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Inferno | Panini publica saga histórica dos X-Men

A Panini está lançando um dos clássicos dos Mutantes da Marvel. X-Men: Inferno marcou época e é considerada como uma das melhores sagas da Casa das Ideias. Lançada originalmente em 1989, sendo capitaneada pela dupla Chris Claremont e Marc Silvestri, ela se ramificou por diversos títulos mutantes como X-Factor, Novos Mutantes e Excalibur. Foi nela que os X-Men originais atuaram junto com a atual formação da equipe. Suas consequências ecoaram por todo o Universo Marvel.

“Os X-Men estão mortos. Ou pelo menos é isso que eles querem que o mundo pense. Na verdade, a maior equipe de mutantes está viva e se aventurando pelo outback australiano enquanto tenta manter sua existência oculta de todos. Ao mesmo tempo, os Novos Mutantes tentam lidar com luto pela morte de Cifra (Doug Ramsey) e enfrentam a Força Federal. O X-Factor se alia à Nave Celestial de Apocalipse e enfrenta Infectia. Mas, enquanto os três grupos combatem seus oponentes, algo se avizinha e ameaça a Terra. E se não tomarem cuidado, as chamas do próprio Inferno vão alcançar os X-Men.”

Aqui no Brasil, a saga foi publicada entre agosto e novembro de 1992 na revista X-Men 46-49 pela editora Abril.

X-Men: Inferno – Vol. 1 tem formato 26 X 17 cm, 276 páginas e reúne as edições X-Factor 27-29, X-Terminators 1-4, Uncanny X-Men 228-230 e New Mutants 62-66.

 

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Universo do Homem-Aranha ganhará novos quadrinhos em breve

Marvel Studios e a Disney optaram por não participar da San Diego Comic Con 2018 deste ano, mas, a Marvel Comics compareceu com tudo na convenção, anunciando diversas novidades a respeito de suas histórias em quadrinhos. Entre elas, está a confirmação que o universo do Homem-Aranha irá ganhar inúmeras revistas que irão compor a mitologia do herói.

Inspirado por Esquadrão SuicidaSpider-Force será o primeiro título dessa nova leva, composto por: Aranha Escarlate (Kaine Parker), Mulher-Aranha (Jessica Drew), Ashley Barton, Spider-Kid Astro-Spider. Com desenhos de Paulo Siqueira, o roteiro fica por conta de Christopher Priest.

Já Spider-Girls, será um grupo composto por todas as garotas e moças aranha de milhares de universos paralelos diferentes. As personagens: Anya Corazon, Mayday Parker Annie May Parker serão as líderes da equipe. Jody Houser fica encarregada do roteiro, enquanto o desenhista Andres Genolet fará a arte da revista.

Com desenhos de Rosi Kampe e roteiro por Seanan McGuire, a minissérie Spider-Gwen A.K.A. Ghost-Spider irá abordar a jornada e as dificuldades de Gwen Stacy enquanto ela tenta mudar a sua identidade heroica para a Ghost-Spider.

Após o término do Homem-Aranha Superior em Junho de 2014, Doutor Octopus ficou um tempo no limbo, retornando de maneira triunfal em meados de 2017. Agora, a casa das ideias anunciou que o vilão terá um título solo denominado The Superior Octopus, que será escrito por Christos Gage e desenhado por Mike Hawthorne.

Por último, a empresa anunciou Vault of Spiders que mostrará uma reunião de vários Homens-Aranha de múltiplas realidades alternativas. Até o momento, Vault não possui nenhum artista que irá comandar as suas duas únicas edições, mas o Porco-Aranha e o Aranha de Ferro serão os dois protagonistas da minissérie.

Gostaram das novidades? Deixe a sua opinião nos comentários! Para futuras informações envolvendo o amigão da vizinhança e seu universo, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.

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Justiceiro | Panini lança fase de Garth Ennis completa em edição de luxo

Fãs de Frank Castle podem comemorar! A Panini colocou em pré-venda a edição Marvel Deluxe do Justiceiro. E o melhor: em um dos pontos mais altos de toda a história do personagem. Justiceiro – No Princípio, reúne a grande fase escrita por Garth Ennis em Nascido para Matar #1 – #4 (2003) e Justiceiro Max #1 – #12 (2004).

