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Conheça um Japão alternativo na série Okko: o Império do Pajão

Na série de quadrinhos Okko, o Pajão é um império situado no ano 1108. Gueixas, samurais, ronins, monges e até mesmo demônios e outras criaturas fantásticas compõem as figuras fabulosas que dão vida ao Pajão, e esta incrível homenagem à cultura japonesa imaginada pelo francês Hub (pseudônimo de Humbert Chabuel) se destaca não somente pela arte, como também pelo carisma único e inventividade de todas as suas criações.

A história é centrada em uma equipe. Okko, que dá nome à série, é um ronin que lidera o pequeno grupo de caçadores de demônios composto pelo próprio, por Noburo – um gigante misterioso que esconde sua face atrás de uma máscara rubra e aparentemente é imortal – e Noshin, um monge beberrão que pode invocar e comandar espíritos da natureza e fazer outros comandos mágicos. O trio viaja pelo Pajão, longe dos campos de batalha, perambulando pelos reinos e realizando as mais diversas missões e investigações.

A estrutura central de Okko se assemelha a uma grande e fértil aventura de RPG. O grupo se divide em um espadachim engenhoso, um berserker imparável e um tipo de mago movido a saquê. Os três ao longo de suas viagens interagem com outras figuras deslumbrantes, que marcam presença em cada um dos Ciclos da saga, tornando-se ou não personagens recorrentes, como é o caso do garoto Tikku, que narra toda a  história e conheceu o grupo de Okko ao solicitar que o trio colaborasse com o resgate de sua irmã, Pequena Carpa. Ao todo, Okko possui cinco Ciclos, e os dois primeiros (da Água e da Terra) já foram publicados no Brasil em dois álbuns.

O roteirista e ilustrador Hub dá asas à sua imaginação com pinceladas que vão formando este universo tão rico na mente do leitor. O autor explora o passado de cada um dos personagens de forma gradativa, enquanto traz características únicas do Pajão em cada uma de suas histórias.

O Ciclo da Água firma as bases e apresenta estas características, ligando-se diretamente ao título através do uso de figuras simbólicas do elemento em questão. São mostradas a fauna e flora, as deidades e tecnologias engenhosas, enquanto ao mesmo tempo os inimigos (demônios ou não) também possuem espaço de destaque nas páginas que desenrolam as tramas.

O Ciclo da Terra expande tudo que foi mostrado nas primeiras aventuras, enriquece o backstory do protagonista e aborda muito bem a vertente religiosa deste mundo, também se utilizando de figuras do elemento que dá nome ao Ciclo para dar continuidade às encrencas onde os heróis estão metidos. Hub possui um traço único e extremamente bem detalhado, e a união do mesmo com as belas cores feitas em parceria com Stéphane Pelayo ambientam perfeitamente o dia, a noite, as tardes e as mais variadas estações do ano. Todo o universo de Okko parece real, como uma versão do nosso Japão onde há mortos-vivos, yokais, castelos flutuantes e muito misticismo.

E além de todas as qualidades gráficas (de ilustração, criação e storytelling) citadas anteriormente, Hub também é capaz de brindar seus leitores com diálogos extremamente bem conduzidos que estabelecem cada um dos personagens. Os maneirismos, as tomadas de decisões, as falhas e os momentos de bravura colaboram para a construção dos heróis e vilões, e os dramas e momentos de descontração podem ser sentidos com naturalidade. Após a leitura do primeiro álbum e mergulhando-se nas páginas do segundo, todas as figuras ali presentes já são queridas e ao mesmo tempo enigmáticas sob determinada ótica.

A cultura pop francesa possui grande admiração pela cultura japonesa. Há diversos autores que trabalham para o mercado francês objetivando a criação de mangás produzidos na Europa, e apesar de a temática da obra de Hub soar perfeita para este gênero e estilo próprio dos quadrinhos, o autor entrega álbuns franco-belgas típicos com muitos quadros por página, texto refinado (com sacadas humorísticas bem pontuais) e expressões que nem sequer remetem às dos mangás. O mundo de Okko não tenta se disfarçar de mangá japonês produzido na França. Okko presta uma grande homenagem à mitologia japonesa, sem se aproximar do estilo narrativo dos quadrinhos do Japão. Essa é sua principal qualidade e o maior mérito do autor.

