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Nintendo | Empresa fará escape room inspirado em Legend Of Zelda

The Legend of Zelda: Breath of the Wild é o próximo título da franquia que será lançado pela Nintendo; mas não se engane, ele não será o único. A empresa pretende espalhar vários escapes rooms pelos Estados Unidos em 2017. 

”Escape Room” é considerado uma categoria de vídeo games no mundo real, onde o jogador é trancado por um tempo determinado dentro de um quarto e tem que tentar escapar de várias maneiras possíveis dentro desse tempo. Já existem unidades da modalidade em todo o Brasil, inclusive em São Paulo.’

Segundo o site The Verge,a atração vai se chamar Defender of the Triforce, onde um grupo de pessoas terão que resolver um mistério em um curto período de tempo.

Confira a imagem logo abaixo:

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A partir do dia 31 Janeiro de 2017,  Defender of the Triforce estará em San Francisco Los Angeles.

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Cinema

Han Solo | Emilia Clarke entra para o elenco principal do spinoff de Star Wars

De acordo com informações da Entertainment Weekly, Han Solo irá se encontrar brevemente com a Mãe dos Dragões.

A estrela de Game of Thrones, Emilia Clarke, está entrando para o universo de Star Wars em um papel ainda não divulgado no filme Han Solo, que chega aos cinemas em 2018.

A atriz, melhor conhecida como Daenerys Targaryen na série da HBO, vai coestrelar ao lado de Alden Ehrenreich como Han Solo e Donald Glover como Lando Calrissian. A presença de Chewbacca também está confirmada.

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Han Solo será dirigido por Phil Lord e Christopher Miller, sendo o próximo spinoff da franquia de Star Wars, depois de Rogue One, filme com lançamento marcado para 15 de dezembro. Em 2017 chega aos cinemas o Episódio VIII e em 2019, o Episódio IX.

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Games PC

League of Legends | Camille é a nova campeã

Riot Games revelou sua mais nova personagem, Camille, que se juntará aos outros campeões de League of Legends.

Confira ao teaser abaixo:

Também foi revelado uma história em quadrinhos de 14 páginas, que conta a origem da campeã.

Confira abaixo uma página da HQ:

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Até o momento a empresa não revelou mais detalhes sobre a personagem, apenas que sairá entre o final desse ano e o começo do ano que vem.

League of Legends pode ser baixado gratuitamente em seu site oficial.

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Consoles Games

The Last Guardian | Assista ao lindo trailer cinemático

Sony lançou o último trailer cinemático de The Last Guardian, que está de encher os olhos!

Confira abaixo:

O vídeo mostra um pouco da trama do game, onde um menino tem que escapar de um lugar misterioso com ajuda do monstruoso Trico, um híbrido entre vários animais.

The Last Guardian será lançado em 6 de Dezembro para Playstation 4.

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Séries

DCTV | Flash apresenta Supergirl no primeiro sneak peek do crossover Invasão

A CW divulgou o primeiro clipe do crossover Invasão que vai reunir os personagens das séries Supergirl, Flash, Arrow e Legends of Tomorrow. Serão 04 noites começando no dia 28 de novembro e indo até o dia 1 de dezembro.

Confira o vídeo na galeria de reprodução abaixo.

Legends of Tomorrow tem no seu elenco: Victor Garber (Dr. Martin Stein), John Barrowman (Malcolm Merlyn), Arthur Darvill (Rip Hunter), Christopher De-Schuster (Wolfgang), Franz Drameh (Jefferson ‘Jax’ Jackson/Firestorm), Sarah Grey (Courtney Whitmore/Stargirl), Lance Henriksen (Todd Rice/Obsidian), Matt Letscher (Eobard Thawne/Reverse-Flash), Caity Lotz (Sara Lance/White Canary), Matthew MacCaull (Hank Heywood/Commander Steel), Ashley O’Connell (French Doorman), Amy Pemberton (Gideon), Dominic Purcell (Mick Rory/Heat Wave), Maisie Richardson-Sellers (Amaya Jiwe/Vixen), Brandon Routh (Ray Palmer/The Atom), e Nick Zano (Citizen Steel/Nate Heywood).

