Hoje a Team Liquid enfrentou novamente a equipe da Mock-It, dessa vez a vitória significaria a permanência de ambas no Six Invitational 2019, e para os brasileiros a oportunidade de continuar como único representante do Brasil na competição de Rainbow Six Siege, que está sendo realizada em Montreal no Canadá.
A Liquid saiu na frente, abriu o 1-0 em mapas, vencendo na Fronteira por 8×6, com destaque para Zigueira e seu k.d.a impressioante. A equipe da Mock-It reagiu no segundo mapa, mesmo com a Liquid abrindo 3×0, os alemães surpreenderam os jogadores brasileiros e emplacaram um 7×5, empatando em mapas (1-1).
Villa foi o último mapa, ambas equipes estavam muito cautelosas, com destaque para algumas jogadas individuais, e foi justamente em uma delas, no match point para Liquid que SexyCake realizou um clutch incrível com o Smoke, em um 3 contra 1, nos segundos finais do round, trazendo a vitória para a Liquid por 7×5 e fechando 2-1 em mapas.
A Team Liquid volta a jogar na Six Invitational 2019 para os playoffs contra a equipe da Team Empire válido pelas quartas de finais, os jogos dos playoffs ocorrem entre os dias 15/02 (sexta-feira) e 17/02 (domingo).
“O tempo todo estou tentando me defender. Digam o que disserem, o mal do século é a solidão. Cada um de nós imerso em sua própria arrogância. Esperando um pouco de afeição”.
(Esperando por Mim – Legião Urbana)
Saber quem você é e se aceitar como é. Esse é o principal ponto que Justin da quadrinista francesa Gauthier trata na graphic novel lançada pela Editora Nemo aqui no Brasil. No resumo da história, Justine é uma menina, que durante a sua infância começa a sentir, digamos, “incomodada” pelo corpo que tem. Ela então entra em uma jornada para procurar o que lhe deixa feliz, o que lhe satisfaz, mesmo sem entender o que está acontecendo. O que acaba incluindo psicólogos, bullying dos amigos, pressão e decepção dos pais. Mas Justine tem uma característica de ser decidida. Ela tem seus momentos em que a dúvida paira sobre sua cabeça. Mas também tem atitude em diversas ocasiões. E isso é encorajador para diversas pessoas no mesmo caso.
Em uma rápida pesquisa no Google, você pode ver como casos como esse são rotineiros. Pessoas que começam a se incomodar com o próprio corpo como se existisse um grito de socorro dentro delas. Algumas decidem lutar para serem felizes. Outras, por um medo compreensível da sociedade, escondem-se atrás de mentiras e passam a vida assim. Algumas delas chegam até ao suicídio.
“Bobeira é não viver a realidade”. (Malandragem – Cazuza)
A transexualidade é um assunto extremamente polêmico e muito menos discutido do que deveria ser. Talvez por isso, por não entendermos exatamente do que se trata, essa condição seja motivo de tantos casos de preconceito. Transexual é aquela pessoa que nasceu com um determinado sexo, mas não se identifica com ele. E esse sentimento diferente com mudança de comportamento leva a pessoa a procurar tratamentos hormonais e até fazer cirurgias para mudar o corpo. Tratada por muitos como um transtorno, são recomendados acompanhamento psicológicos ou até mesmo com remédios.
Mas onde fica a linha tênue que separa se é transtorno ou apenas um grito pedindo liberdade de uma pessoa?
Gauthier trata disso em Justin. A trama começa na década de 80, quando os sentimentos e as dúvidas começam a aflorar em Justine. Todos os elementos que compõem essa “Ópera da Negação” estão na HQ. A negação dos pais, a negação da sociedade, a negação da família, a negação de profissionais e a negação da própria Justine. Em poucas páginas, a graphic novel, revela e conta sobre como é dolorido e pesado o fardo de tentar se posicionar em um mundo que simplesmente não te aceita. A trama mostra que muitas vezes você será chacoteado, humilhado… mas ao mesmo tempo ela te dá coragem para seguir para o que quer de verdade. E imagina você, amado leitor, que se hoje em dia a transexualidade é ainda um tabu, pense como era em 1983.
