ATENÇÃO, ESSA MATÉRIA CONTÉM SPOILERS DE VINGADORES: GUERRA INFINITA
A morte do Homem-Aranha em Vingadores: Guerra Infinita é uma das cenas mais chocantes e impactantes presentes no longa, fazendo qualquer amante da sétima arte chorar com seu desfecho.
Durante uma reunião feita na Universidade de Iowa, os diretores Anthony e Joe Russo responderam uma série de perguntas feitas a respeito do filme, que logo mais, foram liberadas na rede social Reddit acompanhadas de suas respectivas respostas. Segundo eles, originalmente o amigão da vizinhança apenas iria cair no chão sem falar nenhuma palavra enquanto virava poeira, e que as palavras feitas pelo personagem enquanto se jogava aos prantos nos braços de Tony Stark, foram improviso puro do ator Tom Holland.
Vingadores: Guerra Infinita já está em exibição em todos os cinemas brasileiros e clicando aqui, você pode ler a nossa crítica do filme.
Com o lançamento previsto para o final deste mês, a divulgação para o próximo projeto da Lucasfilm deve começar a todo vapor. Recentemente, foi revelado o vídeo com cenas de Solo junto com depoimentos do atual diretor Ron Howard e do elenco. Veja logo abaixo:
“Embarque na Millennium Falcon e comece uma jornada em uma galáxia muito, muito distante em Solo: Uma História Star Wars, uma aventura inédita com o canalha mais amado da galáxia. Através de uma série de aventuras ousadas em um submundo criminoso e sombrio, Han Solo conhece seu corajoso copiloto Chewbacca e encontra o notório jogador Lando Calrissian, em uma jornada que irá definir o caminho de um dos heróis mais improváveis da saga de Star Wars”.
Solo: Uma História Star Wars tem no seu elenco: Emilia Clarke (Qi’Ra), Woody Harrelson (Tobias Beckett), Paul Bettany, Alden Ehrenreich (Han Solo), Thandie Newton, Donald Glover (Lando Calrissian), Warwick Davis, Clint Howard, Phoebe Waller-Bridge e Joonas Suotamo.
O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de maio.
De acordo com Heroic Hollywood, Conor (The Man In The High Castle) é a mais nova adição do elenco para a versão live-action da equipe.
Nos gibis, misticamente criada a partir de um fragmento da alma da Mulher-Maravilha, a garota conhecida simplesmente como Donna Troy foi resgatada de um edifício em chamas por Réia, Rainha dos deuses Titãs Mitológicos, e levada a Nova Cronos. Os deuses deram a ela o nome Troy, garantindo-lhe, e a outras onze crianças órfãs de diversas partes do cosmo, superpoderes e vasto conhecimento, acreditando na profecia de que uma destas onze “sementes” os salvaria um dia de uma grande ameaça que causaria sua extinção.
De volta à Terra, com 13 anos e sem memórias de Nova Cronos, Donna encontrou inspiração na Mulher-Maravilha da Segunda Guerra Mundial (Rainha Hipólita de Themiscyra, durante uma viagem temporal) e foi a primeira heroína a adotar o nome de Moça-Maravilha. Junto com Robin, Kid Flash e Aqualad, Donna sugeriu o nome de Turma Titã para o grupo formado por eles. Viveram várias aventuras até a equipe se dissolver. Tempos depois veio a se juntar ao grupo formado por Ravena, para derrotar Trigon.
Titãs possui em seu elenco: Brenton Thwaites (Dick Grayson/Asa Noturna), Anna Diop (Estelar), Teagan Croft (Ravena), Lindsey Gort (Detetive Amy Rohrbach), Alan Ritchson (Rapina), Minka Kelly (Columba), Ryan Potter (Mutano), Dwain Murphy (Homem-Negativo), Jake Michaels (Homem-Robô), April Bowlby (Mulher-Elástica) e Bruno Bichir (O Chefe).
A série tem previsão de lançamento numa plataforma digital da DC neste ano.
E chegou ao final a trajetória de Jane Foster, empunhando o Mjolnir e se aventurando como a Poderosa Thor. O gran finale foi publicado em Mighty Thor #706, lançado recentemente nos Estados Unidos, e com a HQ, se encerra uma das fases mais queridas por diversos leitores ao redor do mundo. Para você que quer saber como tudo começou clique AQUI.
