No mês passado, a DC Comics divulgou os primeiros detalhes sobre os 80 anos do Batman. Detective Comics #1000 trará histórias inéditas de artistas os quais já contribuíram para a história do Morcego. Assim como introduzirá um novo personagem ao cânone, porém conhecido dos jogos do personagem: O Cavaleiro Arkham. Hoje, a editora divulgou novos detalhes sobre a publicação, assim como as capas, o visual do Cavaleiro e as equipes criativas dos contos. Confira:
Capa principal por Jim Lee
Cavaleiro Arkham por Doug Mahnke e David Baron
Década de 30 por Steve Rude
Década de 40 por Bruce Timm
Década de 50 por Michael Cho
Década de 60 por Jim Steranko
Década de 70 por Bernie Wrightson
Década de 80 por Frank Miller
Década de 90 por Tim Sale
Anos 2000 por Jock
Anos 2010 por Greg Capullo
“A popularidade duradoura do Batman durante 80 anos se comunica diretamente com o apelo geral o qual o personagem possui.” – explicam Dan DiDio e Jim Lee, editores da DC Comics –“Estamos orgulhosos em celebrar o impacto cultural do Batman com esses lançamentos especiais e ansiosos para comemorar com os fãs ao redor do mundo.”
A edição contará com duas páginas ilustradas por Jason Fabok, informando ao leitor o status atual do Batman no Universo DC. As equipes criativas de Detective Comics #1000 também foram divulgadas:
Kevin Smith e Jim Lee
Brian Michael Bendis e Alex Maleev
Warren Ellis e Becky Cloonan
Paul Dini e Dustin Nguyen
Dennis O’Neil e Steve Epting (Uma sequência da história “Não há Esperança no Beco do Crime” escrita pelo próprio O’Neil)
“Não há Esperança no Beco do Crime” história publicada em Detective Comics #457
Christopher Priest e Neal Adams
Geoff Johns e Kelley Jones
Tom King, Tony Daniel e Joelle Jones
Scott Snyder e Greg Capullo
James Tynion IV e Alvaro Martinez
Detective Comics #1000 será publicada em março de 2019. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Aquaman é predominantemente visual. Não há demérito algum nisso. É um bom filme. Minto, é um ótimo filme. Algumas pessoas acreditam que a arte de contar histórias está estritamente associada à força do roteiro. Entretanto, o redator o qual vos escreve, discorda fortemente desta lógica. É possível contar histórias através da estética. Em alguns casos, imagens dizem mais do que palavras. Não quero dizer que o roteiro é um elemento desnecessário para uma obra. Entretanto, a força de Aquaman não está no roteiro, está nos visuais, em tudo o que cerca Atlântida.
Quando James Wan pediu para que os produtores e Zack Snyder não apresentassem a cidade submersa em Liga da Justiça, pois tinha um grande papel dentro da narrativa de Aquaman, ele não estava brincando. A forte inspiração na arte épica de Ivan Reis e Paul Pelletier dos Novos 52, é notável e precisa ser admirada. O mar nunca pareceu tão interessante ou fascinante. A direção de arte de Bill Bzerski é excepcional. Somando os belíssimos cenários ao olhar único de James Wan na direção, temos um filme o qual você precisa ver para crer.
Ainda falando em Wan, o diretor não apenas sabe como apresentar cada canto dos vastos setes mares, como também coordena com maestria as cenas de ação. Planos-sequência são constantes aqui e dão um frescor único ao subgênero. Wan utiliza-se bastante do estilo aplicado por Zack Snyder, mas o aperfeiçoa, elevando-o à enésima potência. Outro acerto é como o diretor conhece seu elenco. Arthur Curry e Mera, se adaptam aos atores Jason Momoa e Amber Heard, e não o contrário. São mudanças as quais fortalecem o sentido da palavra adaptação. Momoa e Heard possuem uma química provocativa incrível, a maquiagem e penteado da dupla, contribuem para o surrealismo da produção, respirando quadrinhos.
Entretanto, o melhor personagem da projeção é Orm, brilhantemente interpretado por Patrick Wilson, o qual entrega uma performance extremamente imponente. Wilson está para Orm, assim como Shannon está para Zod. Ambos são personagens os quais possuem uma presença de tela formidável. Outro membro do elenco o qual é impossível de desviar os olhos da tela, é Nicole Kidman como Atlana, com um background muito maior em relação a sua contraparte dos quadrinhos. O Arraia Negra (Yahya Abdul-Mateen II), apesar de ser o elo mais fraco do elenco, é perfeitamente adaptado com sua linha de raciocínio extremamente vingativa e direta.
