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A Song of Ice & Fire: Conclave traz ao Brasil o jogo baseado na obra de George R. R. Martin

Está disponível atualmente no Catarse uma campanha para trazer ao Brasil o incrível jogo de miniaturas A Song of Ice & Fire, baseado na obra máxima de George R. R. Martin. A Conclave Editora já alcançou o dobro da meta a ser batida, e os detalhes você pode conferir abaixo!

A Song of Ice & Fire: Jogo de Miniaturas é um jogo competitivo de miniaturas para dois jogadores ou mais. Cada jogador controla uma das Grandes Casas de Westeros, comandando unidades de batalha, recrutando Heróis lendários e manipulando o cenário político, na tentativa de conseguir o maior de todos os prêmios: O Trono de Ferro. Apresentando a Casa Stark e a Casa Lannister, o Jogo Base vem com mais de 100 incríveis miniaturas pré-montadas que estão prontas para jogar assim que retiradas da caixa! Todas as novas esculturas são baseadas na arte original criada para o jogo pela equipe da CMON, sob a supervisão de George R.R. Martin e da Dark Sword Miniatures, para garantir que o jogo entregue exatamente o que os fãs vêm esperando por anos.

O Stark vs Lannister Jogo Base é a introdução perfeita para um novo jogo de miniaturas. Com regras acessíveis e simplificadas, desenvolvidas por Eric M. Lang e Michael Shinall, A Song of Ice and Fire: Jogo de Miniaturas traz 5 diferentes modos de jogo, construção de exércitos e opções de customização, alem de escolhas de comandantes e anexos.

O jogo é recomendado para maiores de 14 anos, podendo ser jogado com dois jogadores ou mais, e cada jogatina dura em média 60 minutos. A campanha descrita acima está sendo feita em conjunto com o Kickstarter americano, que ofertará recompensas exclusivas aos apoiadores (brasileiros e americanos).

O preço para adquirir o jogo base é R$ 699. Com R$ 1500,00 o apoiador também irá receber todas as recompensas exclusivas do Kickstarter, como miniaturas extras, um conjunto de florestas e um conjunto de fortificações, além do manual de luxo.

Também é possível obter o pacote com as miniaturas pintadas e diversos addons que acrescentarão novidades à caixa base. Para conferir a campanha em detalhes, clique aqui.

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Matar e Morrer: os dois Prelúdios de Dario Argento

Em 1975 o renomado cineasta italiano Dario Argento lançava o que viria a se tornar sua obra-prima mais cultuada: Prelúdio para Matar (Profondo Rosso no original), um suspense policial escrito por Argento, com produção de seu pai e de seu irmão mais novo, e trilha sonora composta pela banda Goblin.

Dario Argento iniciou sua carreira em meados dos anos 60 e ganhou notoriedade pelo trabalho realizado ao lado de Bernardo Bertolucci no filme de Sergio Leone, Era uma Vez no Oeste (1968). Após o sucesso de sua produção de 1970, O Pássaro das Plumas de Cristal, o diretor investiu em outros dois filmes que seguem a mesma temática, e esta trinca foi apelidada de “trilogia animal“. Outro filme foi lançado em 1973, e exatamente em 75 Profondo Rosso chegou aos cinemas.

Uma das cenas de Prelúdio para Matar, em que o protagonista investiga o misterioso assassino.

Prelúdio para Matar, um trabalho que Argento dividiu com Bernardino Zapponi, une as características dos filmes thriller do diretor com pitadas de sobrenatural e fantasia. Na trama, um pianista vivido pelo ator David Hemmings é testemunha do assassinato de Helga Ulmman (Macha Méril), e decide investigar os fatos contando com a ajuda de uma amiga repórter, interpretada por Daria Nicolodi.

O filme tornou-se um sucesso de público e crítica e hoje figura no topo das listas de melhores obras da filmografia do diretor. A produção envolveu particularidades da vida pessoal de Argento, tal qual sua separação com a segunda esposa. O título do longa significa, em português, Sangue Profundo, e a composição única que dá vida à história contada, com ambientação espetacular por parte da direção das cenas e da trilha sonora desenvolvida pela banda italiana de rock progressivo são os pontos altos da fita.

O diretor e roteirista elabora um mistério intrigante e cheio de surpresas enquanto o protagonista está em sua investigação. Levando o espectador a um ponto final graças às descobertas, Dario não falha em surpreender e entrega um plot twist memorável. O sombrio assassino, que no filme é interpretado pelo próprio Argento (nas cenas em que somente as luvas estão visíveis), promove uma verdadeira chacina no decorrer das – rápidas – duas horas de mistério. Quando chega ao fim, sobra a satisfação por ter presenciado tamanho esmero em uma tela. E a influência deixada por suas obras ao legado do cinema é gigantesca, retirando-se do posto de ícone italiano para se tornar referência mundial.

