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Cinema

Alerta Vermelho | Netflix libera o trailer de seu novo filme de ação com Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot no elenco

A Netflix liberou o primeiro trailer oficial de Alerta Vermelho, longa-metragem de ação e espionagem com Dwayne Johnson, Ryan Reynolds e Gal Gadot no elenco. 

O filme é a produção mais cara da Netflix até o momento, custando US$ 130 milhões. 

Em Alerta Vermelho, um agente da Interpol (Dwayne Johnson) caça a ladra de artes mais procurada do mundo (Gal Gadot). Nessa missão, ele recebe ajuda de outro vigarista (Ryan Reynolds).

Alerta Vermelho chega em 2021 na plataforma de streaming.

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Cinema

A Patrulha do Destino retorna mais louca do que nunca no novo trailer da terceira temporada

A HBO Max liberou o mais novo trailer da terceira temporada de Patrulha do Destino, série que chega em  23 de Setembro de 2021.

As aventuras da Patrulha do Destino, equipe formada por pessoas socialmente marginalizadas com habilidades incríveis. Liderados por Chefe, o grupo composto por Crazy Jane, Homem-Negativo, Mulher Elástica e Homem-Robô é convocado por Ciborgue para uma missão especial.

Para futuras informações a respeito de Patrulha do Destino, fique ligado aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Charlie Cox está de volta! Ator que interpretou o Demolidor retorna no trailer de Kin

Achou que Charlie Cox estaria de volta no papel de Demolidor, correto? Ainda não, mas o ator retorna para a atuação em Kin, série irlandesa da AMC+. 

O último papel do astro  foi em The Knot, curta-metragem lançado em 2019. Cox será Michael Kinsella, um dos membros da família mafiosa Kinsella.  

Além de Charlie, o elenco é composto por Ciaran Hinds, Clare Dunne, Aidan Gillen, Sam Keeley, Emmett J. Scanlan, Maria Doyle Kennedy , Hannah Adeogun e Yasmin Seky.

A trama gira em torno das atividades criminais exercidas por uma família, na cidade de Dublin (Irlanda), envolvida em guerra com criminosos de gangues rivais, e aborda sobre os laços duradouros e inquebráveis de sangue e família.

Kin será dividido em oito partes e chega ainda em 2021.

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Séries

As Aventuras de José e Durval | Chitãozinho & Xororó serão interpretados pelos irmãos Simas

O Globo informa que a plataforma de streaming, Globoplay, está planejando uma série original inspirada na vida e canções da dupla sertaneja Chitãozinho & Xororó. Os irmãos Simas, Rodrigo e Felipe, foram escalados para interpretarem José (Chitão) e Durval (Xororó), respectivamente.

Os Simas foram vistos há algum tempo em Salve-se Quem Puder, folhetim das 7 da Rede Globo.

Chitãozinho & Xororó é uma dupla brasileira de música sertaneja formada pelos irmãos José Lima Sobrinho e Durval de Lima, nascidos em Astorga, Paraná. Chitãozinho & Xororó são recordistas em vendas de discos no Brasil: eles venderam mais de 37 milhões de álbuns e ganharam quatro prêmios Grammy Latino.

As Aventuras de José e Durval não possui data de estreia.

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Séries

Josh Peck e Ashley Reyes entram para o elenco de How I Met Your Father

O Deadline informa que o spin-off de How I Met Your Mother acaba de ganhar duas novas adições em seu elenco: Josh Peck (Turner & Hooch) e Ashley Reyes (American Gods).

Peck interpretará Drew, o belo vice-diretor da escola primária de Jesse (Chris Lowell) e Reyes entrará na série para interpretar Hannah. Inteligente, prática, dedicada ao seu trabalho, Hannah é a namorada de Sid (Suraj Sharma), que é residente cirúrgica em Los Angeles, então eles são forçados a manter um relacionamento à distância.

Criado e escrito por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger, How I Met Your Father se passa em um futuro próximo, com Sophie (Duff) contando ao filho a história de como conheceu o pai dele, muito parecido com Ted Mosby de Josh Radnor (e Bob Saget) fez na série original. A história começa em 2021 quando Sophie e seu grupo de amigos estão no meio de descobrir quem são, o que querem da vida e como se apaixonar na era dos aplicativos de namoro e opções ilimitadas.

O spin-off ainda contará com Carter Bays e Craig Thomas, os criadores de Mother. Eles serão os produtores executivos.

