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Quadrinhos

Asa Quebrada | Editora Veneta lança obra de Antonio Altarriba

E mais uma obra do escritor espanhol Antonio Altarriba será publicada no Brasil pela Editora Veneta. Em 2012, a editora já tinha lançado Arte de Voar (2009), Onde acompanhava a vida do pai do autor, que tinha o mesmo nome, desde a sua infância, passando pelo engajamento contra o fascismo da Guerra Civil Espanhola, a Resistência na França contra o nazismo, os anos pós-guerra e a depressão no fim da vida em um asilo.

Agora o que está sendo lançado é Asa Quebrada. Publicada pela primeira vez em 2006 e com artes de Kim, a graphic novel é o “outro lado” de Arte de Voar. Onde os autores revisam o ponto de vista dos espanhóis que foram forçados a ficarem em silencio durante a ditadura de Franco. E com a sua mãe, Petra, como protagonista.

Petra é uma mulher religiosa, modesta, discreta, que sempre buscava evitar ser o centro das atenções. E quando foi descobrindo mais sobre a história da personagem tão quieta e reservada, Altarriba descobriu outra história de seu país. Onde as pessoas para sobreviver e proteger aqueles que amavam, eram obrigadas a se manterem em silêncio.

A história de Petra é repleta  de tragédias e lutas. A sua mãe morreu quando dava a luz à ela, então com a desgraça o próprio pai a tentou matar quando ainda era uma recém-nascida. O ato deixou Petra com um braço imóvel permanentemente. Anos depois, teve que cuidar do pai que ficou paralisado após uma briga. Chegando até salvar a sua vida durante a Guerra Civil Espanhola. Com 30 anos, Petra conhece Antonio, pai do autor, que retornava do exílio francês.

Asa Quebrada tem formato 24 x 17 cm,  272 páginas e o valor de R$ 64,90. E assim como Arte de Voar é uma leitura altamente recomendada!

 

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Anime Cultura Japonesa

Primeiras Impressões | Golden Kamuy

Um dos maiores hypes para a temporada de Primavera 2018 com certeza era Golden Kamuy. O mangá de Satoru Noda vem ganhando espaço na indústria nos últimos anos, conquistando fãs e prêmios e com isso, criando bastante expectativa para a sua versão animada.

Pois bem, após assistir aos dois primeiro episódios do anime, decidi dar meu parecer sobre o mesmo, e já digo de antemão, que decepção.

A adaptação de Golden Kamuy ficou a cargo do Geno Studio, um estúdio recém formado que tem em seu currículo apenas dois projetos, o filme Gyakusatsu Kikan, lançado em 2017 em pareceria com o estúdio Manglobe, e o anime Kokkoku, que foi transmitido agora no início do ano, cujo eu dropei no segundo episódio, após dormir no mesmo (e pelos comentários que eu li, não melhorou em nada). Então era de se esperar que Golden Kamuy teria uma produção meia boca, fazer dois animes seguidamente demanda tempo e dinheiro, além de mão de obra.

O primeiro episódio já trouxe logo de cara, um meme instantâneo: os ursos em CGI. Quando eu vi a screenshot da cena, jurava que era montagem de tão mal feita que ficou, mas infelizmente, ao assistir o episódio, me deparei a aberração. Simplesmente ficou horroroso, mas só isso não tinha sido suficiente, eles ainda tiveram a pachorra de dar um close em uma das criaturas.

Em uma entrevista publicada em Janeiro desse ano, o diretor, Nanba Hitoshi e o roteirista, Takagi Noboru, disseram que colocariam o Urso em CGI, pois queriam que ele emanasse uma presença maior da dos personagens. O uso do 3D causaria uma “atmosfera incomum”, e bem… eles conseguiram.

Que fofo, quero um para mim.

Tirando essa bizarrice, a história de Golden Kamuy é até que interessante, e simples. Sugimoto é um ex-soldado que está a procura de ouro para poder sustentar a família de seu amigo morto na Guerra Russo-Japonesa, cuja a esposa está ficando cega. Em sua busca ele descobre que um carregamento de ouro roubado do povo Ainu está escondido, e o caminho só pode ser descoberto através de tatuagens nos corpos dos companheiros de cela do ladrão. No entanto, ele logo descobre que não é o único que está a procura desse tesouro, e assim começa a “Corrida pelo Ouro”.

Além da história, o protagonista, Sugimoto, foi a melhor coisa desse primeiro episódio. Denominado de Sugimoto, o Imortal, ele não pensa duas vezes antes de fazer algo, e isso incluí dar um soco em um urso. Aos poucos iremos saber os verdadeiros objetivos dele. Fomos apresentados também a Asirpa, uma Ainu, que teve seu pai assassinado pelo mesmo ladrão do ouro, e decide ajudar Sugimoto em sua aventura.