Jane Foster sempre teve uma vida corrida e sofrida. A sua mãe morreu quando ela era ainda muito jovem. O seu pai trabalhou a vida inteira para lhe garantir um grande futuro, onde ela veio se tornar enfermeira e logo depois médica. Depois das idas e vindas ao relacionamento com Thor, ela se casou com o médico Dr. Keith Kincaid, com quem teve um filho chamado James. Mas depois de um desentendimento com Kincaid, ela pediu o divórcio e perdeu a custódia do filho.
Dr. Keith Kincaid, Jane Foster e o pequeno James em Thor Vol.1 #394.
Foi na época em que Thor enfrentava Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que Jane tomou outro golpe pesado da vida: ela descobre que estava com um câncer de mama em um estágio bem avançado. O então, Deus do Trovão, queria levá-la para Asgard e tratar a doença com magia, mas Jane Foster recusou. Alegando que toda magia tem seu preço, e sendo uma mulher da ciência, ela preferia tratar em Midgard. Logo após ela assumiu o papel de parlamentar no Congresso dos Mundos, onde representava a Terra.
O roteirista Jason Aaron trouxe uma humanidade incomum que não se encontra normalmente em alguns personagens em quadrinhos. Que despertou a simpatia dos leitores pela saga da Poderosa Thor. É complicado e difícil você simplesmente trocar um personagem como Odinson e implantar outro no lugar. Ao longo dos anos diversos quadrinhos fizeram isso, e ainda fazem. Muitos dos pretextos das editoras são “para conservar o personagem”, mas muitas vezes é somente para alavancar o título com uma nova visão. Seja lá o que for, Aaron acertou em cheio, utilizando de clichês como identidade secreta. Algo que não é muito usado, salvo por alguns personagens, na Marvel Comics.
Uma das coisas mais legais das histórias, foi utilizar “argumentos” de alguns leitores logo no começo da carreira da jovem médica na vida de heroína. Na quinta edição, em uma briga contra o Homem-Absorvente, o vilão fala que não deveria chama-la de Thor. Pelo fato do original ser um “homem”. Falando até que se ela quiser ser uma super-heroína que arrume o próprio nome. E não pegue de ninguém. Além de fazer uma alusão ao feminismo. Bem, o resultado é um soco bem dado da Thor no “poderoso” vilão.
Quando se troca um personagem do quilate do Thor, sempre há de existir a reclamação. Agora, imagina se troca por uma mulher? A enxurrada de criticas no início foram fortes. Mas Jason Aaron segurou a marimba, juntamente com a Marvel, e prosseguiu. E sem beber muito da água de diferença de gêneros, feminismo ou coisas do tipo.
E acabou que Jane Foster se tornou uma das mais queridas. A trajetória dela como Thor é fantástica e pode-se levar para nossas vidas pessoais como exemplo de perseverança. Jane sofria de um câncer em um estado avançado. Por várias vezes vemos (e sentimos) o sofrimento da quimioterapia faz nas pessoas. O procedimento é doloroso, pois a química implantada nele busca destruir as células cancerígenas. Mas, em contra partida, arrasam a saúde do enfermo. Quando porta o martelo, Jane Foster, elimina todo esse veneno do seu corpo, mas a magia do martelo não é capaz de eliminar o câncer.
O ato de se transformar para Jane Foster é uma lufada de bons ventos em meio à tempestade da doença. É quando ela se sente útil. Forte. Determinada. Fazendo uma comparação “pobre”, é como aquela pessoa que está enfermo (seja lá com qual doença for) e recebe uma visita querida, ou então consegue dar um passeio para um lugar diferente de sua rotina no hospital ou que simplesmente recebe uma nova perspectiva de vida para o que enfrenta.
A Jane Foster que foi apresentada por Jason Aaron, nada mais é do que uma pessoa comum. Ela tinha o problema da doença, nas suas transformações era como levantar do leito e correr em verdes pastos, mas sabendo que voltaria a enfrentar o seu destino. Ela sabia da dádiva que tinha, e que não era para todas as pessoas que sofrem da mesma forma. Sabendo disso, ela procurava fazer o melhor para essas pessoas também. Existe uma passagem muito bonita na edição #8, quando ela narra a sua rotina e fala de uma amiga, que ela a leva para pescar, e no dia seguinte se assegura para que não chovesse no seu funeral.
