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Consoles Games

Final Fantasy XVI ganha longo e detalhado trailer de gameplay

Hoje, no dia 13 de abril, a Sony realizou um state of play, seu evento digital de anúncio de games, exclusivamente focado em Final Fantasy XVI com gameplay longo e diversificado mostrando mecânicas do game.

No gameplay foi mostrado mais do combate e jogabilidade, além de antecipar um pouco da hstória de Clive Rosfield, o protagonista que se aventurará em um prometido mundo de fantasia sombria e com história melancólica.

O jogo será o primeiro da saga totalmente e assumidamente um RPG de ação, sem os clássicos e diversos tipos de turnos dos seus antecessores.

Final Fantasy XVI chegará exclusivamente ao PS5 em 22 de junho deste ano.

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Consoles Games

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom ganha seu último trailer

Hoje, dia 13 de abril, como a Nintendo havia anunciado, The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom ganhou o seu trailer de lançamento, e o último dos trailers do game, que foi ao ar em todas as redes sociais por volta das 11 da manhã.

Com o difícil fardo de acompanhar o sucesso de The Legend of Zelda: Breath of the Wild a Nintendo apresentou um emocionante trailer de lançamento para o game, que será uma sequência direta em história, universo e narrativa do seu anterior, como poucos jogos fizeram na franquia.

Confira o trailer na íntegra:

The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom será lançado exclusivamente para o Nintendo Switch no dia 12 de maio deste ano.

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Cinema

Mia Goth no MCU! Atriz de Pearl entra para o elenco de Blade da Marvel Studios

Foi divulgado de forma exclusiva pelo Deadline, que a atriz Mia Goth entrou para o elenco de Blade, da Marvel Studios. 

Mia é conhecida pelos seus papéis em Pearl, X e Infinity Pool, sendo este, o seu primeiro blockbuster e trabalho com a Disney. 

Seu papel está sendo mantido em segredo e ele deve ser de extrema importância para o longa-metragem.

Blade estreia em Setembro de 2024 nos cinemas. 

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Séries

Gotham tem um novo rei do crime | Assista o primeiro trailer de Pinguim

A Warner Bros. Discovery divulgou o primeiro trailer oficial de Pinguim, série situada no universo de Batman que estreia em 2024 no MAX. 

A história será centrada em mostrar o mafioso tomando pose do crime organizado de Gotham após a queda de Carmine Falcone. 

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Séries

Com Frank Grillo e David Harbour, elenco de Creatures Commandos é revelado

Foi divulgado com exclusividade pelo Collider, o elenco de vozes completo de Creatures Commandos, a primeira série animada do DCU que estreia em 2024. 

O elenco é composto por: Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Maria Bakalova (Ilana Rostovic), Indira Varma (A Noiva do Frankstein), Zoe Chao (Nina Mazursky), Alan Tudyk (Dr. Phosphorus ), David Harbour (Eric Frankenstein) e Sean Gunn (G.I. Robot). 

Viola Davis e Steve Agee retornarão para os papéis de Amanda Waller e John Economos respectivamente. 

Vale mencionar, que todos os atores citados acima também irão interpretar seus personagens em live-action. 

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Quadrinhos

1984 – Brasil, distopia, paranoia, Coletânea da Editora Draco, está no Catarse

A nova coletânea da Editora Draco vai colocar no clássico 1984, de George Orwell, um olhar… digamos… “abrasileirado”. 1984 – Brasil, distopia, paranoia reúne histórias inspiradas na grande obra, mas sendo ambientadas no país do samba, feijoada e carnaval. A HQ está em campanha de financiamento coletivo no Catarse.

São seis histórias que apresentam um Brasil fictício, mas que tem tudo a ver com a nossa realidade atual. Fanatismo religioso, conservadorismo e falta de liberdade são alguns dos temas abordados nessas narrativas. Confira abaixo cada uma delas:

Contrafactual (Roteiro – Alexey Dodsworth – Arte – Will Silva)
A luta pelas eleições diretas, o primeiro presidente eleito pelo povo, o sequestro da poupança, uma história do Brasil que não ocorreu exatamente como nos lembramos, uma história contrafactual.

