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Quadrinhos

Alan Moore confirma a sua aposentadoria das histórias em quadrinhos

Com obras como Watchmen, Batman: A Piada Mortal e V de Vingança, Alan Moore se tornou um ícone entre os fãs de quadrinhos. Ele trouxe um nível de sofisticação e prestígio para os quadrinhos que normalmente é reservada às obras literárias e seus autores. Apesar de ser respeitado por sua complexidade e profundidade em suas tramas, Alan nunca abraçou a fama e as oportunidades que o acompanharam.

Ele sempre foi notoriamente franco em emprestar seus trabalhos para serem adaptados, tanto no cinema quanto em animação. Assim como sua crítica ao estado atual dos quadrinhos e suas grandes editoras (Marvel e DC Comics).

Não é essa a frustração que levou o autor a se aposentar, mas sim um sentimento de conclusão.

The Guardian reportou que Moore estará se aposentando em breve, onde o mesmo afirmou numa entrevista que ainda tem cerca de 250 páginas de quadrinhos restantes.

”Eu acho que tenho feito o suficiente para os quadrinhos. Fiz tudo que eu posso. Acho que se fosse para continuar a trabalhar em quadrinhos, inevitavelmente as ideias sofreriam por causa de reciclagens. E creio que eu e você provavelmente merecemos algo melhor do que isso. Sei que sou capaz de fazer qualquer coisa que alguém também é capaz de fazer. Eu não preciso provar nada para mim ou qualquer outra pessoa.”

Um dos trabalhos finais envolve o final de A Liga Extraordinária.

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Cinema

The Batman | Joe Manganiello confirmado como Exterminador

O presidente da DC Entertainment, Geoff Johns, confirmou que o ator Joe Manganiello (True Blood, Magik Mike) dará vida ao Exterminador (Deathstroke) no filme do Batman que será dirigido por Ben Affleck. A informação é do site TWSj.

Johns não confirmou se o personagem estará no filme da Liga da Justiça que está sendo filmado atualmente em Londres, e nem confirmou data de lançamento do filme do morcego que se chamará The Batman. Ben Affleck além de dirigir o longa e vai escrever o roteiro ao lado de Geoff Johns.

Joe Manganiello gravou o vídeo do Exterminador divulgado por Ben Affleck.

O site ainda diz que é Manganielo que usa o uniforme do caçador de recompensas da DC Comics no vídeo do Exterminador divulgado por Ben Affleck.

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Tela Quente

Crítica | Star Trek: Sem Fronteiras

Star Trek sempre explorou a relação entre o Capitão Kirk e sua tripulação, colocando em pauta a fidelidade e a convivência dentro da U.S.S Enterprise. O roteiro do nerd Simon Pegg coloca toda essa essência novamente nas telonas, e transforma Star Trek: Sem Fronteiras em um dos melhores blockbusters do ano. Justin Lin se tornou o responsável pela saga, após a transição de J.J. Abrams de diretor para produtor, já que estava dirigindo Star Wars. Lin consegue captar o que é e como deveria ser um filme de ficção e sci-fi, e junto com Simon Pegg traz uma aventura trekker de verdade.

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A ideia de separar e desenvolver os personagens em dupla é aproveitada da melhor forma. Scott (Simon Pegg) fica com a estreante Jaylah (Sofia Boutella), Kirk (Chris Pine) fica com o navegador, Chekov (Anton Yelchin). Spock (Zachary Quinto) se junta com Leonard McCoy (Karl Urban), que é um alívio cômico decente. Os personagens de Zoë Saldaña e John Chon, Uhura e Sulu, respectivamente, são menos aproveitados, mas não são esquecidos no meio da trama. O ambiente espacial, as naves e a federação são agradáveis de se ver quando, juntos com a trilha sonora, fazem o coração de qualquer nerd bater forte.

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No segundo filme, Além da Escuridão (2013), o vilão interpretado por Benedict Cumberbatch, Khan, se tornou uma grande polêmica. Idris Elba tinha uma grande missão nas mãos. Este que demora para se provar, sendo moldado por frases e ações previsíveis e clichês. Porém, depois de muitos acontecimentos, Krall se mostra um verdadeiro vilão. Há alguns obstáculos na história, coisas um pouco mal acabadas e concluídas, só que não comprometem nem um pouco. O roteiro é fechadinho,  mas deixa pontas soltas que podem e devem ser aproveitadas em um futuro não tão distante.

