Categorias
Anime Cultura Japonesa

Pokémon I Choose You | Filme reconta início do anime sem Brock e Misty

No intuito de comemorar os 20 anos de Pokémon, será lançado o filme Pokémon I Choose You, que conta novamente os eventos do começo das aventuras de Ash e Pikachu pela região de Kanto. Só que essa homenagem para os cinemas tem causado muita polêmica.

A Oriental Light and Magic decidiu fazer diversas mudanças na história que tornou Pokémon conhecido. Em primeiro lugar, Brock e Misty foram retirados da trama e substituídos por novos personagens.

O lendário Ho-Oh tem grande destaque no novo filme. Vale lembrar que Ash e Pikachu o vislumbram de longe ao final do primeiro capítulo da série, sem saberem que Pokémon era aquele, ainda não catalogado entre os 150 Pokémon iniciais.

Ao invés de respeitarem os traços originais da época, optaram por colocarem os traços atuais do anime, que modificaram até mesmo o formato dos olhos de Ash. Para completar as alterações, vários Pokémon, que não existiam na região de Kanto, também estão no longa-metragem.

https://www.youtube.com/watch?v=v7JTkoDjL8o

Pokémon I Choose You tem no seu elenco: Ikue Ohtani como Pikachu, Rica Matsumoto como Ash, Kanata Hongou como Sōji, Kouichi Yamadera como Marshadow, Shiori Satō como Makoto, Unshō Ishizuka como Professor Ōkido, Arata Furuta como Bonjii, Shoko Nakagawa como Enfermeira Joy e Unshō Ishizuka como Narrador.

A direção é de Kunihiko Yuyama com roteiros de Shoji Yonemura. É baseado na obra de Satoshi Tajiri com animação da Oriental Light and Magic, distribuição da TOHO e produção da TV Tokyo.

O filme estreia nos cinemas japoneses no dia 15 de julho.

Categorias
Consoles Games PC

Wild West Online | Jogo ganha primeiro gameplay

Wild West Online, jogo situado no velho oeste, ganhou seu primeiro gameplay mostrando mais da criação de personagens e detalhes técnicos presentes no jogo.

Confira ao vídeo abaixo:

O game promete trazer uma mecânica de combate corpo a corpo totalmente inovadora. De acordo com a desenvolvedora Bugaj, Wild West terá cenas de nudez e violência explicita, tornando-se um jogo proibido para menores.

Confira a galeria com imagens inéditas abaixo:

Wild West Online será lançado ainda neste ano para Playstation 4, XBOX ONE e PC.

Categorias
Games

Spider-Man | Mapa será maior que de Sunset Overdrive

Em um post feito no Twitter, a Insomniac esclareceu para um fã que o mapa de Spider-Man será muito maior comparado com o de Sunset Overdrive, que por sinal já é enorme.

Fã: ”Hey pessoal, tenho uma pequena dúvida em relação ao mapa de Spider-Man. O mundo de The Witcher 3 é maior ou menor em relação com a Nova York do novo jogo?”

Insominiac: ”Bem, não podemos comparar com o jogo que você citou, mas pode ter certeza que será algo maior com que já foi visto em Sunset Overdrive”

Confira ao incrível gameplay abaixo:

O game será uma reformulação do universo do Aranha no mundo dos games, onde a Insomniac promete algo épico e empolgante para os fãs do herói. Apesar de não ter nenhuma ligação com os filme, o traje do cabeça de teia será uma mistura de todos os filmes do Homem-Aranha que já foram ao cinema, incluindo o mais recente do Tom Holland. Como já especulado, o Senhor Negativo será o vilão principal da trama.

Spider-Man será exclusivo do Playstation 4 e será lançado em 2018.

Categorias
Cinema

De Volta ao Lar | Roteiristas falam sobre o Sexteto Sinistro

A dupla de roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein em entrevista ao site The Hollywood Reporter, comentaram sobre o Sexteto Sinistro integrar o MCU.

