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Geoff Johns divulga uma prévia da segunda edição de Doomsday Clock

O roteirista Geoff Johns divulgou uma pequena prévia da segunda edição de Doomsday Clock. Nela, temos Rorschach na Bat-caverna. Confira:

Além disso, depois do lançamento da quarta edição, a minissérie passará por um hiato mensal. Johns disse que essa medida é necessária para manter a qualidade do quadrinho mais alta possível. A segunda edição de Doomsday Clock será lançada no dia 27 de dezembro. A história é uma sequência do clássico Watchmen e se passa 1 ano após a cronologia atual da DC. Se você quiser ler o quadrinho, mas não sabe o que ler antes dele, confira o nosso guia de leitura.

Para saber sobre tudo o que acontece na Editora das Lendas, fique ligado na Torre de Vigilância.

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Confira os novos lançamentos da editora Devir!

Já estamos na segunda metade de dezembro e a Devir abastece o mercado com vários lançamentos para as livrarias e lojas especializadas. A editora, cujo fundador Douglas Quinta Reis faleceu recentemente, traz 5 títulos novos  em seu departamento de quadrinhos, entre novas séries e continuações de títulos já lançados. Vamos à eles com os releases oficiais da editora brasileira:

Rugas

“Internado num asilo para idosos porque sofre de Alzheimer, Emílio encara a vida comunitária como uma prova difícil de se vencer. Mas ele aceita rapidamente o seu novo ambiente e decide lutar para escapar à decadência que sua doença o levará. Para o autor, a comunidade do ser-humano lembra uma biblioteca, na qual os livros se empilham em montanhas de papel amarelado, povoadas de sonhos e fantasias.O desgaste de toda uma vida os cobre de rugas, e alguns veem as letras das suas páginas se apagarem, folha após folha, até ficarem totalmente brancas. Apesar disso as emoções mais intensas sobrevivem, preservadas como um tesouro escondido numa ilha distante.”

Formato: 20 x 26 cm com de 106 páginas coloridas em papel couchê com Capa dura e laminação fosca pelo preço de R$59,90.

Klaus

“Em um passado fantástico e sombrio, cheio de mitos e magia, Klaus conta a origem do Papai Noel – a história de um homem e seu lobo contra um estado totalitário e o mal ancestral que o sustenta. O premiado autor GRANT MORRISON (Grandes Astros: Superman, Multiverso DC) e o artista DAN MORA (Hexed) renovam e reinventam um super-herói clássico para o século XXI e Klaus pode ser considerado um ‘Papai Noel: Ano Um’ que finalmente responde à pergunta: o que o Papai Noel faz nos outros 364 dias do ano?”

Formato: 18,5 x 27,5 cm de 208 páginas em papel couché e Capa dura pelo preço de R$96,00.

THE BOYS: VOLUME 6 – A SOCIEDADE DA AUTOPRESERVAÇÃO

“A sexta coletânea da Dynamite/Devir da série THE BOYS de Garth Ennis e Darick Robertson (desta vez com uma mãozinha de Carlos Ezquerra, o cocriador de JUIZ DREDD, e John McCrea) finalmente chega às livrarias, com THE BOYS VOLUME 6: A SOCIEDADE DA AUTOPRESERVAÇÃO! Só é possível mutilar e assassinar uma pá de super-heróis quando alguém decide tomar uma atitude a respeito e, no caso da turma barra-pesada da CIA, isso quer dizer a Liga da Revanche – uma superequipe de força inimaginável, superada apenas pelos poderosos Sete. Detonar “supers” adolescentes é uma coisa, mas como é que os nossos heróis vão se virar contra o Jovem Soldado, Mentaldroide, Insetus, Condessa Escarlate e a potência nazista conhecida como Trovoada? O sangue jorra e ossos são esmigalhados quando o Carniceiro e companhia combatem fogo com fogo. E mais: ao ouvir as histórias da origem do Leite Materno, do Francês e da Fêmea, Hughie fica a par dos estranhos caminhos que levaram esse trio tão heterogêneo a se juntar ao grupo THE BOYS. Da tragédia no Harlem ao massacre na Ponte do Brooklyn, e do festival Les Saintes de Haw-Haw ao horror que espreita sob as ruas de Tóquio, esta é uma jornada de descoberta como nenhuma outra – contando apenas com a bruxuleante luz da chama da insanidade para iluminar o trajeto. THE BOYS VOLUME 6: A SOCIEDADE DA AUTOPRESERVAÇÃO reúne as edições #s 31-38 da série campeã de vendas do New York Times do roteirista Garth Ennis e dos desenhistas Darick Robertson e Carlos Ezquerra, e também apresenta todas as capas de Robertson!”

Formato: 16,5 x 24 cm de 20o páginas em papel couché e brochura pelo preço de R$56,00.

THE ANCIENT MAGUS BRIDE

“Chise Hattori, 15 anos. Órfã solitária, desesperançosa e sem meios para sobreviver. Em troca de uma fortuna, a jovem que não possui nada é comprada por uma criatura não-humana que convive com a eternidade e se diz mago. Quando a entidade a acolhe em sua casa como “discípula” e “noiva’’, o tempo congelado da garota começa a se mexer devagarinho… e ela está prestes a começar uma nova e estranha vida, repleta de magia, fadas e outros seres de natureza mágica.”

