A empresa chinesa Tencent divulgou as primeiras imagens do TPG Box, console capaz de rodar todos os seus jogos. Para os desinformados essa empresa foi a mesma que adquiriu a Riot Games em 2015.
O novo console teria a capacidade de rodar “League of Legends” “FIFA Online“, “Call of Duty Online” “Monster Hunter Online“, entre outros.
Intitulado TGP Box, o console teve suas primeiras imagens reveladas pelo usuário do TwitterDaniel Ahmad e será um híbrido entre console e computador.
Ahmad é um analista da empresa Niko Partners, uma consultoria especializada no mercado de games asiático.
It runs the Tencent Games Platform which means games like League of Legends, Fifa Online, Call of Duty and more can be enjoyed. pic.twitter.com/G7UW83sV0O
O TGP Box é uma espécie de Steam Machine, nada mais que um computador compacto. Entre as imagens podemos notar a nítida semelhança do controle em relação ao encontrado no Xbox One. Até o momento não há informações sobre o envolvimento da Microsoft nesse projeto.
Ahmad também detalhou algumas informações sobre o funcionamento da novidade, como seu processador de sexta geração da Intel, e a possibilidade de alternar entre uma interface voltada aos títulos da Tencent/Riot e uma versão do Windows 10.
O TGP Box vai custar por volta de US$549 (que equivale a R$ 1781,51) e será lançada, inicialmente apenas na China.
Foi divulgado o Sneak Peek do primeiro episódio da nova temporada de Supergirl. Nele podemos ver a heroína em ação junto com o Superman.
A segunda temporada de Supergirl vai trazer, finalmente, o Superman, que será interpretado por Tyler Hoechlin. Na primeira temporada eles já se comunicavam, mas o Homem de Aço nunca apareceu no programa.
Segundo o produtor Andrew Kreisberg, Kara (Melissa Benoist) terá que enfrentar o protagonismo do seu primo ultra-popular. Será um sentimento novo para a personagem. “A Kara durante a primeira temporada buscou ser popular e a confiança do povo da sua cidade. Coisa que o Superman já é mundialmente conhecido. A Kara terá que lidar com um pouco de inveja desse status” disse Kreisberg.
No início da tarde desta segunda-feira (26), a Marvel TV e Netflix lançaram o novo trailer para divulgar a primeira temporada de Marvel’s Luke Cage.
https://www.youtube.com/watch?v=wQGemT66yhc
O trailer contém várias cenas inéditas mostrando Luke Cage, Cottonmouth, Mariah, Claire Temple e Misty Knight. Além disso, ainda conta com a participação da lenda do rap, Method Man.
Apesar de ainda não ter sido lançada, o showrunner Cheo Hodari está ansioso para uma possível renovação e com ela, a eventual introdução de Heróis de Aluguel.
Marvel’s Luke Cage será a terceira produção na parceria entre Marvel/Netflix e será lançada em 30 de setembro pelo serviço de streaming.
A Mythos Editora, atual casa do Juiz Dredd e outras séries da revista inglesa 2000 AD no Brasil, publicará novos encadernados do Juiz.
Juntando-se à coleção atual composta por Juiz Dredd: Origens, Mandroide,Juiz Morte e América virão: Mutantes em Mega-City Um, Sobrenatural e Assassinos Seriais.
Mutantes em Mega-City Um é continuação direta da cronologia do personagem de onde a publicação foi interrompida na revista mensal brasileira Juiz Dredd Megazine. Serve como prenúncio da saga Tour of Duty.
Capa original do encadernado completo da saga Tour of Duty. O encadernado brasileiro será dividido em partes.
Assassinos Seriais e Sobrenatural são compilações especiais (exclusivas brasileiras) com histórias envolvendo assassinos em série e eventos sobrenaturais. A primeira traz o final da trama da Psicopata Global e, portanto, da fase do roteirista Gordon Rennie no personagem.
Além dos encadernados específicos do Juiz, Dredd Apresenta: Área Cinzenta é uma compilação das histórias publicadas na Juiz Dredd Megazine mais o final da segunda temporada da série, inédita no Brasil. Este já se encontra em pré-venda, e a série não possui ligação com as histórias do Juiz.
A Mythos Editora também já publicou outros encadernados da 2000 AD, ambos de obras do mago Alan Moore. A Balada de Halo Jones e o recém lançadoChoques Futuristas contém algumas das histórias do mago inglês em início de carreira.
