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Séries

Battlefield V é oficialmente anunciado

Em um evento especial que rolou hoje, dia 23 de maio, a EA anunciou oficialmente Battlefield V para o mundo. A empresa já havia liberado a logo e um teaser do jogo, porém hoje foi divulgado todos os detalhes sobre o jogo.

A começar pelo trailer oficial, que pode ser visto abaixo:

Battlefield V realmente irá se passar na Segunda Guerra Mundial, como já haviam indicados os rumores. Segundo a EA, o jogo promete ser um “retrato nunca antes visto da Segunda Guerra Mundial.”

O modo história contará com uma protagonista feminina e terá um enredo sobre família.

Apesar dos fortes rumores de que um modo Battle Royale seria incluído no game, a EA anunciou a volta de um modo cooperativo na franquia. O novo modo será chamado de Combined Arms, e trará esquadrões de até 4 pessoas em missões que misturarão tiroteio e furtividade.

Após as polêmicas envolvendo microtransações no ano passado, a empresa decidiu corta-las do jogo, aparentemente. Não disseram com todas as letras que iriam tira-las, mas confirmaram que os itens do game poderão ser comprados com dinheiro do próprio jogo. Além disso, o Premium Pass foi extinto. No lugar dele, foi incluindo o modo de jogo “Tides of War“, que trará novas missões a cada mês.

Battlefield V chegará em 19 de outubro para PlayStation 4, Xbox One e PC (via Origin).

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Games

Kingdom Hearts 3 ganha novos gameplays e uma enxurrada de imagens

A Square Enix aproveitou o dia de hoje, 18 de maio, para liberar diversos vídeos de gameplay e novas imagens sobre o aguardadíssimo Kingdom Hearts 3.

Confira na galeria abaixo:

 

Algumas pessoas da imprensa puderam ter a oportunidade de jogar algumas partes do jogo. Confira abaixo:

Kingdom Hearts 3 ainda não possui uma data de lançamento, porém sai ainda esse ano para PlayStation 4 e Xbox One.

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Cultura Japonesa Mangá

Editora NewPOP anuncia os mangás Citrus e Made in Abyss

Após uma série de dicas, com a interação do público, a Editora NewPOP anunciou dois novos mangás, que, a princípio, serão publicados ainda em 2018. São eles:

O mangá yuri Citrus, escrito por Saburouta e publicado na revista Comic Yuri Hime. É considerado um dos melhores títulos do gênero.

Ainda em publicação, com 9 volumes.

A mãe de Yuzu voltou a se casar e isso trouxe muitas mudanças na vida da garota: uma nova cidade, um novo lar, uma nova escola. Para ela, nada foi de acordo com o que esperava, já que agora tem aula em um instituto feminino super restrito e conservador. Assim pois, em lugar de seu sonhado doce romance escolar, deve suportar a constante importunação da presidente do conselho estudantil, Mei, que também passa a ser sua nova meia-irmã. Mas o tempo vai mostrar que entre o ódio e o amor não há tanta distância. Sinopse via BBM.

Citrus possui uma adaptação para anime, que foi ao ar em Janeiro desse ano, e foi produzido pelo estúdio Passione.

No Brasil, seu anime foi exibido pelo Crunchyroll.

Já o outro anúncio, é o recente sucesso Made in Abyss, escrito por Akihito Tukushi e publicado digitalmente na editora Takeshobo.

Ainda em publicação, com 6 volumes.

Um enorme sistema de poços e cavernas chamado “Abismo” é o único lugar inexplorado no mundo. Criaturas estranhas e maravilhosas residem em suas profundezas, e estão cheias de preciosas relíquias que os seres humanos comuns não poderiam fabricar. Os mistérios do Abismo fascinam os seres humanos e descem para explorá-lo. Os aventureiros que se aventuram no poço são conhecidos como “Cave Raiders”. Uma pequena órfã chamada Rico vive na cidade de Ōsu à beira do abismo. Seu sonho é tornar-se um Raider da caverna como sua mãe e resolver os mistérios do sistema de cavernas. Um dia, Rico começa a explorar as cavernas e descobre um robô que se assemelha a uma criança humana. Sinopse via BBM.