A matéria contém SPOILERS, a respeito da trama de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

”A cena pós-créditos já nos deu uma pista do que está por vir. Na verdade, nossa intenção sempre foi mostrar os inimigos que uma forma mais pé no chão e realistas, como por exemplo a motivação do Abutre, que é apenas um cara querendo cuidar e dar o melhor para a sua família. Uma hora o Sexteto vai ter que aparecer nas telonas para bater de frente com os Vingadores (no sentido de ter um super grupo a altura) e creio que será em breve” 

Resultado de imagem para sinister six

Já em uma declaração feita para o site Den of Geek, Kevin Feige falou mais sobre o personagem de Zendaya, que no filme se chama Michelle.

”Ela não é a Mary Jane Watson, essa não é a sua personagem. Ela não é uma personagem obcecada por Peter, apenas o observa para tentar descobrir os seus segredos na medida do possível. Demos as iniciais MJ para dar ao público a lembrança de uma dinâmica entre os dois que ainda está por vir nos cinemas”

Resultado de imagem para michelle spider man homecoming

Confira ao trailer final do filme logo abaixo:

Um jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que fez uma estreia sensacional em ‘Capitão América: Guerra Civil’, inicia sua jornada através de sua nova identidade como herói lançador de teia em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’. Emocionado com a experiência que obteve com os Vingadores, Peter retorna para casa, onde vive com a sua tia May (Marisa Tomei). Sob o intenso olhar de seu tutor, Tony Stark (Robert Downey Jr.), Peter tenta voltar a rotina normal, mas quando o Abutre (Michael Keaton) surge como novo vilão e ameaça tudo de importante em sua vida, o Aracnídeo deve entrar em ação.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar já está em cartaz em todos os cinemas do país.

Categorias
Séries

Novos Guerreiros | Série da Marvel tem o seu elenco revelado

Segundo informações do The Hollywood Reporter, a Freeform e a Marvel anunciaram novas informações sobre o seriado Novos Guerreiros, que vai contar a história de seis jovens aprendendo como lidar com seus poderes em um mundo onde vilões podem ser tão assustadores quanto encontros ruins.

A primeira temporada dessa comédia em live action terá 10 episódios, produzidos pela Marvel Television e a ABC Studios.

“Estou empolgado e confiante de estar trabalhando com esse incrível grupo de atores. Eles são divertidos, sinceros, talentosos, charmosos e perfeitamente conectados a esses personagens. Será fantástico e uma honra criar episódios para cada um deles,” disse o showrunner Kevin Biegel.

Novos Guerreiros terá no seu elenco:

Milana Vayntrub (This Is Us) como Doreen Green, a Garota Esquilo.

Derek Theler (Baby Daddyin May) como Craig Hollis/Mister Immortal.

Jeremy Tardy (Dear White People) como Dwayne Taylor/Night Thrasher.

Calum Worthy (Austin & Ally, Cassandra French’s Finishing School) como Robbie Baldwin/Speedball.

Matthew Moy (2 Broke Girls) como Zack Smith/Microbe.

Kate Comer (The Comeback) como Deborah Fields/Debrii.

A série Novos Guerreiros estreia em 2018. Será o segundo projeto da Marvel com a Freeform depois de Manto e Adaga.

Categorias
Quadrinhos

Blacksad da SESI-SP Editora encontra-se em pré-venda

Após o anúncio oficial feito há cerca de cinco meses, está chegando às livrarias o primeiro volume de Blacksad, lançamento da SESI-SP Editora. Confira abaixo os detalhes do retorno deste clássico ao Brasil.

Neste livro somos apresentados ao protagonista da série, John Blacksad, um gato preto que trabalha como investigador particular. Em um cenário de filme noir dos anos 1950, esse detetive deve solucionar assassinatos misteriosos e enfrentar gângsteres perigosos.

Blacksad é uma série de quadrinhos criada pelos espanhóis Juan Díaz Canales e Juanjo Guarnido, publicada na França pela Dargaud. John Blacksad é um gato detetive particular num mundo de animais antropomorfizados, e as histórias são centradas nas suas investigações. A ambientação é inspirada nos Estados Unidos da década de 50, com um tom noir fortíssimo. A série possui cinco álbuns publicados na França até o momento.

