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Séries

Regina King voltaria para uma segunda temporada de Watchmen apenas com o retorno de Damon Lindelof

Em uma entrevista para a Variety, a atriz  Regina King afirmou que retornaria para uma segunda temporada de Watchmen apenas com o envolvimento de Damon Lindelof.

“Para ser sincera, eu aposto que a HBO gostaria de produzir novas temporadas da série, mas o showrunner Damon Lindelof já disse que não voltaria ao cargo. No meu caso, eu amei interpretar Angela e adoraria reprisar o papel, mas só se Lindelof retornasse. Se ele estiver fora, eu também estarei.”

Produzido pela HBO, Watchmen foi lançado no segundo semestre de 2019 e foi um dos maiores sucessos da emissora. No total, foram oito episódios exibidos semanalmente.

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Watchmen toma lugar 34 anos após os eventos da série de quadrinhos. Ambientado na realidade alternativa do século XX dos quadrinhos, vigilantes, uma vez vistos como heróis, têm sido proibidos devido aos seus métodos violentos.

Watchmen está disponível no HBO GO.

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Séries

Foundation | Série da Apple TV+ de alto orçamento tem o seu trailer revelado

A Apple TV+ liberou o primeiro trailer oficial de Foundation, a sua série de ficção científica que terá um orçamento cinematográfico.

Jared Harris, Laura Birn, Lee Pace, Lou Llobell e Cassian Bilton fazem parte do elenco de protagonistas.

Um gênio matemático chamado Hari Seldon prevê a queda da civilização. A série será uma adaptação do livro best-seller homônimo de Isaac Asimov.

Para futuras informações a respeito de Foundation, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Roteiros da oitava temporada de Brooklyn Nine-Nine serão reescritos por conta do movimento Black Lives Matter

Em uma entrevista para o TV Line, o ator Terry Crews afirmou que os roteiros da oitava temporada de Brooklyn Nine-Nine serão reescritos por conta do movimento Black Lives Matter.

 “Nós tivemos papos sérios e conversas profundas e esperamos que isso nos leve a fazer algo realmente inovador. Temos uma oportunidade e queremos usá-la da melhor maneira possível”.

Black Lives Matter é um movimento ativista internacional, com origem na comunidade Afro-americana, que campanha contra a violência direcionada as pessoas pretas.

Brooklyn Nine-Nine' tem roteiro reescrito após protestos contra ...

Andy Samberg, vencedor do Primetime Emmy Award, é Jake Peralta, um detetive ao mesmo tempo imaturo e habilidoso que nunca precisou se preocupar em respeitar as regras, até o dia em que o Brooklyn Nine-Nine ganhou um novo chefe. A primeira temporada foi ao ar em 17 de Setembro do ano 2013.

Para futuras informações a respeito de Brooklyn Nine-Nine, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Waiting For The Barbarian | Novo drama independente com Johnny Depp e Robert Pattinson tem o seu primeiro trailer liberado

Foi liberado o primeiro trailer oficial de Waiting For The Barbarian, novo drama Johnny Depp e Robert Pattinson dirigido por Ciro Guerra.

 

Em uma pequena província ocidental do Reino Unido vive um magistrado muito dedicado ao seu trabalho. No entanto, quando o Coronel Joll, famoso por seus “interrogatórios” e torturas, chega da capital para investigar os bárbaros, ele começa questionar a sua lealdade em relação ao Império.

Waiting For The Barbarian chega em Agosto de 2020 direto em mídia digital.

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Cinema

Millie Bobby Brown, Henry Cavill e Sam Claflin são os destaques das primeiras imagens de Enola Holmes

A Netflix liberou as primeiras imagens de Enola Holmes, longa-metragem produzido pela Legendary que será distribuído pelo serviço de streaming.

Quando Enola Holmes, irmã do grande detetive Sherlock Holmes, descobre que sua mãe desapareceu, ela rapidamente sai a sua procura. Disfarçando-se de viúva, Enola embarca em uma jornada para Londres, sem saber o que poderá acontecer. Ao chegar na cidade ela adota uma série de disfarces, mas acaba se envolvendo no caso de um jovem marquês desaparecido.

Para futuras informações a respeito de Enola Holmes, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Filmagens de Matrix 4 estão oficialmente retomadas

Foi revelado através de imagens do set vazadas pelo TMZ, que as gravações de Matrix 4 estão oficialmente retomadas em Berlim, na Alemanha.

Os atores Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss e Neil Patrick Harris já estão no set de gravações para voltarem a normalidade.

O quarto filme da franquia chega em 01 de Abril de 2022 e anteriormente, seria lançado no início de 2021.