The Flash tem no seu elenco: Grant Gustin (Barry Allen/The Flash), Candice Patton (Iris West), Danielle Panabaker (Caitlin Snow), Carlos Valdes (Cisco Ramon), Keiynan Lonsdale (Wally West/Kid Flash), Tom Cavanagh (Dr. Harrison Wells), Jesse L. Martin (Joe West), Todd Lasance (The Rival), Tobin Bell (Doctor Alchemy), Tom Felton (Julian Albert), Michelle Harrison (Nora Allen), Matt Letscher (Eobard Thawne/Flash Reverso), e John Wesley Shipp (Henry Allen).

Arrow tem em seu elenco: Diggle (David Ramsey), Vincent Dangerfield (Evan Wender), Joe Dinicol (Rory Regan/Ragman), Rick Gonzalez (Rene Ramirez/Wild Dog), David Nykl (Anatoly Knyazev), Echo Kellum (Curtis Holt/Mr. Terrific), Madison McLaughlin (Evelyn Sharp/Artemis), Paul Blackthorne (Quentin Lance), Thea Queen (Willa Holland), Oliver (Stephen Amell) e Felicity (Emily Bett Rickards).

Supergirl terá em seu elenco: Melissa Benoist (Kara/Supergirl), David Harewood (J’Onn J’Onzz, o Caçador de Marte), Shannon Leal (M’gann M’orzz, Miss Martian), Chris Wood (Mon-El), Lynda Carter (Presidente Estados Unidos), Tyler Hoechlin (Superman), Katie McGrath (Lena Luthor), Ian Gomez (Snapper Carr), Cat Grant (Calista Flockhart), Floriana Lima (Maggie Sawyer), Mehcad Brooks (Jimmy Olsen), Chyler Leigh (Alex Danvers), Peter Facinelli (Maxwell Lord) e Jeremy Jordan (Winn Schott).

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Primeiras Impressões | Soushin Shoujo Matoi

Um antigo provérbio japonês, datado do período Edo (1603-1868), diz que “Kawaii uguu baka desu sushi katana wasabi ne?“. Traduzindo, significa “Melhor postar dois meses atrasado do que deixar passar em branco, né?“. Não sei o que eles queriam dizer com isso na época, mas dá pra ver que desde muito tempo, japonês é um povo estranho.

Começamos essa temporada com presidiários, passamos por patinadores e viajantes do tempo-espaço, para chegarmos em garotas mágicas exorcistas…? Pera, tá certo isso aqui, produção, é isso mesmo? Parece que sim. Nessa famigerada season onde tudo é sempre tão melhor do que no resto do ano, e as esperanças estão sempre em alta para aquele conteúdo de qualidade, nós recebemos… Bem, isso. Mas de qualquer forma, segue o trailer abaixo e bola pra frente:

Resumir em uma só palavra a experiência inicial de MATOI THE SACRED SLAYER (que convenhamos, tem o nome anglófono muito mais legal que o original em japonês) seria desafiador. Isso porque todas que passam por minha mente, descrevem muito bem um dos aspectos do show, enquanto são uma abominação completa para com outro aspecto. Talvez pudesse usar “confuso”, mas até mesmo essa não se adequa o suficiente.

Prefiro começar pelas coisas que são mais consistentes. A representação visual, por exemplo. Cortesia da White Fox (Steins;Gate, Katanagatari), temos uma animação que… Poxa, não posso dizer que é excelente. Tem seus momentos, mas na média, ficamos apenas naquele limiar de “o mínimo aceitável para obras recentes“. Talvez um ponto que consiga compensar essa ‘falha’, seja o design de personagens: Todas elas são detalhadas, extravagantemente exclusivas e, principalmente, bonitinhas pra caramba (e estou incluindo os homens nisso também. Tenho uma queda por cavanhaques…). Um ótimo trabalho por parte de Mai Toda.