Uma das melhores decisões de Garth Ennis foi deixar de lado as participações com outros super-heróis do Universo Marvel e focar mais na violência crua e no humor negro nas histórias. Com um tom mais sério e adulto, nunca antes visto no personagem até então, essa fase é até hoje a mais adorada e venerada pelos leitores de Frank Castle.

“SANGUE, NAPALM e LÁGRIMAS. A obra definitiva do Justiceiro finalmente recebe o tratamento de luxo que ela merece e chega direto às suas mãos. Muito de sua família ser assassinada por mafiosos, já havia um monstro não tão adormecido nas profundezas da alma de Frank Castle, e ele despertou em toda sua fúria na Guerra do Vietnã. Acompanhe a trajetória do mais sanguinário anti-herói da Casa das Ideias em meio aos horrores de um dos conflitos mais violentos da história moderna. Décadas depois, Nova York é seu campo de batalha e os criminosos, seus inimigos. Mas é o retorno de um velho aliado sedento de vingança que transforma a vida de Frank num verdadeiro tormento. E, quando uma bomba explode num pub da Cozinha do Inferno, o Justiceiro embarca em uma missão que o colocará contra duas gangues rivais. O genial roteirista Garth Ennis se une aos talentosos artistas Darick Robertson, Lewis Larosa e Leandro Fernández para trazer a você o material que redefiniu o Justiceiro”.

Justiceiro – No Princípio tem o formato 26,7 x 17,7 cm, 388 páginas e o preço de R$ 113,00.

Saiba mais sobre o Justiceiro no nosso Guia de Leitura.

 

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Marvelocity | Alex Ross divulga vídeo do seu projeto com a Marvel Comics

O livro Marvelocity, novo projeto da Marvel Comics, está começando a ganhar forma. O artista Alex Ross divulgou um vídeo em Timelapse onde está desenhando a capa da publicação. O Capitão América estampará a edição. Confira abaixo:

Marvelocity contará com 50 rascunhos inéditos de Alex Ross, modelos que ele usou de inspiração, além dos desenhos que ele criou para a Marvel Comics. Trabalhos do desenhista com personagens como Homem-Aranha, Homem de Ferro, Capitão América, Pantera Negra, Os Vingadores, X-Men, Doutor Estranho, Guardiões da Galáxia entre outros, estarão presentes.

A publicação ainda terá uma história inédita do Homem-Aranha enfrentando o Sexteto Sinistro, escrita por Ross.

Marvelocity é descrito como a versão da Marvel de Mythology, que reúne os principais trabalhos do desenhista para a DC Comics. A introdução do livro será escrita por J.J. Abrams. O lançamento está previsto para outubro nos Estados Unidos.

 

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Eu te amo, Jane Foster

E chegou ao final a trajetória de Jane Foster, empunhando o Mjolnir e se aventurando como a Poderosa Thor. O gran finale foi publicado em Mighty Thor #706, lançado recentemente nos Estados Unidos, e com a HQ, se encerra uma das fases mais queridas por diversos leitores ao redor do mundo. Para você que quer saber como tudo começou clique AQUI.

Jane Foster sempre teve uma vida corrida e sofrida. A sua mãe morreu quando ela era ainda muito jovem. O seu pai trabalhou a vida inteira para lhe garantir um grande futuro, onde ela veio se tornar enfermeira e logo depois médica. Depois das idas e vindas ao relacionamento com Thor, ela se casou com o médico Dr. Keith Kincaid, com quem teve um filho chamado James. Mas depois de um desentendimento com Kincaid, ela pediu o divórcio e perdeu a custódia do filho.

Dr. Keith Kincaid, Jane Foster e o pequeno James em Thor Vol.1 #394.

Foi na época em que Thor enfrentava Gorr, o Carniceiro dos Deuses, que Jane tomou outro golpe pesado da vida: ela descobre que estava com um câncer de mama em um estágio bem avançado. O então, Deus do Trovão, queria levá-la para Asgard e tratar a doença com magia, mas Jane Foster recusou. Alegando que toda magia tem seu preço, e sendo uma mulher da ciência, ela preferia tratar em Midgard. Logo após ela assumiu o papel de parlamentar no Congresso dos Mundos, onde representava a Terra.

