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Roteiristas explicam a polêmica do Batman meta-humano

Nas últimas horas, a internet só tem falado de uma coisa: Batman! O Cruzado Encapuzado se tornou alvo de muitas discussões nos fóruns e grupos do Facebook, sobre ser ou não ser um meta-humano, ou seja, alguém com capacidades acima das consideradas ‘normais’.

A polêmica toda começou com a prévia de Suicide Squad #22 sendo liberada. Nela, podemos ver que Amanda Waller, cabeça por trás do Esquadrão Suicida, considera SIM o Morcego como um meta-humano.

Recentemente, na saga Dark Days, soubemos que o Morcego foi exposto ao Metal Nth, durante Os Novos 52. O contato com este metal pode conferir à pessoa habilidades especiais, como fator de cura. Mas o roteirista Scott Snyder deu sua opinião no Twitter, desmentindo um pouco tudo isso.

“Não posso falar pelo Esquadrão Suicida (título), mas o Batman não é um meta-humano. Ele consegue poderes em algumas histórias como em Guerra de Darkseid, mas ele nunca foi um meta-humano por natureza. Ele é um meta-humano na sua própria grandiosidade, mas de uma maneira diferente.”

O roteirista Rob Willians, a frente atualmente do título do Esquadrão Suicida, também deu sua opinião sobre o caso.

“As pessoas estão dando muita atenção a isso. No enredo atual, o pessoal da Waller têm o objetivo de trancafiar todos os superhumanos, Batman incluso. O Batman tendo poderes ou não, não importa para ela. Dado suas ações ele é um alvo.”

Podemos argumentar que Waller se precipitou ao considerar o Morcego um meta-humano? Talvez. Dada as habilidades nada comuns do personagem, e por ele ser um mistério, até mesmo para a chefona do Argus. Ou podemos deduzir que sim, o Batman se tornará um meta-humano, mesmo que temporariamente durante este arco do Esquadrão Suicida, algo que não seria inédito na mitologia do personagem, de fato.

“Quando Batman falha ao salvar a vida de uma garota sequestrada devido a seus limites físicos, ele passa a consumir uma droga para potencializar sua performance, força e histamina.” Legends of the Dark Knight: Venom (Um Conto de Batman: Veneno, aqui no Brasil)

 

Heróis passam por fases e arcos, e invevitavelmente acabam sofrendo de vez em quando uma discrepância criativa entre os próprios roteiristas. Mas uma coisa é certa, esta história ainda vai render muita discussão pela internet afora (e por aqui também).

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Primeiras Impressões | Koi to Uso

Vamos falar sobre Koi to Uso. Histórias que começam com “Num futuro não tão distante…” normalmente têm várias coisas que com certeza não existiram num futuro não tão distante. Isso é quase que uma regra da ficção (científica). Mas quando tratamos do Japão, as coisas numa história dessas são bem mais plausíveis do que imaginamos. Japonês é um povo estranho mesmo.

De vez em quando nós paramos para refletir sobre nossas vidas, sobre todos os anos que temos nas costas… Pensamos sobre como nossos tempos de colégio já estão lá pra trás (ou não! Mas estarão um dia!), numa época distante… Daí vem um anime desse tipo e faz você perceber que, de verdade, tua cabeça ainda está na quinta série.

Incrível como, não importa a maturidade que você tenha, a sua idade ou seu estado civil, quando certos assuntos são tocados, nossa mente instantaneamente regressa para o auge dos nossos doze anos. E o mais legal é que eu não preciso citar nenhum exemplo, todo mundo sabe do que eu estou falando.

https://youtu.be/2CS87AfcD1A

Koi to Uso trata justamente de um desses temas: romance cinematográfico. Você acaba torcendo tanto para tal casal dar certo, que sua mente desaparece e tudo que você consegue fazer é dar gritinhos e espernear.

Eu totalmente não fiz isso…
Aham

De qualquer maneira… O mais impressionante de tudo, e que vale como um enorme ponto positivo, é a famigerada “desconstrução” (palavra que eu detesto, mas que por motivos diversos pode ser encaixada aqui) do principal paradigma do gênero: a enrolação.

