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Muito além de pro-players, o coach e analísta no Rainbow Six

Com todo o sucesso dos esportes eletrônicos nos últimos anos, o maior contato do público com essa nova modalidade vem gerando mais interesse em conhecer e entender um pouco mais a respeito deste mercado. O que antes era resumido em apenas jogadores profissionais, hoje é composto por vários ofícios. Podemos citar algumas delas como, narradores, managers, social medias, produtores e editores de vídeos, psicólogo, e até mesmo o jornalista especializado na área.

Entretanto a figura que acompanha os atletas, os pro-players, de forma mais imediata é o coach/técnico, e o analista. Estas funções ganharam notoriedade nos esportes eletrônicos. Assim como são figuras presentes nos esportes coletivos tradicionais, como futebol, vôlei e basquete, não poderiam estar de lado nos esports, sendo o técnico o responsável por gerir as estratégias e o desempenho dos atletas, e o analista, o responsável por dissecar a partida, buscando entender pontos importantes no desempenho dos atletas e repassar essa informação, para que os erros sejam corrigidos, durante os treinamentos e que não ocorram durante as partidas.

Fonte: https://dotesports.com/rainbow-6/news/tsm-coach-gotcha-replaces-jarvis-in-r6-starting-lineup

Para entender um pouco mais do mundo dos técnicos e analistas, conversamos com Igor dos Santos, conhecido como Igoorctg. Igor trabalhou como stasman de Rainbow Six, como analista na paiN Gaming, e também técnico da YeaH! Gaming, participante do Invitational 2018. Depois integrou a comissão técnica da Red Devils até o final do primeiro turno da Pro League S09. Em seguida, teve um breve participação na classificação da antiga Immortals (hoje mibr), para o Major, e ajudou a Guidance Gaming, a se classificar para o Brasileirão de Rainbow Six o BR6. Após este longo percurso, hoje faz parte da INTZ, fazendo papel de analista.

Durante os treinos, e campeonatos, tanto o técnico quanto o analistas, precisam ser o ponto de união da equipe. Para isso, Igoorctg acredita que o primeiro passo é o time confiar em você. Os jogadores precisam acreditam em seu trabalho, que suas informação e táticas são úteis. Além disso, trabalhar bastante, gostar do jogo, buscar sempre assistir a partidas de outras equipes, analisando-as, e ter o seu psicológico, bem estruturado são algumas virtudes para ser um técnico e analista bem qualificado.

Fonte: Gui Caielli.

Nos esportes eletrônicos, elaborar estratégias de jogo e criar soluções para conflitos, que possam vir a acontecer durante a partida nunca é fácil. ” Cada equipe funciona de uma forma […]”, afirma Igoorctg. Cada profissional tem seus métodos de análise e observação, mas o importante é que este processo aponte erros do adversários, e consequentemente, a criação de estratégias para utiliza-los a favor da equipe, assim conquistando a vitória.  “Após isso (a análise), (devemos) conversar com o time, passar as infos e ouvir a opinião do time. Dependendo do adversário, da situação no campeonato e do tempo, muda a forma de jogar. Seja counterando, jogando no nosso conforto, fazendo algo inesperado, esse tipo de situação.”, declara Igoorctg.

No Rainbow Six, antes mesmo do jogo começar o trabalho do técnico e da analista já está sendo feito, e não estamos falando apenas dos treinos. Na hora do banimento de mapas,  é preciso levar em consideração todo o trabalho realizado, em busca de anular as prioridades da equipe adversária, assim como no banimento de operadores. ”Você precisa ver primeiro o calendário, se vai ser uma MD1 ou MD3, porque aí muda totalmente a forma de banimento, o que influencia na estratégia, e então decidimos quais mapas estamos aptos a jogar. Depois disso, decidimos qual mapa é o melhor para pickarmos.”, explica. “Os picks (operadores) são parte da tática e conforto dos jogadores, já os bans entram na preparação do jogo, normalmente é algo que atrapalha o adversário e as vezes operadores que são “quebrados” e nós conseguimos jogar bem sem ele, então se não vamos usar, eles também não.” declara.

Fonte: Gui Caielli.

Além de analisar e criar estratégias, o trabalho também envolve gestão de pessoas e de datas. Os treinos precisam ser otimizados dentro dos espaços de tempo disponíveis entre partidas e competições. Assim, o técnico precisa aplicar os fundamentos táticos, e variações. Para Igoorctg, a maior dificuldade é são os calendários de competições, segundo o mesmo ” […] muitas vezes não dá tempo pra se preparar adequadamente para um jogo.” Como exemplo, apontou a última partida pela qualificação para a OGA Pit, que será realizada na Croácia, e onde o campeão terá vaga no Invitational 2020.  Ele nos contou que a equipe (INTZ), só teve oportunidade de treinar três dias antes do jogo, além de dois destes dias serem durante o final de semana, que normalmente os membros da equipe utilizam para folga.

A duas ocupações, tanto técnico quanto analista, ganharam importância dentro do cenário de Rainbow Six, e em outros esportes eletrônicos, nos últimos anos. Cada vez mais, equipes vem investindo na comissão técnica, para melhorar o desempenhos do jogadores e consequentemente trazer mais visibilidade para a equipe.

