Categorias
Séries

Gotham! | Mulher-Maravilha ganhou empolgante sneak peek

No intervalo do episódio 3×16 de Gotham, hoje à noite, foi divulgado um novo vídeo promocional de Mulher-Maravilha, estrelado pela Princesa Diana (Gal Gadot), e dirigido por Patty Jenkins.

Em 2017, antes da Princesa Diana (Gal Gadot) aventurar-se no mundo dos homens, será mostrado sua vida anterior em Themyscira, a casa lendária das Amazonas. Lá, ela será treinada para se tornar uma guerreira por sua tia, a General Antíope (Robin Wright), e ensinada a como ser uma brava líder por sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen).

Confira os vídeos de Mulher-Maravilha abaixo.

O filme tem em seu elenco: Gal Gadot no papel da Princesa Diana/Mulher-Maravilha e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor e o avô de Trevor. Mulher-Maravilha conta também com: Robin Wright, Connie Nielsen, Doutzen Kroes, Danny Huston, David Thewlis, Ewen Bremner, Saïd Taghmaoui, Elena Anaya e Lucy Davis. Mulher-Maravilha está sendo dirigido por Patt Jenkins (Monster, AMC’s The Killing).

vlcsnap-2016-10-14-22h07m51s041

Mulher-Maravilha chega aos cinemas no dia 1 de junho de 2017.

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

Projeto Manhattan | O real e o imaginário de mãos dadas

Quando você começa a ler o Projeto Manhattan, pode não reparar, pode ignorar, ou simplesmente, pode não saber que está tendo uma aula de história, ou algo perto disso.

O escritor Jonathan Hickman deita o leitor em uma rede informações reais e nos embala para relaxarmos e curtirmos toda a “licença poética” que a obra apresenta. Com personagens que realmente existiram, sendo que alguns deles nunca se encontraram em vida, o autor molda a divisão do governo americano e apresenta histórias que vão desde combate ao Nazismo, Kamikazes do Japão Feudal, inteligências artificiais, portais de teletransportes, robôs soviéticos e extraterrestres. E incrivelmente tudo acaba fazendo muito sentido.

Antes de tudo, estimado e amigo leitor vigilante, você deve saber que o Projeto Manhattan realmente existiu. O intuito do governo do presidente Franklin D. Roosevelt era que a organização, que no começo se chamava Distrito Manhattan, construísse a primeira Bomba Atômica. E isso aconteceu. O ponto que Hickman brinca muito bem é que: e se a Bomba Atômica foi só uma fachada para uma coisa maior? Seguindo essa premissa, o caldo na panela começa a engrossar.

the_manhattan_projects_featured-800x491

Em uma incrível mistura entre realidade e imaginário, Hickman, nos apresenta os Torii (aqueles arcos/portões vermelhos típicos no Japão) que são portais mágicos que podem teletransportar pessoas ou até exércitos inteiros, para qualquer lugar do planeta ou fora dele. A fonte de poder dos portais é a força mental de monges budistas. A história se encontra logo após o final da Segunda Guerra Mundial, mas constantemente somos levados a flashbacks de antes ou durante o conflito para a melhor compreensão da narrativa em si. E essas “viagens” ocorrem muitas vezes na mesma página de forma ordenada e de fácil entendimento.

O primeiro número começa quando o físico Robert Oppenheimer, um dos inventores da Bomba H, é recrutado pelo General Leslie Groves (duas figuras que existiram de verdade) para ingressar no Projeto Manhattan. Logo de cara a mistura de ficção e realidade surge, pois sabemos de um irmão gêmeo de Oppenheimer que possui tendências comunistas e hábitos estranhos (não vamos falar para não soltar spoiler). Também temos na equipe Albert Einstein que é taxado como gênio-esquisitão-beberrão, o alemão Werner Von Braun, que na vida real teve um grave problema no braço esquerdo e na HQ tem o mesmo membro mecanizado, Harry Daghlian que morreu depois de sofrer uma irradiação tornou-se uma espécie de “poeira nuclear”, Richard Feynman, Enrico Fermi, entre outros. Todos com suas peculiaridades que tiveram na vida real, e que se transformaram em características criadas pelo escritor. Um grande exemplo é a solução incrível pós-morte que ele dá para o presidente Roosevelt.

O jogo de cores brinca representando passado/presente, real/imaginário ou simplesmente comunismo/capitalismo.

A narrativa de Hickman não esconde muito os spoilers, e sempre entrega seja logo de cara ou na mesma edição alguma revelação estrondosa. O que poderia tirar atenção do leitor por já ter sido entregue de bandeja, acaba atiçando a curiosidade para continuar a leitura. E essa visão meio “malucada” é materializada com os desenhos de Nick Pitarra, que antes do Projeto Manhattan, era um artista desconhecido do grande público, mas que já tinha trabalhado com Hickman antes. A arte de Pitarra meio cartunesca, meio crua, impressiona e faz um casamento perfeito com o que a história propõe. Os devaneios de alguns personagens, como as cenas de violência (que não são poucas) e as cenas de ação (que também não são poucas) lembram em alguns momentos os traços, em devidas proporções, de Simon Bisley.

