A Netflix lançou o primeiro trailer de Hypnotic, novo suspense que será estrelado por Kate Siegel que chega em 27 de Outubro de 2021.
Em busca de chegar a uma versão melhor de si mesma, uma jovem mulher procura a ajuda de um renomado hipnotizador. Mas após uma série de intensas sessões, ela logo se depara com consequências perigosas e mortais.
Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Hypnotic.
Foi revelado com exclusividade pelo The Direct, que o filme Doctor Strange in the Multiverse of Madness contará com a presença de Ultronbots de realidades alternativas.
Mais detalhes não foram revelados, apenas que o Doutor Estranho visitará uma terra paralela que eles estarão presentes em peso.
Recentemente, os robôs foram vistos no oitavo capítulo de What If…?, que mostra o que aconteceria se Ultron tivesse vencido.
Em Multiverse of Madness, Stephen Strange terá a árdua missão de reatar o multiverso após ser desconstruído pela Feiticeira Escarlate em WandaVision. Entretanto, uma ameaça gigantesca ressurge para tentar destruir os universos paralelos do MCU e enfrentar o Doutor Estranho e a Wanda Maximoff.
Doctor Strange in the Multiverse of Madness fará parte da fase 04 do MCU.
Chegou à Netflix o novo suspense estrelado por Jake Gyllenhaal (Donnie Darko, O Abutre), que ficou no top 10 no Brasil desde seu primeiro dia. Sob a direção de Antoine Fuqua (Diasde Treinamento) e roteiro assinado por Nic Pizzolatto (TrueDetective), a produção é um remake do filme dinamarquêsCulpa, de 2018. Na história, Gyllenhaal interpreta Joe Bayler, um detetive que após um problema em seu emprego, fora rebaixado ao cargo de atender chamadas de emergência. Situado durante os incêndios florestais de Los Angeles, que aconteceram verdadeiramente em 2019, Joe atende diversas chamadas, porém quando uma mulher liga desesperadamente pedindo ajuda por ser sequestrada, ele mergulha em uma experiência alucinante para ajudá-la. Apesar de ter apenas Gyllenhaal em tela, o elenco é composto por nomes famosos que emprestaram suas vozes, como Ethan Hawke (Antesdo Amanhecer), Paul Dano (TheBatman) e Peter Sarsgaard (AÓrfã).
Por se passar em um dos eventos catastróficos que marcou o mundo nos últimos anos, nos sentimos mais próximos da trama, o que foi uma ótima sacada do longa, pois também mostra o caos e o desespero em que o país se encontrava, além de ser um fator que atrapalhou as buscas na história. A narrativa se constrói, sobretudo, através de diálogos, eles são o elemento essencial do longa, tanto que teria êxito se ocorresse só por meio deles, como um podcast, ainda que a atuação de Gyllenhaal tenha acentuado ainda mais este drama policial. E apenas por meio deles, funcionando através de chamadas telefônicas, a tensão é bem construída e não depende, necessariamente, do visual. O tumulto e aflição das vozes consegue por si só criar uma atmosfera apreensiva em um tipo de roteiro que poderia facilmente deslizar para a monotonia se não fosse pela ótima direção e atuação. Ao passo que Joe se envolve na trama de Emily -mulher que fora sequestrada- para ajudá-la, sua própria trama é desenvolvida e sua história é aprofundada gradativamente. Até o final, todas as peças são encaixadas, como o porquê do personagem perder seu posto de detetive, o porquê de seu casamento estar com problemas, ser um homem um tanto explosivo e o motivo dele sempre olhar para a foto de sua filha. Assim, no terceiro ato, percebemos a complexidade do protagonista e a razão de seu caos interior.
