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Batman #50 é uma linda, poética e brilhante carta de amor

É chegado o grande dia. Após uma massiva campanha de divulgação, vários prelúdios e polêmicas com New York Times, Batman #50 está entre nós. O Casamento, veio para fazer história na cronologia do personagem. Mas não da forma o qual muitos leitores anseiam ou aguardam. A edição já está dividindo opinião de muitos leitores. Enquanto uns dizem que é apenas enrolação por parte do roteirista, outros defendem a história como uma brilhante carta de amor.

É compreensível a revolta, mas esperamos e torçamos para que ela não atinja o patamar de Império Secreto. Edições sendo queimadas e xingamentos direcionados aos autores seria uma atitude extremamente desrespeitosa. A culpa, portanto, reside na campanha de marketing, mas ao mesmo tempo, é compreensível. Analisando a situação como editora, essa é a chance para aumentar ainda mais as vendas do título. Como diria um sábio: “É Batman. Batman vende.”

Capa variante da edição. Por Jim Lee

Logo, o que nos resta é analisar a história de forma isolada ou como uma continuação a tudo o que o roteirista desenvolveu até agora. Alerta de spoiler: Funciona. Mais uma vez, King faz o que sabe fazer de melhor: Poesia. A narrativa é dividida em duas: A preparação para o evento e as cartas de amor do Morcego para a Gata, ou vice-versa. King faz o seu Como a Luz dos Olhos Teus em mais de 20 páginas. Tudo isso acompanhado de uma equipe talentosa de artistas incluindo seus parceiros: Mikel Janín, Joelle Jones, Mitch Gerads e David Finch. Assim como outros grandes artistas: Paul Pope, Frank Miller, Tim Sale, Jason Fabok e outros.

A outra história, como eu disse, são as preparações para o casamento. Mikel Janín mais uma vez entrega um bom trabalho e há uma splashpage espetacular e extremamente romântica. Há um paralelo traçado na distribuição dos quadros, uma característica sempre bem-vinda nos roteiros de King. Assim como, alguns momentos emocionantes. Daqueles de fazer qualquer fã do Morcego chorar.  Agora, vamos entrar na zona de spoilers: Eles se casam ou não?

Uma fantástica splashpage

A resposta é: Não. Entretanto, ainda há esperança. “Como assim, depois desse marketing todo?” Isso é algo o qual muitos não entenderam ainda. Este não é o fim do run de King pelo personagem. Como o roteirista descreveu em entrevista a Entertainment: “Imagine que você está assistindo ao Império Contra Ataca e Vader acabou de pegar a arma do Han”. A ideia central é um questionamento: Bruce Wayne pode ser feliz? Nós ainda vamos descobrir, mas ao que tudo indica, ele pode. Selina não o larga no altar pois ele é uma criança a qual se recusou a crescer – como foi erroneamente interpretado pelo New York Times – , mas sim, pois Gotham precisa do Batman.

Além disso, é necessário falar sobre a última página da edição: Vários personagens dos arcos anteriores reunidos no Asilo Arkham. Entre estes personagens, vilões como o Coringa e Charada. Assim como, aliados: Thomas Wayne de Flashpoint e Gotham Girl. Simultaneamente, Holy (Amiga de Selina) e Bane falam sobre o Morcego ter sido quebrado. As teorias começam: A busca pela felicidade de Wayne é um plano dos vilões, ou é algo maior?

Ok… o que está acontecendo?

De qualquer forma, chegamos à metade deste fantástico run e as coisas prometem (e irão) pegar fogo nos próximos anos. Além disso, Selina ganhou uma revista mensal escrita e desenhada por Joelle Jones a qual começou bem e promete mostrar o “novo” status dela. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Eu Sou Bane: “Você sofreu tudo isso pela possibilidade de vitória.”