Conexão Escobar está em um patamar diferente dos outros filmes. Enquanto alguns apostam nas cenas explosivas e exageradas, o novo filme de Brad Furman aposta na simplicidade, no roteiro e no elenco. Uma aposta que dá certo, resultando em uma película que nos faz apreciar a verdadeira sétima arte.
O processo de marketing para promover o longa foi bem fraco. Pouco se sabia sobre a trama, e todas as imagens e notícias que saiam direcionavam os holofotes para um só homem: Bryan Cranston. Este que está em seu ápice, tanto na televisão, quanto no cinema. Cranston carrega a trama nas mãos, conseguindo interpretar Robert Mazur da maneira mais fiel possível. Ele já passou por experiências parecidas como essa no filme Trumbo: Lista Negra, onde interpretou Dalton Trumbo com excelência. Conseguiu até uma indicação no Oscar, mas Leonardo DiCaprio já merecia faz tempo.
Infelizmente, com os holofotes direcionados a Cranston, os outros atores ficaram um pouco apagados, mas fizeram a diferença. John Leguizamo traz seu personagem de Chef (2014) de volta, mudando a profissão de cozinheiro para policial, e a atriz Diane Kruger se mostra inocente, mas muito perspicaz.
Vendo o título e a sinopse, a história é muito semelhante com um thriller de ação policial. Máfia, drogas, espionagem; todos esses elementos trazem consigo uma carga de violência, mas que não foram explorados para darem espaço ao elemento consagrado: a dramaticidade. Os personagens são introduzidos em contextos pesados, que envolvem família e confiança. Furman coloca os traficantes e mafiosos como bons e que todos tem um lado diferente envolvendo amizade e família, mas ao final, com uma cena que remete aos thrillers de ação e à filmes como Poderoso Chefão (1972) e Bons Companheiros (1990), Furman deixa claro que o ruim sempre pesa mais.
Apesar de ser um ótimo Robert Mazur, Cranston não tem grandes pretensões de fazer seu melhor trabalho, ou tão pouco de deixá-lo na memória do espectador. Tecnicamente, nem o filme tem essas pretensões de ser grandioso. E isso é que deveria ser o fundamental sempre, pois se a pretensão for deixada de lado, a qualidade se coloca na frente.
O Flash sempre foi um dos personagens mais queridos entre fãs da DC Comics. Seja graças a passagens memoráveis nos quadrinhos e sua importância histórica ou ao desenho animado da Liga da Justiça, o herói é o primeiro sinônimo de velocista lembrado pelo inconsciente popular. “Tal pessoaé rápida como o Flash“; “Fui e voltei rapidinho igual o Flash“. Entretanto, o Velocista Escarlate nunca recebeu a merecida atenção em adaptações live-action (apesar das tentativas, uma delas nos anos 90) até o ano de 2014, quando a série The Flash produzida pelo canal CW estreou. E com ela tudo mudou, pois os conceitos do universo de quadrinhos da DC Comics começaram a ser levados a sério de forma fiel, alcançando um novo público a partir daí.
Contém spoilers das duas primeiras temporadas de Flash.
O universo de séries da CW começou em outubro de 2012 com Arrow. O sucesso da série do Arqueiro Verde foi estrondoso, e graças a ele temos hoje diversas séries (algumas bem sucedidas, outras nem tanto) baseadas em quadrinhos, tanto da Marvel quanto da DC. Obviamente o histórico de séries de TV produzidas pela DC Comics é muito mais antigo, vindo desde os anos 50. Porém, a série do Arqueiro foi a responsável por modernizar as adaptações de quadrinhos seriadas na TV, além de verdadeiramente introduzir um universo coeso de adaptações live-action, algo semelhante ao que a Marvel vinha fazendo no cinema.
A série da DC mais recente até então era Smallville, que teve sua última temporada exibida em 2011, também no canal CW. Os atuais produtores do CWverso (como é chamado o universo das séries da emissora) apresentaram um pitch de uma produção baseada no Arqueiro Verde e receberam carta branca com uma única condição: afastar ao máximo a vindoura série do Arqueiro da fantasia que era Smallville.
