A Funimation reforçou hoje a sua chegada ao Brasil. A estreia da plataforma está marcada para dezembro, entre os dias 4 e 6, durante a CCXP Worlds. O serviço de streaming anunciou que contatará com mais de 200 animes disponíveis no lançamento e destacou alguns deles.
São eles:
My Hero Academia (dublado e legendado)
Attack on Titan (dublado e legendado; temporada final exclusivamente dublada)
Overlord (dublado e legendado)
Sword Art Online (legendado)
Fruits Basket (legendado)
Tokyo Ghoul (dublado e legendado)
Assassination Classroom (dublado e legendado)
Blood Blockade Battlefront (dublado e legendado)
Fairy Tail – Temporada Final (legendado)
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba (legendado)
Cowboy Bebop (legendado)
Steins;Gate (dublado e legendado)
Love Live! Sunshine!! (legendado)
Danganronpa 1 ao 3 (legendado)
Noragami (legendado)
Rascal Does Not Dream Of Bunny Girl Senpai (legendado)
The Promised Neverland (legendado)
Plunderer (legendado)
Além disso, a Funimation confirmou que irá adicionar animes da temporada de Outono, que começa agora em Outubro, os episódios chegarão logo após o lançamento da televisão japonesa. Os animes poderão ser assistidos através do site oficial. Já os aplicativos, não possuem uma data definida para chegar.
A Crunchyroll anunciou que exibirá Yashahime: Princess Half-Demon, anime que se passa no mesmo mundo do clássico Inuyasha. O anime estreará no dia 03 de outubro às 7h, no horário de Brasília.
“Yashahime: Princess Half-Demon conta a história das filhas de Sesshomaru e Inuyasha em uma jornada através do tempo. No Japão feudal, um incêndio florestal separa as gêmeas meio-youkai Towa e Setsuna. Em busca de sua irmã, Towa acaba entrando num misterioso túnel que a leva para o Japão moderno, onde ela é criada por Sota, irmão de Kagome Higurashi. Dez anos depois, o túnel que conecta as duas eras se reabre, permitindo que Towa reencontre sua irmã, que tornou-se uma caçadora de youkai a serviço de Kohaku. Para espanto de Towa, Setsuna parece ter se esquecido completamente ela. Junto de Moroha, filha de Inuyasha e Kagome, as três jovens viajam pelas eras numa aventura para reaver seu passado perdido.”
O anime tem produção do estúdio Sunrise e tem na equipe: Teruo Sato, na direção, Katsuyuki Sumisawa, na composição de série, Yoshihito Hishinuma, no design de personagens e Kaoru Wada, na trilha sonora.
É oficial, a Netflix anunciou através de suas redes sociais, que Army of the Dead ganhará um filme prequel e um anime spin-off.
“Eu estou muito animado e excitado em formar uma parceria com a Netflix, com o intuito de aumentar o universo de Army of the Dead , através de um filme prequel que e um anime que irá explorar a dinâmica dos zumbis por meio de um lindo visual”. Disse Snyder em entrevista para a Variety.
Dave Bautista irá reprisar o seu papel na série animada japonesa.
Vegas is about to run out of luck. Brace yourself for Army of the Dead: Vegas, a prequel anime series based on the upcoming Zach Snyder film pic.twitter.com/UgsnI8GFv7
Na trama, um homem reúne um grupo de mercenários para fazerem suas últimas apostas após um surto zumbi se iniciar em Las Vegas. Com isso, os personagens irão se aventurar numa zona de quarentena ao mesmo tempo que realizam o último grande roubo da história.
Para futuras informações a respeito de Army of the Dead, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.
Seja lá qual foi a sua idade, se você está neste site, é impossível você não conhecer Pokémon, uma das maiores franquias da Nintendo (e, talvez, do mundo). Desde os anos 90 até os dias de hoje, temos as mais diversas obras baseadas em rinhas de galo legalizadas. Uma delas, e possivelmente a mais marcante de todas, é a versão animada. O animê de Pokémon está no ar desde 1997, e nos vinte e três anos de exibição, acompanhamos Ash Ketchum em suas aventuras com o pequeno rato elétrico que virou o rosto da franquia, Pikachu.