Pode esperar muita violência e sangue nas edições

Contudo, o roteiro é o ponto forte de Projeto Manhattan. Jonathan Hickman passa a sensação de que apesar de vários eventos acontecendo, há alguma coisa misteriosa ao fundo, um perigo maior para ser combatido. Algumas pontas às vezes são deixadas soltas em diversos momentos das HQ’s, mas que no futuro elas reaparecem e causam um grande estrago, ou simplesmente acabam se tornando um caminho para outra história. Por manter um mistério e envolver seus personagens tão magistralmente, o leitor fica grudado querendo saber qual o rumo vai tomar. E ao saber que aquelas pessoas realmente existiram, algumas pessoas (como eu por exemplo) acabam pesquisando pelas figuras históricas.

A obra é leitura obrigatória para quem curte quadrinhos e gosta de uma boa produção. O roteiro de Jonathan Hickman envolve, os desenhos de Nick Pitarra são bastante funcionais na história e as cores de Jordie Bellaire são a cereja do bolo. Projeto Manhattan é publicado nos EUA pela Image Comics, e aqui no Brasil é distribuído pela Devir, que lançou o quarto volume recentemente.

Dentro da proposta da HQ, o título original The Manhattan Projects (Os Projetos Manhattan) faz mais sentido devido as diversas equipes trabalhando ao mesmo tempo em diferentes projetos. Aqui no Brasil, a série foi traduzida como Projeto Manhattan.

m5

No site da editora você encontra todos os volumes pelo preço de R$ 49,00, no formato 17 x 26 cm, com 152 páginas coloridas em papel couchê em um acabamento em brochura e laminação brilhante. Você também pode adquirir as edições clicando no banner da Amazon logo abaixo.

ama

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

A Ascensão de Mulheres Complexas na Image Comics

Antes de tudo. Aqui, adotarei o termo “complexo” como sendo uma abordagem com diversas facetas de um mesmo personagem, como não existir bem e mal, mas sim algo mais complexo que isso. Um personagem complexo é aquele que está acima da moralidade convencional e foge dos esteriótipos mais comuns. Talvez isso fique mais claro no final do texto. Então, vamos lá!

Mulheres, assim como qualquer ser humano, sempre foram muito complexas e multidimensionais. Porém, nas histórias em quadrinhos, isso nem sempre foi verdade.

Nos últimos anos, a abordagem de personagens femininas vem mudando bastante e se tornando notável pelo crescimento de materiais com mulheres complexas, não só nos quadrinhos, mas em todas as mídias. Nunca antes se discutiu tanto sobre as mulheres e seus papéis na sociedade. É uma das pautas recorrentes do mundo atual.

Nos quadrinhos, cada vez mais personagens femininas vêm ganhando novas facetas e abordagens. Todas as editoras estão em um processo de trazer mais complexidade para as mulheres. Porém, o foco aqui é falar do papel da Image Comics nessa empreitada.

Morrigan. Personagem de "The  Wicked + The Divine".
Morrigan. Personagem de “The Wicked + The Divine”.

A Image Comics vem crescendo exponencialmente e se tornando uma editora desejada por roteiristas e desenhistas que querem ter mais autonomia em seus trabalhos. Hoje, a editora conta com os maiores nomes da indústria atual de quadrinhos e também com escritores e desenhistas em ascensão, tais como: Brian K. Vaugh, Ed Brubaker, Rick Remender, Kelly Sue Deconnick, Emma Rios, Jeff Lemire, Fiona Staples, Mark Millar, Jonathan Hickman, Brian Azzarello, Jason Aaron, Amy Reeder, Bryan Wood, Cliff Chiang, Marjorie Liu, Kieron Gillen, Jamie McKelvie, Matt Fraction, Chip Zdarsky, entre outros.

Duas das coisas mais elogiadas na Image atual são a importância e o desenvolvimento das personagens femininas nas histórias. Além disso, ainda há um número considerável de mulheres nas equipes criativas dos títulos da editora.  Em 2014, 2015 e 2016, a Image foi responsável por trazer mais mulheres para as indicações de prêmios de quadrinhos.

Em relação às personagens femininas da Image, há uma variedade enorme para os variados gostos, por isso citarei só algumas.

Alana

Alana e Marko. Protagonistas de "Saga".
Alana e Marko. Protagonistas de “Saga”.

Alana é uma das protagonistas de Saga de Brian K. Vaughan e Fiona Staples. Ela é uma mãe extremamente bad ass que é capaz de tudo para proteger sua família. Sua batalha diária, apesar de envolver elementos de fantasia e ficção científica, parece muito com a de uma mãe real.

