Categorias
Quadrinhos

Deadpool vai matar o Universo Marvel… de novo

Sabe o Deadpool? Sabe o Universo Marvel? Então, o Mercenário Tagarela vai acabar com ele, de novo. O editor-Chefe Axel Alonso, por meio da sua conta no Twitter, anunciou a HQ Deadpool Kills the Marvel Universe Again.

Em 2012 a Marvel Comics já tinha publicado Deadpool Mata o Universo Marvel, minissérie em quatro partes, onde Wade sai pelo mundo matando todos os super-heróis. De formas violentas como atirando na cabeça do Homem-Aranha ou de formas inusitadas como usando as Partículas Pym para tornar o Mjolnir de tamanho gigante e esmagar o Thor. O massacre atinge inclusive a equipe criativa da produção.

Não foi divulgada nada sobre a trama de Deadpool Kills the Marvel Universe Again, nem quem ficará a cargo do roteiro. A arte é de Dave Johnson.

old

Categorias
Consoles Games PC

Marvel’s Guardians of the Galaxy: The Telltale Series | Assista ao primeiro trailer do jogo

Os Guardiões da Galáxia são o tema do próximo jogo da Telltale Games, responsável por The Walking Dead. A desenvolvedora lançou o primeiro trailer do game e junto com ele foi anunciada a data de lançamento: 18 de abril

Confira:

O primeiro episódio de Marvel’s Guardians of the Galaxy: The Telltale Series, intitulado de Tangled Up, chega para PlayStation 4, Xbox One, PC, Android e IOS.

Categorias
Cinema

Planeta dos Macacos: A Guerra | Confira novo trailer da aventura de Cesar

A 20th Century Fox divulgou um novo trailer do seu vindouro novo filme Planeta dos Macacos: A Guerra, que chega aos cinemas em 14 de julho de 2017 com direção de Matt Reeves. Confira o mesmo na galeria de reprodução abaixo.

Em Planeta dos Macacos: A Guerra, o terceiro capítulo da franquia, Cesar e seus macacos são forçados à um conflito mortal com um exército de humanos, liderados por um perverso Coronel. Depois dos macacos sofrerem inimagináveis perdas, Cesar decide assumir seus instintos mais sombrios e começa sua própria jornada mística para vingar sua espécie. Durante esse caminho, Cesar e o Coronel ficam frente a frente e são jogados um contra outro em uma batalha épica, que determinará o destino de ambas as espécies e o futuro do planeta.

O elenco é formado por: Andy Serkis, Woody Harrelson, Steve Zahn, Karin Konoval, Amiah Miller, e Terry Notary.

Categorias
Séries

Game of Thrones | Sétima temporada ganha novo teaser trailer

A HBO divulgou um novo vídeo promocional da sétima temporada de Game of Thrones. Confira o mesmo na galeria de reprodução abaixo.

Game of Thrones tem no elenco: Alfie Allen (Theon Greyjoy), Jacob Anderson (Grey Worm), Pilou Asbæk (Euron Greyjoy), Roger Ashton-Griffiths (Mace Tyrell), Rebecca Benson (Talla Tarly), Hafþór Júlíus Björnsson (Gregor Clegane), David Bradley (Walder Frey), John Bradley (Samwell Tarly), Keisha Castle-Hughes (Obara Sand), Kit Harington (Jon Snow), Ricky Champ (Flynn), Dean-Charles Chapman (Tommen Baratheon), Gwendoline Christie (Brienne of Tarth), Enzo Cilenti (Yezzan zo Qaggaz), Emilia Clarke (Daenerys Targaryen), Andrei Claude (Khal Rhalko), Nikolaj Coster-Waldau (Jaime Lannister), Sebastian Croft (Young Eddard Stark), Ben Crompton (Eddison Tollett), Liam Cunningham (Davos Seaworth) e Peter Dinklage (Tyrion Lannister).

vlcsnap-2016-04-11-13h12m59s029

Além de Natalie Dormer (Margaery Tyrell), Nathalie Emmanuel (Missandei), Lino Facioli (Robin Arryn), James Faulkner (Randyll Tarly), Jerome Flynn (Bronn), Brian Fortune (Othell Yarwyck), Ian Gelder (Kevan Lannister), George Georgiou (Razdal mo Eraz), Josephine Gillan (Marei), Aidan Gillen (Petyr ‘Littlefinger’ Baelish), Iain Glen (Jorah Mormont), Julian Glover (Grand Maester Pycelle), Richard E. Grant (Izembaro), Lena Headey (Cersei Lannister), Jessica Henwick (Nymeria Sand), Conleth Hill (Lord Varys), Kristofer Hivju (Tormund Giantsbane), Michiel Huisman (Daario Naharis), Dean S. Jagger (Smalljon Umber) e Finn Jones (Loras Tyrell).