Uma das primeiras grandes derrotas do garoto se dá no Ginásio de Vermilion, onde seu Pikachu é derrotado pelo Raichu de Lt. Surge. Ao perceber que o seu companheiro poderia ficar tão forte quanto o pokémon que o derrotou, Ash se pergunta se deveria evolui-lo. Muitos de vocês devem se lembrar que a convicção do garoto e de seu animal foram bem claras: Eles conseguiriam ficar mais fortes sem a necessidade de uma evolução, e conseguem provar que esforço e trabalho duro podem ser o suficiente para vencer.
A batalha foi relembrada durante um flashback da temporada atual
Avançando alguns anos, sete gerações, vinte e três temporadas e mil cento e vinte e dois episódios, chegamos na causa da discórdia e de muita fake news pela internet afora. Dia 23 de agosto estreou no Japão o episódio 34 da 23ª temporada do animê de Pokémon, entitulado “Saito, a lutadora solitária! O ameaçador Otosupus!” (Tradução livre). Foi um episódio relativamente comum, que seguiu a fórmula que já conhecemos e amamos.
Porém, a chamada para o episódio seguinte causou uma certa comoção na comunidade: Ao anunciar o nome do episódio da próxima semana (chamado “Eu peguei um Pikachu!“), vimos uma cena onde o Pikachu de Ash aparece correndo, tentando fugir de um outro Pikachu, que carrega uma Pedra do Trovão em suas mãos. Ao se esconderem atrás de uma pedra, vemos e ouvimos os claros sinais de uma evolução, e um Raichu surge. Essa cena, em conjunto com as falas dos dois protagonistas, levaram a uma promessa mal contada: Iria o Pikachu de Ash evoluir, após tantos anos?
O desespero no olhar do Pikachu do Ash (direita) ao pensar que poderia deixar de ser o rosto da franquia
Uma semana depois, no dia 30 de agosto, o episódio 35 foi lançado, e a dúvida foi sanada para todos os interessados: Não, o Pikachu do Ash não evoluiu. É claro que não. A cena em questão foi simplesmente uma piada, e vemos logo na sequência que não foi o Pikachu do Ash que evoluiu, mas sim, um dos vários Pikachus selvagens que estão presentes na pedreira onde o episódio se passa. Inclusive, logo depois disso, vemos um discurso do garoto, explicando o motivo pelo qual ele não deseja evoluir seu pokémon. O motivo continua o mesmo que era em 1997.
“Eu fiz PROERD, drogas? Tô fora!” diz Ash, ao recusar a pedra.
No clímax do episódio, a recém-capturada Pikachu de Gou (o parceiro de aventuras de Ash nessa temporada) resolve usar a Pedra do Trovão para evoluir e poder salvar seus novos amigos. Então, de certa forma, tivemos a adição de um Raichu ao elenco principal, só não é aquele que vocês achavam.
No Brasil, a 23ª temporada receberá o nome de “Jornadas Pokémon“, e está programada para ser exibida no Cartoon Network ainda em 2020, apesar de não terem sido divulgados maiores detalhes.
Trazer um anime para o videogame nem sempre é uma tarefa fácil de se fazer. Há poucos exemplos de franquias que deram certos nos games, como Naruto, com a série Storm e Dragon Ball, com suas dezenas de games. A aposta mais recente da Bandai Namco veio com Captain Tsubasa: Rise of New Champions, game do anime conhecido no Brasil como Super Campeões.
Será que o jogo desenvolvido pela Tamsoft, consegue transportar o exagero e a dramaticidade de Super Campeões para o videogame?
Comandos familiares e diferentes
Para aqueles que já jogaram FIFA, PES ou até mesmo Bomba Patch, irão reconhecer os comandos do jogo. No entanto, aqui é Super Campeões, então temos comandos e chutes especiais. Precisamos pressionar o botão de chute, para carregarmos uma barra e assim o chute especial será executado. O jogo é bem amistoso e possui diversos tutoriais de defesa e ataque durante as partidas iniciais.
E falando em barra, nós temos várias nesse jogo.
