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Razer | Novo plano de recompensas para gamers

A Razer, anunciou o Paid to Play, programa de recompensas relacionado ao zVault, sua recém-lançada carteira virtual que tem um ecossistema baseado em uma moeda virtual para pagamentos e micro transferências.

Por meio desse novo programa, os gamers podem ganhar créditos zSilver jogando seus games de PC favoritos enquanto usam o Razer Cortex, o software gratuito da Razer que oferece aos jogadores uma série de ferramentas para melhorar o desempenho do computador e para encontrar ofertas de jogos.

Os usuários podem utilizar os zSilver para resgatar produtos da Razer, cupons de desconto e vantagens exclusivas. A Razer ainda planeja expandir em breve as recompensas com créditos zSilver e incluir facilidades em cafeterias, cinemas e restaurantes. O programa zVault é o primeiro do mundo com esse perfil e foco nos gamers.

Torre de Vigilancia Razer Cortex zSilver

A meta principal do plano de recompensas Paid to Play é fazer com que os produtos da Razer estejam disponíveis para todos os jogadores hardcore, refletindo o lema da empresa “For Gamers. By Gamers” (“Para Gamers. Por Gamers.”)

Os jogadores de títulos como Paladins, League of Legends, DOTA 2, Counter Strike: Global Offensive e Overwatch receberão três zSilvers por minuto jogado até o limite de 900 zSilver por dia. Estes são alguns dos games mais populares entre os usuários dos softwares da Razer, que somam 138 milhões de jogadores em todo o mundo.

“Um plano que recompensa os gamers por jogarem diariamente nunca foi feito antes”, disse Min-Liag Tan, CEO e cofundador da Razer. “Os jogadores terão benefícios dados por um sistema que os premia simplesmente por fazerem o que já estão acostumados a fazer”.

Jogadores que tenham um Razer ID e aqueles que utilizarem o Razer Cortex para iniciar seus jogos já estarão aptos para receberem os créditos zSilver, e usá-los na  troca por itens exclusivos, como o mouse Razer Mamba, o teclado Razer Blackwidow, além de descontos em vários outros produtos.

Torre de Vigilancia Chroma Mug Holder

Um dos itens mais procurados recentemente na Razer, e que não está à venda, o Razer Mug Holder, um conjunto de caneca de metal e uma base com tecnologia de retroiluminação Razer Chroma, em breve poderá ser resgatado com exclusividade por meio dos créditos zSilver. Mais detalhes podem ser vistos no catálogo de recompensas zSilver. O Razer Mug Holder poderá ser trocado por 100.000 zSilver.

Infelizmente, esse serviço só está disponível para Singapura, Canadá, Austrália, Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Irlanda, Luxemburgo, Suécia, Polônia, Portugal, Noruega, Itália, Espanha, e Finlândia. Como podemos ler nos “Termos de Acordo”.

Outras informações sobre o zVault e Razer Cortex estão disponíveis em www.razerzone.com

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Games

MSI | Divulgado calendário e novo lote de ingressos

O Mid-Season Invitational (MSI), torneio global que reunirá os campeões das ligas oficiais de League of Legends do mundo todo no Brasil, anunciou o calendário das partidas da Fase de Grupos e Eliminatória, que serão realizadas na Jeunesse Arena (ex-Rio Arena), entre os dias 10 e 21 de maio, no Rio de Janeiro.

Por conta da alta demanda do público, a organização do MSI também liberou, a partir de segunda-feira, dia 27/03, às 13h00, um novo lote de ingressos para as fases que serão realizadas no Rio de Janeiro. A compra dos tickets pode ser feita online, no site da Livepass (www.livepass.com.br). Os ingressos para a Fase de Entrada, em São Paulo, já estão esgotados.

 

Confira o calendário abaixo:

10 de maio, quarta-feira:

  • 15h – Cerimônia de Abertura
  • 15h30 – Europa x Coreia
  • 16h30 – China x Entrada C*
  • 17h30 – Entrada A* x Entrada B*
  • 18h30 – Entrada C* x Europa
  • 19h30 – Coreia x Entrada A*
  • 20h30 – Entrada B* x China

 

11 de maio, quinta-feira:

  • 15h – Coreia x Entrada B*
  • 16h – Entrada A* x Entrada B*
  • 17h – Europa x China
  • 18h – Entrada C* x Entrada B*
  • 19h – Entrada A* x Europa
  • 20h – China x Coreia

 

12 de maio, sexta-feira:

  • 15h – Europa x Entrada B*
  • 16h – Coreia x Entrada C*
  • 17h – Entrada A* x China
  • 18h – Europa x Entrada C*
  • 19h – Entrada A* x Coreia
  • 20h – China x Entrada B*

 

13 de maio, sábado:

 

  • 15h – Entrada C* x Coreia
  • 16h – Entrada B* x Entrada A*
  • 17h – China x Europa
  • 18h – Europa x Entrada A*
  • 19h – Entrada B* x Coreia
  • 20h – Entrada C* x China

 

14 de maio, domingo:

 

  • 15h – Coreia x Europa
  • 16h – Entrada B* x Entrada C*
  • 17h – China x Entrada A*
  • 18h – Entrada B* x Europa
  • 19h – Entrada C* x Entrada A*
  • 20h – Coreia x China

 

* Entrada A, Entrada B e Entrada C equivalem aos times que sairão de São Paulo (Fase de Entrada)

 

O mata-mata será uma chave de eliminação única, em séries de melhor de 5 (MD5), que serão determinadas pelos resultados da Fase de Grupos. A Fase Eliminatória acontece entre os dias 19 e 21 de maio, com uma MD5 por dia, com início marcado para às 15h00, na Jeunesse Arena (ex-Rio Arena), Rio de Janeiro.