Laura Wilson

Laura Wilson. Protagonista de "The Wicked + The Divine".
Laura Wilson. Protagonista de “The Wicked + The Divine”.

Laura é a protagonista de The The Wicked + The Divine de Kieron Gillen e Jamie McKelvie. De início, ela parece ser uma personagem problemática sem grande importância. Porém, no decorrer da trama se torna uma personagem complexa e intrigante que é capaz de despertar reações de ódio e admiração com suas atitudes.

Maika Halfwolf

Maika Halfwolf. Protagonista de "Monstress".
Maika Halfwolf. Protagonista de “Monstress”.

Maika é a protagonista de Monstress de Marjorie Liu e Sana Takeda. Ela é apenas uma sobrevivente de uma guerra de raças que trouxe consequências trágicas a seu povo. No meio do caos, Maika busca respostas sobre seu passado e sobre o monstro sinistro que se hospeda em seu corpo. (Confira a resenha do primeiro arco de Monstress aqui)

alana-laura-maika
Alana, Laura e Maika

O que essas três personagens têm em comum? Todas são multidimensionais e complexas. Elas fogem dos esteriótipos comuns, não representam o mal ou o bem e, muitas vezes, tomam atitudes questionáveis para sobreviver. Alana precisa sobreviver e proteger sua família em um mundo que rejeita seu amor com um homem de outra espécie. Laura está com os dias contados devido a uma regra que permite que ela só viva durante um período curto de tempo, então ela decide se rebelar.  Maika tenta sobreviver as consequências de uma guerra que ela não pediu, mas a afetou de diversas formas e, uma particularmente sinistra envolvendo um monstro. São três  mulheres com facetas complexas.

rat queens
Rat Queens

Há ainda outras personagens complexas na Image, mas de um jeito diferente,  como as Rat Queens, que não tem pudor algum, falam o que querem e agem como querem, ou a Lottie Person de Snotgirl (Garota Catarro), uma blogueira de moda que tem tudo para ser um clichê fútil de celebridade da internet, mas há mais sobre Lottie, muito mais, inclusive uma alergia que a transforma em uma catarrenta.

Saga, Monstress, Paper Girls, The Wicked + The Divine, Tokyo Ghost, Velvet, Bitch Planet, Snotgirl, Rat Queens, Motor Crush, Sex Criminals, Rocket Girl, Southern Bastards, Pretty Deadly, entre outros, são títulos da Image Comics com uma enorme variedade de personagens femininas multidimensionais em que o poder feminino é um grande destaque.

girls

A DC Comics e a Marvel Comics, as duas maiores editoras de quadrinhos, trazem mulheres que são SUPER; heroínas, vilãs e anti-heroínas, e todas com as mais variadas abordagens. Já a Image Comics traz mulheres que são só mulheres, e muitas delas são retratos de mulheres da vida real. Há ainda outras editoras que trazem abordagens diferentes de personagens femininas. Há espaço para todas. O leitor lê o que mais lhe agrada, porque uma coisa é fato: Nunca antes houve uma grande diversidade de mulheres em histórias de quadrinhos como hoje.

Os volumes 1, 2, 3, 4 de Saga de Brian K. Vaughan e Fiona Staples estão disponíveis com desconto na Amazon. Aproveite!

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

A Barbarella de Jean-Claude Forest

Icônica personagem criada em 1962 pelo ilustrador Jean-Claude Forest, Barbarella marcou o início de uma nova era para os quadrinhos com relação a imagem da mulher. A aventureira espacial do século XL possui uma interessante história de criação e término, que tornou a heroína um verdadeiro cult das HQs, traduzida para mais de doze idiomas ao redor do mundo e vítima de censura em diversos momentos.

A década de 50 foi um período marcado pelo extremo conservadorismo dos quadrinhos, não somente no mercado americano como no mundo todo. A imagem da mulher nesta mídia até então era tida como um único plano de personagens rasas e com pouca utilidade além de servirem como coadjuvantes para os grandes personagens masculinos, enquanto assuntos como sexualidade e independência eram inconcebíveis em uma época de censura, syndicates e outros tipos de aventuras em vigor, uma crescente de tendências que vinham desde os anos 30. Mesmo as mais famosas séries europeias de quadrinhos, como o Tintim de Hergé, possuíam poucas mulheres em seu rol de personagens. E a “revolução” teve início na França em 1962, quando a chocante Barbarella surgiu nas páginas da V-Magazine.

Capa de uma edição da V-Magazine, revista onde Barbarella surgiu em 1962.

