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Séries

The CW não possui planos para finalizar outras séries do Arrowverse

Durante a apresentação da emissora para a turnê de imprensa da Television Critics Association, o presidente do canal revelou que o Arrowverse terá vida longa.

”Acreditamos nessas franquias”, explicou Mark Pedowitz. ”Este universo continuará por muitos anos”.

Pedowitz observou também que ”esperamos que demore muito tempo” até que conversas sobre encerramentos sejam realizadas para as veteranas Flash, Supergirl e Legends of Tomorrow.

Arrowverse retornará com episódios inéditos em outubro e contará com a estreia de Batwoman.

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Séries

Crise nas Infinitas Terras | Marv Wolfman como co-roteirista no grande crossover

Durante o painel da última temporada de Arrow na turnê de imprensa da Television Critics Association, o showrunner  Marc Guggeheim revelou que ficou responsável como co-roteirista ao lado de Marv Wolfman para o próximo grande evento do Arrowverse.

Nos gibis, Crise nas Infinitas Terras foi roteirizada por Marv e desenhada por George Pérez. E se centrou em uma batalha dos super-heróis (e até alguns vilões) do Multiverso da Editora das Lendas contra uma ameaça cósmica imortal conhecida como Anti-Monitor.

A Crise ocorrerá em cinco episódios das séries atuais nas seguintes datas: Supergirl (8.12), Batwoman (9.12), The Flash (10.12), Arrow (14.01.2020) e Legends of Tomorrow (14.01.2020).

Arrowverse retornará em outubro com novos episódios, com exceção de Legends que voltará com episódios inéditos em 2020.

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Detective Comics Quadrinhos

Placas Tectônicas: a autobiografia que mergulha na mente das mulheres

35 anos, uma filha, um divórcio. Placas Tectônicas é uma história que poderia facilmente ser transportada para as páginas de uma graphic novel através de um drama familiar. Entretanto, a artista Margaux Motin opta por mostrar sua rotina de erros, acertos e superações de forma muito real e divertida, mergulhando de cabeça em seus pensamentos mais íntimos, inesperados e (muitas vezes) totalmente pirados.

Tiras, aquarelas e composições diferentes e criativas dão vida à esta história, um misto de boas conversas e situações inusitadas recheadas de um humor especialmente feminino. Margaux Motin parte do seguinte princípio: após o término de um relacionamento de dez anos, é como se ela tivesse rejuvenescido dez anos. Seus 35 anos tornam-se 25 em suas atitudes, ideias e na forma como ela passa a encarar sua vida, sua rotina e seus afazeres profissionais.

A descoberta feita pela autora, demonstrando que o fim de “uma vida” pode se tornar o início de outra, torna-se rapidamente o fio condutor que guia sua narrativa, construída através de tiras de uma página e histórias curtas, sempre centradas em determinados aspectos de sua fase de adaptação. Motin é sincera, e sua sinceridade transforma Placas Tectônicas num mergulho na mente das mulheres, demonstrando seus gostos pessoais, realizações, desejos e muito mais.

A forma como se relaciona com amigas e familiares, incluindo suas divertidas conversas com a filha, revelam claramente a nova Margaux, se sentindo mais jovem e liberta às novas experimentações, permitindo-se descobrir coisas que até então não havia tido oportunidade de conhecer. E isso chega a incluir uma nova paixão, que também se torna rapidamente um grande destaque para a trama, expondo mais uma vez, honestamente, o que se passa em sua cabeça: paranoias, alegrias e uma miríade de sentimentos.

A narrativa, citada acima, é composta por tiras de página única e histórias curtas. Sua arte, entretanto, é uma bela mistura de linha clara com colagens e cores muito vivas, diversas vezes repletas de efeitos para transmitir determinados sentimentos. Não há divisão de quadros, e isso dá fluidez às suas ideias e sequências de ação (as mais variadas que você pode imaginar).

E sendo uma história autobiográfica, há sempre o receio de que o cotidiano do autor não seja tão interessante. Muitas vezes uma autobiografia é apenas uma fatia ou acontecimento específico da vida de alguém, transposta para determinada mídia, podendo ou não ser cativante. Porém, o cotidiano muitas vezes infantil da autora destaca-se como uma autobiografia que cativa, e ao mesmo tempo diverte e emociona, sem ser clichê. Este talvez seja seu maior mérito como narradora e também como pessoa.