vlcsnap-2016-04-11-13h13m45s512

Completando o elenco da série: Ellie Kendrick (Meera Reed), Rosabell Laurenti Sellers (Tyene Sand), Anton Lesser (Qyburn), Melanie Liburd (High Priestess Kinvara), Faye Marsay (Waif), Michael McElhatton (Roose Bolton), Tobias Menzies (Edmure Tully), Hannah Murray (Gilly), Kristian Nairn (Hodor), Joseph Naufahu (Khal Jhaqo), Brenock O’Connor (Olly), Deobia Oparei (Areo Hotah), Art Parkinson (Rickon Stark), Daniel Portman (Podrick Payne), Jonathan Pryce (High Sparrow), Iwan Rheon (Ramsay Bolton), Diana Rigg (Olenna Tyrell), Clive Russell (Brynden ‘Blackfish’ Tully), Toby Sebastian (Trystane Martell), Alexander Siddig (Doran Martell), Eugene Simon (Lancel Lannister), Samantha Spiro (Melessa Florent), Freddie Stroma (Dickon Tarly), Owen Teale (Alliser Thorne), Natalia Tena (Osha), Sophie Turner (Sansa Stark), Carice van Houten (Melisandre), Rupert Vansittart (Lord Yohn Royce), Indira Varma (Ellaria Sand), Max von Sydow (Three-Eyed Raven), Hannah Waddingham (Septa Unella), Gemma Whelan (Yara Greyjoy), Ian Whyte (Wun Wun), Maisie Williams (Arya Stark), Tom Wlaschiha (Jaqen H’ghar) e Isaac Hempstead Wright (Bran Stark).

Categorias
Consoles Games PC

Destiny 2 | Assista ao primeiro trailer do jogo

A Bungie finalmente lançou o primeiro trailer de Destiny 2, continuação do FPS de 2014, que mostra uma história e personagens totalmente novos.

Confira o trailer abaixo:

Dos desenvolvedores do aclamado jogo Destiny, chega a tão aguardada sequência. Um jogo de tiro que leva você a uma jornada épica pelo sistema solar.
A última cidade segura da humanidade caiu perante uma força invasora esmagadora, liderada por Ghaul, o imponente comandante da brutal Legião Vermelha. Ele tomou o poder dos Guardiões da cidade e forçou os sobreviventes a fugir. Você vai se aventurar em mundos misteriosos e inexplorados do sistema solar e descobrir um arsenal de armas e novas habilidades de combate devastadoras. Para derrotar a Legião Vermelha e enfrentar Ghaul, você precisa reunir os heróis da humanidade e, juntos, retomar nosso planeta.

Destiny 2 será lançado em 8 de Setembro para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

Categorias
Cinema

Batgirl | Joss Whedon em negociação para dirigir, roteirizar e produzir o filme

Segundo informações da Comic Book Resources e Variety, Joss Whedon poderia estar fazendo sua transição do Universo Cinematográfico da Marvel para o Universo Estendido da DC. O diretor de Vingadores está em negociação para escrever o roteiro, produzir e dirigir a aventura solo da Batgirl como parte do DCEU.

Toby Emmerich, presidente e chefe de conteúdo da Warner Bros. Pictures Group, está supervisionando o projeto com Jon Berg e Geoff Johns.

batgirl-header

Batgirl é uma das super-heroínas mais populares do mundo, mas nunca teve um filme próprio. A produção terá contará com a presença de outros personagem do mundo de Gotham.

Batgirl apareceu pela primeira vez em 1967 na DC Comics como Barbara Gordon, a filha do comissário de polícia da Cidade de Gotham, James Gordon, na história The Million Dollar Debut of Batgirl!, criada por Gardner Fox e Carmine Infantino.

Categorias
Cinema Tela Quente

Crítica | Ghost in the Shell: Vigilante do Amanhã

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell, talvez uma das transposições para live-action mais aguardadas dessa temporada de blockbusters, chega aos cinemas com a difícil missão de melhorar a imagem das adaptações orientais no ocidente, visto que nunca tivemos a experiência de presenciar obras derivadas de mangás e animes que fossem bem vistas aos olhos do público, principalmente aos fãs dos materiais originais.

