Primeiro trailer da aguardada sequência do clássico.
Laurie Strode que se cuide!
Para promover o mais novo longa deste icônico serial killer, a Universal Pictures lançou o primeiro trailer que promete mostrar a mais nova batalha de Laurie contra seu algoz.
Laurie Strode chega ao seu confronto final com Michael Myers, a figura mascarada que a assombrou desde que ela escapou por pouco da morte em uma noite de assassinatos no Halloween, quatro décadas atrás.
Halloween contará com o retorno de Jamie Lee Curtis no papel de Strode e a trama se passará após os eventos do clássico de 1978. Seu lançamento será em 19 de outubro deste ano.
Parece que veremos mais do personagem no Universo Estendido DC, uma vez que a Warner Bros. está procurando uma forma de trazer a versão de Leto com um longa de sua autoria.
Variety informa que o ator estrelará o vindouro projeto e também será o produtor executivo. Ainda sem título definido, a ideia do estúdio é expandir o mundo criado em Esquadrão Suicida com derivados.
Vale lembrar que a Warner começou a desenvolver uma trama de origem do Palhaço do Crime com Todd Phillips.
O Coringa apareceu pela primeira vez nesta fase atual cinematográfica em Esquadrão Suicida, lançado em 2016.
Quem acompanha o cenário brasileiro de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, sabe que é um cenário ativo e que vem crescendo muito, além de ter ganho nos últimos anos uma representatividade internacional muito forte.
Hoje mais uma organização de eSports de grande calibre desembarca aqui nas terra tupiniquins e anuncia sua line-up.
A line é formada por Jaimeime “Cyb3r” Pereira, Matheus “Px” Freire , Daniel “Novys” Pinto, Diogo “D1OGO” Fernandes e Leone “oNe” Kayque que antes defendiam a BRK e-Sports, a equipe ainda conta com o comandado de Lucas “yuuK” Rodrigues.
A primeira missão dos novos representantes do Rainbow Six nacional, serão as finais da Pro League Latam, que vão acontecer entre 17 e 18 de novembro, no Rio de Janeiro.
Desde a criação da linha Graphic MSP, estamos sendo brindados com lindas e deliciosas histórias da turminha criada por Maurício de Sousa em temas diferentes de que estamos acostumados a ler ou assistir desde pequenos. Histórias que lidam com amizade, amor, vida e até morte. Mas faltava um tema para ser tratado. Faltava lidar com um assunto que, infelizmente, é decorrente e muito de nós não enxergamos (ou não queremos enxergar), e se tornou paisagem e até tão rotineiro que não damos o verdadeiro grau de perversidade que nele há embutido. O racismo. Então, ao atingir a sua “maioridade”, na sua 18º edição, a Graphic MSP se desafiou a falar abertamente sobre o assunto. Jeremias – Pele estampa bem na cara do leitor o problema.
Jeremias é um garoto feliz com a sua vida. Ele tem pais maravilhosos. É o melhor aluno da escola. Até que um dia ele tem que encarar o preconceito por causa da sua pele. É a primeira vez que o personagem, um dos mais antigos criados por Mauricio, em 1960, sai da alcunha de coadjuvante/figurante para o posto de protagonista. E foi em uma excelente hora. Estamos com uma grande safra de HQ’s que lidam com esse tema lançadas recentemente. Como A Marcha da Editora Nemo e Angola Janga do Marcelo D’Salete publicado pela Veneta.
Para começar, não é difícil se identificar com Jeremias. É um personagem nerd, que curte filmes de super-heróis e quadrinhos, tem sonhos de se tornar astronauta, manda bem na escola e joga futebol. Por causa dessa identificação, o leitor, independente da etnia, sente as mazelas que Jeremias passa durante a narrativa. E não são poucas.