Dessa forma, as duas funções, vem para agregar ainda mais o leque de oportunidades de trabalho dentro dos esportes eletrônicos. Podendo revelar mais nomes para o cenário, e instimular seu crescimento.

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Nintendo abre contas oficiais no Instagram para Brasil e América Latina

Em um comunicado enviado à imprensa, a Nintendo anunciou a abertura de contas oficiais no Instagram voltadas para o Brasil e para América Latina em geral.

Temos o prazer de informar que a Nintendo abriu contas oficiais no Instagram para o Brasil e para a América Latina.
São duas contas que se somam aos canais oficiais da companhia na região e que vão atrair mais sorrisos de fãs e consumidores latino-americanos.
Convidamos vocês a segui-las em @nintendo_brasil e @nintendolatam, além de promoverem as hashtags #nintendobrasil e #nintendolatam.
Tais espaços oferecerão notícias e outros conteúdos da Nintendo em português e em espanhol, respectivamente.
Agradecemos muito por todo o apoio que sempre dão para a Nintendo e pela oportunidade, através de vocês, de os fãs da América Latina conhecerem os nossos anúncios e lançamentos.
Atenciosamente,

Equipe Nintendo América Latina

https://www.instagram.com/p/B45FJugFtNd/

Será que podemos esperar um retorno oficial ao país em breve?

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Como foi a vitória da FunPlus Phoenix na final do Mundial de League of Legends?



Para os amantes de League of Legends, o dia 10 de novembro de 2019 era um dos dias mais aguardados do ano. A final do Mundial de League of Legends 2019, título disputado entre FunPlus Phoenix, e G2 Esports. 

Todo o hype envolvendo esta última partida foi sendo construído desde a fase de grupos, com disputas apaixonantes, e jogadas incríveis por jogadores de ambos os times. Mesmo a G2 tendo amargurado uma segunda colocação na fase de grupos, seus confrontos nas fases seguintes foram suficiente para encantar os torcedores, e fazê-los acreditar que este ano, Perkz, Caps e companhia terminariam a temporada campeões. Até porque, a G2 vinha como atual campeã do Mid-Season Invitational 2019 (MSI 2019) disputado em maio deste ano, no Vietnam e Taiwan.

Já por parte da FunPlus Phoenix, tínhamos os holofotes no Mid Laner, Doinb, dono de uma carismática personalidade, e estilo de jogo que desestabilizou grandes nomes da rota do meio durante o Mundial. O jogador passou por diversas equipes, mas sempre mantendo seu estilo dentro e fora de jogo. Com passagens na segunda divisão chinesa, Doinb acumulou fama por suas habilidades, o que proporcionou a ida para a tão sonhada LPL, divisão de elite da China. Além do Mid Laner coreano, outro grande nome dentro da equipe é Tian, que joga na Selva, para muitos, o melhor jogador em sua posição.

 

Fonte: https://www.gazetaesportiva.com/esports/veja-fotos-do-titulo-da-fpx-no-mundial-de-lol/#foto=5

 

JOGO 1

G2 Esports

BANS: Pantheon; Qyana; Xayah; Blitz; Braum

PICKS: Ryze (Top); Elise (Selva); Pyke (Meio); Varus (BotLane); Tahm Kench (Suporte)

 

FunPlus Phoenix

BANS: Syndra; Gragas; Kai´sa; Rek´sai; Olaf

PICKS: Gangplank (Top); Lee Sin (Selva); Nautilus (Meio); Sivir (BotLane); Thresh (Suporte)

 

Caps teve a oportunidade de abrir a série com seu Pyke, ja que a equipe da FPX havia banido sua característica Syndra. Dessa forma a G2, não priorizou a rota do meio, de certa forma dando liberdade para o Nautilus de Doinb rodar pelo mapa. Assim, o primeiro jogo teve ritmo ditado pela equipe chinesa, com Tian e seu Lee Sin conquistando os objetivos e os primeiros dragões da partida, ganhando a selva da Elise de Jankos, e conseguindo o timing perfeito nas lutas de meio e fim de jogo. Porém a G2 respondia de forma considerável, conquistando barricadas e derrubando torres, conseguindo até ultrapassar a FunPlus Phoenix em ouro. Entretanto, os inúmeros ganks que Wunder sofreu no top, acabou retirando-o da partida, e o Ryze em pouco conseguia ajudar sua equipe. Mesmo com toda a pressão, os europeus conseguiam manter o Nexus em pé, graças a ajuda do Arauto, auxiliando Perkz de Varus a se fortalecer. E também, após uma chama de Barão realizada pela FunPlus Phoenix que logo conquistou o bônus, onde a G2 levou um dos Inibidores e quase venceu a luta que daria a vitória a equipe no jogo, impedidos apenas por Tian e a Sivir de Lwx. Assim, a equipe chinesa teve tempo suficiente para criar uma janela de oportunidade dentro da partida, onde conquistaram o Dragão Ancião e mais um Barão com uma diferença de pouco mais de 1 minuto, e assim encaminhou a vitória aos 40 minutos.

