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Mike Flanagan fala sobre uma possível segunda temporada de A Maldição da Residência Hill

Em entrevista para a EW, o cineasta Mike Flanagan falou sobre uma possível segunda temporada de A Maldição da Residência Hill, que segundo ele, tem muito o que explorar nesse vasto universo.

“Não quero especular muito sobre a segunda temporada até que a Netflix, a Paramount e a Amblin nos informem que querem fazer ela. O que vou dizer, no entanto, é que eu já me preocupei com isso, e que a história da família Crain está contada. Está feito. Eu acho que existem todos os tipos de direções diferentes em que poderíamos ir, com a casa ou com algo completamente diferente. Eu amo a ideia de uma antologia também. Mas para mim, eu senti como se os Crains tivessem passado por tudo que deveriam, e nós os deixamos exatamente como todos nós que trabalhamos na série queríamos nos lembrar deles. Nós chegamos a brincar com um final de cliffhanger e com outras ideias, mas no final, na sala dos roteiristas e com o elenco e tudo mais, nós realmente sentimos que a história exigia um certo tipo de fechamento de nossa parte e ficamos felizes em fechar a trama sobre essa família”.

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E falando em produções originais, a Netflix anunciou que as gravações da segunda temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina já começaram. A nova temporada contará com o retorno dos atores Kiernan Shipka, Ross Lynch, Lucy Davis, Miranda Otto, Salém e Satã.

Os seriados já estão disponíveis no serviço de streaming.

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Cinema

The Kitchen ganha as suas primeiras imagens oficiais

Protagonizado pelas atrizes Melissa McCarthy, Tiffany Haddish e Elisabeth Moss, a EW liberou as primeiras imagens oficiais de The Kitchen, adaptação cinematográfica baseado na obra de mesmo nome lançada pela Vertigo.

“A série é sobre os indivíduos, não sobre a máfia como organização. É mais sobre três pessoas que são estão presas e se vêem finalmente livres. Existe muita humanidade nisso, o que também faz tudo mais assustador.” Declarou Melissa.

A trama narra a história de três esposas de mafiosos na década de 70, quando são obrigadas a assumir o cargo de seus maridos após os mesmos serem presos. Contudo, elas acabam pegando gosto para a ”profissão” e se assumem como as novas mafiosas da cidade.

The Kitchen estreia em 2019 em todos os cinemas do país.

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Não são apenas fantasmas que assombram uma família em A Maldição da Residência Hill

Produções sobre fantasmas ou demônios que perturbam o cotidiano de uma determinada família, se tornaram comum ao decorrer que Hollywood tenta evoluir mentalmente e espiritualmente, mas que infelizmente, acaba fracassando. Entretanto, mesmo com diversas obras que estão presas na mesmice, muitas produtoras procuram entregar algo realmente diferente para os seus consumidores, caso da provedora global de filmes e séries de televisão Netflix, visto que em 12 de Outubro do ano 2018, lançou em seu catálogo o seriado de terror A Maldição da Residência Hill, que mesmo com seus diversos defeitos, se sustenta com sua genialidade de contar história através do luto e assombrações fantasmagóricas.

O responsável pela história, é o cineasta Mike Flanagan, que dirige e produz o seriado ao lado da sua esposa e atriz Kate Siegel, na qual interpreta a personagem Theo, filha do meio do casal  Hugh (Henry Thomas/ Timothy Hutton) e Olivia Crain (Carla Gugino) . Flanagan, possui em seu currículo grandes películas, como Hush: A Morte Ouve; Ouija: A Origem do Mal e o vindouro Doctor Sleep. Isto é, ao observar o esforço do diretor em contar narrativas de terror, era de se esperar mais uma fábula de terror e drama que pudesse agradar todos aqueles que se simpatizam com os gêneros.

Sintetizando de maneira breve, Shirley, Theo, Nell, Luke  e Steven são cinco irmãos que cresceram na mansão Hill, a casa mal-assombrada mais famosa dos Estados Unidos. Agora adultos, eles retornam ao antigo lar e são forçados a confrontar os fantasmas do passado, após o suicídio da irmã mais nova.

