A Múmia será uma parte do novo plano da Universal de criar um Universo Cinematográfico de Monstros. Tom Cruise e Sofia Boutella são os grandes destaques do novo teaser do filme. A produção é uma adaptação da película com Boris Karloff, de 1932, com direção de Karl Freund.
O grande universo está sendo desenvolvido por Kurtzman e Chris Morgan, com planos de reintroduzir diversos de seus monstros clássicos, eventualmente unindo todos, no estilo de Vingadores, para lutarem com algum grande mal, ou algo assustador, que ainda será revelado.
Confira o vídeo na galeria de reprodução abaixo.
AUniversal planeja lançar com remakes de filmes populares como A Múmia, O Monstro da Lagoa Negra e O Lobisomem, todos habitantes de um único mundo. Tom Cruise une-se à uma lista impressionantes de atores cotados para aparecerem nos próximos filmes de monstros da Universal.
Johnny Depp irá estrelar o reboot de O Homem Invisível, baseado no filme original de 1933. Scarlett Johansson recebeu oferta para protagonizar em O Monstro da Lagoa Negra e Angelina Jolie está cotada para interpretar A Noiva de Frankenstein. O filme Drácula: A História Nunca Contada, de 2014, da Universal, estrelado por Luke Evans, é também parte do Universo Cinematográfico de Monstros do estúdio.
A Múmia tem no seu elenco: Tom Cruise (Jack Reacher, Top Gun), Russell Crowe (The Nice Guys, Gladiador), Sofia Boutella (Kingsman: The Secret Service, Star Trek Beyond), Courtney B. Vance (The People Vs. O.J. Simpson), Annabelle Wallis (Annabelle, Peaky Blinders), Marwan Kenzari (Ben-Hur), e Jake Johnson (New Girl, Jurassic World).
Alex Kurtzman, o roteirista e produtor por trás de Star Trek Into Darkness e The Amazing Spider-Man 2, está à bordo do projeto para fazer sua estreia como diretor, adaptando o roteiro escrito por Jon Spaihts (Prometheus, Doutor Estranho). A Múmia estreia nos cinemas no dia 09 de junho de 2017.
“Intencionalmente ou não, eu tendo a me manter nas sombras. Sempre tentei. E também tomo muitas decisões ruins. Talvez essas duas coisas não estejam totalmente desconectadas uma da outra. Posso ver isso agora. Que a luz não é algo que eu deva temer. Não mesmo. Digo, eu não posso enxergar, mas pelo amor de Deus, eu não sou CEGO.” – Daredevil vol.4 #18
Essa citação é da última edição do Demolidor do Mark Waid, e é uma síntese perfeita da passagem de Waid pelo personagem.
Em 2011, a Marvel relançou o quadrinho do Demolidor com o roteiro de Mark Waid e a arte de Paolo Rivera e Marcos Martin. Posteriormente, conta com a participação de outros artistas, como Mike Allred, Javier Rodriguez e Chris Samnee. Foi uma aposta arriscada, afinal, Waid veio com a ideia de transformar a revista do Demolidor em algo diferente do que vinha sendo feito com o personagem desde que Frank Miller reformulou o diabo de Hell’s Kitchen. E essa transformação funcionou, e muito bem. O título ainda levou alguns prêmios no Eisner Awards, que é o equivalente ao Oscar dos quadrinhos.
Antes de entender o significado do Demolidor de Waid, irei contextualizar as influências de Miller para o personagem.
O sucesso do Demolidor de Frank Miller e Klaus Janson, a minissérie Demolidor – O Homem sem medo e o famoso arco A Queda de Murdock, foi responsável por criar uma atmosfera sombria e uma zona de conforto para se escrever histórias do personagem.
A Queda de Murdock
Quase todo o material dos quadrinhos do Demolidor pós-Miller seguem uma fórmula de ATMOSFERA SOMBRIA + TRAGÉDIA COM ALGUMA NAMORADA DO MATT + DEMOLIDOR DEPRESSIVO (Chamarei carinhosamente de Fórmula Demolidor).
As fases mais notáveis pós-Miller são: Ann Noccenti e John Romita Jr., Kevin Smith e Joe Quesada, Brian Michael Bendis e Alex Maleev, e Ed. Brubaker e Michael Lark.
Essa Fórmula Demolidor deu certo, e no caso de Bendis e Maleev, deu MUITO certo, afinal a dupla até foi premiada e a passagem deles pelo título do Demolidor durou alguns anos (2001-2006). Um problema em seguir fórmulas é que elas só funcionam até se tornarem desgastantes, previsíveis e repetitivas. Logo que a fase de Bendis encerrou, quem assumiu o roteiro foi Ed. Brubaker, que é um roteirista competente e popular por fazer um bom uso do noir. As histórias da fase do Brubaker com o Demolidor são boas e interessantes, porém, muito previsíveis devido a persistência da fórmula já citada.
