Já está em pré-venda o clássico dos quadrinhos italiano, Squeak the Mouse, pela Editora Veneta. A obra clássica de Massimo Mattioli, será republicada com todas as histórias da mais escandalosa dupla de gato e rato da cultura pop mundial, além de dezenas de páginas inéditas. O laçamento será simultâneo com a Europa.
Lançada originalmente na década de 80, nas páginas da lendária revista italiana Frigidaire, Squeak the Mouse se tornou um fenômeno mundial com suas histórias sarcásticas que leva ao extremo a violência típica dos desenhos animados norte-americanos, misturando ainda os clichês de filmes de terror e pornôs. A HQ foi a inspiração para Matt Groening para criar a dupla Comichão e Coçadinha, o desenho favorito do Bart Simpson.
Aqui no Brasil, Squeak the Mouse foi publicada na clássica revista Animal no final da década de 80, e se tornou rapidamente um dos maiores sucessos da publicação.
Squeak the Mouse tem formato 21 x 28 cm, 160 páginas, capa dura e se encontra em pré-venda no site da Veneta com um belo desconto ou na Amazon Brasil. O lançamento oficial será em 05 de julho.
Um projeto experimental que mistura experiências da vida, lamentos, obsessões, confissões e o tempo que se passa sem percebermos. Essa é a proposta de Tempo Acúmulo que está em campanha no Catarse. Escrito e produzido por Felipe Moreira Coutinho, o popular Fel Coutinho, a HQ é um como um ritual de libertação de traumas que busca mostrar como podemos elevar figuras que foram e ainda são importantes até para os menores fatos da história.
Eu tive a oportunidade de ler Tempo Acúmulo e o que ela me passou foi um relato intimista, adulto e niilista muito bem produzido, onde o trabalho do ilustrador Dave McKean tem uma forte influencia. E com uma arte gráfica de tirar o fôlego. Fel Coutinho começou a sua carreira fazendo arte-final para quadrinhos do Ziraldo no estúdio Megatério, desde então tem trabalhado como freelancer e professor de desenho, entre as suas publicações estão a coletânea Fome dos Mortos, pela Editora Draco e O Pior Amigo de Todos, quadrinho independente lançado em 2018.
Tempo Acúmulo terá formato em 18cm x 24cm e 24 páginas. Para saber mais sobre recompensas, valores e detalhes do projeto, clique AQUI.
“Cyberpunk (de Cyber(netic) + punk) é um subgênero alternativo de ficção científica, conhecido por seu enfoque de ‘Alta tecnologia e baixa qualidade de vida’ (‘High tech, Low life’) e toma seu nome da combinação de cibernética e punk alternativo.”
Indo no conceito, a editora Draco está iniciando uma campanha de financiamento coletivo no Catarse sobre Cyberpunk – Registros Recuperados de Futuros Proibidos, onde em onze contos o leitor vai transitar entre o retrô e o pós-cyber, e mostra que, com transplantes, clonagens e uploads de memórias, o gênero pulsa mais vivo do que nunca.
Cyberpunk – Registros Recuperados de Futuros Proibidos é o fechamento da trilogia Mundo Punk, que consta com os livros Vaporpunk, Dieselpunk e Solarpunk. O novo volume foi organizado pela dupla Cirilo S. Lemos e Erick Santos Cardoso. Confira abaixo os títulos dos contos e seus respectivos autores:
A lua é uma flor sem pétalas redux, de Cirilo S. Lemos
Caos tranquilo, de Ricardo Santos
A gota d’água, de Daniel Grimoni
Folhas no terraço, de Michel Peres
Boca Maldita, de Claudia Dugim
Cyberfunk, de Carlos Contente e Rodrigo Silva do Ó
Próximo nível, de Marcelo A. Galvão
Sonho de Menino, de Marcel Breton
Recall, de Karen Alvares
Sonhos wifi, de Fábio Fernandes
Cyberpunk – Registros Recuperados de Futuros Proibidos terá formato 14 x 21 cm, 284 páginas, papel pólen bold e capa em papel cartão de boa gramatura e com orelhas.