O anúncio oficial da editora veio após a divulgação da notícia, feita pela Torre de Vigilância, ao checar o site MEDIATOON, principal licenciante de quadrinhos europeus para o exterior. No Brasil, a editora Panini já publicou a série em meados de 2006, tendo lançado apenas dois álbuns e cancelando-a logo após. A SESI-SP Editora adotou para Blacksad o formato de publicação de álbuns individuais, como comentado no evento de lançamento de Valerian.

Em seu catálogo a SESI-SP possui outras séries europeias como Gus, Valerian, Spirou, Spirou de, Valentine e Verões Felizes.

Blacksad 1. Algum lugar em meio às sombras possui 56 páginas encadernadas em acabamento brochura, com preço de capa sugerido R$ 49,00, e encontra-se em pré-venda na Amazon com 24% de desconto.

Categorias
Gameplay Games

Análise | Final Fantasy XII – The Zodiac Age

Final Fantasy XII original foi um ótimo jogo que surgiu na hora errada. Lançado para PlayStation 2 muito próximo ao lançamento do PlayStation 3 e Wii significava que o jogo poderia sofrer com o negligenciamento. Aqueles que decidiram apostar no jogo, no entanto, foram recompensados com uma excelente aventura RPG, cheia de belos visuais, um mundo fascinante e uma abordagem única de roaming livre para exploração e combate.

Agora estamos aqui, 11 anos depois, com uma atualização de alta definição para PlayStation 4, The Zodiac Age. Por sorte, o tempo foi gentil com o Final Fantasy XII e, graças a uma série de aprimoramentos, esse potencial original não realizado da JRPG pode finalmente ser desbloqueado.

A história refrescante do terremoto de Final Fantasy XII enfoca as lutas de personagens apanhados em uma teia de política e guerra, em vez de um estereotipado e cataclísmico de “salvar o universo”. O foco dos personagens em seus pequenos e importantes papéis em uma luta maior faz com que as várias reviravoltas, traições e triunfos da história se sintam mais impactantes. Ele é ajudado por uma das melhores localizações de sempre. Este é um dos jogos onde conversar com cada NPC não é nada maçante, o que é especialmente impressionante quando você considera que um playthrough pode variar de 60 horas a mais de 100, dependendo do seu ritmo.

Para aqueles que não estão familiarizados, Final Fantasy XII – The Zodiac Age derruba o combate baseado em turnos de séries por algo muito mais parecido com uma tomada de decisões de um jogador em jogos MMOs. Atrás são as batalhas aleatórias que mudam para uma tela de combate separada a cada poucos passos. Aqui, criaturas vagam pelo campo, passando para frente e para trás, às vezes entrando em lutas com animais rivais. Você e seu grupo de amigos se aproximam deles e começam a lutar em tempo real, mas em vez de ter que parar de combater constantemente para inserir comandos, você pode programar cada um de seus personagens com gambitsque são ações inteligentes dentro do jogo que auxiliam na tomada de decições. Você pode configurar seus personagens para curar automaticamente os membros do partido quando sua HP cai abaixo de um determinado limite, dispara feitiços elementares contra fraquezas inimigas ou responder com feitiços debuff contra o inimigo. Os haters dizem que isso pode levar o jogo a “jogar por si só”, mas, na verdade, tudo o que faz é recompensar os jogadores que compreendem completamente a carga atual do seu gameplay e o comportamento inimigo com uma exploração mais rápida e eficiente.

Foi um sistema de combate surpreendentemente profundo em 2006, e é ainda melhor agora, graças à maior mudança de Final Fantasy XII – The Zodiac Age: a inclusão do Zodiac Job System. Uma das maiores críticas (e mais legítimas) do jogo original é que cada um dos personagens de Final Fantasy XII compartilha a mesma grade de License grid – ou seja, um quadro gigante cheio de habilidades e habilidades para desbloquear com os Licence Points obtidos pela matança de monstros. Isso levou a construções de partes homogêneas, onde os personagens se tornaram máquinas de matança mais ou menos idênticas pelo final do jogo.