O roteirista Jason Aaron trouxe uma humanidade incomum que não se encontra normalmente em alguns personagens em quadrinhos. Que despertou a simpatia dos leitores pela saga da Poderosa Thor. É complicado e difícil você simplesmente trocar um personagem como Odinson e implantar outro no lugar. Ao longo dos anos diversos quadrinhos fizeram isso, e ainda fazem. Muitos dos pretextos das editoras são “para conservar o personagem”, mas muitas vezes é somente para alavancar o título com uma nova visão. Seja lá o que for, Aaron acertou em cheio, utilizando de clichês como identidade secreta. Algo que não é muito usado, salvo por alguns personagens, na Marvel Comics.

Uma das coisas mais legais das histórias, foi utilizar “argumentos” de alguns leitores logo no começo da carreira da jovem médica na vida de heroína. Na quinta edição, em uma briga contra o Homem-Absorvente, o vilão fala que não deveria chama-la de Thor. Pelo fato do original ser um “homem”. Falando até que se ela quiser ser uma super-heroína que arrume o próprio nome. E não pegue de ninguém. Além de fazer uma alusão ao feminismo. Bem, o resultado é um soco bem dado da Thor no “poderoso” vilão.

Quando se troca um personagem do quilate do Thor, sempre há de existir a reclamação. Agora, imagina se troca por uma mulher? A enxurrada de criticas no início foram fortes. Mas Jason Aaron segurou a marimba, juntamente com a Marvel, e prosseguiu. E sem beber muito da água de diferença de gêneros, feminismo ou coisas do tipo.

E acabou que Jane Foster se tornou uma das mais queridas. A trajetória dela como Thor é fantástica e pode-se levar para nossas vidas pessoais como exemplo de perseverança. Jane sofria de um câncer em um estado avançado. Por várias vezes vemos (e sentimos) o sofrimento da quimioterapia faz nas pessoas. O procedimento é doloroso, pois a química implantada nele busca destruir as células cancerígenas. Mas, em contra partida, arrasam a saúde do enfermo. Quando porta o martelo, Jane Foster, elimina todo esse veneno do seu corpo, mas a magia do martelo não é capaz de eliminar o câncer.

O ato de se transformar para Jane Foster é uma lufada de bons ventos em meio à tempestade da doença. É quando ela se sente útil. Forte. Determinada. Fazendo uma comparação “pobre”, é como aquela pessoa que está enfermo (seja lá com qual doença for) e recebe uma visita querida, ou então consegue dar um passeio para um lugar diferente de sua rotina no hospital ou que simplesmente recebe uma nova perspectiva de vida para o que enfrenta.

A Jane Foster que foi apresentada por Jason Aaron, nada mais é do que uma pessoa comum. Ela tinha o problema da doença, nas suas transformações era como levantar do leito e correr em verdes pastos, mas sabendo que voltaria a enfrentar o seu destino. Ela sabia da dádiva que tinha, e que não era para todas as pessoas que sofrem da mesma forma. Sabendo disso, ela procurava fazer o melhor para essas pessoas também. Existe uma passagem muito bonita na edição #8, quando ela narra a sua rotina e fala de uma amiga, que ela a leva para pescar, e no dia seguinte se assegura para que não chovesse no seu funeral.

Esses fatos é uma retomada na humanidade do mito Thor. Odinson, só veio se apegar aos humanos, após ser forçado a viver entre eles. Com Jane Foster foi diferente. Ela já tem esse lado humano mais aflorado. Por ser natural da Terra, ser médica, ela conhece as mazelas da vida. E muitas vezes se revoltam contra os Deuses que insistem em suas causas pequenas e muitas vezes mesquinhas, enquanto milhares de humanos simplesmente se ajoelham e depositam sua fé em orações que são ignoradas.

Exercendo o maior poder: implantar esperança.

Seria totalmente injusto colocar todos os créditos do sucesso de Poderosa Thor somente em Jason Aaron. O desenhista Russel Dauterman fez um belíssimo trabalho. Com seus traços, detalhes nas páginas e diagramações. Juntamente com Matthew Wilson, o colorista, com belas paletas deram outro astral e vida as publicações. Repare os quadros em que Jane está na Quimioterapia, as cores são quase opacas, sem vidas. E quando está como Thor, principalmente logo após da transformação, as cores ficam mais alegres, um tanto quanto que vivas.

Depois dos fatos de Mighty Thor #706, a Jane Foster vai ter uma nova jornada, não sabemos se um dia ela voltará a empunhar o Martelo. Apesar de Jason Aaron continuar escrevendo para a série, nada é certo.