E enquanto durarem as longas viagens do grupo, além do tempo resgatando mulheres sequestradas (como no primeiro álbum) e investigando assassinatos repentinos (como no segundo), há uma infinidade de assuntos que podem ser inseridos e abordados no Império do Pajão, visto que cada Ciclo possui ligação direta com a trama central narrada por Tikku, e os elementos podem (e irão, aparentemente) ditar os rumos curiosos dos companheiros, que também apresentam evoluções de acordo com as técnicas que cada um domina.

A série Okko está sendo publicada no Brasil pela Mythos Editora em seu selo Gold Edition, que nasceu com o objetivo de apresentar o melhor dos quadrinhos europeus modernos aos leitores tupiniquins. Cada álbum possui cerca de 100 páginas encadernadas em capa dura e grand format (32 x 23 cm), e são apresentadas histórias fechadas com começo, meio e fim em cada um de seus volumes.

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Precisamos de mais Histórias de Amor com a cor Azul

“Só o amor pode salvar o mundo. Por que eu teria vergonha de amar?”

Sempre que eu via algum texto, foto ou algo referente à graphic novel Azul é a Cor Mais Quente, sempre pensava com meus botões “preciso ler isso.” e isso ocorreu durante anos. Pois bem, o dia da leitura chegou, e agora mudo minha frase para um questionamento: “porque, diabos, eu demorei tanto para ler isso?”.

A francesa Julie Maroh, que é ativista do movimento pelos direitos dos homossexuais, começou a escrever a história com 19 anos e levou cinco para concluir. Azul é a Cor Mais Quente foi publicado em 2010, e conta uma história de amor que todos nós gostaríamos de ter vivido. O romance tem encontro e desencontros, brigas, momentos íntimos, felicidade, tristeza, tem o fator de lutar pelo amor, de sair do porto seguro, tem o medo de dar errado, o medo de estar errado e tem a recompensa de quando as coisas vão bem. Ele fala sobre as crises adolescentes, o medo de encarar a sexualidade, de o que a sociedade pode pensar, de viver o que se quer de verdade. E sobre amadurecimento. Tudo que sonhamos encontrar em uma grande história de amor, inclusive nas que gostaríamos ou queremos viver está lá.

No livro conhecemos a simpática Clémentine, uma jovem que leva uma vida normal, com a correria de provas, seus amigos, pais que se preocupam que horas ela vai chegar em casa e namoro escolares. Mas a cinzenta vida da garota ganha uma cor. A azul. Quando ela vê uma bela menina com os cabelos dessa cor que no meio da multidão sorrir para Clémentine. O que vemos daí para frente é uma bela história de idas e vindas pelo verdadeiro amor. O amor que você sente pulsar dentro de ti.

Esse amor é despido de preconceitos. Sejam eles sexuais, raça, estéticos, financeiros e até mesmo moral. O que Clémentine e Emma passam para os leitores é que o amor pode e deve acontecer, não importando o tsunami de coisas contrárias que possam surgir. Muitas vezes deixamos de amar e se permitir ser amados por motivos banais. De como comentários mesquinhos e maldosos. Ou do fato de queremos somente seguir as cartilhas que impõem como corretas, acabam condenando vidas à romances errados. No caso das nossas protagonistas, tudo é mais complicado. Ainda mais em um mundo em que o preconceito é forte e dolorido.

Azul é a Cor Mais Quente é uma grande ciranda de emoções. Quando eu digo que o preconceito é forte, é uma das latentes da trama. Ele brota dos amigos, dos pais e da própria Clémentine. Essa é a primeira ciranda. Ao mesmo tempo que ela se sente bem quando se propõe a amar de verdade, ela sente vergonha. Se sente cometendo um ato falho. E quando ela decide que quer ficar com Emma, que também tem seus problemas. E tem mais uma ciranda. Emma é mais velha, tem um relacionamento longo com outra mulher, ela sente medo de por Clémentine ser muito jovem, isso ser apenas uma fase. A cada página as emoções vão consumindo as duas e o leitor.