 

Fonte: https://www.maisesports.com.br/lol-coletiva-imprensa-doinb-fpx-mundial-2019/

 

JOGO 2

G2 Esports

BANS: Renekton; Nautilus ; Qyana; Gangplank; Kayle

PICKS: Akali (Top); Elise (Selva); Tristana (Meio); Yasuo (BotLane); Gragas (Suporte)

 

FunPlus Phoenix

BANS: Pantheon; Syndra; Xayah; Olaf; Rek´sai

PICKS: Kled (Top); Lee Sin (Selva); Ryse(Meio); Kai´sa (BotLane); Galio (Suporte)

 

A equipe chinesa, FunPlus Phoenix, veio para o segundo confronto bem confiante, criando jogadas e buscando os primeiros abates, ganhando uma pressão de early game bem forte a seu favor, a G2 não conseguia reagir, o início foi avassalador por parte da FPX. Quando os europeus encontraram uma brecha para conquistar o bônus do Dragão Infernal e assim voltar para a partida, a resposta veio logo em seguida, a equipe chinesa não pensou duas vezes e iniciou uma teamfight, a Bot Lane europeia estava muito atrás, e não resistiram a investida chinesa. Perkz com seu Yasuo não conseguiu desenvolver bem sua jogadas, assim a Kai´sa de Lwx ficou muito forte. Logo aos 20 minutos, a FPX conquistou o primeiro Barão, e mantinha uma distância de 7000 de ouro de seus adversários. O primeiro ace da equipe, foi tão cedo na partida que não foi possível finaliza-la. Mesmo assim, a FunPlus Phoenix não deixou a G2 crescer na partida, fechando o cerco a cada oportunidade que os europeus pensavam em aproveitar, ganhando ainda mais, pouco a pouco até o desfecho final. Após o segundo ace, a FPX fechou a partida em 23min, com um incrível placar de 20 em abates por parte deles contra 4 da G2.

 

Fonte: https://www.gazetaesportiva.com/esports/veja-fotos-do-titulo-da-fpx-no-mundial-de-lol/#foto=11

 

JOGO 3

G2 Esports

BANS: Pantheon; Qyana; Rakan; Rumble; Akali

PICKS: Ryze (Top); Jarvan IV (Selva); Veigar (Meio); Ezreal (BotLane); Nautilus (Suporte)

 

FunPlus Phoenix

BANS: Syndra; Gragas; Kai´sa; Olaf; Rek´sai

PICKS: Gangplank (Top); Lee Sin (Selva); Galio (Meio); Xayah (BotLane); Thresh (Suporte)

 

Para quem esperava um jogo mais cadenciado por parte da equipe chinesa, se enganou. A FunPlus Phoenix, dominou os europeus, aplicando sua pressão de early game, assim como os outros dois jogos anteriores, e a G2 pouco fez para evitar esta situação. O mais prejudicado foi Perkz, a equipe chinesa conquistou a primeira barricada da partida, sem permitir que o Ezreal farmasse seu primeiro minion. A FPX, não queria permitir que o jogo se estendesse para o late game, visto que a G2, possuía três campeões que precisavam escalar na partida para começar a criar situações prejudiciais aos jogadores da equipe chinesa, como o Ryze com Wunder, o Veigar de Caps e o próprio Ezreal, que mesmo com toda a dificuldade inicial conseguiu se reerguer, mas não o suficiente. Assim, a FunPlus Phoenix acelerou a partida, criando janelas de oportunidades que os permitiriam conquistar bônus importantíssimos para o decorrer da partida, e que os auxiliaram a manter o ritmo que estavam empregando desde o início. Mesmo com a contestação da G2, aos 23 minutos, a equipe chinesa finalizou o Barão, e conseguiu escapar do cerco dos europeus. Logo em seguida uma sequencia de fatores ajudaram na finalização da partida. Tian de Lee Sin avançou na selva adversária e encontrou Caps, que estava ganhando vantagem na partida. Crisp ainda conseguiu acertar a corrente do Thresh em Wunder, na continuação do lance de Tian, e assim destruindo as esperanças da equipe da G2.

Os europeus, mesmos sofrendo no early game, achavam que conseguiriam segurar o ímpeto da equipe chinesa, mas uma sucessão de erros dentro da selva, acabaram favorecendo a  FunPlus Phoenix, que saiu vencedora da terceira e última partida do Mundial de League of Legends 2019!

 

Fonte: https://br.lolesports.com/noticias/fpx-e-campea-do-mundial-2019

 

A vitória da FunPlus Phoenix, leva o segundo título seguida para a também dá força à LPL.

Fiquem ligados! O Mundial 2020 será na China, com a Grande Final na cidade de Xangai!

 

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Brasil Game Show 2019 – Nintendo

Após uma participação tímida no ano anterior que se resumiu ao público geral bate-papos, sessões de autógrafo, concursos realizados em seu estande principal e o teste de jogos oferecido somente à imprensa e convidados em uma sala secreta na qual, dentre o seleto número de presentes, a Torre teve acesso, em 2019 pode-se dizer a Nintendo voltou para valer à Brasil Game Show. Agora todos os presentes puderam testar o que a empresa preparou para a feira, o que não acontecia desde 2012 às vésperas do lançamento do Wii U.