 

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CBLOL | Definido o embate

As semifinais do primeiro Split do Campeonato Brasileiro de League of Legends acabaram, e foram decididas as equipes finalistas. O primeiro classificado foi a equipe da Keyd Stars na partida disputada no sábado (25/03) contra a atual campeã INTZ eSports, e a segunda equipe foi a Red Canids, que venceu a paiN Gaming neste domingo (26/03).

Keyd Stars Torre de Vigilancia

O caminho para a Keyd chegar às semifinais foi árduo. A equipe cheia de estrelas, não foi bem no início do campeonato. Mas diante das dificuldades e dúvidas o elenco entregou ao público o que eles queriam, mas a classificação veio com um gosto amargo, entretanto não durou muito. Diante da INTZ, uma das maiores rivais do manto amarelo, a resposta veio a galope e a Keyd Stars após cerca de um ano volta a disputar a final do CBLoL.

 

Red Canids Torre de Vigilancia

Já a disputa entre a Red Canids e a paiN Gaming, foi a mais esperada pelo público. As equipes não decepcionaram e entregaram 4 jogos incríveis. A equipe da paiN chegou às semis com consistência e trabalho duro, mesmo assim, Mylon, SirT, KamiMatsukase e Ziriguidum não conseguiram ofuscar o brilho da equipe formada por Robô, Nappon, Yoda, BrTT e Dioud que classificaram a Red Canids para a primeira disputa de final do Campeonato Brasileiro 2017 da história da equipe.

A grande final do CBLoL 2017 vai acontecer em Recife (Pernambuco) em 8 de abril — e o campeão vai representar o Brasil no Mid-Season Invitational, que será realizado no Brasil e que já esta com os ingressos esgotados.

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Gameplay

Análise | Ghost Recon Wildlands

Ghost Recon Wildlands é um jogo com potencial. Inserido dentro do universo Tom Clancy’s, e com uma premissa que começou a algum tempo com títulos já conhecidos, como, Destiny, The Division e The Crew, mais novo jogo da Ubisoft.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

De fato, Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands é um dos jogos de mundo aberto mais artisticamente detalhados que se tem notícia, traduzindo a escala e a beleza da totalidade da Bolívia de maneira incrível para os videogames. Sua escala de mapa é grandiosa. A Ubisofttem fama de produzir seus títulos com mundos abertos, mas este é sem dúvida o maior até hoje. Desde o início se têm a liberdade para se deslocar a qualquer ponto do mapa, não há limites.

A proposta principal do enredo é te entregar um grupo de agentes do exército dos Estados Unidos, que assumem a missão de invadir a Bolívia para acabar com o reinado de um terrível cartel, chamado de Santa Blanca, que assumiu controle do país latino com o objetivo de tornar o país num paraíso para os narcotraficantes. 

O mapa está dividido em setores, e cada um deles é controlado por um “Mandachuva” do Cartel Santa Blanca. As missões variam de roubo de equipamentos militares, até as principais, que são voltadas ao desmantelando da hierarquia do Cartel até alcançar o grande chefe, El Sueño. Não uma linha a seguir, você quem define o ponto a ser conquistado e a missão a ser realizada em seguida. E um ponto positivo é que não somos obrigados a jogar em modo cooperativo, uma questão que muitos estavam discutindo quando foi anunciado o sistema co-op do jogo, assim, em vez de pessoas reais jogando da poltrona de casa, os seus companheiros serão controlados pela IA, coisa que não diminui em nada a experiência positiva do game.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

Não é imediatamente aparente no início do jogo a interatividade entre personagem e ambiente, podemos dizer que isso se deve por conta da grandeza e complexidade do seu mapa. Ghost Recon Wildlands pega emprestada a paisagem e a arquitetura da Bolívia, um dos lugares mais naturalmente variados e exuberantes da Terra. Cada província (setores) do jogo se sente como peça única dentro de um mesmo relógio, tendo estética e excentricidades distintas. Quando podemos ter sua vista aérea, notamos uma coesão entre as vilas e cidades um pouco mais robustas com a fauna local.

O contraste entre os detalhes visuais do jogo e a construção da temática é impressionante e irritante. Vocês são quatro soldados, contra uma nação. Nunca por um momento sua equipe considera que isso seja um ponto a ser averiguado antes de qualquer missão suicida. Mas durante todo o gameplay, notamos as minucias e o cuidado dos desenvolvedores de não confundir os jogadores como o real e o ficcional. O Cartel Santa Blanca é formado de estrangeiros, não há nenhuma tentativa de envolvimento com a cultura boliviana atual. 