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Desde o início até o seu final, o seriado é vendido como algo assustador que promete deixar os seus telespectadores sem dormir por noites… mas não é bem assim que as coisas funcionam. Óbvio que a fábula dará uma certa ênfase ao horror (que por sinal é excelente), mas o gênero é apenas uma linda cortina vermelha que esconde a verdadeira alma da produção: o drama. É ele o elemento predominante na maior parte dos episódios, criando uma atmosfera aterrorizante no meio de uma família transtornada por lembranças apavorizantes que assolam seus cotidianos mesmo depois de adultos. Ou seja,  A Maldição da Residência Hill é um show televisivo sobre luto familiar, e não sobre assombrações.

Dissertando sobre parentela, os irmãos Shirley (Elizabeth Reaser/Lulu Wilson), Theo (Kate Siegel/Mckenna Grace), Nell (Victoria Pedretti/Violet McGraw), Luke (Oliver Jackson-Cohen/Julian Hilliard) e Steven (Michiel Huisman/Paxton Singleton) são os verdadeiros heróis um do outro, se ajudando em momentos ápices e nunca desistindo de aquilo que os intriga desde a infância. Mesmo seguindo rumos diferentes, cada irmão tem um destaque especial dentro da produção, evidenciando o potencial de cada um sem que ultrapassem o tempo de tela um do outro. Elemento importantíssimo que foi moldado com cuidado pelos seus indenizadores. Hugh (Henry Thomas/ Timothy Hutton) e Olivia Crain (Carla Gugino) quando o assunto se trata de bons personagens, já que suas atitudes depressivas ao lado de seus filhos, é que carregam o conto nas costas.

Já os fantasmas, servem mais como uma ponte entre o passado e presente. Seus objetivos não são apenas assustar ou possuir algum morador da residência, não; as verdadeiras motivações das assombrações vão além daquilo que qualquer outra produção do ramo já explorou. Ponto positivo.

Uma dica, preste muita atenção nos cenários, pois existem inúmeros espíritos como easter eggs que ficam observando o cotidiano dos Crain. Elemento não muito importante para a história, mas uma ideia assustadoramente genial.

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O excesso de mistérios não chegam a ser um defeito, mas um, pequeno incomodo. Os enigmas em si que são jogados ao decorrer da fábula, são geniais e as suas resoluções, mais extraordinárias possíveis, mas se Mike pensasse em tratar as charadas com mais delicadeza e ponderasse suas análises numéricas a respeito dos quebra-cabeças, o fator seria mais impressionante do que já é.

Uma condição técnica que é de se chamar bastante atenção, é a sua fotografia escura, na qual afunda a mente de quem está assistindo nas trevas da noite que assombram o território Hill.

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Seu final é lindo e emocionante, mas muito incoerente com que o seriado estava querendo trazer desde o seu anúncio pela Netflix. Ele é muito rápido e não poupa com que o espectador se esqueça facilmente do que foi visto, mesmo que um lindo discurso seja feito por um dos personagens. Entretanto, é se se confessar que o desfecho desse primeiro ano foge do convencional visto em outras séries e filmes,

 Finalizando, A Maldição da Residência Hill é encantador, deslumbraste e tenebrosamente dramática. Sem sombras de dúvidas, merece atenção daqueles que amam histórias de terror ao mesmo tempo que procuram assistir algo que se distancie do gênero, mas sem que o mesmo perde a sua áurea.

   Espero que tenham gostado, até a próxima e lembrem-se, os fantasmas são culpa, segredos arrependimentos e fracassos.

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Primeiras Impressões | Rascal Does Not Dream of Bunny Girl Senpai

Sei que vai ser difícil de acreditar, mas é verdade, então leia tudo até o fim. Faça isso, por favor! Apesar de estarmos falando de um animê, com um nome pouco chamativo e que provavelmente já te passou uma péssima primeira impressão, fazendo você achar que Japonês é um povo estranho… Dessa vez, tem algo a mais nisso. Algo que você precisa ver com seus próprios olhos. Dessa vez, até que animê não foi uma ideia tão ruim assim.

Fica bem fácil de saber que esse animê é baseado numa Light Novel, não fica? Digo, os sinais são óbvios: um nome longo e que descreve (ao menos) metade da sinopse; Nome, aliás, que soa ridículo para qualquer pessoa que já não esteja acostumada com esse tipo de coisa; Uma garota bonita na capa em alguma situação inusitada; Estrutura em arcos que fica óbvio onde cada volume acaba e onde o próximo começa… Poderia ficar aqui por horas, mas meu papel nessa postagem é outro, né?