How I Met Your Father ainda não tem data confirmada de estreia.

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Quadrinhos

Panini inicia pré-venda de Diversos títulos da DC Comics, inclusive Batman: O Mundo

A Editora Panini começou a pré-venda de quadrinhos da DC Comics, entre eles o esperado Batman: O Mundo, coletânea com diversos artista do mundo todo, e representando o Brasil está o trio Carlos Estefan, Pedro Mauro (autores da trilogia Gatilho) e a colorista Fabi Marques e o esperado Rorschach do Tom King. Confira abaixo os detalhes, valores e datas oficiais de lançamento.

Rorschach Vol. 01 (Tom King e Jorge Fornés)

Já se passaram 35 anos desde que Ozymandias lançou uma lula interdimensional gigante na cidade de Nova York, matando milhares e destruindo a confiança do público nos heróis. E, desde aquela época, uma figura com um chapéu de feltro, máscara e sobretudo tornou-se um ícone cultural polarizador. Então, quando Rorschach reaparece como um assassino tentando matar um candidato que concorre contra o presidente Robert Redford, perguntas surgem. Quem é o homem por trás da máscara e por que ele está agindo dessa maneira? Cabe a um detetive descobrir a verdadeira identidade deste suposto assassino – e isso o levará a uma teia de conspirações envolvendo invasões alienígenas, benfeitores desgraçados e visões místicas.

Rorschach Vol. 01 tem formato 17 x 26 cm, 160 páginas e o lançamento está previsto para 17 de setembro. Para saber mais detalhes da HQ clique AQUI.


Daphne Byrne: Hill House (Laura Marks e Kelley Jones)

Em uma reluzente Nova York do final do século 19, a raiva cresce dentro de Daphne, 14 anos. A morte repentina de seu pai a deixou sozinha com sua mãe afundada em depressão. Emocionalmente à deriva e vivendo fora de si, a viúva se torna uma presa fácil para um grupo de ocultistas que prometem entrar em contato com seu marido morto. Enquanto isso, Daphne vivencia um encontro sobrenatural – uma presença estranha e insidiosa em seu próprio corpo. O Irmão, uma entidade encantadora com apetites indescritíveis, a visita em seus sonhos e sussurra em seu ouvido. Logo, Daphne está compartilhando de seu terrível poder, e não sabe o que o Irmão é ou o que ele quer. E mesmo se ela soubesse, não sabe se poderia pará-lo. Ou mesmo se iria querer.

Daphne Byrne: Hill House tem formato 17 x 26 cm, 160 páginas e é uma publicação do selo Black Label.


Batman & Robin: Antologia (Diversos autores)

Unidos contra o crime em Gotham, Batman e Robin formam uma dupla de super-heróis que cativou leitores de todas as idades. Neste volume, percorreremos setenta anos de aventuras da Dupla Dinâmica, viajando por sua história, passando por mudanças de personagens, grandes tragédias e histórias que ficaram no coração dos fãs! Uma antologia única que compila contribuições de Bill Finger, Bob Kane, Sheldon Moldoff, Ross Andru, Alan Davis, Jim Starlin, Pete Woods, Frank Miller, Jim Lee, Grant Morrison, Frank Quitely e muitos outros autores que fizeram a história da sétima arte!

Batman & Robin: Antologia tem formato 17 x 26 cm e 160 páginas.


Batman: O Mundo (Diversos autores)

Esta coletânea, de lançamento mundial simultâneo, apresenta aventuras do Homem-Morcego transcorridas no passado e no presente, e ambientadas em 14 países diferentes — incluindo uma trama, do trio Carlos Estefan, Pedro Mauro e Fabi Marques, que tem como cenário a cidade de São Paulo. Cada HQ foi escrita e desenhada por autores nativos dos países onde as ações se desenvolvem. Um sketchbook completa a edição.

Batman: O Mundo tem formato 17 x 26 cm e 184 páginas. Para saber mais detalhes, clique AQUI.

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Quadrinhos

Editora Conrad inicia a pré-venda de Mocha Dick, grande inspiração do clássico da literatura

A Conrad Editora iniciou a pré-venda de Mocha Dick, HQ chilena que tem roteiro de Francisco Ortega e desenhos de Gonzalo Martínez. O quadrinho adapta uma história real e que se tornou a grande inspiração para o clássico da literatura Moby Dick de Herman Melville.

o completar 15 anos, Caleb Hienam, filho de um empresário do ramo náutico, fez sua primeira viagem para aprender o ofício da família, apesar da vida de baleeiro não ser algo de seu interesse. No navio, o jovem conhece Aliro Leftraru, de sangue mapuche e de herança guerreira, com quem desenvolve uma verdadeira amizade.

