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Geoff Johns e Jason Fabok irão revelar mistério dos três Coringas em breve

Quando foi lançado o one-shot que iniciava a era do Renascimento da DC Comics, um mistério pairou no ar: por que existem três Coringas no Universo da Casa das Lendas? Algumas vezes ao longo desde a revelação de forma oficial até hoje, foram abordadas sobre o fato, mas nada de muito concreto.

Bem, até agora…

Durante o painel Batman que rolou no último sábado na C2E2 em Chicago, um fã perguntou para Jamie S. Riche, editor das HQs do Homem-Morcego, quando seria desvendado o mistério dos Três Coringas. Riche não escondeu o jogo:

“Jason Fabok está trabalhando nessa história. Criando algumas páginas e existem alguns roteiros escritos por Geoff Johns. Está chegando”, disse o editor.

Painel Batman C2E2 2018.

Na imagem do one-shot, são apresentados três Coringas, mas cada um de uma época distinta. O pré-Crise nas Infinitas Terras, o Coringa (da graphic novel A Piada Mortal) do fim dos anos 80 e a versão mais recente, dos arcos Morte da Família e Endgame, escritos por Scott Snyder.  Essa última e mais atual versão do Palhaço do Crime, estava sumida desde os Novos 52. Mas em Dark Nights: Metal ele foi visto preso em uma parte secreta da bat-caverna, mas escapou e está desaparecido há meses.

Vamos lembrar que no arco Darkseid War, na HQ da Liga da Justiça, Batman tomou posse da Cadeira de Mobius e se tornou o Deus do Conhecimento. Então ele pergunta a verdadeira identidade do Coringa, revelação que o deixa em estado de choque, mas que não divide com os leitores.

Na verdade, a cadeira revelou que existe não somente UM Coringa e sim TRÊS. O que deixou tudo mais confuso.

Fique ligado na Torre de Vigilância para futuros detalhes sobre esse mistério.

 

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DC anuncia título mensal da Mulher-Gato por Joelle Jones

Durante o painel sobre Batman na C2E2, a DC anunciou uma nova revista mensal para a Mulher-Gato. Os roteiros e os desenhos serão de Joelle Jones. A artista vem desenhando alguns arcos da fase de Tom King pelo Morcego. As cores serão de sua colaboradora em Lady Killer, Laura Alfred. Confira a capa da primeira edição:

Mulher-Gato #1 por Jones e Alfred

A trama se passa durante a noite do casamento entre Bruce Wayne e Selina Kyle. A ex-vilã terá que lidar com um ladrão imitador nas ruas de Gotham City. Um novo vilão será a causa dos problemas dela. Durante o painel, Tom King recomendou aos leitores para que leiam a edição de casamento antes da nova revista mensal. Mulher-Gato #1 será lançada em julho, no mesmo dia que Batman #50. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Quadrinhos

Selina Kyle usará uniforme icônico em Batman #46

Em Batman #46, Selina Kyle vai usar um novo modelito, e não estamos falando do vestido de casamento, e sim de um novo uniforme de Mulher-Gato. A revelação foi feita pelo desenhista Tony Daniel por meio de sua conta no Twitter.

A edição vai mostrar o Homem-Morcego e a sua futura esposa em uma aventura pelo tempo com o Gladiador Dourado. A roupa usada por Selina foi imortalizada no filme Batman – O Retorno (1992), onde a personagem foi interpretada pela atriz Michelle Pfeiffer.

Tom King promete para Batman #46 uma divertida e perigosa viagem no tempo, e que deve ter consequências na linha temporal. A DC Comics está preparando o terreno para o grande evento na edição 50 quando finalmente acontecerá o casamento entre Bruce e Selina.

Saiba mais detalhes futuramente na Torre de Vigilância.

 

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Infelizmente, Dark Nights: Metal não deu liga

Anunciada em 2017, a saga Dark Nights: Metal chegou ao seu fim na última quarta-feira. Escrita por Scott Snyder e com desenhos de Greg Capullo, a história fez muitas promessas. A primeira delas, era apresentar o Multiverso Sombrio. A segunda, encerrar todas as pontas soltas deixadas pelo Batman dos Novos 52. E a terceira, definir o futuro do Universo DC. Nada foi cumprido, pois tudo foi mal executado. Essa é provavelmente a pior história da DC nos últimos anos.

A Crise nas Infinitas Terras inaugurou as mega sagas. Crise Infinita seguiu seu legado, assim como Crise Final, elevando essas concepções a outro patamar. Mas isso foi passado. Mega sagas só são atrativas quando extremamente bem planejadas. Quando o editorial está em sintonia com a equipe criativa. Isso evita muitos erros de continuidade. Mas o problema de Metal não foi o editorial, foi o próprio roteiro de Scott Snyder.