Esses fatos é uma retomada na humanidade do mito Thor. Odinson, só veio se apegar aos humanos, após ser forçado a viver entre eles. Com Jane Foster foi diferente. Ela já tem esse lado humano mais aflorado. Por ser natural da Terra, ser médica, ela conhece as mazelas da vida. E muitas vezes se revoltam contra os Deuses que insistem em suas causas pequenas e muitas vezes mesquinhas, enquanto milhares de humanos simplesmente se ajoelham e depositam sua fé em orações que são ignoradas.
Exercendo o maior poder: implantar esperança.
Seria totalmente injusto colocar todos os créditos do sucesso de Poderosa Thor somente em Jason Aaron. O desenhista Russel Dauterman fez um belíssimo trabalho. Com seus traços, detalhes nas páginas e diagramações. Juntamente com Matthew Wilson, o colorista, com belas paletas deram outro astral e vida as publicações. Repare os quadros em que Jane está na Quimioterapia, as cores são quase opacas, sem vidas. E quando está como Thor, principalmente logo após da transformação, as cores ficam mais alegres, um tanto quanto que vivas.
Depois dos fatos de Mighty Thor #706, a Jane Foster vai ter uma nova jornada, não sabemos se um dia ela voltará a empunhar o Martelo. Apesar de Jason Aaron continuar escrevendo para a série, nada é certo.
Jane Foster sempre foi uma figura recorrente na Marvel Comics, apesar de muitas vezes, ficar no segundo escalão das personagens que compõe o relacionamento com o herói principal. Ela por exemplo, nunca teve (até então) um destaque ou a popularidade de uma Mary Jane. Os filmes do Thor, com Natalie Portman no papel, ajudaram a levantar uma popularidade e torná-la mais conhecida para o grande público.
A caminhada da Jane Foster como a Poderosa Thor, foi mais do que uma fase. Foi um alento ler e acompanhar todas as batalhas da personagem como heroína e como mulher. Fica a esperança de que as pessoas tenham absorvido tudo de bom e positivo dela. E em meio de tantos atos humanitários. Com a poesia da transição da humana para deusa. Com o sacrifício peculiar, o fardo pesado e a sua história sofrida e forte desde que foi criada. Não tem como não amar Jane Foster.
O Cartoon Network e a Warner Bros. divulgaram um novo vídeo promocional de Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas.
Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas tem no seu elenco: Khary Payton (Cyborg), Tara Strong (Ravena), Greg Cipes (Mutano), Hynden Walch (Estelar), e Scott Menville (Robin)
O filme estreia no dia 26 de julho nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios soltou o segundo trailer da aventura de comédia romântica Homem-Formiga e a Vespa, que conta com os atores Paul Rudd e Evangeline Lilly nos papeis principais.
Do Universo Cinematográfico Marvel vem um novo capítulo trazendo os heróis com a incrível habilidade de encolher: ‘Homem-Formiga e a Vespa’. Depois dos acontecimentos de ‘Capitão América: Guerra Civil’, Scott Lang (Rudd) enfrenta as consequências de suas escolhas tanto como super-herói quanto como pai. A medida que ele luta para equilibrar sua vida em casa com suas responsabilidades de Homem-Formiga, ele é convocado por Hope van Dyne (Lilly) e Dr. Hank Pym (Douglas) para uma nova e urgente missão. Scott precisa mais uma vez vestir seu uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa a medida que o time trabalha junto para descobrir segredos de seu passado.
Homem-Formiga e a Vespa estreia em 6 de Julho em todos os cinemas brasileiros.
Se você arruma uma namorada, por aqui você não precisa deixar claro de quantas dimensões ela é. Já no Japão, essa diferenciação não só é necessária como é obrigatória. Se isso não for ser um povo estranho, eu não sei mais o que é. Veja a prova no próprio anime que vamos comentar sobre, hoje. Não basta dizer que a namorada é 3D, tem que dizer também que ela é real. Incrível.
Mas tiração de sarro de lado, e indo praquilo que vocês realmente vieram aqui para, vou direto ao ponto com vocês, pois não há forma melhor de descrever esse show do que assim: O que diabos está acontecendo aqui?
Baseado num mangá relativamente antigo (início em 2011, com término em seu décimo segundo volume no ano de 2016), 3D Kanojo: Real Girl é da autora Mao Nanami, uma mulher que, por trabalhar num meio dominado por homens, tenta se destacar ao fugir dos padrões e mostrar facetas que não estamos acostumados a lidar nesse tipo de mídia. Já vou falar disso.
Mas antes tenho que expressar minha frustração.