Logo os dois presenciam a desgraça de outro navio baleeiro que afundou deixando apenas um bote, e os sobreviventes contam a história de como conseguiram escapar do ataque de uma monstruosa baleia branca. Este é o começo de uma longa aventura para evitar que um capitão obcecado com essa baleia branca expanda de forma indiscriminada a caça a baleias no Pacífico.

A história real fala sobre uma pequena ilha chamada Mocha, e habitada pelos indígenas mapuche. A ilha era bem conhecida entre os marinheiros, especialmente piratas e corsários, que usavam a ilha como base de suprimentos. Foi em torno das águas desta ilha que a baleia macho Mocha Dick foi descoberta pela primeira vez em 1810. O enorme e albino cachalote era na verdade bastante dócil e às vezes, visto nadando ao lado dos próprios navios projetados para matar sua espécie. Mas quando estava furioso, jorrava água de sua narina de um modo peculiar e saltava para o ar tão agressivamente que todo o seu corpo, às vezes saia completamente da água.

Ilustração da Ilha Mocha.

 

Mocha Dick acabou sendo morta em 1838. Sua carcaça foi medida e descobriu-se ter 21 metros de comprimento. Segundo relato do escrito pelo explorador Jeremiah N. Reynolds, ao longo de vinte e oito anos, Mocha Dick ganhou a reputação de ser uma das baleias mais astutas e temidas dos oceanos. Durante esse período, ela atacou mais de 100 navios baleeiros, supostamente matou mais de trinta homens e afundou cerca de vinte baleeiras.

Mocha Dick – A Lenda da Baleia Branca tem formato 16 x 23 cm, 144 páginas e tradução de Claudio Martini. Na pré-venda você consegue um desconto de até 20%.

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Gameplay Games

Lake | Uma perspectiva nova para viver a vida

Já posso começar este texto falando pra você ir jogar Lake, não espere por mais nada, apenas vá e jogue. Por que não importa o quanto eu descreva toda a minha experiência vivendo em Providence Oaks, o quanto eu tente explicar como são as interações dos personagens e como a cidade e o campo parecem ser reais. Na verdade Lake parece tanto com a vida real que chega a assustar. Lake pode ou não ganhar prêmios esse ano mas ele vai te ganhar com o mais simples balançar das folhagens enquanto você olha para o horizonte, e enxerga as montanhas ao longe.

Começando pelo ponto alto de Lake, vou destacar o visual. Como falei acima, seria difícil explicar como o jogo ganha vida diante de seus olhos sem escrever no mínimo umas 15 linhas de alegorias, como Tolkien fez em Senhor do Anéis, e como Stephen King faz em seus livros. De maneira geral, o jogo dentro de sua proposta e do seu visual saudosista, atrai o olhar e acalma seus pensamentos. Ao pensarmos em “Lago”, podemos pensar na calmaria externa, e no interior altamente povoado com todas as suas espécimes de animais que vivem dentro e ou redor do lago.

Em Lake isso é muito bem aplicável. Desde sua paisagem naturalista, até a a população vivendo a cidade em Providence Oak. A medida em que você vai conhecendo mais de Providence Oak , irá notar o seu tamanho ideal para a jogabilidade que o jogo oferece. Nem grande, nem muito pequeno, você não vai se perder e também não vai parecer que está andando em círculos.

Lake contempla tanto a parte visual e vivencia que sua história acaba se misturando ou até mesmo se perdendo (de maneira positiva). Temos como plano principal Meredith, tendo que realizar um trabalho de entregas de correspondência, enquanto seu pai está de férias. E enquanto você a ajuda a realizar este serviço, ou até mesmo nos seus momentos de folga, vocês estarão conhecendo pessoas novas, e entendendo um pouco mais sobre cada cidadão de Providence Oak.

Claro que isso vai depender do seu humor, mas sendo sincero, não  há condições de jogar Lake estando com a cabeça pesada, e o próprio jogo por meio de todo o visual e a jogabilidade que te oferece automaticamente te faz relaxar e pensar nas melhores rotas e respostas para se dar bem nas entregas e na prática da boa vizinhança.