E assim filas se formaram no melhor estante da feira para jogar Super Mario Maker 2, Legend of Zelda: Link’s Awakening, Super Smash Bros. Ultimate e Luigi’s Mansion 3. Como o último citado era o único jogo na feira ainda não lançado pela Nintendo, foi o que provocou maior fila de espera. Sua alta procura também pode ser vista por outro lado: O menor número de jogadores ativos de Nintendo Switch no Brasil, em virtude de sua companhia não ter representação oficial no país e assim fazendo seu console e jogos serem adquiridos somente via importação. Dessa forma, muitos que visitavam o espaço para testar o jogo poucas ou até nenhuma vez tinham jogado o console e não tinham familiaridade com seu controle. Ali mesmo no estante era possível perceber uma consequência bizarra de tudo isso: os consoles disponíveis para teste estavam guardados em caixas trancadas com cadeado. Como o Nintendo Switch não está à venda no país, a empresa optou por não deixá-lo exposto.

Para contornar a situação, a Nintendo tomou o cuidado de cada máquina ter um instrutor para auxiliar o público durante o teste. Outra estratégia acertada foi a distribuição de brindes, algo visivelmente abandonado pelas demais fabricantes de consoles na BGS. Quem jogava Super Mario Maker 2 ou The Legend of Zelda: Link’s Awakening independente de sua performance ganhava um pôster como recordação. Outro pôster, menor, impresso em papel mais frágil e com ilustração de Luigi’s Mansion 3, poderia ser encontrado na revista-guia oficial do evento, encontrada nos postos de informação e sem necessidade de testar quaisquer jogos para adquirir. Como LM3 direcionava a maioria das atenções, o próprio foi escolhido por nós para teste.

Luigi’s mansion 3

Depois de na América do Norte seu antecessor estranhamente ser chamado de Luigi’s Mansion – Dark Moon, mesmo no resto do mundo intitulado de Luigi’s Mansion 2, a série solo do famoso coadjuvante da família Mario volta ao seu “formato original” nesse quesito em seu terceiro capítulo. Por incrível que possa parecer, o retorno do cânone nominal é o que mais se vê de novidade por aqui. A tradição em sua forma mais crua é gritante no novo jogo, onde pouquíssimas diferenças podem ser observadas em relação aos anteriores. Os controles são parecidos, assim como seus os objetivos, armas, ítens, antagonistas e efeitos gráficos e sonoros. Para completar a escalação do time que está ganhando, as passagens secretas, os minigames e objetos bônus, claro, não ficaram de fora. A única diferença de fato é a nova plataforma, sendo sua estreia no Nintendo Switch. Como os anteriores, o jogo é muito bom e viciante, apesar de parecer somente uma expansão do que já se viu.

O principal nome por trás de Luigi’s Mansion 3 é Kensuke Tanabe, também responsável pelo jogo que, fora do Japão, seria conhecido como Super Mario Bros 2. Mesmo mantendo seu estilo de plataforma com câmera lateral e sendo uma modificação de Yume Kōjō: Doki Doki Panic, o jogo é lembrado por ser completamente diferente do que se viu antes e depois nos títulos da linha principal de Super Mario Bros. No passado recente o hoje Produtor Senior da Nintendo já repaginou com sucesso o estilo de como se jogam os títulos protagonizados por Samus Aran co, Metroid Prime, mas em outras franquias infelizmente preferiu não modificar as obras de Shigeru Miyamoto, por qualquer motivo que seja.

A demo é apropriada ao tempo de cada jogador para testar na feira, o que me fez QUASE chegar ao fim. Apenas não passei do chefão da fase porque me confundi nos movimentos de estratégia para o atingir. Erro imperdoável da minha parte pois jogo Luigi’s Mansion desde o primeiro lançado para Gamecube e deveria ter tirado de letra. Ainda assim valeu a experiência apesar da falta de novidades. A situação pode mudar quando o jogo sair oficialmente, mas por enquanto nada nos leva a crer que assim será.

Previsão de lançamento: 31 de outubro de 2019 exclusivamente para Nintendo Switch.

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Brasil Game Show 2019 – PlayStation

A PlayStation mais uma vez esteve presente na BGS e apesar de ter um dos jogos mais esperados dessa geração, Final Fantasy VII Remake, jogável no evento, o estande conseguiu ser o pior em termos de organização e informação. A começar pelo sistema de agendamento, que foi utilizado na edição de 2018. Porém, diferente da última edição, o sistema foi um desastre. Poucas vagas, agendamentos duplos em um mesmo horário, falta de informação por parte dos atendentes e confusões. Sobrou até para nós, da imprensa.

Mas, deixando isso de lado, é a Brasil Game Show, então bora falar sobre games. A começar pelo esperado Final Fantasy VII Remake.