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

Apesar de possuir um mapa gigantesco e com grandes possibilidades, Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands sofre de uma estrutura repetitiva de missões. Cada setor é composto por missões da história principal, que só podem ser mas desbloqueadas, após o recolhimento de informações sobre o “Mandachuva”. E assim o jogo avança, seguindo os moldes de títulos da produtora, como Assassins Creed, que passou a sofrer grandes críticas por conta dessa mesma mecânica de missões.

Já as missões secundárias, estão longe de serem opcionais, isso porque elas oferecem recursos para evoluir a árvore de habilidades do personagem, extremamente necessário para o avanço no game, além de serem repetitivas ao extremo, não acrescentam em nada na história principal.

O jogo não passa muito do típico “polícia e ladrão”, recorrendo pesadamente à ação para poder dar sustância a sua história. Logo no início temos um vídeo de apresentação em que conhecemos nosso alvo principal, El Sueño, que praticamente inexistente durante todo o gameplay. A história principal busca abrigo em pequenos diálogos por rádio, antes e depois das missões, e pequenos vídeos de introdução dos “Mandachuva”. Não podemos dizer que o jogo se entrega a galhofa como acontece em Just Cause e GTA. Podemos apenas confirmar que Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands perde muito no quesito narrativa, quando poderíamos ter uma demonstração da brutalidade e impiedade que existe no negócio dos narcotraficantes, mas esses elementos aparecem dissolvidos em águas rasas, com pouco impacto no contexto geral.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

Se concordamos que Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands não tem aquele enredo marcante, cheio de reviravoltas e plot-twists. Concordaremos que falar da jogabilidade em Ghost Recon é falar sobre o seu prato principal. Nitidamente o foco dos desenvolvedores, seu imenso mapa traz também inúmeras possibilidades e maneiras criativas de abordagem. Desde missões que exigem o stelth, até aquelas que você só precisa se preocupar em não morrer e derrubar o maior número de inimigos. Também podemos eliminar todos os guardas um a um com tiros de sniper ou recorrer a um helicóptero para fazer um intensivo ataque aéreo. Podemos, ir além, e chamar rebeldes para causar confusão no entorno dos locais de invasão para distrair os vigilantes. Contudo, apesar deste ser um jogo que permite uma abordagem sorrateira, nem sempre essa opção será a mais efetiva.

Aqui o que temos é quantidade, muitas missões como dito anteriormente, mas sem muita preocupação em diferencia-las. O gameplay em sua nuance é sempre o mesmo, o que vai mudar são os meios que você utiliza-rá para finalizar a missão. Por isso que Ghost Recon Wildlands trouxe um foco no co-op, adicionar o quesito humano nas invasões aumenta drasticamente o número de variáveis, e o que pode vim a acontecer em seguida é sempre o mais inesperado.

A jogabilidade e resposta dos controles é aceitável, mas não dão aquela sensação maravilhosa que outros jogos de tiros oferecem. Os controles, tanto quando controlamos o personagem como os veículos, parecem ter um ligeiro lag, mas que não interfere no desenrolar do gameplay. No entanto, sua fluidez, em termos de fps, é estável. Durante o game dificilmente você irá notar alguma oscilação nesse quesito. A qualidade visual não está muito distante de, por exemplo, de The Witcher, mas nota-se que foram tomados alguns pontos como principais para que fossem mais detalhados, uma decisão dessa em um mapa deste tamanho, é altamente compreensível.

Torre de Vigilancia Ghost Recon Wildlands

VEREDITO:

O conceito de Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands é diferente de outros jogos que possuem o co-op, o jogo bebe da fonte de Rainbow Six:Siege, tendo um foco na comunicação e estratégia. O efeito repetitivo poderia ser reduzido com uma história mais apelativa e um desenvolvimento mais aprofundado dos personagens, mas fora isto, nãa há nada que realmente impeça o efeito de divertimento e ação que se instala rapidamente quando percebemos o que Ghost Recon Wildlands tem a nós oferecer.

Pode ser que ele não vire um sucesso imediato, como algumas outras franquias, mas se você é fã de tudo que tem a marca Tom Clancy’s, esse jogo é o ideal.

Torre de Vigilancia Análise Ghost Recon Wildlands

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands foi revisto de cópia física fornecida pela Ubisoft. Você pode encontrar mais informações sobre o jogo aqui.

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Gameplay

Análise | For Honor

A Ubisoft decidiu seguir um caminho bem diferente de outras empresas! Todos estão acostumados a toneladas de produtos comerciais, merchandising aos montes, mas quando nos deparamos com For Honor, uma dúvida se estabeleceu na mente dos gamers. Ninguém sabia ao certo a premissa do jogo, a poucos passos do lançamento, muitos não tinham noção de como For Honor seria, alguns especulavam que era um game de ação, aventura, e estratégia ou até mesmo um tipo de RPG, estruturado com um mundo aberto. Entretanto esse mistério foi se desvendando aos poucos, e com o tempo fomos descobrindo o que nos esperava.