Sempre foram casos tratados como “sem-vergonhice”; “ah é falta de um bom homem”, “falta de porrada”, e essas canalhices que todos já escutaram diversas vezes. O tambor de ódio e incompreensão sobre esse assunto e outros semelhares já transbordou há tempos, e ainda mais no momento em que vivemos onde ter ódio parece que ficou na moda. Mas exemplos de publicações como Justin são essenciais para sabermos com tratar essas mazelas e não alimentar o preconceito. Táoquei?
A arte de Justin é simples com traços normais, sendo até mesmo infantis às vezes, mas o que é bom para a graphic novel. O assunto em si é pesado, e os desenhos com as pessoas sendo retratadas como bichinhos dão a leveza necessária para a carregada história. O ponto fraco é que o desenvolvimento é muito rápido pela trama ser curta (se é que isso é um ponto fraco). Às vezes a gente fica pensando “como é que chegou assim, já?” Mas nada que te deixe extremamente confuso com a trama.
“Olhos nos Olhos, quero ver o que você faz. Ao sentir que sem você eu passo bem demais”. (Olhos nos Olhos – Chico Buarque)
O ponto forte é Justine. Ela é uma protagonista, que de forma simples, você abraça e fala: “estou contigo até o fim”. Ela passa por todo um processo onde ela se deprime, fica decidida no que quer, fica confusa, ela revida o ódio, se apaixona, se descobre sexualmente e se coloca em xeque. Toda essa salada de sentimentos sinceros da protagonista acaba estreitando o caminho dela com o leitor.
O trabalho editorial da Nemo aqui está incrível, o que não é nenhuma novidade se tratando desta editora. A publicação é prazerosa de se ler. O acabamento é de primeira linha como todos os trabalhos da Nemo. Sempre dando esse deleite para o seu leitor.
Justin é uma história que nos faz pensar. Ela traz para a mente aquela velha questão: e se acontecesse comigo? Se por acaso uma pessoa próxima a mim, como por exemplo, um membro da família se descobrisse transexual, como agiria? Você pode ter uma mente aberta, ser sem preconceitos, mas será que diante de um caso tão próximo, você seria como a mãe da Justine? Ou aceitaria de braços e coração abertos? Faça esse exercício.
Mais uma atriz do elenco se despedirá em breve da série.
Fontes informam para The Hollywood Reporter que Danai fechou um contrato para retornar pela última vez na próxima temporada.
Sob este novo contrato, a atriz retornará em uma capacidade limitada e descrita também como apenas um punhado de episódios que serão intercalados ao longo da décima temporada.
Até o momento, a emissora AMC e os agentes de Gurira se recusaram a comentar.
Lembrando que anteriormente teve a saída de Lauren Cohan (Maggie) e um pouco depois, Andrew Lincoln (Rick Grimes), porém este retornará na franquia cinematográfica.
The Walking Dead retorna neste domingo (10) para a segunda metade da nona temporada.
14 temporadas. 300 episódios. Quem imaginaria que Supernatural alcançaria tal feito? Acredito que nem a própria CW tinha ideia de que naquele 13 de setembro de 2005 estaria lançando um dos maiores hits de sua trajetória como emissora aberta.
Muitas coisas bizarras, loucas, insanas, felizes e tristes aconteceram desde que Dean Winchester apareceu na porta de Sam pedindo ajuda para encontrar seu pai. Passamos pelo 100° episódio e toda a problemática de Dean em aceitar que é a Espada de Miguel. Tivemos o 200° episódio que respeitou numa simbólica peça de teatro tudo que os irmãos viveram até então. O que levaremos do 300° episódio?
[SPOILERS DEMONÍACOS ABAIXO]
Que o conceito de família continua sendo uma base extremamente inabalável após inúmeras temporadas. Já presenciamos demonstrações de amor, afeto e fraternidade entre os irmãos de formas que encheram os olhos de nós fãs, como por exemplo, o pacto feito por Dean para salvar o caçula morto ainda no final da segunda temporada. Só um sacrifício de muitos.
Depois de 12 longos anos, tivemos o retorno do personagem que tanto pedimos para reaparecer: John Winchester. Muita coisa tinha ficado pendente com a sua morte no início da segunda temporada e em Lebanon, recebemos o maior e melhor presente que a produção da série poderia ter dado. E não foi puro fan-service para nos agradar. Foi muito além disso. Foi lindo. Emocionante. Marcante.