Ok, eu elogiei o design e tudo mais, mas que diabos é essa coisa? O cabelo dela tá preso numa forma bizarra? É um broche? wtf
Ok, eu elogiei o design e tudo mais, mas que diabos é essa coisa? O cabelo dela tá preso numa forma bizarra? É um broche? wtf

Depois, outra consistência é a sonora: uma OST forte e envolvente é uma das qualidades do show. Criar a ambientação através da música, seja ela uma suave melodia pra demonstrar a calmaria do dia-a-dia, ou um ritmo acelerado a intenso pra captar a agressividade de um combate, o anime o faz de forma excepcional. O responsável por esse feito de fazer um desinteressado como eu notar o seu trabalho foi o diretor sonoro Takayuki Yamaguchi (Terra Formars, NouCome). Só que vocês não ligam para esses detalhes industriais (e nem eu, pra ser sincero), então a abertura (“Chou Musubi Amulet” pelo grupo Mia REGINA) e o encerramento (“My Only Place” pelo grupo Sphere) seriam assuntos mais relevantes. O primeiro é perfeito para cumprir o seu dever, pois é empolgante e animador, te deixa com o sangue pulsando para finalmente chegar no episódio em si. E depois de tudo, você chega na segunda música e ela te acalma e bota seus nervos no lugar, te fazendo lembrar que isso tudo é só um desenho e que você não devia quase ter um ataque cardíaco por causa de garotas mágicas (Mas escrevo isso enquanto escuto a abertura em loop por mais de 2h).

Só que como nem tudo são flores… A ‘inconsistência‘ presente no feeling do show é tão grande que chega a ser… Inconsistente. Caramba, entende agora o meu drama sobre definir numa palavra só?! De qualquer maneira… Minha reclamação, indo direto ao ponto, é sobre o público-alvo: na prática, sabemos que garotinhas mágicas com roupas bonitinhas são sempre assistidas por homens de meia idade, independentemente de o quê a obra queria pra início de conversa (Precure, estou olhando pra você). Mas elas são, na maioria das vezes, feitas para A) Um mercado muito específico de garotinhas; ou B) Um público mais abrangente de crianças. O que atrai essas pessoas fora do nicho, via de regra, são justamente os aspectos infantis da obra. A ‘felicidade’, a ‘ingeniudade’, a ‘pureza’ que estão sempre presentes no decorrer desses shows são os pontos buscados…

Claramente uma série cheia de fãs homens entre 17 e 48 anos, não acha? Pois está corretíssimo.
Claramente uma série cheia de fãs homens entre 17 e 48 anos, não acha? Pois está corretíssimo.

E então temos Matoi, que decidiu fazer uma obra já diretamente voltada para esse grupo fora do nicho, sem inventar desculpas e sem papas na língua. Podemos ver que a própria produção do anime classifica-o como “Público alvo da obra original: Masculino“, dando suporte a essa minha teoria. Só que eles conseguiram a façanha de arruinar completamente toda e qualquer chance de fazer sucesso com quem eles queriam, ao destruir justamente os elementos mais importantes do gênero: as tais ‘ingenuidade‘ e ‘pureza‘. Eles mantiveram todos os outros pontos, o suficiente para ainda reconhecermos a trama como fiel ao que queria retratar (e não um rip-off de mahou shoujo como Madoka foi, por exemplo. Matoi é claramente um Mahou Shoujo vanilla, original), mas trocaram os detalhes que funcionam como a ‘cereja‘ do bolo por seu completo oposto. É tipo você comprar uma cereja pra então descobrir que é só chuchu.

Houve essa troca de ‘ingenuidade’ por ‘sexualidade‘, e eu simplesmente não consigo entender mais pra que lado eles estão atirando. Fica claro que eles tentavam atingir a famigerada “Pandemia Otaku“, aquela super estereotipada e que aparece no programa da Fátima Bernardes (que apesar de ser minoria e não representar as pessoas que gostam de anime num geral… Bem, elas existem), mas eles tentaram fazer isso da pior forma possível: juntaram duas coisas que fazem sucesso com o público-alvo, mas escolheram justamente as ‘piores partes‘ de ambos. Garotas mágicas fazem sucesso? Fazem. Softporn japonês faz sucesso? Também faz. Mas o que trás o sucesso de ambos são dois extremos completamente diferentes, e que se misturam tanto quanto Iodo em Tetracloreto de Carbono e Água (eu sou químico e digo: essas coisas aí não se misturam).