Mais de quarenta anos depois, Dario Argento revisitou as principais características de sua obra definitiva. Agora, nas páginas de um personagem das histórias em quadrinhos: o Dylan Dog.

“O maior ícone italiano de terror depois de mim”, disse o diretor com um sorriso.

Foi através do roteirista da Sergio Bonelli Editore Stefano Piani que Dylan Dog teve uma história escrita por Argento lançada na Itália, na edição 383 da revista do personagem, datada de junho de 2018. Amigo pessoal de Dario, Piani abordou-o ao mesmo tempo em que trocou mensagens com o editor de DyD, Roberto Recchioni. Foi dada a largada para que o Investigador do Pesadelo criado por Tiziano Sclavi, tal qual uma marionete, fosse conduzido pelas hábeis mãos do diretor. O título da obra: Profondo Nero (Terror Profundo), seguindo o italino, e no Brasil, Prelúdio para Morrer.

Uma misteriosa mulher é destaque na bela capa de Prelúdio para Morrer.

Mas as semelhanças entre o clássico filme e a história de Dylan não se limitam ao título. Aqui, com colaboração de Piani, Argento cria uma história de investigação mestrada por BDSM (bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo), e apesar do plot geral não se assemelhar ao de sua obra máxima, a condução de ambas possuem paralelos.

Os dois Prelúdios de Argento têm início com uma cena ambientada no passado. No filme, alguém assassina um homem e uma criança está com a faca em uma das mãos. No quadrinho, duas filhas de um nobre são pegas roubando a gaveta de dinheiro do pai. Ambos os prólogos são, ao final da narrativa, trazidos de volta para mente do espectador/leitor e utilizados como gatilho para solução de um mistério maior. E como o clássico de 1975, Prelúdio para Morrer traz alguns elementos fantasiosos que o diretor trabalha em algumas das suas produções, uma vertente favorita do mesmo.

A cena inicial do filme mostra uma criança presenciando uma faca ensanguentada.

A sinopse desta história é direta: ao visitar uma exposição de quadros e fotografias BDSM, o herói avista uma linda mulher de longos cabelos pretos e muitas cicatrizes nas costas. Ao segui-la através da multidão, ela desaparece na cidade e Dylan se vê em uma experiência bizarra onde, seminua e amarrada, com uma estranha multidão assistindo ao redor, a mulher que avistara anteriormente pede para que ele a chicoteie. Ao acordar do que se assemelhou a um sonho, o dever é descobrir quem diabos é essa mulher.

“A dor é prazer, Dylan!”

A paixão do autor por obras de arte se faz presente em seu filme como elemento chave para a resolução do mistério, e é o principal gatilho para que o Investigador do Pesadelo dê início às suas buscas, motivadas também por avistar uma mulher em situação estranha. E as referências ao filme também se apresentam de forma visual: há um pôster da banda Goblin em determinado quadro, dividindo cena com uma marionete que, no longa, protagoniza uma das mais impactantes cenas de ação e terror.

A utilização de bonecas e marionete em Prelúdio para Matar cria um suspense único.

Enforcamentos, desmaios, facadas e mortes por um ataque de cutelo promovem a sanguinolência, que sempre se encerrará com balas e pólvora. E além dos paralelos, esta é uma aventura cronológica do herói, com utilização dos aparatos tecnológicos que o leitor conheceu na aventura A Serviço do Caos, cronologia esta situada em um texto editorial.

“Quem junta tudo é Dario, que, como faz todas as vezes, se fecha em um quarto de hotel em algum lugar, junto com um computador sem wifi, para escrever.”

O desfecho, mais uma vez remetendo ao Prelúdio para Matar, entrega uma reviravolta que esteve o tempo todo escancarada para o leitor, incapaz de notar e mergulhado na assombrosa arte do genial artista Corrado Roi.

E enquanto adiciona componentes novos para sua trama, incluindo até mesmo algumas atitudes polêmicas às mãos de Dylan Dog, esta revisitação histórica de um clássico do suspense e terror demonstra a força não somente do Old Boy que vive a aventura, como também do autor, que hoje possui 78 anos de idade e ainda é capaz de mergulhar-nos em tanta ansiedade curiosa.

A obra foi trazida ao Brasil pela Mythos Editora em uma graphic novel luxuosa, com capa dura e textos que complementam a leitura. Confira detalhes clicando aqui.

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Quadrinhos

Hellboy e o B.P.D.P. 1954 traz novas aventuras no passado do Garoto do Inferno

Já está em pré-venda o terceiro volume da coleção Hellboy e o B.P.D.P., da Mythos Editora. No terceiro ano em sequência, o investigador demoníaco irá atrás de novas aventuras. Confira detalhes abaixo!