Capa da primeira edição.

Um amontoado de ideias extremamente promissoras como o Multiverso Sombrio. Terras negativas geradas pelo medo e com Batmen malignos. Eles estão ali apenas para vender os próximos licenciados da editora e nada mais. O mais famoso deles, o Batman que Ri, é quase um Boba Fett. Ou trazendo para a linguagem DC, um Superboy Prime. Visual interessante, background promissor, mas nunca sai do lugar e fica apenas na promessa. Na verdade, Metal às vezes nem promete. Apenas imagina. Vários elementos são introduzidos e esquecidos ao decorrer da trama. Os prólogos em Dark Days se provam inúteis, assim como muitos tie-ins.

Na verdade, os tie-ins são a parte boa de Metal. Alguns deles sobre as versões maléficas do Batman são bem escritos. Outros, como Wild Hunt – por Grant Morrison – soam como uma verdadeira sinfonia em quadrinhos. Eles realmente trazem a empolgação e aproveitam muito bem os conceitos. Para chegar na saga principal e tornar tudo superficial novamente. O grande problema é a banalização do massaveio.

Hunt
Leiam Wild Hunt.

Massaveio nada mais é quando um roteirista apela para ação e frases de efeito apenas para parecer legal. Nada contra isso, toda mega saga tem massaveio. Aliás, o que seriam delas sem momentos assim? Mas Metal não entende os limites disso. Logo na primeira edição, a Liga da Justiça forma um Megazord e o Batman monta em um dinossauro. Tudo em prol da loucura e do heavy metal. Personagens são jogados de forma extremamente aleatória, mas está tudo bem. Sabe por quê? O Batman está montado em um Dragão Coringa! Esqueça a trama, certo?

São tantos conceitos criados os quais ele não consegue lidar. Quando é chegado o clímax da saga, o que deveria ser catártico, se torna extremamente patético. Recursos de metalinguagem são inseridos de uma hora para outra. Scott Snyder acredita ser Grant Morrison. Mexe com o Retorno de Bruce Wayne, utilizando Barbatos, mexe com Multiversidade e apresenta uma solução extremamente semelhante a de Crise Final, mas nada funciona.

Megazord
Sim, a Liga da Justiça formou um Megazord. Já viu de tudo, certo? Ha! Mas não mesmo.

Na verdade, a reintrodução dos Gaviões ao Universo DC funciona e alguns momentos da Mulher-Maravilha são bons assim como a arte de Greg Capullo. Ele tem um estilo sujo perfeito para a proposta da história. Metal queria ser uma Crise, mesmo sem o nome. Essa era a intenção. Mas tudo não passou de uma história sem nexo apenas para satisfazer a tal loucura. A definição completa de potencial extremamente desperdiçado. Sandman poderia acordar e dizer ao Batman que tudo não passou de um pesadelo barulhento. Preparem-se para a nova Liga da Justiça.

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Quadrinhos

Finalmente! O Bóton, crossover da DC, será publicado no Brasil

A editora Panini anunciou em seu hotsite a publicação da história O Bóton. O crossover entre as revistas Batman e Flash é escrito por Tom King e Joshua Williamson. Conta também com a arte de Jason Fabok e Howard Porter. Na trama, os heróis tentam descobrir de onde o bóton do Comediante (Sim, o de Watchmen) veio. Eles acabam se envolvendo em uma viagem hiper-temporal. Essa é uma das histórias as quais você precisa ler antes da chegada de Doomsday Clock. Confira o release divulgado pela editora:

“Pois bem, após algumas dificuldades técnicas, estamos de volta e, para não perdermos mais tempos, vamos recomeçar finalmente matando a dúvida que vinha atormentando os decenautas de todo o Brasil: como e quando sairá a saga O Bóton em território tupiniquim?

De duas formas, em capa cartão E em capa dura!

O conteúdo das duas versões da edição será o mesmo: as histórias originalmente publicadas lá fora em Batman 21-22 e em The Flash 21-22.Nessas aventuras, a DC lançou as bases do que vai ser o maior evento da editora este ano por aqui, O Relógio do Juízo Final. No encadernado, o Homem-Morcego de Gotham e o Velocista de Central City começam a desvendar a conspiração temporal que parece ter lançado todo o Universo DC em uma espiral de caos. Quem está por trás de tudo isso? É aqui que vamos começar a descobrir…

Tanto a versão capa dura quanto a capa cartão terão capas variantes. Agora, quem comprar a edição em acabamento de luxo vai levar também um imantado especial inspirado na saga!

Batman/Flash: O Bóton (formato americano, 108 páginas, miolo LWC, Capa cartão R$ 17,90/Capa dura R$ 39,90) chega às bancas entre o final deste mês e o início de abril.”