Garotas mágicas precisam da ‘ingenuidade’ para funcionar. Elas são garotas mágicas, afinal de contas! E softporn só dá certo por estar já num ambiente absurdo desde o princípio. Se ao menos eles tivessem estabelecido um tipo de atmosfera imbecil logo nos primeiros momentos do show, todo o papo de demônios, dimensões paralelas e garotas mágicas poderiam funcionar como absurdidade. Mas o que ocorre é uma normalidade excessiva, eles se esforçam ao máximo para dar a impressão de que aquilo vai ser um mahou shoujo vanilla, pra logo depois acabar com tudo isso sem nem perceber.
Colocando em outros termos: eles tentaram fazer o Batman ser sociável; Tentaram fazer o Homem-Aranha ser rico; Tentaram fazer o Aquaman ser útil; Tentaram fazer o Homem de Ferro não ser a pessoa mais detestável da história da ficção recente; etc.

A weapon to surpass metal gear... ai é só uma colher. Deu pra entender ou quer mais exemplos?
A weapon to surpass metal gear… Aí é só uma colher. Deu pra entender ou quer mais exemplos?

O mais impressionante é que, apesar de TODOS esses problemas, o aspecto mais de raiz dos Mahou Shoujos até que não ficou ruim. Depois de ignorar todos os zooms em peitos, garotinhas de 14 anos correndo peladas e piadas forçadas sobre exibicionismo, a trama conseguiu me deixar interessado o suficiente para continuar. Mesmo com uma desinformação enorme que chega a ser perturbadora, e que foi só parcialmente sanada no longínquo episódio 3, eu vejo um bom potencial para esse show, que por não ser baseado em nada (foi originalmente escrito para o anime), pode ir para qualquer lugar.

Acontece que potencial não significa nada se não for aplicado corretamente, e que apesar de serem em parte ignoráveis, todos os problemas de coerência ainda existem. Deixo minhas primeiras impressões de Soushin Shoujo Matoi como um 5/10, já sendo muito otimista no futuro da série e torcendo para que não caia num desfiladeiro.

O anime não possui simulcast em português, porém pode ser encontrado legalmente nos serviços de streaming da Anime Network,

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Consoles Gameplay Games PC

Análise | Watch Dogs 2

A baía de São Francisco se espalha perante seus olhos, o sol brilha incansavelmente, o oceano reluz a atmosfera festiva da cidade, os suportes da ponte Golden Gate se estendendo em um céu de verão enrugado por nuvens e mais nuvens. Este é o seu playground em Watch Dogs 2, rico em profundidade e em detalhes, um mundo vívido e vibrante, e uma grande variedade de missões e missões diferentes. É um espetáculo, mas a grande pergunta que permanece na cabeça de muitos gamers é: Watch Dogs 2 é na verdade a aventura de mundo aberto, ultramoderna, que o original deveria ter sido?

Os subúrbios cinzentos de Chicago eram o pano de fundo perfeito para Aiden Pearce, em Watch Dogs. Em 2014 o primeiro jogo prometeu muito, o desempenho de Pearce e a inflexível falta de remorso estavam em desacordo com sua história, que era socialmente costurada para expor os perigos e problemas causados por consentir com aqueles acordos de usuário que a maioria de nós nunca lê. Enquanto a construção do mundo foi meticulosa, no final as ideias inovadoras de Watch Dogs foram lamentavelmente perdidas em um mar de novidades.

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De fora, a sequência veio para inverter isso. São Francisco é minuciosamente recriada com uma autenticidade que vai fazer aqueles familiarizados com a cidade se sentirem instantaneamente familiarizados com esta versão virtual. Enquanto Pearce, não passava de um homem que visava causar estragos na cidade – e sem finalidade explorar a privacidade pública em nome de um “bem maior” – em Watch Dogs 2, você executa suas missões com uma base de ideias, além de possuir uma base mais colaborativa.