Teve então o início da vida do Arqueiro Verde na TV, que ruma atualmente para sua quinta temporada, absorvendo inicialmente muita inspiração do realismo de Christopher Nolan em suas adaptações do Batman. A jornada de Oliver Queen seria a transformação de um vigilante procurado pela polícia para um herói conhecido, e com isso a personalidade clássica do Arqueiro dos quadrinhos foi perdida entre outros altos e baixos. Contudo, a segunda temporada (tida como a melhor da série) começou a introduzir elementos fantásticos dos quadrinhos como a droga da super-força Miraclo, “super” vilões e Barry Allen, o cientista forense que foi atingido por um raio e ganhou super velocidade. E com o renascimento de Barry Allen num hospital de Central City a DC Comics ganhou uma nova vida na TV, algo semelhante ao que ocorreu em 1956, quando a Era de Prata dos quadrinhos teve início graças ao novo Flash (o mesmo Barry Allen) e posteriormente, em 1959, ao novo Lanterna Verde (Hal Jordan), modernizando a DC da época.
The Flash é uma série que transpira quadrinhos. O cientista forense Barry Allen teve sua mãe assassinada por um misterioso borrão amarelo e seu pai foi julgado culpado. Vivendo com uma família adotiva, Barry cresce tentando desvendar o mistério do assassinato de sua mãe até o dia em que o Acelerador de Partículas dos Laboratórios S.T.A.R explode, gerando uma tempestade que deu poderes de diferentes formas a pessoas de diferentes tipos, entre elas o próprio Barry, atingido por um raio que gerou sua super-velocidade. A origem dos poderes de Barry foi adaptada para se encaixar à premissa da série, porém o grosso está aí.
O crescimento de Barry como um herói é explorado desde o primeiro episódio. O personagem vivido por Grant Gustin descobre novos limites para seus poderes a cada aventura, assim como nos quadrinhos as diferentes versões do Flash sempre fizeram. Tais aventuras acabam culminando em histórias envolvendo conceitos até então intocados em filmes ou séries. É importante lembrar que para algo se tornar verdadeiramente revolucionário deve abranger o maior público possível ao mesmo tempo que introduz algo novo ou simplesmente muda paradigmas. “The Flash” fez ambas as coisas, além de ter afastado o tom sombrio presente até então em Arrow e ter ideias atualmente refletidas nos quadrinhos e no cinema.
“O Flash do século 25 é o oposto de mim! Ao invés de ser um defensor da Lei… Ele é um bandido!”
O público-alvo da CW sempre foi os jovens. O catálogo de séries do canal é direcionado a pessoas mais novas, e isso gera o aspecto de “novela” das produções, sempre com dramas familiares e mensagens motivacionais. Porém, o trunfo de Flash está no modo como as histórias são contadas. Sendo um verdadeiro seriado de super-herói, as motivações dos personagens são muito bem trabalhadas (principalmente na primeira temporada), contando com um elenco de apoio excelente. De forma orgânica, Flash alcançou um novo público e começou a plantar as sementes de ideias exploradas nos quadrinhos desde os anos 50, sempre com destaque para a Era de Prata, fase da qual os idealizadores do seriado extraem muita inspiração, ditando assim o tom dos episódios.
Em uma única temporada Barry lidou com vilões “pé-no-chão”, animais com poderes (como o Gorila Grodd), viagens no tempo e o grande vilão Flash Reverso, responsável pela morte da mãe do herói. Numa crescente, os 23 episódios aos poucos adicionaram elementos importantes para a trama e para o final deste arco, fazendo com o que o público novato no mundo dos quadrinhos se acostumasse com tais conceitos e os consumidores fiéis de HQs sintam-se homenageados. Você pode não gostar da forma como a série é contada ou dos padrões da CW, mas há de convir que a coragem investida pelo trio de produtores (Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Geoff Johns) tentando aproximar a série dos quadrinhos é louvável. Tudo isso numa mídia mais limitada como a TV.
“Flash de Dois Mundos” referenciada no segundo episódio da segunda temporada.
