O diretor, produtor e roteirista Zack Snyder usou o seu perfil na rede social VERO, para confirmar que já está trabalhando em seu próximo projeto cinematográfico, que será uma adaptação do livro A Nascente da autora Ayn Rand, publicado na década de 1940.
Segundo o Screen Rant, Snyder pausou a produção de The Last Photograph, que até então, era o seu próximo projeto após Liga da Justiça que iria ser exibido nos cinemas.
O romance conta a história de Howard Roark, um arquiteto orgulhoso que se recusa a mudar de pensamentos sobre as suas obras com as exigências do mercado. Dito isto, Howard começa a sofrer constantes pressões sociais, econômicas e pessoais com a adaptação do novo mundo da arquitetura.
Ainda sem data de lançamento, fique ligado (a) aqui na Torre de Vigilância para futuras informações envolvendo a adaptação de A Nascente.
Anteriormente noticiado com um rumor da produção de Venom, o ator WoodyHarrelson confirmou que estará presente no filme solo do simbionte interpretando um personagem extremamente importante na vida do personagem.
”Ruben Fleischer fez Zumbilandia, e esse é um dos grandes motivo para que eu aceitasse participar do filme. Tom Hardy é um dos melhores atores de Hollywood, e eu o respeito muito. Combinando tudo isso com um excelente roteiro, temos um ótimo longa metragem”
”Eu estarei em uma parte muita pequena desse filme, mas eu irei aparecer na sua continuação com um destaque maior.”
Há alguns meses, havia especulações que o ator daria vida ao Cletus Kassady (Carnificina) em uma eventual cena pós-créditos.
Venom estreia em 5 de Outubro em todos os cinemas do país.
Morbius, o vampiro vivo, ganhará um longa metragem que fará parte do universo cinematográfico da Sony sem o Homem-Aranha, que supostamente, não fará parte do MCU. Contudo, o site That Hashtag Show liberou novas informações a respeito do filme, incluindo de sua pressuposta trama.
De acordo com o veículo de comunicação, o estúdio está procurando um homem entre 30 e 37 anos para dar vida ao personagem nas telonas.
História de ação e horror sobre um cientista que, ao tentar achar a cura para uma rara doença no sangue, acidentalmente se transforma em um vampiro vivo, que, embora sinta-se enojado por sua sede de sangue, decide se alimentar de criminosos que ele considera indignos de viverem.
Ainda sem data de lançamento, Morbius é conta com o roteiro de Burk Sharpless e Matt Sazama. Para futuras informações envolvendo o filme, fique ligado (a) na Torre de Vigilância.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, a atriz Emilia Clarke (Daenerys de Game of Thrones) falou sobre o seu futuro na franquia de uma galáxia muito distante.
“Eu assinei contrato com a Lucasfilm para atuar em múltiplos filmes de Star Wars, além de Han Solo. Mas ainda não sei se isso acontecerá mesmo. Pode ter sido uma garantia deles para que eu fizesse um contrato longo. E pode acabar sendo só esse que está no cinema. O futuro dirá.”, disse Emilia Clarke.
A personagem de Emilia Clarke, Qui’ra, conviveu com Han Solo (Alden Ehrenreich) desde a infância, e depois se separaram. Quando se reencontraram anos depois, Qui’ra já fazia parte da Aurora Escarlate, uma organização com ligações com o Império.
Em uma grande revelação de Uma História Star Wars, Qui’ra revela-se ser uma discípula de Darth Maul (Ray Park), que surge diante dela em uma projeção, após contato iniciado pela personagem de Clarke.
Darth Maul aparece com as pernas mostradas em Star Wars: Rebels.
Ele pede para que Qui’ra leve a nave da Aurora Escarlate para o planeta Dathomir, lugar de nascimento de Darth Maul.
Darth Maul diz que ele e Qui’ra a partir daquele momento irão ficar cada vez mais próximos, indicando que a personagem por ter alguma inspiração na Kira Carsen dos games, por sua conexão com os Sith.