Já no segundo episódio, apesar de não ter outro urso de CGI, o anime trouxe um design totalmente relaxado e mal feito. A cada cena os personagens simplesmente não se pareciam com nada do que tinha sido apresentado nas cenas anteriores. É nítido a falta de tempo que o Geno Studio teve, visto que tinha acabado de produzir Kokkoku.

Mas, novamente, a história e os personagens foram os destaques do episódio. Foi apresentado um pouco sobre a cultura Ainu, além de apresentar um novo personagem: Yoshitake, o “Rei das Escapadas”, um dos prisioneiros que foram tatuados, e traz cenas divertidíssimas. Também foi mostrado o que pode ser o inimigo desse início de Golden Kamuy, a 7ª Divisão.

Nota: 5/10

Eu não continuarei assistindo ao anime, pois, eu gostei tanto da história, dos personagens, e ambientação, que irei passar para o mangá. Infelizmente ele não é publicado aqui no Brasil, mas torçamos para que o anime possa fazer alguma das editoras mudar de ideia.

Golden Kamuy é exibido no Brasil pela Crunchyroll.

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Consoles Games

Análise | Devil May Cry HD Collection

Devil May Cry provavelmente é uma das franquias mais importantes dos vídeo-games. Nascido originalmente como um protótipo de Resident Evil 4, o jogo logo tomou um outro caminho e se tornou um ícone para o gênero hack and slash, e em ação no geral.

A história é a mesma de sempre, sem nenhuma mudança. Dante é um caçador de demônios e busca vingança contra aqueles que mataram sua mãe e irmão. Apesar de parecer que será algo mais sério, os jogos não são nem um pouco dramáticos, e sim uma excelente galhofa, com situações que beiram ao ridículo, mas isso não importa muito, já que o verdadeiro foco da franquia, é a sua ação.

Os novos jogadores devem ter um pouco de dificuldade com o gameplay, pois ele é o mesmo dos jogos originais, sem nenhuma mudança. Até mesmo o jogo de câmeras continua.

Todos os três jogos, Devil May Cry, Devil May Cry 2 e Devil May Cry 3: Special Edition, tiveram seus gráficos atualizados para 1080p e estão rodando a 60fps, o que é muito bom para um jogo de ação, no entanto, as melhorias ficam só nisso.

Apesar de ter sua gameplay remasterizada, não podemos dizer o mesmo das suas cutscenes e menus. Eles não foram refeitos, e tudo que nós temos são cenas na proporção 4:3, que simplesmente ficam ridículas quando executadas em uma televisão de alta resolução. Chega a arder os olhos, em especial a do primeiro jogo.

Trazendo os três primeiros jogos da franquia, lançados original para o PlayStation 2, para os consoles da nova geração, a coletânea é uma excelente opção para aqueles que querem conhecer a história de Dante, e se preparar para um vindouro Devil May Cry 5, que vem tendo seus rumores aparecendo nos últimos meses. No entanto, para os fãs mais antigos, a coletânea não servirá de muita coisa, a não ser matar a saudade.

O jogo foi testado em um PlayStation 4.

Devil May Cry HD Collection foi lançado no dia 13 de março de 2018 e está disponível para PlayStation 4 e Xbox One.

 

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Cinema

Os dois primeiros minutos da animação Batman Ninja são liberados oficialmente

A Warner Bros. soltou os dois primeiros minutos da animação Batman Ninja, novo anime do homem-morcego que será situado no Japão Feudal.

Após ser transportado para o Japão Feudal, Batman une força com a Bat-Família para deter o demônio Coringa e o Gorila Grodd, que trabalham lado a lado.

Batman Ninja estreia em 8 de Maio em Home Video.

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Games

Sony libera novo vídeo de God of War com cachorrinhos

Intitulado de Dog of War, a Sony liberou um vídeo em live action do jogo God of War recriado com cachorros. Com um toque mais meigo, você pode conferir o resultado logo abaixo.

Com sua vingança contra os Deuses do Olimpo concluída, Kratos agora vive como um mortal nas terras de deuses nórdicos e monstros. É neste mundo inóspito e implacável que ele deve lutar para sobreviver  e ensinar seu filho a fazer o mesmo.

God of War já está disponível para PlayStation 4.

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Cinema

Joe Russo fala pela primeira vez, sobre o filme solo da Viúva Negra

O diretor de Vingadores Guerra Infinita Joe Russo e a produtora executiva Trinh Tran, falaram pela primeira vez, sobre o filme solo da heroína Viúva Negra, que ainda não possui data de lançamento, mas, fará parte da fase 4 do Universo Cinematográfico da Marvel.