Publicada no formato de tiras, Barbarella era uma somatória de elementos de sucesso: James Bond, Buck Rogers, Flash Gordon, Mandrake e Jungle Jim são possivelmente as maiores inspirações, sendo as diferenças óbvias o sexo da protagonista e como sua liberdade é abordada no ano 40.000 DC. Desenhada com o lápis anatomicamente correto de Forest, a primeira aventura da personagem causa impacto por logo em suas primeiras páginas exibir não somente mulheres com belas curvas bem definidas, como também seios a mostra e posições no mínimo pornográficas para o período em vigor. Como diz o jornalista Gonçalo Jr., Barbarella foi “aclamada como ‘vamp moderna’ e ‘ninfomaníaca espacial’ pelos críticos mais conservadores“. Suas explorações vão desde descobertas de novos mundos até encontros com bizarras criaturas, sempre apostando no extremo escapismo que não se leva a sério.

Com este espírito trash porém extremamente criativo no quesito visual, as histórias da sensual heroína loira dos lábios carnudos são absurdas até para a época, criando um charme incontestável. Utilizando seu corpo da maneira que bem entende para obter o que deseja, Barbarella estava sempre no comando quando metida em alguma enrascada, algo verdadeiramente raro nas publicações deste momento que motivou os artistas a expandirem seus horizontes e criarem trabalhos voltados para os adultos, e não somente aos jovens e adolescentes que consumiam os comics. As tiras da aventureira, que possuíam um senso de cronologia, agradavam os leitores mais maduros de diferentes formas, com o motivo central sendo a semelhança com a atriz Brigitte Bardot (1934 – ), sex symbol dos anos 50 e 60. E por “motivo central” você imagina o que bem entender…

Barbarella e Brigitte Bardot.
Barbarella e Brigitte Bardot.

Voltando um pouco no tempo, falemos sobre Jean-Claude Forest, o “pai” de Barbarella. Forest nasceu em 1930, em Paris, e se formou em 1950 pela Escola de Desenho de Paris, trabalhando como ilustrador em veículos variados tais quais revistas e jornais como o France Soir. Barbarella nasceu após o editor George Gallet, da coleção de ficção-científica Le Rayon Fantastique, requisitar que Forest criasse uma espécie de Tarzan ou Tarzella. A ideia não lhe agradou e ele utilizou o conceito para criar sua heroína que alcançou a fama mundial e tornou-se um bestseller após o editor Eric Losfeld, especialista em fantasia e literatura erótica, proporcionar a chance de compilar as histórias em um livro, lançado em 1964. Este primeiro álbum vendeu mais de 200 mil cópias, mesmo com a censura da época impedindo que ele fosse divulgado com publicidade.

Sua arte característica foi o estopim para uma verdadeira revolução sexual, dando origem a personagens como Valentina de Guido Crepax e Vampirella de Forrest J. Ackerman, ambas publicadas no Brasil. Jean-Claude faleceu em 1998, tendo sofrido de uma asma severa por muitos anos.

Os belos quadros de Forest somados a sua criatividade criaram um clássico dos quadrinhos.
A bela arte de Forest somada a sua criatividade deram origem a um clássico revolucionário dos quadrinhos.

Mas a revolução de Barbarella não está limitada aos seus influentes quadrinhos, onde ela busca novas experiências como boa viajante que é. Mesmo tendo sido censurada na França em 1966, a exploradora já descobrira outros países do nosso mundo real, tendo encantado diversos cantos do globo. Em 1968 o produtor Dino De Laurentiis foi um dos atingidos pelo charme da personagem (graças a uma de suas agentes que gostava do álbum), tendo produzido um live-action dirigido por Roger Vadim, tendo Forest como consultor criativo e a estonteante Jane Foda no papel principal. Dizem, inclusive, que ao entrar em contato com o primeiro álbum da Barbarella Fonda o jogou no lixo dizendo que “aquilo não era pra ela.”

O filme, marcado pela clássica sequência de strip tease em gravidade zero, tornou Barbarella um verdadeiro hit mundial que vai além de sua mídia original. Apesar de algumas diferenças, o teor e o lado conceitual do longa são fiéis à série de quadrinhos (até mesmo no aspecto trash), contendo passagens e personagens retirados diretamente de suas tiras e fielmente transpostos, como o anjo Pygar e a doença lepra escavadora. Como curiosidade, o vilão do longa, Durand Durand, inspirou o nome da banda new wave criada nos anos 80, Duran Duran.

Jane Fonda dá vida à personagem em um filme fiel em diversos aspectos.
Jane Fonda dá vida à personagem em um longa fiel em diversos aspectos.

No Brasil, já com a estreia do filme, o primeiro (e até pouco tempo, único) álbum da personagem foi publicado em 1969 pela Linográfica Editora. Com tradução de Jô Soares, o livro continha em sua capa o cartaz do filme e por muitos anos foi disputado a unhas e dentes pelos colecionadores. O álbum nacional possuía tons de amarelo, laranja e até mesmo verde. A republicação da série em terras tupiniquins se deu em 2015, quando a Jupati Books, selo da Marsupial Editora, republicou o primeiro de dois volumes lançados na França pela Les Humanoïdes Associés contendo a obra integral com a colorização azul no preto e branco. A nova edição, traduzida por Pedro Bouça, contém um belo texto de introdução escrito pelo já citado expert Gonçalo Jr.

