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Bloodstained: Ritual of The Night não é perfeito, mas é o Castlevania moderno que o mundo precisava

Bloodstained: Ritual of The Night veio com a missão de resgatar o brilho dos clássicos jogos da franquia Castlevania, que agora se encontra abandonada no porão da Konami. Koji Igarashi, responsável pelos jogos mais bem sucedidos da franquia, retorna junto ao mundo dos jogos após uma bem sucedida campanha no Kickstarter, mas com um desenvolvimento infernal.

Em Bloodstained: Ritual of The Night controlamos Miriam que após ficar em coma por um bom tempo, acorda para poder deter seu irmão, Gebel. Miriam possui uma pele cristalizada, que absorve outros fragmentos, dando a ela a possibilidade de usar poderes baseados nos mesmos.

Como um não-jogador de Castlevania (algo que desejo mudar em breve), não possuo conexão com esse universo e com a figura do Iga em si. Nunca tive a oportunidade de jogar quando criança, então Bloodstained não foi algo que eu vinha esperando ansiosamente. 

Mesmo assim, eu acompanhava as notícias e os diversos updates que a equipe de desenvolvimento soltava.

É notável a influência do público durante o desenvolvimento do jogo, o que rendeu o vídeo de comparação feito pela própria desenvolvedora, mostrando as mudanças que o jogo recebeu, se baseando através do feedback da comunidade. Desde os gráficos às animações.

Ainda assim, mesmo após dois meses do lançamento do jogo, ele ainda possui problemas de performance. Enquanto jogava no PlayStation 4, o jogo crashava diversas vezes, além de travar direto em algumas partes, travamentos de cerca de 3~5 segundos. Como bem sabem, Bloodstained não possui autosave, então eu perdi progressos ao longo da jogatina.

Cheguei a pensar que fosse algo de errado com o meu console, mas procurando no Reddit e no Twitter, encontrei várias pessoas com o mesmo problema e em consoles diferentes. Claro que é algo que pode ser resolvido com atualizações, mas já se passaram dois meses desde que o jogo foi lançado e nada foi consertado.

Não só em performance o jogo peca, a renderização dos personagens em si, tanto na gameplay, quanto nos diálogos, é bastante feia. Muitas vezes estragando o ótimo character design que o jogo possui.

Em questão de roteiro o jogo não é tão inspirador. É uma história bem simples, mas que funciona. Já em lore, o jogo se sai bem. As histórias dos livros são bem interessantes e complementam aquele mundo. As descrições das armas são legais. Além de darem dicas para o jogo.

Quanto a ambientação do jogo, é incrível. Os cenários são variados e muito bem detalhados, além de serem interativos. A mistura entre Miriam e os cenários foi algo muito bem acertado pelos desenvolvedores. A arte é ótima. A trilha-sonora também é um dos grandes destaques, em especial a que começa a tocar assim que entramos no castelo pela primeira vez.

Agora, vamos falar do que importa: a gameplay.

A gameplay de Bloodstained é fluida e intuitiva. Temos uma variação enorme de poderes e descobrir em que situação usar cada um deles é interessante e divertido. Para isso temos os Fragmentos (Shards), que conseguimos ao derrotarmos X vezes uma criatura do jogo. Esses Fragmentos podem ser melhorados em uma das lojas do game, os tornando ainda mais fortes. Como há uma grande variação deles, o sistema do jogo tende a fazer com que o jogador experimente cada um deles, e decida qual é o melhor para se usar em cada situação.

As animações do jogo estão bem feitas, e isso faz com que a gameplay se torne ainda mais divertida. Há sistema de sidequests também, que são legais em questão de lore, mas pouco inspiradas, servem mais para dar itens melhores, que podem ser usados para o crafting.