”O mais incrível de se trabalhar com os Irmãos Russo e com a Marvel, é que ambos te dão permissão para que as suas ideia sejam ouvidas. É muito importante, que, para nós mulheres, nossas vozes sejam ouvidas.” Falou Tran.

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”Existe muito o que se explorar numa história onde uma heroína era vilã. Scarlett faz um trabalho tão bom para dar vida a personagem, que o público acaba se esquecendo de sua história sombria, que por sinal, será o ponto forte do longa.” Completou Joe.

A próxima aparição da personagem será em Vingadores: Guerra Infinita e Vingadores 4, que chegam em 26 de Abril desse ano e 3 de Maio de 2019.

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Cinema

Deadpool aproveita as férias em novo pôster inédito

A Fox soltou um novo pôster de Deadpool 2. Na imagem, o mercenário tagarela, está em cima de uma boia enquanto aproveita os últimos momentos de suas férias.

Após sobreviver a um quase fatal ataque bovino, o chef de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para cumprir seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com seu perdido senso de gosto. Procurando recuperar o seu tempero para a vida, bem como um capacitor de fluxo, Wade deve lutar contra ninjas, Yakuza e um monte de caninos sexualmente agressivos, enquanto viaja ao redor do mundo para descobrir a importância da família, amizade e do sabor, encontrando assim um novo gosto para a aventura e ganhar o título em sua caneca de café de Melhor Amante do Mundo.

Deadpool 2 estreia em 1 de Julho.

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Séries

Jeffrey Dean Morgan fala sobre a possibilidade de uma série solo do Negan

Em uma entrevista para o site de entretenimento ComicBook, o ator e intérprete do personagem Negan, Jeffrey Dean Morgan, falou sobre a possibilidade de uma série solo do vilão.

”Eu adoraria fazer isso, explicaria a origem do personagem antes do Apocalipse Zumbi, seria genial. Isso já foi feito nos quadrinhos, e ver a história do personagem se tornando em realidade, seria muito satisfatório para mim. Isso é necessário para Negan, já que muitas coisas importantes são deixadas de lado no seriado.”

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The Walking Dead retorna entre o fim do ano e começo de 2019 e a sua oitava temporada acaba de ser concluída.

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Séries

Netlfix libera as duas primeiras imagens oficiais do segundo ano de Dark

A Netflix, soltou duas imagens oficiais da segunda temporada de Dark, que terá continuidade em 2019. Nelas, o foco fica por conta do protagonista Jonas, que está em meio de um cenário pós-guerra.

 

A história acompanha quatro diferentes famílias que vivem em uma pequena cidade alemã. Suas vidas pacatas são completamente atormentadas quando duas crianças desaparecem misteriosamente e os segredos obscuros das suas famílias começam a ser desvendados.

Para mais informações, leia a nossa crítica do primeiro ano do seriado clicando aqui.

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Detective Comics Quadrinhos

Action Comics #1000 | As histórias da antologia do Superman ranqueadas

História foi feita essa semana, Superman completou 80 anos desde sua primeira aparição. Action Comics #1000 foi lançada essa semana para celebrar o Homem de Aço. É um momento histórico para a indústria de quadrinhos. Por isso, a Torre de Vigilância listou todas as histórias da antologia. Da pior até a melhor. Para o alto e avante!

11 – “The Truth” por Brian Michael Bendis e Jim Lee

Action Comics #1000

A estreia de Bendis na DC Comics não poderia ter sido pior. The Truth serve apenas como ponte para a minissérie Man of Steel, a qual será publicada em junho. Mas o grande problema não está em servir como prólogo. Os diálogos são ridículos e a maioria deles envolvem discussões sobre o retorno da cueca vermelha. O grande vilão não parece tão grande, assim como a arte de Jim Lee. O desenhista não entrega um bom trabalho aqui. E a revelação no final, é algo tão batido na história do personagem. Infelizmente, não consegue celebrar o herói, muito menos, construir um prólogo para empolgar os leitores.

10 – “The Game” por Paul Levitz e Neal Adams

A história traz Superman jogando uma partida de xadrez com Lex Luthor. É interessante e cômico como Levitz expõe o ego frágil de Lex Luthor quando ele perde a partida. Soa um pouco infantil e datado, porém divertido. A arte de Adams entretanto, não se destaca de forma alguma, apesar de fazer uma referência muito bacana a uma capa famosa ilustrada pelo artista.

9 – “Five Minutes” por Louise Simonson e Jerry Ordway

Dois clássicos quadrinistas trabalham nessa história. Infelizmente, o problema não é a narrativa, muito menos a arte. Five Minutes é uma história curta e simples a qual mostra como Superman pode resolver problemas rapidamente. O grande problema aqui é como ela soa datada perto das outras histórias, mas está bem longe de ser ruim.