Formato: 19 x 12,5 cm de 180 páginas em PB e Brochura com sobrecapa pelo preço de R$24,90.

CRIMINOSOS DO SEXO VOLUME 3: A TRÊS É DIFÍCIL

“A premiada e vibrante comédia sexual que a revista Time classificou como Gibi do Ano e a Apple classificou como “ inapropriado para venda em dispositivos iOS”, está de volta em CRIMINOSOS DO SEXO VOLUME 3: A TRÊS É DIFÍCIL. Pelo visto, Jon e Suzie não estão sozinhos: outras pessoas ao redor do mundo, iguais a eles, congelam o tempo quando chegam ao orgasmo. No entanto, um grupo autoproclamado quer discipliná-los e controlá-los através do medo e da intimidação. Jon e Suzie estão começando a se apaixonar e querem chutar o pau da barraca, mas se os dois pretendem reagir, não poderão fazer nada sozinhos. E, afinal, isso não é uma metáfora para a série inteira? De que podemos todos estar sozinhos, mas que estamos sozinhos juntos? Acredito que sim. Se você quiser ler uma história surpreendentemente envolvente, não pode perder CRIMINOSOS DO SEXO VOLUME 3: A TRÊS É DIFÍCIL.”

Formato: 18,5 x 27,5 cm de 120 páginas coloridas  em papel couché com Capa dura e laminação fosca pelo preço de R$69,90.

Além disso, mais novidades da Devir estão à caminho como, por exemplo, o recém anunciado relançamento de Uzumaki, obra de Junjo Ito lançada no Brasil há mais de 10 anos pela editora Conrad. Fique ligado!

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Torre Entrevista | Wagner Willian

Em mais uma entrevista feita durante a CCXP, dessa vez conversamos com Wagner Willian. Pintor, quadrinista, fotógrafo… e mais de uma pessoa que condensa todas essas artes em suas HQs. Em seu lançamento O Maestro, o Cuco e a Lenda, Wagner aborda uma narrativa diferente de suas obras anteriores e aqui explica o porquê:

Depois de Bulldogma, agora vem O Maestro, o Cuco e A Lenda. Bulldogma eu vejo com uma história mais adulta, mais densa. Já O Maestro… lembra mais um conto. Por que mudança entre um título e outro?

Eu quis tentar algo diferente do Bulldogma. Não penso em uma série de histórias e seguir o mesmo padrão. Eu gosto de tentar novas formas narrativas, novos conceitos, novos estilos de história. O Maestro… apesar de ser um desenho mais caracteristicamente infanto-juvenil do que o Bulldogma em si, a história também serve para um leitor adulto. Não é tão infantil assim, ela consegue abranger um público maior. Mas a história em si ainda tem sua carga dramática, tem um engine do mal…

Uma coisa engraçada do Bulldogma é que em seu livro derivado O Flerte da Mulher Barbada a sua personagem (Deisy Mantovani) toma vida. Ela é a autora do livro e não você. Como você se sente hoje como um heterônimo dentro dos seus quadrinhos?

A Deisy só me deu frutos positivos. Foi um charme fazê-la. Ela criou uma vida própria como você mesmo falou e acho que acertei meio que na mosca com ela ou ela que me acertou… estamos decidindo ainda quem vem antes e quem vem depois. Mas acho que é meio que sorte também de acertar e transformar o zeitgeist do momento, transpor e colocar voz a um personagem como quis dizer e agir, como o pessoal esperaria que um personagem atual se movimentasse e agisse.

Vendo O Maestro… vejo que seu traço do interior da publicação é diferente do que você, por exemplo, apresenta nos seus quadros. Não só pelas cores mas o estilo é diferente. Por que em quadrinhos você adota essa forma de traço?

Justamente por ser uma outra linguagem. Ela requer a sequencialidade. Outro ritmo e outra leitura. Então, não dava… até daria para outro tipo de história. Mas para o que eu estou fazendo, foge um pouco do conceito que eu faço para pintura em si. Telas únicas e separadas… ela requer o ritmo e velocidade da leitura. Por isso tenho que adaptar o meu estilo e desenho, para funcionar melhor enquanto quadrinho.

Pátria Amada, Salve-se Quem Puder!! 120x80cm. 2013. Autor: Wagner Willian

Uma coisa que a Laerte disse uma vez (no documentário Malditos Cartunistas) é que a movimentação dos quadrinhos vem do cinema. Quando você tem um quadro você tem a obra com uma representação. Nos quadrinhos você tem uma sequência. Para você que faz quadros, qual o maior desafio de transpor essas duas formas de arte?

Entre a pintura e o quadrinho em si? Acho que é a questão do tempo. A questão de saber condensar o tempo. Criar um ritmo desse tempo e condensá-lo. E principalmente, tendo isso em vista, saber fazer a questão do fluxo da leitura. De não emperrar, empacar em um ponto. Então é a questão da movimentação. Quadrinho é muito mais movimentação em si. A questão de passar a página e tal. E isso cria uma matemática própria para isso. Acho que a grande dificuldade é essa: Pensar essa questão de fluxo narrativo. Já que é uma narrativa.

Aos que não foram à CCXP e querem conferir esse lançamento, eis a sua segunda chance! Neste sábado, dia 16 de de Dezembro, das 16h às 19h ocorre o lançamento pós-CCXP na Ugra Press que fica na R. Augusta, 1371 – Consolação, São Paulo – SP. Compareçam!