Com a segunda temporada os fãs presenciaram mais conceitos bem trabalhados em tela, repetindo, totalmente inéditos para o público que consome somente live-actions tanto da DC quanto da Marvel. De forma massiva a série utilizou o conceito do Multiverso existente nos quadrinhos desde os anos 50, introduzido numa história da Mulher-Maravilha onde a heroína encontrava uma versão alternativa dela mesma, e posteriormente (tida como introdução oficial pela editora) na clássica “Flash de Dois Mundos“, onde Barry Allen encontra o Flash da Era de Ouro, Jay Garrick,que o inspirou a se tornar herói. Nunca negligenciando tais ideias a série da CW bebe diretamente da fonte dos clássicos do personagem para contar suas histórias, adaptando-as a um novo público consumidor. Rapidamente algumas Terras Paralelas foram estabelecidas na TV, incluindo uma onde o Caçador de Marte, Supergirl e seu primo Superman residem, enfrentando alienígenas frequentemente. Flash é capaz de fazer amizade com personagens de outras Terras e chamar a atenção de novos públicos através de um simples portal para um mundo que está vibrando em uma frequência diferente.
Connor Hawke, Flash dos anos 90 e um anel da Legião dos Super-Heróis. Todas imagens mostradas no momento em que Barry viajou para outra Terra pela primeira vez.
Além do Multiverso, fãs do Flash lidam desde sempre com a ideia do Legado de super-heróis. Barry Allen tornou-se o Flash somente graças a inspiração proporcionada por Jay Garrick. Wally West, o Kid Flash de Barry, tornou-se o Flash para honrar a morte de seu mentor durante a Crise nas Infinitas Terras. E o legado do Flash (bem como a Família Flash) sempre cresce. Tal abordagem também não é esquecida pela série da CW, onde na segunda temporada a maioria dos personagens de legado foram introduzidos. O Wally da série (baseado nos Novos 52), inclusive, é um fã do Flash e será utilizado como Kid Flash na terceira temporada. Jesse Quick foi atingida pela segunda explosão do Acelerador de Partículas e Jay Garrick é um Flash mais velho interpretado por John Wesley Shipp, o ator que deu vida ao Flash na série de TV dos anos 90. Sim, o legado é presente até na vida real.
Nas mãos de Mark Waid (maior e melhor roteirista a passar pela revista do herói, e grande fã da série de TV), o conceito da Força da Aceleração foi criado, e nas mãos de Kevin Smith a ideia foi adaptada e explorada a fundo pela primeira vez na telinha, sempre com o objetivo de ser algo didático para todos os públicos. E aos poucos as sementes são plantadas.
A Família Flash dos quadrinhos.
Porém, é importante ressaltar que a importância do seriado do Flash vai além da introdução de conceitos a novatos (algo extremamente positivo, obviamente). O sucesso gigantesco da série teve impacto até nos quadrinhos, onde muitos especulam que as mudanças recentes foram feitas para adequar o tom de ambas as mídias. Recentemente o legado foi trazido de volta com o Rebirth da DC Comics, onde o Wally West original retornou nas mãos de Geoff Johns e Barry deve treinar o segundo Wally. Com essa mudança, o cinema também foi impactado, com Johns assumindo um cargo mais alto e prometendo otimismo e esperança aos filmes da editora. Algo mais leve, similar ao que as séries de TV (Flash, Arrow, Supergirl e Legends of Tomorrow) se tornaram.
O já citado elenco de apoio também recebe atenção especial. Vilões como o Capitão Frio, Nevasca, Patinadora Dourada, Grodd, Flautista e Onda Térmica são bem trabalhados, alguns explorados até mesmo em spin-offs, e heróis também foram introduzidos aos poucos. Nuclear (com o conceito de legado explorado mais uma vez), Mulher-Gavião, Gavião Negro e Vibro foram alguns dos heróis apresentados na série de forma natural e, quase sempre, com bons atores. Por fim, o elenco de humanos razoavelmente normais, como Harrison Wells (vivido por Tom Cavanagh) ou o pai adotivo de Barry, Joe West (Jesse L. Martin) são responsáveis por alguns dos melhores momentos.
E as referências aos quadrinhos não param:
“Flash desaparece na Crise. Céu vermelho desaparece. Completa a fusão da Wayne Tech e Indústrias Queen.”
Não param:
Flash (uma miragem dele) se sacrifica para salvar o multiverso como na Crise original.
E não param:
Zoom torna-se o Flash Negro, entidade mortífera inimiga do Flash.
Com a promessa de expandir ainda mais esse universo da TV, a terceira temporada de Flash está marcada para estrear dia 04 deoutubro de 2016. A ideia da vez será o paradoxo do Flashpoint, saga moderna dos quadrinhos da DC criada por Geoff Johns e responsável pelo início dos Novos 52, adaptada ao contexto da série e prometendo impacto nas séries irmãs.