Darth Maul liga seu sabre de luz e os olhos de Qui’ra ficam vermelhos em um dos momentos marcantes de Han Solo.
Essa ligação da personagem de Emilia Clarke pode ser explorada em outros filmes da franquia Star Wars. Novos episódios de Uma História Star Wars como Boba Fett e Obi-Wan Kenobi estão sendo produzidos e podem contar novamente com as presenças de Han Solo, Chewbacca e Qui’ra. Além de Enfys Nest (Erin Kellyman), líder das cinco tribos que um dia criarão a Aliança Rebelde.
Han Solo: Uma História Star Wars tem no seu elenco: Alden Ehrenreich (Han Solo), Joonas Suotamo (Chewbacca), Woody Harrelson (Beckett), Emilia Clarke (Qi’ra), Donald Glover (Lando Calrissian), Thandie Newton (Val Phoebe), Waller-Bridge Phoebe (L3-37), Paul Bettany (Dryden Vos), Jon Favreau (Rio Durant) e Erin Kellyman (Enfys Nest).
Tá, admito que esse parágrafo inicial normalmente é usado apenas para tirar um sarro e dizer que Japonês é um povo estranho, mas dessa vez, eu acho que eles têm razão. Presta atenção nisso: duas garotas que são idols, que se encontram com um membro da Yakuza que transforma elas em garotas mágicas, cuja verdadeira forma são homens sarados. Daí elas decidem virar idolsENQUANTO TRANSFORMADAS EM HOMENS SARADOS MÁGICOS.
Sério, como você pode não gostar de algo assim? É sensacional!
Ok, tudo bem. Sabemos que nem todos gostam de tudo, e que cada um tem o seu tipo predileto de mídia. Não somos todos iguais (graças a Deus!) e as diferenças são nossa força motriz. Mas mesmo assim, como que você pode ler uma descrição dessas e simplesmente não pensar “irado!“? Esse é o ápice da Japanimação e nem a vergonha alheia enorme de usar a palavra “Japanimação” não-ironicamente poderia superar a epicidade que estamos encarando aqui hoje.
Assim como One-Punch Man foi uma sátira que conseguiu rir de si próprio e se manter como um Battle Shounen enquanto tirava sarro de Battle Shounens, Magical Girl Ore faz exatamente a mesma coisa com o gênero Mahou Shoujo: é claramente um deboche de todas as obras semelhantes, mas continua sendo uma delas.
A cena de transformação; as roupinhas exageradamente coloridas; o mascote; a premissa confusa; os ‘vilões’ semanais e episódicos que não agregam em nada; armas duvidosas e questionáveis; o poder do amor movendo as personagens; aquela personagem chata que só existe para atrapalhar a vida das protagonistas…
Tudo está lá, todos os elementos de um Mahou Shoujo estão lá. É inegável que o show se trata, de fato, de um Mahou Shoujo. E o grande charme do show é justamente ser aquilo que eles mesmos parodiam.
Você já fez coraçãozinho com um membro da Yakuza hoje?
Se a simples meta-linguagem não for suficiente para te comprar, talvez o excessivo humor seja. Eu sou um cara que gosta de comédias (é o meu gênero predileto), e me agrado com tudo um pouco. Não tem tempo ruim comigo, desde que o negócio me faça dar risada, propositalmente ou não. Inclusive algumas das melhores obras que tem são aquelas acidentalmente engraçadas.
Com Magical Girl Ore, eu me vi não apenas dando risada, mas tendo crises de riso, em diversos momentos dos episódios. Além do humor parodial – que, confesso, você precisa ter ao menos uma base de conhecimento sobre clichês de garotas mágicas para entender – de excelente qualidade, o show ainda apresenta uma premissa tão absurda, e acontecimentos tão insanos, que simplesmente por existirem, certas situações já são engraçadas. É uma mistura maravilhosa de humor de nicho comhumor nonsense, que trouxe o melhor dos dois mundos e conseguiu mascarar as falhas de ambos.