For Honor é categoricamente um game de luta. Você pode se perguntar. E isso é ruim? Muito pelo contrário! A menos, é claro, que você não tenha paciência de encarar a dificuldade e realismo nos combates de espadas, que basicamente compõem o jogo.

For Honor Torre de Vigilancia

A câmera em terceira pessoa, as configurações medievais e as armas corpo-a-corpo pegam qualquer um desprevenido. Isso se dá pelo fato de muitos pensarem tratar-se de uma ação-aventura, ou um hack-and-slash que lembraria um tal de… Ryse: Son of Rome. E longe de toda expectativa negativa gerada pelo receio de apenas termos mais um jogo para embelezar a prateleira, For Honor consegue arrancar várias sensações diferentes, desde raiva e aflição, até felicidade quando se derrota um oponente utilizando todas as suas técnicas de gameplay.

Enraizada em um sistema claro de controles e com base na física real, que exigem movimentos variados e interceptações de ataques inimigos, a jogabilidade de For Honor oferece alguns dos mais criativos combates corpo a corpo já vistos. Há, entretanto, algo a ser dito em relação aos combates, para realmente enfrentar outras pessoas em nível satisfatório é preciso um pouco de paciência e determinação, para aprender os movimentos e ser capaz de ler seu adversário e saber antecipadamente o seu próximo passo. E a verdade é que hoje, não existe algo comparável a For Honor.

For Honor Torre de Vigilancia

Como um verdadeiro jogo de luta, a maioria dos méritos do For Honor está em seu multiplayer. Sim, ainda contamos com uma campanha singleplayer, mas ela não encanta como o restante da composição. Felizmente, não temos aquela campanha disfarçada de multiplayer, como vimos em Titanfall e nos primeiros Star Wars Battlefront. A história aqui tem início, meio e fim, começando pelos cavaleiros, partindo para os vikings e terminando nos samurais, uma chance de experimentar todos os heróis contra tipos de inimigo específico em ambientes mais estruturados.

Não temos realmente um personagem principal como de costume, específico, icônico de uma linha de jogo de luta. Temos aqui três facções, os Vikings, Cavaleiros e Samurai, cada têm quatro lutadores: um guerreiro padrão, um atacante rápido mas vulnerável, um pesado e, em seguida, um híbrido de duas das classes precedentes. Os diferentes heróis de cada facção, embora possam pertencer à mesma “classe”, todos possuem jogabilidade distintas. O Conquistador dos Cavaleiros (uma classe pesada) por exemplo, tem seu foco em bloqueios, enquanto os Vikings pesados, tem seu foco no contra-ataque, tornando-o mais viável em certas situações. A distinção de atributos dada a cada um dos 12 heróis é o ponto crucial de For Honor.

For Honor Torre de Vigilancia

Uma das coisa que mais se destaca em For Honor, além da sua jogabilidade cadenciada, são seus gráficos. Principalmente em seu modo campanha. Seus tons pastéis são incrivelmente agradáveis ao olhar, além de não contar com exageros dos efeitos gráficos, evitando cenas surreais, que muito pensam ser a chave para ganhar o mercado. Com isso, For Honor acaba tendo um visual próximo ao real.

Sem contar com nenhum encontro com o downgrade, e tudo é simplesmente incrível. Texturas e ambientação foram pontos muito bem trabalhados pela equipe. Tudo isso somado a um sistema de personalização próprio. Cada partida multiplayer garante uma série de itens extras, como cabos de lanças, novas lâminas e armaduras. O interessante é como cada um desses itens, muda os atributos dos personagens, oferecendo uma movimentação diferente mudando até o estilo de jogo de um personagem.

For Honor entrega o que tem de melhor em seus modos de combate. Tudo de melhor para incentivar a criação de táticas diferentes para o player. O modo por exemplo Domínio consiste em uma luta de quatro contra quatro, com alguns minions, para ambos os lados, para consagrar a vitória é necessário conquistar alguns pontos de influência no mapa e matando os adversários. O modo Mata-Mata, possui duas ramificações o Eliminação e o Conflito, também com 4 jogadores para cada lado, na primeira ramificação temos a missão de apenas estraçalhar os oponentes, enquanto na segunda temos uma missão parecida com o Domínio.

Já o Duelo e Briga é ao mesmo tempo o melhor e o mais controverso, com a opção de x1, você enfrenta um adversário em um campo reduzido, comparado aos outros 2 modos anteriores. Mas o modo Duelo conta também com a opção x2 onde você pode enfrentar com um amigo, outros dois oponentes, mas sendo que um de vocês enfrenta um oponente em um canto do mapa, e do outro lado, os outros dois lutam entre si. Estranho não?

For Honor Torre de Vigilancia

Diferente de outros jogos competitivos, como Overwatch  a porradaria acontece em locações bem pequenas e que só possuem o intuito terem seus pontos dominados. Não há missões de escoltar objetivos, invadir fortalezas ou mapas grandes segmentados em várias etapas. Mesmo com o sistema de personalização é o combate que conta aqui. E por isso, se você doar seu tempo para a experiência de For Honor, chegará um momento em que não haverá combos novos ou novidades que mudem a sua experiência, assim como, quando você dominar todos os heróis. 

