Foram divulgadas as capas de Planet of the Apes / Green Lantern, o crossover entre a BOOM! Studios e a DC Comics com os personagens de Planeta dos Macacos e o Lanterna Verde.
As editoras divulgaram a sinopse: “Cornelius acaba descobrindo um anel antigo, diferente de tudo que já viu. Ao colocar o anel, e o seu poder ecoa através das estrelas, acaba forçando os Guardiões revelar aos Lanternas um segredo que eles esperavam deixar enterrado. Então a Tropa dos Lanternas Verdes, sob a liderança de Hal Jordan, partem para chegar à fonte deste poder antes que o Sinestro coloque as mãos nele, eles vão descobrir uma verdade que mudará para sempre… O Planeta dos Macacos!“
Além de Planet of the Apes / Green Lantern, as duas editoras vão realizar um outro crossover em 2017 no encontro entre a Liga da Justiça e os Power Rangers. Saiba detalhes AQUI.
Planet of the Apes / Green Lantern #1 será publicada em fevereiro e terá seis edições. O roteiro será de Robbie Thompson e Justin Jordan e artes de Barnaby Bagenda.
O mundo dos quadrinhos vem mudando aos poucos. Discussões sobre igualdade de gênero e sexualização de personagens aparentam estar criando mais consciência dentro das editoras americanas, e a DC Comics tem abraçado a causa em diferentes mídias nos últimos anos. Apesar de estar longe do que seria o ideal com relação à igualdade de gênero, tanto dentro das histórias quanto fora (nas equipes criativas), a Editora das Lendas vem sendo pioneira quando o assunto é a representatividade feminina.
Recentemente, a Mulher-Maravilha, maior heroína da editora, tornou-se embaixadora honorária da ONU para promover o empoderamento feminino. A ação, envolta em polêmicas e discussões sobre o que a personagem, fictícia, representa sendo branca e carregando uma bandeira americana no peito, ainda assim foi de extrema importância histórica para a Amazona, para a DC Comics e para todas as mulheres que se sentem representadas pela personagem e tudo que ela simboliza: força, compaixão, igualdade e paz. Na cerimônia, Lynda Carter e Gal Gadot (ambas atrizes que deram vida à personagem) discursaram sobre a ação, além de outras mulheres envolvidas, como Patty Jenkins, diretora do vindouro filme da personagem.
Mulher-Maravilha tornou-se embaixadora honorária da ONU para empoderamento feminino.
A ação tomada pela Organização das Nações Unidas não foi o único feito representativo da personagem nos últimos tempos. No cinema, a Mulher-Maravilha protagonizará, apenas um ano após sua estreia nas telonas, o primeiro filme moderno de uma super-heroína. Com sua estreia em “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” a personagem tornou-se praticamente uma unanimidade de adoração entre os fãs (que tiveram opiniões divididas sobre o filme, bem como sobre o anúncio da atriz escalada, caindo sempre na questão da sexualização da personagem), e voltou a se tornar um pilar da DC Comics, algo que não acontecia há alguns anos. Além disso, Patty Jenkins é uma das poucas diretoras de Hollywood a dirigir um filme blockbuster com um orçamento acima dos 150 milhões de dólares.
Para traçarmos um panorama geral das mudanças mais recentes devemos voltar apenas 5 anos no tempo e tomarmos a iniciativa dos Novos 52 como um pilar de comparação. Na época, a decisão completamente empresarial da DC focava unicamente na quantidade de vendas de cada título, e como consequência, todos os personagens sofreram re-designs. Apesar de boas fases como a de Brian Azzarello no título da Princesa Amazona, ou a Batwoman de J.H. Williams III, grande parte das heroínas e vilãs foram hiper-sexualizadas com seus novos trajes. Supergirl, Estelar, personagens da Legião dos Super-Heróis e a Mulher-Gato ganharam novos uniformes, sendo todos micro-roupas ou trajes colados, afetando diretamente a arte interna das revistas, sempre priorizando as características sexuais de cada uma.