O anime de Made in Abyss, foi uma das grandes surpresas do ano passado, e foi considerado o melhor anime do ano. Sua adaptação foi produzida pelo estúdio Kinema Citrus.

No Brasil, o anime foi exibido pelo serviço de streaming HIDIVE.

Mais detalhes sobre ambas as publicações serão divulgados ao decorrer do ano.

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Games

Gameplay de RAGE 2 é divulgado; game chega em 2019

Como prometido ontem, a Bethesda divulgou hoje (15), o primeiro gameplay de RAGE 2.

Confira abaixo:

https://youtu.be/0rQMytyBFeA

O game se passará no ano de 2185 e terá como protagonista Walker, o último dos Ranger, que enfrentará o grupo conhecido como Authority, que planeja dominar tudo o que restou da humanidade.

RAGE 2 será desenvolvido pela id Software (Doom) em conjunto com a Avalanche Studios (Just Cause 3 e Mad Max) e chega em 2019 para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Mais informações sobre o jogo serão divulgadas no dia 10 de junho, às 22h30, durante a conferência da Bethesda na E3 2018.

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Games

RAGE 2 é oficialmente anunciado pela Bethesda

Após ter sido um dos alvos no vazamento do site de vendas Walmart, na semana passada, o jogo RAGE 2 foi oficialmente anunciado pela Bethesda.

Confira o teaser de anúncio:

https://youtu.be/VuuIpLuwXdY

O teaser, em live action, traz uma vibe parecida com a dos filmes de Mad Max e promete novidades, incluindo gameplay, para amanhã, dia 15.

RAGE 2 é a continuação do game de FPS em mundo aberto lançado em 2011 e desenvolvido pela id Software, que mesmo não tendo sido bem recebido pelo público e crítica, conseguiu criar uma base de fãs. Além da id Software, a continuação terá a contribuição da Avalanche Studios, responsável pelo game Mad Max.

RAGE 2 será lançado para PlayStation 4, Xbox One e PC.

 

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Games

Conferência da Sony na E3 2018 focará em exclusivos

Com a E3 2018 se aproximando, é normal ver o surgimento de várias especulações acerca dos anúncios que serão feitos. A conferência da Sony costuma ser uma das mais surpreendentes, no entanto, para a edição desse ano, é melhor tirar o cavalinho da chuva, pelo menos no que diz a respeito dos exclusivos.

Em um podcast do PlayStation BlogShawn Layden, executivo da empresa, revelou que a conferência desse ano será focada em quatro exclusivos: The Last of Us: Parte IIDeath StrandingGhost of Tsushima e Spider-Man. Esse último marcado para sair esse ano. No entanto, deverão ocorrer anúncios feitos pelas empresas third-party.

Layden também revelou que a conferência não terá anúncio de novo hardware sendo anunciado. Jogos realmente serão o foco dessa E3.

O podcast, em inglês, pode ser ouvido abaixo:

A conferência da Sony será realizada no dia 11 de junho, ás 22h, horário de Brasilia.

A E3 2018 acontece entre 12 e 14 de junho, e fique ligado para a cobertura da Torre de Vigilância.

 

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Anime Cultura Japonesa

Primeiras Impressões | Golden Kamuy

Um dos maiores hypes para a temporada de Primavera 2018 com certeza era Golden Kamuy. O mangá de Satoru Noda vem ganhando espaço na indústria nos últimos anos, conquistando fãs e prêmios e com isso, criando bastante expectativa para a sua versão animada.

Pois bem, após assistir aos dois primeiro episódios do anime, decidi dar meu parecer sobre o mesmo, e já digo de antemão, que decepção.