A edição nacional publicada pela Editora Nemo segue o capricho editorial típico do catálogo da editora, recheado de obras-primas. As 256 páginas fluem rapidamente, e há mais de uma forma de degustar esta história, podendo ser uma leitura única e direta do começo ao fim, e também algo a ser consultado esporadicamente para saborear aos poucos algumas historietas que compõem a obra. Acredito que ambas as formas são plenamente possíveis.

E Placas Tectônicas, além de mergulhar na mente de muitas mulheres (com especial destaque para as que já passaram dos trinta anos), também serve como uma boa lição de vida, visto que há algo mais a ser passado. Tudo pode parecer simples, mas existem ideias para se absorver em cada história, e intencionalmente ou não, transmitir tantas mensagens positivas é uma grande capacidade da autora.

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Cinema

Giancarlo Esposito está em negociações finais para interpretar um grande papel na Marvel Studios

De acordo com o MCU Cosmic, o ator Giancarlo Esposito está em negociações finais para interpretar um personagem extremamente importante na Marvel Studios.

Mais informações a respeito de quem o ator dará vida não foram reveladas, a não ser que essa persona aparecerá em breve nas telonas.

Giancarlo Esposito é um ator, diretor e produtor italiano nascido na Dinamarca. Seus trabalhos mais conhecidos são em Breaking Bad, Better Call Soul e The Mandalorian.

O universo cinematográfico da Marvel iniciou-se em 2008 através do filme Homem de Ferro, protagonizado por Robert Downey Jr. com direção de Jon Favreau. Atualmente, o MCU é composto por 23 filmes, seis curtas metragens e onze seriados.

Para futuras informações a respeito da Marvel nos cinemas, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Entretenimento Games

Game XP 2019 | O maior gamepark do mundo foi um grande sucesso, mais uma vez

A Game XP 2019, o maior gamepark do mundo, ocorreu no Rio de Janeiro durante os dias 25 e 28 de Julho. A Torre de Vigilância esteve presente cobrindo o evento e aqui está um breve resumo de tudo o que vimos por lá:

Durante os quatro dias de evento, presenciamos diversas partidas de campeonatos de E-Sports na Gameplay Arena 1 e na Oi Arena, você pode conferir um breve resumo sobre cada campeonato que acompanhamos clicando aqui. Também jogamos alguns jogos novos no mercado, como o novo Ghost Recon Breakpoint e o Roller Champions, ambos no stand da Ubisoft. Além disso, conferimos o novo Iron Man VR no stand da Playstation.

Na área externa tivemos a Medieval Street, uma mini rua simulando a arquitetura medieval com diversas lojas e atrações e a Beer Garden, uma área para os amantes de cerveja.

Quanto aos brinquedos distribuidos pelo parque, a maior surpresa desse ano foi a Galaxy Rush – uma montanha russa em VR onde fomos transportados para uma nave espacial. Também não posso deixar de citar o DinoMundi, uma experiência em realidade virtual onde você se vê em um parque de dinossauros. Sem dúvida alguma, experiências únicas e fantásticas. Fortnite esteve presente em grande peso esse ano com um LaserTag, um MegaDrop e com seu ônibus azul.

Com o teleférico de The Boys e a Roda Gigante da Oi, pudemos ter uma vista sensacional de todo o parque. Crash Team Racing esteve presente com uma pista de Kart temática e bem divertida de pilotar e a Ubisoft montou um palco enorme para os fãs de Just Dance se divertirem dançando as músicas mais populares do momento. Por fim, tivemos também a Gamezone – uma área voltada para os fãs de arcade e consoles atuais. No final de cada dia, tivemos atrações musicais no palco Gênesis.

O evento sofreu uma expansão de 60% comparada ao ano anterior, portanto ainda não soube lidar com as inúmeras filas para as atrações e esse talvez tenha sido o único problema do evento (afinal, eram filas de 4/5 horas para uma atração que durava em média de 2 a 3 min). Entretanto, foi uma experiência única estar na Game XP – que provou que de fato é o maior gamepark do mundo e foi um sucesso, mais uma vez.

Confira em vídeo como foi a Game XP 2019:

https://www.facebook.com/TorreVigilancia/videos/388365285208592/

A Game XP 2020 já foi confirmada e irá ocorrer em Julho do ano que vem. Então, até ano que vem, Game XP!

 

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Gameplay Games

Wolfenstein: Youngblood | Vamos acabar com os nazistas?!

Wolfenstein: Youngblood é o resultado de uma colaboração entre a Arkane Studios, responsáveis pelo envolvente Dishonored, e a MachineGames, estúdio que desenvolve Wolfenstein desde meados de 2014.