For Honor não é um jogo para qualquer um. Isso é fato! É importante saber que se trata de um game de luta corporal, com um grau de dificuldade baseado na realidade, e que possui uma curva de aprendizagem relativamente longa, mas fácil, a depender da sua disposição.

VEREDITO:

For Honor se sente muito bem quando apresenta aquilo que ele têm a oferecer. Mas vai depender e muito de futuras atualizações para se consolidar. Como jogo para divertimento com amigos de maneira regrada é uma excelente aquisição. Durante todo o gameplay, você se conecta ao sistema de perda e aprendizado, descobrindo onde está seu ponto fraco e resolvendo esse problema. Os jogadores devem se perguntar se estão dispostos a se colocar no trabalho e na prática para conhecer a talentosa competição em For Honor, que apresenta uma proposta de longa e longa duração em seu modo multijogador.

For Honor marca uma nova era em relação aos games de luta.

Analise For Honor Torre de Vigilancia

For Honor foi revisado pelo Xbox One, cópia física cedida pela Ubisoft. Você pode encontrar mais informações sobre For Honor, acessando o link aqui.

For Honor Torre de Vigilancia

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Análise | Nier: Automata

Nier: Automata é o novo jogo de ação em terceira pessoa desenvolvido pela Platinum Games em parceria com Square Enix e o visionário Yoko Taro. Disponível para PlayStation 4 e PC (via Steam), o título transporta o jogador para um mundo pós-apocalíptico devastado por androides.

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Talvez, de imediato, o jogo gere uma certa repulsa! Logo nos minutos iniciais, Nier: Automata não é o jogo que você estava esperando, mas ao decorrer, você entende o propósito ao qual foi escolhido um início tão controverso. Isso ficou claro, durante as horas de jogatina, com algumas questões que ele procura abordar do início ao fim da gameplay. Todo esse complexo desenvolvimento, acaba por atrapalhar os mais desavisados, o que basicamente seria a retratação de uma andróide, lutando contra outros robôs com espadas e uma torre, torna-se um entrelaçado de conflitos existenciais, partindo em pontos filosóficos e sociais.

Todo essa complexidade de informações e ações, é exatamente o que você terá se jogar Nier: Automata, somado a uma saudável dose de acrobacias marciais inspiradoras e swordplay.

A Platinum Games pode ser uma desenvolvedora conhecida por seus jogos de ação em terceira pessoa, mas não se engane, este é um RPG em pequena escala e de mundo aberto. Você vai encontrar e equipar novas armas, assim como subir de nível, lutando contra os inimigos mais difíceis, explorar grandes ecossistemas que vão desde floresta, deserto e a cidade afundada, side-quests completas e coleta de materiais para o crafting, para que você possa melhorar o seu arsenal. Todas as armadilhas de um RPG estão aqui, é apenas um pouco simplificada para abrir caminho para exibições de deslumbrantes combates épicos.

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Simplesmente deslumbrante. Neste contexto, o jogador é colocado na pele de 2B, um androide YoRHa do sexo feminino, ela é acompanhada pelo fiel companheiro 9S. Os protagonistas do jogo são todos guerreiros ágeis, poderosos, capazes de empunhar katanas, broadswords, lanças, bracers, entre outras várias armas.

O framerate contínuo durante o combate de 60fps mantém a sensação de fluidez necessária, esse sistema de combate desenvolvido pela Platinum Games foi a evolução perfeita do que foi visto em outros títulos de estúdios japoneses. Rápido, dinâmico, rico em possibilidades e apoiado por um grande número de armas e itens. Elementos de ação típicos da Platinum Games estão sobrepostos com uma estrutura profunda e equilibrada, com personagens que ganham experiência, nível, novas habilidades e melhorias com novas armas. Simples e divertido de assistir.

Como um android, você tem acesso a uma riqueza de opções de personalização via plug-in chips de computador. Estes, juntamente à sua escolha de armas e a ajuda de uma unidade de apoio (chamado Pods), permitem que você encontre o estilo de jogo que mais lhe convêm. Se você preferir pendurar para trás e deixar seu Pod levar inimigos á baixo em um granizo de balas e lasers, você pode equipar chips que aumentar essas habilidades. Se você quiser ficar na ofensiva, equipar fichas que lhe dão uma porcentagem de dano para os ataques corpo-a-corpo.

Nier: Automata navega sem esforço em seu próprio mundo. Em um minuto você está procurando sua caça nas ruínas de uma cidade, e no próximo você está correndo para baixo de corredores de castelos, fazendo com que o jogo se torne um sidescrolling beat-em-up, ou esquivando uma barragem de projéteis quando a câmera se mantém acima da sua cabeça. É um testamento para o trabalho da Platinum Games que aqui se sente natural e confortável.