A adaptação de Golden Kamuy ficou a cargo do Geno Studio, um estúdio recém formado que tem em seu currículo apenas dois projetos, o filme Gyakusatsu Kikan, lançado em 2017 em pareceria com o estúdio Manglobe, e o anime Kokkoku, que foi transmitido agora no início do ano, cujo eu dropei no segundo episódio, após dormir no mesmo (e pelos comentários que eu li, não melhorou em nada). Então era de se esperar que Golden Kamuy teria uma produção meia boca, fazer dois animes seguidamente demanda tempo e dinheiro, além de mão de obra.

O primeiro episódio já trouxe logo de cara, um meme instantâneo: os ursos em CGI. Quando eu vi a screenshot da cena, jurava que era montagem de tão mal feita que ficou, mas infelizmente, ao assistir o episódio, me deparei a aberração. Simplesmente ficou horroroso, mas só isso não tinha sido suficiente, eles ainda tiveram a pachorra de dar um close em uma das criaturas.

Em uma entrevista publicada em Janeiro desse ano, o diretor, Nanba Hitoshi e o roteirista, Takagi Noboru, disseram que colocariam o Urso em CGI, pois queriam que ele emanasse uma presença maior da dos personagens. O uso do 3D causaria uma “atmosfera incomum”, e bem… eles conseguiram.

Que fofo, quero um para mim.

Tirando essa bizarrice, a história de Golden Kamuy é até que interessante, e simples. Sugimoto é um ex-soldado que está a procura de ouro para poder sustentar a família de seu amigo morto na Guerra Russo-Japonesa, cuja a esposa está ficando cega. Em sua busca ele descobre que um carregamento de ouro roubado do povo Ainu está escondido, e o caminho só pode ser descoberto através de tatuagens nos corpos dos companheiros de cela do ladrão. No entanto, ele logo descobre que não é o único que está a procura desse tesouro, e assim começa a “Corrida pelo Ouro”.

Além da história, o protagonista, Sugimoto, foi a melhor coisa desse primeiro episódio. Denominado de Sugimoto, o Imortal, ele não pensa duas vezes antes de fazer algo, e isso incluí dar um soco em um urso. Aos poucos iremos saber os verdadeiros objetivos dele. Fomos apresentados também a Asirpa, uma Ainu, que teve seu pai assassinado pelo mesmo ladrão do ouro, e decide ajudar Sugimoto em sua aventura.

Já no segundo episódio, apesar de não ter outro urso de CGI, o anime trouxe um design totalmente relaxado e mal feito. A cada cena os personagens simplesmente não se pareciam com nada do que tinha sido apresentado nas cenas anteriores. É nítido a falta de tempo que o Geno Studio teve, visto que tinha acabado de produzir Kokkoku.

Mas, novamente, a história e os personagens foram os destaques do episódio. Foi apresentado um pouco sobre a cultura Ainu, além de apresentar um novo personagem: Yoshitake, o “Rei das Escapadas”, um dos prisioneiros que foram tatuados, e traz cenas divertidíssimas. Também foi mostrado o que pode ser o inimigo desse início de Golden Kamuy, a 7ª Divisão.

Nota: 5/10

Eu não continuarei assistindo ao anime, pois, eu gostei tanto da história, dos personagens, e ambientação, que irei passar para o mangá. Infelizmente ele não é publicado aqui no Brasil, mas torçamos para que o anime possa fazer alguma das editoras mudar de ideia.

Golden Kamuy é exibido no Brasil pela Crunchyroll.

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Consoles Games

Análise | Devil May Cry HD Collection

Devil May Cry provavelmente é uma das franquias mais importantes dos vídeo-games. Nascido originalmente como um protótipo de Resident Evil 4, o jogo logo tomou um outro caminho e se tornou um ícone para o gênero hack and slash, e em ação no geral.

