, uma história em quadrinhos cheio de clichês cósmicos característicos que ganhou vida e finalmente chegou nas telonas para entreter até aqueles que nunca foram de gostar de HQs.
Após perceberem que não podem lutar contra Thanos sozinhos, os maiores heróis da Terra se unem com os paladinos do universo para acabar com o Titã Louco de uma vez por todas, mesmo que várias feridas sem cura sejam abertas pelo tirano e a sua Ordem Negra.
Thanos pode ser caracterizado como o Hitler do espaço, que busca reinventar todo o cosmo a partir de apenas um ideal, mesmo que isso custe, pelo menos, metade da vida existente em toda a galáxia. Com jogadas e planos extremamente inteligentes, Josh Brolin impressiona com a sua atuação feita a partir de um molde artificial, levando quem está assistindo a acreditar que o tirano é real e que a qualquer momento ele pode vir para a Terra com sede de sangue e destruição.
É praticamente iminente dizer que o Titã Louco é o melhor vilão já feito em toda a história do Universo Cinematográfico da Marvel. Além do fato estar estampado em seus olhares e atitudes, o rude personagem deixa a única gota de amor que existia em seu coração se transformar em cinzas, provando para o telespectador que a bondade não existe ali, somente a sede por poder.
Além de certas ações lembrarem a do Führer, fica explicito que os diretores Anthony e Joe Russo, trouxeram um pouco da Arca de Noé para a película. Uma sacada genial da casa das ideias, afinal de contas, o rústico protagonista quer ser um Deus com a finalidade de ”rebootar” a metagaláxia a partir de ações mais violentas e menos pacificadoras.
Uma das maiores preocupações dos nerds era como os heróis iriam interagir entre si. Tudo é construído com o início de uma interação natural e corrida, mesmo que, em algumas cenas, a comunicação dos heróis seja feita a datar de um contraponto mais lento e detalhado. Caso dos Guardiões da Galáxia com o Thor e dos personagens de Wakanda com os Vingadores Secretos, onde a lentidão é necessária para uma melhor interação em equipe.
Infelizmente, o mesmo não pode-se dizer sobre Os Guardiões da Galáxia (novamente), Homem-Aranha, Homem de Ferro, Doutor Estranho e Wong, já que tem-se a impressão de que a relação deles foi feita com mais pressa por causa do tempo da película. Mas é claro que o fator não acaba prejudicando o longa, tendo em vista que o ”defeito” logo é consertado com alguns dizeres e atitudes dos mesmos.
Mesmo com ideais diferentes, todos estão ali para combater apenas uma ameaça em comum e, sinceramente, chega a ser lindo ver o sofrimento e agonia na cara dos vigilantes ao se deparar com algo que não conseguirão derrotar tão facilmente, levando um pouco de drama e melancolia para a sua composição cinematográfica.
Quem está esperando por muitas surpresas, pode se decepcionar um pouco. Tudo é deixado para o quarto filme da franquia que, até então, será o encerramento dessa era de super heróis que passou, dando portas para uma nova jornada cinematográfica.
Mas é claro, existem sim algumas ações inesperadas que são de encher os olhos de qualquer um. Sem muitos detalhes, os abalos são causados sem um nível de precisão, tirando aplausos do público enquanto as cenas repentinas são exibidas.
Tirando a ausência de sobressaltos em telas (mesmo tendo poucos, mas emocionantes), como todo problema que a maioria dos filmes da Marvel sofrem, as piadas sem graça e fora de timing são o que mais chega a incomodar. O longa-metragem é um dos mais sérios e sombrios já produzidos pela casa das ideias, mas se não fossem pelas chacotas emocionais e não emocionais, tudo seria um pouco mais lindo e menos colorido, mesmo com a sua maestria natural.
Vingadores: Guerra Infinita tem como objetivo emocionar e divertir, o que tem início desde os seus primeiros minutos de filme até os seus últimos minutos, se encerrando com uma das melhores cenas pós-créditos do MCU até agora (se não a melhor).
Que mais dez anos magníficos da Marvel seja construído nos cinemas e, quem sabe, daqui a vinte anos uma próxima mega saga vem ao mundo para deixar os novos e velhos nerds de boca aberta. Espero que tenham gostado, até a próxima e nunca esconda um mapa com uma joia do infinito, pois ele irá te achar!
