Lançado há dois anos, Batman vs Superman é um filme o qual ainda divide muitas opiniões. Há uma grande parcela de fãs a qual não concorda com a visão de Zack Snyder para os personagens. Assim como existe outra grande parcela a qual adora o filme e espalha o seu amor pela obra mundo afora. Ben Snyderos, usuário do Twitter, anunciou a produção de uma versão não oficial preto e branco do filme. Confira o trailer do projeto:
Esta não é a primeira vez que os fãs “modificam” os filmes do Universo DC. Há alguns meses, inúmeras fancuts de Liga da Justiça foram disponibilizadas para download. Inclusive, uma fancut de Esquadrão Suicida está em produção pelo Heroic Gateway, autor de uma das fancuts. A versão preto e branco de Batman vs Superman será lançada no dia 14 de maio. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
A Legião do Mal retornará na nova fase da Liga da Justiça. A equipe será composta por Lex Luthor, Coringa, Mulher-Leopardo, Arraia Negra, Sinestro e Grodd. Confira a capa da quinta edição:
Liga da Justiça #5 por Doug Mahnke
Em entrevista ao CBR, Scott Snyder falou um pouco sobre o retorno da equipe:
“Parte da diversão em No Justice é ser uma ponte entre Metal e os novos aspectos em Liga da Justiça. Contaremos porque Luthor acredita ter cometido um erro ao ter sido um herói nesses últimos dois anos. Para Liga da Justiça, não é necessário uma leitura prévia, mas é uma história cumulativa gigantesca. A ideia era ver o que aconteceu com o Arraia Negra em Metal e com o Sinestro quando a Muralha da Fonte quebrou. Todos esses acontecimentos são catalisadores para Luthor chegar a tal conclusão.”
A primeira edição será lançada em os Estados Unidos no dia 6 de junho. Os roteiros ficam por conta de Scott Snyder, James Tynion IV e Joshua Williamson. Enquanto Jorge Jimenez e Jim Cheung são responsáveis pelos desenhos. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
A Fox liberou o primeiro trailer de O Predador, novo filme da franquia, que será uma espécie de continuação e ao mesmo tempo um reboot da saga.
Dos confins longínquos do espaço até as ruas de bairros residenciais, a caçada chega a todos os lugares na reinvenção explosiva assinada por Shane Black da série Predador. Agora os mais letais caçadores do universo estão mais fortes, mais inteligentes e mais mortais do que antes, tendo se aperfeiçoado com o DNA de outras espécies. Quando um jovem acidentalmente causa seu retorno à Terra, apenas uma equipe improvável de ex-soldados e um professor de ciências amargurado podem evitar o extermínio da raça humana.
O Predador estreia em 3 de Agosto em todos os cinemas do país.
This Is America é o novo single do Childish Gambino, pseudônimo que o ator Donald Glover usa para assinar as suas músicas. O novo hit aborda temas como: hipocrisia, intolerância religiosa, preconceito e ganância, que segundo o autor da canção, são os principais fatores que compõem os Estados Unidos da America nos dias atuais.
O clipe se encerra com uma música de fundo diferente, onde tudo indica, que é um gancho para a próxima melodia do artista que virá seguida de seu vídeo oficial.
Donald Glover é conhecido por dar vida ao Aaron Davis em Homem-Aranha: De Volta ao Lar e ao jovem Lando Calrissian no vindouro Solo: Uma História Star Wars, que estreia em 24 de Maio em todos os cinemas do país.
Monstro do Pântano ganhará uma série para o DC Universe, o serviço streaming da editora. De acordo com o Hollywood Reporter, Mark Verheiden e Gary Dauberman irão co-escrever a série. Eles também atuarão como showrunners. James Wan, Michael Clear e Rob Hackett serão os produtores executivos da série. Confira o logo da série:
Com o Monstro do Pântano, já temos 5 produções para o serviço de streaming. A série será lançada em 2019. O próximo filme da editora será Aquaman, dirigido por James Wan, com estreia marcada para 21 de dezembro. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
O Cartoon Network e a Warner Bros. divulgaram um novo vídeo promocional de Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas.
Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas tem no seu elenco: Khary Payton (Cyborg), Tara Strong (Ravena), Greg Cipes (Mutano), Hynden Walch (Estelar), e Scott Menville (Robin)
O filme estreia no dia 26 de julho nos cinemas brasileiros.