Jake Gyllenhaal entrega uma ótima atuação, o que não é surpresa visto seu trabalho em excelentes obras como Animais Noturnos e O Abutre. Sua interpretação corresponde aos momentos de aflição e espanto e, de forma genuína, o ator apresenta a reação que muitos teriam se passassem pela mesma situação. A performance de Gyllenhaal não é nem um pouco escassa em cenas de nervosismo, ansiedade e raiva. Ainda que só vejamos o intérprete de Joe, as atuações são encaixadas de forma eficiente por meio do trabalho de voz, e só por elas e suas variações de tom, é bem perceptível o ótimo trabalho de elenco. No longa, vemos que para o suspense se estabelecer, a operação técnica e condução das dublagens foram um dos aspectos cruciais e que ditaram a criatividade do enredo. O filme foi gravado no auge da pandemia, em novembro de 2020, e, por isso, os atores foram orientados de suas casas através de chamadas pelo Zoom, fato que não afetou o produto final. Mostrando, assim, que mesmo durante a pandemia, houveram boas produções audiovisuais.
A fotografia é um ótimo ponto a ser destacado também. Com uma visão intimista e muitas vezes com um desfoque, sentimos junto de Joe a perturbação e o suspense, principalmente porque nesses momentos a câmera se mantém colada ao rosto dele. Desse modo, embora o longa se passe no mesmo cenário durante todas as suas 1h30m de duração, a direção de fotografia consegue ser dinâmica e sempre pegar pontos diferentes. Também, a maquiagem teve sua contribuição para evocar a aparência de cansaço e agitação de Joe, tal como a iluminação do local.
O Culpado é um suspense que, apesar de ser mais um remake americanizado não necessário, possui uma trama bem desenvolvida que faz o espectador imergir nessa experiência caso não tenha assistido ao original. Com um plot twist que quebra -em um bom sentido- a expectativa construída desde seu início, e que questiona nossa interpretação, o título conversa diretamente com sua narrativa.
Outubro chegou como uma explosão de conteúdo para a HBO Max, e com toda certeza é mais uma prova de como seu catálogo é flexível e o mais competitivo entre o mercado atual de streamings no Brasil. De desenhos clássicos, produções da DC Comics e filmes/séries aclamadas pela crítica, confira o que a roxinha trouxe para esse mês:
Foram disponibilizados os primeiros trailers de Na Frente da Bala, curta-metragem feito por fãs brasileiros baseado na franquia de jogos GTA.
A produção é uma homenagem ao terceiro game da ”saga”, servindo como um prequel de GTA 3. Com uma história original, Na Frente da Bala promete respeitar todos os elementos apresentados no jogo, ao mesmo tempo que estabelece uma conexão direta com o mesmo.
Lúis Carlos, de 23 anos, e Alec Braga, serão respectivamente o diretor e o diretor de fotografia do projeto.
Alec Braga e Vinícius Lemes são os produtores. Alec atuou como produtor-executivo, estabelecendo o tom que o curta deveria seguir. Já, Vinícius, trabalhou como supervisor de roteiro e contribuiu com a produção da cena pós-créditos, que promete ser uma grande referência ao universo de GTA; ou seja, assista até o fim dos créditos!
GTA: Na Frente da Bala contou com um orçamento pessoal de R$ 18.000 mil. Como se trata de uma obra sem fins lucrativos, nenhum membro da produção foi remunerado. Vale mencionar, que o curta-metragem arrecadou R$ 2.000 mil em doações através de uma campanha de arrecadações de fundos. Totalizando R$ 20.000 mil, o orçamento serviu para: compras de equipamentos, figurinos, transporte e locomoção e adereços.
Com previsão de lançamento para 15 de Outubro de 2021 no YouTube (através do canal Supremospidey), Na Frente da Bala contará com legendas em inglês, espanhol e francês com o intuito de ter maior visibilidade internacional. Com o título em inglês como Bite the Bullet, a equipe idealizadora estudar exibir o curta em festivais de cinema nacionais e internacionais.