Falando em crafting, assim como os fragmentos, cada arma de Bloodstained é única. Nem sempre a arma mais forte será a melhor opção em um chefe. Há armas de longo e curto alcance e lentas e rápidas. Cada chefe irá ditar o tipo de arma que você deve usar. Mas é claro que o jogador pode usar aquela que ele preferir.

Bloodstained: Ritual of The Night não é perfeito. Muito pelo contrário, sua história é rasa, há bugs e problemas de performance, mas o seu gameplay é ótimo e divertido. E que Koji Igarashi retorne com mais jogos, sejam eles metroidvanias ou novas aventuras.

Recomendável – Nota: 3.5/5

Agradecimentos à 505 Games pelo envio do código. O jogo foi rodado em um PlayStation 4 e está disponível também para Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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Metal Wolf Chaos XD: Mecha e patriotismo um pouco fora de seu tempo

Lançado originalmente em 2004 e somente no Japão, Metal Wolf Chaos XD é um jogo desenvolvido pela FromSoftware e exclusivo, na época, para Xbox. Por conta de ter sido lançado apenas no Oriente, era considerado um jogo raro e bem difícil de se achar. Finalmente, 15 anos depois, a FromSoftware e a Devolver Digital trouxeram o jogo para o ocidente em versões de Xbox One, Playstation 4 e PC. Vale ressaltar que a versão lançada aqui no ocidente é a mesma que foi lançada em 2004 com pequenas melhorias em seus gráficos e na sua resolução – agora disponível em 1080p e 4k.

 A história basicamente é uma paródia do alto nível de patriotismo americano, sendo bem divertida e até mesmo interessante em vários pontos. Na trama acompanhamos Michael Wilson, o presidente americano, que sofreu um golpe de seu vice-presidente. Após ver seu país caindo em uma crise tanto política como econômica, ele decide vestir um mecha e vai combater todas as forças que estão controlando o território – derrotando soldados, destruindo pontos de controle e todo o armamento do exército inimigo. Ou seja, o presidente americano é a última esperança do país. Toda a trama é desenvolvida através de um alívio cômico extremamente bem executado e que acaba prendendo o jogador e tornando a experiência bastante divertida.

E é justamente nisso que o jogo se resume: você controla seu mecha, que possui diversas armas embutidas e diversas opções de customização, com o objetivo de cumprir missões que se resumem em derrotar inimigos e destruir locais importantes indicados no mapa. Falando assim o jogo parece ser totalmente divertido (o que de fato é, afinal, sempre é bom poder controlar um mecha e detonar tudo em um jogo) porém acaba sendo enjoativo quando toda a gameplay se baseia somente nisso. As missões são longas e a dificuldade delas é muito desnivelada e todos esses fatos somados tornam sua jogatina massante com o passar das horas.

Além disso, como dito acima, o jogo não se trata de um remake ou um remaster do original – e sim é a mesma versão de 2004, com atualizações em sua resolução e em seu HUD. Ou seja, mesmo com essas pequenas diferenças, o jogo ainda apresenta gráficos e uma jogabilidade da década passada que acabam tornando Metal Wolf Chaos XD bem ultrapassado. Talvez, se tivessem feito um remake da mesma forma que a Capcom fez com Resident Evil 2, a experiência teria sido melhor.

Mesmo com tudo isso, com sua jogabilidade enjoativa e seus gráficos ultrapassados, Metal Wolf Chaos XD é um jogo divertido que conseguiu me entreter durante as sete horas de jogatina. Afinal, como fã de mechas e explosões, um jogo assim é sempre bem-vindo. Provavelmente o pessoal que teve a oportunidade de jogar na época ou que sempre quis jogar irá se divertir bem mais do que eu.

  • Positivo: é divertido, nostálgico e há várias opções para customizar seu mecha e suas armas.
  • Negativo: gameplay enjoativa; gráficos e jogabilidade ultrapassados.
  • Veredito: jogável.

Nota: 2.5/5

Metal Wolf Chaos XD está disponível para Xbox One, Playstation 4 e para PC. Obrigado pelo código para esta review, Devolver Digital.