Em seu primeiro ano na revista Batman, Tom King revolucionou o personagem. Em Eu Sou Gotham, introduziu aos leitores a heroína Gotham Girl. Assim como, iniciou uma trama com o Pirata Psíquico. Em Eu Sou Suicida, entrelaçou os destinos de Bruce e Selina enquanto desenvolvia uma história de assalto. Em Eu Sou Bane, a conclusão deste primeiro ano, o roteirista entrega a revanche entre o Morcego e o homem que quebrou suas costas.

Assim como A Queda, publicada na década de 90, Eu Sou Bane não é apenas sobre brutalidade física, mas também espiritual. A diferença é claro, reside no fator suicida envolvendo o Batman o qual está sendo constantemente explorado durante o run. Além disso, King traça paralelos entre as dores do protagonista e do antagonista. Aspecto o qual confere mais poesia e antecipação à obra.

Paralelos entre Batman e Bane

Como é o fim do início, Eu Sou Bane é grande em sua escala e envolve a maioria dos personagens utilizados desde o início da revista. O Tigre de Bronze, a Mulher-Gato, Gotham Girl e a Bat-família, todos eles desempenham algum papel fundamental para a narrativa, mas funcionam apenas como peças, as quais são movimentadas da maneira certa.

Na verdade, o arco pode ser interpretado como uma partida de xadrez repleta de sangue e socos. O jogo violento é ilustrado por David Finch. O artista apresenta um desempenho levemente inferior ao seu trabalho em Eu Sou Gotham, mas ainda assim, entrega a pancadaria. As cores de Jordie Bellaire mais uma vez fazem grande diferença na composição artística, assim como a distribuição de painéis proposta por King.

 

Para finalizar, é incrível como o roteirista entrelaça todos os eventos até aqui através de um gigantesco e brilhante monólogo de uma personagem bastante conhecida. Essa gigantesca fala a qual percorre a última parte do arco, define o Batman trazido pelo autor e sua jornada. O Batman sofre, quer sofrer e precisa sofrer. É a sua morte, ele está buscando por ela, pois acredita na vitória após o sofrimento. Recitando o que é dito pela mensageira misteriosa: “Você sofreu tudo isso pela possibilidade de vitória.”

Eu Sou Bane finaliza com maestria o primeiro ano do Cavaleiro das Trevas por Tom King. Impossível não elevar as expectativas para o segundo ano com A Guerra das Piadas e Charadas. O arco foi publicado por aqui entre as edições 10 à 12 da revista Batman, pela Panini. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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DC Comics publicará almanaques exclusivos para o Walmart em julho

Com o intuito de trazer novos leitores, a DC Comics publicará almanaques nas redes Walmart dos Estados Unidos. Serão 4 revistas ao todo: Superman, Batman, Liga da Justiça e Jovens Titãs com 100 páginas. Os títulos contarão com antologias escritas por Jimmy Palmiotti, Amanda Conner, Dan Jurgens e Tim Seeley. Confira o conteúdo presente nelas:

Em Superman: Giant #1 teremos a parte 1 de 2 de “Endurance”, uma história original de Jimmy Palmiotti e Tom Denerick (Arlequina). A edição também inclui:

  • The Terrifics #1 (2018) por Jeff Lemire e Ivan Reis
  • Lanterna Verde #1 (2005) por Geoff Johns e Ethan Van-Sciver
  • Superman/Batman #1 (2003) por Jeph Loeb e Ed Mcguiness

A partir da terceira edição, começa a história Up In The Sky. Escrita pelo aclamado Tom King e com arte de Andy Kubert. King já escreveu uma história do Superman anteriormente, em Action Comics #1000, publicada em abril.

Em Jovens Titãs: Giant #1 teremos o início de uma história de 6 partes por Dan Jurgens, Scot Eaton, Wayne Faucher e Jim Charalampidis. A edição também inclui:

  • Super Sons #1 (2017) por Peter Tomasi e Jorge Jimenez
  • Sideways #1 (2018) por Justin Jordan, Dan DiDio e Kenneth Rocafort
  • Jovens Titãs #1 (2003) por Geoff Johns e Mike McKone.