No elenco, temos personagens que são claramente esteriótipos ambulantes. Quando falamos de sátiras, fica difícil de fugir disso. Mas eles conseguem sair pela tangente ao colocar os esteriótipos em “carcaças” diferentes do comum. Essa diferença abismal entre cara-crachá que algumas personagens apresentam só acrescenta ao senso de humor que é o forte do anime (assim como era na antiga Zorra Total).
Mudando de assunto pra falar da parte técnica, Magical Girl Ore trabalha com bons visuais. Não é uma animação cinemática (às vezes, muito pelo contrário), mas faz um excelente uso de “carinhas”. Uma vez eu estava conversando com um amigo meu sobre o motivo dele não gostar de animes. A resposta dele foi que “personagem de anime faz muita ‘carinha’ e isso me irrita“. Desde então, passei a chamar qualquer expressão caricata usada por personagens de “carinha”. Esse show tem excelentes carinhas.
Meu amigo odiaria isso. Acho que nem por causa das carinhas, mas…
E não tem mais o que falar, sem se tornar repetitivo. Apesar dos três princípios da comédia (Não se lembra? O primeiro princípio da comédia é a repetição, e o segundo princípio da comédia é a repetição), e apesar de eu ser um palhaço, e apesar do anime de hoje ser uma excelente comédia… Chega de falar mais do mesmo.
Para finalizar, então: Magical Girl Ore apresenta exatamente o que promete em uma paródia ciente de si mesma e que tem um senso de humor hilário para 3% da população, mas que ainda pode oferecer algumas boas risadas para os outros 97%. Não sei você, mas ainda estou estupefato pelas garotas mágicas serem homens bombados contratados pela Yakuza.
Não conseguiria dormir a noite se desse uma nota inicial menor que 9/10 para Magical Girl Ore, que é a definição da frase “Deus abençoe essa bagunça“. O show está disponível na Crunchyroll, com novos episódios toda segunda-feira.
E não esquecer que pegar a pessoa desprevenida é o terceiro princípio da comédia.
Na mais recente edição da revista Weekly Shonen Jump, foi anunciado que o mangá The Promised Neverland (Yakusoku no Neverland) receberá uma adaptação em anime.
O mangá é um dos mais recentes sucessos da revista e vem batendo recordes de vendas, então já era de se esperar que teria um anuncio em breve.
O anime também deve seus primeiros posteres divulgados, mostrando os protagonistas, Norman, Emma e Ray, respectivamente.
Escrito por Kaiu Shirai e desenha por Demizu Posuka, The Promised Neverland se passa no Orfanato Grace Field, onde aparentemente está tudo tranquilo, até que as crianças descobrirem que na verdade são criadas para serem comida de demônios.
Segundo os rumores, a produção ficará a cargo do recém formado estúdio Cloverworks, que vem trabalhando em conjunto com a A-1 Pictures nos animes Darling in the FranXX e na adaptação do jogo Persona 5. Membros da staff ainda não foram confirmados.
The Promised Neverland tem estreia prevista para Janeiro de 2019 e será exibido no bloco noitanimA, então chegará ao Brasil via Amazon Prime Video, com delay de uma semana em relação ao Japão.
A publisher NIS America anunciou que estará lançando o clássico killer7 para os computadores, via Steam.
Confira o trailer de anuncio:
https://youtu.be/dphVWNPKCiM
Das mentes do iconoclasta escritor/diretor Suda51 e dos lendários diretores Hiroyuki Kobayashi e Shinji Mikami, killer7 retorna pela primeira vez após 13 anos! Mergulhe no submundo dos assassinos com o conto de vingança de Harman Smith, um homem que manifesta 7 personalidades assassinas, conhecido como killer7. Tome controle desses distintos assassinos e cace o sinistro Kun Lan, pare o seu plano de dominação do mundo e derrube sua organização de homem bombas, conhecida como “Heaven Smile”.