Em um futuro próximo, Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem programador de computador que mora em um cubículo escuro, é atormentado por estranhos pesadelos nos quais encontra-se conectado por cabos e contra sua vontade, em um imenso sistema de computadores do futuro. Em todas essas ocasiões, acorda gritando no exato momento em que os eletrodos estão para penetrar em seu cérebro. À medida que o sonho se repete, Anderson começa a ter dúvidas sobre a realidade. Por meio do encontro com os misteriosos Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss), Thomas descobre que é, assim como outras pessoas, vítima do Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia. Morpheus, entretanto, está convencido de que Thomas é Neo, o aguardado messias capaz de enfrentar o Matrix e conduzir as pessoas de volta à realidade e à liberdade. Diz a sinopse do primeiro filme lançado em 1999.

Para futuras informações a respeito de Matrix, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Literatura

Ventos do Inverno | George R.R. Martin diz que sexto livro pode ficar pronto em 2021

Após um extenso período sem atualizar os fãs sobre o andamento de sua escrita interminável do livro VI, eis que George R.R. Martin surgiu recentemente para comentar de forma otimista sobre avanços na escrita.

 

O autor de As Crônicas de Gelo e Fogo revelou que está em sua cabana no Novo México antes mesmo do início da pandemia do novo coronavírus (COVID-19). A partir disto, comentou que o isolamento o ajudou a escrever de forma que teve progresso constante.

”Terminei um novo capítulo ontem, outro há três dias e outro na semana anterior. Mas não, isso não significa que o livro será finalizado amanhã ou publicado na próxima semana. Vai ser um livro enorme e ainda tenho um longo caminho a percorrer.”

George também falou para não darem crédito para sites com notícias caça-cliques que gostam de analisar cada palavra de suas postagens para encontrar algo.

Ele comentou sobre a escrita do terceiro livro da saga (A Tormenta de Espadas).

”Em 1999, quando eu estava escrevendo profundamente A Tormenta de Espadas, eu calculava em média cerca de 150 páginas por mês. Temo que nunca mais recupere esse ritmo. Olhando para trás, não tenho certeza de como fiz isso na época.”

Martin disse que tem dias ruins e dias bons, mas que apesar de tudo, está satisfeito com a maneira que as coisas estão indo. Recentemente, escreveu sobre os personagens Cersei, Asha, Tyrion, Sor Barristan e Areo Hotah. Confirmou que voltará para Braavos na próxima semana.

”Principalmente, sou apenas eu em Westeros, com viagens ocasionais para outros lugares nas páginas de um ótimo livro. Agora você terá que me desculpar, pois Arya está me chamando. Acho que ela pretende matar alguém.”

A atualização pode ser lida no blog oficial dele aqui .

O último lançamento da obra principal, A Dança dos Dragões, foi lançado em 2011. E como amplamente informado de forma constante, Os Ventos do Inverno não possui data oficial de lançamento.

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Música Vitrola

Se o funk é tão perecível, o que o faz ser tão atemporal?

Nestes dias desta eterna quarentena, o quê mais tenho feito é ouvir música. Venho descobrindo (e redescobrindo) vários artistas, álbuns, décadas e etc. Mas também, venho revisitando coisas que marcaram meu passado. Certa vez, com saudades das baladas e festas que costumava a frequentar no mundo pré-pandemia, estava ouvindo We Found Love smash hit da Rihanna e do Calvin Harris lançada lá em 2011.

Certamente, você já ouviu essa canção. E certamente, se você é uma pessoa de frequentar festas e baladas, obviamente já ouviu essa música tocar pelo menos em algum desses lugares, independente do estilo de casa noturna que você costuma frequentar. We Found Love é um clássico da música pop. Um dos maiores hits da década passada e é cirúrgico em marcar uma época qual a EDM  (Eletronic Dance Music) estava em alta. Principalmente a sua vertente eletropop.

As festas que costumo ir com meus amigos em um mundo sem quarentena e isolamento social, são regadas por 2 gêneros em específicos: o pop e o funk. Então como estava nostálgico com esses eventos, nada mais natural de ir atrás dos funks que me acompanhava por bons momentos durante uma madrugada toda. Só que a partir daí uma questão foi levantada na minha cabeça: “Se até em 2020, We Found Love é tocada com frequência em festas, porque os funks de 2011 também não são?”.
E essa dúvida me fez perceber o que está no meu inconsciente desde sempre: A música do funk é perecível, ela uma data de validade. Porém, o gênero funk em si, é, extremamente popular, e está prestes a dominar o mundo. Por quê?

Não acredito que exista uma resposta definitiva para essa questão, ou algum fator que funcione como ponto 0 do entendimento da minha dúvida. Entretanto, boa parte de mim pensa que isso acontece pelo funk ser um gênero vivo. Porque ele está em constante mudança e transformação. Ouso até me dizer que o funk é, de certa forma, um gênero experimental.