Em Batman: Giant #1 teremos a primeira parte de One More Chance por Jimmy Palmotti e Patrick Zircher. A edição também inclui:

  • Batman #608 (2002) por Jeph Loeb e Jim Lee
  • Asa Noturna #1 (2011) por Kyle Higgins e Eddy Barrows
  • Arlequina #1 (2011) por Jimmy Palmiotti e Amanda Conner

A partir da terceira edição, começa a história de 12 partes chamada Universe. Os roteiros são de Brian Michael Bendis, o atual roteirista do Homem de Aço.

Em Liga da Justiça: Giant #1, teremos a história “The Conversion”, escrita por Tim Seeley e com arte de Rick Leonardi e Steve Buccellato. A edição também inclui:

  • Liga da Justiça #1 (2011) por Geoff Johns e Jim Lee
  • Flash #1 (2011) por Brian Buccellato e Francis Manapul
  • Aquaman #1 (2011) por Geoff Johns e Ivan Reis

Na segunda edição, Seeley se une ao artista Felipe Watanabe para a história “Mother’s Day”. A partir da terceira edição, começa o épico de 12 edições: “Come Back To Me.” A história é estrelada pela Mulher-Maravilha. Os roteiros serão de Jimmy Palmiotti e Amanda Conner.

Os almanaques da DC Comics começam a ser vendidos no Walmart dos EUA no início de julho. A periodicidade é mensal. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Tom King anuncia Heroes in Crisis, nova minissérie da DC

Há alguns meses, Tom King falou sobre um projeto chamado Sanctuary. A ideia era construir um centro para lidar com os traumas dos super-heróis. Além disso, havia especulações em torno de uma nova Crise pelas mãos do roteirista. Bom, King escreverá uma Crise, mas não como imaginávamos. Durante o programa Late Night with Seth Meyers, o autor anunciou Heroes in Crisis. Confira a capa da primeira edição:

Crisis
Heroes in Crisis #1 por Clay Mann

“Eu me sinto parte de uma geração a qual passa muito tempo lutando contra o terrorismo. Milhões de pessoas experimentam este ciclo e retornam para casa. Acho que essa experiência com a violência está definindo nossa cultura, nosso país e quem somos. Eu quero falar sobre isso. Eu quero falar sobre como isso pode afetar uma pessoa, uma comunidade, uma nação, o mundo. Se eu pudesse fazer o que eu quisesse com o Universo DC, eu traria este senso de comunidade entre os super-heróis e as pessoas. É um dever falar sobre o impacto da violência através dos meus quadrinhos.” – King declarou. 

Heroes in Crisis será uma minissérie de 7 edições escritas por Tom King, com desenhos de Clay Mann, cores de Tomeu Morey e diagramação de Clayton Cowles. A primeira edição será publicada no dia 26 de setembro. Na premissa, Batman, Superman e Mulher-Maravilha fundam o Santuário, para ajudar super-heróis a lidarem com seus traumas. Além da Trindade, Arlequina e Gladiador Dourado serão os protagonistas da trama. Mais detalhes devem ser divulgados em breve. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Confira a prévia do novo quadrinho da Liga da Justiça

A DC Comics divulgou a prévia da primeira edição da nova Liga da Justiça. Os roteiros ficam por conta de Scott Snyder e a arte, pelo desenhista Jim Cheung. Confira:

“The Totality – primeira parte. Uma nova era começa aqui! As lendas Scott Snyder e Jim Cheung lançam a Liga da Justiça em um mistério capaz de abalar o cosmos. Nesta edição de estreia, o Caçador de Marte luta para proteger a equipe de uma vindoura ameaça a qual abalará o mundo como eles o conhecem, enquanto um rosto familiar traça um caminho sombrio.”