Motivado pelo sucesso da primeira publicação de Barbarella, Forest criou uma série de sequências, focando inclusive no lado da ficção-científica acima da sexualização característica de suas primeiras histórias. A reputação do artista ficou manchada por algum tempo e a recepção dos álbuns subsequentes não foi das melhores. Nos anos seguintes o autor criou novas séries e personagens, como Hypocrite. A última aventura de sua obra-prima, Le Miroir aux tempêtes, foi publicada em 1982 contendo a arte de Daniel Billon, visto que Forest nesta época achava que “desenhar as histórias era muito mais chato que escrevê-las.“

Quadro do álbum "Barbarella - Volume 1" publicado no Brasil pela Jupati Books.
Quadro do álbum “Barbarella – Volume 1” publicado no Brasil pela Jupati Books.

Há um associação entre o fim das histórias da personagem com a epidemia de AIDS nos anos 80, onde a preocupação das pessoas com relação ao sexo aumentou exacerbadamente. Com a data de publicação de seu último volume (1982) coincidindo com este período, Barbarella suspendeu suas viagens espaciais até a série ser cancelada oficialmente com a morte de seu autor em 1998, deixando pra trás um legado que permanece vivo na cultura pop até os dias de hoje.

Ficou interessado em conhecer a personagem? Como já foi dito acima, o primeiro volume (de dois) retornou às livrarias brasileiras pela Jupati Books com o nome Barbarella – Volume 1, contendo 72 páginas encadernadas em capa cartão, formato 27 x 20 cm e preço sugerido R$ 42,00. O segundo volume deve ser lançado ainda em 2017, fechando uma coleção dessa heroína imortalizada no inconsciente popular.

Categorias
Séries

House of Cards | Quinta temporada ganha trailer oficial

O retorno de House of Cards figura como uma das séries mais esperadas neste mês e para manter ainda mais a ansiedade para a nova temporada, a Netflix liberou o mais novo trailer de sua produção original.

Com as apostas mais altas do que nunca, Frank e Claire trabalham juntos para consolidar o poder deles e ganhar a Casa Branca de todas as maneiras possíveis.

Os novos episódios de House of Cards serão lançados em 30 de maio.

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

Monstress | Despertar

Todos possuem um monstro interior esperando a hora certa para despertar. Nas mãos de Marjorie Liu e Sana Takeda esse monstro existe no sentido literal e lembra muito um kaiju.

Monstress é um dos títulos regulares da Image Comics de maior sucesso. Foi indicado ao Eisner Awards 2016 na categoria de Melhor Série Estreante. Recentemente, foi indicado ao Hugo Awards 2017 na categoria Melhor História em Quadrinhos. O roteiro é de Marjorie Liu (X-23 e Viúva Negra: O Nome da Rosa) e a arte é de Sana Takeda (X-23 e Miss Marvel). O primeiro arco chama Awakening (Despertar) e compila as edições #1-6 do título.

Sinopse:

“Em uma Ásia fictícia e mística entre o final do século XIX e início do século XX, uma guerra civil devastou duas raças de seres que viviam em harmonia. Agora, o povo dos Arcânicos é escravizado pelos humanos e usado com extrema crueldade pela ordem das Cumea, que pretendem obter poderes mágicos através do lilium, substância extraída dos arcânicos. Neste enorme contexto – envolvendo sequelas de guerra, política, magia e escravidão – conhecemos Maika, uma jovem que sofreu perdas irreparáveis e foi transformada durante o conflito raças, e agora busca reparação usando métodos extremos.“

Monstress #5
Monstress #5

Antes de falar sobre a história é preciso conceituar o universo construído por Liu e Takeda.

Em Monstress, toda uma mitologia é criada usando elementos de fantasia e cultura japonesa. Neste mundo existem cinco raças: Gatos, Humanos, Antigos, Arcânicos e Deuses Antigos.

Os Gatos, a raça mais antiga, descendem de Ubasti, a primeira gata.

Os Humanos, que se arrastaram do mar e povoaram a terra. A magia é negada a eles, mas algumas mulheres nascem com um poder que imita o Arcano. As Cumea roubam essas crianças para sua ordem e também massacram arcânicos pelos seus poderes.

Os Antigos, imortais cuja origem é um mistério e não se sabe se descendem das feras ou se as feras descendem deles.

Os Arcânicos, híbridos de humanos e antigos. Poucos se parecem com humanos.

Os Deuses Antigos. Não se sabe muito a respeito desses seres, a não ser que são criaturas destrutivas com poderes imensos. Os poetas acreditam que um dia eles ameaçaram toda a existência, mas foram banidos do mundo, com exceção de um deles, o mais terrível. Um dia ele despertará…

Essa conceituação básica também é feita aos poucos no final de cada edição para que o leitor se ambiente nesse universo.