Para quem estava desesperado e fazendo altos textos reclamando sobre o seu retorno, acredito que a lamentação tenha cessado após descobrir o motivo de sua aparição e melhor, tudo temporariamente. Os Winchester descobriram uma pérola capaz de conceder um desejo e ansiosos para utilizá-lo para deter Miguel, acabam tendo uma grande surpresa.
Antes de mais nada, esse sentimento de ter os pais de volta e uma vida mais tranquila já se encontrava enraizada nos meninos conforme foram se deparando com as mortes constantes de grandes amigos. Dean provou disso em Apenas um Sonho (2.20), onde por efeito de um Djinn, ele se viu numa vida sem caça com sua mãe e irmão. Só que o célebre episódio tratou de ser bem real. Não era sonho e muito menos realidade alternativa.
Não tivemos tempo de ver há alguns anos uma conversa sincera entre John e seus filhos. Neste episódio, tudo que tinha ficado pendente foi jogado na mesa e rasgando aquelas antigas feridas. Porém, de forma definitiva, curando-as. Dean se tornou um soldado muito jovem e precisava ainda cuidar de Sammy. Enquanto um teve sua infância intacta, o outro precisou virar um adulto. Enquanto um queria se manter longe dessa vida, o outro permanecia obediente àquele que o criou em meio a tudo isto.
Jeffrey Dean Morgan, Jared Padalecki, Jensen Ackles e Samantha Smith brilharam do início ao fim. Suas expressões foram mistas em questão de plenos segundos e isso foi muito bonito de ver. Ainda mais que a trama pedia uma dose em dobro de emoção para esta família tão conturbada. Dean recebeu o reconhecimento que sempre quis. Sam pôde expôr a culpa por não ter dito adeus para o pai no leito de morte. Mary teve a chance de rever o seu marido. Cada um teve o seu momento. A conversa definitiva.
Rever o Castiel temente a Deus trouxe nostalgia para uma quarta temporada excelente e ouvir Eu sou o anjo do Senhor deu aquela leve arrepiada de sua revelação para Dean após retirá-lo do Inferno. Além disso, tivemos Zachariah. Nem tive tempo de reclamar deste, uma vez que o humor inserido para ele não deu brecha para tal.
Cuidem um do outro.
Apesar de reciclagens de plots e mesmo ciclo Deus ex Machina em tramas que parecem impossíveis de resolver, Supernatural ainda possui fôlego para produzir episódios bons a excelentes, como este que aqui escrevo sobre. Portanto, seus 14 anos de estrada dentro do Impala não foram em vão.
Tá bom, eu sei que estamos aqui para comentar sobre o animê e tudo mais, mas de verdade, deixa eu repassar uns números pra vocês antes, pode ser?
Segundo um relatório da National Vital Statistics dos Estados Unidos (semelhante ao IBGE), nascem no território do Tio Sam, em média, sessenta quintupletos (ou múltiplos maiores. Depois de cinco, não vale muito a pena separar os casos) por ano. Considerando todos os nascimentos, as chances estimadas estão em torno de um caso em cada sessenta milhões (1:60.000.000).
Com uma pesquisa rápida no Google, você descobre que as chances de ganhar na Mega-Sena, com uma aposta mínima, é de uma chance em 50.063.860.
Os pais dessas meninas podiam ter ganhado na loteria, mas preferiram gastar a sorte deles ao parir quintupletos. Mas sinceramente falando, se você soubesse que suas cinco filhas seriam tão bonitinhas assim, você não aceitaria esse negócio também? Ninguém pode te julgar.
Voltemos ao que interessa, porém, e falemos do negócio em si. Baseado num mangá por Negi Haruba, “Gotoubun no Hanayome” (lit. “As noivas quíntuplas“) está em publicação desde 2017 na Shounen Magazine, e foi licenciado nos Estados Unidos pela Kodansha no meio do ano passado. O autor não tem lá muitos trabalhos anteriores, mas tem uma ótima arte e parece conseguir se virar nos roteiros.
Falando em roteiros, existem algumas situações na ficção onde fica claro quando o autor está tentando ser autobiográfico e quando ele está tentando escrever uma obra de autorrealização. Mas sabe que olhando para QuiQui (Essa não é a abreviação oficial mas ninguém vai me impedir de usá-la), o cara provavelmente fez os dois ao mesmo tempo.
