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Cinema

Diretor de Velozes e Furiosos 9 não descarta a possibilidade de um crossover da franquia com Jurassic World

Durante uma coletiva de imprensa para divulgar o filme Velozes e Furiosos 9, o cineasta  Justin Lin afirmou que não descarta a possibilidade de dirigir um crossover da franquia com Jurassic World. 

”Eu nunca digo nunca para nada.  Parte de nossa filosofia nunca deve ser encaixotada ou rotulada. E isso é tudo que direi.” Disse Lin, ao ser questionado se ele comandaria um filme com a família de Toretto encontrando os dinossauros do mundo moderno. 

Vale mencionar, que Velozes e Furiosos 9 levará os personagens ao espaço.

Diretor fala sobre possível crossover de 'Velozes e Furiosos' e 'Jurassic  World' | CinePOP

Nono filme da série Velozes & Furiosos, e segundo da nova trilogia (Velozes 8, 9 e 10). O longa vem dando continuidade às corridas eletrizantes da equipe de amigos liderada por Dominic Toretto.

Para futuras informações a respeito de Velozes e Furiosos, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Entretenimento

Assista Save Ralph, curta-metragem que critica o teste em animais

Foi liberado na íntegra, o curta-metragem em stop motion Save Ralph, do cineasta norte-americano Spencer Susser.

Na trama da pequena produção, um grupo de cineastas entrevistam Ralph, um simpático coelho que serviu como cobaia para testes feitos em animais. Além de estar cego do olho esquerdo e surdo da orelha esquerda como decorrência dos ensaios clínicos, Ralph afirma que seus irmãos, pais, tios, esposa e filhos, também passaram pelo mesmo procedimento e acabaram falecendo, assim como ele irá em breve. 

O elenco é composto por Taika Waititi, Zac Efron, Ricky Gervais, Olivia Munn, Pom Klementieff, Tricia Helfer e Rodrigo Santoro.

Apesar de estar disponível no YouTube, Save Ralph foi originalmente lançado no site da  Humane Society International, que luta em prol dos direitos dos animais desde 1991. 

Apoie a causa divulgando o curta-metragem nas redes sociais com as tags: #saveralph ou #SaveRalph. 

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Anime Cultura Japonesa Pagode Japonês

O destino de comédias-românticas com “As Quíntuplas”

Não faço segredo para ninguém que comédias-românticas são um dos meus gêneros prediletos. Eu adoro comédias no geral, e defendo que animê, como mídia, é perfeita para gerar humor. Juntar a mídia perfeita com um dos subgêneros mais bem sucedidos dela é como um pastelzinho com caldo de cana: Mesmo se der errado, ainda vai ter valido a pena.

Com autoria de Negi Haruba, “As Quíntuplas” (no original, “Gotoubun no Hanayome“) é um mangá de comédia-romântica, completo no Japão em 14 volumes, e que se transformou em, até o momento, duas temporadas de animê, com 24 episódios no total. E, é claro, foi a minha inspiração para essa postagem.

Quando a primeira temporada saiu, em 2019, eu comentei sobre ela no “Primeiras Impressões“, e o show acabou se tornando o meu animê predileto daquele ano – desbancando títulos como Kaguya-sama e Demon Slayer – e por um bom motivo: Foi uma das melhores comédias-românticas que eu já assisti, a ponto de me fazer sobreviver 2020 para assistir a segunda temporada. E ainda bem que eu consegui.

Captura de tela do episódio 7 de "The Quintessential Quintuplets 2"
Eu pensando no pastelzinho com caldo de cana enquanto escrevo o resto da postagem

Com o mangá recentemente lançado no Brasil, eu tive a oportunidade de consumir a mídia das duas formas: No original e na adaptação. E fico muito feliz em poder dizer que as duas são equivalentemente boas, com cada uma delas trazendo aspectos e características diferentes para uma mesma história, fazendo com que cada versão possa agradar um público diferente.

Fora as mudanças claras que existem na forma de consumir cada mídia (e isso, talvez, já pode servir como diferenciação de público. Eu, por exemplo, não tenho costume de ler mangá, então fiquei um pouco desconfortável com o livro em mãos), os dois grandes fatores em jogo são cor e som.