 

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Control terá legendas em português e cópias físicas no Brasil

A 505 Games e a Remedy Entertainment anunciaram hoje (7) que Control, vindouro jogo dos criadores de Max Payne e Alan Wake, chegará ao Brasil totalmente legendado em português.

Além disso, o jogo também será lançado em mídia física no dia 30 de agosto. Para aqueles que desejam a cópia digital de Control, ela estará disponível a partir do dia 27 de agosto, data de lançamento mundial do game.

Para aqueles que efetuarem a pré-venda online, receberão itens in-game, além de dois temas do jogo.

Após uma agência secreta em Nova Iorque ser invadida por uma ameaça de outro mundo, jogadores assumem o papel de Jesse Faden, a nova Diretora responsável por retomar o Controle do local. Esta experiência no estilo sandbox – com jogabilidade movida pelo motor gráfico Northlight – desafiará os jogadores a dominarem a combinação de habilidades sobrenaturais, equipamentos modificáveis e ambientes reativos enquanto enfrentam as ameaças e se aprofundam nos inquietantes e misteriosos mundos que a Remedy é conhecida e amada por criar.

Com o lançamento chegando, a 505 e a Remedy estão publicando no YouTube uma série de vídeos introdutórios sobre Control:

Control será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC (via Epic Games Store).

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Game XP 2019 | O maior gamepark do mundo foi um grande sucesso, mais uma vez

A Game XP 2019, o maior gamepark do mundo, ocorreu no Rio de Janeiro durante os dias 25 e 28 de Julho. A Torre de Vigilância esteve presente cobrindo o evento e aqui está um breve resumo de tudo o que vimos por lá:

Durante os quatro dias de evento, presenciamos diversas partidas de campeonatos de E-Sports na Gameplay Arena 1 e na Oi Arena, você pode conferir um breve resumo sobre cada campeonato que acompanhamos clicando aqui. Também jogamos alguns jogos novos no mercado, como o novo Ghost Recon Breakpoint e o Roller Champions, ambos no stand da Ubisoft. Além disso, conferimos o novo Iron Man VR no stand da Playstation.

Na área externa tivemos a Medieval Street, uma mini rua simulando a arquitetura medieval com diversas lojas e atrações e a Beer Garden, uma área para os amantes de cerveja.

Quanto aos brinquedos distribuidos pelo parque, a maior surpresa desse ano foi a Galaxy Rush – uma montanha russa em VR onde fomos transportados para uma nave espacial. Também não posso deixar de citar o DinoMundi, uma experiência em realidade virtual onde você se vê em um parque de dinossauros. Sem dúvida alguma, experiências únicas e fantásticas. Fortnite esteve presente em grande peso esse ano com um LaserTag, um MegaDrop e com seu ônibus azul.

Com o teleférico de The Boys e a Roda Gigante da Oi, pudemos ter uma vista sensacional de todo o parque. Crash Team Racing esteve presente com uma pista de Kart temática e bem divertida de pilotar e a Ubisoft montou um palco enorme para os fãs de Just Dance se divertirem dançando as músicas mais populares do momento. Por fim, tivemos também a Gamezone – uma área voltada para os fãs de arcade e consoles atuais. No final de cada dia, tivemos atrações musicais no palco Gênesis.

O evento sofreu uma expansão de 60% comparada ao ano anterior, portanto ainda não soube lidar com as inúmeras filas para as atrações e esse talvez tenha sido o único problema do evento (afinal, eram filas de 4/5 horas para uma atração que durava em média de 2 a 3 min). Entretanto, foi uma experiência única estar na Game XP – que provou que de fato é o maior gamepark do mundo e foi um sucesso, mais uma vez.

Confira em vídeo como foi a Game XP 2019:

https://www.facebook.com/TorreVigilancia/videos/388365285208592/

A Game XP 2020 já foi confirmada e irá ocorrer em Julho do ano que vem. Então, até ano que vem, Game XP!