A premissa do anime não é difícil de se entender, na real. É o clássico onde um garoto otaku nerd gótico diferente e raro, feito pra ser o self-insert do maior número de japoneses possíveis, DO NADA, consegue uma vida maravilhosa e que ele não merece de jeito nenhum. Se você parar pra buscar outras séries com mote semelhante, vai achar aos montes. Sério, não é difícil de encontrar, escapismo faz sucesso.
O que veio para – tentar – diferenciar o dito cujo dos seus milhares de concorrentes, ao que parece, não foi o seu roteiro, sua trilha sonora, nem sua animação. Suas personagens (ou melhor, suas personalidades e atitudes) aparentam ser o divisor de águas. Ao menos foi o que os três primeiros episódios tentaram passar.
Senta que lá vem a história…
Normalmente temos um elenco ideal: personagens boas, talvez injustiçadas, beirando a perfeição. Problemas nunca são culpa do protagonista, mas sim desse mundo cruel onde uma boa alma não consegue perambular em paz, sem ser julgada e abusada.
Não aqui. Não nesse show. O garoto é recluso, pouco confiante, covarde, desdenhoso e suas ações são mais movidas a orgulho do que benevolência. A garota é rebelde, promíscua, impulsiva, mentirosa e não possui um só pingo de juízo.
As nossas personagens principais são pessoas repletas de problemas, com personalidades questionáveis e defeitos até faltar adjetivos (tive certa dificuldade pra completar o último parágrafo, inclusive). Falando em bom português, ambos garoto e garota são péssimas pessoas. Não é um nível de problemática onde você pode usar o discurso de que as personagens são “realistas por terem defeitos”. São defeitos demais, pontos negativos demais, pra poucos elogios.
O mais intrigante, porém, é que a velha regra da matemática se aplica também ao show business: menos com menos dá mais. Eu passei nervoso vendo os dois protagonistas sozinhos, mas quando estão juntos… Parece que funciona? A interação entre os dois é sensacional, e consegue usar os seus respectivos defeitos de uma forma que complementam as falhas do outro.
Mas quando eles estão separados, continuam detestáveis.
Só que as coisas entendíveis acabam por aí. O ritmo do anime é frenético, e as coisas acontecem uma atrás da outra, sem te dar tempo para respirar ou tentar entender o que diabos rolou. Não é que o show seja rushado, é mais que as próprias personagens são frenéticas, e tomam decisões além da compreensão de um humano normal. Você vê mil coisas sendo ditas e acontecendo dentro e fora da tela, e nenhuma delas é explicada em momento nenhum.
Tanto os fatos quanto os “defeitos” das personagens mencionados anteriormente não são explicados e ficam no ar para entender como ou o motivo deles existirem. Claro que com apenas três episódios, não dá pra ter certeza de nada mesmo que a autora tentasse explicar, mas ficar no escuro assim não é muito legal.
Quando você finalmente você tem uma namoradinha e seu tio chega no churrasco.
Apesar de ser chamado de “comédia-romântica”, o show tem seus momentos divertidos, mas nada de extraordinário até então. Coisa no nível Os Trapalhões, no máximo (não que Os Trapalhões seja ruim, é claro). E eu não pude deixar de reparar no enorme CLIMÃO que a atmosfera do anime passa com sua abertura (“Daiji na Koto” por Quruli) e suas músicas de fundo. Parece que algo vai dar errado, lágrimas vão ser derramadas e pessoas vão ser atropeladas por caminhões a qualquer momento. Não sei se estou preparado para isso.
Só para não perder o costume, podemos falar da parte técnica: o estúdio responsável é a Hoods Entertainment; e quem dirige é Takashi Naoya, que tem em seu currículo a direção de um terço de um de meus animes prediletos, que por acaso também é uma comédia-românica: Sakurasou no Pet na Kanojo. Lá, o trabalho foi bem feito. Podemos esperar algo no mesmo nível para cá.
No final das contas, 3D Kanojo: Real Girl consegue ser divertido, apesar de você não entender o que está acontecendo por 90% do episódio. Tenho como esperança de que no futuro, todas as decisões tomadas e todos os defeitos dos personagens sejam devidamente explicados. Por enquanto, um 6/10 parece ser razoável, e ainda aguardamos por fatos (ou pela falta deles) para saber se essa nota desce ou sobe ou empina ou rebola.
O show pode ser assistido legalmente no sistema de streaming da Hidive, com legendas em português.