Que o time responsável por The Flash é fã do universo dos quadrinhos, todos já sabemos. O que ninguém esperava, talvez nem mesmo a Warner, era o fenômeno que o Velocista Escarlate se tornaria, retornando ao posto de uma das revistas mais vendidas da editora, rendendo muito com merchandising e com novos fãs tão devotos. O Flash voltou com tudo desde 2014 graças a série, e isso inegavelmente é um Fato Flash.
A brasileira Bilquis Evely foi confirmada como desenhista da Mulher-Maravilha na edição especial em outubro deste ano. A própria DC Comics fez o anúncio da mudança.
A edição terá o roteiro de Greg Rucka, que está desde o começo do Rebirth e a Wonder Woman #8 será uma edição especial independente que vai focar na origem de Barbara Ann Minerva, a Mulher-Leopardo. Nas edições atuais do título, tem sido contadas duas narrativas, uma chamada “Year One” onde Rucka e Nicola Scott estão explorando a origem da personagem e em “The Lies”, que Rucka faz junto com Liam Sharp, mostra Diana tentando reencontrar Themyscira, que sumiu no mundo, com a ajuda da Mulher-Leopardo.
Greg Rucka comentou que esse “interlúdio” surgiu naturalmente das histórias que nasciam tanto em “Year One” quanto em “The Lies”, e que a mudança veio de forma natural para a HQ. Onde vemos a Mulher-Leopardo como uma das principais.
Já a brasileira Bilquis Evely disse que é uma história muito profunda e humana, comentou como está sendo o laboratório para fazer a HQ. “Visitamos muitos lugares e pontos de referência arqueológicos diferentes, está sendo muito divertido,” disse Evely. “Estamos buscando trazer uma Barbara Ann que os leitores mudarão seu modo de ver a personagem. É uma oportunidade única que não pude recusar”.
Na DC Comics, Bilquis Evely já trabalhou em algumas edições de Bombshells e Legend of Tomorrow. E fez a arte em Doc Savage de Chris Roberson, publicada pela Dynamite Entertainment em 2013.
Horizon: Zero Dawn, foi um dos jogos presentes na Brasil Game Show 2016, além de ter sido uma das novidades de destaque da E3 2015.
Um ambiente espetacular com dinossauros robôs foi o que despertou a atenção de boa parte dos jogadores. As filas durante o evento não foram modestas, e o público precisou de paciência para testar o game. Paciência muito bem investida.
No jogo demonstração, os jogadores puderam usar variações do arco da protagonista Aloy para atacar ou capturar inimigos. Haviam também armadilhas, como barris explosivos, que te ajudava a enfrentar adversários vulneráveis a danos específicos.
Horizon: Zero Dawn mostrou uma jogabilidade interessante, mas que demanda um certo tempo para que possamos acostumar. Os movimentos de Aloy, são mais lentos e mais pesados comparado com outros protagonistas de jogos em mundo aberto. Isso de certa forma ajuda a alcançar o objetivo da gameplay. Onde o jogador deve avaliar todas as possibilidades antes de atacar o inimigo, tendo assim, que possuir sempre uma estratégia. A solução é investir em sua furtividade e uso de armadilhas ao invés do embate direto
Algumas coisas que chamaram a atenção foram a variedade de flechas e armadilhas. Ficou claro que em versões finais teremos a possibilidade de criar diferentes probabilidades, sendo alguns pontos chaves para o jogo. O sistema de combate foi bem explorado no game, onde acertar partes diferentes de um robô causará efeitos diferentes. Cada um tem sua peculiaridade, tendo assim pontos fracos e fortes. Atirar flechas de forma precipitada pode ser fatal para você. Mas em compensação uma flecha com destino elaborado será devastadora. Além disso, a I.A (inteligencia artificial) se mostrou bem ativa durante toda a gameplay. Como evitar passar próximo a armadilhas visíveis, reconhecendo o perigo eminente. Características que contribuem não só para a jogabilidade, mas também para a imersão.
E foi na imersão onde a Guerrilha Games, desenvolvedora de Horizon: Zero Dawn, acertou em cheio. Os gráficos estão ótimos, com uma variedade de cores. O sistema segura bem a quantidade de objetos móveis no cenário, contribuindo para dar veracidade ao novo mundo. Os robôs e os animais espalhados, se comportando de maneira própria, fazem com que realmente pareça um mundo “real” onde você deve lutar pela sobrevivência.