Na animação de 1995, a mente e a alma de um ser original brilhante são extraídas, preservadas e realojadas em um novo corpo, elegantemente desenvolvido, tecnologicamente avançado, aprimorando suas habilidades originais com algum custo para sua identidade. Esta também é a premissa do mangá criado por Masamune Shirow em 1989, utilizado como conceito na animação, que sempre estará marcada como uma referência à Matrix, mas que também é uma descrição suficientemente adequada para a adaptação de 2017 dirigida por Rupert Sanders, fator que já provoca um ponto positivo para o live-action.

Esteticamente o filme faz jus aos seus antecessores animados, principalmente fazendo grandes referências ao longa dirigido por Mamoru Oshii (que até prestou consultoria) e também à série Stand Alone Complex, que trabalha muito em cima do conceito de quem é Motoko Kusanagi.

A questão visual é assustadoramente deslumbrante. Ver a cidade de New Port City, que parece mais uma Tóquio que bebeu de conceitos de Blade Runner, Akira e Cowboy Bebop (menos suja) traça paralelos palpáveis para admiradores de bons sci-fi. Há uma poluição visual espantosa, porém nas cenas que se passam a céu aberto durante o dia, como a memorável luta na poça d’água, você percebe o quanto a película é fiel à estética da obra original, apesar de exageros, principalmente as famosas câmeras lentas nas sequências de ação.

O roteiro sempre foi o ponto mais temido deste filme, pois no visual as produções hollywoodianas quase nunca decepcionam, e o que vemos na película são insights da complexidade da obra original. Fazer uma união de conceitos da animação de 1995 e também da série Stand Alone Complex sempre foi um dos temores deste longa, pois Ghost in the Shell é uma obra que ao mesmo tempo consegue ser algo empolgante e contemplativo. Nós seguimos a luta pessoal de Major com o questionamento sobre sua identidade ao mesmo tempo que desvendamos um mistério com a Seção 9.

De início, a narrativa é bastante desajeitada pois há muito diálogos e também uma necessidade de explicações de como funciona tal mundo corporativista, exposição feita principalmente para aqueles que nunca tiveram contato com as animações ou com o mangá, afinal este é um blockbuster e ele deve funcionar também para quem não conhece tais referências.  Apesar de seu começo torto, a adaptação do roteiro funciona, criando uma certa simetria na linha narrativa e desenvolvendo algo aceitável ao longo das quase duas horas restantes.

A maneira como vemos a perspectiva de Major (Scarlett Johansson) é feita de forma crescente, enquanto também move a história para a frente e colabora com a visibilidade da Seção 9 trabalhando como uma unidade, junto do competente Batou (Pilou Asbaek). O grande vilão da trama, Kuze (Michael Pitt), consegue entregar um personagem com certa desenvoltura e muita profundidade para o seu tempo de tela.

Entre os pontos fracos do longa, muitos estão na questão corporativa da trama, principalmente com relação ao CEO da Hanka, que soa como um personagem muito genérico. A atuação da Scarlett Johansson lembra muito uma junção de seus últimos trabalhos, como uma especie de Viúva Negra mesclada com Lucy, o que faz parecer como se ela estivesse num lugar comum.

Outro ponto que não cria uma identidade para o filme é a ausência da trilha sonora clássica que ficou marcada na animação. O filme consegue até fazer algumas referências às composições de Kenji Kawaii, mas é algo que infelizmente passa despercebido e a trilha como um todo não soa tão memorável.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell consegue ser um ponto fora da curva de algo que tem a capacidade de ser maior e mais profundo. Porém, dado o lugar comum em que os blockbusters de Hollywood sempre se repetem, vemos ao menos algum vislumbre de esperança no futuro para tal tipo de entretenimento, e se existe uma ideia para o desenvolvimento de continuações, é bem provável que o lado mais questionador e reflexivo da franquia ganhe ainda mais destaque. Não decepciona, porém poderia ser algo além.

Categorias
Consoles Games PC

Injustice 2 | Como é bom ser mau!

Ser um vilão nunca foi problema para os gamers, ainda mais quando se trata de um jogo de luta. Pensando nisso, a Warner Games divulgou um novo vídeo de Injustice 2, mostrando o quão bom é ser mau.

O trailer confirma a presença de Capitão Frio e Espentalho (que já tinha sido confirmado na versão mobile), além de mostrar o primeiro gameplay de Bane e novos ataques do Gorila Grodd.

Confira ao vídeo abaixo:

Em Injustice 2, o jogador terá a total liberdade para personalizar o modo de batalha de seu personagem, assim cada herói terá um estilo único.  Até o momento, foram confirmados mais de 20 personagens jogáveis! Para mais informações do game clique aqui.