Digo, dá uma olhada na situação: Um cara solitário e pobre, mas que é muito inteligente e tem boas intenções. Esse é, com certeza, o maior self-insert da história.
Aí você olha pro outro lado e vê cinco garotas lindas e milionárias que estão desesperadamente necessitando da sua ajuda e estão dispostas a pagar para ter você na casa delas. Ok, colocando dessa forma isso soou estranho… Mas essa dubiedade até que ajuda o meu argumento: É ou não é um sonho frustrado sendo realizado na ficção?
Mais uma vez, a dubiedade defende meu argumento.
Algo que eu achei incrível, porém, é que mesmo sendo um pedaço de papelão com buraco no rosto para você encaixar o seu próprio, o protagonista – Futaro Uesugi – conseguiu se mostrar como uma pessoa de personalidade e que é gostável, não apenas por ser fácil de se identificar com, mas por ter suas próprias características e trejeitos.
E as garotas… Ah, o que falar dessas garotas, hein? Tem a Nakano, a Nakano, a Nakano, também a Nakano e por fim a Nakano… São todas boas garotas. É, elas são irmãs e eu me recuso a chamá-las pelo primeiro nome pois chamar cinco personagens da mesma forma é muito mais engraçado. E como sabemos, não tem muito o que falar individualmente de cada uma, sem causar a temida waifu war que é sempre o maior centro de atividade em animês harém. Então eu uso desse artifício para poder dizer sem medo que a Nakano é a melhor garota.
Piadas a parte, as garotas caem muito facilmente nos estereótipos mais comuns do gênero: Temos a Tsundere, a garota quieta, a Tomboy esportista, a garota alegre e hiperativa, e a garota que eu gosto de chamar como “A ‘normal‘ que claramente vai vencer pois está na capa da obra“. Apesar de serem irmãs gêmeas, a única coisa que as liga é o sobrenome e a burrice. E admito que o autor teve o talento de transformar essa incapacidade intelectual das personagens em charme. Somado com o character design que já é de ponta, cada protagonista se torna especial e notável.
Claro, dentro dos padrões de haréns.
A cara da sua waifu ao descobrir que ela será esquecida e trocada por outro daqui três meses.
E agora voltando às piadas, que deixamos de lado no parágrafo anterior, o show se trata de uma comédia romântica, e portanto, deve ter um aspecto cômico e um aspecto romântico. Podemos dissecar ambos e falar sobre um de cada vez.
A comédia é suave e singela. Não é aquele tipo escrachado de humor, onde situações absurdas ou punchlines acontecem a cada dez ou quinze segundos. É um humor mais elaborado, mais lento. Eles preparam uma piada por alguns minutos, deixam ela marinando até chegar no ponto, e conseguem soltar com um timing que até então foi impecável. Não é um animê onde você passa mais tempo rindo do que assistindo, mas que consegue ser divertido de forma mais “chique”.
De forma semelhante, o clima “romântico” da obra também fica só no ar o tempo inteiro, sem nunca se estabelecer por completo. Pelas primeiras cenas do show, fica claro que o protagonista irá se casar com uma das garotas (OH MEU DEUS COM QUAL DELAS SERÁ?), fazendo com que toda a duração do animê se torne uma versão nipônica de How I Met Your Mother. Eu acho, nunca assisti How I Met Your Mother. Mas é interessante acompanhar como Futaro se esforça para ganhar a confiança das irmãs, uma a uma, para que possa enfim tentar ensinar alguma coisa para elas. E em troca, ele acaba também aprendendo a lidar melhor com pessoas. Pode até não ser amoroso, mas é isso que relacionamentos são, e QuiQui coloca os pingos nos i’s nesse quesito.