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Além de um grande filme que é, Sem Fronteiras é uma homenagem para o falecido Leonard Nimoy, que interpretava Spock nas séries de TV e que nos deixou há pouco tempo. Referências e easter-eggs não são poucos e alguns se tornarão memoráveis para os fãs.

Bonito, competente e extraordinário, Star Trek: Sem Fronteiras mostra o potencial que a franquia tem. Ela merece.

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Consoles Games PC

BGS 2016 | Jogamos ReCORE

Durante a Brasil Game Show 2016, tivemos a oportunidade de testar ReCore, um dos games em destaque no estande da Xbox.

O game é produção de Keiji Inafune, e trás a tona o desejo da humanidade de explorar o universo. A história de ReCore narra a vida de Joule, logo após acordar de um sono criogênico. O planeta recém descoberto e batizado de Novo Éden, deveria ter passado por uma terraformação e se tornado habitável, entretanto os robôs antes designados para preparar o planeta para a chegada dos humanos, se revoltaram e se tornaram hostis.

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Não tem como negar que ReCore diverte tanto por conta de sua jogabilidade e história envolvente quanto pelo carisma de seus personagens, embora os controles tenham várias combinações possíveis, e que muitas vezes não são respondidos de imediato. Alguns minutos de jogatina e já nos acostumamos com os padrões de comandos e como os ataques se relacionam com o sistema de dano, um pouco complexo, mas rapidamente assimilado pelo jogador.

Durante a gameplay a protagonista é acompanhada por dois robôs, Mack e Seth, que funcionam como os bichinhos de estimação da personagem, um “cachorrinho” e uma “aranha”. Ambos possuem características únicas e carisma inigualável, cada um tem sua maneira de agir, de se comunicar e de desempenhar os ataques simples e seus “especiais”. Em contra ponto, não é possível controlar simultaneamente os dois robozinhos. Uma iniciativa adaptada ao ritmo do jogo. Por um lado, reprime a liberdade do jogador e por outro, evita a fadiga de erros bobos e agiliza a dinâmica da gameplay. Todo o jogo é repleto de efeitos visuais bonitos e convincentes, além de que, durante os quase 3o minutos de jogatina, não notamos nenhum engasgo perceptível.

Tanto Joule, quanto seus robôs recebem melhorias com o decorrer da gameplay, mas os desenvolvedores ainda estão mantendo em segredo o quão vasto será. Os usos dos recursos encontrados seão fatores chaves para a tomada de decisões dentro do jogo. Joule, Mack e o resto dos robôs tem uma grande jornada pela frente, mas ainda vamos ter que esperar um pouco para poder descobrir o que acontecera com Novo Éden.

Com versões para Xbox One e PC, ReCore tem lançamento marcado para 13 de setembro.

 

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Tela Quente

Uma Noite de Crime | A ideia por trás do terror

Quem não gostaria de ter uma país com uma baixa criminalidade, baixos níveis de desemprego e uma economia próspera? Talvez todo mundo gostaria que isso acontecesse, mas será que seria tão facil essa utopia ocorrer? É o que Uma Noite de Crime (2013) tenta discutir, focando em uma trama interessante que coloca o espectador para refletir sobre as classes sociais e suas diferenças.

Em seu primeiro filme, Uma Noite de Crime conta a história da classe média e alta durante as 12 horas mais perigosas do ano, conhecidas como ‘’Expurgo’’. O Expurgo é uma tentativa governamental de re-estabelecer ordem e progresso na América novamente, que apresenta bons resultados. Todos os hospitais e delegacias ficarão fechados e inoperantes durante essas dozes horas e qualquer crime cometido não será penalizado pela lei.

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O protagonista James Sandin (Ethan Hawke) é um comerciante, que trabalha na área de segurança contra os expurgos. Apenas os mais ricos, que podem comprar seus equipamentos, são os que podem se sentir seguros na noite do Expurgo, mas parece que com a família de Sandin foi diferente. Ambos se mostram encurralados quando um grupo de jovens mascarados tentam invadir sua casa com o objetivo de matarem todos da família. Sem entrar em méritos como roteiro e direção, a perspectiva é o que mais chama a atenção.

O ambiente se forma mostrando a classe alta e média superior, vendo os mendigos e mais pobres sendo massacrados. Tudo pode ser um sucesso, mas a discrepância e o preconceito prevalece, mas que parecem despercebidos para os ricões americanos. É aí que entra a trama do primeiro filme, ao tentar mostrar que nem os ricos estão a salvos do expurgo e que a utopia pode ser um pesadelo para todos.