Outro aspectivo majoritariamente negativo, é a trilha sonora composta por Rupert Gregson Williams. Com exceção de duas faixas, o trabalho do compositor soa genérico aos ouvidos e destoa da perfeição visual apresentada pelo filme. O tema de Aquaman mal pode ser ouvido ou identificado, o que enfraquece, mas não compromete a imersão do espectador para com o filme.
O roteiro de Will Beal e David Leslie Johnson, não chega à superfície do script de Johns nos quadrinhos do personagem, apesar de oferecer muitos momentos genuinamente engraçados e frases as quais poderiam ser facilmente lidas em quadrinhos da Era de Prata. É um script bobo, porém simples e focado, sem muitas incongruências na trama a qual busca apresentar. Desempenha sua função, mas não é inspirado como algumas das produções anteriores da DC Comics.
Para finalizar, pode-se dizer que Aquaman é um marco para o cinema de quadrinhos. É o filme mais bonito do subgênero desde Valerian e Watchmen. É um verdadeiro colírio para os olhos e garante uma experiência apesar de imperfeita, extremamente única ao espectador. É a obra-prima e a experiência cinematográfica visual do ano. As premiações de efeitos visuais procurarão por um rei, mas encontrarão algo melhor: Um herói.
Em 2011, a DC Comics lançava a sua nova iniciativa: Os Novos 52. O selo tinha como objetivo reiniciar todo o universo DC, com exceção de Batman e Lanterna Verde. Com 52 títulos, o reboot, em sua maioria, não foi bem recebido pelos leitores. Entretanto, alguns títulos se destacaram como gratas surpresas. A maior delas, com certeza foi Aquaman por Geoff Johns. Enquanto a reinvenção da DC, não conseguiu lidar com o icônico Homem de Aço, ela conseguiu salvar o Rei de Atlântida do esquecimento.
O run de Johns é o mais importante para o personagem desde Peter David (Da década de 90). Durante 25 edições (Sem contar tie-ins e crossovers), o roteirista acrescentou novos elementos à mitologia do personagem e revitalizou o personagem, fazendo com que ele alcançasse um patamar de popularidade o qual ele jamais havia alcançado.
Composta por quatro arcos: As Profundezas, Os Outros, Trono de Atlântida e A Morte do Rei, a fase escrita por Johns é um dos trabalhos mais simples e dinâmicos da editora nos últimos anos. Logo na primeira edição, o roteirista se preocupa em descosntruir a péssima imagem do personagem possuída pelo público. Ele o faz, mostrando a rotina de Arthur Curry ao lado de seu grande amor, Mera. Para moldar o seu protagonista, Johns, através de flashbacks, utiliza duas figuras: Thomas Curry, o seu pai, o qual o incentiva a servir como faroleiro e o Doutor Shin, o qual faz com que Arthur tenha noção de que ele não apenas pertence a superfície.
Através dos comentários pejorativos de civis sobre o herói na história, Johns cria perfeitamente a tensão entre o pertencimento de dois mundos, um tema recorrente nas histórias do Aquaman. O roteirista cria o peixe fora d’água definitivo, não apenas mostrando sua bondade e heroísmo, mas mais tarde, explorando mais facetas morais no decorrer da narrativa, decorrente do seu passado.
“Você é meu super-herói favorito.”
É óbvio que este não seria um grande título, caso não possuísse personagens coadjuvantes bem escritos. Felizmente, todas as figuras de apoio obtêm de imediato o interesse do leitor. Seja Mera, pela sua imponência ingênua e desconhecimento perante as leis da superfície, Arraia Negra, através de sua vingança de “mão única”, ou Orm com sua xenofobia pela superfície e dono de um antagonismo formidável e uma ambiguidade moral esplêndida, o tornando mais do que um vilão, menos do que um herói.
As novas adições à mitologia como os monstros submarinos conhecidos como Abissais, o grupo de super-heróis repleto de diversidade e extremamente internacional, conhecido como Os Outros. Ou até mesmo, Atlan, aqui como o vingativo Rei Morto. A mitologia de Atlântida é explorada durante a reta final do run e Johns faz um maravilhoso trabalho com ela.