Design dos personagens de Monstress
Design dos personagens de Monstress

Awakening (Despertar) serve como uma introdução de todo o universo construído por Marjorie Liu e Sana Takeda. Liu nos apresenta muitos personagens e conceitos próprios desse mundo e Takeda dá identidade visual aos ambientes e personagens.

Como uma típica fantasia épica (Já explorei as dimensões de histórias épicas aqui), a narrativa começa no meio de uma trama maior. Uma série de eventos começa a se desenrolar envolvendo a misteriosa Maika Halfwolf. Além disso, há ainda a sombra de uma guerra passada entre arcânicos e humanos.

Maika é da raça dos arcânicos e faz parte da minoria de seu povo que possui aparência humana. A jovem possui um passado sombrio e vive um presente pior ainda, que envolve um monstro sinistro que vive dentro de si.

Maika Halwolf
Maika Halwolf

Algo bastante notável na trama é o protagonismo de personagens femininas. Elas são líderes, soldados, escravas, cientistas e até divindades. Mal há personagens masculinos na história e os poucos que existem tem papéis menores dentro da trama. Os homens existem e possuem seus papéis na história, mas o protagonismo é das mulheres. O mais interessante de tudo, e grande mérito da roteirista, é que isso soa de forma natural nesse universo.

Talvez um ponto negativo para alguns seja a grande quantidade de informações. Há muitas informações sobre a conceituação do mundo, e isso não é feito de uma vez. A escritora preferiu explicar seu mundo aos poucos. A história começa com uma série de acontecimentos que o leitor só virá a entender algumas coisas quando o arco estiver próximo ao fim. Portanto, é um pouco difícil acompanhar a trama e uma releitura pode ser necessária.

Monstress #5
Monstress #5

Em relação à arte de Sana Takeda, é possível resumir em: tudo é muito belo. O lápis, as cores, os painéis, a construção do mundo, o design dos personagens e as expressões faciais com influência dos mangas. Tudo é belo. Quando digo que tudo é belo, é tudo mesmo. Takeda transforma toda a conceituação de Marjorie Liu em algo bonito de se ver. A trama pesada e densa de Liu é muito bem retratada pela desenhista. Talvez os melhores momentos da arte sejam as aparições sinistras do monstro de Maika, que são cair o queixo parar para ficar observando.

Monstress #3
Monstress #3

Monstress é o resultado de quando duas pessoas talentosas se unem para criar um universo grandioso, bonito, representativo, misterioso e empolgante de se acompanhar.

Categorias
Quadrinhos

The Button | Roteiristas discutem sobre a HQ

Há quase um ano, a fase da DC conhecida como Rebirth começou e muitas dúvidas já foram ou estão prestes a serem respondidas nas páginas dos quadrinhos das Lendas. The Button, crossover entre a revista do Flash e do Batman, promete resolver o mistério sobre o botom do Comediante. Os roteiristas Tom King e Joshua Williamson discutiram um pouco sobre o trabalho no quadrinho. 

“Trabalhar com Howard Porter na edição 21 e 22 de Flash foi um sonho. Ele é um gênio, é incrível trabalhar com ele. Com Jason Fabok em Batman 22, também. Esse evento toca de tantas formas o Universo DC.” – Disse Williamson.

Flash #21 Capa de Howard Porter
Flash #21 Capa de Howard Porter

“Quando nós trabalhamos nos detalhes da história, ficou claro para mim que Joshua poderia escrever Batman 22 melhor do que eu. Minha responsabilidade é entregar a melhor edição do Batman possível para os fãs, e nesse caso, tive que dar um passo atrás e deixá-lo assumir o comando. Lendo agora, fica claro que eu fiz a escolha certa. Eu amo essa edição e eu amo esse evento. Eu mal posso esperar para que todos leiam.” – Disse King.

“Tom e eu temos trabalhado em The Button por meses, quando ele precisava de foco para escrever os próximos arcos do Batman  foi muito fácil para mim assumir e ajudá-lo a finalizar o roteiro. Tom e eu conversamos com os editores da DC sobre o que podíamos revelar em Batman 22 e estamos muito felizes com a história que fizemos. Os próximos capítulos serão uma viagem louca.” – Disse Williamson.

O Rebirth está chegando às bancas de todo o Brasil, sendo publicado pela editora Panini. Para mais novidades, fique ligado aqui na Torre de Vigilância.