Murucututu (Roteiro – Camila Suzuki – Arte – Danilo Dias)
Uma tecnologia experimental que permite monitorar os sonhos é implementada para caçar opositores do Partido, mas tem algo estranho acontecendo, e que pode transformar a operação em um pesadelo.

Homem Morto (Roteiro – Rogério Faria – Arte – André Martuscelli)
Em um Brasil que regrediu para 1984 por decreto, um agente do Estado reencontra-se em um jovem vizinho e reacende em si uma perigosa faísca revolucionária. Agora, quem é a ameaça?

Espião Doméstico (Roteiro: Jessica Borges – Arte: Thiago “Maza” Martins)
Enzo planeja delatar os próprios pais para ganhar um… sorvete, o prêmio pago pelo Estado às crianças que entregam “perigosos” subversivos.

We Are Carnaval (Roteiro: Raphael Fernandes – Arte: Laudo Ferreira)
Todo carnaval, a população vai às ruas dar prazer aos turistas e mandar os demônios para fora do país. Será que um amor proibido pode florescer neste inferno?

Soma (Roteiro: Erick Sama – Arte: João Eddie)
Soma é uma documentadora que tem se sentido cada vez mais alienada e triste após a perda de um relacionamento. Ao se dedicar mais ao trabalho por sugestão do Agente, descobre a glória dos maiores funcionários da Empresa.

1984 – Brasil, distopia, paranoia tem formato 17 x 24 cm, 120 páginas em preto, branco e verde oliva, e para saber mais sobra a campanha, que já passou dos 100%, (mas ainda dá tempo de apoiar), valores e recompensas, clique AQUI.

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Quadrinhos

Quadrinhos Cheios de Prêmios são os Lançamentos da Editora Comix Zone

A editora Comix Zone está com dois baitas lançamentos imperdíveis! O clássico brazuca Fawcett de André Diniz e Flavio Colin, que venceu o Prêmio Angelo Agostini; e O Grande Vazio de Léa Murawiec, obra vencedora do Prêmio do Público France Télévisions no Festival de Angoulême, em 2022.

Confira detalhes:

Fawcett

Aqui acompanhamos o enigma do desaparecimento do coronel britânico Percy Harrison Fawcett em 1925. Considerado um dos maiores aventureiros de todos os tempos, Fawcett liderou uma expedição na selva brasileira em busca de uma cidade lendária e seus tesouros. Porém, ele nunca retornou e seu destino permanece um mistério até hoje.

Além da história original publicada em 2000, esta edição traz um quadrinho inédito escrito e ilustrado por André Diniz, e uma apresentação assinada pelo tradutor e crítico Érico Assis. Fawcett saiu pela primeira vez no ano 2000 pela editora Nona Arte, do próprio Diniz. Depois, em 2010, foi republicada pela Devir.

Fawcett tem formato 21 x 28,5 cm, 72 páginas e capa dura.


O Grande Vazio

Quem é essa outra Manel Naher que está na capa dos jornais? Ela está ofuscando a verdadeira Manel Naher, a heroína desta história. Ela não percebe que, com todo esse sucesso, está colocando a verdadeira Manel em perigo? Se todo mundo começar a pensar na Manel que está ficando famosa, em vez de pensar na verdadeira, que passa seus dias nos fundos de uma pequena livraria… bem, podemos esquecer nossa Manel. E, neste mundo, se as pessoas não pensam mais em você, você morre, simples assim.

Pensar em alguém é dar-lhe presença. Nessa cidade colossal, o horizonte é bloqueado por milhares de nomes, e tudo o que os mendigos pedem é um segundo de atenção. Sobreviver para alguns, tornar-se imortal para outros – é a presença que faz essa cidade girar. Manel adoraria virar as costas para tudo isso; mas lá, além dos arranha-céus, há apenas o Grande Vazio, de onde ninguém jamais voltou.

O Grande Vazio tem formato 18 x 25,5 cm, 208 páginas e tradução de Fernando Paz.