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Quadrinhos Torre Entrevista

Torre Entrevista | Pedro Mauro

Durante a CCXP 2017 tive a oportunidade de conversar com vários artistas convidados do evento. Assim, uma nova série de entrevistas começa hoje aqui no site. Para começar escolhi Pedro Mauro, desenhista brasileiro que atua nos quadrinhos europeus, principalmente Itália e França. Mauro nos contou como funciona o processo de criação das HQs por lá e suas diferenças com o mercado nacional e norte-americano. Confira!

Você ficou muito tempo afastado dos quadrinhos. Foi para a publicidade e fez ilustrações por lá. O que te atraiu para voltar à HQs aqui no Brasil e no mercado europeu, onde hoje você trabalha majoritariamente?

Eu fiz dois anos de quadrinhos de Western aqui em São Paulo. Nessa época o mercado ficou muito ruim. A editora fechou e eu fiquei desempregado. De repente eu tive que trabalhar e o único mercado que tinha para eu continuar fazendo meu trabalho que parecia com quadrinhos eram os storyboards para publicidade. Por isso entrei nessa. E nesse ramo fiquei quase minha vida toda, de 35 a 40 anos fazendo storyboards, aqui e para fora. Em 1996, visitando Nova York um amigo meu tinha um estúdio lá e me ofereceram trabalho. Me mudei com a família e fiquei 12 anos lá. Mas eu sempre quis voltar aos quadrinhos. Sempre brinquei e fiz páginas de Western e Cangaço…. mais para treinar mas nunca publiquei. Tenho alguma coisa inclusive guardada mas nunca fiz uma história completa. Mas sempre pensei em um dia voltar mesmo que fosse mais tarde. E consegui voltar 5 anos atrás e a publicidade ficou em segundo plano para mim.  Estou praticamente só nos quadrinhos agora. […] Nos anos 60/70 desenhei o Pancho, um personagem bem à la Clint Eastwood de Western Spaghetti pois era o que vendia bem na época. O editor pediu um estilo bem estilo bangue-bangue italiano e foi quando criei esse personagem que era bem clássico de Sergio Leone e Clint Eastwood. Fiz isso por dois anos. Foi que o que fiz de quadrinhos na época antes de voltar agora.

Gatilho, novo trabalho autoral de Pedro Mauro

Você disse que tem um material guardado e que nunca publicou. Você pensa em revisitá-los? Além disso, por que você opta por histórias mais de época e não contemporâneas?

Porque na verdade o que mais gosto dos quadrinhos é a aventura. Uma aventura que conta, por exemplo, o desbravamento do oeste. No Brasil, gosto muito do tema Cangaço. Não era um desbravamento mas marcou a História do Brasil. Eu gosto de história. É lógico que existe uma história mais contemporânea das coisas mas prefiro algo mais para trás. Não sei te dizer porque, mas de repente é um gosto. Está em mim. Eu gosto de desenhar esse tipo de personagens do século passado como é o oeste americano. Desde criança eu gosto porque é aquele desbravamento de uma cidade começar a ser erguida, tudo uma construção das coisas… isso eu gosto.

Arte interna de Gatilho

Você hoje trabalha para o mercado europeu. Para a Bonelli (Itália), para a Glenát(França) que publicou L’Art du Crime… Você se considera mais um autor de escola europeia? Inclusive falando de cangaço, o Hermann (autor belga de HQs) publicou Caatinga que é um álbum europeu sobre a História brasileira…

Os europeus num modo geral, principalmente a Bonelli [editore], o Sergio Bonelli adorava o Brasil e o cangaço. Ele tinha cartazes do filme O Cangaceiro em sua sala. Visitei seu escritório e vi lá os pôsteres originais. Então isso realmente é uma coisa que o europeu gosta. Mas o meu estilo se encaixa mais no europeu pois a minha escola, meu estilo quando comecei era mais calcada e baseada nos artistas europeus e também nos americanos clássicos. Que eram Joe Kubert, [Burne] Hogarth, Alex Raymond, Milton Caniff… que eram mais de uma escola clássica americana mais parecida com o estilo europeu. Era aquilo que eu adorava além dos quadrinhos europeus. Acho que esse estilo da old school americana bem parecido com os europeus. Não sei… acho os americanos que vieram depois foram olhando os europeus para começar a fazer Hqs… eu imagino. A semelhança existe. Então esse estilo me cativava e era esse que a gente estudava. A molecada que começa hoje estuda mais DC e Marvel. Que tem grandes artistas, mas não é tanto meu estilo ou o que eu faço. A geração de hoje vê mais esse lado mais a minha geração estudava mais os artistas daquela época.

A Bonelli ela tem um processo de publicação bem diferente do resto da Europa. Eles têm quadrinhos que são mensais com 100 páginas cada. É claro que fica impossível repetir o ilustrador do interior de uma edição para outra. O roteirista é o mesmo, mas o artista é revezado. Como te chamaram para desenhar para a Bonelli e como é o processo que te escalam para fazer uma história deles?