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Não temos um número incrivelmente grande de armas dentro do jogo, mas há o suficiente para sentir que você tem a opção da escolha. Infelizmente, há também pouco incentivo para experimentar. Uma vez que você encontra um conjunto que se encaixa no seu tipo de jogo, dificilmente esse conjunto será trocado, a menos que ele seja fraco. O crafting e moedas são lentos para adquirir, então uma vez que sua espada favorita é atualizada, é improvável que você se desgaste para conseguir uma lança melhor que raramente será utilizada. Nier: Automata absolutamente pregos a corrida de combate, por isso teria sido bom se alguns dos elementos de RPG como gerenciamento de inventário e crafting foram um pouco mais aprofundado.

Eu não posso enfatizar o quão grande é a trilha sonora de Nier: Automata. Ela não é atormentada por boops sintéticos e beeps ou outras armadilhas superficiais para fazê-lo soar futurista ou sci-fi. Em vez disso, tem strings altíssimos, tambores intimidadores, cantos poderosos, chimes etéreos e pianos tristes que acentuam e pontuam a ação na tela. Você vai ouvir notas de inspiração de shows como Neon Genesis Evangelion e Puella Magi Madoka Magica – anime com o qual compartilha alguns batimentos de história e temas também.

A pontuação capta perfeitamente e define o humor de qualquer momento, e eu não estou exagerando quando digo que ouvir uma dessas músicas por quatro horas não seria ruim, ou tedioso.

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Infelizmente não posso dar o mesmo louvor para o… chamá-lo de “enredo” ou até “uma série de coisas que acontecem” é errado. Mesmo depois de mergulhar no mundo de Nier: Automata, e completar uma boa parte das side-quests disponíveis, o jogo te deixa com um gosto estranho na boca, uma amargo, por existir momentos e motivações que são inexplicado ou sem sentindo algum. E isso te deixa na liberdade de não precisa jogar o primeiro Nier, mas isso não irá ajudá-lo a entender alguns dos pontos mais finos de Automata.

Entretanto, esse pequeno tropeço não prejudica muito os tempos em que os Autômatos conseguem contar sua história. Há muitos giros inteligentes e momentos de quebra de parede, como ser capaz de remover o chip do sistema operacional, o que resulta em um dos muitos fins do jogo ou navegar menus durante a configuração, apenas para ver seus movimentos e seleções de reprodução exatamente como você executou.

Há também momentos de profunda ressonância emocional. Quando a história é on-point, é uma das mais expressivas e belas parábolas que eu já se tem visto em um jogo de vídeo-game.

VEREDITO:

Embora não seja perfeito, Nier: Automata é, no entanto, uma lufada de ar fresco que irá desafiar os polegares, bem como o seu pensamento – um jogo com coração de hidrocarbonetos e alma de silício que vai ficar com você muito depois de ter definido o controlador. Certamente se não fosse por esses pontos negativos apontados, Nier: Automata seria um “clássico obrigatório”. No entanto, recomendamos que você feche os olhos para os problemas e viva o turbilhão de emoções e reviravoltas que o game tem a oferecer. Um jogo com uma identidade única e reconhecível, que você não vai se esquecer tão cedo. 

Análise Torre de Vigilancia Nier Automata

Nier: Automata foi lançado em 23 de fevereiro de 2017 para PlayStation 4 e posteriormente para PC.

 torre de vigilancia nier-automata-logo

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Ghost Recon Wildlands | Fase beta entra para a história

A Ubisoft acaba de anunciar que mais de 6,8 milhões de jogadores participaram das fases beta de Ghost Recon Wildlands, o maior resultado da história da Ubisoft se tratando de períodos de teste. Foram mais de 2 bilhões de minutos jogados e 60% dos gamers montaram seus times em modo cooperativo, descobrindo as belezas e os perigos do game que chega às lojas do mundo todo dia 7 de março, em versões para Xbox One, PlayStation 4 e PC.

Tanto o beta fechado quanto o aberto permitiram aos jogadores iniciar a batalha contra o cartel Santa Blanca e explorar duas das 21 províncias do maior jogo de mundo aberto já criado pela Ubisoft. Os dois mapas revelados no período de testes ofereceram experiências bem distintas: Itacua é uma área florida e montanhosa, já Montuyoc é um ambiente altiplano com neve e muito mais desafiador.

Como um agradecimento, todos os jogadores que participaram das fases beta e jogarem Ghost Recon Wildlands até 31 de março usando a mesma conta poderão acessar a recompensa Unidad Conspiracy, que inclui três missões exclusivas da região de Media Luna.

Torre de Vigilancia Ghost_Recon_Wildlands

Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands se passa na Bolívia em um futuro próximo, quando o país está dominado por traficantes do cartel Santa Blanca. A missão dos jogadores é eliminar este grupo de qualquer maneira e, para isso, terão à disposição um enorme e interativo mapa em mundo aberto que permite uma grande variedade de estilos de jogo. Cada jogador poderá escolher como executar as missões, seja no modo cooperativo para até quatro jogadores ou em campanha solo.

Mais informações sobre Tom Clancy’s Ghost Recon Wildlands estão disponíveis no site www.ghostrecon.com, no Twitter (www.twitter.com/ghostrecon) e Facebook (www.facebook.com/ghostrecon).