Uma coisa que conversa muito bem com o leitor em Azul é a Cor Mais Quente são os gestos. O silêncio em alguns quadros, mas que são gritantes com os gestos e movimentos dos personagens são tocantes e valorizam demais a narrativa. Esse silêncio, juntamente com a palheta de cores engrandecem a obra. O mundo extremamente cinza se contrasta com o azul do amor. Todo momento azul é uma explosão de emoções para Clémentine, mas quando o azul sai de cena, o mundo desmorona.

Falei mais acima que Azul é a Cor Mais Quente é uma lição de amor que todos devemos aprender. E realmente é isso e além. Ele também fala da vida a dois em momentos difíceis e até de fidelidade. De amadurecer rápido, de crescer e assumir responsabilidades que não eram planejadas quando se é apenas uma criança. Lutar contra tudo e contra todos. Até se preocupar com o momento sócio-político que a França passava na época em que Nicolas Sarkozy ganhou as eleições. Mas sempre para viver o amor. Essa é a maior lição de Azul é a Cor Mais Quente, sempre pelo amor.

Azul é a Cor Mais Quente tem formato 25 x 17 cm, 160 páginas e o preço de R$ 44,90. A graphic novel chegou ao Brasil em 2013 pela editora Martins Fontes.

 

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Séries

The Flash | Grant Gustin se pronuncia após ataques racistas a Candice Patton

O ator Grant Gustin, que interpreta o personagem Barry Allen/Flash no Arrowverso, postou um vídeo em sua rede social, com um comunicado sobre os ataques racistas que a atriz Candice Patton (Iris West) vem sofrendo.

“Nossa Iris é uma atriz afro-americana. Ela é negra. Ela é linda e é nossa Iris e ela sempre vai ser. Sempre têm sido, e sempre será. Ela é o “endgame” do Barry; Candice Patton interpreta ela; ela vai continuar a interpretá-la; eu protejo ela e continuarei a proteger de ataques racistas.”, disse Grant Gustin.

Flash retorna com sua sexta temporada em outubro na CW.

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Cultura Japonesa Mangá

Confira os anúncios da NewPOP no Anime Friends 2019

O Anime Friends, maior evento voltado para cultura pop oriental do país, acontece em São Paulo nesse final de semana. Na sexta-feira (12), o destaque foi a palestra da Editora NewPOP, que contou com a participação do editor-chefe da editora e parceiro do evento, Júnior Fonseca. Após um panorama geral sobre o ano de publicações, foram feitos anúncios de novos títulos que serão publicados no futuro.

Confira:

  • Houseki no Kuni/Land of the Lustrous  (Mangá)

Sinopse: Em um futuro distante, nasce uma nova forma de vida chamada Houseki. As 28 Houseki devem lutar contra os Tsukijin que querem atacá-los e transformá-los em decorações, assim, cada gema é atribuída a um papel como um lutador ou um médico. Embora eles esperem lutar contra as pessoas da lua, Phos é uma jóia que não recebe nenhuma atribuição até que o gerente Kongs das gemas lhes pede para editar uma revista de história natural.

Volumes: Em andamento com 9 volumes.

  • The King of Fighters – A New Beginning (Mangá)

Sinopse: O mangá reconta a história do 14º torneio de KOF, com presenças de inúmeros personagens do jogo.

Volumes: Em andamento com 3 Volumes

  • Uchuu Senkan Yamato (Mangá)

Sinopse: Conta as aventuras da tripulação do encouraçado espacial Yamato, adaptado para viagens espaciais no ano de 2199, a partir do encouraçado japonês Yamato, afundando na Segunda Guerra Mundial. Até então, seus destroços estavam encalhados no fundo do oceano. Foi adaptado para ser a última esperança da Terra na resistência contra os ataques do planeta Gamilon.

Volumes: Volume único, pelo selo Prime

Maiores informações sobre os anúncios serão divulgadas pela editora nos próximos dias.