A história é a mesma de sempre, sem nenhuma mudança. Dante é um caçador de demônios e busca vingança contra aqueles que mataram sua mãe e irmão. Apesar de parecer que será algo mais sério, os jogos não são nem um pouco dramáticos, e sim uma excelente galhofa, com situações que beiram ao ridículo, mas isso não importa muito, já que o verdadeiro foco da franquia, é a sua ação.

Os novos jogadores devem ter um pouco de dificuldade com o gameplay, pois ele é o mesmo dos jogos originais, sem nenhuma mudança. Até mesmo o jogo de câmeras continua.

Todos os três jogos, Devil May Cry, Devil May Cry 2 e Devil May Cry 3: Special Edition, tiveram seus gráficos atualizados para 1080p e estão rodando a 60fps, o que é muito bom para um jogo de ação, no entanto, as melhorias ficam só nisso.

Apesar de ter sua gameplay remasterizada, não podemos dizer o mesmo das suas cutscenes e menus. Eles não foram refeitos, e tudo que nós temos são cenas na proporção 4:3, que simplesmente ficam ridículas quando executadas em uma televisão de alta resolução. Chega a arder os olhos, em especial a do primeiro jogo.

Trazendo os três primeiros jogos da franquia, lançados original para o PlayStation 2, para os consoles da nova geração, a coletânea é uma excelente opção para aqueles que querem conhecer a história de Dante, e se preparar para um vindouro Devil May Cry 5, que vem tendo seus rumores aparecendo nos últimos meses. No entanto, para os fãs mais antigos, a coletânea não servirá de muita coisa, a não ser matar a saudade.

O jogo foi testado em um PlayStation 4.

Devil May Cry HD Collection foi lançado no dia 13 de março de 2018 e está disponível para PlayStation 4 Xbox One.

 

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Anime Cultura Japonesa

Primeiras Impressões | Tokyo Ghoul:re

Quando estreou em 2014, o anime Tokyo Ghoul se tornou um grande fenômeno naquele ano, e não era para menos, apesar de ter sido uma adaptação rushada do mangá, cortando diversas partes importantes, ele possuia uma ótima produção, tanto em sua direção e animação quanto na sua trilha sonora. Contudo, em 2015, Tokyo Ghoul√a veio ao mundo, e… foi deplorável.

Seguindo um rumo completamente diferente do mangá, essa temporada não fazia nenhum sentido, além de possuir escolhas bastante duvidosas em relação aos seus personagens, muita coisa do original foi deixada de lado, se tornando um tremendo desastre, tanto de crítica quanto de público, fazendo com que os, possíveis, planos para uma terceira temporada fosse engavetada (digo possíveis porque o anime termina em aberto). Lembrando que o material original já havia sido finalizado em 2014, com 14 volumes.

Ainda em 2014, a obra recebeu uma sequência, chamada de Tokyo Ghoul:re, que é publicado até hoje, e que já se encontra em seu arco final. Ele se passa 2 anos após os eventos do primeiro mangá, apresentando novos personagens e dando continuação ao enredo, mas dessa vez com foco na CCG, a polícia anti-Ghoul da obra.

No final de 2017 foi anunciado que Tokyo Ghoul:re receberia uma adaptação em anime, também pelo estúdio Pierrot, mas com um novo diretor no comando, Odahiro Watanabe (Soul Buster). Visto que o √a tomou um rumo diferente da obra original, incluindo o seu final, como eles fariam para ligar, sem confundir aqueles que não leram o mangá? O que no caso é muita gente.

A resposta é simples: eles ignoraram a existência do √a, pelo menos é o que indica esse primeiro episódio.

Os novos “protagonistas”.

Aqueles que tiveram o desprazer de assistir a temporada anterior devem ter percebido que decidiram matar o Hide, melhor amigo do protagonista, no entanto, na obra original, isso nunca aconteceu. O destino de Hide, inclusive, era um dos mistérios que o primeiro mangá havia deixado, pois a última vez que o vemos, ele, aparentemente, tinha sido comido por Kaneki, o dando forças para enfrentar Arima.