Destaque para a opção de formatos da publicação: Capa dura ou capa cartão. Uma medida semelhante ao que foi feito com alguns encadernados da Marvel nesses últimos anos como a Miss Marvel. O Bóton será publicado entre o fim de março e o início de abril. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Conheça a “nova” formação da Liga da Justiça de Scott Snyder

Foi revelada “meio que sem querer querendo” uma imagem que entrega a nova formação da Liga da Justiça a partir de julho, quando o roteirista Scott Snyder vai assumir a batuta da HQ. A DC Comics confirmou que Jorge Jimenez, que estava na extinta Super-Filhos, será o desenhista dessa nova fase. Além disso a numeração será zerada.

A arte, em preto e branco, criada por Jim Cheung (que ficará a cargo das capas da HQ), foi postada no site Penguim Random House, que é voltado para as comics stores americanas. O site informou que Justice League – Vol. 1 será lançado em novembro reunindo as seis primeiras edições. A nova formação é bem conhecida pelos fãs do clássico desenho animado da Liga da Justiça, estão na equipe: SupermanBatman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Flash, Caçador de Marte, Ciborgue, Mulher-Gavião e o Lanterna Verde John Stewart.

A HQ vai focar nas consequências dos eventos Dark Knights – Metal e da minissérie No Justice. O cosmo está aberto para uma nova ameaça, que reúne os maiores heróis da história da equipe. Batman e Lex Luthor estão tentando solucionar um mistério que remete ao início do Universo DC, o resto da Liga da Justiça vai para os cantos mais perigosos e sombrios de suas próprias mitologias.

Entretanto, Scott Snyder, antes de assumir a HQ do maior grupo da DC Comics, vai escrever Justice League: No Justice. Somente a partir de junho, ele assume de vez o título.

Fique ligado na Torre de Vigilância para novos detalhes da nova Liga da Justiça.

 

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Casos de Bat-Família | Batman vai entrar em guerra contra a Batwoman

Esse artigo contém spoilers de Detective Comics #976.

A Bat-Família está em ruínas. Após os terríveis acontecimentos no arco Fall of the Batmen, quando o Victim Syndicate conseguiu transformar o Cara de Barro em uma perigosa ameaça novamente, a Batwoman tomou a decisão de cruzar a única linha que Batman respeita. E matou o antigo aliado.

Após matar Basil Karlo, Kate Kane foi alvo de uma intervenção organizada por Batman e o resto da equipe. Onde a Batwoman pediu para sair do grupo. O que acaba provocando um racha na Bat-família. Red Robin, Salteadora e a Orfã ficam do lado do Homem Morcego, enquanto Batwing e Azrael (recém-incorporados ao grupo) resolvem defender Kate.

Kate Kane, então além de sair do grupo, resolve unir forças com o seu pai e liderar o seu exercito, A Colônia. E leva junto consigo Batwing e Azrael para se juntarem ao exercito. O seu motivo é poder fazer a diferença em escala mundial, não somente em Gotham City. Mas acontece que Batman não confia na organização e os reconhece como uma grande ameaça. O que vai deixar os dois líderes em rota de colisão.

Como A Colônia é uma rede mundial, será que veremos a volta da Corporação Batman de Grant Morrison? E como será o confronto entre Batman vs. Batwoman? E o resto da equipe? Até quando ficarão divididos e quantas perdas ainda terão? As respostas estão no arco The Bat Against the Colony que começa em Detective Comics #976.

Aqui no Brasil, Detective Comics é publicado pela Editora Panini.

 

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Conheça as histórias que serão publicadas pelo selo DC Black Label

A DC Entertainment anunciou o seu novo selo intitulado DC Black Label, onde os artistas vão poder produzir histórias com os principais personagens da Casa das Lendas, que vão se ambientar fora da continuidade das séries de quadrinhos atuais. Trabalhos de nomes como Brian Azzarello, Frank Miller, John Romita Jr., Scott Snyder, Greg Rucka, John Ridley e Kelly Sue DeConnick já foram confirmados pela editora.

Confira as histórias:

Superman: Year One (Frank Miller)

Um olhar inovador e definitivo para a mais conhecida e clássica história de origem do mundo dos quadrinhos. Comemorando os 80 anos do Homem de Aço, Frank Miller vai apresentar novas revelações que vão reformular os marcos mais importantes na vida do personagem. Da saída de Krypton, passando pela infância no Kansas chegando no ponto em que se torna o mais poderoso e inspirados super-herói de todos os tempos.


Batman: Last Knight on Earth (Scott Snyder e Greg Capullo)

Snyder define essa história em algo como Mad Max e o mangá Lobo Solitário. A trama se ambienta 25 anos no futuro, onde o Homem Morcego acorda em um futuro devastado, onde os vilões triunfaram e a sociedade não segue nenhum código de ética. Sem saber de como foi parar ali, Batman tem apenas uma lembrança, as seguintes palavras: “Sim, pai. Eu me tornei um morcego”. E para ficar mais estranho ele tem presa em seu cinto de utilidades uma cabeça falante do Coringa. Snyder já revelou que essa é a sua última história do Batman.