A primeira e mais importante: a barra de Garra, ou seja, a sua energia. É com ela que você irá correr e realizar dribles e chutes especiais. Isso faz com que você tenha que gerenciar a energia de cada jogador e não apenas sair correndo e chutando a bola. Quanto menor sua barra, mais o chute irá demorar para ser carregado ou você irá perder a bola. Além disso, o drible deve ser feito no momento certo. Roubar e perder a bola é muito fácil nesse jogo, vale dizer.
Levei um tempo para me familiarizar com os novos comandos e me desfazer das minhas manias com FIFA.
A outra barra é a da ZONA-V, que dá boost temporário em todo o seu time. Nós carregamos ela justamente fazendo dribles, chutes especiais e, obviamente, gols. Ela também serve para efetuar bloqueios e defesas especiais. Ambas as barras valem para os dois times e você tem que ficar de olho em cada jogador e fazer o movimento na hora certa.
Se você procura algo que seja uma simulação como FIFA e PES, está no lugar errado. O jogo é totalmente focado no Arcade e não tem medo de ser exagerado e ridículo. Os gráficos trazem a sensação de que você realmente está jogando o anime e isso é ótimo. Um ponto negativo que tenho a fazer sobre a animação, é quando os jogadores estão em posse da bola. Parece que há frames faltando e que a bola está dando flicks.
Toda a extravagância do anime aparece no jogo, e durante as partidas mesmo. Dependendo de algum resultado ou de quem está com a posse de bola, o game mostra cenas do anime, refeitas na engine do jogo, ou cenas especiais, como o Furacão Skylab dos Irmãos Tachibana ou do Chute Tigre de Hyuuga. Isso acaba sendo uma faca de dois gumes, pois pode definir o andamento da partida. Em compensação, isso pode te ajudar caso esteja perdendo.
Novas e velhas narrativas
O game tem dois modos de história: Tsubasa e Novo Herói. No primeiro, jogamos com o nosso meio-campista favorito, que tem o sonho de vir jogar no Brasil, revivendo o tricampeonato Nacional da Nankatsu FC. Já no outro modo, enfrentamos seleções do Mundo inteiro, com um personagem criado por nós, em uma história original para o jogo. É uma espécie de modo carreira do FIFA, situado mundo de Captain Tsubasa. Nesse modo, podemos escolher três times para se começar, Furano, Musashi e Toho.
Como dito anteriormente, o modo Tsubasa reconta o começo do anime. Vale dizer que o jogo é baseado no remake de 2018, exibido aqui pela Cartoon Network, então os visuais dos personagens foram atualizados, mas sem perder o charme do mangaká Yoichi Takahashi. Contudo, o game começa a contar a história após os dois primeiros campeonatos de Tsubasa pela Nankatsu, então não temos, por exemplo, Wakabayashi e Misaki, dois icônicos personagens do anime, em seu time.
Essa história “faltante”, pode ser revivida através de Memórias, um item desbloqueável que os jogadores recebem conformam vão avançando em ambos os modos de jogo. Lá, podemos ver essas histórias através de imagens estáticas e uma narração, mostrando os acontecimentos do anime. Ao mesmo tempo que achei isso uma boa sacada, pois elimina tempo de diálogo (e olha que esse jogo tem BASTANTE diálogo) para focar nas partidas, é bastante ruim para aqueles que nunca assistiram o anime antes.
No modo Novo Herói, começamos com um personagem padrão, sem habilidades ou status aprimorados. Conforme você vai aumentando seu rank com cartas de jogadores, seu personagem conseguirá aprender as habilidades dos mesmos, como o Chute Trivela. As cartas são liberadas através uma espécie de gacha, que também trazem itens que ajudam no seu desempenho em campo, a upar amizades e status. É um sistema meio RPG e fácil de ser aprender.
Nós podemos escolher entre sermos defensores, meio-campistas e atacantes. A cada partida precisamos receber notas boas, que são dadas conforme o seu rendimento na mesma. Aqueles que jogaram o Modo Jornada do FIFA irão reconhecer o sistema.
Apesar de ser uma história original, alguns momentos do anime também são recontados aqui, então acaba dando um senso de continuidade ao modo Tsubasa. Sem falar, que o próprio jogo recomenda que você jogue o primeiro modo antes de partir para o Novo Herói. É uma espécie de filler que acontece antes da real Copa do Mundo no anime. Espero que mais para frente, o jogo ganhe conteúdos adaptando o resto da história. Ainda assim, chamaram dubladores para fazer a maioria das vozes nessa história.