A Marvel Studios soltou o segundo trailer da aventura de comédia romântica Homem-Formiga e a Vespa, que conta com os atores Paul Rudd e Evangeline Lilly nos papeis principais.
Do Universo Cinematográfico Marvel vem um novo capítulo trazendo os heróis com a incrível habilidade de encolher: ‘Homem-Formiga e a Vespa’. Depois dos acontecimentos de ‘Capitão América: Guerra Civil’, Scott Lang (Rudd) enfrenta as consequências de suas escolhas tanto como super-herói quanto como pai. A medida que ele luta para equilibrar sua vida em casa com suas responsabilidades de Homem-Formiga, ele é convocado por Hope van Dyne (Lilly) e Dr. Hank Pym (Douglas) para uma nova e urgente missão. Scott precisa mais uma vez vestir seu uniforme e aprender a lutar ao lado da Vespa a medida que o time trabalha junto para descobrir segredos de seu passado.
Homem-Formiga e a Vespa estreia em 6 de Julho em todos os cinemas brasileiros.
Gritos, euforia, risadas e choros são as quatro principais características que irão resumir as salas de cinema durante as seções de Vingadores: Guerra Infinita ao redor do mundo.Tudo na vida é feito com um propósito, seja ele bom ou ruim, portanto a Marvel Studios,em parceria com a Disney, acertaram em cheio ao construir um universo cinematográfico durante dez anos para que, no final, sua conclusão fosse feita de maneira explêndida e animadora.
Momentos que os fãs nunca esperavam ver nos cinemas, aconteceram em Guerra Infinita, seja de maneira inevitável ou não. Abreviando o filme em poucas palavras ele é, literalmente, uma história em quadrinhos cheio de clichês cósmicos característicos que ganhou vida e finalmente chegou nas telonas para entreter até aqueles que nunca foram de gostar de HQs.
Após perceberem que não podem lutar contra Thanos sozinhos, os maiores heróis da Terra se unem com os paladinos do universo para acabar com o Titã Louco de uma vez por todas, mesmo que várias feridas sem cura sejam abertas pelo tirano e a sua Ordem Negra.
Thanos pode ser caracterizado como o Hitler do espaço, que busca reinventar todo o cosmo a partir de apenas um ideal, mesmo que isso custe, pelo menos, metade da vida existente em toda a galáxia. Com jogadas e planos extremamente inteligentes, Josh Brolin impressiona com a sua atuação feita a partir de um molde artificial, levando quem está assistindo a acreditar que o tirano é real e que a qualquer momento ele pode vir para a Terra com sede de sangue e destruição.
É praticamente iminente dizer que o Titã Louco é o melhor vilão já feito em toda a história do Universo Cinematográfico da Marvel. Além do fato estar estampado em seus olhares e atitudes, o rude personagem deixa a única gota de amor que existia em seu coração se transformar em cinzas, provando para o telespectador que a bondade não existe ali, somente a sede por poder.
Além de certas ações lembrarem a do Führer, fica explicito que os diretores Anthony e Joe Russo, trouxeram um pouco da Arca de Noé para a película. Uma sacada genial da casa das ideias, afinal de contas, o rústico protagonista quer ser um Deus com a finalidade de ”rebootar” a metagaláxia a partir de ações mais violentas e menos pacificadoras.
Uma das maiores preocupações dos nerds era como os heróis iriam interagir entre si. Tudo é construído com o início de uma interação natural e corrida, mesmo que, em algumas cenas, a comunicação dos heróis seja feita a datar de um contraponto mais lento e detalhado. Caso dos Guardiões da Galáxia com o Thor e dos personagens de Wakanda com os Vingadores Secretos, onde a lentidão é necessária para uma melhor interação em equipe.
Infelizmente, o mesmo não pode-se dizer sobre Os Guardiões da Galáxia (novamente), Homem-Aranha, Homem de Ferro, Doutor Estranho e Wong, já que tem-se a impressão de que a relação deles foi feita com mais pressa por causa do tempo da película. Mas é claro que o fator não acaba prejudicando o longa, tendo em vista que o ”defeito” logo é consertado com alguns dizeres e atitudes dos mesmos.
Mesmo com ideais diferentes, todos estão ali para combater apenas uma ameaça em comum e, sinceramente, chega a ser lindo ver o sofrimento e agonia na cara dos vigilantes ao se deparar com algo que não conseguirão derrotar tão facilmente, levando um pouco de drama e melancolia para a sua composição cinematográfica.