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Entretenimento

458 mil pessoas querem usar a corrida Naruto para libertar Aliens da Área 51

Mais de 458 mil pessoas já assinaram um evento no Facebook para realizarem um ataque em massa na Área 51, sudeste de Nevada, nos Estados Unidos, no dia 20 de setembro.

O grupo promete fazer a famosa corrida Naruto, correndo com as mãos para trás, no intuito de “desviar das balas dos militares” e conseguir ter acesso “aos aliens presos no local”.

A Área 51 fica a 200 quilômetros de Las Vegas, em uma área remota, cujos propósitos são mantidos em segredo de Estado.

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Quadrinhos

Confira a prévia de Superman Smashes a Klan, e toda a incrível história por trás dela

A DC Comics liberou a prévia de Superman Smashes a Klan, a história é baseada em um programa de rádio da década de 1940 intitulado Adventures of Superman. Em uma série de episódios, o herói enfrenta o Clan of the Fiery Cross, grupo que atuava como substituto da Klu Klux Klan. Superman Smashes a Klan será uma minissérie em três partes. Confira a sinopse da primeira edição abaixo:

“O ano é 1946, e a família Lee se mudou da Chinatown de Metrópolis para o centro da movimentada cidade. Enquanto o Dr. Lee é recebido calorosamente em seu novo cargo no Departamento de Saúde de Metrópolis, seus dois filhos, Roberta e Tommy, estão mais empolgados em estar mais perto de seu famoso herói, o Super-Homem!

Enquanto Tommy se ajusta ao ritmo acelerado da cidade, Roberta se sente deslocada, enquanto tenta e não se encaixa nas crianças da vizinhança. Enquanto os Lees tentam se adaptar às suas novas vidas, um mal está se movimentando em Metrópolis: a Klu Klux Klan. Uma noite, a família Lee acorda e encontra uma cruz em chamas no gramado, eles pensam em deixar a cidade. Mas o Planeta Diário oferece uma recompensa por informações sobre a KKK, e seus dois principais repórteres, Lois Lane e Clark Kent, investigam a história.

Quando Tommy é sequestrado pela KKK, o Superman entra em ação – com a ajuda de Roberta! Mas o Super-Homem ainda é novo em seus poderes – ele nem imaginou como voar ainda, então ele tem que correr pela cidade. Superman e Roberta chegarão a Tommy a tempo?”

 

Como dito antes, a história é baseada em um conto de um programa de rádio. E a história real por trás dela mostra como o Superman REALMENTE ajudou a desmoralizar a Klu Klux Klan. Tudo começa quando um ex-membro do grupo racista começa a trabalhar para a Anti-Defamation League e com o produtor do programa de rádio. A união acabou resultando em 16 episódios do Homem de Aço enfrentando a KKK.

Durante os episódios, o programa revelava diversos segredos do grupo, expondo todo tipo de verdade. Em apenas algumas semanas, a Klu Klux Klan já não era mais tão levada a sério pelo público. Toda essa história real virou livro intitulado Superman Versus The Ku Klux Klan: The True Story of How The Iconic Superhero Battle The Men of Hate (“Superman Contra a Ku Klux Klan: A História Real de Como o Icônico Super-Herói Enfrentou os Homens do Ódio”, em tradução livre), escrito por Rick Bowers, que foi publicado em 2012. E em 2017, ele quase se tornou um filme.

Já o quadrinho Superman Smashes the Klan terá 80 páginas, começa a ser vendido em 16 de outubro nos EUA e será publicado pelo selo DC ZOOM, voltado para um público mais jovem.

 

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Games

Minecraft Earth ganha trailer de gameplay

Minecraft Earth, novo título da franquia para mobiles, recebeu um novo trailer mostrando sua gameplay. O jogo é em realidade aumentada e estará disponível para Android e iOS – confira o trailer:

No vídeo acima, podemos ver um pouco de como o jogo será: com troca de skins, construção de objetos e outros elementos clássicos de Minecraft. Segundo a produtora do jogo, Minecraft Earth entrará em fase beta nas próximas semanas, mas somente para iOS. Os usuários de Android terão que esperar mais um pouco.