Wolfenstein: Youngblood volta a suas raízes, porém não de maneira satisfatória, ao utilizar o que já foi refeito e aprovado em jogos anteriores, mas, pega-los e encaixar em uma estrutura de gameplay fatigado, não é cativante. Entretanto, aqui não encontra-se a obsessão de impulsionar algo “novo”, como fizeram incrivelmente bem em seus jogos anteriores. É uma aventura que sacrifica pormenores em favor de um design mais arrojado, onde a ação e sua relevância mal conseguem entrar em concordância.

Mas isto não diminui o excelente trabalho que as equipes de desenvolvimento tentaram fazer com a franquia. Expandir os horizontes de Wolfenstein e fazê-lo ser algo totalmente diferente e atrativo, com muitas adições ao jogo, foi de fato algo positivo. Este jogo é o objeto perfeito de testes para novas mecânicas e propostas para o futuro da série, a questão é que todas essas “novidades” não se encaixam com as mecânicas e sistemas dentro do jogo.

Falando em jogabilidade, Wolfenstein: Youngblood dá um show de qualidade, e se destaca junto a outros grandes FPS modernos, a desenvoltura em desenvolver um sistema retilíneo e consistente relacionada as armas e outros apetrechos que encontramos dentro do jogo é clara, um ponto muito positivo para validar o status de um excelente jogo para a franquia Wolfenstein, a MachineGames e Arkane demonstraram o domínio e capacidade em apresentar um ciclo de ação frenética do início ao fim de seu produto final. Infelizmente, alguns problemas de construção, acabam diminuindo sua experiência, que teria tudo para ser uma das melhores nos últimos tempos.

Como dito anteriormente, o que de fato diminui em muito a qualidade geral de Wolfenstein: Youngblood é relacionada à estrutura do jogo. Desocupar a cidade-luz de Paris dos nazista, é uma tarefa bastante divertida quando colocada no papel, entretanto, realizar algumas tarefas para auxiliar a resistência francesa é um tanto quanto cansativa e as vezes “sem sentido”.

Há pouquíssimos momentos marcantes dentro destas missões, até mesmo os diálogos das missões tanto principais quanto secundárias são facilmente esquecíveis. O que não deveria fazer qualquer diferença, já que seus antecessores, nunca tiveram de fato uma apresentação narrativa considerável, entretanto a questão aqui em Youngblood é que desde o começo, o jogo nos mostra um caminho novo para a franquia, nos apresenta uma série de novidades que ao decorrer da gameplay, acabam não tendo o peso que eles provavelmente teria, se a sua estrutura narrativa fosse aquilo que se propunha a ser.

Falar do modo cooperativo é quase que dar um prêmio de consolação. Por que de fato é um ponto positivo, assim como sua jogabilidade, a cooperação online que Youngblood oferece é muito elegante, um diferencial em relação aos jogos de tiro contemporâneos que utilizam o modo cooperativo apenas para preencher lacunas. Em Youngblood não temos esta modalidade como preenchedora, mas como uma referência para o decorrer do desenvolvimento do game. Já que tudo parece ter sido feito a partir deste ponto de partida. Infelizmente a IA, é um tanto quanto ineficaz, e incompetente, o que te faz querer uma companhia consciente para te auxiliar e para diminuir um pouco a repetitividade das missões, já que cada um tem uma maneira própria de realizar suas ações.

Durante o jogo, você percorre cenários incrivelmente bem detalhados, cuidadosamente planejados, infelizmente desprovidos de quaisquer pontos interessantes para a gameplay de fato. Nenhum cenário auxilia o jogador, apenas servem como cúpula de nazistas. De fato, os ambientes são de tirar o fôlego, cheios de passagens escondidas e verticalidade que encontramos em FPS como os da série Tom Clancy´s e Call of Duty, verticalidade esta que permite aos jogadores apresentar diferentes tipos de abordagem, e surpreender os inimigos. Outro ponto da verticalidade é implicar uma não-linearidade, apresentando flexibilidade para resolver seus problemas e terminar o jogo com táticas inovadoras, que outros jogos não poderiam oferecer.

Mas falando do que realmente deve ser falado. Os nazistas que você irá matar. Seus adversários aqui são facilmente reconhecíveis, o único defeito é que não existem balanceamento de nível dentro do jogo, dois nazista de mesma categoria podem ser altamente letais para a finalização de sua missão, ou podem ser facilmente derrotados de uma maneira nada gloriosa. A adição de alguns sistemas de RPG, como a barra de vida e nível, auxiliam na progressão assim como para mantê-lo em linha constante de evolução evidente. Alguns recursos, novas habilidades e upgrades em armas, acabam por não conversarem com a maneira que Wolfenstein tende a progredir.