Nas palavras de Ted Mosby: “É quase que insano a quantidade de coisas que aconteceram em apenas um dia e meio…” – How I Met Your Mother S09E20
Por fim, eu preciso dedicar um parágrafo inteiro para falar sobre o elenco de dublagem desse show. Com uma equipe praticamente inteira composta por profissionais AAA, chega até a ser suspeito. Minase Inori, Hanazawa Kana, Taketatsu Ayana, Sakura Ayane, Itou Miku e Matsuoka Yoshitsugu são quem dão as vozes para as seis personagens principais. Se você acompanha o cenário de dublagem japonês, você com certeza reconheceu praticamente todos esses nomes. E se não acompanha, com certeza reconhecerá as vozes quando ouvi-las. São gigantes da indústria trabalhando em conjunto para fazer uma animação legal.
Quando olhamos para esse elenco todo, sempre se levanta aquela suspeita. Afinal, não é nada incomum você ter haréns genéricos (como é o caso) onde a única função é vender bonequinhos e CDs de música. Consigo pensar em uns dez casos só de cabeça, onde a história é negligenciada pois eles sabem que ninguém se importa, afinal, eles só precisam vender os singles.
Mas isso não é uma preocupação, por enquanto, com QuiQui. Apesar de ter certeza que eles vão ganhar toneladas de dinheiro com os respectivos bonequinhos e CDs (inclusive confesso estar tentado), a trama parece estar se levando a sério o suficiente para ser aproveitável em si própria.
Assim, The Quintessential Quintuplets trouxe uma boa impressão, e começa a temporada com um confortável 7/10, me deixando bem ansioso por novos episódios.
Você pode assistir ao show na Crunchyroll, que traz novos episódios todas as quintas-feiras, com legendas em português.
A primeira parte da nona temporada introduziu os Sussurradores, grupo essencial nos quadrinhos e a próxima metade dará sequência aos eventos do Mid-Season Finale, onde Jesus foi morto por um dos membros.
The Walking Dead retorna para o 9B em 10 de fevereiro.
The Handmaid’s Tale ganhou um vídeo promocional durante o intervalo do Super Bowl e usa como referência a campanha de 1984 do presidente dos EUA, Ronald Reagan.
O teaser começa com a narração:
“É manhã novamente na América. Hoje, mais mulheres vão ao trabalho do que nunca antes na história do nosso país. Esse ano, dezenas de crianças nascerão para família felizes e saudáveis. É manhã de novo. É manhã de novo”.
Logo em seguida, surge a voz de June e diz:
”Acorde, América. A manhã acabou.”
A terceira temporada de The Handmaid’s Tale retorna em abril pela Hulu.
A RedBox Editora está começando 2019 com o pé direito, com novidades e reimpressões de jogos cultuados. O mês de janeiro, então, está sendo marcado pela nova tiragem de Ca$h ‘n Guns e a novidade inédita, o jogo Mascarade! Confira detalhes abaixo.
Ca$h ‘n Guns
Em um armazém abandonado um bando de gangsters precisa dividir o fruto do roubo do século, mas eles não conseguem chegar a nenhum acordo sobre a divisão! É hora de pegar as armas e elevar a conversa a outro nível para se tornar o gangster mais rico – e vivo! – no final do jogo!
Ca$h ‘n Guns vai fazer você reviver as melhores cenas dos filmes de gangsters. Muita diversão, blefe pra todo lado, negociações pra lá de anti-éticas estão garantidas, mas apenas se você tiver coragem de jogar! De tanto rir ou por balas mal intencionadas, este jogo é simplesmente matador!
O jogo é uma criação de Ludovic Maublanc, e se enquadra na categoria de party games (jogos para festas), pois é jogado com 4 a 8 jogadores. Cada partida dura em média 30 minutos, e a recomendação é para maiores de 10 anos. O jogo dura oito rodadas, quando todas as cartas foram jogadas. Quem tiver a maioria dos diamantes recebe um grande bônus e pinturas pontuam baseado no número delas que você coletou. Ganha quem tiver a pilhagem mais valiosa!
O jogo é composto por: 1 Manual de Regras, 8 Armas de Espuma, 18 Marcadores de Ferimento, 9 Suportes de Plástico, 8 Personagens, 1 Marcador de Novo Chefão, marcador de primeiro jogar, 1 Mesa do Chefão, 1 Bônus de Diamante, 16 Cartas de Poder, 64 Cartas de Bala e 64 Cartas de Itens Roubados variados. O preço sugerido é R$ 179,90.
