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Divulgada a resposta da Mulher-Gato ao pedido de casamento do Batman

SPOILERS A SEGUIR! Tom King divulgou a resposta da Mulher-Gato ao pedido de casamento feito pelo Batman na edição 24. E ela respondeu…

 

Sim! Selina Kyle se casará com Bruce Wayne. Em entrevista ao USA Today, King falou sobre o status quo do casal:

“Foi duro fazer isso. Em 78 anos de personagem, ele vive em qualquer situação que a humanidade o possa colocar, mas nós finalmente o levamos a algum lugar que você não viu antes e iremos explorar isso.”

A próxima história Rules of Engagement mostrará a reação dos heróis de Gotham, da Liga da Justiça e de toda comunidade super-heroica a esse acontecimento:

“Algumas pessoas pensarão: “Oh meu Deus, ele é insano. Temos que consertá-lo.” E outros pensarão: “Ele finalmente está são, este é o Batman que nós queríamos. A maioria do super-heróis, você os faz felizes e acaba com o conflito – você dá uma esposa ao Homem-Aranha e onde você irá dali em diante? Mas Batman é diferente: Você dá a ele felicidade e cria o conflito, pois ele é em sua essência, um personagem triste.”

O Renascimento está sendo publicado no Brasil pela editora Panini. Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Ghost World, de Daniel Clowes, retorna ao Brasil pela Editora Nemo

Após a publicação de Paciência, obra aclamada de Daniel Clowes e um dos melhores lançamentos do ano, a Editora Nemo retorna ao catálogo de obras do autor relançando Ghost World em uma edição especial comemorativa de 20 anos. Confira detalhes abaixo.

Ghost World, uma das graphic novels mais vendidas e aclamadas de todos os tempos, conta a história de duas adolescentes incrivelmente irônicas e cheias de si que se veem diante da incômoda incerteza da vida pós ensino médio. Enquanto tentam conduzir sua longa amizade a uma nova era, as estruturas de sua relação são abaladas, e o que parecia ser um futuro de infinitas possibilidades aos poucos se torna uma intrusiva realidade que envolve shoppings, subempregos e memórias dissolventes.

Ghost World é também um filme que recebeu, em 2002, indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado. A graphic novel já havia sido publicada no Brasil em 2011 pela Gal Editora, que optou pela tradução do nome, apelidando-a de Mundo Fantasma. A nova edição contém extras inéditos, além de uma introdução escrita por Daniel.

Clowes nasceu em Chicago e é um dos mais renomados quadrinistas do mercado norte-americano, tendo trabalhado também com ilustrações para revistas e cinema. Paciência, outra obra de Clowes, foi lançada no Brasil pela Nemo em junho de 2017, enquanto Wilson chegou ao Brasil pela Cia. das Letras em 2012.

Ghost World possui 144 páginas encadernadas em acabamento brochura e formato 25 x 19 cm e o preço de capa sugerido é R$ 54,90. Clique aqui para conferir a pré-venda com 20% de desconto.

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Mr Oz conta a sua origem ao Superman em Action Comics

SPOILERS A SEGUIR! Há duas semanas, em Action Comics #987, Dan Jurgens revelou que Mr Oz é Jor-El. Agora, a edição 988 mostrou o que aconteceu ao personagem após a explosão de Krypton. E sua origem apresenta possíveis ligações com Watchmen.

Durante o fim de Krypton, Jor-El envia esperançoso o seu filho para algum lugar em que ele possa trazer esperança, paz e prosperidade e manter o legado de sua raça vivo. Após a explosão de seu planeta, apenas sua esposa sobrevive, pois algo ou alguém além do alcance, interviu em sua morte. Paralisado pelo tempo, Jor-El observa a destruição de seu planeta. Uma grande teoria sobre essa intervenção gira em torno do Doutor Manhattan, não apenas pelos raios azuis, mas por ser um dos protagonistas ao lado do Superman em Doomsday Clock, que será lançado em novembro. Vale lembrar que Oz menciona forças por trás da reformulação da cronologia do Superman e “ele” nos dois últimos quadros de Reborn, sendo que o último em questão mostra o planeta Marte. Em Watchmen, cansado da humanidade e de se envolver no emaranhado de suas vidas, o Doutor Manhattan vai à Marte refletir sobre a existência.