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Quadrinhos

Adaptação em Quadrinhos de Alice no País das Maravilhas está no Catarse

Está no ar a campanha para financiamento coletivo da HQ Alice no País das Maravilhas, adaptação capitaneada por Adriano Ferrera. O clássico criado por Lewis Carroll, foi publicado originalmente em 1865, conta a história da jovem Alice, que, por pura curiosidade, vai parar em um mundo subterrâneo chamado de País das Maravilhas, onde ela encontra todo tipo de criatura falante, o que a faz viver uma aventura mágica para saciar a sua curiosidade infantil.

Adriano Ferrera disse, no texto do Catarse, que buscou seguir o mais fielmente a obra original, misturando com um toque pessoal para proporcionar uma nova experiência na leitura.

Alice no País das Maravilhas é não só um clássico mas também um importante ensaio sobre como a curiosidade infantil permite a vivência de inúmeras aventuras, e na minha releitura trago a história de uma criança perdida em um mundo novo e estranho, buscando aceitação, ao mesmo tempo que lida com o próprio crescimento e a hostilidade de estranhos que não a entendem. Ainda assim, ela persiste em alimentar sua curiosidade e se mantém firme aos próprios princípios até o fim.

Alice no País das Maravilhas terá tiragem inicial limitada, formato 20×28 cm, 112 páginas em preto e branco e para saber mais sobre a campanha, valores e recompensas, clique AQUI.

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Eu não sei o que dizer sobre “The Vampire Dies in no Time”

No mundo das crônicas – os textos mundanos de uma página que vemos publicados em jornais e revistas – existe uma máxima (que não sei se existe de fato, mas que acredito que escritores concordariam): Todo cronista, inevitavelmente, acabará escrevendo uma crônica sobre não saber sobre o que escrever, e uma crônica sobre o ato de escrever uma crônica. Às vezes, essas duas acabam sendo a mesma crônica.

Talvez isso valha também para blogueiros, pois o que estou fazendo hoje é justamente isso: Eu literalmente não sei o quê escrever sobre o animê que quero divulgar. Mas o algoritmo ruge, então tentarei mesmo assim.

Baseado num mangá de mesmo nome, com roteiro de arte de Itaru Bonnoki, “The Vampire Dies In No Time” (Kyuuketsuki Sugu Shinu) foi adaptado em 2021 para animação, e sua segunda temporada terminou agorinha, no final de março de 2023.

A comédia acompanha as aventuras de Draluc, o vampiro mais fraco do mundo (e que morre com qualquer arranhão, mas logo se recupera), e do caçador de vampiros Ronaldo, que juntam forças enquanto combatem as mais diversas ameaças à população da cidade de Shin-Yokohama.

Existem diversos tipos de humor, e eu já falei extensivamente sobre eles em diversas postagens diferentes. Afinal, quando venho recomendar um animê de comédia para vocês, eu preciso explicar o tipo de comédia que ele possui, já que pessoas diferentes gostam de tipos diferentes de comédia. Depois da explicação, eu comento sobre o show em si, seus pontos fortes e fracos, e suas excentricidades.

Pois bem: A comédia de “The Vampire Dies In No Time” é do tipo “Dedo no c* e gritaria”. É uma junção de choque pelo absurdo; com um manzai mais clássico de uma pessoa fazendo uma piada e outra reagindo a ela de forma exagerada; e do humor pela repetição da mesma piada várias e várias vezes. É uma mistura que pode ficar densa, mas que é tão bem executada, que não passa dos limites. Bem, dos limites técnicos, pois de roteiro… Eles vivem passando dos limites. E é isso que faz a coisa ser engraçada.

Captura de tela do episódio 4 da primeira temporada de "The Vampire Dies In No Time"
Considerando onde ele enfia esse dedo, é bom manter a unha cortada mesmo (Reprodução: Crunchyroll)

E agora é o momento que eu começo a me enrolar. Para falar sobre as excentricidades de “The Vampire Dies In No Time”, eu precisaria… Bem, pra início de conversa, eu precisaria ter prestado atenção o suficiente para notar qualquer coisa. O animê me fazia rir tanto, que eu quase não conseguia notar nada além das piadas. Mas, se eu me esforçar para tentar trazer algum ponto, eu teria uma certa dificuldade em explicá-los. Sabe aquela sensação de “você precisava estar lá”? Quando você conta uma história hilária para um amigo, e recebe como resposta apenas um silêncio constrangedor? É assim que eu me sinto ao tentar descrever qualquer coisa sobre o show.