 

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Wolfenstein: Youngblood | Vamos acabar com os nazistas?!

Wolfenstein: Youngblood é o resultado de uma colaboração entre a Arkane Studios, responsáveis pelo envolvente Dishonored, e a MachineGames, estúdio que desenvolve Wolfenstein desde meados de 2014.

Wolfenstein: Youngblood volta a suas raízes, porém não de maneira satisfatória, ao utilizar o que já foi refeito e aprovado em jogos anteriores, mas, pega-los e encaixar em uma estrutura de gameplay fatigado, não é cativante. Entretanto, aqui não encontra-se a obsessão de impulsionar algo “novo”, como fizeram incrivelmente bem em seus jogos anteriores. É uma aventura que sacrifica pormenores em favor de um design mais arrojado, onde a ação e sua relevância mal conseguem entrar em concordância.

Mas isto não diminui o excelente trabalho que as equipes de desenvolvimento tentaram fazer com a franquia. Expandir os horizontes de Wolfenstein e fazê-lo ser algo totalmente diferente e atrativo, com muitas adições ao jogo, foi de fato algo positivo. Este jogo é o objeto perfeito de testes para novas mecânicas e propostas para o futuro da série, a questão é que todas essas “novidades” não se encaixam com as mecânicas e sistemas dentro do jogo.

Falando em jogabilidade, Wolfenstein: Youngblood dá um show de qualidade, e se destaca junto a outros grandes FPS modernos, a desenvoltura em desenvolver um sistema retilíneo e consistente relacionada as armas e outros apetrechos que encontramos dentro do jogo é clara, um ponto muito positivo para validar o status de um excelente jogo para a franquia Wolfenstein, a MachineGames e Arkane demonstraram o domínio e capacidade em apresentar um ciclo de ação frenética do início ao fim de seu produto final. Infelizmente, alguns problemas de construção, acabam diminuindo sua experiência, que teria tudo para ser uma das melhores nos últimos tempos.

Como dito anteriormente, o que de fato diminui em muito a qualidade geral de Wolfenstein: Youngblood é relacionada à estrutura do jogo. Desocupar a cidade-luz de Paris dos nazista, é uma tarefa bastante divertida quando colocada no papel, entretanto, realizar algumas tarefas para auxiliar a resistência francesa é um tanto quanto cansativa e as vezes “sem sentido”.

Há pouquíssimos momentos marcantes dentro destas missões, até mesmo os diálogos das missões tanto principais quanto secundárias são facilmente esquecíveis. O que não deveria fazer qualquer diferença, já que seus antecessores, nunca tiveram de fato uma apresentação narrativa considerável, entretanto a questão aqui em Youngblood é que desde o começo, o jogo nos mostra um caminho novo para a franquia, nos apresenta uma série de novidades que ao decorrer da gameplay, acabam não tendo o peso que eles provavelmente teria, se a sua estrutura narrativa fosse aquilo que se propunha a ser.

Falar do modo cooperativo é quase que dar um prêmio de consolação. Por que de fato é um ponto positivo, assim como sua jogabilidade, a cooperação online que Youngblood oferece é muito elegante, um diferencial em relação aos jogos de tiro contemporâneos que utilizam o modo cooperativo apenas para preencher lacunas. Em Youngblood não temos esta modalidade como preenchedora, mas como uma referência para o decorrer do desenvolvimento do game. Já que tudo parece ter sido feito a partir deste ponto de partida. Infelizmente a IA, é um tanto quanto ineficaz, e incompetente, o que te faz querer uma companhia consciente para te auxiliar e para diminuir um pouco a repetitividade das missões, já que cada um tem uma maneira própria de realizar suas ações.