Para saber mais sobre a campanha, que em apenas um dia alcançou já 41% da meta, suas recompensas e valores clique AQUI.
Quando eu comecei a ler Gideon Falls – Vol. 1 – O Celeiro Negro, eu meio que já esperava o que estava por vir. O material em minhas mãos pulsava em induzir-me para uma trama de mistérios, terror e suspense. Bem, devo dizer que Gideon Falls tem um bocado dessas coisas, e tem outras coisas emboladas. Coisas boas e coisas ruins. O clima que esperamos na publicação é real. Um mistério meio que sufocante criado pelo roteirista Jeff Lemire, vai ditando uma narrativa que assemelha à filmes de suspense ou então a mais nova onda de séries de TV sombrias com o clássico Além da Imaginação. Existem momentos em que você pensa se vale a pena dá uma pausa, ir para uma outra leitura mais leve, ou então continuar. Principalmente se você ler como eu fiz as duas da madrugada. O suspense de Gideon Falls nem é tão aterrorizante assim, mas toda a sua construção, principalmente nos traços do (genial) Andrea Sorrentino, colaboram com o desenvolver de toda a trama.
A trama de Gideon Falls – Vol. 1 – O Celeiro Negro é contada a partir de duas narrativas. A do jovem Norton, ambientada em uma grande cidade, que tem em sua paranoia o Celeiro Negro, ele vive a revirar lixo atrás de artefatos ou pedaços que possam comprovar que não é louco. Ao mesmo tempo ele tem um acompanhamento psiquiátrico da jovem Dr. Xu, que com o passar da trama se vê envolvida na loucura ou possível realidade de Norton. A outra narrativa é do Padre Wilfred. Que chega na pequena cidade de Gideon Falls para substituir o antigo pároco. Wilfred é um sacerdote que tem em sua bagagem um passado nebuloso e desviado da Igreja Católica, e ficar de frente à comunidade cristã da pequena cidade, esquecida pelo mundo, lhe parece mais um castigo do que uma dádiva.
As duas tramas vão se misturando na medida em que o misterioso imóvel fantasmagórico vai fazendo suas aparições e a influência da lenda vai minando cada vez mais a história. A grande sacada de Lemire é criar a dúvida entre as duas tramas, enquanto uma vai apresentando momentos de insanidade, de conto da carochinha, a outra vai nos convencendo que o Celeiro Negro realmente existe.
Norton
O ponto negativo fica para o excesso de clichês que vão conduzindo a história. A própria dupla de protagonistas são clichês clássicos. Um padre que perdeu a fé. Um homem que não se sabe se é louco ou se está falando a verdade. Ainda temos uma psiquiatra que se envolve com o paciente, um velho que investiga o Celeiro Negro e todos o consideram maluco, uma policial emocionalmente envolvida com o mistério do imóvel fantasmagórico e que ao mesmo tempo não acredita nele e uma trama da igreja por trás disso tudo. Até mesmo um grande plot mais perto do final é meio que óbvio, mas pode parecer brincadeira, ele parece ser óbvio de propósito até. Jeff Lemire abusou de tipos que são comuns em diversas outras histórias para serem os condutores de sua trama, mas confesso que “ponto negativo” é algo meio que forte até pode soar como um baita defeito, mas o roteirista escreve muito bem os personagens, e tenta ao máximo tirar todos eles do lugar comum que geralmente são introduzidos. Essa construção do clichê para algo diferenciado se deve muito ao Sorrentino.