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Deus EX: Mankind Divided | A Criminal Past

A Square Enix e a Eidos-Montréal anunciaram hoje que Deus Ex: Mankind Divided – A Criminal Past, o segundo DLC de missão e história para Deus Ex: Mankind Divided, já está disponível para Xbox Live, PlayStation Network e outras lojas online.

 

 

Deus Ex: Mankind Divided – A Criminal Past fornecerá aos jogadores um olhar aprofundado da história do Universo de Deus Ex e levará o experiente Adam Jensen para sua primeira missão para TF29, ambientada antes dos eventos de Deus Ex: Mankind Dividede, onde ele assumia o papel de um criminoso convicto. Em Deus Ex: Mankind Divided – A Criminal Past, Jensen é transferido para as profundezas de uma prisão hostil de segurança máxima para criminosos aumentados. Sua missão: rastrear e recuperar informações importantes sobre um agente disfarçado que desapareceu. O sucesso da missão o ajudará na luta contra o terrorismo no mundo, mas Jensen precisará confrontar seu lado mais sombrio antes que o dia chegue ao fim.

Deus Ex: Mankind Divided – A Criminal Past já está disponível na Xbox Live, PlayStation Network e lojas online. O DLC pode ser baixado gratuitamente por aqueles que compraram o Deus Ex: Mankind Divided – Season Pass, composto pelos DLCs de narrativa e itens do jogo. Mais detalhes sobre o conteúdo do Season Pass podem ser encontrados aqui.
 
Deus Ex: Mankind
Divided está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Windows PC e Linux.

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Análise | Horizon: Zero Dawn

Pós-apocalipse. Essa palavra tem o poder de te levar a imaginar solos desérticos, poeira e corrida pela sobrevivência. Mas e o que acontece depois pós-apocalipse? Como seria o pós-pós-apocalipse? O que acontece depois que toda a tragédia, toda a catástrofe acaba? Horizon: Zero Dawn te entrega todas as respostas para essas perguntas.

Jogo desenvolvido pela Guerrilla Games e publicado pela Sony Interactive Entertainment exclusivamente para o PlayStation 4.

O projeto do jogo surgiu a partir de ideias para a continuidade de Killzone 3. Foram escritos vários roteiros e vários conceitos foram surgindo até chegar ao ápice, o produto final, Horizon: Zero Dawn.

torre de vigilancia Horizon Zero Dawn Aloy

Aloy é uma caçadora que utiliza a velocidade, esperteza e agilidade para permanecer viva e proteger sua tribo, que sai para descobrir por que as máquinas em toda o planeta estão se corrompendo, o que está levando-as a atacar indiscriminadamente qualquer um, e a propagar doenças. Aloy está longe de ser comparada a outros protagonistas de RPG´s, ela não é um quadro em branco. Desde o início ela é decidida, com um fragmento de fúria dentro de si. Jogando com ela parece que você está se unindo a alguém ambicioso e inteligente, sua atitude é impressionante, tudo perfeitamente nivelado a agitação de encarar seres mecanôides intimidantes. Conversar com outros personagens permite que você escolha entre respostas compassivas, conflituosas ou diplomáticas, tornando cada vez mais evidente que Aloy é a única pessoa que ousa encara essas bestas. Ligeiramente imperfeita, mas perseverante, ela é o meio perfeito para você imergir nesse mundo novo de criaturas mecânicas e de façanhas destemidas.

Torre de Vigilancia Horizon Zero Dawn Three

Em Horizon: Zero Dawn a ambientação está esplendida, o mundo pede para ser explorado em todas as suas minucias, o objeto mais valioso que Aloy possui é o Focus, um gadget do mundo antigo grampeado em sua orelha. Ele permite que a sua percepção ao que acontece nos arredores seja mais fácil e ágil, como um verdadeiro predador observando sua presa. O gadget permite detetar e marcar inimigos, procurar loot, ou pairar seu olhar sobre uma parte do corpo de uma máquina o que permite a visualização de seu ponto de fraqueza. Andar pelas ruínas da antiga civilização seria um exercício seco, se não fosse por esse pequeno dispositivo, que também permite acessar registros de áudio e textos que mantêm o núcleo da vida de milhares de anos atrás. Ou, se for o caso, a morte. A morte de um mundo há muito desaparecido, cujos ossos você observa debaixo de cada passo.

As ruínas são parte integrante da jornada de Aloy e do mundo em que você ela se encontra. Eles não estão apenas lá para parecer assustadores. Claro, rastejar através da concha de um prédio, de casas em ruínas envia arrepios, mas entre os escombros há contos que há muito tempo não se ouviam falar. As vozes dialogam sobre seus medos, falando do caos que reinou quando as cidades começaram a entrar em colapso e a sociedade entrou em pânico. Suas histórias são breves, mas aterraram as experiências de Aloy, lembrando-lhe que embora a vida tenha encontrado uma maneira de sobreviver no futuro, há milhões que não conseguiram.

