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Star Wars Jedi: Fallen Order é uma excelente adição a franquia

Faltando apenas um mês para A Ascensão Skywalker, último episódio da nova trilogia de Star Wars, a Eletronic Arts lançou Star Wars Jedi: Fallen Order com o objetivo de nos preparar para o que está por vir. Ultimamente, a saga no mundo dos videogames não trazem boas notícias: como foram os casos dos últimos Battlefront ou o cancelamento do curioso Star Wars 1313. Porém, será que o novo título quebra esse paradigma?

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A trama de Star Wars Jedi: Fallen Order se passa entre A Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança e nela controlamos Cal Kestis, um dos últimos jedi sobreviventes da Ordem 66. Na trama, acompanhamos o jedi se escondendo do Império anos após o ocorrido quando um evento faz com que ele se revele e entre na luta contra o Império com a missão de reerguer a Ordem Jedi. O jogo foi desenvolvido pela Respawn Enterteinment (mesma empresa responsável por Titanfall), e distribuido pela Eletronic Arts.

Diferente de The Force Unleashed, o combate do jogo não é em hack’n’slash. Sua gameplay é uma mistura interessante entre Dark Souls e The Witcher 3: Wild Hunt – o combate bebe da mesma fonte que o de The Witcher na questão de movimentação, entretanto sua composição é semelhante ao da série Souls onde o jogador precisa se esquivar dos ataques e bloquear sempre que possível.

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Não só no combate, a arquitetura do mapa é idêntica ao de Dark Souls onde você explora cada canto, descobre atalhos e encontra um lugar para meditar (este sendo semelhante a bonfire), recuperar hp e distribuir os pontos de habilidade. Porém, após fazer isso, seus inimigos renascem. Essa mistura gerou uma jogabilidade diferente, interessante e bem prazerosa de se passar o tempo. Além disso, durante a jogatina o personagem passa por diversos planetas diferentes onde sua exploração varia de terreno a terreno e você é obrigado a coletar informações sobre fauna, flora e combate se quiser sobreviver.

Outro ponto interessante da jogabilidade é a presença do drone BD-1, seu companheiro na jornada. Ele tem algumas utilidades como sobrecarregar paineis, hackear droides do Império, dentre outras e é possível encontrar melhorias para ele explorando o mapa e customizações diferentes.

O sistema de customização é outra adição que torna o jogo mais interessante, afinal, você pode customizar tudo: Cal Kestis, BD-1, sua nave e até mesmo o seu sabre de luz. Para quem é fã da franquia, é um prazer poder modificar todo o sabre de luz escolhendo cada um dos seus componentes – desde sua cor até o material do sabre.

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Caso você procure fazer 100% do jogo, explorando todos os planetas e coletando todos os artefatos do mapa e itens de customização, o jogo leva mais tempo para se acabar. Entretanto, focando apenas na trama e coletando o que dava pra coletar, o jogo levou em média 17 horas para o seu término – tempo considerável para um single player.

O jogo foi desenvolvido na Unreal Engine 4, logo os gráficos estão excelentes para um jogo da atual geração. Contudo, há inúmeros problemas durante a jogatina que ainda não foram corrigidos desde o seu lançamento. Conforme o jogo progredia, diversas vezes houve problemas na renderização do mapa e quedas absurdas de fps que causavam travamento do jogo por mais de um minuto, fora os famosos bugs de lançamento que sempre tem. O jogo foi rodado no Xbox One e, como já se passaram duas semanas de lançamento, alguns desses problemas já deveriam ter sido corrigidos.

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Já fazia um  tempo que a saga não ganhava um bom jogo e Star Wars: Jedi Fallen Order é o melhor jogo da franquia já lançado desde The Force Unleashed. Apresentando uma trama que se encaixa bem no cânone e uma jogabilidade criativa, o jogo consegue ainda ser um dos melhores que foram lançados em 2019. Jedi: Fallen Order entrega uma ótima trama e uma experiência única para o fã da saga. Agora, vamos torcer para que os futuros jogos da franquia se mantenham nesse nível.

  • Pontos Positivos: enredo, jogabilidade, customização e exploração.
  • Pontos Negativos: renderização, quedas de fps e bugs.
  • Veredito: ouro – recomendável.

Star Wars Jedi: Fallen Order já está disponível para Xbox One, Playstation 4 e PC.