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“Esse país acabou com a vida do meu filho.”

No final dos créditos de Uma Noite de Crime, um homem fala isso para algum jornal. Isso mostra o quão absurdo o expurgo pode ser e que uma medida deve ser tomada imediatamente.

Antes disso, temos Uma Noite de Crime 2, que mostra o outro lado da moeda. A crítica social é muito mais complexa e explorada no ponto de vista dos mais pobres, como; Papa Rico (John Beasley), Cali (Zoë Soul),  Eva Sanches (Carmen Ejogo) e o personagem de Frank Grillo, Leo. Se passaram dois anos desde os acontecimentos do primeiro filme e agora temos a perspectiva dos que não acreditam na funcionalidade do expurgo. Carmelo (Michael K. Williams) é um deles, declarando que o expurgo só serve como manobra para matar as classes sociais mais pobres.

O acontecimento mais tocante e expressivo foi o ‘’suicídio’’ de Papa Rico, que aceitou uma proposta monetária de uma família estimada para ser assassinado por ela. É bem forte ver tudo isso acontecer e ver o quão sujo pode ser o sistema. A ação e o terror continuam presentes, mas não ocultam a principal ideia que o diretor James DeMonaco queria transmitir.

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O Expurgo Precisa Acabar.

A senadora Charlie Roan (Elizabeth Mitchell) será a protagonista do novo terceiro filme da franquia Uma Noite de Crime. Além disso, será a pessoa que entrará na política com o objetivo de acabar com o expurgo, porque ela tem muitos motivos para odiá-lo, já que sua família fora assassinada em uma das noites. Frank Grillo estará de volta e será um dos seguranças particulares de Roan, ambos têm histórias apavorantes durante as doze horas mais perigosas do ano.

James DeMonaco volta na direção e se prova competente em seu trabalho por conseguir colocar uma ideia, embora radical, nas telonas. O orçamento do segundo e terceiro filme foram de 9 e 10 milhões, respectivamente, e faturaram mais de 200 milhões de dólares. Com um orçamento baixo e atores médios, Uma Noite de Crime se mostra atencioso em debater e mostrar uma outra imagem da América e da atual situação mundial, apesar de nem estar tão distante da realidade.

Uma Noite de Crime 3, intitulado 12 Horas Para Sobreviver: Ano da Eleição aqui no Brasil, tem estreia nacional marcada para dia 15 de setembro.

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Cinema

The Batman | Exterminador estará no filme-solo do Cruzado Encapuzado

Após o ator Ben Affleck liberar o vídeo mostrando o personagem no set de Liga da Justiça nesta manhã, agora o site The Wrap está reportando que Exterminador estará em The Batman.

Nos quadrinhos, Slade Wilson sempre foi uma pessoa determinada. Alistou-se no exército quando jovem, destacando-se rapidamente e sendo condecorado com louvor. Recebeu treinamento de um superior. Este superior se chamava Adeline Kane. Se apaixonaram e se casaram. Em, seguida, nasceu Grant. Após certo tempo, Slade se ofereceu como voluntário em uma experiência médica (soro da verdade). Mais tarde, foi descoberto que este soro, na verdade, era uma experiência do governo em criar super-humanos. Esta experiência deixou Slade prostrado, mas se recuperou em seguida.  Ele teve como efeito colateral do soro como força e reflexos aumentados. Foi afastado do exército (ao desobedecer ordens ao salvar seu amigo Wintergreen). Assim começou a praticar a caça. Em segredo da família, tornou-se o Exterminador, um mercenário de aluguel.

Wilson é capaz de usar 90% de sua capacidade cerebral, fazendo lhe um mestre em táticas. Tem força, agilidade e reflexos exacerbados. É imortal, podendo regenerar-se. O olho direito que perdeu foi restaurado com um olho artificial, equipado com a visão infravermelha. Ele tem também anos do treinamento de combate e hábil em qualquer tipo de armas.

Slade já fez parte da C.O.L.M.É.I.A., Liga da Injustiça, Sociedade Secreta dos Supervilões, Titãs e Titãs da Costa Leste.

O roteiro de The Batman está sendo desenvolvido numa parceria entre Geoff Johns e Ben Affleck. Rumores apontam que o filme poderá ser lançado em 2018 numa data ainda não definida pela Warner Bros.