 

Jor-El assim como seu filho, cai na Terra, porém em um lugar violento e opressor, onde as pessoas vivem sob as ordens de um ditador que as corrompe. Graças a corrupção humana, Jor-El perde todas as esperanças possíveis. Em uma cena extremamente curiosa, o personagem está amarrado enquanto observa vários televisores que mostram os horrores na história humana. Telas muito parecidas com as utilizadas por Ozymandias em Watchmen. Isso nos leva a próxima teoria: Jor-El se tornou Mr Oz por causa dele? Ele realmente está envolvido nisso? E quais seriam suas motivações para tomar essa atitude? 

Em dezembro, Superman e Gladiador Dourado viajarão pelo tempo para descobrir se tudo o que Oz está contando é verdade ou não e aparentemente, uma força misteriosa não quer que eles resolvam este mistério. O Renascimento começou a ser publicado no Brasil em março pela editora Panini. Para mais informações sobre o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Liga da Justiça | DC Comics vai publicar capas variantes do filme

O esperado filme da Liga da Justiça chega aos cinemas em 16 de novembro desse ano, e durante todo esse mês de estreia, a DC Comics divulgou, via nerdist, que  vai lançar diversas capas alternativas baseadas no longa de Zack Snyder.

A primeira capa vai estampar Action Comics #991, e apresenta a Mulher-Maravilha junto com o Batman e foi desenhada por Yanick Paquette. A segunda sairá em Superman #35 e inclui o Aquaman ao lado da Amazona e do Homem-Morcego com arte de Renato Guedes. Com certeza ainda teremos mais capas, que devem incluir o Flash e o Ciborgue. Confira na galeria abaixo:

 

Liga da Justiça tem no seu elenco: Gal Gadot, Jason Momoa, Ezra Miller, Robin Wright, Henry Cavill, Amber Heard, Ben Affleck, Connie Nielsen, Amy Adams, Billy Crudup, Willem Dafoe, Diane Lane, Ciarán Hinds, Jeremy Irons, J.K. Simmons, Kiersey Clemons, Jesse Eisenberg, Ray Fisher, Daniel Stisen, Erin Eliza Blevins, Michael McElhatton, Lisa Loven Kongsli, Samantha Jo e Joe Morton.

Saiba mais sobre a Liga da Justiça AQUI.

 

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Creepshow, lançamento da editora DarkSide, já está em pré-venda

Já está em pré-venda o próximo lançamento da editora DarkSide Books, dando continuidade ao selo de graphic novels. Trata-se de Creepshow, de Bernie Wrightson adaptando a obra do mestre do terror Stephen King. Confira todos os detalhes abaixo.

Tudo começou em 1982. King juntou forças com outro gênio das sombras, o diretor George A. Romero (A Noite dos Mortos-Vivos), para realizarem um filme inspirado em quadrinhos clássicos dos anos 1950, como Contos da Cripta, da EC Comics. O longa-metragem marcou a estreia de King como roteirista — e, curiosamente, sua segunda aparição como ator. Creepshow (que no Brasil ganhou o subtítulo Show de Horrores) se tornaria um cult movie instantâneo.

E no mesmo ano Stephen King quis deixar ainda mais explícita sua homenagem à fonte original. Assim, ele adaptou seu roteiro de cinema para os quadrinhos, contando com a arte do magistral Bernie Wrightson, um dos criadores e primeiro ilustrador do Monstro do Pântano, e capa de Jack Kamen, autor da EC Comics.