Marcus Holloway – protagonista do game – é agressivamente cordial, o que é novamente uma decisão deliberada para desemaranhar a marca Watch Dogs de Pearce. Etiquetado para um crime que não cometeu, Holloway utiliza sua habilidade de hacker para limpar seu registro, atraindo a atenção – e o convite – de um grupo chamado DedSec, disposto a revelar as reais intenções de uma organização multimilionária que utiliza os dados de seus usuários para fins ilegais.

A história se move rapidamente da introdução do personagem até a inclusão a equipe, isso é proposital, porque Holloway completa a DedSec, fazendo parte de seu elenco eclético. Modesto sobre suas realizações, e desconfortável pelos elogios da equipe, apesar de seu status novato Holloway parece estar em casa com seus companheiros da DedSec. É a sua atitude alegre e fácil que faz com que você interaja com NPCs e se surpreenda com a profundidade de as conversas podem chegar.

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O enredo pode parecer familiar. Indignado com o uso indevido de dados de clientes e violações de privacidade, o pequeno grupo de hackers vigilantes, DedSec – sim, isso deve soar bem alto, como um sino caso você jogou o jogo anterior – busca recuperar “o que é nosso” infiltrando conglomerados para recuperar dados ou reapropriá-los para seus próprios meios. Cada vez que você completa uma missão de história, os frutos de seu trabalho – ou o estrago que você desencadeia – é resumidamente resumido em um boletim de notícias em formato pop-up, trazendo um lembrete grave e muitas vezes oportuna de que todas as ações têm consequências.

O jogo não é tímido com as referências. Você terá vislumbres em missões e reconhecerá pela área de atuação, como por exemplo, a gigante de pesquisas on-line Nudle – sim, exatamente o que você está pensando – ou até mesmo própria cede da Ubisoft. Tudo isso está espalhando no jogo, entre missões, conversas e interações.

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As missões da história são contadas principalmente no mesmo molde. Geralmente você viola compostos ou edifícios, hackeia computadores e, geralmente, há caras maus para atirar – se você não ligar para o stealth – ao longo do caminho. Falhar é decepcionante, raramente há pontos de verificação no meio da missão, então uma bola é suficiente para provocar um reinício agonizante, mesmo se você estiver fugindo no final. No entanto, uma vez que você adquiri um bom kit de gadgets, qualquer lugar, mesmo os mais densamente povoados podem ser derrubados sem derrubar um suor, com a ajuda de drones.

A maneira como você realiza suas missões, é a parte mais divertida em Watch Dogs 2 é como sua impressão digital, sua marca própria dentro do jogo. Você pode pular todas as armas de fogo, e partir para um combate corpo a corpo, pode deixar inimigos incapacitados com a sua arma de choque, ou rastejar entre pontos alternando entre agressão e stealth para derrubar os inimigos, ou como já dito, utilizando os drones sem nunca colocar o pé dentro do recinto. A maioria de suas ferramentas e gadgets são construídos para atordoar os inimigos, não assassiná-los – fora algumas armar de fogo que em nada acrescentam na jogabilidade. O que é justo, realmente. Sendo um ponto glorioso, já que o que você pretende é acabar com um registro criminal falso. E do que adianta matar as pessoas para fazê-lo?

Transformando caixas de força em tasers, evocando falsas guerras de gangues, ou inventando falsas informações em redes sociais – tudo está disponível para você. Cada edifício vem com seus próprios pontos fortes e fracos. Nem tudo funciona todas as vezes, também, por isso há incerteza suficiente para forçá-lo a montar estratégias, ou seguir o fluxo jogo em alguns momentos. Tudo muito bem equilibrado.

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Sua capacidade de controlar elementos eletrônicos em torno de você é alimentada por sua carga de Botnet, um medidor construível que encerrará ou diminuirá dependendo de seu uso. Como você pode esperar, algumas de suas atividades exigem mais poder do que outros, mas raramente você se encontrará em alguma situação que exija tanto poder do Botnet. Nas escassas vezes que será necessário recarregar a energia, é bem fácil e tranquilo, considerando a quantidade de civis e vilões ao seu redor. E também existe o Nethack – uma espécie de eagle vision do Assassin´s Creed – vantagem que permite que você explore o mundo em tons de cinza em busca de explorações úteis, também auxiliando na marcação dos inimigos e ajudando a rastrear cabos de alimentação de volta à sua fonte. É tentador jogar boa parte do game nestes tons de cinza, mas resista o quanto puder.