É uma pergunta interessante. Perguntam muito isso porque o pessoal sabe mais como funciona o mercado americano por ter mais informações e material por aqui mas o [mercado] europeu o pessoal muitas vezes não sabe bem como funciona. Na verdade realmente eles trabalham com muito mais páginas por episódio. Quando fiz a primeira [HQ] quando o Gianfranco Manfredi me convidou […] quando comecei a voltar aos quadrinhos eu procurei o mercado americano pois eu conheço o pessoal daqui que trabalha para lá. Falei com o Greg Tochini, Joe Prado e tal… quando eu comecei a preparar trabalho para mostrar eu estava postando desenhos meus em minha página do Facebook. Desenhos normais, não voltados para quadrinhos. Piratas, mulheres… Pin Ups basicamente. O Gianfranco viu. Ele não estava na minha lista de amigos mas alguém compartilhou e ele viu aí ele me convidou por Facebook via inbox. Ele só me mandou uma mensagem particular se apresentando e disse que “estava criando uma nova série [Adam Wild] e buscando artistas para participar pois precisava de vários. Gostei do seu estilo de gostaria de saber se está interessado em fazer um episódio para mim”. Quando vi que era o Gianfranco até fui conferir em um exemplar de Magico Vendo para ver se era o mesmo cara! Aí eu respondi e na hora começamos a trocar e-mails. Respondi que estava voltando aos quadrinhos e ele disse que gostou, me mandou um roteiro e se eu gostasse a gente fazia a história. Li metade do script e falei “Tô nessa! Pode mandar!”.

Ele mandou (o roteiro) em italiano?

Mandou em inglês. Ele perguntou se eu falava italiano e disse que não. Somente inglês por ter morado nos EUA e ele disse que ia traduzir e me mandar. Depois de um mês ele mandou o roteiro de 110 páginas e me perguntou se eu queria fazer a continuação antes mesmo de eu começar o primeiro pois era uma história que tinha a continuação e ele não queria mudar o desenhista e com o prazo de dois anos e eu aceitei. Aí comecei a fazer. Fiz até umas 10 páginas  primeiro, mandei para ver se ele gostava e a resposta dele foi “Ok. Perfeito! Continua” e desde então tô com ele já no quarto trabalho. Estou em uma nova série agora que vai ser lançada ano que vem, mas que ele pediu para não divulgar por enquanto pois vai ser lançada em maio e vou fazer os volumes 3 e 4 e já tem artistas fazendo os volumes 1 e 2 sendo que ele [Gianfranco] já está no 12º episódio.

Mas poderia dizer ao menos se é uma minissérie ou uma nova mensal?

Até ele falou muito pouco sobre isso. Ele me mandou o roteiro e estou desenhando. Mas ele disse que vai ser uma série mensal publicada em tamanho menor (formato Bonelli) em branco e preto e provavelmente a cores em formato maior para livrarias. Estou fazendo só a parte branco e preto. Não me disse ainda se vai ser uma série de 1, 2 anos ou se vai depender da aceitação do público como aconteceu com o Adam Wild que parou na edição 26. Mas tenho a impressão que pode ir longe. Mas ele não me confirmou.

O Gianfranco revisita as suas criações. Como é o Caso de Magico Vento que ele parou mas voltou agora. Adam Wild mesmo que tenha parado pode ser que no futuro volte…

Pode ser que volte porque tem um público grande que gostou de Adam Wild. Tanto que criaram um blog lá na Italia. Eu acompanho e quando anunciaram que ia parar esse pessoal fez um abaixo-assinado. Não lembro se foi de 3.000 ou 5.000 assinaturas e eles mandaram para a Bonelli. Público tem mas por algum motivo a Bonelli não continuou. Mas o Gianfranco sempre respondia “quem sabe volta…”. Ficou em aberto assim como o Magico Vento que está voltando em um especial agora.

Adam Wild de Pedro Mauro (reprodução: texwillerblog.com)

Vendo seu traço dá para ver uma influência muito grande do Sergio Toppi. É bem visível. Por que, em relação aos leitores brasileiros, o mercado europeu apesar de lançamentos ainda é um tanto tímido por aqui? O Sergio Toppi mesmo tem poucos títulos em português… E por que tão poucos brasileiros no mercado europeu? Há poucos “Pedros Mauro” por aí.

Muita gente pergunta porque a Bonelli não está aqui na CCXP. Acho que até vou sugerir para os organizadores ano que vem trazer alguém. Mas realmente o exemplo de Toppi é pouco publicado aqui. O que mais temos no Brasil é Ivo Milazzo, Milo Manara… mas aqui no evento sinto que o pessoal pergunta muito disso para mim “Por que seu trabalho não vem para cá?”. Acredito que aí falta ao editor ou editoras que invista. Porque tem mercado, desde que lance bem lançado. Que faça um trabalho bem feito. A Mythos que lança Bonelli aqui mas acho ainda tímido. Eles trazem, param… Não sei se falta divulgação mas tenho certeza que tem mercado…

Pode ser também o formato que é publicado…

Sim! Investir num formato maior. Quando visitei a Bonelli e conversei com o Gianfranco e que, apesar de aqui ter Tex por exemplo, primeira coisa que ele falou foi que “é, mas eles lançam (no Brasil) muito pequenininho” O formato deles é um pouco maior e agora a Bonelli está investindo em álbuns em formato maior como as edições francesas de capa dura para livrarias. Eles estão entrando nesse nicho pois a Bonelli é mais banca. Agora eles estão entrando em livrarias e a própria Bonelli já abriu suas próprias livrarias em parceria com editoras pela Itália. Então você percebe que ela está mudando o jeito de fazer. Acho que o Brasil precisa fazer a mesma coisa em relação à Bonelli.