Sonhadora, Supergirl e Estelar após o reboot dos Novos 52.
Na mesma época a DC também vinha sendo alvo de questionamentos por conta da massiva demissão de funcionárias de cargos criativos. Mais uma vez, a priorização do número de vendas de cada revista afetou o relacionamento entre a editora e as profissionais, tornando o percentual de artistas e roteiristas mulheres dentro da editora um número baixíssimo. Existem diversas artistas que passaram por más experiências na época, trabalhando para a DC, que juram não voltar a trabalhar lá nunca mais.
Polêmicas e um passado ruim (não tão distante) postos de lado, surgiu a reformulação da Batgirl, no número #35 de sua revista, em 2014. Escrita pelos roteiristas Brenden Fletcher e Cameron Stewart, a nova vida da Garota Morcego (que até então era escrita por Gail Simone, famosa roteirista) foi marcada pela reformulação de seu uniforme nas mãos da artista Babs Tarr, tirando o caráter sexual da personagem e criando um apelo para o público feminino (e mais jovem) que até então quase não consumia DC. O chamado “fator Batgirl” abriu os olhos da editora para as mudanças que vieram em seguida, como a reformulação da Canário Negro, das Aves de Rapina, da Arlequina, da Estelar, da Supergirl e de outras personagens. A maioria destas reformulações tiveram, em algum quesito (roteiro ou arte), dedo criativo de mulheres recém-contratadas, especialmente durante o DC You, selo criado após o fim dos Novos 52 visando adotar um aspecto mais indie para os quadrinhos da editora. Nomes como Amanda Conner, Meredith Finch, Annie Wu, Pia Guerra e Emanuela Lupacchino são, dentre outras, algumas das autoras envolvidas neste período, aumentando (e muito) o percentual de mulheres trabalhando na editora.
A jovem heroína de Gotham foi a responsável por grandes mudanças no panorama da editora. Na mesma época, a Arlequina de Amanda Conner crescia e tornava-se um sucesso de vendas.
Tamanha foi a mudança no cenário dos quadrinhos que os produtos derivados (como as animações e séries de TV) também começaram a passar por mudanças ao longo dos anos. Em 2012, um ano após o início dos Novos 52, estreava a série de TV Arrow no canal CW. Algum tempo depois a Canário Negro (na época, Sara Lance) foi introduzida na mitologia da série, e posteriormente surgiram outras mulheres para compor as equipes de personagens, como a segunda Canário Negro (Laurel Lance, em seu uniforme muito similar ao da Batgirl de Babs Tarr), Nyssa Al’Ghul, Thea tornando-se a Speedy, assumindo o legado de Roy Harper, e mais recentemente, na quinta temporada, a Ártemis.
O canal CW sempre foi criticado pela escrita pobre de suas personagens femininas. Resumidas a interesses amorosos ou garotas em perigo, por um bom tempo as mulheres de suas séries eram somente alívios cômicos e românticos dentro da história focada em seus heróis. Em 2014, The Flash marcou sua estreia introduzindo Iris West e Caitlin Snow, ambas na época ainda sofrendo de uma má escrita dos roteiristas. E em 2015 os produtores do “CW-verso” criaram a série da Supergirl (primeira série moderna de uma heroína), onde a protagonista é uma mulher, com uma irmã forte (e, mais recentemente descoberta, homossexual), cercada por homens que servem na maioria das vezes exclusivamente como interesse amoroso ou alívio cômico.