 

 

Em Final Fantasy XII – The Zodiac Age, esta placa única e maciça é substituída por uma série de grades específicas originalmente disponibilizadas na edição internacional exclusiva do Japão. No início, os personagens podem escolher entre 12 placas diferentes, cada uma contendo um punhado de habilidades únicas. Embora algumas dessas habilidades sejam compartilhadas entre placas, elas são amplamente distintas e formadas em torno de papéis muito específicos: o Mago Branco é seu curador, o Monk é o seu tanque que se concentra no combate desarmado, o Time Battlemage pode manipular o fluxo de combate E vem equipado com arcos e assim por diante. Isso obriga você a tratar sua party como algo mais do que apenas swaps, e você terá ainda mais personalização com a escolha de um segunda classe, uma vez que você obtenha cerca de um terço do caminho completo.

Descobrir os gambits e otimizar as construções antes de enfrentar monstros selvagens e matadores é incrivelmente acolhedor, como se curvar com uma novela de fantasia densa e permitir-se o prazer de passar o tempo absorvendo tudo. A história quase parece ser construída para acomodar isso, em vez de colocá-lo sob constante ameaça de clímax narrativo, as apostas se desenvolvem lentamente à medida que sua equipe de rebeldes e piratas do céu procuram pedaços mágicos poderosos conhecidos como “nethicite” para contra-atacar o Império invasor. É um pouco distante e subjugada, como se fosse escrita por alguém que realmente gosta de documentários históricos. Como resultado, sua narrativa se sente muito mais madura do que outras entradas na série; Menos adolescente e mais máquinas políticas e dramas radicais do que você esperaria. As críticas feitas contra a história de Final Fantasy XII – The Zodiac Age ainda são válidas, os jovens protagonistas Vaan e Penelo, embora não tão desagradáveis como poderiam ter sido, sentem que não têm impacto na história, mas a falta de urgência permite que você mergulhe realmente nos ambientes, e explore além dos limites da história principal, e a satisfaçam da sua vontade que deseja melhores habilidades é mais forte.

 

A atmosfera de Final Fantasy XII – The Zodiac Age torna mais fácil se envolver em seu mundo. Não se engane: este é certamente um jogo de PlayStation 2 trazido para 2017, e seu conjunto de zonas interconectadas menores sugere os grandes espaços abertos que as futuras sequências de FF. Mesmo assim, o Final Fantasy XII – The Zodiac Age é bem-sucedido em grande parte graças a uma impressionante direção artística e sensação de locação, cheia de ambientes distintos, designs de moda e criaturas que parecem reais o suficiente para se sentir como um mundo vivido. Locais como o reino do deserto de Rabanastre ou o Feywood de Mist-thick ficam melhores do que nunca, os modelos de personagens aprimorados dão a nossos heróis um tom de destaque, e uma trilha sonora regravada e reorganizada impele uma maior aura de admiração e aventura nas sequências de ação.

Infelizmente, há problemas em Final Fantasy XII. Por um lado, o mundo está cheio de missões secundárias, mas você não saberia isso, apenas olhando, as únicas missões adicionais de Final Fantasy XII – The Zodiac Age são suas caças opcionais contra monstros mais poderosos. Para tudo o resto, você simplesmente tem que lembrar que a pessoa com quem falou sobre uma chave perdida é realmente o início de uma cadeia de missões de um tamanho considerável. Também há momentos entre as sequências narrativas, onde você está obrigado a reduzir alguns níveis adicionais para continuar, especialmente perto do confronto final. Uma função útil permite que você dobre (ou até quadruplicar) a velocidade do jogo para ajudar a suavizar esses momentos, mas não há como se locomover as vezes onde você terá que correr de ida e volta para fortalecer seus personagens ou ganhar matéria prima suficiente para atualizar sua Kit.