O game também possui árvores de diálogos, que permite você acessar as outras opções de rota no pós-game e então enfrentar outras seleções na Copa do Mundo. No total, o jogo fica com cerca de 10 horas de duração em questão de história. O jogo está totalmente localizado para o português em relação a legendas e menus. Infelizmente não tivemos dublagem disponível.
“Futebol é diversão” – Roberto Hongo
Devo admitir que mesmo sabendo que esse jogo não teria um alto orçamento, eu me divertir bastante com ele. Muito mais do que eu esperava. Jogar Captain Tsubasa é bastante prazeroso e cada partida disputada é emocionante e não deixa o game ficar repetitivo. Ele possui também os modos padrões de jogos de futebol, como partida única, campeonatos e um modo online, que funciona relativamente bem. Não sei se é algo que irá vingar com o tempo.
Dito isso, não acho que seja um jogo que valha o preço que é cobrado (R$ 250 na PlayStation Store e Loja Nintendo, e R$ 180 na Steam).
Captain Tsubasa: Rise of New Champions é um jogo que surpreende com o quão ele é bem feito, com carinho e atenção dos desenvolvedores para capturar todos os detalhes e nuances do anime. É um jogo totalmente focado para os fãs da obra original.
Agradecimentos à Bandai Namco pelo envio do código para análise. O jogo foi testado em um PlayStation 4 e está disponível também para Nintendo Switch e PC (Via Steam).
Um dos animes mais esperados do ano, Jujutsu Kaisen, será exibido oficialmente no Brasil pela Crunchyroll. Previsto para Outubro, a adaptação do mangá publicado pela Shounen Jump, traz a sobrenatural história do jovem Yuji Itadori para a televisão.
Confira o trailer:
“Sofrimento, arrependimento, vergonha: os sentimentos negativos dos humanos tornam-se Maldições que assolam o nosso dia-a-dia. Maldições avassalam o mundo todo, levando as pessoas a sofrer terríveis acidentes, levando até mesmo à morte. E pra piorar, Maldições só podem ser exorcizadas por outras Maldições. Itadori Yuji é um garoto com tremenda força física que leva uma vida colegial absolutamente normal. Certo dia, para salvar amigos que estavam sendo atacados por Maldições, ele engole o dedo do Ryomen-Sukuna, absorvendo sua Maldição. Desse momento em diante, Gojo e o Ryomen-Sukuna compartilham o mesmo corpo. Orientado pelo mais poderoso dos feiticeiros, Gojo Satoru, Itadori se matricula no Colégio Técnico de Feitiçaria de Tóquio, uma organização que combate as Maldições… e assim começa a heróica lenda do garoto que tornou-se uma Maldição para exorcizar uma Maldição, uma vida da qual ele nunca mais conseguirá se desvencilhar.”
A animação está a cargo do estúdio MAPPA, com direção de Sunghoo Park (The God of High School), composição de série de Seko Hiroshi (Mob Psycho 100 e Vinland Saga) e design de personagens de Hiramatsu Tadashi (Yuri on Ice!!).
O mangá é publicado pela Shounen Jump desde 2018 e é escrito e desenhado por Gege Akutami. No Brasil, o mangá se encontra em pré-venda pela Panini.
A Crunchyroll, uma das maiores plataformas de streaming de animes do mundo, anunciou que atingiu a marca de 3 milhões de assinantes pagos e 70 milhões de usuários registrados no site.
“O crescimento global da Crunchyroll têm sido incrível. Nós lançamos em 2006 e levamos quase 10 anos para atingir um milhão de assinantes. Levamos apenas dois anos depois disso para alcançar os dois milhões, e ainda menos tempo para atingir os três milhões que temos hoje. Mas não medimos nosso sucesso meramente pelos usuários pagantes. Temos uma comunidade não-pagante ativa e crescente, com mais de 70 milhões de usuários registrados,” disse Joanne Waage, GM da Crunchyroll. “Nosso objetivo sempre foi fomentar o amor pelo anime no mundo todo, e estes resultados mostram que nossos esforços estão gerando frutos — e que este é apenas o começo.