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Cinema

Liga da Justiça | Ben Affleck revela possível visual de Exterminador no set do filme

O ator e produtor executivo de Liga da Justiça, Ben Affleck, foi ao twitter no fim da manhã desta segunda (29) para revelar um vídeo com a presença de Exterminador. Confira abaixo:

Affleck não deu mais detalhes sobre o personagem, como sua possível aparição no vindouro filme da equipe ou quem sabe no primeiro filme-solo do Cruzado Encapuzado.

Liga da Justiça está sendo filmado atualmente em Londres e até o momento, The Batman está em processo de desenvolvimento do roteiro com a parceria entre Geoff Johns e Ben Affleck.

Liga da Justiça tem previsão de lançamento em novembro de 2017.

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Detective Comics Quadrinhos

Como o Rebirth salvou o Superman

Superman. O maior herói de todos os tempos, condenado a sofrer nas mãos de roteiristas que das duas, uma: ou não entendiam o personagem ou simplesmente distorciam tudo que ele sempre representou. Desde o reboot dos Novos 52 em 2011, o Superman deixou de ser um personagem chamariz da DC. A cueca por cima da calça sumiu, e o amor dos fãs mais antigos foi junto. Personagens como a Arlequina começaram a vender mais que o azulão. Mas a nova reformulação da Editora das Lendas, o Rebirth, vem fazendo jus ao personagem, salvando o herói da exposição ao sol vermelho dos últimos cinco anos.

Voltemos à 2011. A DC Comics anuncia seu reboot, com origens dos heróis recontadas (quase todas, pelo menos), artistas assumindo o cargo de roteiristas, velhos nomes voltando (e outros simplesmente largando de vez a editora), entre outras mudanças radicais. Um grande nome recebe a missão de recontar a origem do Superman neste universo mais jovem e com mais “atitude”: Grant Morrison.

Morrison, se encaixando à premissa de um universo de heróis jovens e sem quaisquer experiência, decide aproximar o Superman de suas origens da década de 30, quando Jerry Siegel e Joe Shuster o idealizaram. A revista Action Comics #1 de 1938 foi onde o herói surgiu. E em 2011, também na Action Comics #1 (que teve sua numeração zerada no reboot), Morrison deu início à sua fase que durou cerca de vinte edições. A origem do personagem foi recontada, e nestas revistas podemos captar diversas referências ao Superman inicial dos anos 30, um pouco mais violento e menos “símbolo de esperança“. Esse Superman jovem e mais violento, usando calça jeans e camiseta, posteriormente se tornou o herói com roupa azul sem a clássica cueca por cima da calça (que perdura até os dias de hoje). Mas a atitude menos racional e mais muscular continuou, se expandindo às outras revistas como a Liga da Justiça, Batman/Superman e a própria Superman, que inicialmente era escrita pelo grande George Pérez. Pérez inclusive largou a DC Comics de vez graças à péssima experiência no reboot, perdido no meio da bagunça.

Apesar da boa fase de Morrison no título (que do meio para o fim começou a envolver loucuras como Mxyzptlk e duendes de outras dimensões), pouquíssimas vezes o personagem agia como o que todos os leitores estavam acostumados. O conceito de reset foi literal no herói, enquanto Batman e Lanterna Verde mantiveram suas cronologias. Após essa fase, roteiristas como Greg Pak, Geoff Johns e Scott Lobdell assumiram o personagem, e mesmo com alguns bons momentos (especialmente na curta passagem do Johns), ele não evoluiu em momento algum, e tais fases serviam mais como histórias para cumprir tabela do que boas aventuras propriamente ditas. Em diversos momentos, a DC simplesmente parecia estar perdida: tirou os poderes do herói, revelou sua identidade, fez com que ele ganhasse novos poderes, criou novas revistas (razoavelmente bem sucedidas em vendas, como Superman Sem Limites, que apesar da história fraca contava com nomes top sellers na equipe criativa), etc. E nada parecia atrair a atenção dos leitores. Neste momento estamos prestes a entrar no Rebirth.

Convergência foi publicada. A saga que unia todos os universos alternativos da DC (pré-Crise, pré-Flashpoint, Entre a Foice e o Martelo e uma infinidade de outras realidades) em batalhas por suas sobrevivências serviu cronologicamente para trazer de volta um personagem querido dos fãs: o Superman. O mesmo que teve sua origem recontada por John Byrne na década de 80 logo após a Crise nas Infinitas Terras. O mesmo que se sacrificou enquanto lutava com Apocalypse para salvar a humanidade, e voltou dos mortos algum tempo depois. O personagem que teve sua origem reformulada por Mark Waid. O herói casado com Lois Lane (sem romance com a Mulher-Maravilha, como nos Novos 52), e mais: um pai. Esta Lois Lane pré-Flashpoint (a saga que deu origem aos Novos 52) tem um filho no final da Convergência, e então o Superman e sua esposa ganharam uma revista própria escrita por Dan Jurgens (roteirista do Superman dos anos 90, responsável pelo épico de ação que foi a morte do herói), aclamada pela crítica e fãs, chamada Lois & Clark. O casal está focado em criar seu filho, Jon, e isto foi o pontapé inicial que culminou no Rebirth.