Nesse mundo, cada vampiro tem uma habilidade “especial”, que deveria ser a sua assinatura e principal forma de atacar humanos e conseguir sangue. Mas a história nunca se leva a sério, e isso faz com que as habilidades dos vampiros sejam apenas coisas absurdas, badulaques extremamente específicos e que servem apenas de mote para piadas, onde ninguém está, de fato, correndo perigo.

Inclusive, as situações de maior “risco” para qualquer pessoa na história acontecem quando não há nenhum vampiro envolvido. Você poderia até tentar dizer que é uma alegoria ao fato de que “nós somos os verdadeiros monstros”, mas… Não, o animê certamente não tenta passar nenhuma mensagem dessas, ele apenas usa o choque pelo absurdo.

A repetição da piada que dá nome ao show, o fato de Draluc sempre morrer com qualquer coisa que aconteça com ele, é o foco do humor apenas no início da história. Sabendo que repetição demais pode tornar uma coisa repetitiva, o animê utiliza o gás da piada para introduzir um elenco de apoio, e, assim que estabelecemos um bom e diverso grupo, as “mortes” de Draluc se tornam algo secundário.

Com episódios divididos em dois ou três “esquetes”, cada uma focada em uma personagem, grupo ou evento diferente, o gigantesco elenco entra em jogo para diversificar o humor e sempre te dar algo que parece “fresco”. De certo modo, temos a própria cidade de Shin-Yokohama como o palco e protagonista de “The Vampire Dies In No Time”.

Captura de tela do episódio 11 da primeira temporada de "The Vampire Dies In No Time"
[CONTEXTO NÃO ENCONTRADO] (Reprodução: Crunchyroll)

Ok, ok, sei que disse que não tinha o que falar, e já mandei 700 palavras sobre o assunto, mas veja bem… Eu só consigo falar de forma genérica. “O humor é bom”; “tem ótimas personagens”; etc. Se eu tentasse ser mais específico, eu não apenas iria parecer maluco, como acabaria dando spoiler e fazendo muitas piadas perderem a graça.

Uns tempos atrás, eu simplesmente não escreveria esse texto. “Se não tenho o que dizer, o que eu diria? Que conteúdo eu teria para colocar no papel?”, pensaria. Mas, depois de me divertir tanto, e dar tantas risadas com “The Vampire Dies In No Time”, e de ver – ao menos na minha bolha – o animê sendo completamente ignorado por todo mundo… Eu me senti na obrigação de ao menos tentar. Nem que seja um mero grito ecoando num vale completamente vazio (a maioria das minhas postagens são, né? Mas isso não é relevante no momento), eu precisava botar para fora.

“The Vampire Dies In No Time” tem um humor tão diverso quanto seu elenco, e funciona na base do grito e do berro. É uma história sem pé nem cabeça, mas surpreendentemente funcional, com uma única função: Ser absurda para te fazer rir. Um animê que sempre me deixava empolgado para assistir, o redator facilmente dá a nota de 5/5.

E, novamente, peço desculpas por não conseguir explicar o que é tão divertido sobre o animê. Você precisava estar lá pra entender.

“The Vampire Dies In No Time” está disponível na plataforma de streaming Crunchyroll, com duas temporadas que totalizam 24 episódios. Também há dublagem com áudio em português.

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Cinema

Um bom time muda tudo | Assista o trailer de As Marvels

A Marvel Studios divulgou o trailer oficial de As Marvels, filme que estreia em 10 de Novembro de 2023 protagonizado por Capitã Marvel, Miss Marvel e Photom. 

Após as protagonistas mudarem de lugar misteriosamente no espaço, elas devem se reunir para investigar misteriosos eventos que se entrelaçam entre si e que colocam o universo em jogo.