A HQ aborda todos os tipos de preconceitos, do mais escancarado, dos os que acontecem de rotina e as pessoas “nem percebem” ou não querem perceber, de autoridades que duvidam que o negro possa ter uma profissão que eles consideram serem somente de privilégios de brancos. A cena do ônibus é de doer o coração e se você reparar acontece diversas vezes nos transportes coletivos, em restaurantes ou até mesmo ao andar em calçadas. Padrões de beleza das vitrines com suas modelos de padrão escandinavas, ou tratar um coadjuvante negro como “pequeno malandro” como um elogio, ou simplesmente quando se fala: “você não é negro, é moreno”, como quem tenta amenizar/justificar ações racistas com uma comparação onde aproxima a pessoa da cor branca.
O fato de quem deveria oprimir não levar a sério e achar que um simples aperto de mão e um “desculpa aê” pode resolver tudo também está lá. Os pais de Jeremias sabem do que o filho um dia passará e são fundamentais para que a criança entenda como lidar com o preconceito. Mas ao mesmo tempo, sofrem sem saberem como chegar nesse assunto com o filho. Algo que não deveria acontecer, se pensarmos que o preconceito não deveria existir. A cena do pai gritando é emblemática.
O roteiro de Rafael Calça é cirúrgico e necessário. Apesar de o público alvo das Graphic MSP ser os jovens e adultos, Jeremias–Pele, também pode atingir o infanto-juvenil. Mostrar para os pequenos que o preconceito não é legal, como uma menina querer jogar bola, é algo essencial, e a HQ pode ter esse papel. Jeremias é uma criança como qualquer outra, e esse é um dos grandes trunfos de Rafael. Atingir todos os públicos com cenas fortes sem ser forçado e ao mesmo tempo sendo acessível e de bom entendimento.
Jefferson Costa conduz a arte com maestria que ajuda a narrativa fluir nas páginas. Uma das coisas mais legais são os ângulos e a perspectiva. A forma em que Jeremias, em frente a um ato de preconceito se apequena, mas consegue dá a volta por cima e fica gigante em frente às adversidades que insistem em colocar por causa de sua cor. A arte cartunesca de Jefferson é linda.
A dupla criadora ainda colocou situações reais que aconteceram em algum momento com eles na história. O que só fortalece e traz para nossa realidade Jeremias–Pele. O Jeremias dessa HQ, não é o Jeremias que lemos desde criança nas suas aparições no bairro do Limoeiro. Ele é um amálgama de Rafael e Jefferson. Os textos de Mauricio de Sousa (o título dessa resenha foi tirado do texto dele) e do rapper Emicida são incríveis, abrilhantam mais a edição.
Jeremias–Pele tem o formato 19 x 27,5 cm, 96 páginas e a Panini está distribuindo em duas versões: em capa cartonada e capa dura.
E o vindouro projeto ganha uma boa adição em seu elenco!
Jamie será o protagonista de Spawn, onde nos gibis era Al Simmons um membro de equipe da CIA que após ser morto numa armadilha armada por seu chefe vai para o inferno, e se torna um guerreiro Hellspawn em troca de se reunir com sua esposa. Mas Spawn encontra-se preso em uma concha diabólica e além disso, sua esposa mudou-se e casou com seu melhor amigo. Então, ele torna um anti-herói e passa a enfrentar vilões sobrenaturais e da Máfia.
Spawn: O Soldado do Inferno foi o título para a adaptação cinematográfica lançada em 1997.
Foxx é conhecido por seus papéis em Django Livre, Ray, Colateral e Código de Conduta.
Spawn marca a estreia na direção de Todd McFarlane, que também é o criador do personagem.
O filme ainda não possui data inicial de filmagens e estreia.
Tá, admito que esse parágrafo inicial normalmente é usado apenas para tirar um sarro e dizer que Japonês é um povo estranho, mas dessa vez, eu acho que eles têm razão. Presta atenção nisso: duas garotas que são idols, que se encontram com um membro da Yakuza que transforma elas em garotas mágicas, cuja verdadeira forma são homens sarados. Daí elas decidem virar idolsENQUANTO TRANSFORMADAS EM HOMENS SARADOS MÁGICOS.
Sério, como você pode não gostar de algo assim? É sensacional!