Lançado originalmente em 2005 para PlayStation 2 e Gamecube, killer7 foi desenvolvido pela GRASSHOPPER MANUFACTURE, e publicado pela Capcom.
A nova versão terá gráficos remasterizados, além de contar com dublagem em inglês.
killer7 ainda não possui uma data de lançamento, mas chegará durante o quarto trimestre de 2018.
Conhecido por criar artes extremamente realistas, o artista digital BossLogic transformou o ator Jake Gyllenhaal no vilão Mistério, que já está em negociações para dar vida ao personagem em Fall of George.
Uma publicação compartilhada por Bosslogic (@bosslogic) em
”Gostaria de fazer uma postagem muito rápida hoje. Eu não sei se ele realmente irá interpretar o Mistério, mas seria um papel que o Jake poderia mergulhar fundo. Dito isto, é um personagem que eles podem aproveitar nos cinemas e eu sou um grande fã dessa ideia. Em Bubble Boy, ele já esteve em uma esfera, então nunca julgue antes do resultado final.”
Fall of George estreia em 4 de Julho de 2019 e para futuras informações envolvendo a produção do longa, fique ligado (a) aqui na Torre De Vigilância.
A editora Mino anunciou que lançará a graphic novel Drácula de Mike Mignola. Publicada originalmente como uma minissérie em 1992 pela extinta Topps Comics (que fechou em 1998), a HQ virou raridade e ficou fora de catálogo durante 20 anos. Até a IDW Publishing republicar o material em março com capa dura de 136 páginas em preto e branco.
A história todos conhecem, acompanhamos os relatos contados por Abraham Van Helsing, sobre o encontro de Jonathan Harker e Wilhelmina Murray Harker com um misterioso nobre da Transilvânia, cuja vida está ligada aos eventos de 1492, quando um exército muçulmano turco liderado pelo sultão Mohamed invadiu a Romênia.
Drácula de Bram Stocker, foi publicado originalmente em 1897, e já ganhou diversas versões ao longo dos anos. A mais famosa é o filme de 1992, dirigido por Francis Ford Coppola, estrelado por Keanu Reeves, Winona Ryder e Gary Oldman como o terrível conde.
Bram Stocker’s Drácula foi o último trabalho de Mike Mignola antes de lançar Hellboy. O roteiro foi reinterpretado por Roy Thomas e a arte-final é de John Nyberg. A Mino está estudando se a sua versão será em preto e branco ou colorida.
A previsão de comercialização de Drácula de Mike Mignola é para o segundo semestre.
Será lançada durante o FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos 2018, a graphic novel Cidade de Sangue escrita por Márcio Jr. e com desenhos de Julio Shimamoto, um dos grandes nomes dos quadrinhos nacionais. A edição foi financiada pelo Fundo de Arte e Cultura de Goiás.
A trama de Cidade de Sangue conta a história de Carlão, um repórter de um grande jornal, que cobre as noticias das páginas policiais, mas que não aguenta mais o cotidiano da violência após tantos anos de trabalho. O que reflete e acaba deflagrando uma crise no seu casamento. Até que então Paula, começa a trabalhar como a nova fotógrafa na mesma seção policial que Carlão, e os dois começam um relacionamento tórrido e de paixão mórbida, inflamado pelas cenas de crime e violência que os cercam. Mas as coisas começam a sair do controle quando Carlão se torna o principal suspeito de um dos crimes que cobria para o jornal.
Para a edição, Julio Shimamoto utilizou o seu experimentalismo gráfico ao fazer todas as páginas com ferro de solda sobre papel de fax. As cores de Cidade de Sangue são por Tiago Holsi. E a publicação é a estreia da MMarte Produções como editora de quadrinhos. A MMarte é famosa por sua atuação no mercado audiovisual e como produtora de animações autorais.
Cidade de Sangue tem o formato 21 x 30 cm, capa dura, 148 páginas e o preço é de R$ 40,00. Você pode conseguir o seu exemplar entrando em contado pelo e-mail: marciomechanics@hotmail.com.