O Superman clássico e querido pelos fãs havia voltado. Mas o Superman jovem dos Novos 52 ainda estava vivo. O que fazer? Simples: matar o dos Novos 52 e ao mesmo tempo criar um legado para este personagem, marca registrada da DC Comics. Com sua morte, o Superman mais velho (que até então agia nas sombras, evitando atrair holofotes) assume seu posto com o objetivo de honrar o símbolo da casa de El ostentado por ambos, e novos heróis surgem, como o Lex ‘Superman’ Luthor e a Superwoman. Grandes nomes como Peter J. Tomasi Patrick Gleason (dupla responsável pela excelente revista Batman & Robin) assumem a revista do Superman. Dan Jurgens fica com Action Comics, com a numeração antiga voltando a partir da edição #957. Isto é uma mensagem clara aos fãs: a esperança e o otimismo proclamados por Geoff Johns na edição especial DC Universe Rebirth também retornaram para o maior herói de todos os tempos. É o mesmo que todos amávamos antes dos Novos 52, aquele que se importa com todas e quaisquer vidas.

Não bastasse este resgate, as referências à história do personagem não param. Ao mesmo tempo, em Action Comics Dan Jurgens traz de volta toda a angústia da Morte do Superman ao fazer o Apocalypse retornar ameaçando a vida de todos, e mostrando o lado heroico de Lex Luthor, inspirado pelo sacrifício do jovem Kal-El, enquanto em Superman, Tomasi e Gleason trazem o Erradicador (personagem do Retorno do Superman) como o principal vilão, botando em risco a vida de Jon Kent, o super-filho, desenvolvendo ainda mais a relação familiar dos dois, algo similar ao excelente trabalho feito pela mesma dupla criativa na revista Batman & Robin, quando Damian e Bruce se aproximaram verdadeiramente como pai e filho.

Derivados como Superwoman guardam ideias que pegaram todos os leitores de surpresa, algo difícil de ser feito nos dias de hoje. Ao mesmo tempo em que a revista da heroína possui ligação com o “Super-universo”, Phil Jimenez também a utiliza para aparar pontas soltas deixadas pela Convergência, entregando brilhantemente uma história que soa como uma homenagem ao passado de Lois Lane e ao mesmo tempo honrando o mito do Superman. Na China, surge o New Super-Man de Gene Luen Yang. A Supergirl clássica está de volta pelas mãos de Steve Orlando. A Liga da Justiça de Bryan Hitch conta com a presença do Superman em tempo integral. E o universo do “Super” está mais próspero do que nunca, algo que não aconteceu nos últimos cinco anos. E os números do mês passado comprovam que o interesse dos leitores pelo personagem aparentemente foi retomado:

Com as edições #2 e #3 o herói continua firme no Top 20 de revistas mais vendidas dos EUA. Em dado momento dos Novos 52, o Superman chegou ao lamentável posto de revista número 310 nas vendas. O Superman Chinês aparece no Top 10, aparentemente tendo atraído a atenção dos leitores. E ainda não temos os números das vendas de revistas como Superwoman e Supergirl, que devem ser divulgados em breve.

Se números não são sinônimo de qualidade (e realmente não são), existe uma alternativa simples: perguntar a qualquer fã do Superman ou ler as diversas críticas em sites de quadrinhos. Superman e Action Comics, respectivamente, são duas das revistas mais elogiadas da reformulação da DC (ao lado do Batman de Tom King, da Mulher-Maravilha do Greg Rucka e do Arqueiro Verde de Benjamin Percy). E acredite: isso também é algo que não acontecia há um bom tempo.