A aventura em Lake é bem fluida, esse simulador de entrega de correspondência se torna uma experiência guiada por narrativas, que te coloca nas interações sociais e problemas de Meredith de uma maneira tão leve e natural que impressiona. Tudo em Lake garante que a jogabilidade trabalhe junto a história para que você fique em constante movimento, deixando com que se divirta com os visuais disponibilizados, e as interações com os personagens. Algo bem mais leve e saudável do que o que vimos em Death Stranding, incentivando a exploração da cidade e a conhecer novos personagens.

De forma que Lake, nunca força o jogador a jogar por horas e horas, com histórias longas e complexas, a mescla com a narrativa cria um ambiente ótimo, resultando em uma harmoniosa gameplay.  A satisfação em conseguir modelar a sua narrativa própria em Lake, é inigualável. Cada decisão que você faz e os relacionamentos que você cria ao longo da gameplay vai deixar em você uma marca positiva.

Nenhum dos problemas, atrapalhou minha experiência com Lake. Posso citar alguns travamentos em locais muito específicos, como ficar preso entre cercas, ou entre objetos grandes, este porém não aconteceu durante minha gameplay, alguns jogadores apontaram esse problema. O que aconteceu comigo foi relacionado ao som. Durante umas entregas o som ambiente estava mais alto que o volume dos diálogos, mas foi rapidamente resolvido com o reset da gameplay. Acredito que alguns outros problemas com som também são pontuais.

Um outro ponto a ser considerado são seus finais. Finais estes longe de serem ruins, mas como toda a história foi amarrada, e visto o desenvolvimento de cada personagem eu esperava algo muito além do que me foi entregue. Mas considero que tudo foi muito bem organizado para não deixar que nada passasse despercebido dos seus olhos nas resoluções dos problemas.

Lake é o jogo que te faz parar e refletir sobre tudo. Será que tudo o que vivemos vale a pena? Será que a vida que eu estou levando faz bem para mim? Parece um quadro renascentista por sua narrativa tão bem detalhado que quando terminou, fiquei por um tempo sem rumo. Assim como terminar uma série e o vazio existencial passa a conviver com você, até encontrar uma outra nova.

NOTA: 5 Diamante

Gostaria que todos tivessem a oportunidade de jogar Lake. Para que pudessem observar uma história sendo construída com seus personagens em um tempo curto de fato, mas com tanto esmero que esse detalhe te deixa apenas querendo mais.

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Gameplay Games

Monster Harvest: Seja bem vindo à Planimália!

Monster Harvest é trazido pela Merge Games (responsável por Alex Kidd in Miracle World DX) e explora conceitos já conhecidos nos gêneros de simulação e monstrinhos colecionáveis a la Pokémon.

Para quem já jogou Stardew Valley e Harvest Moon, Monster Harvest soará bem familiar, em vários aspectos durante a sua jornada, principalmente no começo.

A história é praticamente a mesma que já vimos no gênero, você se muda para uma pacata cidade (chamada Planimália) onde recebe a tarefa de cuidar da fazenda do seu tio, já que ele está muito ocupado com pesquisas sobre o fenômeno que dá um twist inesperado ao gênero de simulação de fazendas: os planimais.

Os planimais são monstrinhos criados através das mutações de plantas com os slimes encontrados nas masmorras, contando o jogo com 75 variações de monstros e possuem o papel semelhante ao de um Pokémon, com direito a batalhas por turno e tudo o mais.

No entanto, até chegar ao verdadeiro brilho do jogo há um enfadonho pedágio a ser pago.

O começo de Monster Harvest pode espantar quem não tem muita paciência, tarefas mais básicas como limpar o terreno quebrando pedras e cortando madeira consomem exageradamente a energia do personagem a um nível que pode quebrar o ritmo de exploração em meio as atividades necessárias já que você é obrigado a dormir para recuperar a sua energia. Caso durma só até a noite, ela se recuperará um pouco, caso durma até o dia seguinte ela se regenera completamente. Comidas ajudam mas não estão muito disponíveis a você desde o começo.

Como é impossível fazer sua fazendo crescer sem remover pedras e galhos para apanhar matérias e, com apenas 9 sementes de plantio, o começo do jogo por vezes parecerá mais trabalho do que Happy Hour, até o jogo realmente engrenar.