Não poderia encerrar este texto sem mencionar a arte. Pois muito mais do que o script simples e focado de Johns, Aquaman dos Novos 52 nada seria caso Ivan Reis, Joe Prado, Paul Pelletier e Rod Reis não fossem responsáveis pelos desenhos. O trabalho gráfico de todos os artistas eleva a HQ ao nível de uma produção de Hollywooddo gênero épico (Melhor inspiração para o filme, impossível, não é, James Wan?) É impossível contar nos dedos quantas splashpages existem nessas 25 edições.
Apesar do término do run, o roteirista planejava uma história com a Liga da Justiça chamada: Ascensão dos SetesMares. Infelizmente, nenhum detalhe, além da equipe criativa (a mesma), foi divulgado.
Essas são apenas algumas das splashpages do gibi.
Aquaman por Geoff Johns é a introdução definitiva ao Rei de Atlântida. Com uma arte em escala épica e um roteiro simples e extremamente focado, esse não é apenas o grande momento do personagem nas HQs, assim como é uma das fases mais satisfatórias publicadas pela DC Comics nos últimos anos.
Um dos épicos da DC Comics chegará às livrarias neste final de ano! Crise de Identidade, de Brad Meltzer, Rags Morales e Michael Blair já está em pré-venda em lançamento da Editora Panini! Confira detalhes abaixo.
Dizem que os super-heróis mantêm a identidade secreta para proteger seus entes queridos. O Homem-Elástico é um dos poucos cuja identidade é conhecida pelo público. Quando sua esposa é cruelmente assassinada no próprio lar, a tragédia atinge em cheio a comunidade de heróis. Unidos por seu ideal de combate ao crime, todos os vigilantes começam a vasculhar o país em busca de pistas e suspeitos. Mas Arqueiro Verde, Canário Negro, Gavião Negro, Eléktron e Zatanna ficam para trás, protegendo um segredo que, se revelado, pode modificar para sempre a relação entre heróis e vilões.
Crise de Identidade foi sucesso de público e crítica, mudando para sempre o modo como olhamos para o universo dos super-heróis. Um verdadeiro divisor de águas para a DC Comics, trazendo uma nova era mais sombria aos heróis, esta história lida com temas muito pesados e por muito tempo foi uma das favoritas dos fãs.
As capas são do artista Michael Turner (1971 – 2008), que também marcou um período específico na DC Comics ilustrando séries como Supergirl e Superman/Batman. Brad Meltzer, roteirista, é um famoso argumentista norte-americano que tornou-se conhecido por seus livros e veio a escrever quadrinhos posteriormente, responsável por títulos como Arqueiro Verde e Liga da Justiça da América. Parte essencial da Crise de Identidade são os retcons (detalhes que recontam as histórias originais) inseridos por Meltzer, alterando alguns aspectos que dividiram opiniões. Rags Morales, desenhista da história, já ilustrou a série do Asa Noturna e Action Comics, essa última ao lado de Grant Morrison.
Enquanto jornalistas não acreditam em uma versão do diretor de Liga da Justiça, alguns fãs, o fazem. Desde seu lançamento, as mudanças ocorridas na produção, têm sido palco para longas discussões entre os fãs. Apesar da Warner Bros não ter se pronunciado em relação a isto, muitos membros da produção o fizeram. Desta vez, foi Jason Momoa, o qual tocou no assunto. Em entrevista ao Chris Van Vliet, o ator foi perguntado sobre onde Aquaman está situado na cronologia:
“Acho que se passa imediatamente após Liga da Justiça.”
“Um dia após, uma semana após?”
“Sim, pois no corte de Zack, nós tivemos uma cena onde eu estava com Vulko e Mera. E eu digo que eu preciso ir para casa e eles dizem que há uma força vindo, que eu preciso ajudá-los. Eu respondo algo do tipo: “Preciso visitar o meu pai.” Então, eu entro na caçamba de uma caminhonete e bebo um gole de alguma coisa e ela vai embora. Esse era tipo, o fim de Liga da Justiça. Depois, corta para mim, indo para casa e nadando em direção a um submarino.”