Minecraft Earth será lançado esse ano para Android e iOS.

 

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Séries

Mindhunter – Anunciada Data de Estréia da Segunda Temporada

Após quase 2 anos da estréia de Mindhunter na Netflix, o produtor David Fincher anunciou a data de estréia da 2ª temporada. Durante a gravação de um podcast, Fincher revelou que a série deveria retornar após o verão nos EUA, mais precisamente no dia 16 de Agosto.

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Sobre o enredo da nova temporada, especula-se que focarão o background principal no BTK Killer Dennis Rader, figura recorrente em pequenas aparições durante toda a primeira temporada. Ainda não foi divulgada nenhuma imagem ou trailer mas, seguindo o termômetro do que foi apresentado durante a primeira temporada, podemos esperar coisas grandiosas para a segunda.

Está curioso sobre a série? Confira aqui nossa resenha sobre a primeira temporada.

 

 

 

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Literatura

O Enigma de Outro Mundo | Campanha para publicação do livro está no Catarse

A editora Diário Macabro iniciou a campanha de financiamento coletivo pelo Catarse, o romance O Enigma de Outro Mundo, de John W. Campbell. A obra foi a fonte de inspiração do filme homônimo de John Carpenter, lançado em 1982. O filme tem uma história que geralmente se estende à diversas películas: foi um fracasso de bilheteria, mas ao passar dos anos acabou se tornando “cult”.

“O Enigma de Outro Mundo conta a história de alguns cientistas que tem como objetivo explorar o continente antártico e acabam descobrindo algo muito pior. Durantes as escavações, eles se deparam com um corpo congelado de uma criatura alienígena de pele azul e três olhos vermelhos: A Coisa. Depois de ser descongelada, a Coisa mostra que não estava morta – e é aí que o horror realmente começa. Com uma criatura que replica o corpo de animais e homens, presente na base de pesquisa, a paranoia e o desespero estão instaurados.”

A história do livro começou em 1938, quando John w. Campbell, publicou a obra em formato de novela, na revista pulp Astounding Science Fiction. Nessa época o texto se chamava Who Goes There?. Anos depois em 2017, o escritor Alex Nevala-Lee, fazia pesquisas em manuscritos de Campbell, e acidentalmente se deparou com um material inédito e desconhecido. Após analisar ele percebeu que era uma versão estendida e completa da história e o título original era Frozen Hell. O texto publicado originalmente foi reduzido para se adaptar à revista. E é essa versão que a Diário Macabro está trazendo.

A história inspirou três filmes: The Thing From Another World (1951),  O já mencionado de John Carpenter e A Coisa (2011). E acabou se tornando um dos produtos mais famosos e respeitados da cultura pop.

O Enigma de Outro Mundo contará com uma biografia do autor preparada especialmente para o livro, feita pelo Prof. Dr. Alexander Meireles da Silva, responsável pelo site Fantasticursos. Com formato 14 x 21 cm e capa dura com ilustração de Wildner Lima. Para saber mais sobre a campanha, valores e recompensas clique AQUI.

 

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Cinema

Oliver Jackson-Cohen será o Homem Invisível na nova versão do clássico de horror

O The Hollywood Reporter confirmou que o ator Oliver Jackson-Cohen será o Homem Invisível na nova versão do clássico de horror. Cohen será o protagonista do longa ao lado de Elisabeth Moss, que terá mais tempo de tela que o ator.

O longa de horror chega em 13 de Março de 2020 e conta com Leigh Whannell na direção. A obra é descrita como assustadora e amedrontadora.

Oliver é conhecido devido a sua atuação no seriado A Maldição da Residência Hill, na qual interpreta um dependente químico que é assombrado por fantasmas do passado.

A trama vai seguir Cecilia (Moss), que recebe a notícia sobre o suicídio de seu ex-namorado abusivo (Jackson). Ela começa a reconstruir sua vida para melhor. No entanto, seu senso de realidade é colocado em dúvida quando ela começa a suspeitar que seu ex não está realmente morto.

Para futuras informações a respeito de O Homem Invisível, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.