A Crunchyroll também está expandido as poucos com animes originais, como Tower of God e colaborações em games. A plataforma é responsável também pelos animes disponíveis no HBO Max.
Além disso, a Crunchyroll divulgou os números dos animes mais assistidos do segundo trimestre no Brasil. A lista está em ordem alfabética. Confira:
O Brasil está em segundo lugar no Ranking mundial de países que mais assistiram Tower of God, anime original da Crunchyroll, que foi o grande sucesso desse segundo trimestre.
Para mais novidades da Crunchyroll, fique ligado aqui no site.
A Crunchyroll anunciou novas adições ao seu catálogo de animes, incluindo uma produção original, em parceria com o Adult Swin, e OVAs de My Hero Academia.
Fena: Pirate Princess
Foi anunciado na Adult Swin Con, que a Toonami está co-produzindo um anime original juntamente com a Crunchyroll chamado Fena: Pirate Princess. A animação será transmitida no Adult Swin e streamada pela Crunchyroll.
Fena: Pirate Princess terá 12 episódios e mostrará a história de Fena Houtman, uma jovem orfã nascida em uma ilha onde os habitantes tem como destino se tornar mão-de-obra escrava pelo Império Britânico. Após uma revelação de seu passado, a Fena liderará uma revolução para libertar a população. Ela deverá forjar uma nova identidade e desvendar os mistérios em torno da palavra-chave “Eden”.
A animação está a cargo da Production I.G e será dirigido por Kazuto Nakazawa. O anime será lançado em 2021.
Confira o trailer:
A Crunchyroll também anunciou que estará adicionando em seu catálogo as vindouras OVAs de My Hero Academia, a OVA de Strike the Blood e o filme Hakubo.
Os dois episódios especiais de My Hero Academia serão lançados no dia 15 de agosto e trarão uma história original.
Nesta nova aventura, alguns estudantes da Sala 1-A são enviados para um percurso de treinamento com o intuito de aperfeiçoar suas habilidades. Ainda desprovidos de suas licenças provisórias, eles estão ansiosos para relaxar e se divertir um pouco. Contudo, eles logo percebem que o perigo que enfrentarão não é uma simulação! E para superá-lo, eles terão que combinar seu treinamento, raciocínio rápido e especialmente seu trabalho em equipe!
A OVA de Strike the Blood já está disponível desde o dia 04 de agosto.
Kojo e Yukina estão a caminho do colégio quando vêem La Folia sendo perseguida. Yukina trava combate com o enorme homem que a persegue, mas logo La Folia declara: “Pai, este é o Quarto Progenitor, Akatsuki Kojo!” La Folia declara que deseja se casar com Kojo, mas seu pai se recusa a aceitar a decisão. Polifonia, mãe de La Folia, convida Kojo e Yukina para uma festa, onde podem conversar em mais detalhes. Contudo, ao chegar na festa, eles notam que Asagi, Yaze, Nagisa e Sayaka também foram convidadas! Como vai acabar esta briga entre as garotas da vida de Kojo?!
Já Hakubo, está disponível no catálogo também desde o dia 04.
Koyama Sachi, uma jovem colegial que mora em Iwaki, Fukushima, ficou profundamente traumatizada pelo terremoto de Tohoku, em 2011. Desde o incidente, ela se distanciou de seus amigos e família, e deixou de demonstrar interesse em outras pessoas. Violinista desde criança, ela participa do clube de música de seu colégio e treina todos os dias para tocar com seu quarteto no festival cultural do colégio. Em meio a tudo isso, ela conhece Yuusuke, um jovem que se refugiou em Iwaki após sua família ficar desabrigada no terremoto, e os dois se apaixonam…
Fique ligado aqui na Torre de Vigilância para mais novidades da Crunchyroll.
Sejamos sinceros: você, eu, e todos os envolvidos nisso aqui sabemos exatamente com o que estamos lidando, e decidimos lidar com isso de qualquer maneira. Nós olhamos para a mais patética combinação de nome, título e sinopse, e imediatamente pensamos o quão idiota e ridículo seria esse show inteiro.
E justamente por isso que nós decidimos assisti-lo.