O corte teatral de Liga da Justiça termina com Arthur mergulhando no oceano. Muito diferente do final original descrito por Momoa, trazendo ligação direta com o seu filme solo. Apesar de não ter ido para o corte final, a cena pode ser encontrada em um dos vídeos de divulgação do filme, falando sobre os personagens. Confira:
Se um dia veremos o filme original da Liga da Justiça, isto é um mistério. Entretanto, ainda há muito a ser descoberto. Aquaman é dirigido por James Wan e chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de dezembro. Para saber sobre tudo o que acontece no cinema, fique ligado na Torre de Vigilância.
O catálogo de dezembro da editora Panini trouxe uma novidade incrível para os fãs do Homem de Aço. Superman 80 Anos: Action Comics Especial será publicado em dezembro pela editora. Compilando Action Comics #1000 e Action Comics #1, o encadernado visa comemorar os 80 anos de criação do personagem. Assim como a DC Comics o fez, em abril deste ano. Confira o release divulgado com exclusividade pelo Planeta Gibi:
A coletânea conta com histórias escritas por diversos autores como Peter Tomasi e Tom King. Além disso, funciona como prelúdio para a fase de BrianBendis pelo Superman. Aqui no Brasil, o formato da publicação será em capa cartão, lombada quadrada, miolo LWC, em 128 páginas, ao preço de R$23,90. Superman 80 anos: Action Comics Especial será distribuído em bancas e comic-shops, em dezembro. Você pode conferir nosso ranking das histórias da edição, aqui.
Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Em 2019, Batman completará 80 anos de existência. Assim como o Superman com Action Comics, a revista primária do Morcego, chegará à milésima edição. Detective Comics #1000 será publicada em março do ano que vem. A DC Comics divulgou alguns detalhes sobre o quadrinho e sobre a comemoração. Confira:
Selo comemorativo da publicação
Detective Comics será um HQ de 96 páginas. A história principal da edição será escrita por Peter Tomasi e ilustrada por Doug Mahnke. A dupla introduzirá o Cavaleiro Arkham no Universo DC. O personagem foi criado para os jogos da franquia Arkham e agora, fará parte do cânone. Já foi divulgado que Jason Todd não está por trás da máscara do Cavaleiro. O que acarreta em um novo mistério: Quem é o Cavaleiro Arkham?
Também teremos histórias secundárias por Geoff Johns, Brian Bendis, Paul Dini, Christopher Priest, Dennis O’Neil, Neal Adams, Kelley Jones, Dustin Nguyen, Alex Maleev, entre outros.
Por Jim Lee
Além disso, também será publicado um encadernado capa-dura, coletando os momentos mais importantes da história do Cavaleiro das Trevas, tais como: As primeiras aparições de Robin, Mulher-Gato e Batgirl. Assim como uma história escrita por Paul Levitz e ilustrada por Denys Cowan e os layouts originais de Lew Sayre Schwartz para Detective Comics #200.
“A popularidade duradoura do Batman durante 80 anos se comunica diretamente com o apelo geral o qual o personagem possui.”– explicam Dan DiDio e Jim Lee, editores da DC Comics – “Estamos orgulhosos em celebrar o impacto cultural do Batman com esses lançamentos especiais e ansiosos para comemorar com os fãs ao redor do mundo.”
Detective Comics #1000 e Detective Comics: 80 anos do Batman serão publicadas em março de 2019. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Criadas por Jack Kirby, as Fúrias Femininas são um grupo de guerreiras de elite lideradas pela terrível Vovó Bondade. Finalmente, as mulheres de Apokolips receberão destaque em sua primeira minissérie. A HQ contará com os roteiros de Cecil Castelluci (Shade) e os desenhos da brasileira Adriana Melo (Aves de Rapina). Confira a capa da primeira edição:
Fúrias Femininas #1 por Mitch Gerads
“Por toda sua vida, as Fúrias Femininas foram criadas para ser a força de combate mais cruel, mácula e astuta de Apokolips. Então, por que as garotas da Vovó Bondade são deixadas para trás toda vez que os homens vão para a guerra? Com o poder de Novo Gênesis pairando sobre o planeta, e o Povo da Eternidade fazendo picadinho do exército de Darkseid, ela pensa que é hora de mudar. E foi assim que Grande Barda, Aurelie, Mad Harriet, Lashina, Bernadeth e Stompa partiram para derrotar os meninos em seu próprio jogo. Mal eles sabem, o jogo é manipulado e um erro pode significar um desastre para nossas heroínas!”