Sabe o que é importante sobre uma Light Novel? Seu Autor. E o da Novel que deu origem a este animê é um já bem conhecido pelos fãs de melodrama adolescente: Hajime Kamoshida. Esse japonesinho com cara de simpático já passou pelas Primeiras Impressões quando o Luís comentou sobre Just Because!, quase um ano atrás. Se você assistiu a última obra adaptada do homem, sabe exatamente o que esperar disso aqui.

O estilo de escrita dele continua o mesmo, só mudando o enfoque: enquanto Just Because! se destacou por ser extremamente realista e pé no chão, Bunny Girl (que, desculpem, vou abreviar) parece ser uma primeira tentativa de trazer o sobrenatural para seu repertório.

E rapaz… Não é que ele está acertando em cheio?

Para explicar como que o nosso autor predileto consegue manter sua escrita “humanizada” enquanto parte para histórias além da compreensão humana, precisamos analisar justamente os humanos que estão inseridos nessa história: suas personagens.

Basta olhar para trás, que você verá o histórico do cara com seus protagonistas: tanto o Sorata de Sakurasou no Pet na Kanojo, como o Eita de Just Because! são farinha do mesmo saco. Apesar de terem suas próprias peculiaridades que conseguem distingui-los bem, eles têm um ‘esqueleto’ em comum: sua boa vontade e bom coração, sempre buscando ajudar os outros, mas cercado por diversas camadas de ironia e sarcasmo, que vão sendo derrubadas (e, às vezes, reconstruídas) com o passar da trama.

Em Bunny Girl, ele repete a fórmula, e consegue fazê-la bem, mais uma vez. E o motivo é simples: esse é o perfil mais genérico para um adolescente dos dias de hoje. É difícil errar quando você sabe exatamente onde quer acertar.

Esse garoto está saindo com coelhinhas bonitas graças a esse truque estranho. >>CLICA AQUI<<

Já a garota, tem suas peculiaridades (até por conta de suas circunstâncias), mas também é convincente. Também é uma pessoa que você consegue imaginar sendo real, existindo e tendo problemas semelhantes aos que você vê na tela. E o jeito como ela reage, tanto ao mundo ao seu redor (já falo disso) como aos esforços do garoto, duas coisas que beiram o sobrenatural… É deveras realista. Você se surpreende com a racionalidade dela.

A ambientação do mundo é a grande novidade da obra. Pela primeira vez, ele tenta fazer algo além de sua zona de conforto, e traz o místico pro palco principal. Fica claro que ele não tem muita experiência com o assunto, mas que está se esforçando para dar o seu melhor.

Ele explica a visão geral das coisas e deixa com que você preencha as lacunas com seus próprios pensamentos e ideais sobre o oculto… Mas cinco minutos depois, traz a personagem que é o bode expiatório da sua própria culpa, e tenta desmentir tudo.

Você reclamando de política na sua timeline depois de já ter excluído todo mundo.

Exatamente, essa analogia é perfeita: o autor queria escrever uma obra sobrenatural, mas sua racionalidade é muito arraigada ao seu jeito de redigir… Daí, para desencargo de consciência própria, ele fez questão de tentar racionalizar, equacionar e desmistificar qualquer aspecto que não seja cientificamente comprovável.

Talvez esse defeito acabe sendo uma de suas maiores façanhas, no final das contas. O clima que temos acerca desta tal “Síndrome da Adolescência” é justamente de mistério. É uma “doença” que não faz sentido algum para a “ciência tradicional”, mas que, quando analisada psicologicamente por moleques de quinze anos, faz todo o sentido.

É a tal da “puberdade” sendo explicada em formato mais entretível. Ambas as personagens estão mergulhadas no oculto, em coisas sem explicação… Mas você consegue trazer todos os problemas que elas possuem para o âmbito de carne e osso. O real “inimigo” da série não é o fenômeno sobrenatural que é chamado de “Síndrome da Adolescência”, mas sim o fenômeno real de se viver numa sociedade e de ver e experienciar as consequências disso.

Agora, vem cá… O QUE ESSES JAPONESES TEM COM O SCHRÖDINGER E SEU MALDITO GATO? Desculpem a exaltação, mas francamente… Toda hora, o tempo todo, esse maldito experimento sendo citado e redesenhado e remodelado por animês e afins. E o pior de tudo? METADE DAS VEZES, ELES TÃO ERRADOS! O Gato de Schrödinger é um experimento criado pelo cientista de mesmo nome para mostrar justamente… o quão ABSURDO é o conceito por trás da Mecânica Quântica. Mas parece que gostam de citá-lo como uma fonte de razão e de racionalidade sempre que possível… E não é isso… Não assim… Não desse jeito…

Desculpem o desabafo.