A demo presente na BGS é a mesma da E3 2019, uma pequena exploração durante a invasão ao Reator Mako e a luta contra Guard Scorpion, o primeiro boss do jogo original, e um pequeno tutorial de batalha. E MEU AMIGO, QUE JOGO!

Uma das melhores partes de Final Fantasy XV era o seu combate e como os seus companheiros lutavam ao redor de Noctis, e aqui isso retorna ainda melhor. Na demo controlamos Cloud e Barret e podemos alternar entre os dois.

Uma das maiores preocupações que eu tive enquanto via os materiais promocionais, era de que os inimigos pareciam uma esponja, onde recebiam bastante golpes, mas tomavam pouco dano. Isso foi sarado após eu testar o jogo. O chefe é de fato uma esponja, no entanto, as habilidades conseguem contornar bem isso. As habilidades ficam disponíveis após o carregamento das barras de ATB, que enchem conforme você vai batendo no inimigo. A barra enche consideravelmente rápido, e isso colocado com os atalhos das habilidades, deixam o jogo ainda mais dinâmico.

Enfim, a demo durou cerca de 15 minutos, mas foi o suficiente para me deixar ainda mais empolgado, e enfim terminar o jogo original, para me preparar para o remake.

Final Fantasy VII Remake sai para o PlayStation 4 em 03 de março de 2020.

Avengers

Outro jogo esperado que esteve presente na BGS foi Avengers, desenvolvido pela Crystal Dynamics e publicado pela Square Enix.

A demo teve uma duração de mais ou menos 30 minutos e mostrava o que parece ser o início do jogo. Nela a gente controlava os cinco principais Vingadores: Thor, Homem de Ferro, Hulk, Capitão América e Viúva Negra.

Logo de cara, o combate me lembrou Marvel’s Spider-Man da Insomniac, lançado em 2018. Tanto na movimentação, quanto na HUD dos inimigos. A modelagem dos bonecos me continua parecendo estranha e o jogo ainda parece sem personalidade. Já os atores, pelo pouco que eu vi, estão bons. Sobre a história, nada muito foi revelado. Ao final da cutscene temos a Kamala Khan, que recentemente foi revelada como sendo a protagonista do jogo.

Avengers chega ao PlayStation 4, Xbox One, Google Stadia e PC em 15 de maio de 2020.

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Brasil Game Show 2019 – Xbox

Como já é tradição, a Xbox também esteve presente na Brasil Game Show 2019, e foi onde os jogadores encontraram uma diversidade maior de games. Seja jogos já lançados, como Gears 5 e Borderlands 3, ou algumas novidades, como Bleeding Edge e Battletoads.

Dragon Ball Kakarot:

O novo jogo dos Guerreiros Z estava disponível para ser testado no estande da Xbox e posso dizer que já criei uma expectativa para o vindouro RPG da CyberConnect2. A demo que testei coloca o jogador em um mundo aberto, com a missão de localizar Raditz, que sequestrou Gohan. Por ser tratar de uma demo, o número de coisas que pude fazer foi bem limitado. Podemos nos movimentar a pé, voando normalmente ou usando a Nuvem Voadora. O controle para voar e da nuvem está bem legal.

Agora sobre as lutas, não há estratégia, é só esmagar botão. Tem as habilidades já conhecidas como o Kamehameha que são ativadas ao carregar uma barra de especial, que é enchida na medida que você dá dano nos inimigos. De resto é, novamente, esmagar botões. O enredo, segundo informações dos desenvolvedores, vai adaptar até a saga de Buu.

Dragon Ball Kakarot chega em 16 de janeiro de 2020 para PlayStation 4, Xbox One e PC.

Bleeding Edge

Mais uma surpresa do estande da Xbox foi Bleeding Edge, novo jogo da Ninja Theory, que será exclusivo para o console da Microsoft. Diferente de Hellblade, que tinha foco em singleplayer, Bleeding Edge será totalmente multiplayer, trazendo combate de 4×4.

Tinha três classes disponíveis: atacante, tanque e suporte. Cada uma com o seu próprio jeito de jogar. O jogo é em terceira pessoa, e usa o melee como principal arma. Além das habilidades especiais que possuem um cooldown após usadas.

O gráfico do jogo é mais sujo que o de Overwatch (um dos jogos quando se trata de comparação), e eu gostei disso. Mesmo sendo uma alpha, o jogo estava rodando bem, pelo menos na minha partida. Uma reclamação, ou mais especificamente uma possível falta de costume, é que os personagens não correm, somente com o auxílio de um transporte, que some após um pulo ou dano levado.

Se feito da maneira certa, com equilíbrio entre personagens e suporte frequente, Bleeding Edge tem grandes chances de se tornar um fenômeno. Além de poder usufruir do Gamepass da Microsoft.

 Bleeding Edge ainda não possui data de lançamento.