Padre Wilfred
Como dito aqui antes, os traços de Andrea Sorrentino são únicos. Eles ditam até as características emocionais e psíquicas dos personagens, como por exemplo Norton. Que sempre está com uma máscara cirúrgica e nunca aparece o seu rosto. O roteiro de Jeff Lemire é bem contado e desenvolvido graças as técnicas que o desenhista usa. A diagramação e os quadros ajudam nos momentos sufocantes da trama, fazendo elevar a expectativa pela próxima página. E ao mesmo tempo, nos momentos de calmaria fazem nossos olhos relaxarem. Vale ressaltar também o fabuloso trabalho de colorização de Dave Stewart. Conhecido pelas cores em Hellboy, Stewart fez das cores personagens à parte. Existem momentos em que estamos acompanhando um devaneio de Norton vendo a sua insanidade cinzenta bem ameno, ou um momento em que o Padre Wilfred está simplesmente conversando em tons pasteis atrativos para os olhos, e ao virar a página no momento de tensão em que o roteiro demanda, um tom vermelho sangue salta para cima do leitor. A colorização é uma das engrenagens que fazem o roteiro funcionar.
Eu não saberia dizer se a história que Jeff Lemire quis contar em Gideon Falls seria possível sem Andrea Sorrentino e o Dave Stewart, acho que o bolo final sem esses ingredientes ficaria sem sabor. Mas a soma dos três, vão conduzindo o leitor pela a história o segurando até o fim, valendo totalmente o investimento. Alguns leitores podem começar a leitura esperando com algo mais hardcore sendo entregue logo de início. Mas não é assim em Gideon Falls. A trama é toda uma construção, com suspense, ora com viés de terror, ora com viés psicológico.
Gideon Falls – Vol.1 – O Celeiro Negro tem formato 26,6 X 17,2 cm, 160 páginas e capa dura. No Brasil, a publicação está sendo pela editora Mino, que recentemente lançou o Volume dois.
Bem-vindo ao inferno! Está no ar a campanha para Veludo dos 9 Infernos – Parte 2, a publicação será viabilizada via Catarse e vamos acompanhar a peregrinação de Noite Escura pelo maldito lugar, durante nove reencarnações em nove infernos diferentes e bizarros. Confira a sinopse abaixo:
“Noite Escura está morto. Sua vida de luxúria, pode e corrupção encontrou um fim brusco na traição de um de seus generais. Mas a Morte não é o fim de tudo. Ferido e desnorteado, Noite Escura acorda em uma dimensão de trevas e sal, onde aprenderá à duras penas o significado da palavra Inferno. Sangue, batalhas, fogo e escravidão é o que teremos nessa segunda parte da história, na qual o personagem descobrirá uma pouco de sua origem, sua sina, e a face de um grande perigo: Ahriman!”
Veludo dos 9 Infernos – Parte 2 é psicografado por Nívio Rodrigues, com argumentos de Pepe Cartola, roteiro de Jorge de Barros (Santa da Escuridão, Frankenstein 200) e arte de Bruno Brunelli (Cartas de Turing, Pontos Ilustrados), o álbum acrescenta mais fios na imensa trama que é a história do Exú Veludo e sua passagem através de 9 encarnações e 9 infernos antes de se tornar uma entidade da Umbanda. Você pode dar uma conferida no prólogo e no primeiro volume no site Tapas. Ambas as publicações ficaram abertas enquanto a campanha no Catarse estiver no ar.
Veludo dos 9 Infernos – Parte 2 terá formato 17 X 26 cm, 56 páginas em vermelho e preto e impressão do miolo em papel couché fosco 120gr. Para saber mais sobre a campanha, recompensas e valores clique AQUI.
Aproveitando todo hype de Vingadores – Ultimato, a editora Panini está lançando A Saga de Thanos – Volume 1. A edição contempla o começo da vida do Titã Louco até a sua primeira morte, em histórias de Jim Starlin, criador do personagem, e outros autores. Serão no total duas edições.