8 – “Action Land” por Paul Dini e José Luis Gárcia-López

Essa provavelmente tem um dos melhores plots da edição. A história se trata sobre um parque de diversões sobre o Superman. As atrações são bem criativas, a arte de Gárcia-López (Excelente como sempre), dá o tom de nostalgia necessário e bem-vindo. O roteiro de Dini conta com uma boa reviravolta e valoriza a importância dos vilões para o Homem de Aço.

7 – “An Enemy Within” por Marv Wolfman e Curt Swan 

A mais aguardada depois da estreia de Bendis. Desenhada pelo lendário Curt Swan (Que Rao o ilumine), essa é uma história nunca publicada em sua época como desenhista da revista. Escrita por Marv Wolfman, a trama aborda a crença do Superman na humanidade, não os ajudando, mas deixando-os resolver seus próprios problemas. É uma das mais interessantes da coletânea.

6 – “The Car” por Geoff Johns, Richard Donner e Olivier Coipel

Lembram do carro arremessado pelo Superman na capa de Action Comics #1? Claro que lembram. Johns e Donner nos apresentam ao motorista do automóvel destruído. Uma história brilhantemente narrada pela arte de Olivier Coipel, que emula com maestria, o Homem de Aço da Era de Ouro e arrebenta na distribuição de quadros. A mais criativa (e inesperada), mas não a melhor.

5 – “The Fifth Season” por Scott Snyder e Rafael Albuquerque 

Essa história se trata sobre a rivalidade Superman/Luthor. Snyder constrói a trama a partir de uma ida ao planetário, durante a infância e a vida adulta dos personagens. Mais uma vez, o roteirista mostra eficiência escrevendo Luthor, como já havia feito na minissérie Superman: Sem Limites. A arte de Albuquerque e o jogo de luz e sombras torna o conjunto da obra ainda mais poético. Com certeza merece um lugar entre as 5 melhores.

4 – “From The City that has Everything” por Dan Jurgens

Essa história leva o conceito de celebração ao pé da letra. O roteiro de Jurgens traz Superman preocupado com uma invasão alienígena enquanto a população de Metropolis faz uma homenagem para ele. O que há de mais bonito aqui, são os inúmeros pontos de vistas sobre ele apontados por pessoas as quais ele salvou. Também temos uma cena a qual já nasce icônica: Os heróis e vilões da DC agradecendo ao personagem por ele existir. Pois caso contrário, nenhum deles estaria aqui. Uma metalinguagem simples e funcional.

3 – “Faster than a Speeding Bullet” por Brad Meltzer e John Cassaday 

Uma trama simples executada de forma perfeita. Superman tenta impedir um assassinato em uma estação de metrô. Todos sabemos que ele conseguirá, mas mesmo assim, o roteiro de Brad Meltzer causa extrema tensão. A forma como ele descreve as sensações do herói é simplesmente impecável. Ele distribui os quadros extremamente bem. Isso tudo somado à arte de John Cassaday e seu perfeito equilíbrio entre traços realistas e cartunescos. Além disso, a história foi feita em homenagem a Christopher Reeve. Uma das 3 melhores facilmente.

2 – “Of Tomorrow” por  Tom King, Clay Mann e Jordie Bellaire

Superman, Sol e o fim da sua própria existência, sempre é uma boa ideia para uma história. Aqui, King escreve o seu próprio Grandes Astros Superman em cinco lindas páginas ilustradas por Mann e Bellaire. King já se provou em trabalhar muito bem a tragédia em suas histórias. Entretanto, mesmo com os diálogos trágicos, há uma grande veia positivista em torno da narrativa e uma lição extremamente valiosa sobre valorizarmos aquilo que um dia acaba. Uma das melhores histórias da antologia e o segundo melhor final para o Superman.

1 – “Never-Ending Battle” por Peter Tomasi e Patrick Gleason

Não basta a dupla ter encerrado perfeitamente sua ótima passagem pela revista do herói. Eles também trouxeram, no mesmo dia, a melhor história da edição comemorativa. Composta apenas por páginas sem quadros, a edição escrita por Tomasi e ilustrada por Gleason é narrada de maneira perfeita. O roteirista dá a desculpa perfeita para revisitar todas as eras do herói: Uma luta contra Vandal Savage. Enquanto Gleason retrata com perfeição, inúmeros acontecimentos da mitologia do personagens. Páginas as quais dão vontade de emoldurar. Valoriza o passado e o presente de forma única encerrando de vez a passagem dessa marcante dupla sobre o herói. Sem dúvidas, a melhor das 11 histórias.