Battletoads

Quando avistei aquele logo no estande do Xbox que demarcava onde se testava Battletoads, muitas memórias vieram. Aos mais novos, muitos possivelmente não viveram a época em que, devido aos altos custos da mídia física que era majoritariamente de cartuchos, a forma mais popular de jogar videogame no Brasil era alugando títulos ou até mesmo jogando nas locadoras, onde se pagava por hora, como foi posteriormente adotado pelas Lan Houses. E em pouco tempo revivi mentalmente tudo isso: O cartucho, a locadora, os trocados arrecadados com o troco da padaria, a raiva passada sozinho e em grupo devido ao nível de dificuldade… 

Battletoads é uma das poucas franquias da Rare que a Microsoft ainda não havia explorado, mesmo sendo dona da empresa desde 2002. De lá pra cá, lançou vários jogos de franquias já conhecidas e outras inéditas, mas pouquíssimas emplacaram. Sua mais recente investida foi Sea of Thieves que, apesar da decepção inicial, se tornou recordista em vendas para a Rare.

Falando do jogo da vez, é muito estranha a mobilidade dos personagens. O intervalo entre cada golpe desferido é longo e os personagens se movimentam de forma lenta para um Beat ‘em Up. Os gráficos em animação 4K e o estilo 2D mantido ajuda na questão da nostalgia e aos que procuram um jogo mais simples. Beat ‘em Up é exatamente isso: Simplicidade e diversão. Ideal para jogar em grupo, ainda mais com todos os presentes ao redor da mesma TV. Para quem jogou Captain Comando, Cadillacs & Dinosaurs, Final Fight, Streets of Rage e Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time, esse último o que mais lembra a nova versão de Battletoads, sabe bem como é gostoso jogar esse estilo no modo multiplayer. Mas falando especificamente de Battletoads, a coisa é simples desse jeito? Não é bem assim…

Battletoads sempre foi conhecido por seu alto grau de dificuldade, muitas vezes não nos momentos de pancadaria, mas ao fim de cada fase onde se atravessa cenários com os personagens em suas motos. Isso sim já torrou a paciência e perseverança de muito jogador. E para manter a tradição, após a parte de ação bem tranquila na fase da demo, vem a parte automotiva. E então… o calo aperta.

O problema não é só o nível de dificuldade, mas também a noção espacial. É comum fazer o movimento que se julga necessário para desviar do obstáculo e bater mesmo assim. Para desviar de um objeto central é necessário  ir ao extremo da tela que, diferente da versão original nessa parte do jogo, não é horizontal. Aqui, a situação aparece em primeira pessoa. A única colher de chá que essa nova versão do jogo dá é que a fase só é interrompida se todos os jogadores morrerem e não der tempo de “renascerem” no jogo. Na primeira vez que tentei apesar dos checkpoints, morri várias vezes e o tempo de teste acabou sem a conclusão da fase. A situação me deixou tão estarrecido que no dia seguinte tentei novamente. Dessa vez deu certo e fomos até o fim da demo.

Vale pela nostalgia, pela diversão e pelo jogo coletivo, mas faltou capricho ainda mais quando o nível de dificuldade já é acentuado. Retrato bem fiel à Rare em sua era Microsoft.

Previsão de lançamento: 2020, sem mês e dia definidos.

Ori and the Will of the Wisps

A grata surpresa do estande da Microsoft. Nunca havia jogado sequer seu antecessor Ori and the Blind Forest lançado no já distante ano de 2015 e o que testei em Ori and the Will of the Wisps é o suficiente para provar que eu estava errado em subestimar esse jogo. Controlamos um espírito-guardião de uma floresta que a atravessa interagindo com os diversos animais habitantes da mesma em sua aventura para protegê-la. Roteiro deveras comum, inspirado em O Rei Leão e O Gigante de Ferro com jogabilidade de Metroid e Rayman, com cenários bem parecido com o último citado.

É um jogo de plataforma 2D da forma mais simples que se pode imaginar. Bem: Simplas, mas nem tanto.

Vários recursos são apresentados para transpor os obstáculos de cada nível. Vamos de “teias” de aranha com longo alcance para conectarmos a ganchos no todo da tela a habilidades que nos permitem perfurar a areia e assim atravessá-la como toupeiras. A ideia é essa: Agregar as habilidades de cada animal e usar de forma mais satisfatória. Os movimentos de batalha têm correspondência rápida e eficaz, coisa que ficou faltando para Battletoads. Gráficos? Bonitos, reluzentes, e que dão show em 4k. Um espetáculo.

Sinceramente, não há muito o que falar além disso. Sua simplicidade mostra o mais óbvio para tudo: Menos é mais. Joguei com um prazer que fez o tempo passar rápido e me deixou ávido por mais. Se possível, com certeza irei atras do jogo anterior antes da sequência sair pois Ori and the Will of the Wisps foi a meu ver o melhor jogo do estande. Quando nos faz buscar os demais títulos, é porque a coisa realmente deu certo. A espera pelo jogo que foi anunciado ainda em 2017 promete ser compensada.

Previsão de lançamento: 11 de fevereiro de 2020 para Xbox One e Windows.

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Brasil Game Show 2019 – Warner, EA e Capcom

O estande da Warner contou, além dos seus próprios jogos, como Mortal Kombat XI e Harry Potter: Wizards Unite, com a presença da EA e Capcom, ambas empresas cuja a WB distribui jogos no Brasil. Além dos jogos, era possível encontrar duas atividades relacionadas a filmes, sendo eles Annabelle 3: De Volta Para Casa e Doutor Sono, a continuação do clássico O Iluminado.