“A GÊNESE DO TITÃ LOUCO… Niilista. Eterno. Louco. Pretenso amante da Morte. Thanos de Titã é todas essas coisas e, muito antes de ter criado a Manopla do Infinito e dizimado metade do Universo, ele já era uma força a ser considerada. E agora, reunida em dois fabulosos volumes, está a história completa da primeira vida de Thanos… e de sua primeira morte. Sua existência se confunde com a de Adam Warlock, o ser perfeito concebido em um laboratório! Testemunhe neste primeiro volume a criação de Warlock, sua batalha para libertar a Contraterra, a busca de Thanos pelo Cubo Cósmico e suas maquinações contra o Capitão Marvel, o destemido campeão Kree que jurou defender a humanidade de toda e qualquer ameaça! Coestrelando alguns dos mais incríveis heróis da Casa das Ideias, como Thor, Homem de Ferro, Quarteto Fantástico, Hulk, Drax e muitos mais!”
A Saga de Thanos – Volume 1 tem formato 17 X 26 cm, 448 páginas, capa dura e já está em pré-venda na Amazon Brasil.
Vindo diretamente das entranhas do inferno, a DarkFlix está chegando para fã de filmes e série de terror nenhum colocar defeito. O serviço de streaming nacional vai se dedicar totalmente ao gênero e tem planos gigantes, que inclui filmes, séries e documentários em 24 horas de programação.
A ideia da DarkFlix partiu do brasileiro Ernani Silva, que fez um investimento de mais de 1 milhão de reais no projeto que será lançado em maio. Em junho o serviço por assinatura vai ao ar com 666 filmes e séries de terror. Será possível assistir clássicos como Uma Noite Alucinante – A Morte do Demônio (1981), Godzilla (1954), Chamas da Vingança (1984), Daqui A Cem Anos (1936) e Donnie Darko (2001) entre outros. E séries como Contos da Cripta e Além da Imaginação também farão parte do catálogo.
“Inicialmente, me concentrei no catálogo de produtores com os quais eu tinha algum relacionamento comercial”, disse Ernani Silva ao site Nexo. “Atualmente, estou focado nas parcerias com os grandes estúdios, produtores independentes locais e produtores experimentais. Mas esse é um trabalho que não termina nunca. Precisamos manter o interesse de nosso público.”
Ainda estão nos planos futuros produções inéditas e uma plataforma de quadrinhos que funcionará dentro do aplicativo. O custo mensal será de R$ 9,90 e permitirá o acesso em 2 players distintos e criação de vários perfis, assim como acontece na Netflix.
Para poder se cadastrar e ser avisado quando a DarkFlix estará no ar, basta fazer o cadastro clicando AQUI.
Uma das fases recentes mais elogiadas dos X-Men, finalmente está chegando ao Brasil. X-Men: Equipe Vermelha #1, traz a equipe liderada pela Jean Grey, que voltou à vida (mais uma vez) em A Ressureição da Fênix – O Retorno de Jean Grey, também publicada por aqui pela Panini. A publicação rapidamente caiu no gosto dos leitores e da crítica em geral nos EUA.
“Renascida em um mundo bem diferente do que se lembrava, Jean Grey reúne aliados que incluem Noturno, Namor e a Novíssima Wolverine para combater um crescente movimento antimutante que ameaça acabar com o sonho de Xavier. Jean tem uma visão e um plano – mas primeiro, sua Equipe Vermelha precisa se infiltrar em um complexo ultrassecreto para salvar uma nova mutante misteriosa.”
Escrita por Tom Taylor e com artes de Mahmud Asrar, X-Men: Equipe Vermelha apresenta um tom político, preconceito com os mutantes e o velho Sonho de Charles Xavier volta à pauta em um mundo muito pior do que era antes. A HQ acaba desenvolvendo analogias e comparações de cenários políticos reais como o norte-americano, se estendendo em nível global. O material gerou muita discussão social, algo que sempre existiu no universo mutante.