Creepshow reúne cinco histórias de arrepiar, duas delas adaptadas de contos que King já havia publicado: “Weeds” e “The Crate”. Usando um decrépito narrador morto-vivo, o autor de It, a Coisa e Torre Negra soube recriar o clima dos gibis malditos que o assustavam quando ainda era um adolescente rebelde no estado do Maine.

É o sonho de todos os fãs: Stephen King na DarkSide Books! Depois do relançamento especial de Coração Assombrado, a biografia do mestre, a editora desenterra uma de suas publicações mais originais, sendo esta a primeira HQ escrita pelo autor. A pré-venda está marcada para o mês de outubro.

Creepshow possui 64 páginas encadernadas em capa dura e formato 27,6 x 27,6 cm, e o preço de sugerido é R$ 49,90. Clique aqui para reservar sua edição na pré-venda da Amazon.

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Batman do Futuro | Nova Batgirl faz sua estreia no quadrinho

A nova Batgirl fará a sua estreia em Batman do Futuro #12. A HQ vai trazer a nova heroína de Neo-Gotham, que agirá juntamente com o Max, a melhor amiga de Terry McGinnis, para uma missão em que precisam resgatar Barbara Gordon.

Na trama da HQ, Barbara é sequestrada enquanto investigava um crime em Crown Point, um bairro sem lei da cidade. Com Bruce Wayne e Terry fora da cidade, cabe a jovem Nissa de apenas 15 anos assumir o manto e o nome da Batgirl para salvar a Comissária.

 

A história tem roteiro de Steve Orlando e Vita Ayala, Siya Oum está a cargo dos desenhos. Batman Futuro#12 será lançado ainda esse mês nos Estados Unidos.

 

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A Vertigo NÃO morreu: conheça as melhores séries modernas do selo

Em dezembro de 2012, a grande Karen Berger anunciou que estaria deixando, em março de 2013, seu cargo na Vertigo, selo da DC Comics criado por ela mesma em 1993 com o objetivo de contar histórias em quadrinhos mais adultas, para um público diferenciado que talvez buscasse algo mais maduro que os super-heróis. Hoje, a Image Comics é a principal alternativa dos fãs e autores quando o assunto é criar quadrinhos autorais nos EUA, tendo roubado o posto dominante da Vertigo.

Para muitos, a saída de Berger do cargo de editora-chefe marcou o início do fim do selo. Berger foi a responsável pelo desenvolvimento dos títulos mais clássicos, trabalhando com autores como Peter Milligan, Grant Morrison, Neil Gaiman e Alan Moore para a DC, revitalizando personagens e criando novas séries, como Sandman, Hellblazer, Monstro do Pântano, Homem-Animal, Patrulha do Destino, Shade O Homem Mutável e Orquídea Negra. Inicialmente o selo Vertigo ainda não existia, e a primeira série publicada sob ele foi Morte, de Neil Gaiman e Chris Bachalo.

A primeira leva de títulos da Vertigo trouxe mais séries fantásticas: Enigma, Kid Eternidade, Sandman: Teatro do Mistério, Sebastian O, Livros da Magia e outras. No final dos anos 90/começo dos anos 2000, séries foram canceladas e mais novidades aclamadas pela crítica surgiram: 100 Balas, Y: O Último Homem, Lúcifer, Os Invisíveis, Preacher, ZDM, Transmetropolitan e Fábulas são as principais. Muitas destas séries duraram até os “anos 2010”, quando outras novidades aclamadas já haviam surgido, como Sweet Tooth, iZombie, Joe O Bárbaro e Vampiro Americano.

É claro que durante esse longo período de 20 anos sob a tutela de Karen Berger, a Vertigo também publicou alguns fracassos e séries de qualidade questionáveis, mas no geral o saldo sempre foi positivo. A partir de 2012, com a reformulação da DC Entertainment, decisões polêmicas foram tomadas: John Constantine e Monstro do Pântano passaram a integrar o universo regular da DC, algumas séries foram canceladas e parecia haver uma escassez de novas ideias, especialmente por conta das brigas da editora com alguns dos autores.