Demolidor por Alex Maleev
Com a saída de Brubaker do título em 2009, foi a vez de Andy Diggle assumir o roteiro e, nessa altura, persistir na Fórmula Demolidor foi um erro, pois já estava saturada. Não que a passagem de Diggle seja ruim, só que não acrescenta grandes coisas para a mitologia do personagem. O acontecimento mais marcante da fase Diggle é a saga Terras das Sombras e, mesmo assim, é algo que divide a opinião dos fãs.
Terra das Sombras
“Tudo era trevas antes de surgir a LUZ.” – Credo Rosacruz
Devido ao desgaste da fórmula demolidor, algo precisava ser feito com o personagem, e então surgiu a Luz, Mark Waid, no caso.
Leitores mais assíduos de quadrinhos devem conhecer Mark Waid de trabalhos na DC Comics, sendo o mais popular O Reino do Amanhã, com a belíssima arte de Alex Ross.
Uma das características de Waid é trabalhar com o otimismo e a esperança em suas histórias, e é exatamente isso que ele fez em Demolidor.
O Matt Murdock de Waid ainda foi sobre um homem traumatizado com a perda do pai, o abandono da mãe, e a perda de seus muitos amores (Karen Page, Elektra, Heather Glenn, e Milla Donovan). A grande diferença está no fato de Matt estar disposto a superar sua depressão com um sorriso e uma atitude alegre que beira a estranheza. Esse novo Matt até se permite fazer piadas e referências à cultura POP.
As contribuições de Waid para o personagem vão além de deixar o Matt alegre. Ele resgatou a atmosfera dos anos 60-70 com elementos dos primeiros dias do Demolidor de Stan Lee, lutando contra vilões buchas sem grandes motivações, um tom leve nas histórias e tramas curtas.
Aliado ao tom leve das histórias, a arte fluida e expressiva de Paolo Rivera, MarcosMartin, Javier Rodriguez, Mike Allred e Chris Samnee é uma grande contribuição para a atmosfera do título.
Demolidor e alguns monstros que fizeram sucesso nos anos 70 na Marvel
Waid ainda nos apresenta Kirsten McDuffie e Ikari, que foram gratas surpresas nas histórias.
Kirsten é o novo o interesse amoroso de Matt, é bem humorada e é uma Mulher Sem Medo para um Homem Sem Medo. Ela sabe que Matt é o Demolidor e debocha disso, pois a identidade secreta dele já não era tão secreta como já foi um dia. E mesmo sabendo disso, Kirsten não tem medo de entrar em um relacionamento com um herói com um passado assombrado por mortes. E, ao contrário das outras namoradas do Demolidor, ela não tem um fim dramático, como as mortes de Elektra, Karen e Heather, ou a loucura de Milla.
Convenhamos, matar namoradas de super-heróis é um recurso extremamente datado. Isso funcionou muito bem quando Gwen Stacy morreu nos braços do Homem-Aranha, ou quando Elektra morreu nos braços de Matt. Foi chocante. Foi algo novo para época que foi lançado. Porém, isso se tornou uma fórmula batida para chocar o leitor.
Matt e Kirsten
Ikari é a versão reversa e com poderes melhorados do Demolidor que foi criado por Waid. As cenas de ação de Ikari contra o Demolidor com a arte de Chris Samnee são de encher os olhos e parar para admirar.
A principio, Ikari é só uma versão melhorada do Demolidor, mas também faz parte de uma trama maior, que é uma das características da série. Tem tramas curtas, mas no final elas se interligam.
Ikari vs Demolidor por Chris Samnee
Um dos fatores que chama a atenção de muitos leitores do Demolidor é certa liberdade criativa que os roteiristas têm para mexer no universo do personagem. Mark Waid usa e abusa dessa liberdade, pois ele alterou o passado de alguns personagens, revelou que Foggy Nelson estava com câncer, criou Ikari ligando à origem do Demolidor, revelou a identidade do Demolidor publicamente, fez Matt Murdock abandonar Nova York, e ainda mudou o traje do Demolidor para um terno vermelho. O mais notável de tudo isso é que Waid desenvolveu suas premissas respeitando o que foi feito por escritores anteriores.
Novo traje do Demolidor
No final de 2015, Mark Waid concluiu a sua passagem nos quadrinhos do Demolidor para dar lugar a Charles Soule, o atual roteirista do título. Soule já retornou com uma atmosfera sombria para o personagem, e já está conquistando seu espaço ao sol.
Apesar de já ter retornado ao clima sombrio das ruas de Nova York, a fase de Waid foi a iluminação que precisava para o Demolidor ser revitalizado nos quadrinhos. Afinal, não há nada a se temer na luz.