Liga da Justiça #1 será publicada nesta quarta-feira, dia 6 de junho. A nova fase da equipe promete trazer elementos clássicos e dar continuidade aos temas de Dark Nights: Metal e No Justice. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Antes de New Justice: A Liga da Justiça por Christopher Priest

Depois de inúmeras ameaças intergalácticas e viagens temporais, a Liga da Justiça precisa lidar com a opinião pública. Essa é a premissa da pequena passagem do roteirista Christopher Priest pelo título. Em 10 edições, o roteirista revoluciona as Lendas. Questiona os seus métodos como vigilantes, dá destaque merecido a alguns personagens e expõe a vulnerabilidade de cada membro. Esqueça as tramas sobre controles mentais, as discussões entre os heróis são críveis e coerentes. O roteiro não os descaracteriza para chegar até lá, ele os desafia.

O Batman ainda é o Maior Detetive do Mundo, mas é um homem cansado. Quais são as consequências de liderar duas Ligas da Justiça e lidar com três ameaças simultaneamente? O que isso pode acarretar? São exatamente esses questionamentos propostos pelo roteiro e servem como gatilho para o desenrolar. Um pequeno erro de cálculo no plano do Morcego leva as pessoas a ficarem contra a Liga da Justiça e leva a equipe a questionar os seus métodos.

Clark tentando trazer um pouco de otimismo para Bruce

Afinal, a Liga é um grupo de benfeitores ou, uma organização acima da lei e da política? A forma como Priest lida com a Mulher-Maravilha é outro ponto a se destacar em seu roteiro. Afinal, sua missão original entra em conflito com a ideologia do grupo. Sua espada é responsável pelo incidente. Há tempos, a Mulher-Maravilha não era tão bem representada em uma revista das Lendas.

Quanto ao Superman, o roteiro o trata como um apaziguador, um estabelecedor de limites. Ele não se vê acima de todos, mas sim como um homem comum. Discorda da ideia de interferir em assuntos políticos apenas para que a tensão não aumente, tenta manter tudo sob o controle. Os outros membros da equipe também são explorados, mas o grande destaque vai para o Cyborg. Considerado o sétimo membro da Liga desde 2011, Victor Stone nunca tinha sido tão bem tratado pelos roteiristas como nesse run. Priest não apenas explora as delimitações entre humanidade e sua ausência, mas também faz comentários sutis sobre racismo e revindica a relevância do personagem dentro do grupo. Talvez seja o homem certo para escrever a revista do ex-membro dos Jovens Titãs.

Cyborg questionando sua posição

Há inúmeros comentários metalinguísticos aqui. O principal, é feito através da personificação do antagonista: O Fã. Escolher um admirador como antagonista é um tanto quanto controverso, certo? Ele representa o lado extremista dos entusiastas da equipe, não admitindo mudanças, seja a presença de mais Lanternas ou, uma Liga com uma formação diferente. Enfim, ele é o leitor de quadrinho chato o qual não lê nada da editora há anos. É um problema para os heróis à medida que ele ataca a opinião pública, os defendendo.

O outro comentário metalinguístico, ainda em relação a mudanças, é a inclusão da LJA no segundo arco do run. Na edição 40, as duas equipes se encontram presas na Torre de Vigilância, a qual está prestes a cair em solo terrestre. Priest habilmente une os personagens e coloca importantes questões em cheque nesse jogo de sobrevivência: A relevância dos personagens para o universo. Afinal, se você pudesse escolher apenas uma Liga para viver, com certeza seria a clássica. Posso estar enganado também, talvez você prefira a equipe “humana” criada pelo Batman.

Quem deve viver? Quem deve morrer?

A conclusão é pautada por um personagem o qual o roteirista conhece bem: O Exterminador. Se você ainda não leu Slade Wilson nas mãos desse homem, faça um favor a si mesmo e leia. O maior mercenário da DC está ali para expôr a provável hipocrisia em torno dos ideais da Liga da Justiça. Afinal, se o é um problema tão grande, por que a equipe não o resolve. Slade é o gatilho para o final, o qual resulta na criação de uma nova Liga da Justiça. Mais clássica, mais heroica e menos conflituosa (ou talvez não). Em 10 edições, tivemos uma das melhores fases da equipe em um bom tempo.