Se você já assistiu qualquer anime que possuísse qualquer forma de “romance” em sua narrativa (não importa se foi um Harém Genérico, um Shoujo… Independente do gênero), você deve ter notado como as coisas são DEVAGAR PARA CARAMBA. Tudo demora demais. Nenhum desenvolvimento acontece por trinta e sete episódios, e quando algo finalmente vai acontecer… Alguma coisa interrompe ou impede ela de se efetivar. Ficamos andando em círculos, para que só aconteça algo (isso QUANDO acontece algo) no final da obra.

O que temos nesse show é justamente o contrário: o autor (Musawo Tsumugi) não poupa esforços para que, logo no começo da história, você já sinta afeto e interesse o suficiente nos personagens dele, para que quando eles finalmente consumarem seu amor, você se importe. Enquanto outros mangakás e escritores preferem levar anos de publicação para fazer isso (e no final você acaba se apegando aos personagens pelo tempo gasto com eles, e não por se importar com quem eles são), Musawo mete o pé no acelerador e consegue, de forma convincente, te deixar emocionalmente ligado aos protagonistas em menos de vinte minutos.

Ele faz de zero a cem [lágrimas] em vinte [minutos]!

E já que estamos falando dos protagonistas, deixe-me comentar sobre os personagens. Acharei extremamente difícil você desgostar de alguém. Todos são muito gostáveis, e de certo modo você fica até triste com o fato de, não importando como o negócio se desenrole no final, alguém legal vai acabar perdendo. Sério. E olha que eu costumo ser bem chato com isso, e desgosto de mais da metade do elenco de muitas coisas.

E isso não se resume ao núcleo central da trama, apenas. Até mesmo os secundários tem algo de especial que os fazem interessantes. Pode não ser muita coisa, mas se compararmos a impressão que eles deixam com o (pouco) tempo de tela que eles possuem, vemos como eles têm certa presença, certo carisma que muitos shows falham em dar aos seus figurantes (e às vezes, até aos seus mocinhos!).

Acontece que quem vive só de flores é defunto, e claro que o anime não veio sem suas falhas. Meu principal problema com o show é, dentre outros que citarei mais adiante, o seu Design de Personagens. O traço faz parecer que os personagens tenham, no máximo, uns 13 ou 14 anos. Eles possuem feições infantis, um corpo de criança. A impressão que me passa é que o desenho se força muito a tentar diferenciar os seus “jovens” (de 15 e 16 anos) de seus “adultos” (com mais de 30), e como os adultos parecem normais, os jovens acabam ‘rejuvenescendo‘.

Isso não seria um problema por si só. Existem diversos shows com um design mais “infantil” que funciona bem. A questão é como esse design se encaixa na atmosfera da obra em que ele está. Animes como Lucky Star ou K-ON!, por exemplo, possuem um ritmo mais leve (entendeu? Leve? Música Leve? K-ON? …Não? Ok), onde o design infantil acrescenta ao humor e à narrativa da obra. Em Koi to Uso, onde os temas principais são o amor, a paixão e a sexualidade de adolescentes, ter um design infantil é… Horrível. Não preciso poupar palavras, é quase que nojento.

Ah sim, e aqueles olhos gigantes (até para padrões japoneses) me perturbaram um pouco.

Mesma idade? Mesma idade. É o poder do design de personagens.

O outro problema que enxerguei nesses episódios iniciais, parece ser a hipocrisia da trama. Explico:

Enquanto toda a história roda em volta da “banalização” do casamento, da ideia de que a união do matrimônio não é mais uma decisão importante na sua vida, e de como os personagens não concordam com essa ideia… O autor parece também “banalizar” o próprio adversário do sistema, que é o “amor”.

Talvez por consequência da aceleração do desenvolvimento, ou simplesmente por falta de costume de ver isso acontecendo nessa mídia, eu encaro o tanto de afeto trocado entre o casal principal como sendo “banal”. No começo, você sente toda aquela emoção nos personagens… Mas quando aquilo começa a se repetir várias e várias vezes (até como consequência do desenvolvimento da trama! Que diabos!), a mágica simplesmente se esgota, e aquilo que deveria ser o ápice da história, vira um quadro do centro da página 37.