Os papéis se inverteram, e o reflexo do sucesso de Supergirl, que lida com discussões sobre igualdade e racismo, foi instantâneo no universo das séries. Vixen ganhou uma série animada e foi apresentada em Arrow; Sara Lance foi, ao lado da Mulher-Gavião, viajar na Waverider com os membros de Legends of Tomorrow; Iris foi ganhando mais foco em suas características de repórter investigativa, enquanto Jesse Quick era apresentada, e gradativamente as personagens deste universo foram sofrendo mudanças e ganhando mais espaço. Mais recentemente, Sara assumiu o posto de Capitã da nave das Lendas e Caitlin Snow começou a desenvolver seus poderes de Nevasca ao mesmo tempo que Jesse foi desenvolvida como uma velocista. Além das séries heroicas o canal também conta com iZombie, adaptação de uma série da Vertigo protagonizada por uma mulher zumbi chamada Olivia Moore.
Em pouco tempo as personagens femininas das séries da CW foram ganhando mais espaço. Longe do que seria ideal e perfeito, mas conquistando gradativamente seus lugares de destaques tão merecidos.
Como um ciclo sem fim, o impacto do sucesso das séries e filmes começou a afetar os quadrinhos mais recentes. Com a iniciativa do Rebirth, o aclamado roteirista Greg Rucka retornou à editora assumindo total controle criativo do título da Mulher-Maravilha, acompanhado dos artistas Liam Sharp e Nicola Scott (esta segunda, mulher, desenhando a nova origem da personagem). A Supergirl do DC Rebirth, reformulada, se assemelha muito à forma como a série retrata a personagem. A revista da Garota de Aço (que é escrita por um roteirista homossexual e teve edições desenhadas por uma mulher) somada a outras HQs de heroínas e vilãs como Batgirl, Arlequina, Aves de Rapina, Superwoman e a já citada Mulher-Maravilha compõem parte do atual catálogo diversificado da editora.
Além dos títulos solo, a Mulher-Maravilha também faz parte da Liga da Justiça e da revista Trindade, enquanto Jessica Cruz (a Anel Energético) assumiu o posto de Lanterna Verde na revista Green Lanterns e também faz parte da Liga. O Esquadrão Suicida conta com a presença da Arlequina, Katana e Magia, e os Titãs contam com Donna Troy e Lilith na equipe, enquanto os Jovens Titãs possuem Estelar e Ravena (a segunda protagonizando também uma minissérie). O Arqueiro Verde divide seu título com a Canário Negro. Academia Gotham é uma revista protagonizada por uma garota. Detective Comics, clássico título do Batman, conta com uma equipe formada por Batwoman, Stephanie Brown e Cassandra Cain, além das séries paralelas e minisséries como DC Bombshells e Catwoman. Em breve o Cyborg ganhará uma contraparte feminina chamada She-Borg. O novo selo da DC chamado Young Animal traz a reinvenção do clássico personagem Shade, O Homem Mutável, agora reformulado para Shade, A Garota Mutável. Quadrinhos da Hanna Barbera como Flinstones tomam o fronte de criticar as imposições de uma sociedade machista, criando paralelos com os homens das cavernas, e aos poucos todas as obras da DC rumam cada vez mais a uma Era de Ouro de suas personagens.
O DC Rebirth, momento atual da editora nos EUA, é marcado por uma boa quantidade de títulos protagonizados por mulheres ou com presenças femininas constantes, quase sempre contando também com mulheres nas equipes criativas.
E nas animações? Com uma alta produtividadeanual a DC Comics conta com diversos longas animados e séries para TV e web sendo produzidas constantemente. Apesar de deslizes (como o irrefutável erro cometido na animação da Piada Mortal, envolvendo a Batgirl), há também uma preocupação constante com o protagonismo feminino em suas séries e filmes cartoon. As atuais e vindouras séries (como Justice League Action) contam sempre com personagens femininas no elenco fixo, e existem exceções que são totalmente focadas nas garotas.