A saída de Berger do posto de editora-chefe, passando o bastão para Shelly Bond, preocupou muitas pessoas com os rumos que a Warner Bros. estaria dando para a Vertigo. Atualmente, Mark Doyle é o editor-chefe. Acima de tudo, obviamente, é importante lembrar que SIM, existem séries de boa qualidade sendo publicadas pela Vertigo nos últimos anos, sejam elas curtas ou longas. O nível pode não ser o mesmo dos tempos áureos, mas existem boas ideias e algumas delas até chegaram ao Brasil recentemente, lançadas pela editora Panini.

Confira abaixo uma pequena lista contendo indicações de quadrinhos (séries e minisséries) da Vertigo produzidos apenas a partir de 2013:

Trillium

O aclamado autor Jeff Lemire (Descender, O Soldador Subaquático, Arqueiro Verde, Condado de Essex, Sweet Tooth) produziu para a Vertigo, entre 2013 e 2014, sua minissérie em oito partes chamada Trillium. Com cores de José Villarrubia, Trillium conta a história de um caso de amor inter-dimensional com viagem no tempo, entre um casal de períodos diferentes: William Pike, um veterano da Primeira Guerra Mundial perdido nos templos Incas do Peru em 1921, e Nika Temsmith, uma botânica do ano 3797. Separados por milhares de anos, a história de amor destes dois personagens ameaça o continuum espaço-tempo. Lemire possui longa carreira na DC Comics, e Trillium foi sua terceira série para a Vertigo, recebendo muitos elogios.

O Xerife da Babilônia

Não é de hoje que Tom King é altamente elogiado por fãs e críticos ao redor do mundo. Suas séries (Batman, Visão, Omega Men, Grayson) possuem roteiros acima da média se comparados a qualquer série continuada, cheias de novas ideias, e O Xerife da Babilônia é talvez sua melhor publicação até hoje. A história se passa em Bagdá, em 2003, e o reinado de Saddam Hussein acabou. Os americanos estão no comando e ninguém está no controle. O ex-policial e agora prestador de serviço contratado pelos militares Christopher Henry sabe disso melhor do que ninguém e está no país para treinar a nova força policial iraquiana. Um de seus recrutas é assassinado, e com a autoridade civil em frangalhos e corpos entulhando as ruas, Chris é a única pessoa realmente interessada em descobrir o culpado pelo crime – e a motivação por trás do ato. A série durou doze edições, indo de dezembro de 2015 a novembro de 2016, e a arte é de Mitch Gerads. Possivelmente, este é o título que pode ser chamado de novo clássico da Vertigo.

A Realeza: Mestres da Guerra

De Rob Williams, Simon Coleby e J. D. Mettler, A Realeza: Mestres da Guerra chegou recentemente ao Brasil mas foi publicada nos EUA em 2014, contendo seis edições. A história é simples mas eficiente: por muitos séculos, famílias reais governaram o mundo. O direito divino deles de comandarem o povo manifestou-se não por meio de coroas e tronos, mas também na forma de fantásticos e mortíferos superpoderes contra os quais exército algum seria capaz de fazer frente. Enfrentando algumas revoluções, as pessoas de sangue real juraram não usar seus poderes em batalha novamente, até estourar a Segunda Guerra Mundial e os votos de isenção serem testados até os limites. A Realeza é competente em mostrar dever e responsabilidade entrando em conflito, e entrega uma história fechada divertida e envolvente, com ótimas ilustrações.