Na parte técnica, não temos nada de extraordinário. A animação dirigida por Eriko Ito (Another, Kuromukuro) no estúdio LIDENFILMS (Terra formars, Arslan Senki) é passável, apesar de ter vários derps aqui e ali. E a música de Masaru Yokoyama e Nobuaki Nobusawa (Freezing! e Dagashi Kashi, respectivamente), dirigida por Yota Tsuruoka (Clannad, Puella Magi Madoka Magica) ajuda a criar o clima, mas não chama muita atenção. A dublagem conta com nomes de peso e atuações acima da média, com Kana HanazawaYui Makino e Shinnosuke Tachibana.

Mesmo com falhas muito graves, elas são poucas e podem ser, se não superadas, pelo menos “aceitas”. E as qualidades do show acabam por abafar seus defeitos. Passou uma boa primeira impressão, e possui potencial tão grande para ir pra qualquer lugar, que ainda prevejo muita gente (eu incluso) deixando cair o cu da bunda com o que pode vir. 8/10 é uma nota justíssima.

Você encontra Koi to Uso para ser assistido legalmente pelos sites de streaming da Amazon (Anime Strike) e da HIDIVE.

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Tela Quente

Crítica | 7 Desejos

Todos os diretores do mundo deveriam pelo menos uma vez assistirem ao seu filme em alguma sessão lotada com o público. Ver como as pessoas reagem e entender a receptividade que seu filme está tendo, além de saber se a sua obra cumpre todos os seus objetivos. Se o diretor John R. Leonetti estivesse na minha sessão do seu novo filme 7 Desejos (Wish Upon), ele com certeza iria se decepcionar com o resultado.

Ao assistir um filme que se propõe a um terror/suspense, é de se esperar alguns calafrios e sustos durante a exibição. Mas, se todos na sala começam a rir em uma cena que tinha a intenção de assustar… é, não deu certo. E isso resume 7 Desejos, um filme que não deu certo do começo ao fim.

Acompanhamos Clare Shannon (Joey King) e sua frustrante vida de estudante; ofuscada pela patricinha do colégio, decepções amorosas, problemas pessoais… nenhuma novidade até aqui. Mas quando Jonathan Shannon (Ryan Phillippe) encontra um “objeto misterioso” e dá para sua filha de presente, o misterioso artefato concede a menina sete desejos, mas com consequências fatais. O conceito e a premissa são realmente promissores, mas se perdem no momento em que a história tenta avançar.

Como em Annabelle (2014), o diretor John R. Leonetti inicia suas histórias muito bem, mas não consegue explorar a fundo e nem desenvolver seus próprios conceitos. As explicações para o que acontecem são tão rasas e não instigam nem um pouco o espectador. O roteiro é tão atrapalhado e receoso em suas decisões, que entra até um pouco de ficção científica no meio abordando temas como o multiverso. 7 Desejos tenta miseravelmente virar um novo Donnie Darko.  Uma falha terrível!

A história não impressiona, e os personagens também não.

Na verdade, o elenco em si não empolga. Atores e atrizes fracos, dignos de um elenco da Malhação. Não transmitem nenhum tipo de emoção verdadeira, consequentemente, não se conectam com o público e atrapalham ainda mais o fraco desenvolvimento da trama.

Há várias mortes durante o longa, sendo os momentos perfeitos para conseguirem colocar  um pouco de tensão na telona. Porém, a direção peca nas demoras de decisões, estragando sequências e arrancando risadas do seu público. Ao final, temos uma cena pós-créditos vergonhosa, tentando insinuar em uma possível continuação.

John R. Leonetti está envolvido em excelentes  filmes de terror (Invocação do Mal (2013), Sobrenatural (2010)), mas quando se mete a diretor, parece não conseguir lidar com as peças do quebra-cabeça. É um profissional promissor, tem ótimas ideias, mas definitivamente precisa melhorar sua execução e entregar algo convincente ao gênero.

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Detective Comics Quadrinhos

Juiz Dredd: Heavy Metal | O lado porra-louca de Mega-City Um

As histórias do Juiz Dredd transitam entre o sério e o caricato, equilibrando muito bem os dois estilos graças a incrível capacidade dos artistas e roteiristas envolvidos, que são capazes de abordar tantos elementos deste universo com naturalidade. Em Juiz Dredd: Heavy Metal, lançamento da Mythos Editora, encaramos os lados pouco explorados e muito inusitados de Mega-City Um, especialmente para leitores casuais: a zoeira, a porra-louquice, com histórias imprevisíveis, brutais, politicamente incorretas e muito caricatas.