A Capcom trouxe para o estande o já lançado Monster Hunter World: Iceborne e o vindouro Project Resistance, o mais novo spin-off de Resident Evil. Já a EA trouxe algumas estações de FIFA 20 e Plants vs. Zombies: Battle for Neighborville. Vale lembrar que o guia oficial da Brasil Game Show 2019 dizia que Need For Speed: Heat estaria presente no estande, no entanto, foi uma informação equivocada, visto que nem o assessor sabia.

Project Resistance

A nova aposta da Capcom para encerrar a geração é Project Resistance, um spin-off da franquia Resident Evil, que ninguém sabe ao certo do que se trata (rumores dizem que pode ser algo relacionado ao remake de Resident Evil 3). Mas o que sabemos é isso: é um jogo multiplayer, de 4×1, aos moldes de Dead by Daylight e Friday the 13th. Muitos fãs estão torcendo o nariz quanto ao jogo, afinal, a Capcom vinha de uma ótima sequencia de jogos elogiados, com Monster Hunter World, que recém lançou sua expansão Iceborne, também muito elogiada, o remake de Resident Evil 2 e Devil May Cry V. Mas afinal, o que achamos da demo?

É ruim. A demo estava bem bugada e desequilibrada. É claro que o Mastermind tem que ter uma vantagem contra os sobreviventes, mas era quase impossível jogar na build da BGS. A engine utilizada é a mesma de Resident Evil 2, mas parece que os desenvolvedores desaprenderam a usar. A mira não funcionava direito e os zumbis pipocavam na tela sem mais nem menos, em vez de surgirem do chão, como armadilha do Mastermind.

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Death Stranding ganha novo comercial com a presença de Rick and Morty

A Kojima Productions liberou um novo comercial de Death Stranding que conta com a presença de Rick and Morty, do desenho de mesmo nome.

Sam Bridges precisa desbravar um mundo completamente transformado pela Death Stranding. Carregando os vestígios remanescentes do futuro em suas mãos, Sam embarca em uma jornada para reunir o mundo despedaçado passo a passo. Qual é o mistério de Death Stranding? O que Sam descobrirá no que está diante de si? Uma experiência de partida que define um gênero tem a resposta… e algo mais.”

Exclusivo do PlayStation 4, Death Strading chega em 8 de Novembro.

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Conheça The 3rd Night, jogo de terror inspirado nos clássicos do PS1

The 3rd Night é uma demo concebida por Andre Yin, da Asteristic (Dreaming Sarah) e Danilo Noites, da Joy Masher (Blazing Chrome) com a composição de Dominic Ninmark.

A demo foi lançada nessa segunda-feira (04) e conta com mais ou menos 15 à 20 minutos de duração. Ela começa com o jogador acordando de uma ressaca e tendo que explorar a cabana onde ele se encontra. O jogo possui uma pegada de terror, inspirada em clássicos do PS1, como Resident Evil. Não só a pegada, mas como as animações de portas e escadas remetem diretamente ao clássico da Capcom.

O jogo foi desenvolvido em apenas 15 dias para a campanha Haunted PS1’s Horrifying Halloween, uma game jam com foco em jogos de terror. A estética e a ambientação feitas pelo Danilo são ótimas e causam uma boa imersão. Além da sonoplastia muito bem feita, como os passos em madeiras.

Para os fãs mais saudosos daquela época, The 3rd Night é uma pedida certa. Além de ter um final bem inesperado, que me deixou ansioso para o que vem por ai. Para conferir a demo disponível para Windows e navegador, basta clicar aqui. Para aqueles que curtirem, também é possível doar para os desenvolvedores com valores à partir de 1 dólar.

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Call of Duty: Modern Warfare é um título indispensável aos fãs da franquia

Modern Warfare é a série de Call Of Duty mais querida dos fãs, não só pela história memorável como também por seus personagens carismáticos. Afinal, quem não gosta do Capitão Price, GAZ, SOAP e de Simon Riley – o Ghost? É inegável que esses personagens marcaram a franquia de uma forma que nenhum outro conseguiu. Apostando na memória afetiva dos fãs, a Activion e a Infinity Ward decidiram arriscar em um reboot da saga, lançando assim o mais novo título da franquia, Call of Duty: Modern Warfare. Diante de tantos títulos ruins da franquia, será que finalmente acertaram? Bom, o título desta crítica já entrega a resposta. Sim, acertaram.

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A história de Modern Warfare chega a ser bem semelhante ao da série original – americanos contra russos e contra o terrorismo. Basicamente, essa é a premissa de todo título da saga e aqui não poderia ser diferente. Em 2019, em uma missão secreta para recuperar armas químicas usadas pelos russos, Alex acaba sendo interceptado por uma  força terrorista denominada Al-Qatala, que rouba a carga e causa um ataque com homens-bomba em Londres. Após isso, Alex se junta com Kyle, Cap. Price e Farah para recuperar as armas químicas e conseguir o controle de toda a situação.