O ano era 1992. E o Superman ia mal, e não foi por causa de nenhuma Kryptonita ou algum ardiloso plano do Lex Luthor. O maior ícone da DC Comics e dos quadrinhos em geral já não tinha mais a força editorial e perdia a popularidade cada vez mais. Os filmes de sucesso já estavam no passado. O Batman tinha recebido uma injeção de ânimo graças aos filmes Batman (1989) e Batman: O Retorno (1992), e ainda bebia muito da água de O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller que tinha instalado uma forma mais “pesada” para as histórias do Homem-Morcego, como por exemplo, o arco Morte em Família. Nesse meio todo, ainda surgiam personagens com atitudes agressivas e o Homem de Aço estava taxado como ultrapassado.
A DC Comics fazia de tudo para tentar levantar o seu maior símbolo. E tentar coloca-lo no auge novamente como tinha atingido nos meados dos anos 80 (você gostando ou não) na fase de John Byrne. Medidas foram tomadas como: Lois Lane descobriu a identidade secreta, o casal começou a namorar pra valer, noivaram, Luthor morreu, o seu “filho”, conhecido como Lex Luthor II ficou no seu lugar e a Supermoça, que tinha sido introduzida por Byrne, começou a ser mais participativa. Mas mesmo assim as vendas ainda iam mal. As histórias não funcionavam e não eram da altura do personagem. Enquanto isso, os Mutantes da Marvel Comics e a Image Comics ganhavam cada vez mais força no mercado de quadrinhos.
Hoje em dia esse anúncio é considerado item raro.
E qual foi a solução que a Casa das Lendas teve para levantar o seu maior personagem? Vamos matar o Superman! E foi realmente uma jogada de mestre. A DC Comics soube mexer com a mídia e com os leitores na época. As HQs da editora viam com um anúncio Doomsday is coming for Superman!, em tradução literal, O Apocalypse está vindo para o Superman!. A edição escolhida para o terrível ato foi Superman #75. Que antes estava programada para ser o casamento de Clark e Lois.
Man of Steel #18
Na verdade, nessa edição, é apresentado um pequeno prelúdio de sete páginas, onde uma misteriosa e poderosa criatura foge de uma prisão e começa e destruir tudo em seu caminho.
Justice League of America #69 – “Saldos da Derrota”
Com uma equipe formada (não riam) por Besouro Azul, Gladiador Dourado, Guy Gardner (com o Anel Amarelo), Fogo, Gelo, Máxima e Bloodwynd. Eles tomam uma surra tremenda do monstro.
Superman #74 – “Contagem regressiva para o Apocalypse”
O Azulão se une à derrotada Liga da Justiça para tentar deter o avanço do monstro, que nesse momento já era chamado de Apocalypse pela imprensa.
Adventures of Superman #497 – “Sob Fogo Cerrado”
O Superman deixa de perseguir o monstro por um tempo para ajudar seus amigos feridos, e logo depois, volta a pancadaria.
Action Comics #684 – “…Apocalypse está Chegando”
A batalha chega aos laboratórios Cadmus, onde Apocalypse enfrenta o Guardião. E decide seguir para Metrópolis. Por quê? Porque no capitulo anterior ele viu um comercial de TV sobre a maior luta do século que aconteceria na cidade.
Man of Steel #19 – “O Dia do Apocalypse”.
A fera chega em Metrópolis. Supermoça, a Unidade de Crimes Especiais e o Professor Hamilton, tentam em vão, derrotar o Apocalypse.
Superman#75 – “Apocalypse”.
O ato final. A edição que mostrava a ultima batalha do Superman, é o melhor capitulo de toda a saga. Dan Jurgens fez a história toda com páginas de splash. Com quadros de páginas inteiras. A revista é repleta de tensão, urgência e belas artes. Mostrando o desespero do Superman em deter a fera. A grande sacada é focar no herói, Lois e Jimmy Olsen. Três personagens que sempre foram bases em diversas histórias aos longos dos anos.
A trama no geral é bem simples, como diz o título. Depois de uma perseguição onde o Superman apanha, bate um pouco, cai e levanta de novo, o monstro Apocalypse surra os heróis com uma das mãos amarradas nas costas! Depois de diversas edições, quando chega no clímax final e nas últimas quatro páginas, somente então, o herói descobriu uma forma de ferir a fera.
O roteiro tem umas escorregadas, mas existem pontos interessantes que merecem menções: a década de 90 estava começando e alguns órgãos criticavam o excesso de violência que as historias em quadrinhos estavam trazendo. Era uma época em que Wolverine, por exemplo, decapitava em suas histórias, o Spawn trucidava os inimigos. O selo Vertigo começava a dar os primeiros passos, e seu conteúdo era algo mais adulto. Na sua primeira participação na trama, o Superman, participa de um programa de TV de Cat Grant. A atração é transmitida direto de uma escola e os alunos fazem perguntas ao herói. E uma aluna faz sobre o excesso de violência usado por alguns heróis.