Eu nem vou me dar ao trabalho de mostrar os erros científicos do show, então fiquem com esse meme de baixa qualidade ao invés disso…

Voltando a programação normal, podemos falar da parte técnica, que vejam só, não está decepcionando nem um pouco! A animação é do estúdio CloverWorks (que fez relativo sucesso recentemente com Darling in the FranXX); tem direção de Souichi Masui (que já tem um bom tempo na indústria); Um destaque também vai para Satomi Tamura, que fez os excelentes Designs de Personagens, e participou da animação dos primeiros episódios.

O visual é lindo, as personagens são muito bem desenhadas e se envolvem perfeitamente com o mundo (também belamente desenhado) em que estão. Até os figurantes e personagens de fundo, que muitas vezes são ignorados (ou renderizados em 3D) acabaram ficando bons. E a trilha sonora não deixa a desejar, sendo perfeita para todas as ocasiões, quase todas as vezes.

No mais, fica claro que Bunny Girl é muito mais do que aparenta ser, e que traz muito mais do que seu título poderia te fazer imaginar. É, literalmente, um livro que não se pode julgar pela capa, e parte disso se reflete até na própria trama do show. Sinceramente, não gostaria de me exaltar aqui, mas creio que, no mínimo, 8/10 para essa estreia é o que ela merece.

A série está sendo transmitida pela Crunchyroll, com novos episódios todas as quartas-feiras.

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Séries

Grandes vilões do Flash vão voltar para o centésimo episódio da série

O capítulo de número 100 da série Flash vai acontecer antes do crossover Elseworlds, e promete ser uma grande aventura para o velocista escarlate.

Segundo o site Comicbookmovie, durante a MCM London Comic-Con, neste final de semana, Tony Todd, que fez a voz de Zoom na segunda temporada do seriado, disse que ele gravou novos diálogos para o capítulo especial.

Todd também falou que outros velocistas rivais do herói como o Flash Reverso e o Savitar vão aparecer, prometendo que todos eles vão atrás de um pedacinho do Barry.

Legião do Mal é destaque.

O ator Tom Cavanagh (Harrison Wells) será o diretor do episódio 100 de Flash.

A presença do vilão da quinta temporada, Cicada, está confirmada.

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Cinema

O Mestre dos Oceanos dá as caras em novo comercial de Aquaman

Um novo comercial de Aquaman foi divulgado, mostrando pela primeira vez, Orm trajado como o Mestre dos Oceanos. Confira a prévia:

https://www.youtube.com/watch?v=8hYoke1FPb0&t=64s

“Da Warner Bros. Pictures e do diretor James Wan, chega a aventura que expande o vasto e visualmente incrível mundo subaquático dos sete mares: Aquaman, com Jason Momoa no papel-título.  O filme revela a história de origem do meio-humano, meio-atlante Arthur Curry, e o leva para a jornada de sua vida – que não apenas vai forçá-lo a encarar quem ele realmente é, mas descobrir se ele é digno de quem nasceu para ser… um rei”.

Aquaman chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de dezembro.

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Quadrinhos

Editora Draco começa a pré-venda de Imaginários em Quadrinhos volume 5

A Editora Draco está lançando Imaginários em Quadrinhos – Volume 5, que encerra a coleção que teve o seu início em 2013. Imaginários resgata o bom e velho mix de ação e entretenimento e se tornou um exemplo clássico de qualidade e inventividade do quadrinho nacional.

A Draco é a única editora brasileira que é especializada em ficção fantástica original do Brasil, e o projeto Imaginários foi o start para a linha de quadrinhos dela.  Ao misturar histórias de terror, fantasia e ficção cientifica acabou se tornando uma marca da série. Assim como nos outros volumes, esse mais recente também foi editado por Raphael Fernandes.

Um dos destaques das histórias desse volume é Cidade Cadáver. A trama é baseada no curta metragem A Mão de Kapel Furman. O curta foi selecionado para participar de um dos maiores festivais de cinema fantástico da América Latina, o Mórbido Film Fest, no México.