O novo anime ignora o fato de Hide ter morrido e o trata apenas como desaparecido. É claro que isso pode ser revertido mais para frente, mas é o que eu acredito no momento.

Agora sobre o anime em si, eles novamente erraram, mas talvez tenha sido compreensível (?).

A maioria dos leitores acham o início de Tokyo Ghoul:re maçante, pois há mais diálogos e ação, por se tratar de um lado oposto do que havíamos tido no primeiro mangá, sai a Anteiku, e entra a CCG. Como o estúdio Pierrot ainda acha que Tokyo Ghoul é um battle-shounen, decidiram correr, mais uma vez, com a história, indo direto para a ação.

O primeiro episódio adapta os 6 primeiros capítulos do mangá, isso é, 2/3 do primeiro volume, e corta bastante diálogos, incluindo um flashback sobre um dos personagens principais, mas esse eu creio que irão mostrar no futuro, pois é algo essencial para a trama.

Acerca do protagonista, por mais que a abertura tenha dado spoiler de quem ele é, muitas pessoas se perguntam como isso aconteceu. Eu realmente não sei se o anime decidirá mostrar essa parte, que não chegou a ser adaptada, então deixo aqui meu parecer sobre isso. Spoilers abaixo:

[spoiler]No final do mangá original, ocorre uma luta entre Kaneki e Arima, onde o protagonista leva uma surra, perde seus olhos e é dado como morto. Ao final da obra, somos apresentados a Haise Sasaki, o novo protagonista. E como falei acima, a própria abertura acaba dando o spoiler sobre a identidade de Haise, além de ser o gancho dado pelo primeiro episódio.[/spoiler]

Sobre os demais personagens, foi mostrado muito pouco deles nesse primeiro episódio, tirando o Urie, onde foi apresentado um pequeno trauma e uma vontade de sempre querer subir de rank e ser o melhor. O personagem no começo é bem irritante, mas nos capítulos atuais ele dá uma melhorada, assim como aconteceu com o Tsukiyama.

Uma comparação entre a última página do capítulo 6 e a última cena do episódio.

O novo anime possui uma produção bem abaixo das anteriores, os novos designs de personagens são horrendos, eles não se deram nem ao trabalho de copiar a arte original de Sui Ishida, você só reconhece os personagens pois é dito o nome deles, e a trilha sonora não é nada marcante, algo que as primeiras temporadas tinham de bom.

A direção não consegue passar emoção nenhuma, as cenas parecem sem vida. Mas pelo menos a animação está razoável.

Minha nota para essa estreia é 5/10. Foi menos pior do que eu havia imaginado.

Foi confirmado que o anime terá ao todo 12 episódios. Até o momento dessa publicação, Tokyo Ghoul:re não está disponível em nenhuma plataforma de streaming oficial no Brasil. O mangá é publicado pela Editora Panini.

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Anime Cultura Japonesa Mangá

Caça Níquel ou Vale a Pena? O Primeiro Ano do anime de Boruto

Desde que o mangá de Naruto chegou ao fim, em 2014, tanto a Shueisha, quanto a TV Tokyo/Pierrot, sabiam que teriam que fazer algo para continuar a nadar no dinheiro que a obra proporcionava. O primeiro passo já tinha sido dado ao apresentar o filho de Naruto, Boruto, no último capítulo do mangá. Após isso, tivemos um filme sobre o protagonista, em 2015, chamado de Boruto: Naruto the Movie. Era questão de tempo para que o filho do ninja laranja ganhasse sua própria série.

Cap. 700 do mangá.

Em 2016, começou a ser serializado mensalmente, na revista Shounen Jump, o mangá Boruto: Naruto Next Generations, que começou adaptando o filme de 2015, e depois seguiu seu rumo, se tornando uma das piores coisas em publicação na revista atualmente. Incluindo sexualização de personagens, como Sarada. Mas isso é papo para outra hora.