Em outro momento, refletia o que os jovens pensavam sobre o Superman. Um garoto reclamando que ele é ultrapassado. Que se a entrevista fosse com o Guy Gardner, seria melhor. Outra boa sacada da trama é o que a impressa pode fazer para conseguir audiência, como se arriscam por uma matéria. No caso, para cobrir a luta final.
Uma coisa bacana no arco é as participações de personagens secundários na mitologia do Superman, mas que são figuras participativas nas histórias do herói. Alem dos já citados Lois e Jimmy, vemos boas adições nas histórias de Bibbo, Professor Hamilton, Cat Grant, a UCE e o Projeto Cadmus. Os personagens são bem explorados a sua maneira, mas ao mesmo tempo, favorecem no excesso desnecessário de páginas.
O visual assustador e a fúria incontrolável se tornaram características do Apocalypse. Mas, no mais, o mostro só anda e bate. Será que somente uma selvageria imparável seria capaz de matar o Superman? Apesar de ser nobre o fato dele dar tudo de si no final, vamos fazer um exercício de imaginação? Não seria mais legal e interessante se a morte fosse pelas mãos de algum de seus grandes inimigos como Luthor e Brainiac?
Hoje em dia, infelizmente, o Apocalypse, se tornou um personagem que é usado em aparições com intuito de levantar alguma grana a mais na venda da luta contra o seu maior algoz. Como sua primeira aparição na clássica história, ele se tornou um caça-níquel da editora. Ele já voltou várias vezes, já teve a origem aprofundada, mas nada mais publicado dando a devida importância do vilão. Apesar de ter uma personalidade de uma porta, ele é o único ser, que até então, matou o Superman.
Monstro influenciado pela mídia.
Mike Carlin, era o capitão dos títulos do Homem de Aço na época. Ele foi um dos responsáveis por transformar e coordenar os eventos e arcos que envolvem a Morte e o Retorno. Obviamente, que alguns deles foram extensos sem muita necessidade, mas o objetivo era vender.
A Morte do Superman se tornou um clássico da DC Comics. E por mais que soubéssemos que o personagem não continuaria morto, não imaginávamos que ele voltaria tão cedo. A saga original foi apenas a ponta do iceberg. Em menos de um ano veio Funeral para um Amigo e O Retorno do Superman. Apesar da saga como um todo ter sido bem dividida, dando um espaçamento entre uma e outra, ainda ficava o sentimento de algumas coisas foram “para encher linguiça”. Alguns fãs se sentiram desapontados e se viram dentro de um mero golpe publicitário. As edições do Retorno já não mantiveram o mesmo pique de vendas da abertura da saga. O que é até normal, dado a importância da publicação. Um exemplo foi o estudo da organização varejista das Comics Stores americanas, revelou que muitas das vendas de Superman #75, por exemplo, foram feitas por pessoas que não acompanhavam os quadrinhos. Mas queriam ter a edição histórica à titulo de coleção ou de valorização financeira para o futuro.
Mas o objetivo da DC Comics tinha sido atingido. As publicações do personagem venderam horrores. O Superman, e toda a indústria dos quadrinhos, voltaram às grandes mídias. A notícia correu o mundo em uma velocidade incrível para uma época em que a internet era apenas um planejamento distante. Lembro de estar assistindo o Fantástico na Rede Globo, e uma matéria sobre a Morte do Superman (ainda sendo chamado no Brasil de Super-Homem) surgiu. Nela, era falado sobre os novos caminhos dos quadrinhos americanos. Como a força que os X-Men se transformaram falando de preconceitos, os heróis e anti-heróis da Image Comics, o futuro Batman aleijado e a morte do Superman.
Em todo o mundo, a jogada da editora americana deu certo comercialmente. Inclusive aqui no Brasil ela funcionou e muito bem. A Editora Abril, publicou, praticamente simultaneamente com os Estados Unidos, uma edição especial que compilava todo o arco. Assim como tinha acontecido com Guerras Secretas da Marvel Comics. Pode não parecer, mas uma estratégia dessa naquela época era ousada e requeria um planejamento diferente. Como acabou adiantando alguns fatos que ainda não tinham sidos publicados por aqui, por exemplo, o Guy Gardner como Lanterna Amarelo, a editora tupiniquim providenciou uma nota explicativa no começo da revista que fala sobre fatos e personagens ainda inéditos no nosso país).
A Clássica edição de A Morte do Super-Homem publicada pela Editora Abril aqui no Brasil.