 

 

Categorias
Detective Comics Quadrinhos

Cowabunga | A trajetória das Tartarugas Ninja nos quadrinhos [ATUALIZADO]

Então, um produto químico caiu no esgoto de Nova York e atingiu quatro tartarugas e um rato… bem, a história você já conhece e não é de hoje. Seja pelo cômico desenho, pelos filmes e os games ancestrais dos anos 90 ou pelo (intragável) seriado, ou pela atual série animada da Nickelodeon, ou até pelos filmes estrelados pela Megan Fox com os mutantes super bombados, as Tartarugas Ninja já estão com mais de 30 anos em seus cascos com idas e vindas, alguns sucessos e algumas derrapadas em diversas mídias. Mas apenas uma mídia se mantém desde a criação dos personagens sendo sempre produzida, apesar dos altos e baixos: os quadrinhos.

Kevin Eastman e Peter Laird.

Criadas por Kevin Eastman e Peter Laird em 1984, elas surgiram nas páginas da Mirage Comics, editora independente criada pela dupla. As Tartarugas eram uma paródia das obras Demolidor e Ronin de Frank Miller e dos Novos Mutantes da Marvel Comics. Com um tom bem mais sério e sombrio, a publicação original era em preto e branco, e as tartarugas eram bem badass. Havia o ar engraçado que é característico das personagens, mas eles brigavam e machucavam pra valer os bandidos em Nova York. April O’Neil estreou na segunda edição e era uma programadora de informática. Nessa fase conhecemos o Destruidor e o seu Clã do Pé e grande parte do universo das tartarugas. A Mirage Comics publicou a série entre 1984 e 1993. A série bateu em vendas na época grandes títulos da Marvel e da DC Comics, e entrou para a história como a revista independente de maior sucesso até então. Sendo superada anos depois por Spawn.


Com o sucesso dos personagens, logo veio o famoso desenho animado dos anos 90. Acompanhada a ele veio a série infanto-juvenil que era publicada pela Archie Comics, que também produziu tirinhas de jornal, mangás e um encontro com a turma do Archie. Era focado no desenho que catapultou as Tartarugas Ninja para o grande público, principalmente o infantil. Pela Archie Comics as publicações começaram em 1989 e terminaram em 1995. A série principal teve 72 edições nesse período. A Editora Xangri-Lá publicou seis edições dessa fase aqui no Brasil entre os anos de 1989 e 1990.

qqq


Em 1996 a Image Comics estava se estabelecendo no mercado dos quadrinhos e foi uma grata surpresa para todos quando foi anunciado que seria a nova casa das Tartarugas Ninja. A equipe criativa era composta por Gary Carlson no roteiro, desenhos de Frank Fosco e a produção de Erik Larsen, criador do Savage Dragon, personagem que os quelônios já encontraram algumas vezes. Contudo, a fase publicada pela Image não foi considerada cânone. Peter Laird, co-criador, não foi envolvido e nem teria aprovado nada que foi publicado, enquanto Kevin Eastman teria participado das artes de algumas edições.

RCO001_1464171813

Foram apenas 25 edições publicadas que mostram um ritmo mais rápido, ação intensa, traços que foram característicos na década de 90 e mudanças polêmicas nas tartarugas. Leonardo perdeu uma mão, Raphael teve seu rosto marcado, Splinter se tornou um morcego e Donatello, um cirbogue. Lá pelas tantas (não reclame de spoilers em uma publicação de vinte anos atrás) Raphael assumiu o manto do Destruidor e a liderança do Clã do Pé. O período de publicação pela Image rendeu alguns crossovers com o já citado Savage Dragon, Gen 13 e a participação do especial Mars Attacks Image #1. As Tartarugas Ninja foram produzidas pela editora entre 1996 e 1999.

Raphael como Destruidor.

Em 2003 começou a ser exibido um novo desenho que durou até 2009 produzido pela Mirage Studios e pelo Canal Fox. No Brasil ele foi exibido pela Rede Globo e pelo canal pago Fox Kids/Jetix. A editora Dreamwave produziu as HQ’s baseadas nessa nova série, onde as quatro primeiras edições eram os episódios da TV contados pelo ponto de vista dos personagens secundários. Infelizmente, as HQ’s não tiveram o retorno esperado e foram canceladas após o Nº 7.

TMNT-Vol-I-01_1st-print_Ltd-Ed-June-2003


Em 2011, a nova toca das tartarugas passou a ser IDW Publishing, onde estão até hoje. A nova série mensal é uma mistura dos quadrinhos originais da Mirage com os desenhos de 1987 e 2003. A IDW começou a recolocar os personagens no circuito dos quadrinhos com one-shots estrelados por cada uma das tartarugas separadamente. O primeiro foi do Raphael. A mistura de saudosismo e renovação agradou e logo depois foram lançadas edições no mesmo formato com o Splinter, Casey Jones, April O’Neil e o Fugitoid. Daqui vieram histórias muito elogiadas pela critica e pelos fãs, como A História Secreta do Clã do Pé, Império Utrom, a fofinha Tartarugas Ninja – Casey e April, a saga Ataque ao Technodrome (onde acontece a queda do Donatello), Mutanimais e mais recentemente foi incluída Jennika, a mais nova Tartaruga. Uma grata surpresa que foi bem aceita pelos fãs (tirando aqueles nerds chatonildos do “mataram minha infância). Saiba mais sobre a origem da Jennika AQUI. A Panini chegou publicar os one-shots aqui no Brasil, seguindo com uma parte da revista mensal, cancelada poucas edições após o início.