Durante o jogo, você percorre cenários incrivelmente bem detalhados, cuidadosamente planejados, infelizmente desprovidos de quaisquer pontos interessantes para a gameplay de fato. Nenhum cenário auxilia o jogador, apenas servem como cúpula de nazistas. De fato, os ambientes são de tirar o fôlego, cheios de passagens escondidas e verticalidade que encontramos em FPS como os da série Tom Clancy´s e Call of Duty, verticalidade esta que permite aos jogadores apresentar diferentes tipos de abordagem, e surpreender os inimigos. Outro ponto da verticalidade é implicar uma não-linearidade, apresentando flexibilidade para resolver seus problemas e terminar o jogo com táticas inovadoras, que outros jogos não poderiam oferecer.

Mas falando do que realmente deve ser falado. Os nazistas que você irá matar. Seus adversários aqui são facilmente reconhecíveis, o único defeito é que não existem balanceamento de nível dentro do jogo, dois nazista de mesma categoria podem ser altamente letais para a finalização de sua missão, ou podem ser facilmente derrotados de uma maneira nada gloriosa. A adição de alguns sistemas de RPG, como a barra de vida e nível, auxiliam na progressão assim como para mantê-lo em linha constante de evolução evidente. Alguns recursos, novas habilidades e upgrades em armas, acabam por não conversarem com a maneira que Wolfenstein tende a progredir.

VEREDITO: RECOMENDADO

Wolfenstein: Youngblood não é apenas uma experiência, é uma aventura, entretanto sem profundidade. Toda a jogabilidade, desde os tiroteios, os movimentos disponibilizados graças à verticalidade, são uma verdadeira obra de arte, o que faz Wolfenstein ser um jogo agradável, mas que não possui uma complexidade necessária para aquilo que o jogo se propunha a ser. Jogar Youngblood sozinho, não é uma tarefa difícil, mas o modo cooperativo traz uma abordagem nova, que é muito bem-vinda. Infelizmente com o decorrer da gameplay, e as missões repetitivas e vazias, acabam afastando o jogador de toda a atmosfera criada para o jogo. Youngblood não oferece o mesmo que seus antecessores, ele oferece mais, entretanto nem sempre, o “mais” é melhor, o que poderia vim a ser um novo ponto de partida para a série Wolfenstein ficou preso em um spin-off autônomo.

Agradecimentos à Bethesda pelo envio do código. O jogo foi revisado no PC.

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Testamos na GameXP 2019: Marvel’s Iron Man VR

A Realidade Virtual ainda está engatinhando no mercado de games, é difícil entrar com tudo nessa área, seja pelos poucos jogos (bons) disponíveis, seja pelo preço dos aparelhos.

Exclusivo de PlayStation VR, Marvel’s Iron Man VR dá aos jogadores a oportunidade de encarnar o herói vivido por Tony Stark.

Na demo disponível na GameXP 2019, foi possível jogar o tutorial do game, como voar, atirar, impulsionar e socar. O que são cenas constrangedoras para quem está assistindo, são para aquele que está jogando, algo incrível.

A demo é bastante intuitiva e a gameplay bem fluida. Você realmente se sente na pele do Homem de Ferro. Uma coisa negativa foi sobre a HUD, mais especificamente sobre os ícones dos objetivos. A localização dos ícones não é tão precisa, quando eles estão longe dos jogadores.

Sobre a trama, nada foi dito, a demo era somente focada em ensinar os comandos básicos do jogo. Graficamente falando, o game não feio, mas há texturas que precisam ser melhoradas.

Marvel’s Iron Man VR ainda não possui data de lançamento.

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Testamos na GameXP 2019: Ghost Recon Breakpoint e Roller Champions

A Ubisoft veio com tudo na GameXP, além de partidas livres de Rainbow Six Siege, a publicadora trouxe dois novos jogos para serem testados em seu estande: Ghost Recon Breakpoint e Roller Champions. Além de promover o vindouro Watch Dogs Legion, com atividades e cosplayers.