A (linda) edição especial, era uma capa toda preta que mostrava o icônico S sangrando em alto relevo e com efeitos metalizados. O miolo era em papel LWC e repleto de brindes. Um fac-símile de Superman #75 em formato americano com os momentos finais da luta. Uma revista Newstime sobre a morte do herói, com depoimentos de celebridades e matérias e um histórico pôster de Dan Jurgens que mostra o cortejo fúnebre com diversos personagens da DC Comics. Eu tive essa edição!
Até hoje uma das maiores discussões é se foi golpe publicitário ou não da DC Comics. Eu tenho certeza que foi. Mas também é muita ingenuidade pensar que não haveria a ressurreição do personagem. Algo tão normal EM TODAS AS EDITORAS é matar um personagem e voltar com ele depois. E com um dos maiores ícones dos quadrinhos não seria diferente. A Morte do Superman, assim como tudo que vem depois, é uma leitura necessária que todo fã e leitor do Homem de Aço deve fazer. Pode ser uma trama simples. Foi algo para alavancar as vendas e recuperar um prestigio do personagem. E alcançou os dois objetivos. E se tornou um fato histórico não só na história da DC Comics. E em toda indústria dos quadrinhos.
O Superman já morreu e voltou diversas vezes nos quadrinhos. Mas, com certeza, a mais impactante foi a de 1992. Era um período difícil para o personagem e a ação publicitária que envolveu a publicação rendeu bons frutos para a DC Comics. Esse ano ela completa 25 anos. Muitos podem falar que ela envelheceu mal. Outros podem falar que se tornou essencial para o personagem. Eu, particularmente, acho um pouco de ambos. Acredito que se fossem produzir algo mais recentemente (para valer mesmo, na mesma situação em que se encontrava comercialmente o personagem, e não na transição igual dos Novos 52) seria menos o sistema correria e pancadaria, como foi em 1992. Acho que seria algo mais poético até.
O FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos desse ano já está chegando e as novidades nos quadrinhos nacionais estão começando a pipocar. Uma delas é a promissora DestiNation. A trama, que mistura os gêneros faroeste e cyberpunk, traz a história de um mercenário cibernético que está caçando um ciberxamã que destruiu a sua família.
DestiNation tem roteiros de Alessio Esteves (Gibi Quântico, Zikas, Kimera – A última Cidade, Despacho entre outras) e com artes de Lobo Loss (O Mundo de The Witcher – Old Dragon) e apresenta um mercenário em busca de vingança. Uma religiosa aplacando sua ira por meio da fé. Um jovem que só quer conhecer seu ídolo. Um xamã hacker com ritual inacabado. Confira na galeria abaixo uma prévia, artes promocionais e a capa da HQ:
DestiNation é composta de quatro histórias em 48 páginas com tons de sépia coloridos e em formato americano. São os títulos das histórias:
O Troféu: Quem está andando por aí com o chapéu do famoso Jeff Van Cypher? Como ele conseguiu o objeto?
Descanse em Paz: Um momento de luto torna-se uma batalha morta.
O Fã Número 1: O encontro com o seu maior ídolo pode mostrar que tudo o que se sabe sobre ele está errado.
A Benção, irmã: Quando seu inimigo usa magia, toda ajuda é necessária. Mas até a benção de Deus tem seu preço.
Para saber mais detalhes e novidades sobre DestiNation, acompanhe a Page oficial da publicação, clicando AQUI. Como dito antes, a HQ será lançada oficialmente no FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos, que acontecerá em Belo Horizonte/MG entre os dias 30 de maio a 03 de junho.
A Marvel Studios liberou um vídeo reunindo todos os atores de Vingadores: Guerra Infinita, onde o estúdio aconselha a ninguém dar spoilers de seu novo filme.
Uma jornada cinematográfica sem precedentes, que vem sendo feita por dez anos por todo o universo cinematográfico da Marvel. Vingadores: Guerra Infinita, da Marvel Studios, traz para as telas o confronto mais definitivo e mortal de todos os tempos. Os Vingadores e seus aliados super-heróis devem estar dispostos a sacrificar tudo para tentar derrotar Thanos antes que seu ataque devastador coloque um fim em todo o universo. Anthony e Joe Russo dirigem o filme, que é produzido por Kevin Feige. Louis D’Esposito, Victoria Alonso, Michael Grillo e Stan Lee são produtores executivos. Christopher Markus e Stephen McFeely escreveram o roteiro.
Vingadores: Guerra Infinita estreia em 26 de Abril em todos os cinemas do país.