Desde o seu surgimento por meados dos anos 70, o funk misturou e se apropriou de diversos gêneros e tendências internacionais que estavam sendo importadas para o Brasil. 

Do originário funk americano encabeçado por James Brown, ao swingado do R&B que deu origem ao conhecido Charme e a popularização da música eletrônica no mainstream internacional, principalmente com o house dos anos 90, o funk usou e abusou do uso de samples de músicas internacionais criando nova canções com pedaços de outras ou até paródias das mesmas. E assim, levando esses ritmos para dentro das comunidades cariocas.

ANOS 70

Baile Funk Carioca, Anos 70

Em uma época qual o acesso à cultura e diversão era ainda mais limitado que os dias atuais para as camadas mais populares do país, o funk surgiu no Rio de Janeiro para levar o entretenimento musical e identitário para a juventude das comunidades da cidade assim como o Samba havia feito décadas antes. Muito disso se deve a Furacão 2000, que foi a grande responsável em levar os bailes para os bairros do subúrbio carioca, ajudando na popularização do ritmo na cidade e posteriormente, no país. 

DVD: Furacão 2000 - Funk de Verdade (COMPLETO) - YouTube

O Famoso “Paredão da Furacão”

Como um carioca nascido e criado no subúrbio do Rio de Janeiro, o funk sempre esteve presente na minha vida social. E por isso, tenho uma certa relação afetiva com o gênero. Lembro com clareza das histórias que meu pai contava da sua juventude embalados pelos hits da época, como as icônicas “Só Love”, “Me Leva” e os inúmeros Raps (Do Festival, Da Paz, Do Silva). Enquanto a minha infância tem como parte da trilha sonora faixas tão memoráveis quanto. “Tremendo Vacilão”, “Se Ela Dança Eu Danço”, “To Tranquilão” e as “não tão family friend” Dança do Créu e “Agora Eu Sou Solteira”. 

De forma caricata, no início da minha adolescência, eu passei por um fenômeno comum entre quase todos da mesma idade. A fase de odiar o funk apenas para poder pagar de diferentão e evoluído. Mas felizmente, eu amadureci. E pouco tempo depois passei a curtir os gênero que era presença marcada nas festinhas de 15 anos e resenhas do final de semana de colegas de classe. 

https://youtu.be/4Grv724IpJk

Enquanto estava pensando em escrever este texto, tive que escolher músicas para exemplificar os anos 90 e 2000 como fiz acima, e logo de cara vieram essas e mais algumas na minha cabeça. Talvez por serem as mais icônicas de suas respectivas décadas e terem sobrevivido ao teste do tempo, como é natural de acontecer com qualquer gênero. E é a partir daí que retomamos ao fator principal de eu estar escrevendo aqui.
Mas, mesmo que essas canções sejam conhecidas até o dia de hoje, pelo menos dentro da bolha carioca, elas não são tocadas nas festas como We Found Love da Rihanna, ou até hits mais antigos da mesma época como a saturadas millenials “Evidências” ou “Ana Júlia”. Por quê? 

Acredito que pelo seu viés experimental e até mesmo político o funk é um gênero que se tornou maior que suas próprias músicas. Seria algo como a dance music, que nos anos 90, de tão popular que era, pouco importava quem estava cantando ou o quê estava cantando, mas importa sim, que o som estivesse ali.

Acontece que por motivos mercadológicos, a dance music acabou sendo aglutinada pela música pop e eletrônica, virando um subgênero dentro desses dois estilos. Já o funk carioca não.

Surgido de uma mistura entre vários gêneros, o funk carioca se tornou único e inovador. Marcou gerações e construiu suas próprias vertentes como proibidão, melody, consciente, 150bpm, 180bpm e até mesmo gospel. E após disso, outros estados passaram a ter seu próprio estilo de funk, fazendo que o gênero ficasse ainda mais popular em determinadas regiões. 

Talvez o que faça com que o funk soe perecível com o passar dos anos, seja o fato de que quando um hit nasce, ele nasce de forma orgânica. Não possui uma fórmula exata de criação ou de divulgação. Pois a grande maioria dos MCs são jovens que atuam de maneira independente, sem apoio de empresários, gravadoras ou coisas do tipo. A música é feita pensada para aquele momento, para o presente, para a diversão dos bailes e festas nas comunidades e subúrbios.

Não há uma preocupação prioritária em fazer uma música que será tocada sempre, que conectará pessoas através de gerações como pensam a grande maioria dos artistas. Mas nem por isso, o funk deixa de ser uma legítima manifestação artística. Mesmo que nas baladas já não toquem mais as faixas populares de 1 ou 2 anos atrás. Se você viveu bons momentos com aquela batida, quando ouvi-las novamente irá sentir uma boa nostalgia. E é aí que o sentido da arte se faz presente.