Todos os exemplares da primeira impressão de Gatilho levados à CCXP foram vendidos no primeiro e segundo dia de evento, mas uma nova tiragem está programada para janeiro de 2018. Aos interessados, basta pedir para inserir seu nome da lista de espera pelo e-mail Gatilhohq@gmail.com

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O selo Plot! irá publicar Tank Girl no Brasil em 2018

Para a alegria de muitos, Tank Girl voltará a ser publicada no Brasil. O selo Plot! da editora Alto Astral vai trazer as loucas aventuras da personagem criada pelos lendários Jamie Hewlett e Alan Martin. Aliás, será os primórdios da fase da dupla que vai compor o primeiro volume. Tank Girl One vai reunir as primeiras histórias da garota, seu tanque e o famigerado canguru.

Criada em 1988, Tank Girl surgiu nas páginas da Deadline Magazine. Maltrapilha pilotando um tanque de guerra em um deserto futurista da Austrália, apesar de ter em suas histórias fortes referências da cultura pop britânica, suas histórias vão de missões para organizações passando por desventuras com o Booga, seu namorado, um canguru mutante. Jamie Hewlett e Alan Martin trabalharam com a personagem até meados dos anos 90. Depois disso, Tank Girl seguiu com HQs esporádicas, e Hewlett ficou envolvido com a criação do visual da banda Gorillaz enquanto Martin chegou a fazer algumas minisséries dela em 2007.

No Brasil, algumas histórias da Tank Girl foram publicadas pela extinta revista Animal durante a década de 90.

O planejamento da Plot! é publicar em 2018 duas edições, Tank Girl One, que como já foi dito aqui, será um compilado de históricas clássicas, eoutra edição com histórias mais recentes, produzidas por outros artistas. Mas sem ter uma ordem cronológica entre os dois volumes.

Desde sua fundação, em julho desse ano, o selo Plot! vem trazendo HQs dos mais variados estilos, como as nacionais Peek a Boo – A Masmorra dos Coalas, Kombi 95 e as recentes Realezas Urbanas e Imobiliária Sobrenatural (a primeira publicação gringa do selo). As duas últimas foram lançadas durante a CCXP 2017.

Ainda não foram divulgadas informações sobre data de lançamento ou valor dos volumes. Fique ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes sobre o retorno da Tank Girl ao Brasil.

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Yabadabadoo | Flintstones Volume 1 da Panini já está em pré-venda

Já está em pré-venda a HQ Flintstones – Volume 1. A versão realista e atualizada da animação da Hanna-Barbera. A publicação será da Panini que durante a CCXP 2017, divulgou a capa nacional da obra que foi produzida pela DC Comics.

Com grande sucesso de crítica e venda nos Estados Unidos, Flintstones, é um retrato da sociedade atual ambientado na idade da pedra. Recheada de assuntos polêmicos como os efeitos do capitalismo, preconceito, religião e relacionamentos.

 

No volume, temos o desenrolar da trama em que Fred e Barney andam por Bedrock com um grupo de Neandertais que o Sr. Pedregulho quer contratar para trabalhar na pedreira. Mas com condições muito abaixo do que os outros funcionários. Além de serem forçados a oferecer um trabalho ingrato, a dupla de amigos descobrem como a parte rica da população da cidade vive.

Flintstones – Volume 1 tem roteiro de Mark Russell e desenhos de Steve Pugh e reúne as primeiras seis edições da publicação original. A HQ tem formato 26 x 17 x 0,6 cm, 168 páginas e você já pode adquirir a sua com 10% de desconto no link abaixo:

 

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Grandes sagas da Marvel que podem chegar ao cinema

Já vem de algum tempo o rumor que a Disney estava querendo comprar parte do conglomerado 21st Century Fox. O tempo passou, boatos foram, boatos vieram e tudo parecia que era conto da carochinha. E hoje (14/12) foi oficializado o acordo que o Mickey terá em sua animada casa os estúdios: 20th Century Fox, Fox Streaming e Blue Sky. Sem contar nos canais Fox, FX, FXX, A&E e Star. Parte do serviço de Streaming Hulu, Endemol e as filiais regionais do Fox Sports. As emissoras jornalísticas do Fox News e os principais canais do Fox Sports ainda ficam com a 21st Century Fox. A Disney assume franquias consagradas Duro de Matar, Planeta dos Macacos, A Era do Gelo, Alien, Uma Família da Pesada e os poderosíssimos Os Simpsons. E claro, nos X-Men e o Quarteto Fantástico!

Mas, vamos para o que interessa para nos nerds amantes de HQs e de filmes de heróis. Por que não sonhar com a possível inclusão dos Mutantes e da Família Fantástica no Universo Marvel do cinema? Sim, queremos ver o Wolverine dando um golpe com as garras de adamantium no escudo do Capitão América nas telonas! Queremos ver os Illumiatis reunidos! Casamento de Ororo e T’Calla! Deadpool disputando o amor da Morte com Thanos! Galactus (gigante, de verdade, e não um peido cósmico) invadindo a Terra! E nunca esteve tão próximo de acontecer como agora. Ou melhor nos próximos anos.