A promessa aparente da DC para com o universo do Superman continua promissora, já que outras séries devem surgir em breve, como Super Sons, focada em Jon (já como Superboy) e Damian, tendo assim mais uma revista relacionada ao kryptoniano. Dan Jurgens, Peter Tomasi e Patrick Gleason seguem insanamente suas histórias, com ganchos promissores, cenas memoráveis e arcos de estreia muito interessantes. O sol amarelo voltou a brilhar e o Superman recobrou seus poderes, agora capaz de alçar vôos inalcançáveis até então. E a esperança dos fãs é de que a editora não jogue mais Kryptonita no personagem num futuro próximo, tornando-o incapaz novamente. O maior herói de todos merece ter o seu melhor oferecido a todos os leitores podendo voltar a inspirar novas gerações, mostrando o verdadeiro significado de ser um símbolo de esperança.

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Consoles Games

PlayStation 4 Slim | Unboxing

Em sua conta no YouTube o usuário Hussain Al-Barony adicionou um vídeo onde podemos ver um unboxing completo do novo modelo do PlayStation 4.

Já havíamos noticiado fotos vazadas do PlayStation 4 Slim, e ninguém sabia ao certo se eram ou não reais, mas com esse vídeo muito do que se dizia “rumor” pode ser confirmado.

 

 

Muitos ainda acham que tudo isso é pura falsidade, um pelo trabalho de imitação. E você, acha que o PlayStation 4 Slim do vídeo é realmente o que será lançado em breve ao mercado?

 

Rumores indicam que tanto o PlayStation 4 Slim, quanto o PS4 NEO, serão apresentados oficialmente no dia 07 de setembro em um evento fechado da SONY.

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Serial-Nerd Séries

Crítica | Scream (Segunda Temporada)

Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado, Temos Vagas, O Orfanato e Madrugada dos Mortos são famosos filmes do gênero terror/suspense, e alguns dos episódios da segunda temporada de Scream, que tenta levar a essência desses filmes e de outros para a televisão.

Emma Duvall (Willa Fitzgerald) está de volta em Lakewood após os terríveis acontecimentos que envolveram seu grupo de amigos e o assassino misterioso, que veste a máscara de Brandon James, uma modernização da máscara dos famosos filmes do Pânico. A primeira temporada se mostra atenciosa em explorar seus personagens o máximo possível, criar um mistério imprevisível, que deixe o telespectador ansioso, e finalizar sem grandes alardes. Conseguiu.

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Agora vemos uma segunda temporada com um novo assassino que busca vingança. Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado é o nome do primeiro episódio, e é bem condizente, já que se trata também de uma história de vingança. O terror volta para Lakewood e novos desparecimentos e mortes começam a ocorrer. Duvall precisa evitar o máximo de mortes que conseguir, e finalizar de fato essa caso. Audrey Jensen (Bex Taylor-Klaus), que já esteve na temporada passada, é chantageada pelo assassino a todo momento e se torna bem importante para a trama junto de Emma. Ambas são completamente envolvidas e têm um passado juntas, que também é explorado.

Noah Foster (John Karna), Brooke Maddox (Carlson Young) e Kieran Wilcox (Amadeus Sarafini) voltam e são pontuais em suas participações.

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Olá novamente, Emma…

Seria mentira se não dissesse que o pé atrás com o segundo ano era bem grande, pois é, era MUITO GRANDE. Se você cria uma grande história e a consegue finalizar em um tempo determinado, a chance  de dar certo querer prolongar muito é de zero porcento. Outro assassino, mais mortes e mais dramas familiares seria necessário?! Parece que sim.

Tudo desde trilha, roteiro, atuação, direção continua perfeito. A MTV tomou conta da série muito bem, e deixou a ação marketeira de lado e trouxe algo de qualidade para a televisão. A nova temporada não tenta se mostrar grandiosa e começa sem grandes intenções, sem muitos assassinatos e criando mais um mistério intrigante para o espectador.

Além de tudo isso, a série entrega mais personagens que atrapalham de uma forma positiva o segredo de quem seria o assassino. O melhor deles é Gustavo Acosta (Santiago Segura), que desenha todos os sobreviventes de Lakewood que viraram celebridades da cidade. Os desenhos são assustadores, já que todos apresentam alguma forma de violência, o que torna Gustavo um grande suspeito.

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Quem deixou você usar minha máscara?

Parece que não vamos nos despedir de Scream tão cedo como imaginávamos. A primeira e segunda temporada representam um mistério que parece ter acabado de vez, mas há uma ponta solta que precisa ser explicada.

A confiança na MTV em produzir mais uma ou duas temporadas para acabar a história de Emma Duvall e Brandon James é alta. Pois, se ela nos surpreendeu uma vez, a segunda vez não parece tão difícil.