DC Super Hero Girls é uma série animada que estreou em 2015 visando o público infantil. Com duas temporadas exibidas até o momento, sendo a segunda ainda em andamento, a série de curtas vem fazendo sucesso entre garotas graças ao protagonismo de uma variedade de heroínas e vilãs da editora, todas com designs leves e agradáveis, como a Mulher-Maravilha, Hera Venenosa, Batgirl, Katana, Arlequina e outras. A marca tornou-se forte dentro da DC e o interesse das garotas nas bonecas e produtos derivados da obra (que é focada nas garotas frequentando uma Escola de Super-Heróis) foi tornando a animação uma grande marca, já contando com spin-offs e até mesmo quadrinhos baseados neste universo.
A animação focada nas garotas da DC Comics é um sucesso graças ao streaming na internet através dos canais oficiais da série.
Pode não parecer a primeira vista, especialmente quando você está ocupado constantemente em acompanhar universos tão ricos derivados das propriedades intelectuais da DC Comics, mas o fato é que as garotas vem ganhando cada vez mais espaço dentro da editora. A somatória de uma boa representação, oportunidades de trabalho para mulheres dentro da editora, não sexualização das personagens e outros fatores que devem se tornar absolutos vem transformando as iniciativas da casa dos Maiores Heróis do Universo em ideias verdadeiramente revolucionárias.
É inegável que nem tudo são flores. Boa parte das mudanças proporcionadas nos últimos 5 anos tiveram colaboração de fatores externos nem sempre positivos, como as reclamações, denúncias de abuso, algumas poucas ideias inspiradas da Marvel (como a Miss Marvel fazendo sucesso alguns anos atrás), mas o fato também incontestável é que a Editora Azul passou disparada na frente da concorrência na questão da representatividade feminina, em todas as mídias, especialmente nos últimos dois anos com tantas ideias sendo botadas em prática, criando um parâmetro de comparação que, se for seguido por outras editoras, somente beneficiará as consumidoras e todos os leitores de quadrinhos. A expectativa é que as coisas melhorem ainda mais, e que no futuro possamos olhar para trás não lamentando os erros, mas sim nos vangloriando de todos os acertos.
A Level Up, maior distribuidora digital de jogos da América Latina, acaba de lançar para o mercado brasileiro a plataforma Hype, focada em distribuição de jogos digitais para PC, porém, promete ir além de uma revenda de chaves de acesso a jogos e terá conteúdo, suporte, interface e diferentes formas de pagamento. Já no lançamento, são mais de 2.000 títulos à disposição dos jogadores e novos títulos serão adicionados frequentemente.
“Todo trabalho do Hype é para oferecer ao jogador brasileiro o máximo em termos de comodidade e preço. Reunimos milhares de jogos em uma plataforma totalmente em português, com navegação simples, textos explicativos e inúmeras vantagens para os jogadores. Esse é apenas o começo. Os usuários podem esperar muito mais dessa iniciativa que veio para ficar”, disse Tatiana Moreira, gerente de Publicação da Level Up.
Com menus e linguagem simples, o Hype permite encontrar facilmente os melhores títulos e preços, além de adquirir créditos para os games online publicados pela própria Level Up.
O Hype vem sendo desenvolvido há mais de um ano e durante todo o tempo tem recebido o feedback da comunidade gamer. A plataforma também é uma nova oportunidade de negócio para publishers e estúdios independentes, que podem usá-la para promover suas marcas e comercializar seus jogos.
Logo de cara, o Hype oferece games de grande sucesso com descontos de até 50%, caso de Borderlands: The Pre Sequel, Grand Theft Auto V e XCOM 2. Além disso, os usuários poderão adquirir créditos para jogos da NCSoft – como AION, Blade & Soul e GuildWars 2 – com descontos exclusivos.
Esquenta Black Friday
Até 23 de novembro, a Level Up oferecerá uma série de descontos em jogos à venda no Hype. As ofertas serão reveladas na própria plataforma.