Injustice 2 será lançado em 16 de Maio para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

A grandiosa saga épica de Jason Aaron com Thor

Desde que Jason Aaron assumiu os quadrinhos do Thor em 2012, o título do herói , que já contempla cinco séries (Thor: Deus do Trovão, Thor vol.4, Thors, A Poderosa Thor e O Indigno Thor), vem sendo um dos quadrinhos mais elogiados da Marvel, pela crítica e também pelos fãs. Os elogios são os mais variados e envolvem uma boa construção de personagens, boa história, boa arte (graças a Esad Ribic e Russell Dauterman, principalmente) e também ao nível de construção de uma saga épica, que será o foco deste texto.

Thor do Jason Aaron é uma das melhores sagas épicas dos quadrinhos de super-heróis nos últimos anos. Dito isto, entenda o motivo para tal afirmação.

Começando com uma pequena definição. O que é um ÉPICO?

Basicamente, o gênero épico contempla quatro dimensões que fazem algo ser considerado épico.

1ª Dimensão – Heróica

A dimensão heróica contempla a saga do herói, as aventuras do personagem principal. Porém, só isso não define uma história como épica.

2ª Dimensão – Bélica

Na dimensão bélica estão as batalhas, as grandes guerras. Se não houver grandes batalhas, não é épico.

3ª Dimensão – Histórica

Aqui, a história de um povo é contada. Porém, assim como as outras dimensões, sozinha não pode ser considerada épica, afinal, seria um relato histórico.

4ª Dimensão – Mítica

Por fim, temos a dimensão mítica, que é onde os Deuses mitológicos entram em cena. Não, necessariamente, são figuras mitológicas já existentes, afinal, existem escritores que criaram e criam seu próprio panteão de Deuses e criaturas míticas. Um bom exemplo é o universo da Terra Média criado por J.R.R. Tolkien, pois alguns dos seres míticos de Tolkien foram inspirados em figuras da Mitologia Nórdica, mas ainda sim são diferentes e criações de seu próprio mundo.

Em síntese, algo só se enquadra no gênero épico quando contempla essas quatro dimensões, sem uma delas é qualquer outra coisa, menos épico.

Exemplos clássicos de sagas épicas são a “Odisséia” de Homero e “Os Lusíadas” de Camões. Mas, um exemplo bastante popular é a saga do Naruto.

Fazendo uma analise bem simplista, Naruto é uma saga HEROICA do personagem com o mesmo nome da obra, com elementos BÉLICOS envolvendo grandes guerras ninjas e também a HISTÓRIA de um povo, no caso, os ninjas, cuja origem envolve a presença de figuras da MITOLOGIA japonesa.

Naruto_sennin
Naruto

Há ainda duas características importantes do gênero épico:

1ª Característica

O título da saga épica leva nome do herói. Em “Odisséia”, Ulysses é o herói e Odisseu é outro nome para Ulysses. Em “Os Lusíadas”, os Lusos, que são os portugueses, são os heróis da obra. Já em Naruto, é bem óbvio, Naruto é o herói.

2ª Característica

A narrativa do gênero épico começa do meio. Isso se chama In medias res (“no meio das coisas“). A história não começa no início, mas sim no meio da trama, em um momento crucial e, posteriormente, utiliza-se flashbacks, entre outros recursos narrativos, para narrar sobre o que veio antes. Esse recurso é utilizado para prender a atenção do leitor, criar curiosidade e suprimir o impacto de acontecimentos impactantes  que possam ser desagradáveis.

[É importante frisar que essas duas características não são exclusivas de épicos.]

WP (38)
Asgard

Depois de toda essa contextualização sobre o gênero épico fica mais fácil entender o porquê de eu afirmar que Thor do Jason Aaron é uma das melhores sagas épicas em histórias de quadrinhos de super-heróis dos últimos anos. O motivo é simples: A fase de Aaron com Thor contempla todas as dimensões do épico de uma forma bem construída e bem pensada para prender o leitor até o final com questões intrigantes, ótimas caracterizações e ótimas batalhas.

A dimensão mítica de Thor está escancarada, pois o protagonista além de ser o herói principal, também é uma figura da mitologia nórdica.