De acordo com o Deadline, o ator Sylvester Stallone deixou a franquia Os Mercenários e não irá mais participar do quarto filme.
Segundo fontes, o motivo foi por causa de uma falta de entendimento entre o ator e Avi Lerner, chefe da produtora Nu Image/Millennium, de quem seria o novo diretor e roteirista do vindouro quarto filme. O ator também estaria preocupado com a falta de qualidade nos efeitos visuais e com um possível fracasso do novo filme.
O Deadline também afirma que essa não é a primeira vez que Stallone e Avi Lerner se desentendem.
A Entertainment Weekly fez uma entrevista com o produtor de The Walking Dead, Greg Nicotero. Sobre o fim da temporada, que introduziu de vez Negan (Jeffrey Dean Morgan) e os Salvadores, o produtor promete muita angústia e emoção no último episódio intitulado “The First Day of the Rest of Your Life”.
Confira um trecho da entrevista;
“Digo que esse episódio será tudo. Tem pontos altos e baixos, luz e escuridão, de alfa a omega, um circo de emoção, angústia e graça. Espero que as pessoas sintam que tudo está chegando ao fim, como aquele surto de adrenalina que você sente quando o carrinho de montanha-russa chega de volta à plataforma.“
The Walking Dead finaliza sua temporada neste domingo (2). No Brasil, a série passa no canal fechado Fox às 22h30 e reprisa logo em seguida, às 23h30.
Não há previsão de estreia para a oitava temporada.
Paul Dini, o co-criador da Arlequina na animação do Batman dos anos 90, revisitará o romance da palhacinha do crime com o Coringa em Arlequina #17 , revista mensal da personagem que está sendo lançada no selo do DC Rebirth.
Descrição:
“Pecado Mortal – parte um!” – Harley Sinn foi libertada da prisão, e ela está procurando uma maneira totalmente nova de machucar Arlequina … indo atrás de alguém que ela amava perdidamente! E para tornar esta edição imperdível, uma nova história de fundo começa, se passando nos primeiros dias de Arlequina com o Coringa – e co-escrito por um dos criadores originais da personagem, Paul Dini! – “Harley ama coringa” começa com Arlequina fazendo o maior erro de sua carreira ascendente de criminosa … acidentalmente revelando a localização do esconderijo do Senhor C.
Confira a prévia da edição:
O lançamento de Arlequina #17 será dia 5 de Abril nos EUA.
Star Wars: Estrelas Perdidas é um dos livros que fazem parte do novo cânone da franquia Star Wars. A escritora é Claudia Gray, fã de carteirinha de Star Wars e um nome relativamente novo na indústria de livros Young Adult (Jovem Adulto).
Sinopse: Ciena Ree e Thane Kyrell se conheceram na infância e cresceram com o mesmo sonho: pilotar as naves do Império. Durante a adolescência, sua amizade aos poucos se transforma em algo mais, porém diferenças políticas afastam seus caminhos: Thane se junta à Aliança Rebelde e Ciena permanece leal ao imperador. Agora em lados opostos da guerra, será que eles vão conseguir ficar juntos?
Através dos pontos de vista de Ciena e Thane, você acompanhará os principais acontecimentos desde o surgimento da Rebelião até a queda do Império de um jeito absolutamente original e envolvente. O livro relata, ainda, eventos inéditos que se passam depois do episódio VI, O retorno de Jedi, e traz pistas sobre o episódio VII, O despertar da Força! – Skoob
Estrelas Perdidas foi uma grata surpresa que eu não esperava. Entre todos os livros do novo cânone de Star Wars, este era o que menos tinha vontade de ler, mas acabei comprando depois de assistir Star Wars: O Despertar da Força e precisar urgentemente de pistas desse novo universo que está sendo construído pela Disney. Um dos motivos para esse livro não ter me chamado atenção em um primeiro momento é devido à temática romântica e, por se tratar de um “Romance nas Galáxias”, tive certo receio vindo de um velho preconceito que ainda é muito propagado sobre histórias de ficção cientifica não se encaixarem com histórias românticas, mesmo que muitos escritores já tenham provado o contrário, é um preconceito que ainda é comum de se ver. Felizmente, hoje eu penso diferente, acredito que uma boa história é aquela que sabe dosar as duas coisas, pois amor com ficção científica é uma mistura perfeita para uma leitura intrigante que prende o leitor do começo ao fim. E é exatamente isso que Claudia Gray faz no livro.
A trama inteira gira em torno da relação de Ciena e Thane com seus conflitos de ideologias, desde a infância em que eram crianças inocentes e sonhadoras que acreditavam no Império Galáctico, até se tornarem adultos céticos que já não são tão leais aos ideais que tinham. Um detalhe importante de toda a trajetória dos dois personagens principais é que toda a narrativa se passa durante os acontecimentos da trilogia clássica, e isso é sempre referenciado, inclusive com aparições de personagens populares da franquia, como a Princesa Leia, e também com acontecimentos importantes, como a destruição da Estrela da Morte.