Ao som de “Bad Moon Rising” da banda Creedence Clearwater Revival, Kong: Skull Island levou os amantes do macacão ao delírio, durante sua exibição no programa Jimmy Kimmel Live. Confira:
“Um ex-militar viaja com um grupo de desbravadores até a mítica Ilha da Caveira, onde seu irmão desapareceu enquanto procurava o Titan, soro que teria o poder de curar todas as doenças. Além de resgatar o irmão, o homem irá enfrentar as criaturas que habitam o local. A equipe de exploradores se aventura nas profundezas da ilha desconhecida no Pacífico, que é tão bonita quanto traiçoeira, sem saber que estão indo de encontro com o mítico Kong.”
O filme ainda tem no elenco nomes de peso como Tom Hiddleston, Samuel L. Jackson, Brie Larson e John Goodman. Kong: Skull Island estreia em 9 de março de 2017.
Talvez o título desse texto seja equivocado. Os livros aqui citados se passam em um cenário medieval: castelos, cavaleiros, reis, rainhas e etc, porém não foram escritos exatamente no medievo. A maioria é desprovida de fantasia entregando o cru humano da época: da sarjeta ao mais alto cargo nobiliárquico. Fugi dos livros mais populares como As Crônicas de Gelo e Fogo, O Senhor dos Anéis, Pilares da Terra e Brumas de Avalon, contudo alguns clássicos são indispensáveis.
Merlim
O bom velhinho, mago, famoso nas lendas de Rei Artur tem raízes em lendas mais sombrias: Merlim seria filho do demônio. O ”livro” Merlim de Robert de Boron (XII ou XIII – ?) não resistiu muito ao tempo e boa parte da história se perdeu sobrando apenas partes em prosa. O poeta francês também foi responsável por dar eloquências as lendas arturianas e as aventuras do Santo Graal. A história como um todo não é maçante para quem gosta de magia e das lendas do Rei Artur, contudo a história é bastante relacionada com a cristandade diferente de outras versões. Atualmente o livro é publicado pela editora Imago (Coleção Lazuli) aqui no Brasil.
Orlando
Livro da inglesa Virginia Woolf publicado em 1928, Orlando: uma biografia, se inicia em uma Inglaterra recém saída do período Medieval acabando no século XX. Orlando apesar de ser uma ficção possuí traços de veracidade, vide a vida de Vita Sackville-West, amante da autora, perdeu suas posses por ser mulher, o que acontece também com o jovem Orlando ao se tornar uma mulher e ganhar mortalidade. Orlando se vê diante de diversos dilemas sociais perante a sociedade inglesa após sua metamorfose, a crítica da autora é sagaz à sociedade inglesa da época. A adaptação cinematográfica de 1992 conta com Tilda Swinton (Doutor Estranho, Precisamos Falar Sobre o Kelvin) interpretando Orlando.
O Nome da Rosa
Sem sombras de dúvidas O Nome da Rosa (1980), obra escrita pelo italiano Umberto Eco, é um dos maiores romances do século XX. Desprovido de épicas batalhas ou romances burgueses, O Nome da Rosa se passa em uma abadia no séc. XIV onde uma série de assassinatos entre os clérigos leva Guilherme de Baskerville e seu pupilo Adso de Melk a investigarem os casos. Além desse plano de fundo pra lá de Sherlock Holmes, o enredo envolve bastante filosofia. Há também a adaptação protagonizada por Sean Connery (Os Intocavéis) de 1986.
O Físico
Para ler sobre o livro mais detalhadamente, clique aqui e leia nossa resenha.
O Cavaleiro Inexistente
Peço perdão por não lembrar tanto do enredo, mas me lembro: é uma história irônica. Italo Calvino, italiano, me fez dar boas risadas, a história, escrita em 1959 é bastante curta, é narrada por uma freira em um convento (teria Umberto Eco se inspirado? A história também é narrada por um frade) contando as peripécias de um cavaleiro que não existe, mas pelo menos preenchia uma armadura e o fez batalhar ao lado de Carlos Magno.