Detesto todas as generalizações e já disse um milhão de vezes que odeio exageros. Deveria ser claro para todos que a minha pessoa é a maior defensora de nunca julgar um livro pela capa e que devemos dar uma chance para tudo, pois sempre existe a possibilidade dela te surpreender.
…Mas esse não é o caso. “The Misfit of Demon King Academy” é exatamente tudo que você poderia ter imaginado, sem tirar nem pôr. Porém, estou aqui para fazer um comício sobre como isso não é algo ruim, muito pelo contrário!
Em tempos de incerteza, há um conforto calmante em saber exatamente o que esperar de algo. O Rei Demônio foi renascido e vai utilizar seus poderes ordens de grandeza maiores do que do resto da população para torcer a realidade à sua vontade? Claro que vai. O que mais ele faria? Quando você liga a TV ou acessa sua rede social e tudo que existe é o caos… Ter a possibilidade de simplesmente desligar o cérebro e aproveitar uma porradinha sincera e singela é uma bênção.
Quem não tem avó sentada no sofá, malha com castelo.
Confesso que por mais batido que seja o tema, e mesmo sabendo exatamente o que ia acontecer em cada situação, o show ainda conseguiu me pegar desprevenido algumas vezes, com um humor sucinto e eficaz. É surpreendente ver que souberam diferenciar momentos sérios de momentos cômicos, fazendo cada um deles mais impactante.
Claro que nem tudo são rosas no jardim do Rei Demônio, e precisamos comentar sobre o elefante na sala: Pelo amor de Deus que animê corrido jesus amado do céu. Tudo acontece numa velocidade frenética, não te dando tempo nem para respirar ou digerir qualquer informação que lhe foi dada. Eu tenho a impressão de que passamos por dez volumes de Light Novel em apenas dois episódios. O que é impossível, pois a novel original só tem cinco volumes publicados.
Isso é uma pena, pois parece que a história tem um aprofundamento interessante e um mundo com detalhes bacanas que poderiam ser explorados… Mas que passam quase desapercebidos por terem tão pouco tempo e muita informação pra passar de uma vez só. Qual a lógica por trás dos nomes dos feitiços? Alguém explicou o conceito de realeza que foi trazido umas cinco vezes no episódio? O que aconteceu para a história do Rei Demônio ser tão distorcida? O que diabos aqueles olhos mágicos deveriam fazer? Etc, etc, etc.
Chorando pois passaram voando pela sua introdução e nem deram tempo de te deixar fazer um monólogo de 17 páginas.
Na parte técnica, a animação do estúdio Silver Link. nos entregou cenas de ação mais bonitas do que um show como esse tinha qualquer direito de ter, e um design de personagens que faz cada pessoa ser distintamente ela mesma, sem parecer muito “animêsco”. A dublagem surpreende, ao trazer um protagonista experiente (Suzuki Tatsuhisa) para atuar com duas novatas na área (Natsuyoshi Yuuko e Kusunoki Tomori), trazendo confiança e renovação num só pacote.
Na prática, percebemos que “The Misfit of the Demon King Academy” não passa de mais um harém escolar mágico genérico que amamos, e serve como um lembrete de que um show não precisa ser bom para ser divertido. Definitivamente vale a pena conferir os dois primeiros episódios, se você souber o que está fazendo e já tiver experiência em atravessar mares conturbados. Para a estreia, eu daria uma nota 6/10, mas que no meu coração vale muito mais.
O animê pode ser assistido legalmente, com legendas em português e vídeos em alta resolução, na plataforma de streaming Crunchyroll, com novos episódios todos os sábados.
Após muitos boatos e alguns vazamentos, a Funimation anunciou oficialmente em seu site (que não pode ser acessado por nós brasileiros), que estará iniciando suas atividades no Brasil e México no final do ano.
O primeiro anime anunciado foi Tokyo Ghoul:re, adaptação da sequência do mangá Tokyo Ghoul, escrito e ilustrado por Sui Ishida. Um trailer mostrando a dublagem em espanhol foi disponibilizado. Segundo vazamentos, uma versão com dublagem em português já está em andamento.
Outros vazamentos também indicam que veremos Attack on Titan e My Hero Academia dublados em português, além do primeiro anime de Tokyo Ghoul.
Mais informações serão divulgadas durante os próximos meses.