Eu tive a oportunidade de testar tanto o Ghost Recon Breakpoint, quanto Roller Champions, e minhas impressões sobre os dois são bem mistas.

Ghost Recon Breakpoint

No estante, foi possível fazer uma simples missão de invasão e extração de uma pessoa. Eram quatro pessoas, contando com um dos funcionários da Ubisoft, que comandou a missão. Cada um tinha uma arma e objetivo específico. Eu era o Sniper, então tinha que limpar a área inicial, antes de meus companheiros começarem a invadir.

A movimentação do jogo é bem pesada, o que é proposital. Já mirar e atirar é bem tranquilo. Na demo, tínhamos que seguir passo à passo do que o instrutor pedia, inclusive nas escolhas de diálogo, então no jogo completo poderemos fazer as missões como bem entendemos e com acontecimentos alternativos.

Pelo pouco que joguei de seu antecessor, Ghost Recon Wildlands, o game me pareceu bastante similar. Não percebi grandes inovações no gameplay. Mas, novamente, só devo ter jogado umas 2 horas de Wildlands.

Os gráficos estão bem realistas, pra quem curte esse estilo vai adorar. Sobre a performance, é uma demo, então claramente haveriam problemas técnicos. O jogo lagou algumas vezes comigo, já com o instrutor, era praticamente direto. Mas era uma demo.

Ghost Recon Breakpoint chega em 4 de outubro para PlayStation 4, Xbox One, PC e Google Stadia.

Roller Champions

Anunciado na E3 2019, não é surpresa para ninguém que Roller Champions veio para tentar patinar (há) no sucesso (já ultrapassado?) de Rocket League.

Roller Champions é totalmente focado em multiplayer. Em times de 3×3, os jogadores devem marcar o máximo de gols/pontos possíveis. Para isso, devem pegar a bola e contornar a arena. Assim que passar pela primeira vez perto da baliza, uma luz da cor de sua equipe se acenderá. Então deverá contornar novamente a arena e pontuar.

Eu joguei umas duas partidas de Roller Champions. A primeira foi bastante confusa, o jogo não é bem generoso com quem está começando. Já a segunda foi bem mais de boa e de fato consegui entender o jogo.

É um jogo bastante divertido, que com um time fechado irá melhorar bastante. Os jogadores podem bater um nos outros, para roubar a bola. Há também um botão de “pedir a bola”, surgindo um símbolo na cabeça de quem pediu, que é o mesmo que passa a bola.

É um jogo simples, mas com bastante potencial pra se tornar popular e entrar em competições oficiais. Resta saber se a Ubisoft irá conseguir fazer isso.

Roller Champions chega no inicio de 2020.

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Assista ao trailer de gameplay do Nightwolf em Mortal Kombat 11

A Warner Bros. Games soltou o trailer de gameplay do lutador Nightwolf, que fará parte do primeiro Kombat Pak de Mortal Kombat 11.

https://twitter.com/noobde/status/1156912952886382592?s=19

Mortal Kombat 11 começa logo após MK X, onde aborda viagens no tempo  em sua campanha principal. O criador da franquia, Ed Boon, confirmou que a nova personagem Kronika, é a principal vilã da franquia responsável por controlar os atos dos personagens desde o primeiro jogo.

Mortal Kombat 11 já está disponível para PlayStation 4, Xbox One, PC e Nintendo Switch.

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E-Sports na Game XP 2019

A Game XP 2019 aconteceu entre os dias 25 e 28 de Julho no Parque Olímpico do Rio de Janeiro e a Torre de Vigilância esteve presente nos quatro dias de evento, cobrindo tudo através de nosso Instagram e resumindo para trazer ao site as principais novidades que aconteceram durante esse ano.