Queremos ver isso nas telonas!!

Sabemos que a Marvel Studios segue um planejamento religioso e que vai se encerrar a fase 3 com o filme do Homem-Formiga no ano que vem. Ou seja, a Fase 4, com certeza já está planejada ou já está idealizada. Uma mudança, que não é do feitio do estúdio somente se for por algo muito extraordinário. Como aconteceu apenas uma vez quando incluíram o Homem-Aranha em Capitão América: Guerra Civil.

Mas voltando ao terreno dos sonhos, listamos aqui, lindo leitor, algumss grandes sagas da Marvel Comics, que poderiam ser adaptadas para os cinemas. Confira:

Torneio dos Campeões (1982)

Com roteiros de Mark Gruenwald, Steven Grant e Bill Mantlo e arte de John Romita Jr. e Bob Layton, ela é considerada como a primeira minissérie da Marvel. Na trama, o Ancião do Universo, conhecido como Grão-Mestre quer ressuscitar o seu irmão, o Colecionador. Então ele faz uma aposta com uma entidade que se apresenta como “Desconhecida”. A aposta consistia em reunir cada apostador reunir uma equipe com 12 guerreiros e duelarem na busca por quatro pedaços de um globo que quando reunidos podem trazer a vida o Colecionador.

Os apostadores escolhem os heróis da Terra para serem seus representantes na disputa. O Grão-Mestre monta um time com: Capitão América, Talismã, Estrela Negra, Capitão Britânia, Wolverine, Defensor, Sasquartch, Demolidor, Peregrino, Mulher-Hulk, Coisa e Blitzkrieg.

Já a “Desconhecida” recruta Homem de Ferro, Vanguard, Punho de Ferro, Shamrock, Tempestade, Cavaleiro Árabe, Sabra, Mulher-Invisível, Anjo, Pantera Negra, Solaris e o Homem-Coletivo. Obviamente, ao invés desses personagens mais do secundários, o estúdio colocaria os pesos pesados, mas por estar no âmbito cósmico os filmes atualmente, acho difícil seguirem por esse caminho.


Guerras Secretas (1984)

O maior crossover da história do Universo Marvel até então. A minissérie produzida por Jim Shooter e Mike Zeck introduziu conceitos até hoje vistos no quadrinhos da Casa das Ideias, foi lá que por exemplo vimos o Homem-Aranha ter o primeiro contato com o Simbionte e usar o clássico uniforme negro. Que mais tarde se tornaria o vilão Venon.

Guerras Secretas começou depois da Mattel procurar a Marvel para lançar uma linha de brinquedos de super-heróis. Mas para isso precisariam fazer uma história em que chamasse atenção da mídia e causasse comentários entre os leitores em geral. A trama é bem simples até, o semideus Beyonder, promove uma batalha nunca vista entre os maiores heróis e vilões da Terra, oferecendo ao grupo vencedor, como prêmio, a realização de todos os seus desejos.

Novamente, por ser um assunto cósmico, acho difícil a Marvel abordar isso nas próximas fases. Mas seria interessante abordar o Império Shiar e introduzir um personagem como o Beyonder.


Atos de Vingança (1989/1990)

O mega crossover tem uma premissa bem simples. Os vilões, cansados de apanhar, se unem e trocam os heróis que estavam acostumados a combater. Bem reto. Sem firula. Os ataques eram planejados pelos gênios do crime do Universo Marvel, escolhendo os vilões certos que tivesse vantagem ao enfrentar determinado herói. Seria interessante para poder introduzir vilões ao MCU. Uma trama mais urbana.


Massacre Marvel (1996)

Uma das sagas mais lembradas pelos leitores. O grande evento da década de 90, juntamente com A Era do Apocalypse, começou, praticamente, na história “Atrações Fatais” onde os X-Men enfrentaram Magneto e seus Acólitos, e determinado momento da luta, Magnus arranca o adamantium dos ossos de Logan. Esse ato foi a gota d’água para Xavier, que “desligou” a mente do vilão o deixando em estado catatônico. Só que durante o processo, a essência mais maligna que estava na mente de Magneto vai para o cérebro de Xavier. O que causa a origem do vilão Massacre.

A saga seguiu por muitas revistas, envolvendo diversos heróis da editora, até chegar no seu gran finale e o sacrifício dos Vingadores no seu final. Vindo ocasionar a era de Os Heróis Renascem. Já que eles foram enviados para uma outra realidade. E ao que parece, a próxima fase do MCU vai lidar com o Multiverso. Já que esse será o tema principal do filme do próximo filme do Homem-Formiga.


Guerra Suprema (2003)

A linha Ultimate foi a fonte em que a Marvel mais bebeu para o seu universo cinematográfico. Guerra Suprema seria uma das minhas apostas para a uma sequencia de filmes envolvendo os Vingadores e os Mutantes. A trama começa depois de Magneto tentar matar o presidente dos EUA em rede nacional, Charles Xavier entra na mente dele e muda tudo. Ele apaga a sua memória e coloca outras lembranças. O tornando um “humano comum” com família, amigos…  mas acontece que, inadvertidamente, o Fera, vaza o que aconteceu para a Irmandade de Mutantes, acreditando que estava conversando com uma namorada online.