 

Além de Kapel Furman, Imaginários em Quadrinhos – Volume 5, ainda reúne um baita time com: Airton Marinho (Helldang, Cabra D’água), Tiago Palma, Megaron Xavier, Kiko Garcia (Kikomics), Roberta Grassi, Dani Martins, Marco ByM, Daniel Wernëck (Shogum dos Mortos) e Osíris Junior.

Imaginários em Quadrinhos – Volume 5 já se encontra em pré-venda no site da Editora Draco, com um desconto bem bacana.  E no dia 17 de novembro, a partir das 16h, haverá uma tarde de autógrafos na Loja Monstra  que se localiza na Praça Benedito Calixto, 158, 1º Andar, São Paulo/SP.

 

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Cinema

MCU ganha diversas informações animadoras, confira!

Durante uma sessão de perguntas e repostas feita com  Erick Weber, Kevin Feige (executivo da Marvel Studios) deu diversas informações animadoras a respeito do MCU. 

De início, o chefão do estúdio declarou que Namor, o príncipe dos sete mares, aparecerá em breve nos cinemas, dando a entender que a produtora e a Universal fecharam um acordo de que o personagem poderá aparecer nos cinemas sob algumas circunstâncias não reveladas. 

”Namor fará uma aparição no MCU, isso é certo. Só estamos vendo quando e qual filme ele dará as caras”

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Já a respeito do trailer de Vingadores 4, Feige declarou que os fãs terão que esperar até o final do ano para assistí-lo, mas que é tudo uma questão de tempo. Por último, Kevin finalizou dizendo que no momento, a produção de Guardiões da Galáxia Vol. 3 continuará pausada, mas que em breve, ela deve ganhar algumas novidades. 

E mais: a atriz Katherine Langford se junta ao elenco de Vingadores 4 em um papel ainda não revelado. Langford é conhecida por interpretar Hannah Baker no seriado 13 Reasons Why.

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Por último, o site That Hashtag Show revelou que o filme da Viúva Negra será lançado em 1 de Maio de 2019, enquanto Os Eternos chega em 6 de Novembro do mesmo ano. A seguir, você pode ler a suposta sinopse de Os Eternos.

“A história se passa milhões de anos atrás, quando os seres cósmicos conhecidos como ‘Celestiais’ realizam experimentos genéticos em humanos, criando indivíduos super-poderosos e certas figuras vilanescas conhecidas como Deviants. Os dois grupos partem em uma batalha contra o outro através da História, para ver qual raça se tornará a dominante. A história envolve o romance entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que prefere viver entre os humanos”.

Para futuras informações a respeito do MCU, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.

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Cinema Entretenimento

Kevin Feige receberá prêmio de visionário criativo

Kevin Feige, o diretor executivo da Marvel Studios, receberá o  Marty & Lea Sklar Creative Visionary Award (Prêmio de Visionário Criativo Marty e Leah Sklar).

”Estamos empolgados que o primeiro contemplado pelo prêmio, Kevin Feige, incorpora a aspiração do prêmio completamente. Kevin reimaginou um universo inteiro de narrativas e introduziu-nos para novos mundos empolgantes através de sua liderança criativa e visão.” Declarou Phil Hettema, presidente da Ryman Arts, que reconhece o esforço de Feige em moldar um universo cinematográfico durante dez anos.

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O Universo Compartilhado da Marvel teve início em 2008 com o lançamento de Homem de Ferro, e segue firme e forte até os dias de hoje, sendo a última produção Homem-Formiga e a Vespa. Atualmente, séries de TV, quadrinhos e até mesmo alguns jogos integram esse universo. De acordo com Kevin Feige, Vingadores 4 terá um final definitivo e sem pontas soltas, mas que não é para os fãs ficarem preocupados, pois o MCU continuará na ativa por muito tempo e que um super-herói poderá fazer uma ponta no filme de outro.

Para futuras informações a respeito da premiação, fique ligado (a) aqui, na Torre de Vigilância.

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Séries

Patrulha do Destino dá as caras no teaser do quarto episódio de Titãs

Foi disponibilizado um teaser do quarto episódio de Titãs, que mostrará pela primeira vez a Patrulha do Destino no seriado, e que posteriormente, ganhará a sua própria série em 2019. Ambas produções são exclusivas do DC Universe (serviço de streaming da DC).

https://www.youtube.com/watch?time_continue=21&v=73GCUvjbCRY

Titãs será exibido pela Netflix aqui no Brasil.