Em 1954, Hellboy começa a percorrer o mundo para investigar e debelar possíveis ameaças sobrenaturais. Ele não é mais um novato no Bureau de Pesquisas e Defesa Paranormal, mas ainda está muito longe de ser o que se julga: um perito que já viu e já fez de tudo. É com essa mentalidade juvenil que o impetuoso agente assume missões individuais “fáceis” como enfrentar um macaco fantasma ou um espelho assombrado.

Porém, quando as ocorrências são realmente estarrecedoras, Hellboy se junta ao esquadrão do B.P.D.P. para desbravar desde os rigores glaciais do círculo polar ártico, onde cientistas juram estar sendo caçados pelo abominável homem das neves; até os mistérios ancestrais da China, onde um vaso milenar pode ser foco de manifestações demoníacas.

No terceiro volume de Hellboy e o B.P.D.P. será apresentada a minissérie 1954 e O Espelho, uma aventura originalmente distribuída no dia do quadrinho gratuito dos Estados Unidos.

Este encadernado conta com roteiros de Mike Mignola e Chris Roberson (o criador de iZombie, série da Vertigo que fez grande sucesso nos quadrinhos, com arte de Mike Allred, e na TV), e reúne mais um leque de grandes artistas: Mike Huddleston, Stephen Green, Patric Reynolds, Brian Churilla e o lendário mestre Richard Corben.

Hellboy e o B.P.D.P. 1954 possui 156 páginas encadernadas em capa dura e formato 26 x 17 cm. O preço sugerido é R$ 72,90. Reserve sua edição na pré-venda clicando aqui.

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Cinema

Sony Pictures quer supostamente introduzir o Venom no terceiro filme do Homem-Aranha no MCU

Um usuário do Twitter misterioso denominado de Roger Wardell, afirma que a Sony Pictures quer desesperadamente introduzir o Venom de Tom Hardy no terceiro filme do Homem-Aranha protagonizado por Tom Holland.

Caso a afirmação se concretize, o simbionte poderia ser o principal vilão do novo filme do aranha, assim como o mesmo foi um dos antagonista de Homem-Aranha 3, dirigido e produzido por Sam Raimi.

Roger Wardell surgiu na rede social em dezembro de 2018, revelando inúmeras informações de Ultimato que acabaram se concretizando.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau.Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, seis curtas metragens e onze seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel nos cinemas, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Marvel Studios pode estar considerando vários papéis para David Morrissey no MCU

De acordo com o insider Roger Wardell, a Marvel Studios está considerando vários papéis distintos para o ator David Morrissey no MCU.

Wardell informa que a empresa é muito fã dos trabalhos de Morrissey, principalmente pela sua performance em The Walking Dead, na qual deu vida ao vilão Governador.

Roger Wardell surgiu na rede social em dezembro de 2018, revelando inúmeras informações de Ultimato que acabaram se concretizando.

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O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, seis curtas metragens e onze seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel nos cinemas, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Filme do Uncharted com Tom Holland está em estágio avançado de desenvolvimento

De acordo com Tony Vinciquerra, CEO da Sony Pictures, a adaptação cinematográfica do jogo Uncharted com Tom Holland no papel principal, encontra-se em estágio avançado de desenvolvimento, indicando que suas filmagens começarão em breve.

No filme, veremos uma versão mais jovem de Nathan Drake, que estará começando sua vida de aventureiro e explorador.

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Uncharted é uma série de videojogos de ação-aventura produzida pela Naughty Dog e publicada pela Sony Computer Entertainment para as plataformas PlayStation.

Uncharted não possui data de lançamento.

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Séries

Netflix divulga novos cartazes individuais da quinta temporada de Black Mirror

A Netflix liberou três novos cartazes individuais da quinta temporada de Black Mirror, mais precisamente dos episódios Rachel, Jack and Ashley Too, Striking Vipers e Smithereens.

Black Mirror possui quatro temporadas e tem como principal objetivo, chocar o seu público através de mensagens totalmente pessimistas sobre o mundo moderno ao mesmo tempo que critica a evolução humana em relação a tecnologia e outros aspectos socioeconômicos que fazem a cabeça do homem.

O quinto ano do seriado estreia em 5 de Junho.

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Cinema

Warner Bros. libera sem aviso prévio, um novo trailer de Anabelle 3

A Warner Bros. Pictures disponibilizou o segundo trailer de Anabelle 3: De Volta Pra Casa, que chega em 28 de Junho nos cinemas mundiais.