Entretanto, a DC parece estar tentando dar um foco maior no título. Scott Snyder, Jorge Jiménez e Jim Cheung assumirão o novo volume da revista e prometem trazer elementos clássicos de volta. Assim como, teremos 2 duas novas formações: Odisseia e Sombria. Torçamos para que esta seja uma nova e brilhante era para a equipe a qual precisava de sangue novo. Mas também torçamos para que os fãs não esqueçam dessa curta porém memorável fase.

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Supergirl retorna do cancelamento com um novo traje

Mais um título da DC retorna do cancelamento. Supergirl foi cancelada há alguns meses, mas voltará a ser publicada em agosto. A heroína receberá uma nova equipe criativa e um novo traje. Além disso, servirá como um tie-in para a Era Bendis do Superman. Marc Andreyko será o roteirista e Kevin Maguire, o desenhista. Contudo, não se trata de uma nova série, ela dará continuidade à numeração original do Renascimento.

Supergirl #21 por Terry Dodson

A história contará a origem do vilão Rogal Zaar, um novo personagem das histórias do Homem de Aço. Ele foi introduzido por Bendis em Action Comics #1000 clamando ter destruído Kypton. Andreyko falou sobre  a experiência em escrever a Última Filha de Krypton:

“É realmente empolgante para mim, escrever a Kara. Uma das minhas histórias favoritas da Supergirl é obviamente, Crise nas Infinitas Terras. Foi o primeiro quadrinho o qual me fez chorar. Também tem a ótima Legião de Super-Heróis por Paul Levitz, Keith Giffen e Steve Lightle.”

Por Terry Dodson. Qual é o nome desse machado?

O roteirista também falou sobre a sua abordagem na heroína:

“A premissa é grandiosa. Ela está tentando descobrir quem ele é e de onde ele vem, e se há alguém envolvido com ele. É uma história de detetive no espaço. Ela está procurando por respostas para os questionamentos levantados por Rogal Zaar. Haverá rostos familiares, alguns novos, todos os tipos de desafios e personagens de apoio, os quais eu espero que sejam bem recebidos. Quero vê-los em mais histórias.”

Supergirl #21 será publicada em agosto. Man of Steel #1, será publicado em junho e iniciará o aguardado run de Brian Michael Bendis no Superman. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Super Sons retornarão em novo quadrinho por Peter Tomasi

Super Sons vem despontando como um dos títulos favoritos durante o Renascimento. A dupla Jon Kent e Damian Wayne conquistou o coração de muitos leitores, novos ou não. Quando Peter Tomasi anunciou o término do título na edição #16 há alguns meses, muitos fãs ficaram tristes. Bom, eles podem comemorar. Os dois pequenos heróis retornarão na série de 12 edições: Adventures of Super Sons.

Capa da edição #1 por Dan Mora

“Eles estão de volta! Confira as aventuras secretas de Superboy e Robin nessa minissérie de flashbacks a qual elevará o bromance entre os jovens heróis a outro nível. Uma história épica transcendendo eventos presentes, quando eles se tornam alvos de uma equipe intergaláctica conhecida como: A Gangue.”

Os roteiros serão – mais uma vez – de Peter Tomasi e os desenhos, de Carlo Barberi e Art Thibet. O quadrinho terá sua primeira edição lançada em agosto, mas não há informações quanto a periodicidade do título. Em entrevista a Paste Magazine, Tomasi falou sobre os novos vilões e o lugar da história dentro da continuidade do Universo DC:

“Esses caras maus, a Gangue, são crianças extraterrestres as quais admiram os vilões do nosso planeta. Eles decidem interpretá-los e atacar nossos dois rapazes. Levaremos eles para lugares estranhos e planetas diferentes. – ele explicou – “A história se passa entre Supersons #16 e Man of Steel #1. Você pode ler a última edição e ler Adventures logo em seguida, não há nada necessidade de leitura prévia.” 

Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Legião do Mal retorna em nova fase da Liga da Justiça

A Legião do Mal retornará na nova fase da Liga da Justiça. A equipe será composta por Lex Luthor, Coringa, Mulher-Leopardo, Arraia Negra, Sinestro e Grodd. Confira a capa da quinta edição:

Liga da Justiça #5 por Doug Mahnke

 

Em entrevista ao CBR, Scott Snyder falou um pouco sobre o retorno da equipe:

“Parte da diversão em No Justice é ser uma ponte entre Metal e os novos aspectos em Liga da Justiça. Contaremos porque Luthor acredita ter cometido um erro ao ter sido um herói nesses últimos dois anos. Para Liga da Justiça, não é necessário uma leitura prévia, mas é uma história cumulativa gigantesca. A ideia era ver o que aconteceu com o Arraia Negra em Metal e com o Sinestro quando a Muralha da Fonte quebrou. Todos esses acontecimentos são catalisadores para Luthor chegar a tal conclusão.”

A primeira edição será lançada em os Estados Unidos no dia 6 de junho. Os roteiros ficam por conta de Scott Snyder, James Tynion IV e Joshua Williamson. Enquanto Jorge Jimenez e Jim Cheung são responsáveis pelos desenhos. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

 

 

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Action Comics #1000 | As histórias da antologia do Superman ranqueadas

História foi feita essa semana, Superman completou 80 anos desde sua primeira aparição. Action Comics #1000 foi lançada essa semana para celebrar o Homem de Aço. É um momento histórico para a indústria de quadrinhos. Por isso, a Torre de Vigilância listou todas as histórias da antologia. Da pior até a melhor. Para o alto e avante!

11 – “The Truth” por Brian Michael Bendis e Jim Lee

Action Comics #1000

A estreia de Bendis na DC Comics não poderia ter sido pior. The Truth serve apenas como ponte para a minissérie Man of Steel, a qual será publicada em junho. Mas o grande problema não está em servir como prólogo. Os diálogos são ridículos e a maioria deles envolvem discussões sobre o retorno da cueca vermelha. O grande vilão não parece tão grande, assim como a arte de Jim Lee. O desenhista não entrega um bom trabalho aqui. E a revelação no final, é algo tão batido na história do personagem. Infelizmente, não consegue celebrar o herói, muito menos, construir um prólogo para empolgar os leitores.

10 – “The Game” por Paul Levitz e Neal Adams

A história traz Superman jogando uma partida de xadrez com Lex Luthor. É interessante e cômico como Levitz expõe o ego frágil de Lex Luthor quando ele perde a partida. Soa um pouco infantil e datado, porém divertido. A arte de Adams entretanto, não se destaca de forma alguma, apesar de fazer uma referência muito bacana a uma capa famosa ilustrada pelo artista.

9 – “Five Minutes” por Louise Simonson e Jerry Ordway

Dois clássicos quadrinistas trabalham nessa história. Infelizmente, o problema não é a narrativa, muito menos a arte. Five Minutes é uma história curta e simples a qual mostra como Superman pode resolver problemas rapidamente. O grande problema aqui é como ela soa datada perto das outras histórias, mas está bem longe de ser ruim.

8 – “Action Land” por Paul Dini e José Luis Gárcia-López

Essa provavelmente tem um dos melhores plots da edição. A história se trata sobre um parque de diversões sobre o Superman. As atrações são bem criativas, a arte de Gárcia-López (Excelente como sempre), dá o tom de nostalgia necessário e bem-vindo. O roteiro de Dini conta com uma boa reviravolta e valoriza a importância dos vilões para o Homem de Aço.