A Irmandade consegue resgatar o seu líder, e Magneto surge e o governo dos Estados Unidos quer saber como isso aconteceu, já que o terrorista foi dado como morto. Nick Fury e seu recém-montado grupo de Supremos, rastreiam até a Mansão X e ao chegar no lugar descobrem que está vazio. O que os levam a crer que X-Men e Magneto estão como aliados agora.

Podendo fazer uma série de filmes onde os combates entre a Irmandade e X-Men acabam sendo prejudiciais para a sociedade, juntamente com ataques terroristas, racismo de uma raça, seriam assuntos atuais para enredo de uma fase completa no MCU.


Vingadores: A Queda/Dinastia M (2004/2005)

Seria um grande “filmão” ou então dividido em duas partes. Em Vingadores: A Queda mostra realmente o que apresenta o titulo. A mansão foi destruída, foram atacados pelos Kree, a Mulher-Hulk enlouquece e destrói o Visão, entre outros fatos. Então eles descobrem que a Feiticeira Escarlate tinha perdido o controle sobre os seus poderes de alteração de realidade, depois de acreditar que seus filhos estavam mortos. Após derrotarem a Vingadora, os heróis a entregam para Magneto em Genosha para ser tratada por Charles Xavier.

É então que começa a Dinastia M. Os X-Men, Quarteto Fantástico e os Vingadores estão tentando decidir o futuro da Feiticeira Escarlate, uma vez que Charles Xavier não consegue ter nenhum sucesso com a mesma. Mercúrio tenta junto à Magneto encontrar alguma forma de salvar a irmã, e o pai lhe diz que não pode fazer mais nada. Os heróis chegam e na ilha e um enorme clarão branco surge. Então a realidade é transformada. Onde os humanos estão próximo da extinção, Peter Parker é casado com Gwen Stacy, Steve Rogers é um idoso veterano da guerra, Magneto é o rei da Dinastia M e Logan é um agente da S.H.I.E.L.D., mas de uma alguma maneira ele é o único no mundo que lembra de toda a verdade.


Invasão Secreta (2008/2009)

Criada por Brian Michael Bendis e Leinil Yu, a saga traz para o palco principal os Skrulls que, usando os seus poderes de mudar de aparência trocaram de lugar alguns super-heróis da Terra. Depois que descobrem, fica complicado saber em quem confiar. Vamos lembrar que já foi confirmado que o filme da Capitã Marvel vai introduzir a raça alienígena no MCU. E que será ambientado na década de 90, ou seja, tempo mais do que suficiente para termos Skrulls entre os seres humanos.


Reinado Sombrio (2009)

A saga nos apresenta os novos Vingadores: Miss Marvel (na verdade Rocha Lunar), Gavião Arqueiro (o Mercenário), Homem-Aranha (Venom) Capitão Marvel, Ares, Sentinela e Wolverine (Daken, filho de Logan) sendo liderados por Norman Osborn, o Patriota de Ferro. Depois de resolver a crise da invasão Skrull, conseguir quase todo patrimônio tecnológico de Tony Stark, a confiança do governo e da população dos Estados Unidos e se tornar o comandante da M.A.R.T.E.L.O., a agencia de segurança que substituiu a S.H.I.E.L.D., Norman se tornou algo como o grande defensor da Terra. Ele juntamente com seus colaboradores que formavam o grupo a Cabala, formado por Loki, o Capuz, Doutor Destino, Namor e Emma Frost. E com eles formou uma aliança em que eles teriam o que quisessem em troca de paz. Então os vilões se tornaram heróis e os heróis se tornaram fora da lei.


Vingadores vs. X-Men (2012)

A história começa com a entidade Fênix indo para a Terra encontrar a sua nova hospedeira. A Messias Mutante conhecida como Esperança. Ela é a primeira mutante a nascer depois que a Feiticeira Escarlate pirou e disse a célebre frase: “Chega de Mutantes” e fez que a maioria da raça perdesse os poderes e impediu o nascimento de novos mutantes. Os Vingadores ao saberem que a Fênix está a caminho querem impedir que ela encontrasse a nova hospedeira. Para isso eles pedem para que os X-Men entreguem a garota. Ciclope nega, por acreditar que a chegada da Fênix é parte importante do destino de Esperança como salvadora dos mutantes. É nesse momento que o caldo entorna.

Grandes batalhas com momentos emblemáticos seguem pela saga. Até acontecer uma importante reviravolta envolvendo a entidade Fênix. Pode não ser desse jeito que seja adaptada, mas uma grande briga entre os X-Men e os Vingadores seria um dos pontos altos do MCU.


Guerra Civil II (2016)

A segunda versão de Guerra Civil, coloca frente a frente o Homem de Ferro e a Capitã Marvel. Tudo por causa de um Inumano chamado Ulysses, que tem o poder de prever alguns desastres como invasões alienígenas e ataques terroristas. Enquanto Carol Danvers é a favor de usar o Inumano e seus dons, Tony Stark é contra por diversas razões. A saga, embora não tenha a mesma qualidade da sua original, traz um monte de consequências ao Universo Marvel que estão em ativa até hoje. Sem contar as mortes que foram impactantes.