X-Men: Equipe Vermelha #1 – A Máquina do ódio tem formato 26,5 x 17 cm, capa cartão e 156 páginas. O primeiro volume reúne as edições de X-Men Red Annual e as seis primeiras edições da HQ publicada nos EUA.
Depois de um hiato de três anos, a editora L&PM está publicando um novo volume da coleção Peanuts Completo. A nova edição, que será o nono da coleção, vai abranger as tirinhas dominicais criadas por Charles Schulz entre os anos de 1967 e 1968. A editora ainda confirmou que irá disponibilizar uma nova tiragem dos volumes 7 e 8.
“Peanuts se aproxima do final da sua segunda década de vida. Charlie Brown segue com dificuldades no beisebol, com a Garotinha Ruiva e com a temível Árvore Devoradora de Pipas; Patty Pimentinha conquista mais espaço e a egocêntrica Lucy se impõe a todos; são apresentados José Peterson, um menino do Novo México, e Franklin, um atencioso garotinho afro-americano (segundo Schulz, menos ansioso e obcecado que os demais personagens). Por fim, nada poderia abalar mais a sensibilidade de Snoopy e Minduim do que a visita de uma linda menina chamada Lila… a ex-dona do beagle mais amado dos quadrinhos.”
Como é de praxe em todos os volumes, o prefácio é feito por um convidado, e em Peanuts Completo – Volume 9 – 1967-1968, o escolhido foi o diretor, ator e jornalista John Waters. Nos EUA a coleção teve um total de 26 volumes.
Peanuts Completo – Volume 9 – 1967-1968 tem formato 16 x 21 cm, capa dura, 344 páginas e o preço de R$ 84,90. A edição já se encontra à venda nos principais sites e na loja oficial da L&PM clicando AQUI.
William Blake foi um poeta e pintor inglês, que no ano de 1790 publicou o que viria a se tornar a sua obra mais conhecida, O Matrimônio de Céu & Inferno. O livro é uma série de textos e prosas escritos como “imitação” das profecias bíblicas, mas expressando também as crenças românticas e revolucionárias pessoais de Blake. O trabalho é o mais influente da carreira do escritor, a sua visão de uma relação dinâmica entre um céu estável e um inferno energizado, fascinou teólogos, esteticistas, psicólogos e artistas ao longo dos anos.
E agora, O Matrimônio de Céu & Inferno ganha a sua “versão” em quadrinhos nas mãos dos brasileiros Enéias Tavares e Fred Rubim, e será publicado em formato de luxo pela editora AVEC. Confira a sinopse abaixo:
“Em 2019, na selva urbana de São Paulo, crime, desejo e redenção entrelaçam a vida de quatro personagens. Chico Amarante é um matador de aluguel a serviço de um poderoso conglomerado religioso. Verônica Viegas é uma acompanhante de luxo que sonha em voltar a Buenos Aires. Antonino Santos é o fundador da Orquestra Divina, uma organização espiritual que comercializa fé, esperança e livros sagrados. Dani Rosa é uma jovem pintora que trafica drogas para sobreviver e ajudar um amigo em estado terminal. No encontro de todos eles, um apocalíptico embate de revelação, poesia e morte.”
O Matrimônio de Céu & Inferno é uma mistura de adaptação da obra de William Blake com história inédita e tem roteiro de Enéias Tavares (Brasiliana Steampunk, Guanabara Real e Fantástico Brasileiro) e arte de Fred Rubim (A Canção do Cão Negro e LeChevalier Na Montanhas da Loucura).
O Matrimônio de Céu & Inferno tem formato 16 x 23 cm, 128 páginas e capa dura. A edição ainda conta com notas de referência, extras de bastidores e paratextos de Cláudia Lemes, Octavio Aragão e Manuel Portela. A graphic novel será lançada em 20 de maio, mas já se encontra em pré-venda nos principais sites e na loja virtual da AVEC clicando AQUI.