Venom, o filme solo do antagonista do Homem-Aranha, ganhou o seu segundo trailer liberado pela Sony Pictures durante a Cinema Con, que acontece dos dias 23 à 26 de Abril em Las Vegas.Estrelado pro Tom Hardy, o filme do simbionte será de terror e para maiores.
Venom é baseado no famoso arco dos anos 90 Protetor Letal. Na história, o personagementra em um tratado de paz com Homem-Aranha, que tem como objetivo, deixar a sua e a vida do herói mais tranquila se mudando para São Francisco. Chegando na cidade, o anti-herói se depara com um grupo de mercenários que farão de tudo para caçá-lo.
Venom chega em 5 de Outubro em todos os cinemas do país.
Durante o ano de 2016, o jornalista Jake Halpern, realizou entrevistas com duas famílias Sírias que se refugiaram nos EUA durante a devastadora guerra que aflige o seu país. Halpern, com a ajuda de uma agencia de reassentamento de refugiados, encontrou uma família que estava ainda no Oriente Médio e estava prestes a chegar na América. E assim ele conheceu os irmãos Jamil e Amnar e nasceu Welcome to the New World.
Welcome to the New World segue a perspectiva sobre a vida nos Estados Unidos desde a chegada das duas famílias. O olhar dos refugiados recém-chegados que ficaram atordoados, oprimidos, entusiasmados e tristes pelos entes queridos que tiveram que deixar para traz na Jordânia, ao chegarem ao solo americano. E a chegada deles ocorre um dia antes de Donald Trump ser eleito presidente dos Estados Unidos.
A história virou quadrinhos pelas mãos de Michael Sloan e publicada em 20 partes na coluna Opinion no The New York Times, e acabou sendo vencedora do Prêmio Pulitzer Prizer de Carttoning Editorial.
A última obra da nona arte a ganhar o mesmo prêmio foi Maus de Art Spiegelman, em 1992. A categoria foi proposta por que o comitê de premiação não se decidiu se colocava Maus como uma obra de ficção ou uma biografia.
Ainda não existem planos, ou pelo menos não foram revelados, sobre uma publicação na íntegra de Welcome to The New World. Muito menos se um dia chegará ao Brasil. Mas você pode ler a história clicando AQUI.
Foi divulgado uma prévia de The Mighty Thor #706, onde se encerra a elogiada série de Jason Aaron e do artista Russell Dauterman, com Jane Foster portadora do Mjolnir. Como todos sabem, depois que o Odinson de tornou indigno, Foster conseguiu empunhar o martelo e se tornou a nova Thor. A reta final, Mangog, foi derrotado, acorrentado ao Mjolnir e lançado ao sol. Sem o artefato mágico, ela perde os poderes e se torna uma simples mortal, e finalmente se sucumbe ao câncer.
Jane Foster está nos portões de Valhalla, o Salão dos Mortos, mas encontra alguém antes de entrar e poder descansar: O poderoso Pai de Todos, Odin.
Confira na galeria abaixo:
“Era você o tempo todo!”, Odin diz na prévia. “Você roubou o martelo! Você roubou meu filho o direito de primogenitura! Seu próprio nome!” Mas, mesmo estando zangado, Odin reconhece o sacrifício de Jane.
Apesar de estar fechando esse período em The Mighty Thor, Jason Aaron, ainda voltará a frequentar Asgard por muito mais tempo. Ele, juntamente com o desenhista Mike Del Mundo, estarão de frente a série do Thor, que voltará a ser estrelado por Odinson. A publicação faz parte da iniciativa Fresh Start da Marvel Comics. Saiba mais AQUI.
Como Wolverine retornou dos mortos? Esse mistério começa a ser desvendado em Hunt For Wolverine. O one-shot que começa a desvendar o segredo ganhou uma pequena prévia (bem pequena mesmo) das primeiras páginas da edição, onde vemos Donald Pierce e os Carniceiros indo fuçar o túmulo de Logan na conhecida Cabana no Canadá.
Na prévia não dá para saber, e nem explica também, como Pierce e sua gangue descobre onde o corpo de Logan descansa. O grupo planeja roubar o corpo para poder lucrar no mercado negro. Só que eles estão no meio de um despertar…
Confira na galeria abaixo:
Depois da sua morte em 2014, Logan fez a sua primeira aparição em Marvel Legacy #1, onde tomou posse da Pedra do Infinito do Espaço. Após, isso ele apareceu em algumas “cenas pós-créditos” nas HQs Captain America #695 e Mighty Thor #703. Confira detalhes AQUI.
Hunt For Wolverine tem roteiro de Charles Soule e artes de David Marquez, Rachelle Rosenberg, Paulo Siqueira, Walden Wong e Ruth Redmond.