Existe uma forte presença do mítico envolvendo diversos Deuses em Carniceiro dos Deuses, que é o primeiro arco do Thor de Jason Aaron, que acontece  entre as edições 1-5 do título Thor: Deus do Trovão. É onde se estabelece tudo o que vem a seguir na mitologia do Deus do Trovão.  O vilão Gorr, assassino de Deuses, é apresentado nessa história e uma questão importante é plantada no imaginário dos leitores e no próprio Thor. E a questão é:

Os Deuses realmente são dignos das posições que ocupam perante seus adoradores?  

Essa questão é levantada por Gorr e é o alicerce de tudo o que vem a seguir até as histórias atuais, em que Thor é o nome carregado por uma mulher, a Dra. Jane Foster.

Por trás de uma questão filosófica, a dimensão bélica é desenvolvida com batalhas épicas envolvendo deuses, elfos,  gigantes, trolls, alienígenas, corporações malignas e a sombra de uma grande Guerra dos Reinos, e tudo isso com belos desenhos de encher os olhos.

WP (507)
Thor vs Malekith

A dimensão heróica que o escritor explora é a de Thor, mas não de um único Thor, e sim de diversas versões, incluindo um jovem Thor, ainda imaturo, um rei Thor, que já está mais cansado e amargo, e uma mulher Thor, que na verdade é uma humana que foi considerada digna do poder de Thor por seu altruísmo. A partir disso, o escritor traz outra questão para os leitores: O que é ser Thor?

E toda uma série de acontecimentos se desenvolve em cima dessa questão.

thors
Thors

Na dimensão histórica,  em um primeiro momento, temos as histórias dos asgardianos, mas que está conectada com o povo de Midgard. Há um desenvolvimento de dois povos; os deuses e os humanos, e o grande elo entre eles é Thor, tanto Odinson quanto Jane Foster. E,  não é por mera coincidência que, atualmente, Thor seja uma mulher humana com câncer. Além de abordar uma questão bastante atual sobre uma mulher assumir uma posição que até então era de um homem e trazer uma luta bastante mundana, que é a luta contra o câncer, um outro desenvolvimento é focado em mostrar a diferença entre uma humana que se tornou digna do poder de um Deus e um Deus que já nasceu Deus. E é algo que fica bem contrastante dentro da trama

WP (23)
Jane Foster

Para amenizar o impacto dos leitores em relação a alguns acontecimentos marcantes, como descobrir o porquê de vários deuses serem assassinados, o que tornou o Thor indigno de seu martelo, ou o surgimento de uma nova Thor, Jason Aaron recorre a estratégia narrativa do In medias res. Ou seja, os arcos sempre começam do meio de uma história, e isso e cria uma atmosfera de curiosidade que prende o leitor até o fim. Nesse espaço entre o começo e meio da história é onde os artifícios de caracterização se mostram importantes.

A  ideia de existir uma Thor mulher pode soar estranha e causar controvérsia em um primeiro momento. Alias, essa ideia foi extremamente repudiada quando foi anunciada. Mas, hoje, a Thor é uma das personagens mais queridas nos quadrinhos da Marvel. Nessa hora é que Aaron dá uma prova definitiva de que sabe utilizar o recurso do In media Res com maestria. Antes que o escritor revele quem é a nova Thor e o motivo de Jane Foster exercer esse papel, ele vai preparando o terreno com boas estratégias de apelo, como o fato da Thor ser uma mulher que luta contra o câncer e também luta pra salvar o mundo e, ao se transformar na Poderosa Thor, ela se desfaz de um pouco de sua vida. É uma atitude altruísta e que também é característica marcante de grandes heróis que não pensariam duas vezes em se sacrificar por seu povo, como Superman e Capitão América, o que faz com que o leitor simpatize facilmente com a heroína.

Ainda há outras questões que são pontuadas positivamente sobre a fase de Jason Aaron em Thor, mas por hora, já basta essa análise em relação à grandiosidade ÉPICA.

Categorias
Quadrinhos

Veja a prévia do encontro de Batgirl e Supergirl

Será publicado essa semana nos Estados Unidos a HQ Batgirl Annual #1 e Barbara Gordon vai encontrar pela primeira vez desde o começo da fase Renascimento da DC Comics a Supergirl. A editora divulgou algumas páginas:

 

Diz a sinopse: “Batgirl e Supergirl vão se unir para invadir o Asilo de Arkham! Barbara Gordon deve procurar a ajuda de Kara para resolver um mistério que as leva para o coração do manicômio mais insano que existe. Mas o que descobrem em Arkham vai levá-las para uma história maior. Muito maior!”

Batgirl Annual #1 tem roteiro de Hope Larson, escritora da série regular da Barbara, e desenhos da artista Inaki Mirada.

super grandes