Seria uma ótima oportunidade para introduzir os Inumanos no MCU, e quem sabe adaptar Inumanos vs. X-Men algum dia…


Império Secreto (2017)

A mais recente saga da Marvel, onde Steve Rogers se revelou um agente infiltrado da HYDRA esse tempo todo, esperando o momento certo para agir e levar a organização ao poder nos Estados Unidos. Bem, na verdade, o Caveira Vermelha, alterou as memórias do Capitão o tornando um traidor americano. A saga envolve diversos personagens da casa, que se unem para combater o seu ex-líder e amigo. Seria uma boa forma de trazer de volta o Caveira Vermelha de volta ao MCU, desde o final do primeiro filme do Capitão América. E colocar o Sentinela da Liberdade como grande vilão.

A única coisa que sabemos, é que não teremos alguma movimentação tão cedo sobre esses novos personagens que vieram da Fox. Pode ser que agora que o acordo foi sacramentado, os filmes mais para frente tenham algumas referencias sobre eles, e quem sabe em Vingadores 4 não possa ter aquela cena pós-credito marota que deixa todo mundo ouriçado? Só nos resta esperar.

Tem alguma outra saga, ou momento que envolve os heróis, você gostaria de ver adaptada para as telonas? Continue ligado na Torre de Vigilância para mais detalhes sobre a nova fase da Marvel nos cinemas.

 

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Infinity Countdown | Marvel revela os portadores das Pedras do Infinito

A Marvel Comics vai apresentar com quem estão atualmente as Pedras do Infinito (uma versão mais “rústica” das gemas originais). E saberemos o que cada um quer com elas na minissérie Infinity Countdown, que será publicada no ano que vem. Antes ainda, será lançado um one-shot chamado de Infinity Countdown Prime.

Infinity Countdown Prime terá roteiro de Gerry Duggan e artes do brasileiro Mike Deodato Jr., após o especial, Duggan continua escrevendo uma história de cinco partes que terão os desenhos de Aaron Kuder. As capas serão de Nick Bradshaw. O roteirista estava cuidando da mensal dos Guardiões da Galáxia (HQ que encontrou o seu final na edição #150) para que pudesse se dedicar totalmente ao novo evento da Marvel.

Conforme já tinha sido apresentado em Marvel Legacy #1, o Wolverine voltou dos mortos e tomou posse da Pedra do Espaço. A Capitã Marvel possui a Pedra da Realidade. Loki, que em algumas histórias passadas, já parecia que estava atrás do artefato, está com a Pedra da Mente no seu cetro. O Superskrull está com a Pedra do Tempo. E a Gamorra, não foi mostrado ainda como, tomou de Peter Quill a Pedra do Poder. Magus, a contraparte futurística de Warlock, possui a Pedra da Alma.

Confira uma pequena prévia de Infinity Countdown Prime, além das capas das edições, na galeria abaixo:

 

“A corrida pelo poder no universo pós Secret Wars começou, e sua busca afetará cada personagem da Marvel”, disse a editora em comunicado. “Das ruas ao espaço. Dos Vingadores ao Homem-Aranha passando nos X-Men, provocando até o fim dos Guardiões da Galáxia!”

Infinity Countdown Prime #1 será publicado em fevereiro.  A minissérie em cinco edições Infinity Countdown começa em março.

 

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Anti-Venom terá um novo hospedeiro nos quadrinhos

Atenção, a matéria contém spoilers da história Venom Inc  Alpha #1

Durante a primeira edição do gibi Venom Inc Alpha, o simbionte tem uma dura escolha entre ficar com o Eddie Brock ou  Flash Thompson, que acaba causando uma intensa batalha entre os dois hospedeiros, o ser alienígena e o Homem-Aranha. Com o objetivo de amenizar a briga, o amigão da vizinhança joga um soro nos dois rapazes, que acaba fazendo efeito somente em Flash.

Veja a galeria abaixo:

O simbionte acaba escolhendo o Flash Thompson como o seu novo hospedeiro, que com o efeito do soro, acaba se transformando no novo Anti-Venom. Mas, uma pequena parte da criatura fica com Eddie. Ainda não se sabe se essa pequena parcela transformará o personagem no Venom novamente.

Veja a imagem abaixo:

A história foi roteirizada por Dan Slott e ilustrada pelo Mike Costa. Para mais matérias relacionadas ao Homem-Aranha e seu universo, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

 

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Humberto Ramos fala sobre o Homem-Aranha durante a CCXP 2017

Ao decorrer do painel dos 55 anos do Homem-Aranha na CCXP 2017, o ilustrador Humberto Ramos falou sobre a essência do amigão da vizinhança, que segundo ele, o herói sempre voltará as suas raízes originais.

”A resposta para ele ter historias com continuidades tão distintas, é porque ele ainda carrega a sua essência original. Não importa se ele cresça ou evolua, o Homem-Aranha sempre terá arcos voltados para os adolescentes e para as pessoas mais humildes, e isso não irá mudar tão cedo.”

Veja na galeria abaixo, algumas artes de Humberto:

O ilustrador, aproveitou para dizer que a  sua versão cinematográfica favorita do Homem-Aranha é a do ator Andrew Garfield, que segundo ele, foi quem melhor encarnou o Peter Parker e o herói nos cinemas.

Para mais matérias relacionadas ao Homem-Aranha e seu universo, fique ligado aqui na Torre de Vigilância!