DPF: Departamento de Polícia da Física

A física se deturpou. Falhas na gravidade, arcos entrópicos e buracos de minhoca ambulantes viraram regra. E isso nem é mais notícia. Agora, o cara mais desnorteado do Departamento de Polícia da Física (que trabalha reparando estas falhas), o Agente Adam Hardy, está prestes a lembrar – do modo difícil – o que o levou a entrar no departamento. Criada por Simon Oliver, Robbi Rodriguez e Rico Renzi, a série DPF (lá fora, FBP) teve início em julho de 2013 e soma muitos elementos científicos com arte fascinante e desenvolvimento ótimo, tendo se destacado com boa qualidade ao longo de exatas vinte e quatro edições, criada logo após a saída de Karen Berger do cargo de editora-chefe da Vertigo. No Brasil a série foi compilada em quatro encadernados pela editora Panini, lançados entre 2016 e 2017.

Art Ops: Agentes da Arte

Prevista para ser lançada no Brasil em breve, a série Art Ops: Agentes da Arte teve início nos EUA em 2015, com roteiros de Shaun Simon e arte do famoso Mike Allred (que para a Vertigo também criou iZombie). A trama é uma loucura, mas também é muito simples: obras de arte criam vida e saem de seus quadros, e cabe a Reggie Riot e aos agentes da Art Operatives o papel de rastreá-las antes que criem caos ao redor do mundo. Entretanto, alguns mistérios sobre o passado de Reggie podem influenciar sua habilidade de interagir com essas obras de arte…

Jacked

A minissérie em seis edições, Jacked, que foi publicada entre 2015 e 2016, funciona como uma visão moderna sobre o gênero dos super-heróis. Criada por Eric Kripke (o criador de Supernatural), em parceria com John Higgins (Hellblazer) e Glenn Fabry (Preacher), a história narra a saga de Josh Jaffe – um homem de família neurótico passando por crise de meia-idade -, que compra uma “pílula de inteligência” para aumentar seu foco e ajudá-lo a sair dessa fossa. Mas para a surpresa de Josh, a pílula lhe concede força e poderes, sendo em contraparte extremamente viciante. Brutal e realística, Jacked é uma visão bem moderna sobre os heróis, e sendo limitada e direto ao ponto, destacou-se como uma das séries mais elogiadas da Vertigo moderna.

Clean Room

De Gail Simone e Jon Davis-Hunt, Clean Room conta uma história cheia de elementos fantásticos, de assassinatos a monstros demoníacos, que circundam a misteriosa guru de uma gigantesca empresa, Astrid Mueller. Figura poderosa na indústria, da psicologia à religião, todos os mistérios que envolvem os planos de Mueller são explorados ao longo das dezoito edições da série, que encerram a Fase Um deste título. O passado de Astrid é revelado aos poucos, e as misteriosas Entidades malévolas possuem grandes planos para o mundo. Clean Room começou a ser publicada em 2015, e o final da série foi lançado em abril de 2017, totalizando três encadernados e permanecendo inédita no Brasil.

A Vertigo também começou sua expansão para a TV nos últimos anos, com as estreias de iZombie, Lucifer e Preacher, e a pré-produção de outros sucessos da editora, como Escalpo e Unfollow. Os quadrinhos seguem sendo lançados normalmente, com títulos como Astro City, Imaginary Friends, American Way e Savage Things, e a DC criou outro selo diferenciado, o Young Animal, com foco para um novo público com faixa etária variada.

É claro que a Era de Ouro da Vertigo já ficou no passado, porém algumas histórias merecem ser conferidas, especialmente as que entregam materiais de maior qualidade que muitos gibis lançados regularmente nos EUA. E obviamente todos ficam na torcida para que a aclamada Vertigo um dia retorne com maestria ao posto que já assumiu, superando com folga toda a concorrência.

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Wolverine | Logan original está de volta em Marvel Legacy

Ele é melhor naquilo que faz, e agora ele vai voltar. Sim querido leitor, o mutante mais marrento e querido do Universo Marvel vai dar as caras nos quadrinhos, e é a versão original. James “Logan” Howlett ainda está com uma das Pedras do Infinito. A revelação foi feita pela editora para o site comicbook.com. Confira a primeira imagem abaixo:

“Sim, Logan está de volta dos mortos”, disse o editor-chefe da Marvel Axel Alonso. “Depois de três anos do Universo Marvel sem Logan, ele está de volta, para a alegria dos fãs e com as garras prontas para a ação. E não é o mesmo universo de quando ele partiu. Como ele vai reagir? E, além disso, responder por que ele voltou ou apenas como ele conseguiu a Pedra do Infinito faz parte de uma história fascinante que será revelada em breve, e em alguns lugares incomuns.”