Às vezes, o próprio Holloway se move como um carrinho de compras, além dos elementos parkour serem lamentavelmente subutilizados. Mas onde as limitações de Marcus ocasionalmente prejudicam o progresso, é aqui que seus brinquedos entram em cena – como, por exemplo, seus drones e outros objetos que podem ser movidos remotamente – trazendo a variedade necessária para o divertimento de outra forma. Sem deixar o jogador atolado na mesmice.

VEREDITO:

Watch Dogs 2 é uma sequência sólida e satisfatória que resolve com êxito as fraquezas de seu antecessor, baseando-se nos pontos fortes do jogo original, enquanto polia aspectos que careciam de profundidade para oferecer uma experiência coerente e abrangente. Seu elenco diversificado e (principalmente) sua narrativa estimulante provocam o jogador de todas as maneiras, desde ânsia a um sossego imenso, e embora o humor da juventude urbana às vezes caia por terra, a maioria dos personagens sentem as conversas e reagem de forma convincente. A missão história só oferece horas e horas de combate e exploração, mas, ao contrário do original, ela faz com que você experimente mais uma vez… e desta vez, por todas as razões certas.

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No momento da análise ainda não tivemos a chance de explorar corretamente o que Watch Dogs 2 oferece por meio de multiplayer, como servidores encontram-se off-line e co-op com conexão irregular. 

Watch Dogs 2 está disponível para PlayStation 4Xbox One e PC. O jogo foi testado em um PlayStation 4. 

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Consoles Games PC

Batman: The Telltale Series | Quarto Episódio ganha data de lançamento

Intitulado de “Guardian of Gotham“, o quarto episódio de Batman: The Telltale Series ganhou sua data de lançamento e um trailer.

Confira o trailer abaixo:

Em “Guardian of Gotham“, Bruce Wayne se encontra preso em uma situação desfavorável, conforme as ruas da cidade entram em caos sem o Batman para salvar o dia.

Em seu site oficial a Telltale, divulgou uma nota dizendo que os jogadores “irão terminar este episódio em lugares muito diferentes dependendo das escolhas tomadas durante o terceiro episódio e irá afetar toda a história até seu desfecho.”

Guardian of Gotham” chega em 22 de novembro para PC, Xbox One, Xbox 360, Playstation 4, PlayStation 3, e dispositivos iOS e Android.

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Star Wars Battlefront | Expansão Rogue One: Scarif ganha data de lançamento

Inspirada em Rogue One: Uma História Star Wars, que chega aos cinemas em 16 de dezembro, a expansão Rogue One: Scarif ganhou sua data de lançamento.

A quarta e ultima expansão de Star Wars Battlefront estará disponível no dia 6 de dezembro para PlayStation 4, Xbox One e PC. O pacote trará quatro novos mapas e dois heróis jogáveis, Jyn Erso e Orson Krennic, além disso também vai incluir um novo modo de jogo ao game, que combina combate terrestre e aéreo.

Caso ainda não tenha Star Wars: Battlefront, a EA lançará a Ultimate Edition, uma edição contendo todas as expansões já lançadas.

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Remedy Games | Empresa revelará um novo jogo em breve

Responsáveis pelos dois primeiros jogos da franquia Max Payne, Alan Wake e mais recentemente, Quantum Break, a Remedy Games divulgou um teaser para um novo game em seu canal do Youtube.

Intitulado de “O maior trailer de todos os tempos”, o teaser, apresentado por Sam Lake, revela que em breve teremos um trailer de um novo game da empresa.

Confira:

Sabemos que a Remedy, está trabalhando ao lado da Northlight no desenvolvimento do modo história de CrossFire 2, e já foi revelado que a empresa trabalha em um novo jogo focado no multiplayer, ainda não anunciado.

Quais são suas apostas? Será que teremos um Alan Wake 2 vindo por ai?