Para melhor representação da cidade fictícia Liberty City, alguns takes foram gravados em São Paulo e Vitória, no Espírito Santo. A produção e elenco são divididos em São Paulo (São Paulo e Santo André), Minas Gerais (Ipatinga) e Rio Grande do Sul (Pelotas).
Banner de GTA: Na Frente da Bala.
Matheus Oceans, Davi Castro, Luís Carlos, Alexia Alves, Luan Herculano, Marlon Johnes, Moyara Chaves, Laíza Mayra, Hugo Lima, Fernando Alves, José Roberto, Italo Thierre, Miguel Dutra e Leandro Rodrigues fazem parte do elenco. Mati Beckmann é o responsável pela trilha sonora original.
A seguir, você pode conferir a sua sinopse oficial: Liberty City é considerada a pior cidade da América. Em meio a tanta desordem, John (Matheus Oceans) tenta se manter em pé e fazer a coisa certa. Ele encontra Hank (Davi Castro), que acredita que todos devem ter controle sobre suas vidas e não deixar nada nas mãos do destino. Porém, o destino quer que tudo dê errado, com um assalto a um grande banco da cidade, realizado por um trio criminoso: Claude, Catalina e Santiago.
Nós, da Torre de Vigilância, parabenizamos Luís, Alec, Vinícius e a todo o elenco e membros da produção envolvidos em GTA: Na Frente da Bala! Não perca a sua estreia em 15 de Outubro de 2021 no canal Supremospidey.
Red Rocket, novo filme de comédia dramática com direção de Sean S. Baker, ganhou o sei primeiro trailer oficial que você pode conferir logo abaixo.
Simon Rex, Suzanna Son e Bree Elrod fazem parte do elenco do longa.
Everything’s bigger in Texas 🚀 Watch the new trailer for Sean Baker’s RED ROCKET, starring @SimonRex in the most electrifying performance of the year. In Theaters December 3. pic.twitter.com/GHOij7vRGP
Mikey é um ex-ator pornô que vivia na indústria de filmes adultos. Com está em baixa em Los Angeles, ele decide rastejar de volta para sua cidade natal, no Texas, onde sua ex-esposa e sogra estão morando. Quando essa família disfuncional parece estar fazendo as coisas funcionarem, Mikey conhece uma jovem chamada Strawberry trabalhando na caixa registradora de uma loja de donuts local. Ele cai de volta em seus velhos hábitos.
Foi revelado com exclusividade pelo The Hollywood Reporter, que Wonka, filme que contará a origem do emblemático CEO da Fantástica Fábrica de Chocolates, recebeu novos nomes em seu elenco.
Com Timothée Chalamet no papel central, o filme terá Rowan Atkinson, Sally Hawkins e Olivia Colman em seu elenco.
O site também afirma, que as filmagens já foram iniciadas em Londres. Paul King, de Paddington, será o diretor.
Neat-o news: WONKA begins production today, with Rowan Atkinson, Sally Hawkins (Paddington vet!), and Olivia Colman in the cast. And so many more. https://t.co/JdES575T6I
Durante os anos 90, um aspirante a compositor (Andrew Garfield) trabalha como garçom enquanto escreve o que espera ser o maior musical americano que lhe revelará. Se aproximando de seu aniversário de 30 anos, ele começa a se questionar se perseguir o sonho impossível vale a pena ou não.
Venom: Tempo de Carnificina tornou-se a maior abertura de bilheteria na pandemia nos Estados Unidos, arrecadando US$ 90 milhões. A informação é do The Hollywood Reporter.
Em comparação, Viúva Negra e Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis arrecadaram simultaneamente US$ 80 e US$ 75 milhões respectivamente.
Já, Venom, acumulou US$ 80 milhões em sua abertura de estreia de 2018, ou seja, Tempo de Carnificina tem potencial para fazer mais sucesso que o seu antecessor.