A aparência de Ciena e Thane foi inspirada na atriz Gugu Mbatha-Raw e no ator Sam Reid.
Outro ponto muito interessante da trama está no fato de não focar em mostrar que a Aliança Rebelde é o bem que deve ser seguido e o Império Galáctico é o mal que deve ser derrotado. Aqui o clássico “bem e mal” não existe. O foco está em mostrar as consequências que a guerra trouxe para Ciena e Thane, principalmente, e para todo o Universo. Quando se assiste Star Wars, alguém realmente pensa no fato de Luke ter explodido a Estrela da Morte com milhões de pessoas lá dentro? Pois é exatamente isso que acontece nos filmes. Todas as pessoas que seguem o império são realmente más? Não, nem todas. Essas são algumas das abordagens do livro que são essenciais para compreender o relacionamento dos protagonistas. Ah, e tudo isso com muita ação ao estilo Star Wars!
Estrelas Perdidas é uma ótima leitura para fãs antigos de Star Wars, para fãs novos e para quem não é fã também. É para adolescentes, e também é para adultos. Leia sem medo essa história de Romeu e Julieta nas galáxias!
Em abril, Ben Reilly, um dos personagens mais controversos da Marvel Comics retorna com uma nova revista mensal em sua alcunha de Aranha Escarlate.
O roteiro será do roteirista premiado Peter David, que também escreve Homem-Aranha 2099, e a arte será Mark Bagley, conhecido pelos fãs do Aranha por sua passagem em Ultimate Homem-Aranha.
Confira a prévia da primeira edição:
As questões que ficam sobre o retorno do Aranha Escarlate são:
Ele será vilão ou herói? Como ele retornou? Por que aparecem dois Aranhas Escarlate na primeira edição?
Aguardemos, pois tudo isso só será respondido em Ben Reilly: The Scarlet Spider.
A previsão de lançamento é para o final de Abril nos EUA.
Com o lançamento do primeiro trailer de Destiny 2, a Bungie aproveitou para anunciar as edições de colecionador do game, onde já estão disponíveis pré-venda.
Confira a galeria abaixo:
A edição de colecionador custará US$250, e virá com: o jogo em uma caixa SteelBook, uma bolsa inspirada no game, uma capa de proteção para notebook, acesso para duas expansões, um livro revelando os segredos do império Cabal, um carregador portátil, cartões postais, peões inspirados no império Cabal, uma espada (digital) , emote (digital) e emblema dos Cabis (digital), onde ambos também estarão disponíveis na edição digital.
Por último mas não menos importante, a edição limitada virá com todos os ítens acima, exceto o carregador, a bolsa e capa para o notebook e custará a bagatela de US$100.
Confira o trailer do jogo abaixo:
Destiny 2 será lançado em 8 de Setembro para Playstation 4, XBOX ONE e PC.
A DC Comics divulgou algumas capas das quatro edições onde desenrola a trama. Desenhos assinados pelos artistas Jason Fabok, Tim Sale, Howard Porter e Mikel Janin. As capas terão um tratamento lenticular que foi tendência nos anos 90. Confira na galeria abaixo:
“Os dois maiores detetives do Universo DC unem-se para desvendar o mistério por trás de um certo botão de smiley manchado de sangue preso na parede da Bat-Caverna. No entanto o que começa como uma simples investigação acaba se tornando mortal e perigosa quando desperta o interesse de um terceiro personagem. Este é um mistério tecido ao longo do tempo, e a contagem regressiva começa aqui” diz a sinopse da DC Comics.
The Button terá quatro partes, que serão divididas e publicadas entre abril e maio, nas edições #21 e #22 das HQ’s do Batman e do Flash.
O agente secreto mais famoso do mundo vai ganhar uma nova HQ produzida pela Dynamite Entertainment e escrita pelo roteirista Kieron Gillen. James Bond: Service começa a ser publicada em maio nos Estados Unidos.
A sinopse diz: “Bond vai enfrentar um assassino que pretende exterminar a “relação especial” entre a Grã Bretanha e os Estados Unidos. Seja usando de artimanhas políticas ou simplesmente apontando um rifle para pessoas na cidade de Enfield. A aventura vai levar os talentos mortais de Bond a seus limites a fim de derrotar o assassino e evitar o provável desastre geopolítico.”
Gillen é conhecido por trabalhos em Star Wars: Darth Vader Vol. 2, Wolverine Origens II e na elogiada The Wicked + The Divine. Que ganhou o prêmio de Melhor História em Quadrinhos Inglesa de 2014.