Por meio de um belo trailer, a Editora Devir, divulgou a graphic novel Lazarus – Vol.1. A obra que tem roteiro de Greg Rucka e artes de Michael Lark foi publicada originalmente pela Image Comics e recebeu uma indicação ao Eisner na categoria Melhor Nova Série em 2014. Confira o trailer abaixo:
Em Lazarus, não existem mais fronteiras geopolíticas no mundo, agora as divisões são econômicas. Riqueza é poder, e o poder está concentrado em um punhado de Famílias. Aqueles que fornecem algum tipo de serviços às Famílias são protegidos. Todo o resto são considerados Refugos.
Cada Família possue uma pessoa que recebe o melhor dos treinamentos, tecnologia, recursos e vantagens cientificas. Essa pessoa se torna o protetor da sua Família, o seu Lazarus. Na Família Carlyle, Forever, a protagonista da trama, assume esse papel.
A Legendary Pictures e a Matt Tolmach Productions adquiriram os direitos de produzir uma série para a Amazon Prime. Co-criador da série, Greg Rucka, está ligado ao projeto que ainda não tem previsão de lançamento.
Lazarus – Vol. 1 tem formato 17 x 26 cm, 104 páginas e já se encontra em pré-venda, em versão capa dura e cartão.
Foram divulgadas as primeiras imagens de Hunt For Wolverine: Weapon Lost #1, a minissérie que marca o retorno de Logan ao Universo da Marvel Comics. A publicação tem roteiro de Charles Soule e artes de Matteo Buffagni, e será lançada em breve nos Estados Unidos.
A trama tem um clima noir/detetive e mostra que depois de algumas pessoas terem avistado um homem que acreditam ser o Logan, o Demolidor reúne um grupo formado por Misty Knight, Frank McGee e o mutante Cypher, no intuito de rastrear Wolverine e resolver o mistério. A trupe acaba descobrindo uma profunda conspiração que tem enormes ramificações em todo o mundo.
As minisséries com diferentes equipes criativas vão apresentar diferentes gêneros explicando o retorno do Wolverine. Weapon Lost será uma trama investigativa. Adamantium Agenda terá ação e aventura. Claws of the Killer terá um clima de terror. E em Mystery in Madripoor será uma história de romance.
Saiba mais sobre os mistérios que envolvem Hunt For Wolverine clicando AQUI.
Lançado recentemente nos Estados Unidos, o especial Hunt For Wolverine #1, é o pontapé inicial para explicar o retorno de Logan do mundo dos mortos. Como já falamos AQUI, a trama inicia-se com Donald Pierce e seus Carniceiros adentrando na Cabana onde jaz o corpo do canadense em seu esquife de Adamantium, com a intenção de roubar seus restos mortais e lucrar no mercado negro. Mas acontece que os X-Men chegam e tentam frustrar os planos do bando.
Enquanto a luta ocorre do lado de fora, Pierce e Cylla usam um canhão molecular e dispara contra a estátua de Adamantium. E para a surpresa da dupla, ela está vazia!
Obviamente, já sabíamos que estava vazia graças à aparição de Logan em Marvel Legacy #1, onde a jovem Jean Grey ao visitar a Cabana, encontra o túmulo partido ao meio.
Marvel Legacy #1
Desde então, pensávamos que Logan tinha desperto e destruído para sair. Mas, agora com Hunt For Wolverine, ficamos sabendo que foram os Carniceiros que abriram a estátua. Então, quem tirou o corpo antes?
A resposta é bem simples. Kitty Pride. Em um flashback, os X-Men decidem em não deixar o corpo de Logan ali meio que vulnerável para caçadores de recompensas. Então, a mutante intangível é chamada para praticamente “puxar” o corpo para fora. Logo depois, um funeral em um belo vale verde é realizado e o corpo é enterrado.
Mas acontece que um belo dia, em que Kitty Pride está no túmulo percebe que o pano que foi usado para envolver o corpo de Logan está pendurado em uns galhos. E ela enfia o braço pela terra e sente que o corpo não está mais lá!
Eis que o mistério começa a tomar forma a partir desse momento. Como ele voltou à vida? Ele teve ajuda de alguém para sair do túmulo? Ou conseguiu por conta própria? Vale lembrar também, que em Marvel Legacy #1, Jean Grey fala: “Welcome Back. We missed you”, (“Bem vindo de volta. Nós sentimos saudades de você”, em tradução literal). Será que a jovem mutante tem algo a ver com a sua ressurreição? As respostas começam a serem reveladas a partir de agora nas minisséries que compõem Hunt For Wolverine.