Diante de sua apresentação no evento, o jogo merece todos os elogios possíveis. Entretanto já sofremos um pouco com esse hype em relação a outros jogos. E durante os 10 minutos de gameplay disponibilizado podemos notar a falta de alguns elementos do jogo, não tínhamos mapa, nem mesmo uma ideia de como funcionaria o sistema de criação de itens. Alem de não ser apresentado um dos pontos principais para um jogo de mundo aberto, sua história.
A chance de ter experimentado um pouco do curioso mundo que envolve a protagonista Aloy foi única e incomparável. Esse é um dos jogos que com certeza terá uma análise aqui no site.
Horizon: Zero Dawn tem data de lançamento marcada para 1 de março de 2017.
Supervisores da DC Films comentam sobre os filmes da editora.
É notável que este universo compartilhado ainda não caiu 100% nas graças da comunidade geek e tudo isso se aplica ao mostrar uma atmosfera mais densa e fria, o que traz um certo estranhamento. O lançamento de Homem de Aço em 2013 veio como o início de uma nova era para os filmes de super-heróis, onde a Warner Bros. traria os personagens conhecidos e amados dos quadrinhos. Quem nunca sonhou em ver a Liga da Justiça em live-action enquanto assistia a série animada? Pois é. A DC Films veio para trazer luz à este universo, porém onde está essa Luz?
Os fãs ainda esperam a humanidade se unir ao Superman no sol.
A versão que o diretor Zack Snyder deu para o escoteiro não foi muito bem aceita, pois o principal argumento era a descaracterização feita sobre um dos maiores super-heróis de todos os tempos. Vimos um Kal-El inseguro e com dilemas pessoais como qualquer terráqueo teria em seu dia-a-dia. Seu apoio moral era através de seus pais, Jonathan e Martha Kent junto com a repórter Lois Lane. Eles eram o seu porto seguro no momento de suas principais dúvidas e questionamentos.
O filme até hoje é base de inúmeras discussões, seja para abordar a forma que Zack apresentou o personagem ou toda a personalidade do mesmo, se era algo que poderia ser considerado como canônico na trajetória dele. Não entrarei no mérito de dissecar argumentos positivos e negativos sobre a trama. Apenas quero salientar a forma como o primeiro longa do UEDC foi recebido.
O plano original era o lançamento da continuação do filme, porém a ideia de colocar os Melhores do Mundo num confronto foi bem mais sedutora. E assim, saiu parte da história de Batman vs Superman: A Origem da Justiça.
San Diego Comic-Con 2013. Zack Snyder chama Harry Lennix ao palco e este começa a ler uma das frases mais icônicas do Cruzado Encapuzado. A galera fica empolgada e quando o primeiro logo de BvS surge na tela, todos vão à loucura. Naquele dia, estávamos diante de um sonho começando sua trajetória para se tornar realidade. Cavaleiro das Trevas, obra do mestre Frank Miller, sendo adaptada para os cinemas. Surreal demais, certo?
Um ano depois, foi exibido um teaser que mostrava Batman ligando o bat-sinal e Superman no céu. Com um vídeo sendo lançado faltando menos de dois anos para o seu lançamento, a expectativa em cima da ”continuação de Homem de Aço” foi massiva. Todos queriam presenciar a melhor produção dos super-heróis até então e estimativas de bilheteria alcançava mais de $1 bilhão mundialmente. Só que tudo isso caiu por terra. Mais uma recepção mista e até num nível mais acalorado quanto o filme anterior. Uma das críticas envolveu o modo como Bruce Wayne agia como vigilante. Afinal, o Batman mata?
Além disso, a versão picotada no cinema prejudicou completamente aquele que deveria trazer o ar heróico e melhor entendimento sobre a trama. Como consertar isso? Versão estendida, baby. Os 30 minutos adicionais clarearam os planos de Lex Luthor e mostrou mais de Clark Kent/Superman. Um certo alívio percorreu nosso interior com essa saída, só que mais uma vez não era o que se esperava. O estrago, posso colocar dessa forma, já tinha sido causado. Algo precisava ser feito urgentemente e o nome disso foi: reestruturação.
Jon Berg e Geoff Johns.