VEREDITO: RECOMENDADO

Wolfenstein: Youngblood não é apenas uma experiência, é uma aventura, entretanto sem profundidade. Toda a jogabilidade, desde os tiroteios, os movimentos disponibilizados graças à verticalidade, são uma verdadeira obra de arte, o que faz Wolfenstein ser um jogo agradável, mas que não possui uma complexidade necessária para aquilo que o jogo se propunha a ser. Jogar Youngblood sozinho, não é uma tarefa difícil, mas o modo cooperativo traz uma abordagem nova, que é muito bem-vinda. Infelizmente com o decorrer da gameplay, e as missões repetitivas e vazias, acabam afastando o jogador de toda a atmosfera criada para o jogo. Youngblood não oferece o mesmo que seus antecessores, ele oferece mais, entretanto nem sempre, o “mais” é melhor, o que poderia vim a ser um novo ponto de partida para a série Wolfenstein ficou preso em um spin-off autônomo.

Agradecimentos à Bethesda pelo envio do código. O jogo foi revisado no PC.

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Séries

Kevin Conroy escalado para ser o Bruce Wayne na Crise nas Infinitas Terras

Segundo informações da TV Line, o ator Kevin Conroy foi confirmado no crossover do Arrowverso, a Crise nas Infinitas Terras.

Conhecido por já ter dublado o Batman em várias animações como Batman – A Série Animada e Batman Beyond, Kevin Conroy agora será o Bruce Wayne de carne e osso, uma versão do futuro.

O crossover terá 5 episódios e suas datas foram divulgadas pela CW. Confira.

Supergirl: Domingo, 8 de dezembro.
Batwoman: Segunda-feira, 9 de dezembro.
The Flash: Terça-feira, 10 de dezembro.
Arrow: Terça-feira, 14 de janeiro de 2020.
DC’s Legends of Tomorrow: Terça-feira, 14 de janeiro de 2020.

A Crise nas Infinitas Terras vai envolver as séries Batwoman, Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow e Arrow.

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Entretenimento Séries Tela Quente

The Boys é a sátira perfeita sobre a comercialização de super-heróis

É inegável dizer nos dias de hoje os super-heróis fazem parte não só da nossa cultura como de um comércio bastante lucrativo e popular  no ramo do entretenimento através de diversas mídias como cinema, jogos e quadrinhos. Também não se pode negar o quão amados e exaltados são os personagens e suas aventuras apresentadas tanto pela Marvel como pela DC – as principais editoras do ramo.

Mas e se os heróis de fato existissem? E se essa comercialização ditasse os seus atos? E se eles fossem sujos e corruptos? Pois bem, essa é a premissa de The Boys. A série é uma excelente sátira sobre como seriam os super-heróis caso eles existissem no mundo de hoje, sobre a comercialização e a exaltação dos mesmos e também é a representação perfeita de que o poder corrompe, mostrando o quão sujo seria um homem com super poderes e com os holofotes em si – se assemelhando ao estilo adotado por Zack Snyder em suas adaptações cinematográficas.

The Boys é uma série disponibilizada no serviço de streaming Amazon Prime e é baseada nos quadrinhos com o mesmo título, escrita por Garth Ennis e desenhada por Darick Robertson. A série em quadrinhos foi publicada inicialmente pela DC Comics e depois sua publicação foi para a Dynamite Entertainment.

A trama gira em torno dos Sete, uma equipe de super-heróis famosos, e de Hughie (Jack Quaid) – que perdeu sua namorada após um acidente envolvendo um desses heróis, o A-Train (Jessie Usher). Após isso Hughie começa a nutrir ódio pela equipe e se encontra com Billy Butcher (Karl Urban), que lhe oferece uma oportunidade de se vingar e acaba unindo um grupo com esse intuito.

Do outro lado acompanhamos também a heroína Starlight/Annie January (Erin Moriarty), que foi aceita recentemente para a equipe dos Sete. É através dela e do Homelander (Antony Starr) que acompanhamos como os heróis são corruptos, sujos e completamente babacas. De uma forma geral, cada membro dos Sete é uma paródia da própria Liga da Justiça. Homelander como Superman, Noir como Batman, Queen Maeve como Mulher-Maravilha, The Deep como Aquaman e A-Train como Flash. Isso torna tudo ainda mais interessante.