#Venom2 infects the box office: #LetThereBeCarnage opens to $90.1 million, "fueling the biggest weekend overall since COVID-19 shut down theaters in March of 2020," per @PamelaDayM and came in $25M to $30M ahead of expectations. https://t.co/44Y2g3kimt
Após os eventos do primeiro filme, o relacionamento entre Eddie (Tom Hardy) e o Venom está evoluindo. Buscando a melhor forma de lidar com a inevitável simbiose, esse dois lados descobrem como viver juntos e, de alguma forma, se tornarem melhores juntos do que separados. Brock tenta reviver sua carreira ao entrevistar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson), que escapa da prisão e se torna o novo hospedeiro do simbionte Carnificina.
Para futuras informações a respeito de Venom: Tempo de Carnificina, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Quando Venom estreou nos cinemas em 2018, houve centenas de avaliações negativas por parte da crítica especializada, na qual reprovava o seu excesso de humor e história simplória com elementos superficiais. Por outro lado, o público amou a produção por ser capaz de aproveitar a dinâmica entre Eddie Brock (Tom Hardy) e o simbionte (também interpretado por Hardy), além de levantar uma trama acessível para o público de todas as idades sem perder a essência do Protetor Letal.
A produção de Venom: Tempo de Carnificina foi oficializada pouco tempo após o seu antecessor alcançar ótimos números nas bilheterias. Ruben Fleischer, o diretor da primeira obra cinematográfica, deixou o cargo de diretor (mas retorna como produtor executivo) e deu lugar ao ator e cineasta Andy Serkis assumir a nova aventura do anti-herói, que soube aproveitar todos os elementos bons de Venom para montar uma história divertida, simples e com muita galhofa, que deixaria até Joel Schumacher (diretor de Batman Eternamente e Batman e Robin) orgulhoso.
Após os eventos do primeiro filme, o relacionamento entre Eddie (Tom Hardy) e o Venom está evoluindo. Buscando a melhor forma de lidar com a inevitável simbiose, esse dois lados descobrem como viver juntos e, de alguma forma, se tornarem melhores juntos do que separados. Brock tenta reviver sua carreira ao entrevistar o serial killer Cletus Kasady (Woody Harrelson), que escapa da prisão e se torna o novo hospedeiro do simbionte Carnificina.
Quando a sua duração foi registrada nos sites das principais redes de cinema dos Estados Unidos da América, muitos fãs ficaram preocupados quanto o desenvolvimento da trama, afinal, filmes de quadrinhos costumam ter mais de duas horas de duração, enquanto Tempo de Carnificina estava registrado com uma hora e meia. Felizmente, isso está longe de ser um problema.
O tempo não é prejudicial para o seu desenvolvimento, dado que o seu progresso é fluído e com poucas enrolações, tendo-se a impressão de que os personagens sabiam que não podiam enrolar para resolver os problemas que envolvem o grande antagonista: Carnificina.
Como mencionado no segundo parágrafo, o enredo é simples, sem a necessidade de ficar criando subtramas sérias para atender a demanda de um público mais nichado. A galhofa está por toda parte: desde piadas envolvendo galinhas até uma cabeça enorme de um simbionte faminto por bandidos saindo das costas de Eddie para eles terem um bate papo. Mas, se você achou que o sentido de galhofa neste texto é algo pejorativo, você está muito enganado, pois é esse detalhe que deixa tudo muito melhor; sem ele, Venom: Tempo de Carnificina não seria uma diversão saudável e descomplicada.
Em paralelo, comparo a nova peripécia de Venom e Eddie Brock com os filmes Batman Eternamente e Batman e Robin, de Joel Schumacher. Os três longas tem a noção de que as suas composições não devem ser levadas a sério, pelo ao contrário, elas existem especificamente para serem divertidas e nada mais, mesmo que isso custe algumas vergonhas alheias, fator que traz toda a magia.
As galinhas são minhas amigas, Eddie!