O personagem está morto desde a minissérie A Morte do Wolverine (2014) de Charles Soule e Steve McNiven. Então Laura Kinney, a X-23, assumiu o manto e o codinome. Depois da segunda versão de Guerras Secretas (2015), o Velho Logan chegou ao universo regular da editora e estava suprindo até então a ausência.

Marvel Legacy #1 será um one-shot de 50 páginas de Jason Aaron e Esad Ribic. Saiba mais detalhes AQUI.

 

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Panini anuncia encadernado do Capuz Vermelho e os Renegados

Continuando as suas publicações da (não tão) nova fase da DC Comics, Renascimento, a editora Panini divulgou em seu site que o próximo encadernado especial vai trazer uma das novidades da Editora das Lendas mais interessante desde a reformulação. Agora o foco é no Capuz Vermelho.

Capuz Vermelho e os Renegados vol. 1 chega às bancas no final desse mês, reunindo as seis primeiras edições que foram lançadas originalmente nos Estados Unidos. Os roteiros são do veterano Scott Lobdell e as artes são de Dexter Soy.

Na nova fase, Jason Todd está agindo por contra própria como agente infiltrado com a missão de acabar com o império criminoso do Máscara Negra. Obviamente é algo que não se tem como fazer sozinho, então ele recebe ajuda da amazona renegada, Ártemis e do Bizarro, onde formam uma estranha Trindade.

Capuz Vermelho e os Renegados vol. 1 terá capa cartão, miolo LWC, 164 páginas coloridas e o preço será de R$ 24,90.

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Panini lança MPH de Mark Millar, série da Image sobre supervelocidade

Continuando as publicações do selo Millarworld, da mente criativa Mark Millar, a editora Panini está lançando em setembro o encadernado capa dura da minissérie MPH, publicada originalmente pela Image Comics. Confira detalhes abaixo.

Uma pílula que confere o poder da supervelocidade! Roscoe só sonhava com uma vida melhor do que a que leva em Detroit. Mas uma transação que dá errado acaba levando o jovem para trás das grades. Na prisão, após provar uma droga chamada MPH, Roscoe obtém o dom a supervelocidade! Agora que finalmente tem condições de viver o sonho americano, será que ele vai fazer a coisa certa? De Mark Millar, o escritor de Kick-Ass, e Duncan Fegredo, o desenhista de Hellboy, uma eletrizante aventura que mostra a hipervelocidade como você nunca viu!

A minissérie MPH foi publicada entre 2014 e 2015, completa em cinco edições lançadas nos EUA pela Image Comics. As pretensões de Millar para com esta série são de criar uma espécie de “novo universo de quadrinhos“, planejando outras “quatro ou cinco séries” que podem partilhar o mesmo mundo, criando assim algo como “a Marvel ou DC do século 21.“

Millar é o roteirista por trás de outros grandes sucessos autorais como Kick-Ass, Kingsman: Serviço Secreto, Superior, Supercrooks, O Legado de Júpiter e Nêmesis (todos publicados no Brasil pela Panini) e Wanted: O Procurado (Mythos Editora). Recentemente a Netflix comprou a Millarworld, o selo criado por Mark Millar para publicar suas histórias. Outras séries de sua autoria já foram ou ainda estão sendo adaptadas para o cinema.

MPH possui 136 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm e o preço de capa sugerido é R$ 56,00. Clique aqui para reservar seu encadernado na pré-venda da Amazon com 15% de desconto e preço mais baixo garantido.