Jane Foster sempre foi uma figura recorrente na Marvel Comics, apesar de muitas vezes, ficar no segundo escalão das personagens que compõe o relacionamento com o herói principal. Ela por exemplo, nunca teve (até então) um destaque ou a popularidade de uma Mary Jane. Os filmes do Thor, com Natalie Portman no papel, ajudaram a levantar uma popularidade e torná-la mais conhecida para o grande público.

A caminhada da Jane Foster como a Poderosa Thor, foi mais do que uma fase. Foi um alento ler e acompanhar todas as batalhas da personagem como heroína e como mulher. Fica a esperança de que as pessoas tenham absorvido tudo de bom e positivo dela. E em meio de tantos atos humanitários. Com a poesia da transição da humana para deusa. Com o sacrifício peculiar, o fardo pesado e a sua história sofrida e forte desde que foi criada. Não tem como não amar Jane Foster.

 

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Weapon Lost | Demolidor monta uma equipe para encontrar Wolverine

Foram divulgadas as primeiras imagens de Hunt For Wolverine: Weapon Lost #1, a minissérie que marca o retorno de Logan ao Universo da Marvel Comics. A publicação tem roteiro de Charles Soule e artes de Matteo Buffagni, e será lançada em breve nos Estados Unidos.

A trama tem um clima noir/detetive e mostra que depois de algumas pessoas terem avistado um homem que acreditam ser o Logan, o Demolidor reúne um grupo formado por Misty Knight, Frank McGee e o mutante Cypher, no intuito de rastrear Wolverine e resolver o mistério. A trupe acaba descobrindo uma profunda conspiração que tem enormes ramificações em todo o mundo.

 

As minisséries com diferentes equipes criativas vão apresentar diferentes gêneros explicando o retorno do Wolverine. Weapon Lost será uma trama investigativa. Adamantium Agenda terá ação e aventura. Claws of the Killer terá um clima de terror. E em Mystery in Madripoor será uma história de romance.

Saiba mais sobre os mistérios que envolvem Hunt For Wolverine clicando AQUI.

 

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Onde está o corpo de Logan?

Contém spoilers sobre Hunt For Wolverine!

Lançado recentemente nos Estados Unidos, o especial Hunt For Wolverine #1, é o pontapé inicial para explicar o retorno de Logan do mundo dos mortos. Como já falamos AQUI, a trama inicia-se com Donald Pierce e seus Carniceiros adentrando na Cabana onde jaz o corpo do canadense em seu esquife de Adamantium, com a intenção de roubar seus restos mortais e lucrar no mercado negro. Mas acontece que os X-Men chegam e tentam frustrar os planos do bando.

Enquanto a luta ocorre do lado de fora, Pierce e Cylla usam um canhão molecular e dispara contra a estátua de Adamantium. E para a surpresa da dupla, ela está vazia!

Obviamente, já sabíamos que estava vazia graças à aparição de Logan em Marvel Legacy #1, onde a jovem Jean Grey ao visitar a Cabana, encontra o túmulo partido ao meio.

Marvel Legacy #1

Desde então, pensávamos que Logan tinha desperto e destruído para sair. Mas, agora com Hunt For Wolverine, ficamos sabendo que foram os Carniceiros que abriram a estátua. Então, quem tirou o corpo antes?

A resposta é bem simples. Kitty Pride. Em um flashback, os X-Men decidem em não deixar o corpo de Logan ali meio que vulnerável para caçadores de recompensas. Então, a mutante intangível é chamada para praticamente “puxar” o corpo para fora. Logo depois, um funeral em um belo vale verde é realizado e o corpo é enterrado.

 

Mas acontece que um belo dia, em que Kitty Pride está no túmulo percebe que o pano que foi usado para envolver o corpo de Logan está pendurado em uns galhos. E ela enfia o braço pela terra e sente que o corpo não está mais lá!

Eis que o mistério começa a tomar forma a partir desse momento. Como ele voltou à vida? Ele teve ajuda de alguém para sair do túmulo? Ou conseguiu por conta própria? Vale lembrar também, que em Marvel Legacy #1, Jean Grey fala: “Welcome Back. We missed you”, (“Bem vindo de volta. Nós sentimos saudades de você”, em tradução literal). Será que a jovem mutante tem algo a ver com a sua ressurreição? As respostas começam a serem reveladas a partir de agora nas minisséries que compõem Hunt For Wolverine.