Ok, tudo bem. Sabemos que nem todos gostam de tudo, e que cada um tem o seu tipo predileto de mídia. Não somos todos iguais (graças a Deus!) e as diferenças são nossa força motriz. Mas mesmo assim, como que você pode ler uma descrição dessas e simplesmente não pensar “irado!“? Esse é o ápice da Japanimação e nem a vergonha alheia enorme de usar a palavra “Japanimação” não-ironicamente poderia superar a epicidade que estamos encarando aqui hoje.
Assim como One-Punch Man foi uma sátira que conseguiu rir de si próprio e se manter como um Battle Shounen enquanto tirava sarro de Battle Shounens, Magical Girl Ore faz exatamente a mesma coisa com o gênero Mahou Shoujo: é claramente um deboche de todas as obras semelhantes, mas continua sendo uma delas.
A cena de transformação; as roupinhas exageradamente coloridas; o mascote; a premissa confusa; os ‘vilões’ semanais e episódicos que não agregam em nada; armas duvidosas e questionáveis; o poder do amor movendo as personagens; aquela personagem chata que só existe para atrapalhar a vida das protagonistas…
Tudo está lá, todos os elementos de um Mahou Shoujo estão lá. É inegável que o show se trata, de fato, de um Mahou Shoujo. E o grande charme do show é justamente ser aquilo que eles mesmos parodiam.
Você já fez coraçãozinho com um membro da Yakuza hoje?
Se a simples meta-linguagem não for suficiente para te comprar, talvez o excessivo humor seja. Eu sou um cara que gosta de comédias (é o meu gênero predileto), e me agrado com tudo um pouco. Não tem tempo ruim comigo, desde que o negócio me faça dar risada, propositalmente ou não. Inclusive algumas das melhores obras que tem são aquelas acidentalmente engraçadas.
Com Magical Girl Ore, eu me vi não apenas dando risada, mas tendo crises de riso, em diversos momentos dos episódios. Além do humor parodial – que, confesso, você precisa ter ao menos uma base de conhecimento sobre clichês de garotas mágicas para entender – de excelente qualidade, o show ainda apresenta uma premissa tão absurda, e acontecimentos tão insanos, que simplesmente por existirem, certas situações já são engraçadas. É uma mistura maravilhosa de humor de nicho comhumor nonsense, que trouxe o melhor dos dois mundos e conseguiu mascarar as falhas de ambos.
No elenco, temos personagens que são claramente esteriótipos ambulantes. Quando falamos de sátiras, fica difícil de fugir disso. Mas eles conseguem sair pela tangente ao colocar os esteriótipos em “carcaças” diferentes do comum. Essa diferença abismal entre cara-crachá que algumas personagens apresentam só acrescenta ao senso de humor que é o forte do anime (assim como era na antiga Zorra Total).
Mudando de assunto pra falar da parte técnica, Magical Girl Ore trabalha com bons visuais. Não é uma animação cinemática (às vezes, muito pelo contrário), mas faz um excelente uso de “carinhas”. Uma vez eu estava conversando com um amigo meu sobre o motivo dele não gostar de animes. A resposta dele foi que “personagem de anime faz muita ‘carinha’ e isso me irrita“. Desde então, passei a chamar qualquer expressão caricata usada por personagens de “carinha”. Esse show tem excelentes carinhas.
Meu amigo odiaria isso. Acho que nem por causa das carinhas, mas…
E não tem mais o que falar, sem se tornar repetitivo. Apesar dos três princípios da comédia (Não se lembra? O primeiro princípio da comédia é a repetição, e o segundo princípio da comédia é a repetição), e apesar de eu ser um palhaço, e apesar do anime de hoje ser uma excelente comédia… Chega de falar mais do mesmo.
Para finalizar, então: Magical Girl Ore apresenta exatamente o que promete em uma paródia ciente de si mesma e que tem um senso de humor hilário para 3% da população, mas que ainda pode oferecer algumas boas risadas para os outros 97%. Não sei você, mas ainda estou estupefato pelas garotas mágicas serem homens bombados contratados pela Yakuza.
Não conseguiria dormir a noite se desse uma nota inicial menor que 9/10 para Magical Girl Ore, que é a definição da frase “Deus abençoe essa bagunça“. O show está disponível na Crunchyroll, com novos episódios toda segunda-feira.