Os Bórgias
Envenenamentos, mutilações, incesto e adultério, eis o cenário perfeito para o romance do italiano Mario Puzo: a Itália pré-renascentista. Se o Poderoso Chefão, do mesmo autor, nos conta a saga da família Corleone, nessa obra seguimos a trajetória de Os Bórgias que realmente viveram na Itália entre os sécs. XV e XVI. Diferencia-se de outras obras biográficas por introduz elementos romantescos deixando a obra empolgante, foi publicada em 2001. Os Bórgias possuem até na contemporaneidade influência: seja nas séries, teatro e quadrinhos. Como esquecer da beleza de Lucrécia Bórgia?
Rangers Ordem dos Arqueiros
Rangers Ordem dos Arqueiros foi finalizada com 12 volumes, escritos pelo australiano John Flanagan. A publicação no Brasil começou em 2009 (Ruínas de Gorlan) e foi finalizada em 2015 (Arqueiro do Rei), com certeza uma obra que abrange todas as idades. O ”mundo” de Ordem dos Arqueiros na verdade é a própria Terra com algumas modificações, o inicio da história se passa em Araluen (retrato fiel da Inglaterra) passando em outros países ao decorrer dos volumes. Com arqueiros, cavaleiros e um pouco de magia, Rangers nos traz uma boa jornada do herói, de inicio com alguns clichês e aos poucos se tornando uma obra totalmente prazerosa de se ler. Uma adaptação está (ou estava) prevista para 2017.
Espero que desfrutem das indicações, tenham uma ótima leitura.
A Pókemon Company lançou o último trailer de Pokémon Sun e Moon, que mostra Ultra Beasts e Z-Moves inéditos na franquia!
Confira ao trailer logo abaixo:
O Ultra Beast será o UB-03 Lighting, que contém habilidades de choques elétricos e o monstruoso UB-05 Glutton, que usa força bruta contra seus inimigos. Já o Z-MOVE será uma habilidade especial dos Pokémons Decidueye, Incineroar e Primarina.
Pokémon Sun e Moon será lançado em 18 de Novembro para Nintendo 3DS.
Inicialmente criado como um grupo para reunir fãs de League of Legends, a Ilha da Macacada recentemente anunciou que estariam com um time que disputaria alguns campeonatos pelo Brasil, como o Circuito Desafiante do CBLoL, mas não conseguiu a promoção para o Circuito Profissional.
Porém, depois de anunciar que passaria por um período de reestruturação em julho deste ano e que deixaria o cenário brasileiro de League of Legends a equipe da KaBuM! deixou em cheque a sua vaga no CBLoL 2017, muitos fãs ficaram apreensivos com a decisão. Entretanto nesta quarta-feira (16/11) o maior e-commerce da América Latina anunciou que patrocinará a equipe da Ilha da Macacada e com isso, o time que passará a se chamar KaBuM! IDM, e participará do Campeonato Brasileiro de League of Legends no ano que vem. A equipe ganhou também um novo logo para as futuras competições.
De acordo com o diretor da KaBuM! e-Sports, Guilherme Fonte, nos últimos meses a empresa analisou diversos panoramas para decidir o que faria com a vaga no CBLOL e também como iriam continuar investindo e contribuindo no cenário brasileiro de League of Legends.
“Pudemos conhecer de perto o trabalho e as propostas da Ilha da Macacada, que nos mostrou, além do grande potencial de crescimento, a forte interação com a comunidade gamer, já que se trata do maior grupo de League of Legends do Brasil no Facebook”, explicou Fonte.
Fonte também falou um pouco sobre as contratações para a equipe. “Com relação a equipe, sem dúvida, iremos montar um time para ser campeão. Vamos buscar alguns nomes fortes do cenário para conquistarmos as primeiras posições e crescer a cada Split”, acrescentou. Ele não revelou o valor do investimento. Ainda sem a formatação da nova equipe, a Ilha da Macacada disputa neste momento um torneio de pré-temporada ao lado das principais organizações de League of Legends no Brasil.