Isso pode parecer óbvio, mas a mera existência desses dois fatores faz com que o animê seja uma experiência completamente diferente. Quando tratamos das irmãs Nakano, nós sabemos que elas são quíntuplas idênticas. Logo, não deveria existir diferença na voz ou na cor dos cabelos entre as cinco garotas. Isso não é um problema no mangá, que é todo em preto-e-branco, e onde a voz não passa de um balão de fala. Quando elas “brincam” de trocar de lugar uma com a outra, a versão impressa torna a história muito mais acreditável, e levanta mistérios muito mais potentes, por nunca sabermos, de fato, quando alguma irmã está se passando por outra, ou qual delas é a responsável.

Por outro lado… O animê diferencia as garotas com cores de cabelos imaginárias, e nenhum produtor em sã consciência deixaria sua dubladora fazer cinco personagens num show semanal (que era a ideia inicial, como pode ser visto nesse comercial do mangá, que precede o animê), então temos também diferentes vozes. Como você pode imaginar, isso destrói completamente a brincadeira de adivinhação, fazendo com que o show acabe se tornando acidentalmente mais engraçado, de tão idiota que é a situação. E pra mim, que veio assistir uma comédia-romântica por conta do primeiro pedaço, isso é um ponto positivo.

Na esquerda, captura de tela do episódio 9 de "The Quintessential Quintuplets"; Na direita, foto de uma página do volume 4 de "As Quíntuplas"
Ok, o tamanho dos cabelos entrega um pouco… Mas a falta de cor já ajuda a confundir todas as cinco, não ajuda?

Aliás, já que toquei no assunto… Apesar de gostar muito de comédias-românticas, elas parecem ter um problema que é estrutural, impossível de fugir: Elas costumam virar um drama na segunda metade.
E isso não é exatamente um “problema“… Acaba sendo uma das características que fazem o gênero ser o que é, e, para muitos, pode ser o fator determinante entre gostar ou desgostar de uma obra.
Aí eu só posso falar por mim, mas tem vezes que essa virada de chave é muito repentina e/ou muito brusca pro meu gosto. Eu não me importo muito com o drama, mas eu simplesmente prefiro a comédia, então, quando o show faz um completo 180º e se torna um drama completo, isso me deixa um pouco decepcionado.

Talvez seja um “azar” meu, mas esses casos de troca violenta de ritmo parecem ser muito comuns, pelo menos nas coisas que eu assisto. Por causa disso, eu precisei aplaudir de pé a coragem que “As Quíntuplas” teve ao ser muito mais sutíl em sua abordagem dessa mudança, que, aparentemente, é obrigatória em todo e qualquer tipo de comédia-romântica.

Em sua segunda temporada, o animê entra na inevitável parte dramática, e ao perceber o caminho que estávamos indo, eu já revirei meus olhos em desgosto. Porém, vocês podem imaginar o tamanho do meu sorriso ao perceber que, embora o drama tivesse chegado, o humor havia se mantido. Num balanço quase inacreditável de cenas sérias e cenas absurdas, o show conseguiu ter quase dois arcos inteiros e consecutivos de histórias de novela, sem abandonar suas raízes como comédia, fazendo com que eu me mantivesse dando risadas mesmo quando o mundo estava literalmente em chamas.

É um caso exatamente oposto ao de outra comédia-romântica que eu já comentei aqui: Oregairu. Não me levem a mal, eu adoro Oregairu, e acredito ser um dos finais mais satisfatórios que eu já vi, mas… Logo no começo da sua segunda temporada, o show parece desistir de ser uma comédia e fica totalmente dedicado ao drama. Eu precisei parar de encarar as aventuras de Hachiman como uma comédia, e começar a encará-las como um drama. E como um drama, elas são excelentes.

Captura de tela do episódio 1 de "The Quintessential Quintuplets 2"
No momento, o drama é assistir elas serem vacinadas e eu não estar nem próximo de tomar a minha…

Como já comentado, a mágica desse gênero está em atrair tanto quem goste de drama (e precisa passar por um sofrido começo cômico), como quem gosta de comédias (e acaba sofrendo com os finais dramáticos de suas obras prediletas). Com um desenvolvimento que mescla os dois lados da moeda, Negi Haruba parece ter empatado seu cara-ou-coroa ao derrubá-la de lado, trazendo tanto gregos como troianos para sua obra, com essa decisão tão diferente que parece até esquisita.