O sertanejo pode ser atualmente o maior gênero dentro da indústria fonográfica brasileira. É ele que têm os maiores números nas plataformas de streaming,  movimenta a agenda de shows pelo país, os grandes festivais, e agora, as lives. Literalmente, estamos testemunhando o auge do modão brasileiro.

No entanto, quem está conseguindo levar a arte para periferia e exportar para o mundo contemporâneo, é o funk. Mesmo com todos os empecilhos colocados por uma elite artística no país movido à preconceito, o gênero está cada dia mais popular no mundo todo.

Há 3 anos atrás, MC Fioti lançou “Bum Bum Tam Tam”, o primeiro clipe brasileiro a chegar na marca de 1 bilhão de visualizações. Anitta, nossa principal aposta internacional, conseguiu colocar seu hit “Vai Malandra” no top 20 das músicas mais tocadas no Spotify mundial na época de lançamento do single. “Malokera”, single de  Ludmilla e MC Lan foi presença na playlist do desfile internacional da marca de Rihanna. E por aí vai…

O funk já está sendo popular entre nosso vizinhos da América Latina e já chegou também países Europeus. Artistas consagrados como Madonna, Diplo, M.I.A, Jennifer Lopez, J Balvin e Drake já experimentaram do gênero em seus trabalhos e também ajudaram em sua popularização. São mais de 40 anos de um movimento periférico que, além de levar diversão para as pessoas, muda a vida e realidade de muitos moradores das comunidades brasileiras, afastando diversos jovens da criminalidade e da morte. E isso só nos prova que o funk está apenas no começo de sua jornada. Há muito o que percorrer, há muito o que fazer e também, há muito o que mudar. Mas acima de tudo, o funk brasileiro nos mostra que pode até soar  perecível para alguns, mas está longe de ser temporário. 

 

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Anime Cultura Japonesa

Cyberpunk 2077 ganhará anime produzido pela Netflix e Studio TRIGGER

A CD Projekt Red anunciou durante o evento Night City Wire, do game Cyberpunk 2077, que a Netflix está produzindo um anime baseado no jogo em parceria com o estúdio japonês Studio Trigger.

Com direção de Hiroyuki Imaishi, o seu lançamento está previsto para 2022 e será intitulado de Cyberpunk: Edgerunners. A sua trilha sonora será composta por Akira Yamaoka, da franquia Silent Hill.

”Estamos extremamente felizes em revelar que há um anime de Cyberpunk em desenvolvimento. Nós engolimos praticamente tudo que existe de cyberpunk, é um gênero muito espaço para a criatividade e teve uma influência tão forte sobre nós. Cyberpunk: Edgerunners é a nossa declaração de amor ao estilo cyberpunk como um todo e às histórias contadas de forma animada”’. Afirmou Adam Badowski, diretor de Cyberpunk 2077, no press release recebido pela Torre de Vigilância.

Numa perspectiva de primeira pessoa, os jogadores assumem o papel do mercenário V, que possui um arsenal de armas de fogo e de combate corpo-a-corpo. V pode também aplicar pontos de experiência, divididos em três classes. Cyberpunk 2077 terá um cenário ainda maior do que o de The Witcher 3: Wild Hunt. A informação foi revelada em uma reunião dos acionistas da empresa polonesa.

Cyberpunk 2077 chega em 19 de Novembro de 2020 para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Quadrinhos

Confira o Preview de Penadinho – Lar, a nova Graphic MSP sobre a Turminha do Cemitério

Por meio de suas redes sociais, o editor Sidney Gusman revelou o preview de Penadinho – Lar de Paulo Crumbim e Cristina Eiko, a 27ª edição de Graphic MSP. A nova publicação é uma continuação de Penadinho – Vida e chega às bancas e lojas especializadas em julho.

Depois dos acontecimentos de Penadinho – Vida, Dona Morte está cheia de trabalho. Enquanto sai para recolher almas, Penadinho e a turma do cemitério vão ajudá-la em seu escritório, que fica em um prédio abandonado na cidade. Bem, ele deveria estar abandonado, mas…

Penadinho – Lar promete ser uma emoção com muita tensão, ação, ternura e humor. E pelo o que podemos ver nesse primeiro preview os traços da Cris Eiko e as cores do Paulo Crumbim são os charmes da edição. O já esperado e clássico texto de quarta capa será do Load.

Penadinho – Lar terá versões em capa cartonada e capa dura e, como dito aqui antes, começa a ser comercializado a partir de julho pela Panini Comics.

Você pode adquirir vários títulos da Graphic Msp nos sites da Loja Monstra, Comix, Excelsior Comic Shop.