É importante lembrar que os ciclos de dia e noite importam e os adoráveis gráficos pixelados ganham maior destaque devido ao cuidado aos detalhes na ambientação. Reflexos em tempo real nas águas, vagalumes à noite e três estações definidas (Estação seca, estação úmida e estação escura) dão um dinamismo muito bem-vindo e que demonstram a dedicação dos desenvolvedores no jogo.

As plantas necessitam de cuidado como a atividade de regá-las todos os dias, com exceção dos dias chuvosos, onde esse trabalho fica com a mãe natureza.

Os próprios planimais, precisam de todo um cuidado para a criação pois só será seguro leva-los consigo assim que estiverem totalmente crescidos e desenvolvidos.

O jogo brilha com o desenrolar dos dias (e conta com um calendário interno) e as visitas às masmorras, onde você encontrará slimes, materiais de decoração, materiais de crafting e desafios como as lutas entre Planimais ao melhor estilo Pokémon: Batalhas de turnos com ações para cada Planimal e sempre de 1 contra 1.

Até mesmo a primeira masmorra do game poder ser bem desafiadora, requerendo paciência e estratégia em relação a sua movimentação e seu arsenal de Planimais aliados mas no decorrer do jogo ele vai ficando mais amigável e consequente mais fácil.

A trilha sonora não deixa nada a desejar, e combina perfeitamente com o visual pixelado do jogo, uma harmonia bem vista até nas trocas de ambientes.

O jogo está localizado no Português do Brasil brilhantemente, inclusive na versão de Nintendo Switch, onde jogamos o game.

O visível elefante no meio da sala, no entanto, precisa ser mencionado: as referências aos seus títulos de inspiração as vezes chegam a ser parecidos até demais, levando a inevitáveis comparações com Stardew Valley e Pokémon e o problema maior é que, se comparado a tais franquias, ele não consegue se destacar com toda a maestria merecida.

Há um sistema de relacionamentos de relacionamentos com os moradores, mas o sistema é muito simplificado e raso, faltando, na maioria das vezes, a motivação para investir na amizade com outros personagens.

As batalhas entre planimais são bastante divertidas, mas os monstrinhos também possuem limitações rasas pra quem está acostumado com sistemas complexos de Pokémon.

Isso não faz com que o jogo deixe de ser divertido, é justamente a soma destas mecânicas tão diferentes que fazem o game brilhar do seu jeitinho carismático.

Há uma misteriosa e empolgante trama envolvendo uma corporação industrial que estaria utilizando slimes para algo maligno, os personagens são interessantes e tem histórias a contar, que inclusive envolvem o seu personagem, já que a cidade não lhe é estranha, afinal, parte da sua infância foi aqui.

Durante a minha jogatina experimentei alguns pequenos bugs que incluíam até o uso do teclado do jogo, que, infelizmente, não se aproveita dos recursos touchscreen do Nintendo Switch onde poderia brilhar ainda mais.

Veredito:

Monster Harvest é uma excelente escolha para quem gosta do gênero de simulação de fazenda com o fator diferente dos planimais, que podem mudar e complementar a experiência.

No entanto, o jogo não traz nada que não tenhamos visto antes, e peca um pouco quando isolamos as mecânicas que ficam mais simplificadas, devendo ser levado em conta a soma destas mecânicas para realmente brilhar, nada que torne o jogo menos divertido e viciante, mas que definitivamente não o torna para qualquer jogador.

Nota 3.5 (Prata)

O jogo foi lançado hoje, dia 31 de agosto, para as plataformas PC, Nintendo Switch, Xbox One e PS4 (Xbox Series e PS5 através de retrocompatibilidade) e foi nos gentilmente fornecido com antecedência pela Merge Games.

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Séries

Shawn Mendes será o produtor-executivo da série em live-action de Life is Strange

O The Hollywood Reporter anunciou com exclusividade, que o artista Shawn Mendes será o produtor-executivo da série em live-action de Life is Strange. 

Além de Mendes, os estúdios Legendary e Anonymous Content também estão produzindo o projeto que não possui data de lançamento. 

Ao que tudo indica, Shawn deve compor algumas músicas da obra. 

Life is Strange é uma aventura episódica que narra os dias da personagem Max Caulfield na cidade de Arcadia Bay. Após cinco anos morando em Seattle, a garota retorna a sua cidade natal para estudar fotografia e descobre ter poderes para voltar no tempo.

Fique ligado aqui, na Torre de Vigilância para futuras informações a respeito de Life is Strange.