Biba Baitolo, O Homem Que Matou o Juiz Dredd, quer ser chamado de Cabra-Macho. Bimba, um pequeno veadinho dos estúdios Wolt Bisley, perdeu sua mãe, morta por um caçador que tem uma piroca na cabeça. E não podemos deixar de mencionar o Grande Arsoli, que possui a maravilhosamente útil habilidade de esconder objetos no cu.

As histórias que compõem o encadernado Juiz Dredd: Heavy Metal dividem opiniões não somente no Brasil mas também no Reino Unido, terra de origem do personagem. Quando foram criadas, em meados dos anos 90, muitos fãs encararam o estilo satírico escrachado como algo ruim, e até hoje estas histórias são polêmicas e geram discussões por conta disso. Apesar do Juiz Dredd ser o meu personagem favorito dos quadrinhos, eu quero que se foda. aqui pra ver o caos.

Uma das principais particularidades dos quadrinhos do Juiz Dredd é justamente a possibilidade de criar histórias sérias, densas e políticas mas também ir para o lado oposto, lidando com o absurdo engraçado do início ao fim.

Este tipo de abordagem só poderia ser feita por grandes mentes criativas que entendem o personagem e são exímios profissionais capazes de escrever todo tipo de história, fazendo o Juiz Dredd lidar com inimigos Soviéticos e problemas sociais ou, por outro lado, investigar Senhoras do Politicamente Correto que usam corpos de macacos para saírem pelas ruas matando a corja da sociedade, usando somente controle mental. É isso aí.

Dredd foi criado no final dos anos 70 na revista semanal 2000 AD como uma paródia das medidas de Margaret Thatcher, a Dama de Ferro do governo inglês. Desde a sua criação, por John Wagner e Carlos Ezquerra, passando pela dupla Pat Mills e Mike McMahon e voltando posteriormente aos seus criadores (longa história), o personagem equilibrou as sátiras com as tramas mais relevantes.

A Revolta dos Robôs, primeiro arco longo do Juiz, publicado (pelo menos o início) no Brasil pela Ebal, lidava com a ideia do futuro onde as máquinas se revoltam, mas também encara as situações com muito humor. Não é absurdo que, ao decidirem publicar aventuras de seis páginas na revista Rock Power voltadas para os metaleiros da época, decidissem fazer algo diferente, apresentando um show visual e entretenimento barato e divertido.

Curtas, diretas e belissimamente ilustradas por nomes que revolucionaram o mercado como Simon Bisley, Dean Ormston, Brendan McCarthy, John Hicklenton e Colin MacNeil, as aventuras da antologia Heavy Metal foram idealizadas por David Bishop, visando criar algo separado do universo regular. John Wagner (que, ora pois, é O criador), Alan Grant, John Smith e Jim Alexander, todos nomes intimamente ligados ao Juiz, cuidaram dos roteiros e o resultado é absurdamente bom.

O nível de violência é extrapolado: você começa a ler e suas mãos ficam sujas de sangue. Palavrões, cenas ridículas e muitas paródias musicais, que vão de Elvis Presley a Beatles, resumem perfeitamente o teor Heavy Metal que dá nome ao quadrinho. Sobra piada até para o Ozzy Osbourne. Tudo é muito caricato, mas também extremamente detalhado. E o já citado show visual tornou-se um trabalho pioneiro pois daí em diante surgiram, oriundos destes nomes fortíssimos da nona arte, diversos clones que reproduzem seus estilos à exaustão até os dias de hoje.

E a revolução de Heavy Metal Dredd pode ser vista também em outras mídias. A série animada Judge Dredd: Superfiend (2014), por exemplo, bebe da influência de histórias como as mencionadas acima para, misturando com a cronologia comum do personagem, criar cada um dos episódios, cheios de momentos absurdos, com violência e extrapolação de conceitos.