Batman: Damned (Brian Azzarello e Lee Bermejo)

Em uma ponte deserta de Gotham, um corpo é encontrado. O boato que corre na cidade é que o Coringa está morto. Será o fim de uma era ou o início de um pesadelo? Batman se alia ao mago John Constantine para descobrir a verdade através dos lugares mais sobrenaturais buscando descobrir quem foi o assassino.


Wonder Woman History: The Amazons (Kelly Sue DeConnick e Phil Jimenez)

Um épico sobre a história esquecida das Amazonas e de como a Rainha Hipólita chegou ao poder. A saga de três edições vai apresentar monstros e mitos partindo desde a criação das guerreiras até o momento em que Steve Trevor chegou na Ilha Paraíso.


Wonder Woman: Diana’s Daughter (Greg Rucka, desenhista a ser anunciado)

Já faz 20 anos que o mundo parou de olhar para os céus em busca de esperança, ajuda e inspiração. As pessoas estão dominadas e quem estar no poder pretende deixar as coisas assim. Entre uma resistência dispersa e fragilizada, uma jovem procura recuperar o que foi esquecido, e no caminho aprenderá a verdade sobre si mesma, sua herança e seu destino.


The Other History of the DC Universe (John Ridley, desenhista a ser anunciado)

Uma série literária que analisa os momentos mais emblemáticos do Universo DC, traçando pontos sociopolíticos através das perspectivas de um grupo formado por “classes” que eventualmente sofrem algum tipo de preconceito, como John Stewart, Vixen, Supergirl, Katana, Rene Montoya e Extraño. A trama se concentra nas vidas atrás dos uniformes e seus esforços para superarem o mundo real.

Cada título de DC Black Label será lançado e publicado em formatos escolhidos por seus criadores.

“Muitos dos nossos quadrinhos mais vendidos e criticamente aclamados foram produzidos quando deixamos nossos principais talentos trabalharem com liberdade, muitas vezes em processos com nossos principais heróis fora da continuidade, o maior exemplo é O Cavaleiro das Trevas de Miller”, disse Jim Lee. “Esse selo mostra nosso comprometimento em trabalhar com nossos principais talentos confiando que eles contarão uma história épica, criando histórias da única maneira que eles podem, nos maiores níveis de liberdade criativa”.

O primeiro título do selo DC Black Label será Superman Year One de Frank Miller, que será lançado em agosto desse ano.

 

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Quadrinhos

OKAY, OKAY | DC Comics divulga o vestido de noiva da Mulher-Gato

O casamento mais falado dos últimos tempos no Universo DC está prestes a acontecer. Em Batman #44, já temos um cheiro dos preparativos da união entre Bruce Wayne e Selina Kyle. Na edição vemos o vestido da noiva que será usado pela Mulher-Gato.

A HQ terá duas capas, uma com Selina usando o vestido de noiva, de frente ao espelho, segurando uma tiara com orelhas de gato, mas no reflexo ela se vê usando o uniforme de Mulher-Gato.

A outra capa, temos Bruce Wayne usando o terno do casamento de frente a um espelho. Mas o reflexo ele está usando o uniforme do Homem-Morcego.

A história intitulada “Something Blue” os desenhistas Joelle Jones e Mikel Janin vão dividir as artes. A cerimônia de casamento está prevista para Batman #50.

Mas antes do casal se unir nos laços do matrimônio, eles terão pela frente ninguém mais, ninguém menos do que o Coringa. Que vai enlouquecer ao saber da união do Batman e da Mulher-Gato. Essa história será publicada no one-shot DC Nation. Saiba mais informações AQUI.

 

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Filmes do universo Batman estão em desenvolvimento

Produtor de todos os filmes da DC, Charles Roven afirmou para o site Comic Book, que filmes do Batman e seu universo estão sendo produzidos de forma independente do DCEU, algo parecido com o que a Sony está fazendo com o Homem-Aranha e sua mitologia.

A Warner Bros. vem planejando uma série de filmes autônomos do universo do Homem-Morcego antes mesmo do lançamento de Mulher-Maravilha. O filme do Coringa se encaixa nesse contexto, portanto, haverá vários longas metragens separados do DCEU relacionados com o Batman com vários diretores, produtores e elencos diferenciados. Será um ambiente com um frescor cativante.”

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Ben Affleck irá estrelar The Batman, que conta com Matt Reeves na direção e não possui data de lançamento. Já, Coringa começa as suas filmagens em Maio e ainda não possui data de lançamento.