O Making Star Wars está reportando sobre os personagens que serão interpretados pelos três atores no Episódio VIII.
Del Toro estará interpretando um homem de preto e que seria perigoso, possivelmente ligado a um ambiente de casino que aparecerá no filme.
Dern está sendo descrita como uma personagem aristocrática e vestida de uma maneira similar ao que foi visto em Jogos Vorazes, ou seja, de uma forma bastante exótica.
A personagem de Tran supostamente encontrará com Finn em algum momento do longa e descrevem como uma situação muito legal.
Star Wars: Episódio VIII (título provisório) será lançado em 15 de dezembro de 2017.
Pela primeira vez um brasileiro esta na disputa do prêmio de melhor jogador de e-sports do ano no The Game Awards. O jogador Marcelo “coldzera” David do CS:GO, atualmente atuando na equipe da SK Gaming, disputa a premiação com a lenda do League of Legends, Lee “Faker” Sang-Hyeok, o sul-coreano Lee “Infiltration” Seeon-woo do cenário de Street Fighter, o argentino Juan “Hungrybox” Debidema, estrela do Super Smash Bros., além do também sul-coreano Byun “ByuN” Woo representando o Starcraft II.
O jogador brasileiro teve papel fundamental nas conquistas do dois majors de CS:GO desse ano, sendo a MLG Columbus pela Luminosity Gaming e a ESL One Cologne pela SK Gaming. Ao lado de Gabriel “FalleN” Toledo, Lincoln “fnx” Lau, Epitácio “TACO” Pessoa e Fernando “fer” Alvarenga, coldzera colocou a sua equipe no topo do ranking da hltv.
O principal adversário de coldzera nesta votação deve ser Lee “Faker” Sang-Hyeok, que no último mês levou a SKT T1 ao tricampeonato mundial, inédito de League of Legends, ao vencer a Samsung Galaxy por 3-2 em uma série super emocionante.
Melhor Jogador de eSports (escolha do público)
Lee “Faker” Sang-Hyeok (SK Telecom 1, League of Legends)
Marcelo “coldzera” David (SK Gaming, CS:GO)
Byun-Hyun Woo (StarCraft 2)
Lee “Infiltration” Seeon-woo (Razer, Street Fighter V)
Juan “Hungrybox” Debidema (Team Liquid, Super Smash Bros.)
Melhor Jogo de eSports (escolha do público)
CS:GO
Street Fighter V
Overwatch
Dota 2
League of Legends
Para ver a lista completa do The Game Awards, clique aqui. E para participar da votação clique aqui.
O The Game Awards é uma cerimônia de premiação anual dos melhores jogos do ano em várias categorias. O evento presencial com a entrega das premiações acontece dia 1º de dezembro em Los Angeles e será transmitida para o mundo inteiro via stream.
Tudo indica que a emissora encomendou um Piloto para uma nova série de super-herói, mas desta vez não é da DC Comics.
De acordo com o Deadline, Dr. Mirage da Valiant Comics será a próxima adaptação.
Esta será a primeira tentativa da Valiant Entertainment para a televisão e também o primeiro projeto para a DMG Entertainment, a empresa por trás de Homem de Ferro 3, Looper e Point Break.
Dr. Mirage será escrito por Gary Dauberman.
Dr. Mirage consegue falar com os mortos, mas o único espírito que Shan Fong não pode achar é o de seu falecido marido, Hwen. Como investigadora paranormal, ela usa seu dom para resolver homicídios e trazer paz para os mortos. Quando é encaminhada para um trabalho especial, Shan descobre uma pista que pode fechar o maior mistério que já abordou – como trazer Hwen de volta. Agora, Mirage deverá entrar num país desconhecido e atravessar todos os reinos do mundo inferior, se ela tem alguma esperança de resgatar o homem que ama ou ficar perdida para sempre além do plano terrestre.
Dr. Mirage ainda não possui data oficial de estreia.