E ninguém esperava por isso. Não só com “As Quíntuplas“, mas com todas as comédias-românticas que existem, os fãs não sabem como uma obra vai se direcionar. Quanto tempo ficaremos na parte “cômica“, até entrar o drama? A história vai virar uma novela? Se sim, vai virar “Amor de Mãe” ou “Ti Ti Ti“? São perguntas que só podem ser respondidas conforme a própria obra se encaminha para seu desfecho. Se eu não fosse químico e odiasse o uso errôneo desse exemplo, poderia dizer que toda comédia-romântica é um “Drama de Schrödinger“, e que talvez esse mistério seja o maior motivador de fãs do gênero.

Caso tenha ficado interessado em “As Quíntuplas“, e queira conferir por você mesmo, o mangá é licenciado no Brasil pela Editora Panini, e você pode encontrar os volumes já lançados na Amazon. Se preferir o animê, as duas temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming Crunchyroll, sob o nome “The Quintessential Quintuplets“, e possuem legendas em português.

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Cinema Séries

Helen McCrory, de Harry Potter e Peaky Blinders, morre aos 52 anos de câncer

Nesta sexta-feira (16), a atriz Helen McCrory faleceu em decorrência de um câncer. A informação foi confirmada por seu marido, o ator Damien Lewis (Homeland). Ele escreveu o seguinte:

Na franquia Harry Potter, ela se tornou conhecida como Narcisa Malfoy. A partir de 2013, ela também fez sucesso como Polly Gray, a matriarca da família Shelby em Peaky Blinders. Há apenas três meses, McCrory anunciou que estava retomando as gravações da sexta temporada da série.

Fonte: NSC Total 

Helen começou sua carreira no teatro e depois migrou para o cinema, tendo pequenos papeis em filmes como Entrevista Com o Vampiro (1994) e A Rainha (2006).

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Cinema

Alfred Molina confirma que o Doutor Octopus presente em Spider-Man: No Way Home é o mesmo de Homem-Aranha 2

Alfred Molina confirmou em um depoimento para a Variety, que o Doutor Octopus presente em Spider-Man: No Way Home é o mesmo de Homem-Aranha 2. 

Segundo Molina, Jon Watts falou para ele que ”poucos personagens permanecem mortos de verdade” nesse universo.

A história do personagem na trama começará segundos após a cena da sua morte no epílogo de Homem-Aranha 2. Molina afirmou, que a produção usará CGI para ele ficar com a mesma aparência do segundo longa-metragem protagonizado por Tobey Maguire. Contudo, não será no filme todo e em determinado momento, Octopus ficará mais velho.

Após Mystério revelar ao mundo que Peter Parker é o Homem-Aranha e transformar o herói em vilão, Peter terá que correr contra o tempo para provar a sua inocência e fazer com que a população esqueça quem é o amigão da vizinhança… mesmo que isso dependa da ajuda de um certo mago supremo do universo.

Para futuras informações a respeito do Homem-Aranha, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema

Jon Favreau retornará ao papel de Happy Hogan em Spider-Man: No Way Home

O Murphy’s Multiverse revelou com exclusividade, que o ator Jon Favreau retornará ao papel de Happy Hogan em Spider-Man: No Way Home. 

A última aparição de Happy no MCU, foi em Homem-Aranha: Longe de Casa, na qual ele interpretou uma espécie de ”amigo” do Peter Parker, e assumiu um namoro com May Parker, a tia do protagonista. 

Jon deu vida ao personagem pela primeira vez em Homem de Ferro, como o motorista, amigo e sócio de Tony Stark. 

Após Mystério revelar ao mundo que Peter Parker é o Homem-Aranha e transformar o herói em vilão, Peter terá que correr contra o tempo para provar a sua inocência e fazer com que a população esqueça quem é o amigão da vizinhança… mesmo que isso dependa da ajuda de um certo mago supremo do universo.