Para evitar que Annabelle causasse mais estragos, os demonologistas Ed e Lorraine Warren levaram a boneca possuída para a sala de artefatos em sua casa, colocando-a ‘em segurança’ em um gabinete abençoado por um padre. No entanto, uma noite Annabelle desperta os espíritos malignos da sala, que estabeleceram um novo objetivo: Judy, a filha de dez anos dos Warren, e suas amigas.

Anabelle 3: De Volta Para Casa chega em 28 de Junho.

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Séries

DC Universe libera o terceiro e último trailer de Monstro do Pântano

Produzida por James Wan, cineasta responsável pela franquia Invocação do Mal e Aquaman, foi liberado o terceiro e último da série do Monstro do Pântano, que será exclusiva do DC Universe.

A série mostrará a detetive Abby Arcane investigando uma doença rara nos pântanos de Louisiana, que ao ir mais fundo em suas investigações, acaba descobrindo que algo muito mais terrível habita o lugar.

Monstro do Pântano estreia em 31 de Maio.

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Literatura

Curtindo Chernobyl da HBO? Conheça três ótimos livros sobre o assunto!

Minissérie composta por cinco episódios criada por Craig Mazin e produzida pela HBO, Chernobyl está sendo transmitida atualmente e caminhando para seu encerramento. Adaptando fielmente os fatos do maior desastre nuclear da história, na usina ucraniana que dá nome à série, crítica e espectadores no geral vêm elogiando o desenrolar e os aspectos técnicos da produção.

O desastre ocorrido em 1986 já foi tema de muitas produções, sejam elas televisivas, cinematográficas ou literárias. O drama vivido pelas famílias e trabalhadores na então União Soviética, a tentativa banal de acobertamento dos fatos por parte do governo tentando evitar o caos, entre outras situações desastrosas que expõem os principais problemas do ser humano, vieram à tona e vêm sendo discutidos semanalmente com a exibição de novos episódios.

Abaixo, recomendaremos três elogiados livros sobre o assunto, para que algo tão memorável negativamente na história humana permaneça sempre em discussão.

Vozes de Tchernóbil: a história oral do desastre nuclear

Livro mais conhecido e premiado sobre o desastre, Vozes de Tchernóbil foi escrito por Svetlana Aleksiévitch, escritora e jornalista bielorrussa. Neste livro, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 2015, Svetlana se utiliza das múltiplas vozes – de viúvas, trabalhadores afetados, cientistas ainda debilitados pela experiência, soldados, gente do povo – para construir uma narrativa arrebatadora, a um só tempo, relato e testemunho de uma tragédia quase indizível.

Cenas terríveis, acontecimentos dramáticos, episódios patéticos, tudo na história de Tchernóbil aparece com a força das melhores reportagens jornalísticas e a potência dos maiores romances literários. As palavras de seus personagens, que dão corpo à narrativa em forma de relato, apresentam dores incomparáveis.

Nina: Desvendando Chernobyl

Livro finalista do Prêmio Jabuti de 2018 na categoria “Conto.”

Em Desvendando Chernobyl, Ariane Severo retoma o assunto abordado por Svetlana (em seu livro Vozes de Tchernóbil) com outras qualidades. Trata-se de um romance onde Nina, psicanalista brasileira nascida em Moscou da união efêmera de um casal de bolsistas gaúchos, volta à então capital da União Soviética com o desejo de ajudar “pessoas que sofrem com a catástrofe de Chernobyl“.

Ariane recria os fatos com absoluta veracidade, sem nunca perder a ternura, principalmente em relação aos seres humanos mais humildes (e seus animais e plantas) destruídos pela irresponsabilidade dos poderosos envolvidos na catástrofe.

Chernobyl 01:23:40: The Incredible True Story of the World’s Worst Nuclear Disaster

Ainda não disponível em português, Chernobyl 01:23:40 do autor inglês Andrew Leatherbarrow narra em detalhes como o reator nuclear da usina apresentou uma falha crítica e como funcionava anteriormente. O narrador também apresenta descrições e sentimentos acerca de uma ida à Pripyat, vilarejo mais próximo à usina, e demonstra em palavras as emoções que o local transmitem nos dias de hoje e que o motivaram a escrever este livro mesmo não sendo da área.

O material apresentado exigiu muita pesquisa e faz jus aos fatos reais. Os eventos que levaram ao desastre são narrados de forma contínua e muito clara, tornando-se uma leitura fácil para qualquer um, até mesmo um leitor descompromissado que deseja saber mais sobre o assunto.

Existem dezenas de outros livros que falam sobre o desastre de Chernobyl, seja em forma de romance com ficção ou a história real. A série de TV tem reavivado a discussão, beneficiando o questionamento e expondo fatos que agora alcançam um novo público. Da mesma forma, a literatura permanece com relatos eternos de tanto sofrimento em um dos momentos mais sombrios da história humana.