 

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Confira a prévia da última edição de Jane Foster como Thor

Foi divulgado  uma prévia de The Mighty Thor #706, onde se encerra a elogiada série de Jason Aaron e do artista Russell Dauterman, com Jane Foster portadora do Mjolnir. Como todos sabem, depois que o Odinson de tornou indigno, Foster conseguiu empunhar o martelo e se tornou a nova Thor. A reta final, Mangog, foi derrotado, acorrentado ao Mjolnir e lançado ao sol. Sem o artefato mágico, ela perde os poderes e se torna uma simples mortal, e finalmente se sucumbe ao câncer.

Jane Foster está nos portões de Valhalla, o Salão dos Mortos, mas encontra alguém antes de entrar e poder descansar: O poderoso Pai de Todos, Odin.

Confira na galeria abaixo:

 

“Era você o tempo todo!”, Odin diz na prévia. “Você roubou o martelo! Você roubou meu filho o direito de primogenitura! Seu próprio nome!” Mas, mesmo estando zangado, Odin reconhece o sacrifício de Jane.

Apesar de estar fechando esse período em The Mighty Thor, Jason Aaron, ainda voltará a frequentar Asgard por muito mais tempo. Ele, juntamente com o desenhista Mike Del Mundo, estarão de frente a série do Thor, que voltará a ser estrelado por Odinson. A publicação faz parte da iniciativa Fresh Start da Marvel Comics. Saiba mais AQUI.

 

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Hunt For Wolverine | Veja as primeiras páginas do retorno de Logan

Como Wolverine retornou dos mortos? Esse mistério começa a ser desvendado em Hunt For Wolverine. O one-shot que começa a desvendar o segredo ganhou uma pequena prévia (bem pequena mesmo) das primeiras páginas da edição, onde vemos Donald Pierce e os Carniceiros indo fuçar o túmulo de Logan na conhecida Cabana no Canadá.

Na prévia não dá para saber, e nem explica também, como Pierce e sua gangue descobre onde o corpo de Logan descansa. O grupo planeja roubar o corpo para poder lucrar no mercado negro. Só que eles estão no meio de um despertar…

Confira na galeria abaixo:

 

Depois da sua morte em 2014, Logan fez a sua primeira aparição em Marvel Legacy #1, onde tomou posse da Pedra do Infinito do Espaço. Após, isso ele apareceu em algumas “cenas pós-créditos” nas HQs Captain America #695 e Mighty Thor #703. Confira detalhes AQUI.

Hunt For Wolverine tem roteiro de Charles Soule e artes de David Marquez, Rachelle Rosenberg, Paulo Siqueira, Walden Wong e Ruth Redmond.

 

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Marvel Comics anuncia novo título do Homem de Ferro

Continuando seus anúncios dos títulos da iniciativa Fresh Start, a sua nova reformulação editorial, a Marvel Comics divulgou a nova HQ do Homem de Ferro juntamente com uma pequena prévia. Tony Stark: Iron Man tem em seu planejamento homenagear o passado do personagem e ao mesmo tempo introduzir novos conceitos e vilões em sua mitologia.

O roteirista Dan Slott está assumindo as rédeas da nova revista, depois de passar 10 anos a frente ao título do Homem-Aranha, falou que pretende surpreender os leitores. O escritor falou um pouco sobre o novo antagonista de Tony Stark.

“Será um rival de negócios não tão tradicional que o Tony está acostumado a lidar”, disse Slott. “Não é um Justin Hammer ou um dos Stanes. Quando as pessoas virem quem é, será uma grande pista para a direção que estamos indo, acho que vão surtar”.

 

Além de um novo inimigo, o roteirista tem outros planos para a HQ. Fã confesso do Homem de Ferro, Dan Slott tem planos de trazer de volta antigas figuras como Bethany Cabe e Jocasta.

“Teremos o retorno de armaduras especiais, exploraremos premissas de sci-fi que combinam com o mundo tecnológico do Tony Stark. Vai ficar maravilhosamente esquisito e construir grandes coisas secretas no Universo Marvel”.

Tony Stark: Iron Man, além dos roteiros de Dan Slott, terá desenhos de Valerio Schiti, e será lançada em julho desse ano.