Para futuras informações a respeito do Homem-Aranha, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Vazam novas imagens de What If…? destacando a Gamora, Ultron, Bruce Banner e mais

Vazaram novas imagens da série animada What If…?, nas quais mostram as versões alternativas da Gamora, Loki, Bruce Banner, Ultron e Colecionador. 

What If…? será a primeira série animada da Marvel Studios que já foi renovada para a sua segunda temporada. Nela, veremos diversas realidades alternativas que irão co-existir com o MCU, nas quais mostrarão acontecimentos e eventos dos filmes da Marvel Studios em situações inusitadas.

Para futuras informações a respeito de What If…?, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Primeira temporada de O Senhor dos Anéis custará US$ 465 milhões

Foi revelado através do The Hollywood Reporter, que a primeira temporada de O Senhor dos Anéis custará US$ 465 milhões. 

Em comparação, o primeiro ano da série é mais caro que o orçamento de Game of Thrones (US$ 100 milhões por temporada), WandaVision (U$ 125 milhões), Falcão e o Soldado Invernal (US$ 125 milhões) e The Mandalorian (US$ 150 milhões). 

O site também afirma, que o Prime Video está considerando desenvolver cinco temporadas de O Senhor dos Anéis e alguns spin-offs. Até o momento, o seriado está renovado até o seu terceiro ano. 

O Senhor dos Anéis é uma trilogia de livros de  fantasia escrita pelo escritor britânico J. R. R. Tolkien.  A série foi redigida entre 1937 e 1949, com muitas partes criadas durante a Segunda Guerra Mundial. O Senhor dos Anéis é uma continuação de O Silmarillion e O Hobbit.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância, para futuras informações sobre O Senhor dos Anéis.

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Séries

Quarta temporada de Castlevania será lançada em Maio de 2021, confira o teaser

A Netflix disponibilizou o mais novo teaser da série animada Castlevania, na qual anuncia que o quarto ano da produção chega em 13 de Maio de 2021. 

Um mês após derrotar Drácula, o trio formado por Trevor Belmont, Sypha Belnades e Alucard seguiu caminhos opostos. Belmont e Belnades decidiram aproveitar a experiência adquirida no embate para ganhar a vida como caçadores de Criaturas da Noite. Diz a sinopse da terceira temporada.

Para futuras informações a respeito de Castlevania, fiquei ligado aqui, na Torre se Vigilância.

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Quadrinhos

Morrer pelo Che está em campanha de financiamento no Catarse

A editora Quadriculando começou a campanha de financiamento coletivo para a HQ Morrer pelo Che, dos uruguaios Pablo Roy Leguisamo, Marcos Vergara e Caio Di Lorenzo. A história reproduz a viagem que o comandante Che Guevara vez para o Uruguai e toda a repercussão na sociedade e mídia local, mesclando aspectos reais e fictícios.

Os eventos retratados em agosto de 1961, a partir da visita de Che Guevara ao Uruguai, mostram claramente as características de uma época contraditória, na qual a violência e a ingenuidade se misturavam no entorno político e social da América Latina. Grupos de esquerda e de direita, influenciados por agentes da CIA e da KGB, estavam envolvidos em uma rede de espionagem que superava a compreensão de ambos os lados.

O roteiro de Morrer pelo Che parte de um feito histórico real que ocorreu durante a visita de Guevara ao Uruguai, enquanto ele discursava na Universidade, foi assassinado em circunstâncias misteriosas o professor Arbelio Ramirez; tão misteriosas que se criaram múltiplas teorias, se escreveram livros, se fizeram filmes e agora existe também essa HQ.

A HQ tem reproduções fiéis das capas dos jornais, do discurso de Che e outros fatos que têm ligação com seus dias nesse país, a exemplo das relações dos personagens reais que aparecem (por exemplo, a agente da KGB e Ramírez).

Morrer pelo Che é um primoroso trabalho de resgate histórico. O discurso de Che é reproduzido fielmente palavra por palavra. Por conta desse trabalho, a obra venceu os Fundos Concursáveis para Cultura do Ministério da Educação e Cultura do Uruguai em 2012.

Morrer pelo Che terá formato 19 x 25 cm, 100 páginas coloridas e a edição da Quadriculando terá capa exclusiva desenhada por Marcos Vergara. Para saber mais sobre a campanha, recompensas e valores, clique AQUI.