TMNT_gen_website_category_banner

Nota curta: A IDW publicou uma história um tanto quanto curiosa. Teenage Mutant Ninja Turtles: Deviations é uma espécie de “O Que Aconteceria se…” que foi muito popular no passado na Marvel Comics e mostrava uma realidade alternativa. Nessa edição nós vemos que quem treinou as Tartarugas foi o Destruidor, e Splinter junta uma equipe para deter o vilão.

TMNT-Deviations-cover-dc1f9


Já ocorreram crossovers das tartarugas com alguns personagens, como os Caça-Fantasmas e dois encontros com o Batman, que chegou render uma excelente animação. Outro crossover que aconteceu e rendeu boas críticas e uma boa vendagem, foi com os Power Rangers. Um personagem que as Tartarugas Ninja encontram algumas vezes é o coelho samurai Usagi Yojimbo. Já foram alguns encontros em revistas e nas séries animadas.

kjiiuiuiu


No Brasil, além das já citadas Xangri-Lá e Panini, a editora Sampa em 1990 publicou pela primeira vez em terras tupiniquins, a origem das Tartarugas. O Sampa Graphic Album Special – As Tartarugas Ninjas tinha três histórias e diferente dos quadrinhos originais que eram em preto e branco, essa versão era toda colorida.  A Ebal também publicou edições que eram mix de quadrinhos e para colorir. A Editora Devir no ano de 2007 publicou um especial encadernado, contendo a origem das Tartarugas.

sasa

Muito conhecidas sejam pelos desenhos animados, filmes, animações e games, as Tartarugas Ninja possuem uma grande e respeitada história no mundo dos quadrinhos. Vale a pena correr atrás e ler algumas coisas (até a fase da Image Comics), embora não seja muito fácil encontrar tais materiais (online tem algumas coisas); e o jeito é torcer para que alguma editora possa lançar algum encadernado ou nova revista no Brasil. E quando isso acontecer… Vamos pedir uma pizza para comemorar!

ATUALIZAÇÃO: PODEM PEDIR A PIZZA! A editora Pipoca & Nanquim anunciou que as Tartarugas Ninja estão de volta às terras brasileiras! O link para a compra está abaixo.

 

Categorias
Consoles Música

Persona 5 | Trilha sonora será lançada em Vinil

A Atlus anunciou seis edições especiais limitadas da trilha sonora de Persona 5, que serão lançadas em Vinil e já estão em pré venda no site Iam8bit. Ao todo, serão 110 músicas que você poderá curtir enquanto joga.

O site também divulgou a Essential Edition, pacote que terá 4 discos contendo contendo músicas selecionadas a dedo pela produtora. Essa versão será comercializada por US$ 100.

Confira a galeria abaixo:

As capas oficiais ainda não foram divulgadas, mas segundo a Iam8bit o resultado será uma grande parceria entre a SEGA, Atlus e um artista misterioso que será revelado em breve.

Confira o trailer abaixo:

“Persona 5 é um jogo sobre os conflitos externos e internos de um grupo de jovens que possuem vidas duplas. Eles têm uma rotina normal  de estudantes, mas logo embarcam em aventuras fantásticas usando poderes para entrar no coração das pessoas”.

Persona 5 já está disponível para Playstation 3 e Playstation 4.

Categorias
Cinema

Eu sou Diana Prince! | Novos spots de Mulher-Maravilha

Foram divulgados novos vídeos promocionais de Mulher-Maravilha, estrelado pela Princesa Diana (Gal Gadot), e dirigido por Patty Jenkins.

Em 2017, antes da Princesa Diana (Gal Gadot) aventurar-se no mundo dos homens, será mostrado sua vida anterior em Themyscira, a casa lendária das Amazonas. Lá, ela será treinada para se tornar uma guerreira por sua tia, a General Antíope (Robin Wright), e ensinada a como ser uma brava líder por sua mãe, a Rainha Hipólita (Connie Nielsen).

Confira os vídeos de Mulher-Maravilha abaixo.

O filme tem em seu elenco: Gal Gadot no papel da Princesa Diana/Mulher-Maravilha e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor e o avô de Trevor. Mulher-Maravilha conta também com: Robin Wright, Connie Nielsen, Doutzen Kroes, Danny Huston, David Thewlis, Ewen Bremner, Saïd Taghmaoui, Elena Anaya e Lucy Davis. Mulher-Maravilha está sendo dirigido por Patt Jenkins (Monster, AMC’s The Killing).

vlcsnap-2016-10-14-22h07m51s041

Mulher-Maravilha chega aos cinemas no dia 1 de junho de 2017.