E não esquecer que pegar a pessoa desprevenida é o terceiro princípio da comédia.
A série-prequel do nascimento de Superman foi renovada pela emissora antes do seu Season Finale na noite desta quarta-feira (23).
Krypton mostra o lar do Homem do Amanhã duas gerações antes de sua destruição e seguirá com a história do avô de Kal-El, que luta para resgatar a honra de sua família e salvar o seu mundo do caos.
Baseado nos personagens criados por Jerry Siegel e Joe Shuster, o show foi produzido pela Warner Horizon Scripted Television com a produção executiva de David S. Goyer.
A segunda temporada tem previsão de estreia em 2019.
Watchmen começa a ganhar forma com a confirmação de seis atores no elenco. São eles: Regina King (The Leftovers), Don Johnson (Miami Vice), Time Blake Nelson (Monster), Louis Gossett Jr. (On Smoother Dirt), Adelaide Clemens (Rectify) e Andrew Howard (Hatfields & McCoys).
Nelson, Clemens e Howard.
Seus personagens não foram revelados oficialmente.
Na realidade histórica alternativa apresentada em Watchmen, Richard Nixon teria conduzido os EUA à vitória na Guerra do Vietnã e em decorrência deste fato, teria permanecido no poder por um longo período. Esta vitória, além de muitas outras diferenças entre o mundo verdadeiro e o retratado nos quadrinhos, como por exemplo os carros elétricos serem a realidade da indústria dos automóveis e o petróleo não ser mais a maior fonte de energia, derivaria da existência naquele cenário de um personagem conhecido como Dr. Manhattan, um indivíduo dotado de poderes especiais, os quais o levam a possuir vasto controle sobre a matéria e a energia, elevando-o a um estado de semi-deus.
Damon Lindelof (Lost) será o produtor executivo junto com Nicole Kassell, onde esta estará responsável pela direção do Piloto. Watchmen será produzido pela HBO em associação com a Warner Bros. Television e ainda não possui data oficial de estreia.
A hora de dizer adeus está chegando, Clusters! O canal de streaming revelou o trailer inédito para o episódio que encerrará as pontas soltas deixadas durante a segunda temporada. Assista-o abaixo:
Sense8 conta a história de um grupo de pessoas ao redor do mundo que estão ligadas mentalmente, e precisam achar uma maneira de sobreviver sendo caçados por aqueles que os veem como uma ameaça para a ordem mundial.
O retorno de Sense8 acontecerá em 8 junho. Para quem quiser matar as saudades, as duas temporadas estão disponíveis na Netflix. No elenco: Doona Bae, Jamie Clayton, Tina Desai, Tuppence Middleton, Max Riemelt, Miguel Ángel Silvestre, Brian J. Smith, Freema Agyeman, Alfonso Herrera, Eréndira Ibarra e Toby Onwumere.
Epix, propriedade da MGM, concedeu um pedido direto de dez episódios para a série-solo do mordomo mais querido da Editora da Lendas e terá o envolvimento de Bruno Heller (showrunner de Gotham), o produtor executivo/diretor Danny Cannon e da Warner Horizon Scripted TV.
Com roteiro de Bruno, a série seguirá Alfred como um ex-soldado que forma uma empresa de segurança e iniciará seu trabalho com Thomas Wayne, pai bilionário de Bruce numa Londres dos anos 60.
”Como fãs genuínos desses personagens clássicos da DC, assim como os incrivelmente talentosos Bruno Heller e Danny Cannon, não poderíamos estar mais empolgados em fazer da Epix a casa desta série”, disse Michael Wright, Presidente da Epix. ”Não podemos esperar para trabalhar com Bruno e Danny – junto com Peter Roth, Susan Rovner, Brett Paul e a equipe da Warner Horizon – nesta fantástica história de origem.”
Heller e Cannon disseram:
”Michael e seus colegas criaram o local perfeito para a narrativa original e todos nós que trabalhamos Pennyworth, estamos entusiasmados por estar na Epix.”
As gravações começarão no final deste ano e será lançada em 2019.