Já no anime, a Pierrot, estúdio responsável pela série, como sempre, esticou Naruto Shippuden até o episódio 500, adaptando algumas das light novels da série, que se passam pós-mangá. Com isso, em Abril de 2017, começou a exibição do anime. Não adaptando nem o filme, nem o mangá, mas sim trazendo uma história original, mostrando Boruto entrando na Academia Ninja. E… acabou não sendo o que os fãs esperavam, se é que esperavam alguma coisa.

Então, respondendo a pergunta do título: ambos.

Claramente Boruto: Naruto Next Generations é um caça níquel, mas isso não quer dizer ele que seja de todo ruim, pelo contrário, o anime, em sua maioria, apresenta histórias muito boas. Claro, tem episódios fracos, o próprio inicio do anime (Arco da Academia/Fantasmas) é bem meia boca, o que fez com que as pessoas o dropassem.

Eu gosto de dizer que Boruto: Naruto Next Generations possui uma vibe meio slice of life, é simplesmente o dia-a-dia dos alunos na Academia Ninja, e não simplesmente porradaria toda semana. É bem desenvolvido, apesar de episódios de pura vergonha alheia, como o 49, com personagens vestidas de animais, é algo que tem que ser relevado.

Conforme o anime vai avançando, percebe-se uma melhoria, mas tem que ter paciência, e, antes que eu me esqueça, Boruto é um péssimo personagem, namoral.

Não só de história original tem vivido o anime. Durante os episódios 19 e 23, foi adaptado o mangá Naruto Gaiden: O Sétimo Hokage e a Lua que Floresce Vermelha, a primeira continuação oficial do mangá de Masashi Kishimoto, e escrito pelo mesmo, servindo de prólogo para o filme de 2015. Ele desenvolve a personagem Sarada e sua relação com seu pai, Sasuke, e sua admiração por Naruto, tendo assim, seu sonho de se tornar Hokage. Sarada de longe, é a melhor personagem dessa nova safra de Naruto. Esse é o segundo arco do anime, apelidado de “Arco da Uchiha Sarada“.

O novo Clã Uchiha.

O terceiro arco do anime, chamado de Excursões Escolares (25-32), ocorre na Vila da Névoa, e possui boas lutas, além de ser bem animado. Sua história é um tanto simples, e só serviu pra fazer ligação entre o anime e o mangá, que é pós-filme, canonizando o anime na timeline oficial da série. Apesar de ser óbvio que o personagem Kagura irá retornar para a série em breve.

Após isso, veio o arco da Graduação (33-41), que como o nome já diz, traz a graduação de Boruto e seus amigos como Genins, dando inicio assim, as suas missões em time. Vale mencionar que o episódio 39 adapta o one-shot Naruto Gaiden: O Caminho Iluminado pela Lua Cheia, focado em Mitsuki.

Novo Time 7

Já o arco da Gangue Byakuya (42-47) traz um foco maior em Shikadai e possui uma ótima animação, mostrando que quando a Pierrot quer, ela consegue trazer uma boa animação. Para falar a verdade, o anime em si é bem consistente em questão de animação, parece que o estúdio decidiu colocar os animadores de verdade trabalhando em Boruto, e deixou o resto em Black Clover.

Já os episódios 48 e 49 são focados em times de personagens B, os desenvolvendo para o próximo arco, que trará o exame Chuunin, e será uma adaptação do filme, trazendo personagens novos, que, segundo informações, estavam no roteiro original do filme, escrito por Kishimoto. O episódio 50 é nada mais do que uma recapitulação do anime até então.

Quando veremos a explicação para isso? Só quando Deus quiser…

Pode ser clichê o que vou falar, mas sim, dá para se divertir com Boruto: Naruto Next Generations, basta desapegar ao passado, ter paciência e abraçar o novo. Ou simplesmente assistir outro anime :p

No episódio 51, exibido no dia 28 de março, foi iniciada a adaptação do filme. Vamos ver como isso será.