7 – “An Enemy Within” por Marv Wolfman e Curt Swan 

A mais aguardada depois da estreia de Bendis. Desenhada pelo lendário Curt Swan (Que Rao o ilumine), essa é uma história nunca publicada em sua época como desenhista da revista. Escrita por Marv Wolfman, a trama aborda a crença do Superman na humanidade, não os ajudando, mas deixando-os resolver seus próprios problemas. É uma das mais interessantes da coletânea.

6 – “The Car” por Geoff Johns, Richard Donner e Olivier Coipel

Lembram do carro arremessado pelo Superman na capa de Action Comics #1? Claro que lembram. Johns e Donner nos apresentam ao motorista do automóvel destruído. Uma história brilhantemente narrada pela arte de Olivier Coipel, que emula com maestria, o Homem de Aço da Era de Ouro e arrebenta na distribuição de quadros. A mais criativa (e inesperada), mas não a melhor.

5 – “The Fifth Season” por Scott Snyder e Rafael Albuquerque 

Essa história se trata sobre a rivalidade Superman/Luthor. Snyder constrói a trama a partir de uma ida ao planetário, durante a infância e a vida adulta dos personagens. Mais uma vez, o roteirista mostra eficiência escrevendo Luthor, como já havia feito na minissérie Superman: Sem Limites. A arte de Albuquerque e o jogo de luz e sombras torna o conjunto da obra ainda mais poético. Com certeza merece um lugar entre as 5 melhores.

4 – “From The City that has Everything” por Dan Jurgens

Essa história leva o conceito de celebração ao pé da letra. O roteiro de Jurgens traz Superman preocupado com uma invasão alienígena enquanto a população de Metropolis faz uma homenagem para ele. O que há de mais bonito aqui, são os inúmeros pontos de vistas sobre ele apontados por pessoas as quais ele salvou. Também temos uma cena a qual já nasce icônica: Os heróis e vilões da DC agradecendo ao personagem por ele existir. Pois caso contrário, nenhum deles estaria aqui. Uma metalinguagem simples e funcional.

3 – “Faster than a Speeding Bullet” por Brad Meltzer e John Cassaday 

Uma trama simples executada de forma perfeita. Superman tenta impedir um assassinato em uma estação de metrô. Todos sabemos que ele conseguirá, mas mesmo assim, o roteiro de Brad Meltzer causa extrema tensão. A forma como ele descreve as sensações do herói é simplesmente impecável. Ele distribui os quadros extremamente bem. Isso tudo somado à arte de John Cassaday e seu perfeito equilíbrio entre traços realistas e cartunescos. Além disso, a história foi feita em homenagem a Christopher Reeve. Uma das 3 melhores facilmente.

2 – “Of Tomorrow” por  Tom King, Clay Mann e Jordie Bellaire

Superman, Sol e o fim da sua própria existência, sempre é uma boa ideia para uma história. Aqui, King escreve o seu próprio Grandes Astros Superman em cinco lindas páginas ilustradas por Mann e Bellaire. King já se provou em trabalhar muito bem a tragédia em suas histórias. Entretanto, mesmo com os diálogos trágicos, há uma grande veia positivista em torno da narrativa e uma lição extremamente valiosa sobre valorizarmos aquilo que um dia acaba. Uma das melhores histórias da antologia e o segundo melhor final para o Superman.

1 – “Never-Ending Battle” por Peter Tomasi e Patrick Gleason

Não basta a dupla ter encerrado perfeitamente sua ótima passagem pela revista do herói. Eles também trouxeram, no mesmo dia, a melhor história da edição comemorativa. Composta apenas por páginas sem quadros, a edição escrita por Tomasi e ilustrada por Gleason é narrada de maneira perfeita. O roteirista dá a desculpa perfeita para revisitar todas as eras do herói: Uma luta contra Vandal Savage. Enquanto Gleason retrata com perfeição, inúmeros acontecimentos da mitologia do personagens. Páginas as quais dão vontade de emoldurar. Valoriza o passado e o presente de forma única encerrando de vez a passagem dessa marcante dupla sobre o herói. Sem dúvidas, a melhor das 11 histórias.