Heavy Metal é um trabalho diferente. Se encarado da forma errada pode sim soar somente como algo ridículo, mas a ideia é outra, merecendo atenção e elogios. O capricho da edição nacional (a despeito de alguns imperceptíveis errinhos de letreiramento), traduzida por Érico Assis, também merece todo o louvor possível, adaptando perfeitamente as piadas e até mesmo as músicas, como na história A Cartilha de Mega-City.

Feito para ser lido de mente aberta e visando única e exclusivamente a diversão, Juiz Dredd: Heavy Metal possui 132 páginas em papel couché encadernadas em capa dura no formato 26,4 x 18,8 cm, com preço sugerido de R$ 64,90. Ficou interessado? Aproveite os 40% de desconto na Amazon! Quer conhecer mais sobre o personagem? Confira nosso Guia de Leitura completo clicando aqui!

E fique ligado na Torre de Vigilância para acompanhar todas as novidades da Mythos Editora, punk! \,,/_

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Cinema

Sequência de Mulher-Maravilha será lançada em 2019

Agora é oficial: Gal Gadot retornará para a sequência de Mulher-Maravilha, que agora ganhou data de lançamento.

O filme estará chegando aos cinemas em 13 de dezembro de 2019.

Conversas para o retorno de Patty Jenkins na direção estão em andamento.

Gadot retornará como a personagem-título em Liga da Justiça, cuja estreia está confirmada em 16 de novembro.

Mulher-Maravilha possui atualmente em bilheteria mundial, $780,3 milhões.

No elenco: Chris Pine como Steve Trevor, Robin Wright como General Antiope, David Thewlis como Sir Patrick, Connie Nielsen como Rainha Hippolyta, Elena Anaya como Maru/Doutora Veneno, Lucy Davis como Etta Candy, Doutzen Kroes como Venelia, Ewen Bremner como Charlie, Danny Huston como General Erich Ludendorff, Eleanor Matsuura como Epione, Mayling Ng como Orana, Eugene Brave Rock como Chefe, Samantha Jo como Euboea, Saïd Taghmaoui como Sameer, Florence Kasumba como Senador Acantha, Emily Carey como Jovem Diana, Lisa Loven Kongsli como Menalippe, Brooke Ence como Penthiselea, Ann Ogbomo como Phillipus, Ann Wolfe como Artemis, Madeleine Vall como Egeria, Jacqui-Lee Pryce como Niobe e Lilly Aspell como Pequena Diana.

O roteiro ficou nas mãos de Allan Heinberg, Zack Snyder, Allan Heinberg, Jason Fuchs e William Moulton Marston. 

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

Primeiras Impressões | Fate/Apocrypha

Heróis britânicos lutando na Romênia por causa de um copo da Galileia enquanto conversam em japonês. Vê se esses caras não são malucos? Cada coisa que eles inventam… Japonês é mesmo um povo estranho.

http://www.dailymotion.com/video/x5qzby7

Tendo origens num dos multiversos mais bem trabalhados da cultura contemporânea nipônica, – sim, aquele – a tão esperada adaptação para TV da série de light novels Fate/Apocrypha finalmente chegou, e infelizmente ela não ficou lá essas coisas. Vamos trabalhar em explicar alguns pontos. Afinal, eu já passei quase quarenta minutos ouvindo nada além de explicações em cenas expositivas mesmo, já devo estar craque nisso.

Podemos começar com a própria chacota que eu fiz no parágrafo anterior: exposições. Tá certo que, por se tratar de um show da franquia Fate/, é literalmente OBRIGATÓRIO ter, no mínimo, meia hora de explicações sobre todas as regras, todos os personagens, a ambientação, o contexto, o motivo do cara estar usando cuecas de determinada cor, etc e tal. É a regra número dois de qualquer obra da empresa.

Retirada do site oficial da empresa. Sério, de verdade, 100% legit

Apesar de focar nos aspectos excepcionais que tornam o evento que move a obra algo especial, as demoradas explicações ficam massantes depois de um tempo. A pior parte é que, mesmo sabendo que 90% das pessoas assistindo o show já são fãs da franquia e já sabem tudo que está sendo dito, eles fazem questão de repetir pela milionésima vez.

Acredito, porém, que a principal falha dessa adaptação tenha sido a coreografia. Sei lá o que diabos é um “Diretor de Ação“, mas Enokido Hayao está creditado como um em Fate/Apocrypha, então ele deve ser o responsável por isso.