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Nesse caso chega a ser perturbador saber que se de fato existissem super-heróis, eles seriam exatamente da forma que são retratados durante os episódios. Como já dizia a Senadora Finch em Batman v Superman: ”O poder corrompe, e o poder absoluto corrompe absolutamente”. E aqui, não só foi o poder como também a fama e a adoração da população. A retratação dos heróis é executada de forma majestosa e é semelhante ao que Zack Snyder fez em Watchmen, Man of Steel e Batman v Superman, entretanto, em The Boys temos um extra: a comercialização dos mesmos.

Funcionando perfeitamente como uma crítica ao mercado de adaptações cinematográficas que acabou saturando o gênero, na série vemos como os heróis funcionam como uma mercadoria – com filmes, brinquedos, quadrinhos e diversos outros produtos. Além disso, para o governo eles são uma arma; para a empresa Vought, lucro; para a população, esperança e diversão. Diante de tudo isso, The Boys chega como um alívio por se apresentar diferente da fórmula conhecida e repetida ao longo desses 11 anos em termos de adaptações de quadrinhos para o audiovisual.

Outro ponto de destaque para a série é o desenvolvimento dos personagens, que é extremamente bem executado. Cada personagem tem um papel fundamental na trama e precisa lidar com suas próprias subtramas – mesmo que o foco principal seja em Hughie.

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A adaptação dos quadrinhos para a série está excelente, preservando bem o seu material fonte. Algumas modificações como por exemplo a ausência de Terror, o cachorro de Billy, estão presentes mas não pesam tanto. Além disso a violência gráfica apresentada nos quadrinhos foi bem transmitida através da parceria entre a fotografia e dos efeitos especiais, que juntos transmitem o ambiente violento e sombrio da série.

Diante de tantas séries e filmes que apresentam a mesma fórmula e saturam o gênero das adaptações de quadrinhos, The Boys chega como um presente não só para os fãs da obra original como para os fãs do gênero. Sendo uma sátira perfeita sobre a comercialização dos super-heróis, a série mostra como seria se o homem tivesse poderes no mundo real e como a sociedade reagiria – claro que há exceções, nem todos os heróis seriam babacas se fossem reais e mesmo assim a série também mostra isso, com a Starlight. Além disso, a season finale é surpreendente e deixa o espectador curioso pro que está por vir. Vale a pena dar uma conferida.

A 1ª Temporada de The Boys possui 8 episódios de, aproximadamente, 1 hora cada. A série foi lançada no dia 26 de Julho e está disponível no serviço de streaming Amazon Prime.

Nota: 4.0/5

 

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Séries

Ator confirma que Raio Negro estará na Crise nas Infinitas Terras

O ator Cress Williams, que interpreta o Raio Negro na série Black Lightning, confirmou em sua rede social que o personagem estará na Crise nas Infinitas Terras.

A Crise nas Infinitas Terras vai envolver as séries Batwoman, Flash, Supergirl, Legends of Tomorrow e Arrow.

O crossover terá 5 episódios com datas ainda a serem divulgadas pela CW.

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Cinema

Taron Egerton fala sobre ser o Wolverine no MCU

Em uma entrevista para o Deadline, Taron Egerton comentou sobre interpretar o Wolverine nas telonas, visto que ele é um dos principais candidatos dos fãs para dar vida a nova versão do mutante.

“Eu amo a Marvel e amo os filmes. Iria amar uma desculpa para entrar em forma. Iria amar fazer parte disso. Quer isso seja algo realista ou não, eu não sei.”

Taron Egerton é um ator galês conhecido pelo seu papel como Dennis na série britânica The Smoke e por ter interpretado Eggsy nos filmes Kingsman: Serviço Secreto e Kingsman: O Círculo Dourado.

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Os X-Men são mutantes: humanos que, como resultado de um súbito salto evolucionário, nasceram com habilidades super-humanas latentes, que geralmente se manifestam na puberdade. Consequentemente no espaço, em suas histórias, vários homens comuns têm um intenso medo ou desconfiança dos mutantes (cientificamente chamados de Homo superior), que são vistos pelos cientistas em geral como o novo degrau da evolução humana. Logo, muitos os consideram uma ameaça à própria sociedade humana, fato intensificado por mutantes que usam seus poderes para fins criminosos.

Para futuras informações a respeito do Wolverine, fique ligado aqui, naTorre de Vigilância.