O E-Sports esteve presente em peso durante a edição deste ano e o público pôde conferir diversas partidas de Rainbow Six Siege, Counter-Strike: GO, League of Legends, Fortnite e outros jogos, que foram exibidas durante o evento em duas arenas: a Gameplay Arena 1 e a Oi Game Arena, onde presenciamos momentos únicos e diversas jogadas emocionantes na maior tela de jogos do mundo. Confira um resumo sobre os principais campeonatos e seus vencedores logo abaixo:

No primeiro dia da Game XP a Gameplay Stage by Samsung Odyssey foi responsável por exibir a etapa final da eCopa Brasil de PES, onde teve uma partida bem tensa entre Cruzeiro e Botafogo. Após a disputa de pênaltis, o jogador Alan Leal conquistou a vitória para o Botafogo. Além disso, Arnaldo Cézar Coelho estava presente na narração da partida. Na Oi Game Arena, foi exibida a primeira rodada do Campeonato Brasileiro de Counter-Strike e a final da TUES (Torneio Universitário de E-Sports) de Rainbow Six, onde a Anhembi E-Sports levou o prêmio.

A Anhembi E-Sports venceu também o TUES de Counter-Strike: GO durante o segundo dia de evento, na Oi Game Arena. Enquanto isso, no dia seguinte tiveram as rodadas finais do Campeonato Feminino de CS:GO, do Circuito Feminino de Rainbow Six Siege e do TUES de League of Legends. A paiN Gaming derrotou a Team oNe e conquistou o prêmio do Campeonato Feminino de CS:GO enquanto a Black Dragons venceu o Circuito Feminino de Rainbow Six. E o responsável por vencer o Torneio Universitário de E-Sports de League of Legends foi a Minerva E-Sports, time da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Créditos: I Hate Flash.

No último dia da Game XP tivemos o Brasileirão de Rainbow Six, na Oi Game Arena, e a Team Liquid foi a campeã. Além disso, tivemos também a despedida do pro-player Leo ”ziG” Duarte, também conhecido como ziGueira. O jogador tinha anunciado sua aposentadoria do cenário competitivo anteriormente e disse que a partir de agora iria focar somente em ser streamer. Também foi exibido ao vivo a final da Copa do Mundo de Fortnite, que estava acontecendo em Nova York no momento. O vencedor foi o pro-player americano Kyle “Bugha” Giesdorf.

Confira em nosso Instagram diversas fotos da Game XP e a cobertura dos quatro dias de evento e fiquem ligados aqui no site que em breve terá mais conteúdo sobre o maior game park do mundo!

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Edição da GameXP 2020 é confirmada para Julho

No último final de semana, ocorreu no estado do Rio de Janeiro, a terceira edição da GameXP, o maior Game Park do Mundo.  A edição de 2019 recebeu cerca de 95 mil visitantes, durante os quatro dias de evento. De acordo com uma pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas, o evento gerou 10 mil empregos e um impacto econômico de R$ 82,3 milhões e R$ 11,1 milhões de tributos recolhidos.

Em release enviado à imprensa a CEO da GameXP, Roberta Coelho, agradeceu a todos os envolvidos e confirmou que a edição de 2020 ocorrerá no mês de Julho.

A Game XP 2019 atendeu nossas expectativas! É muito bom saber que nosso trabalho proporcionou dias incríveis para estas famílias que passaram pelo parque temático inspirado no mundo dos games. As novas atrações foram um sucesso e o Palco Gênesis tornou ainda mais completo nosso portfólio de entretenimento. Em julho do ano que vem estaremos de volta com muitas novidades!

Mapa da GameXP 2019

A GameXP 2019 teve um aumento de 60% no espaço, comparado as edições anteriores, e Roberta Coelho garante que “em julho do ano que vem um novo mapa será desbloqueado na Game XP 2020”.

A Torre de Vigilância esteve presente nos quatro dias da GameXP 2019 e está preparando um material sobre a cobertura. Os leitores podem conferir algumas fotos do evento em nosso Instagram.

E vocês, estiveram presentes na GameXP desse ano? O que achara?