As lutas, o combate, todas as cenas de ação são extremamente… vazias. Os movimentos parecem ser “brutos”, pouco refinados. Dois grandes heróis da mitologia, conhecidos através das eras por sua habilidade de combate, que quando eles cruzam espadas, parecem o Gabriel e eu brincando de lutinha com garrafas pet.

O prólogo da história, que vemos nos primeiros cinco minutos do episódio inicial contém uma das cenas mais épicas de todas as obras da franquia. Os homens capacitados e treinados da A-1 Pictures (já falo deles) conseguiram a proeza de animá-la de forma totalmente sem emoção. Acaba sempre faltando um “tchan“, aquela coisa que faz tudo parecer épico. Abaixo segue o vídeo de uma luta de Fate/Kaleid Liner Prisma Illya, onde ocorre uma cena extremamente similar. Repare como a Silverlink. (estúdio responsável) trata a cena como um todo, em especial o confronto de golpes no final, e veja se não tem um “tchan” que falta em Apocrypha?

https://youtu.be/3YhfEPxVxNY

Tendo uma história relativamente fraca, Apocrypha se apoia demais em seu excelente elenco. Com uma seleção de servos ao mesmo tempo interessante e diversa; com mestres que são chamativos por si só, além dos que brilham ainda mais quando interagindo com seus novos familiares, formamos um ambiente que consegue se sustentar mesmo sem muito pé (nem cabeça).

O único problema é a falta de mistério que envolve os personagens. Metade da graça de qualquer obra de Fate/ é tentar descobrir quem são os servos. Ter aquela satisfação de ter acertado e provar pra si mesmo que é um grandessíssimo nerd; aprender coisas novas sobre lendas que você nem fazia ideia que existiam; aquele plot twist na reta final, onde finalmente descobrimos quem é aquele babaca que vem enchendo nosso saco… Daí o autor vem e revela o nome de todo mundo antes mesmo de completar um episódio.

Pontos negativos listados, também devo dar meus méritos ao show: confesso que fiquei com receio do design de personagens para o anime (feito por Yukei Yamada) quando vi as imagens promocionais, mas vê-los em ação, animados, foi uma experiência completamente diferente. Eles funcionam até que bem, e ficaram bons o bastante.

“Um cavalo, um cavalo! O meu reino por um cavalo!”

Com pesar no coração também digo que a A-1 Pictures até que conseguiu fazer sua parte. Mais ou menos. A animação está com uma ótima qualidade. Apesar das coreografias ruins, elas estão muito bonitas. É tipo assistir a Dança dos Muleke Zika em 1080p. A OST também é extremamente consistente e acrescenta muito ao clima. Era de se esperar, tendo um diretor tão experiente como Yoshikazu Iwanami. Com um currículo desses, fica difícil contestar o cara.

Fate/Apocrypha acaba sendo um cabo-de-guerra. Temos boas qualidades em seu elenco e produção, mas muitos defeitos em sua falta de tato, mistério e direção. Independente do lado que te puxa mais, ele é, sem dúvida, uma adição extremamente importante para o universo animado da franquia, e acaba por valer a pena apenas por isso.

Eu dou 6/10 pra esse começo, e acredito que, se não houver um bom desenvolvimento dos personagens interessantes, eles não vão conseguir se sustentar. Não só com lutinhas, pelo menos. Mas não que eles precisem né, fazendo parte de uma franquia dessas, podia sair qualquer coisa que daria lucro.

O anime será disponibilizado na plataforma de streaming Netflix a partir do dia 7 de novembro, mas ainda não temos informações sobre as regiões e se terá dublagem ocidental.

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Cinema

Guerra Kree-Skrull confirmada em Capitã Marvel

Uma guerra galáctica está chegando ao Universo Cinematográfico Marvel e desta vez, não envolve Thanos.

Kevin Feige confirmou que o arco Guerra Kree-Skrull faz parte da inspiração para o primeiro filme-solo de Capitã Marvel.

”Há uma parte inteira de nossos quadrinhos que lidam com a Guerra Kree-Skrull e achamos que seria uma parte incrível e enorme da mitologia pertencente à Capitã Marvel”, diz Feige ao IGN.