Em entrevista ao Polygon, Castelluci comentou a respeito sobre os temas explorados na obra: “A verdade é que elas vivem sob as circunstâncias de Apokolips e de quem está no poder. Como essas mulheres despertam e em última análise, reconhecem a si mesmas, com sua sorte? Como elas encontram seu verdadeiro poder e se tornam um time para mudar para o melhor ou para o pior? O que significa ter alguém de volta, depois de anos esfaqueando pessoas pelas costas?”
Por Adriana Melo
Depois do sucesso de Senhor Milagre por Tom King e Mitch Gerads, o qual foi concluído esta semana, a DC Comics parece estar interessada em trazer de volta o Quarto Mundo de Jack Kirby aos holofotes. A minissérie das Fúrias será composta por 6 edições. A publicação começa em fevereiro de 2019. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Finalmente publicada, The Green Lantern #1 traça rumos mais simples para o Lanterna Verde. Escrito por Grant Morrison e ilustrado por Liam Sharp, a HQ tem como objetivo explorar o cotidiano de Hal Jordan como policial espacial e sua relação complicada com a humanidade.
ATENÇÃO, CONTÉM SPOILERS!
Na edição, três perigosos criminosos se dirigem à Terra, em um jato pilotado por Lanternas Verdes, tendo em mãos o Lucky Dial, uma espécie de objeto o qual traz sorte para o seu portador.
Lucky Dial, o amuleto da sorte
Avistando o veículo caindo, Jordan se dirige ao local da queda e salva um dos Lanternas Verdes. Logo após, ele confronta os criminosos os quais diferente do que acreditavam, não estavam utilizando um amuleto da sorte, mas sim, fazendo uso da própria sorte, a qual acaba quando o Lanterna Verde os impede.
Nos últimos momentos da edição, Hal é chamado a Nova Oa, onde um dos Guardiões discute com ele sobre o caso dos três criminosos. O Cavaleiro Esmeralda é levado até a Biblioteca, onde se encontra o Livro de Oa, arquivando todos os atos dos Lanternas Verdes. É aqui onde o roteiro de Morrison começa a plantar sementes grandiosas possuindo relação direta com o Renascimento.
Olha o símbolo do Manhattan ali.
Em determinado momento, é dito pelo Guardião:“Entretanto, durante exaustivas revisões de seu conteúdo, análises tem revelado certas falhas. Revisões e ajustes têm sido feitos, sem que saibamos. O que nos leva a crer que talvez o Livro de Oa não seja tão confiável assim.”
Para quem não lembra, durante o one-shot, Universo DC: Renascimento, é revelado que o Doutor Manhattan roubou 10 anos da vida dos personagens do Universo DC. Os mistérios estão sendo solucionados na minissérie Doomsday Clock, por Geoff Johns e Gary Frank. Na última edição da revista, foi dito que Manhattan alterou os eventos da origem de Alan Scott, o primeiro Lanterna Verde.
Doomsday Clock #7
Mais tarde, o Guardião afirma que Jordan trairá os Guardiões no futuro. Esta profecia deve ser desenvolvida no decorrer da série. Para finalizar a edição, um LanternaAnti-Matéria está sendo construído pelos Blackstars.
Apesar da proposta simples, o título, em sua primeira edição, começa a traçar um caminho grandioso para a história, visto que ainda explorará o Multiverso, com a Terra-15, um universo utópico, o qual foi destruído pelo Super Boy Prime. O único resquício desta terra é um fragmento conhecido como Graal Cósmico.
Terra-15
Para saber sobre tudo o que acontece no Universo das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.
Durante a New York Comic Con, o roteirista Geoff Johns ao lado do desenhista Jason Fabok revelou novos detalhes da saga Três Coringas, que mostrará o Cavaleiro das Trevas investigando o trio dos príncipes do crime e como eles foram parar em sua dimensão.
Os Coringas serão: O moderno, o original dos anos 60 e o insano psicopata da história Piada Mortal. “O mais legal sobre essa história, é que ninguém sabe nada sobre. É uma versão bem madura. Eu nunca consegui escrever uma história do Batman com o Coringa, e Jay nunca desenhou uma. Queríamos contar a melhor história do Batman, e a melhor história possível do Coringa.” Falou Johns.
Batman, Jason Todd (Capuz Vermelho) e Bárbara Gordon (Batgirl) serão os protagonistas da saga. Todos os herói citados, já sofreram traumas pelas mãos do vilão.
Três Coringas será lançado em algum momento de 2019 nos Estados Unidos.