O ponto alto está entre a dinâmica dos dois protagonistas: Eddie e Venom. Aqui, temos uma abordagem de amizade misturada com romance, visto que, mesmo Brock não gostando da ideia de ser um hospedeiro de um alienígena que parece uma ameba, Venom adora o seu ”companheiro de quarto”, mas por ter tido uma vida diferente em outro planeta, o Protetor Letal acaba não compreendendo as reais necessidades de seu amigo.
É evidente que Tom Hardy ama estes personagens e que ele quer estar envolvido em tudo que envolvam eles no futuro. Tom entrega uma atuação com amor, caindo de cara nas dificuldades de Eddie Brock e nas alegrias e raivas de Venom.
Em comparação a primeira produção, a dinâmica entre eles é muito mais fluida e natural (afinal, eles estão juntos há um ano), todavia, o humor está muito mais presente na vida de ambos em relação ao primeiro filme, que havia decido em ser algo um pouco mais sério (mesmo com uma grande quantidade de anedotas).
Com exceção de Michelle Williams, o elenco de apoio é fraco e com motivações rasas. Michelle traz uma atuação um pouco mais cômica em relação a Venom, porém, ela é um pouco menos participativa, mas mesmo assim, possui extrema importância em uma cena específica.
Naomie Harris e Stephen Graham interpretam respectivamente Shriek e Detetive Mulligan, personagens que só estão presentes na história para preencher um vazio que seria existente caso eles não fossem inseridos. Shriek possui uma alta relevância, mas baixa simpatia, enquanto Mulligan, uma baixa relevância, mas uma pertinência que será explorada em uma eventual sequência. Ambos são incapazes de cativar os telespectadores.
Por fim, Reid Scott retorna ao papel de Dan Lewis, o noivo de Anne, ex-namorada de Eddie e personagem de Michelle. O roteiro tenta ajudar Lewis, pondo eles em situações engraçadas (e algumas importantes) para tentar salvar a sua reputação. O resultado, é um figurante com mais tempo de tela e algumas falas adicionais.
Stephen Graham como o Detetive Mulligan. Nos quadrinhos, ele se torna o simbionte Toxina.
Woody Harrelson foi uma escolha certeira para dar vida ao serial killerCletus Kasady e ao vilão Carnificina na primeira sequência de Venom.
Harrelson da o seu melhor para trazer uma abordagem sádica e perversa à sua persona, assim como nos quadrinhos. Cletus é um assassino frio, mas aqui, ele possui um comportamento divertido, sendo o oponente ideal para Eddie.
Quanto ao Carnificina, ele é uma versão muito mais feroz e impiedosa de seu pai. O seu desenvolvimento é breve, mas extremamente satisfatório, fazendo jus ao seu nome: Carnificina. As cenas de ação entre ele e Venom são superiores em relação entre o anti-herói e o Riot presentes no primeiro longa, dando gosto de ver uma ameba preta e outra vermelha trocando socos.
Todavia, nem tudo são flores. A motivação de Cletus não é a das melhores, fazendo com que o espectador se indague toda vez que Kasady reforça os seus motivos de ser mal ao decorrer da história.
Afinal, é bom?
Sim, e eu posso garantir que o seu ingresso de meia-entrada vale a pena. O principal objetivo de Andy Serkis com Venom: Tempo de Carnificina, é aperfeiçoar aquilo que já estava estabelecido no universo de Venom, mas sem perder a sua essência, que é o humor galhofa. Em inúmeros momentos, tive a sensação de que estava lendo um quadrinho do personagem lá dos anos 90, quando o mesmo tentou ser um herói por um tempo.
O futuro de Venom e Eddie Brock será brilhante, e há muita história para contar. Agradeço por ter lido até aqui, e lembre-se de sempre checar se não há um parasita escondido dentro de você.
Agradecemos à Sony Pictures Brasil pela oportunidade de nos convidar para a cabine de imprensa do filme.