Arrisco a dizer que essa é a melhor campanha de Call of Duty já feita, não só por ser mais realista que as demais (tanto que no início o jogador é avisado que, durante a trama, cenas pesadas serão apresentadas e ele pode optar por pular elas – inclusive essas cenas chegam a ser bem controversas, semelhante à missão ‘No Russian’ presente em MW2) como também por tratar os protagonistas como pessoas normais, que erram, que fazem o que é necessário em uma guerra de verdade e não como o típico clichê de herói americano que salva o mundo sem nenhum sacríficio, como é o caso dos demais.

Além disso, a campanha não foca somente na guerra como também na situação política do momento. Zerei o modo história no veterano e levou cerca de 10 horas para concluir, entretanto, caso seja zerada no normal leva aproximadamente 6 horas – tempo médio de todo single-player da franquia. Além disso, foi uma jogada muito inteligente da produtora de fazer uma trama que pode ser tanto um reboot da saga como também uma prequel, caso o jogo não tenha o sucesso esperado.

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O modo cooperativo, Spec Ops, está presente e é uma continuação da história. Nada tão significativo, afinal, você cumpre algumas operações que podem ser jogadas em tela divida ou online com algum amigo e isso garante mais horas de diversão além do multiplayer.

O multiplayer não sofreu tantas mudanças da beta para o produto final, apresentando os modos clássicos como Team Deathmatch, Domination, Kill Confirmed, Headquarters, dentre outros já presentes na franquia. A grande novidade fica por conta do Ground War, onde temos um grande mapa com objetivos para você dominar e veículos terrestres disponíveis para sua locomoção pelo mapa – sendo assim, semelhante ao modo de Battlefield, porém com a jogabilidade de Call of Duty e isso foi um acerto em cheio para inovar a franquia.

Outro modo novo, que chegou nas últimas atualizações, foi o OVN, onde você joga de noite com visão noturna e em modo realismo (nesse modo a tela é ”limpa”, ou seja, não tem HUD nem informações quando você mata o inimigo). Esse multiplayer é o mais rico da franquia e tem tudo para se tornar melhor, visto que a produtora prometeu futuras atualizações com novos modos de jogo e mapas de forma gratuita. Não só isso, como também a possibilidade crossplay entre as plataformas torna o jogo menos restrito, ou seja, diversão garantida com os amigos que tenham outro console.

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Entretanto, a maior parte dos problemas do jogo é causado pelo multiplayer. Instabilidade nos servidores fazem com que o grupo seja desfeito, há alguns travamentos durante a partida (principalmente no modo 2v2, onde o jogador fica na base sem conseguir se mexer mesmo com a partida em andamento), as espingardas do jogo estão bem desniveladas, no modo Ground War as vezes há demora na renderização por conta da grande quantidade de elementos no mapa e alguns mapas apresentam problemas no respawn do jogador. No PC alguns jogadores relatam queda no quadro de frames durante a campanha e o multiplayer, sendo consequência da má otimização do jogo para a plataforma, enquanto alguns usuários relatam que o jogo fecha sozinho. Durante a minha jogatina na campanha não presenciei nenhum problema, apenas as questões citadas acima a respeito do multiplayer.

Os gráficos estão surpreendentes, o jogo utiliza um novo motor gráfico e tudo está muito bem detalhado. Os mapas, os visuais dos operadores, as armas, tudo. Inclusive é surreal você estar correndo durante uma partida e ter a sensação de que aquilo é uma gravação feita e não um jogo.

A jogabilidade está bem mais fluida que os títulos anteriores, permitindo que o jogador carregue a arma enquanto mira ou utilize a pistola enquanto sobe uma escada, além da movimentação estar mais dinâmica e realista. Durante a campanha, o jogador é capaz de tomar decisões morais e táticas que influenciam na nota final do nível e é necessário ficar atento para ver se quem está na sua frente é um inimigo ou apenas um civil. Sem dúvida alguma, a jogabilidade é um fator primordial para tornar o título uma experiência única.

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Call of Duty: Modern Warfare é um título indispensável aos fãs da franquia. Após diversos títulos ruins, que vêm desde Call of Duty: Ghosts (2013), o novo título é um suspiro de alívio não só para os jogadores como para a própria produtora. Em um mercado já saturado pela enorme quantidade de FPS com foco em multiplayer lançados, o reboot não só é rico em sua campanha como também tem um vasto multiplayer a ser explorado, assim como o modo cooperativo. É um jogo excelente que com certeza terá seus problemas resolvidos em atualizações futuras. Inclusive, na minha humilde opinião, Modern Warfare roubou o posto do Black Ops II de melhor Call of Duty já feito.

  • Positivo: enredo, multiplayer, cooperativo, gráficos, jogabilidade.
  • Negativo: instabilidade nos servidores, desnivelamento de armas, renderização de mapas, queda de fps no PC.
  • Veredito: platina – obrigatório

Call of Duty: Modern Warfare está disponível para Xbox One, Playstation 4 e PC.