Com as inúmeras críticas negativas, vários rumores encheram a internet sobre o futuro da DC Films e um deles sempre envolvia a saída de Zack como diretor em Liga da Justiça: Parte 2. Não demorou muito para a Warner Bros. apresentar seu novo plano, onde Jon e Geoff (que também já era Chefe Criativo da DC Comics) foram nomeados como supervisores de todos os filmes da DC. Função esta que era de Snyder. Em sua primeira entrevista após a novidade, Johns quis deixar claro que pretendia trazer o otimismo para as vindouras produções. Mais tarde, ele ganharia o mérito de se tornar o Presidente da DC Entertainment.
No final de junho, o estúdio permitiu que os principais sites de jornalismo relatassem tudo que viram durante a visita ao set de Liga da Justiça em Londres. Deborah Snyder relevou que o tom sombrio tinha sido deixado para trás por não se adequar à proposta do primeiro filme da equipe. O tom leve e até divertido fariam parte do roteiro. Só que não demorou muito para os fãs se sentirem incomodados com essa mudança, pois estariam seguindo o contrário que a editora é. Entretanto, temos que estar dispostos a aceitar modificações para um bem maior. Ser divertido não significa um besteirol americano. Significa uma atmosfera mais leve e descompromissada. O vídeo apresentado na Comic-Con deste ano teve justamente essa função.
Recentemente, Johns se sentou com o The Wall Street Journal para falar sobre sua nova função e o relatório deixou claro que seu objetivo é mudar a forma como esses personagens são percebidos. Um claro esforço para tornar os filmes mais inspiradores, onde terá início com a Liga.
”Equivocadamente, no passado, acho que o estúdio disse: ‘Oh, os filmes da DC são corajosos e sombrios, tornando-os diferentes. Isso não poderia estar mais errado’. É uma visão esperançosa e otimista da vida. Mesmo o Batman tem um vislumbre disso. Se ele não achasse que poderia tornar o amanhã melhor, ele pararia.”
Falando no personagem, o site acrescentou que o filme abordará as ações dele mostradas em Batman vs Superman, no que diz respeito a tortura de criminosos e a tentativa de assassinato ao Homem de Aço.
Berg também teve a oportunidade de comentar um pouco sobre a sua visão daqui pela frente. Quando perguntado sobre a reação aos dois primeiros filmes, ele respondeu:
”Para ter esses personagens fazendo parte da cultura pop é tão gratificante, embora, é claro que estamos desapontados pela forma como os filmes não obtiveram melhores avaliações.”
O Wall Street também confirma que a dupla trabalhou com Snyder e o roteirista Chris Terrio para fazerem algumas alterações no objetivo de mudar o tom do filme.
“Nós aceleramos a história para chegar à esperança e otimismo um pouco mais rápido.”
Os planos para dividirem a história da Liga da Justiça para uma possível sequência em 2019 foram abandonados.
”Estamos tentando ter um olhar em tudo e ter a certeza de permanecermos fiéis aos personagens e contar as histórias que os celebrem.”
Para finalizar, foi informado que é esperado não vermos nenhuma cena que quebre a narrativa da trama, ou seja, somente aquilo que seja necessário para o desenvolvimento dos personagens e dos plots apresentados.
Zack Snyder nos bastidores de Batman vs Superman.
Será que a redenção do UEDC virá com a Liga da Justiça? Não só em questão de um filme agradável para todos, mas também em termos de reconhecimento com o diretor que deu início ao universo. Teremos que esperar até novembro do próximo ano para concluirmos se o otimismo e esperança finalmente foi imposto ou se era apenas a mentira mais antiga da América.
Após interpretar o Dr. Manhattan em Watchmen, parece que o ator retornará para a Warner Bros. para mais um personagem da DC Comics.
Variety informa que Billy seria o escolhido para interpretar Henry Allen no vindouro filme do Flash. Até o momento, a Warner Bros. não se pronunciou para confirmar ou desmentir a notícia.
As filmagens de The Flash estão previstas para começarem em janeiro de 2017.
O Velocista Escarlate teve seu debut em Batman vs Superman na sequência onde alerta Bruce Wayne sobre o futuro e depois retornou num cameo em Esquadrão Suicida. Sua próxima participação será em Liga da Justiça.
Rick Famuyiwa será o diretor. No elenco: Ezra Miller como Barry Allen/Flash e Kiersey Clemons como Iris West. O filme está previsto para o lançamento em 16 de março de 2018.