”Capitã Marvel será nosso vigésimo primeiro filme no universo cinematográfico e nunca vimos os Skrulls. Por quê?”

Guerra Kree-Skrull é um arco de história escrito por Roy Thomas e desenhado por Sal Buscema e Neal Adams, colocando os Vingadores em um conflito intergaláctico entre os Kree e os Skrulls. A história foi originalmente publicada pela Marvel Comics em Vingadores (vol. 1) # 89-97.

Ronan, O Acusador é um Kree e apareceu em Guardiões da Galáxia e a raça foi mencionada em Agents of SHIELD quando começaram a explorar a história dos Inumanos.

Capitã Marvel será lançado em 2019.

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Games

Counter-Strike | Gambit vence Immortals e conquista o Major

O Counter-Strike brasileiro está novamente no topo do mundo. A Immortals, equipe formada por brasileiros chegou a decisão embalados, após bater os donos da casa da Virtus.pro na semifinal, neste sábado (22/07), por 2-0 (16 x 5 e 16 x 11) garantindo a vaga na decisão do Major de Cracóvia, na Polônia.

 

A Immortals enfrentou a Gambit na decisão, equipe que eliminou a favorita Astralis. E perdeu por 2-1, com o primeiro mapa a favor dos brasileiros, Cobblestone 16 x 4, com destaque para Henrique “HEN1“, que ficou com uma marca incrível de 22-1-4! Com o segundo mapa, Train, a Gambit se reergueu e levou a melhor com 16 x 11. Infelizmente a equipe da Immortals não conseguiu se reestruturar após essa escorregada, e a Gambit garantiu um 16 x 10 no terceiro mapa, Inferno, um disputa cheia de reviravoltas e emoções. Assim a Gambit Esports conquistou o Major de Counter-Strike na Cracóvia.

O Major de Cracóvia é considerada a maior competição do ano de Counter Strike: Global Offensive. O torneio distribui US$ 1 milhão em premiação total, sendo US$ 500 mil para o vencedor da competição. O Brasil também tinha a SK Gaming como representante, mas o time de Gabriel “Fallen” sucumbiu nas quartas de final para a Astralis.

 

Está foi a primeira vez que o time formado por Henrique Teles, Lucas Teles, Ricardo “Boltz“, Lucas “Steel” e Vito “kNg” disputou uma decisão de mundial.

Em todo os 10 majors anteriores, só uma equipe Challenger – mesma condição da Immortals -, ficou com o título. Foi a LDLC de Richard “shox” Papillon, que faturou a DreamHack Winter em 2014.

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Séries

Arrow | Sexta temporada ganha primeiro trailer durante a SDCC

Arrow foi a última série da Warner Bros. neste sábado (23) e como de costume, foi revelado o que veremos na próxima temporada.

https://www.youtube.com/watch?v=DHZEeDEwRE0

O vídeo faz uma retrospectiva da temporada anterior e no minuto final, foca em seu novo ano.

Foi revelado no painel que o ator Michael Emerson (Person of Interest e Lost) entrou para o elenco num papel ainda não revelado.

Como já confirmado anteriormente, o tema da família será algo recorrente quando a série retornar e isso é demonstrado claramente com as cenas entre Oliver e seu filho.

Arrow retorna com episódios inéditos em 12 de outubro pela CW.

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Cinema

SDCC 2017 | Batgirl iniciará produção em 2018 e contará com a presença do Robin

Agora é oficial! Batgirl será um dos vindouros projetos da Warner Bros. com o Universo Estendido da DC e durante o painel do estúdio, foi exibido o seu primeiro logo.

Ao ser entrevistado pelo IGN durante a grande convenção, Geoff Johns (Presidente da DC Films) comentou que o diretor Joss Whedon só começará a trabalhar no filme somente em 2018 e que será o início da expansão do Bat-verso nos cinemas.

Além disso, foi revelado que o menino pródigo Robin fará uma aparição.

Batgirl ainda não possui data de lançamento.

Neste ano, o Universo DC nos cinemas terá Liga da Justiça em 16 de novembro nos cinemas brasileiros. Em 2018 será lançado o primeiro filme-solo de Aquaman em dezembro.