Quem está esperando por muitas surpresas, pode se decepcionar um pouco. Tudo é deixado para o quarto filme da franquia que, até então, será o encerramento dessa era de super heróis que passou, dando portas para uma nova jornada cinematográfica.
Mas é claro, existem sim algumas ações inesperadas que são de encher os olhos de qualquer um. Sem muitos detalhes, os abalos são causados sem um nível de precisão, tirando aplausos do público enquanto as cenas repentinas são exibidas.
Tirando a ausência de sobressaltos em telas (mesmo tendo poucos, mas emocionantes), como todo problema que a maioria dos filmes da Marvel sofrem, as piadas sem graça e fora de timing são o que mais chega a incomodar. O longa-metragem é um dos mais sérios e sombrios já produzidos pela casa das ideias, mas se não fossem pelas chacotas emocionais e não emocionais, tudo seria um pouco mais lindo e menos colorido, mesmo com a sua maestria natural.
Vingadores: Guerra Infinita tem como objetivo emocionar e divertir, o que tem início desde os seus primeiros minutos de filme até os seus últimos minutos, se encerrando com uma das melhores cenas pós-créditos do MCU até agora (se não a melhor).
Que mais dez anos magníficos da Marvel seja construído nos cinemas e, quem sabe, daqui a vinte anos uma próxima mega saga vem ao mundo para deixar os novos e velhos nerds de boca aberta. Espero que tenham gostado, até a próxima e nunca esconda um mapa com uma joia do infinito, pois ele irá te achar!
Venom, o filme solo do antagonista do Homem-Aranha, ganhou o seu segundo trailer liberado pela Sony Pictures durante a Cinema Con, que acontece dos dias 23 à 26 de Abril em Las Vegas.Estrelado pro Tom Hardy, o filme do simbionte será de terror e para maiores.
Venom é baseado no famoso arco dos anos 90 Protetor Letal. Na história, o personagementra em um tratado de paz com Homem-Aranha, que tem como objetivo, deixar a sua e a vida do herói mais tranquila se mudando para São Francisco. Chegando na cidade, o anti-herói se depara com um grupo de mercenários que farão de tudo para caçá-lo.
Venom chega em 5 de Outubro em todos os cinemas do país.
História foi feita essa semana, Superman completou 80 anos desde sua primeira aparição. Action Comics #1000 foi lançada essa semana para celebrar o Homem de Aço. É um momento histórico para a indústria de quadrinhos. Por isso, a Torre de Vigilância listou todas as histórias da antologia. Da pior até a melhor. Para o alto e avante!
11 – “The Truth” por Brian Michael Bendis e Jim Lee
Action Comics #1000
A estreia de Bendis na DC Comics não poderia ter sido pior. The Truth serve apenas como ponte para a minissérie Man of Steel, a qual será publicada em junho. Mas o grande problema não está em servir como prólogo. Os diálogos são ridículos e a maioria deles envolvem discussões sobre o retorno da cueca vermelha. O grande vilão não parece tão grande, assim como a arte de Jim Lee. O desenhista não entrega um bom trabalho aqui. E a revelação no final, é algo tão batido na história do personagem. Infelizmente, não consegue celebrar o herói, muito menos, construir um prólogo para empolgar os leitores.
10 – “The Game” por Paul Levitz e Neal Adams
A história traz Superman jogando uma partida de xadrez com Lex Luthor. É interessante e cômico como Levitz expõe o ego frágil de Lex Luthor quando ele perde a partida. Soa um pouco infantil e datado, porém divertido. A arte de Adams entretanto, não se destaca de forma alguma, apesar de fazer uma referência muito bacana a uma capa famosa ilustrada pelo artista.
9 – “Five Minutes” por Louise Simonson e Jerry Ordway
Dois clássicos quadrinistas trabalham nessa história. Infelizmente, o problema não é a narrativa, muito menos a arte. Five Minutes é uma história curta e simples a qual mostra como Superman pode resolver problemas rapidamente. O grande problema aqui é como ela soa datada perto das outras histórias, mas está bem longe de ser ruim.