Torre de Vigilancia Horizon Zero Dawn secundário

Um ponto crítico para a criação do universo de Horizon: Zero Dawn era a criação das criaturas, basicamente os animais que foram substituídos por máquinas e como isso poderia ser crível aos olhos dos jogadores. Substitua a carne por metal. Feito. Mas eles exigem mais crédito do que apenas serem robôs. Porque você simplesmente não mata em Horizon: Zero Dawn. Você caça. E isso é importante, por que o jogo não é um simples shooter ou algo do tipo. Seguindo sua pedreira, adaptando suas armaduras e armas, e adaptando cada tiro a uma parte específica do corpo faz cada luta entre Aloy e uma besta mecânica um duelo. Sem exceção, nesse aspecto não há como negar que o jogo é incrível.

Um dos únicos lugares onde Horizon: Zero Dawn entra em trancos e barrancos é na frustrante queda de velocidade em combates corpo a corpo, infelizmente no momento onde é tão importante para o desenvolvimento da luta. Vendo como você está navegando entre paisagens, o movimento é chave, mas quando você tenta saltar acima de um par de pedras durante um duelo com os mecanôides é algo frustrante. Ataques de corpo a corpo são os que mais sofrem deste atraso minúsculo mas significativo. Não que o combate corpo a corpo seja sempre necessário. Pacifistas, regozijem-se: você nem precisa matar as máquinas depois de certo ponto.

Torre de Vigilancia Horizon Zero Dawn robots

É uma experiência sem esforço para os exploradores curiosos. Há tanta coisa para ver e fazer., side quests, quests tutorial, e quests principais (obviamente) são apenas o começo. Para aqueles que preferem o combate à história, os desafios de caça chovem para você ganhar medalhas, ou se você quer uma luta realmente desafiadora, cavernas perigosas espreitam nas montanhas – ventres robóticos misteriosos que parecem mais organismo do que máquina. E isso sem nem sequer mencionando as ruínas texturizadas com segredos sobre o passado, os colecionáveis para encontrar, os campos de bandidos para erradicar… a variedade de escolha é esmagadora.

Mesmo pequenos detalhes como o layout do inventário ajudam você a se familiarizar com o jogo sem ser intrusivo. Não há nenhum mar de itens desajeitados aqui: recursos são marcados com o que eles são, crafting, munição ou atualizações, negociação de outros itens, ou venda, bem como uma lista de máquinas que você pode obter. Um catálogo de todas as bestas robóticas que você encontrou dá detalhes de suas fraquezas e ataques para que você possa consultá-lo antes de lutar, e melhore cada vez mais suas táticas. Uma observação importante é o pequeno detalhe, sem passar por um tutorial exaustivo o jogo já consegue ser familiar ao olhar. O que se resume que Aloy conhece as coisas. Cabe a você tirar o melhor proveito dela.

VEREDITO: 

Como um verdadeiro ecossistema, Horizon: Zero Dawn é brilhantemente equilibrado. Aloy se sente como uma parte dele. O jogo leva você em um passeio de descobertas. Um sentimento interminável de admiração que o empurram para a frente, não importa o que você esteja fazendo. Quanto mais tempo eu passar no mundo de Horizon: Zero Dawn, menos eu quero sair. Um mundo aberto que se adapta a todos e a cada interesse, o que mantém a curiosidade oxigenada, com um intrigante protagonista para corresponder.

Não sei se o jogo irá se manter com essa proposta ao passar do tempo, mas no momento ele, com certeza, é uma obra-prima.

Torre de Vigilancia Analise Horizon Zero Dawn

Horizon: Zero Dawn  tem data de lançamento confirmada para 28 de fevereiro de 2017 e será exclusivo para PlayStation 4.

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Paladins e Smite | Ligas profissionais 2017

A Level Up, maior distribuidora digital de games da América Latina, acaba de revelar os detalhes dos campeonatos das ligas profissionais brasileiras dos jogos Paladins e Smite, ambos desenvolvidos pela Hi-Rez Studios. A temporada 2017 dos dois games será dividida em três campeonatos, chamados splits, com seis equipes cada e classificação e premiação independentes, ou seja, os participantes do primeiro split não têm vaga garantida nos outros dois e todos os times de cada torneio da liga profissional receberão um prêmio em dinheiro de acordo com seu desempenho.

torre de vigilancia paladins e smite

A temporada de Smite, jogo do gênero MOBA (Multiplayer Online Battle Arena), começa oficialmente neste sábado, 18 de fevereiro, quando serão realizadas as classificatórias para o primeiro split. Para participar, os times devem ter seis jogadores maiores de 14 anos e podem se inscrever até hoje, 17, pelo site http://bit.ly/inscsmite. O primeiro split será realizado a partir da primeira semana de março em sistema de pontos corridos, em que todos enfrentam todos duas vezes, e terá premiação de US$10 mil, oferecida pela Hi-Rez.

Já o primeiro split da liga profissional de Paladins, jogo multiplayer do gênero FPS (First Person Shooter), começa hoje, 17 de fevereiro, terá duração de três semanas e premiação de US$6 mil.

Os times ganhadores do primeiro split da temporada 2017 de Smite e Paladins serão convidados a participar, respectivamente do Smite Masters e Paladins Masters, em Atlanta , nos Estados Unidos, no final de abril. Todas as partidas dos splits das duas ligas serão transmitidas ao vivo pelo Twitch, Youtube e Facebook da Level Up.

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