VEREDITO:

Final Fantasy XII – The Zodiac Age é muito mais do que um jogo com novo visual.

Sem dúvida o título envelheceu notavelmente bem, e aqui melhor de forma significativa. Graças aos aprimoramentos gráficos e aos ajustes de jogabilidade bem-vindos oferecidos, a ovelha negra da franquia Final Fantasy finalmente obtém a segunda chance que merece. Além da narrativa, que se sente tão bem e interessante como já se sentiu há mais de uma década, e os vários novos aprimoramentos e ajustes darão aos novos jogadores a chance de experimentar a magia pela primeira vez e os fãs do original vão se sentir em casa.

Categorias
Anime Cultura Japonesa

Seiji Yokoyama | Falece o compositor das trilhas de Cavaleiros do Zodíaco

As aventuras de Seiya e dos seus amigos para salvar Athena eram embaladas por músicas instrumentais que marcaram várias gerações, criadas por Seiji Yokoyama. Segundo informações do periódico japonês Chugoku Shimbun, o músico faleceu aos 82 anos de idade, devido uma pneumonia.

Yokoyama nasceu no dia 17 de março de 1935 e se formou em música pela Faculdade de Música Kunitachi. Logo, sua carreira seria marcada pela autoria de melodias para animes e séries tokusatsu como Choujinki Metalder, Chouriki Sentai Ohranger, Kikou Kantai Dairugger XV, Magical Tarurūto-kun, Megaloman, Ikkiman, Space Pirate Captain Harlock, Tokkei Winspector e Saint Seiya, conhecida no Brasil como Cavaleiros do Zodíaco.

Cada vez que o cosmo for aceso, quando alguém alcançar o sétimo sentido ou superar seus limites, uma trilha de Seiji Yokoyama será tocada em sua homenagem. A Torre de Vigilância deseja muita força para os seus familiares, amigos e fãs nesse momento tão difícil. Seu legado será eterno.

Categorias
Cinema Entretenimento

De Volta ao Lar | Tom Holland tenta ensinar parkour para Zendaya em novo vídeo

Com o objetivo de promover o filme Homem-Aranha: De Volta ao Lar, Tom Holland (o atual intérprete do personagem) tentou ensinar um pouco de Pakour para Zendaya, atriz e colega do ator durante a produção do filme.

Confira ao vídeo abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=Tb9eBo3mHoI

Um jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que fez uma estreia sensacional em ‘Capitão América: Guerra Civil’, inicia sua jornada através de sua nova identidade como herói lançador de teia em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’. Emocionado com a experiência que obteve com os Vingadores, Peter retorna para casa, onde vive com a sua tia May (Marisa Tomei). Sob o intenso olhar de seu tutor, Tony Stark (Robert Downey Jr.), Peter tenta voltar a rotina normal, mas quando o Abutre (Michael Keaton) surge como novo vilão e ameaça tudo de importante em sua vida, o Aracnídeo deve entrar em ação.

Homem-Aranha: De Volta ao Lar já está em cartaz em todos os cinemas do país.

Categorias
Cinema Entretenimento

Homem-Aranha | Tenha pesadelos com a primeira versão do Duende Verde

Sam Raimi consolidou uma franquia de três filmes do Homem-Aranha, trazendo para as telonas uma visão fiel e melancólica do herói. No primeiro longa, Norman Osborn (interpretado por Willem Dafoe) ,também conhecido pela alcunha de Duende Verde, provou que era um vilão digno de botar medo em qualquer um, mas você sabia que no lugar de uma armadura, o visual do personagem seria mais assustador e próximo com o dos quadrinhos? 

Raimi optou por não utilizar o traje, pois queria algo mais próximo da nossa realidade.

Atualmente, o Amigão da Vizinhança estrela o seu sexto filme em Homem-Aranha: De Volta ao Lar, que já está em cartaz em todos os cinemas brasileiros. Pra conferir mais matérias sobre o teioso e seu universo, clique aqui  e aqui.