8 – “Action Land” por Paul Dini e José Luis Gárcia-López
Essa provavelmente tem um dos melhores plots da edição. A história se trata sobre um parque de diversões sobre o Superman. As atrações são bem criativas, a arte de Gárcia-López (Excelente como sempre), dá o tom de nostalgia necessário e bem-vindo. O roteiro de Dini conta com uma boa reviravolta e valoriza a importância dos vilões para o Homem de Aço.
7 – “An Enemy Within” por Marv Wolfman e Curt Swan
A mais aguardada depois da estreia de Bendis. Desenhada pelo lendário Curt Swan (Que Rao o ilumine), essa é uma história nunca publicada em sua época como desenhista da revista. Escrita por Marv Wolfman, a trama aborda a crença do Superman na humanidade, não os ajudando, mas deixando-os resolver seus próprios problemas. É uma das mais interessantes da coletânea.
6 – “The Car” por Geoff Johns, Richard Donner e Olivier Coipel
Lembram do carro arremessado pelo Superman na capa de Action Comics #1? Claro que lembram. Johns e Donner nos apresentam ao motorista do automóvel destruído. Uma história brilhantemente narrada pela arte de Olivier Coipel, que emula com maestria, o Homem de Aço da Era de Ouro e arrebenta na distribuição de quadros. A mais criativa (e inesperada), mas não a melhor.
5 – “The Fifth Season” por Scott Snyder e Rafael Albuquerque
Essa história se trata sobre a rivalidade Superman/Luthor. Snyder constrói a trama a partir de uma ida ao planetário, durante a infância e a vida adulta dos personagens. Mais uma vez, o roteirista mostra eficiência escrevendo Luthor, como já havia feito na minissérie Superman: Sem Limites. A arte de Albuquerque e o jogo de luz e sombras torna o conjunto da obra ainda mais poético. Com certeza merece um lugar entre as 5 melhores.
4 – “From The City that has Everything” por Dan Jurgens
Essa história leva o conceito de celebração ao pé da letra. O roteiro de Jurgens traz Superman preocupado com uma invasão alienígena enquanto a população de Metropolis faz uma homenagem para ele. O que há de mais bonito aqui, são os inúmeros pontos de vistas sobre ele apontados por pessoas as quais ele salvou. Também temos uma cena a qual já nasce icônica: Os heróis e vilões da DC agradecendo ao personagem por ele existir. Pois caso contrário, nenhum deles estaria aqui. Uma metalinguagem simples e funcional.
3 – “Faster than a Speeding Bullet” por Brad Meltzer e John Cassaday
Uma trama simples executada de forma perfeita. Superman tenta impedir um assassinato em uma estação de metrô. Todos sabemos que ele conseguirá, mas mesmo assim, o roteiro de Brad Meltzer causa extrema tensão. A forma como ele descreve as sensações do herói é simplesmente impecável. Ele distribui os quadros extremamente bem. Isso tudo somado à arte de John Cassaday e seu perfeito equilíbrio entre traços realistas e cartunescos. Além disso, a história foi feita em homenagem a Christopher Reeve. Uma das 3 melhores facilmente.
2 – “Of Tomorrow” por Tom King, Clay Mann e Jordie Bellaire
Superman, Sol e o fim da sua própria existência, sempre é uma boa ideia para uma história. Aqui, King escreve o seu próprio Grandes Astros Superman em cinco lindas páginas ilustradas por Mann e Bellaire. King já se provou em trabalhar muito bem a tragédia em suas histórias. Entretanto, mesmo com os diálogos trágicos, há uma grande veia positivista em torno da narrativa e uma lição extremamente valiosa sobre valorizarmos aquilo que um dia acaba. Uma das melhores histórias da antologia e o segundo melhor final para o Superman.
1 – “Never-Ending Battle” por Peter Tomasi e Patrick Gleason
Não basta a dupla ter encerrado perfeitamente sua ótima passagem pela revista do herói. Eles também trouxeram, no mesmo dia, a melhor história da edição comemorativa. Composta apenas por páginas sem quadros, a edição escrita por Tomasi e ilustrada por Gleason é narrada de maneira perfeita. O roteirista dá a desculpa perfeita para revisitar todas as eras do herói: Uma luta contra Vandal Savage. Enquanto Gleason retrata com perfeição, inúmeros acontecimentos da mitologia do personagens. Páginas as quais dão vontade de emoldurar. Valoriza o passado e o presente de forma única encerrando de vez a passagem dessa marcante dupla sobre o herói. Sem dúvidas, a melhor das 11 histórias.