É um Baile de Máscaras no palácio real e os homens e as mulheres mais influentes do reino certamente estão presentes. Porém, alguns plebeus conseguiram entrar escondidos na festa. Todos os rostos encontram-se escondidos por belas e ornamentadas máscaras, e assim que a dança começa é praticamente impossível dizer o verdadeiro posto de cada um. Você pode até esquecer sua própria identidade! Porém, uma coisa é certa. Neste baile, todos têm o mesmo objetivo: ganhar mais ouro!
Mascarade é um party game simples e rápido sobre blefe e identidades escondidas de 2 a 13 jogadores. Cada jogador começa o jogo com uma identidade conhecida por todos, mas logo essas identidades começam a se movimentar pela mesa de forma tão rápida que é quase impossível de acompanhar. Você pode começar o jogo como Rei, mas estar com a identidade de um Camponês em um piscar de olhos. Felizmente, não importa se você é um plebeu ou se é a rainha em pessoa. Com um pouco de sorte, um blefe ousado e sabendo o momento certo, você pode transformar qualquer personagem no mais rico do reino!
O jogo é uma criação do designer Bruno Faidutti, e é composto por: 13 cartas de Personagem, 1 carta de Personagem em branco, 1 tabuleiro de Tribunal, Moedas de Ouro (valor total de 194, 14 marcadores de Pesonagem (incluindo um em branco) e 5 guias de jogador. O preço sugerido é R$ 79,90.
Na noite deste domingo (3) está acontecendo um dos eventos esportivos mais esperados e ganha bastante audiência entre os telespectadores. Para alavancar, os estúdios aproveitam para exibir vídeos promocionais de seus projetos cinematográficos. E um deles foi Capitã Marvel. Confira:
Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.
O penúltimo filme da Fase III será lançado em 7 de março.
Aposto que após assistir ao filme, você que aqui se encontra não conseguiu tirar da mente de como seria a parceria mortal entre John Wick e Duncan Vizla, certo? Pois então, saiba que não está sozinho neste desejo. A violência em Polar se faz presente, porém não foi o único chamariz atrativo.
Estrelado pelo excelente Mads Mikkelsen, a história mostra os preparativos de seu personagem, Duncan, prestes a se aposentar e seguir com uma vida de paz absoluta. Quem não quer se aposentar um dia, não é mesmo? O diferencial aqui é o trabalho no qual exercia. Assassinato.
Só que esta paz entrou em conflito quando precisou retomar suas atividades para evitar que seja morto. Daí em diante veio uma enxurrada de adrenalina para deixar o telespectador se contorcendo no sofá com os golpes, mutilações e muitas fraturas.
O grupo de antagonistas impõe a sensação de perigo que o protagonista enfrenta e mostra completa sintonia em seus atos ao longo de toda a trama, porém não o suficiente para representar um elemento preciso para derrotá-lo. Já Matt Lucas como Blut entrega um vilão bem caricato e cheio de trejeitos, o que torna esta caçada ainda mais divertida de acompanhar.
Vanessa Hudgens foi uma boa adição ao elenco, onde conseguiu transmitir através dos olhares, o medo e por consequência, o trauma sofrido no passado. É com ela que somos apresentados ao plot twist da história, que apesar de ser uma revelação frequentemente usada em alguns filmes de ação, ainda sim é mostrado aqui de forma suave e sem pressa. O longa não dependia deste fator, pelo contrário, foi se sustentando bem e a informação nova trouxe um sabor a mais. A interação entre Mads e Vanessa é muito boa, tendo ambos os atores bem equilibrados em demonstrar suas emoções. O sisudo de Duncan se complementa com o reservado de Camille.
Katheryn Winnick apresenta de forma dividida sua personagem Vivian, uma vez que trabalha contra Vizla e ao mesmo tempo, mostra preocupação em atiçar a onça com vara curta.
Polar possui uma salada bem agradável de elementos que permite um excelente entretenimento em sua duração de quase duas horas. A chance de uma sequência é bastante real e o gancho mostrado só corrobora por este caminho. Há potencial para até encerrar numa trilogia, se isso for possível. Quem iria reclamar? Até porque, queremos ver mais de Duncan Vizla dando uma boa surra em que se meter no seu caminho.
Polar é uma adaptação cinematográfica da Netflix do gibi de mesmo nome da Dark Horse escrita e ilustrado pelo espanhol Victor Santos.