 

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Games PC

Team Liquid conquista a OGA PIT Minor de Rainbow Six

Os jogadores brasileiros da Team Liquid venceram, neste domingo (8), a Spacestation pelo placar de 3×1 em mapas, e conquistou a OGA PIT Minor. Torneio que da vaga direta para o Six Invitational 2020, de Rainbow Six: Siege, que acontecerá entre 7 e 12 de fevereiro, em Montreal, no Canadá.

A competição aconteceu na Croácia, entre 6 e 8 de dezembro, e contou com oito equipes, além da Team Liquid, a mibr também representou o Brasil no torneio.

A grande final contra a Spacestation Gaming foi em série melhor de cinco (MD5), e os brasileiros venceram por 3 a 1. A Team Liquid  por ter vencido a chave dos vencedores, começou a disputa com 1×0 no placar em mapas, e conquistou o segundo ponto após marcar 7 a 3 em rounds no mapa Kafe Dostoyevski. Porém, no mapa Casa de Campo, a Spacestation acabou fechando o placar em 8 a 6. Por fim, A Liquid dominou o mapa Banco, e venceu o mapa por 7 a 3, consagrando-se campeã.

O OGA PIT Season 3 Minior teve como premiação total, US$ 75 mil (cerca de R$ 310 mil).

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Gameplay Games RPG

Star Ocean: First Departure R não é tão brilhante assim

Um dos jogos que eu mais estava esperando para esse final de 2019 era Star Ocean: First Departure R. Não só porque seria algo novo para mim, mas também por contar com a arte de um dos meus characters designers favoritos: Katsumi Enami. Para aqueles que não estão familiarizados com ele, ele foi responsável pelos designs de personagens de Baccano, um dos meus animes favoritos e pelos personagens do arco de Crossbell, da série de jogos Trails. E no fim de tudo, isso acabou sendo a melhor coisa do jogo…

Logo nas minhas primeiras horas de jogatina, um outro jogo veio em minha mente: Tales of Phantasia. E não era para menos, o jogo é desenvolvido pela tri-Ace, que tinha em seu time, desenvolvedores que trabalharam no primeiro jogo da franquia Tales of, então para mim ficou a sensação de que o jogo era apenas um “primo pobre” da série da Bandai Namco.

Star Ocean: First Departure R se trata da remasterização do jogo de PSP lançado em 2007, que por sua vez é o remake do primeiro Star Ocean de 1996. O jogo começa após o planeta de Roddick e seus companheiros serem vitimas de um ataque extraterrestre que petrifica todas os habitantes daquele planeta. Ao tentar procurar a cura, Roddick recebe a visita de dois membros da Terran Alliance, que oferece ajuda. Para conseguir produzir a vacina, eles precisam voltar 300 anos no tempo e encontrar Asmodeus, fonte original da doença, enquanto ainda estava vivo.

O jogo traz consigo uma temática espacial, que na época foi escolhida com o propósito de contar uma “história grandiosa”. Porém, ao chega no jogo, isso acaba sendo apenas uma desculpa para os jogadores irem para diversos planetas a partir de uma nave espacial. A maioria dos cenários são de um mundo medieval, sem grande tecnologias, o que faz novamente cair na comparação com Tales of Phantasia. No entanto, apesar disso, a ambientação do mundo de Star Ocean, é ótima. As cidades possuem bons designs, o mundo funciona.

O game possui uma mecânica chamada Private Action, que é ativada quando estamos prestes a sair da cidade. Com ela, os personagens da sua party se separam e vão para caminhos diferentes daquela cidade, deixando Roddick sozinho, e então vamos procura-los pela cidade. Isso serve para desenvolver e aprofundar a relação entre aqueles personagens, já que o roteiro do jogo em si, quase não faz isso. É algo opcional dentro do jogo, mas que agrega bastante ao conteúdo e riqueza do mesmo.

Agora sobre a história do game, ele é bem qualquer coisa. Não chega a ser ruim, mas é bastante simples, não apresenta nada de novo ou traz um enredo profundo. E em certos momentos, ela é bastante chata. A trilha-sonora não me chamou muito a atenção. Ela é bem honesta, mas não tem nada marcante.

Mas o ponto mais negativo do jogo é o seu balanceamento. O jogo obriga grind, e isso é uma das coisas que eu mais abomino em um RPG. Mas não só isso, os inimigos do jogo foram buffados desde a versão de PSP, eles tem mais ataque e defesa, e dão menos XP. Então, ao mesmo tempo em que ele obriga o grind, ele dificulta isso. Diversas vezes, eu me obriguei a voltar para o continente anterior para não ter que morrer em 3 hits. Eu passei mais tempo grindando do que na história principal.

O jogo traz sistemas de skills e habilidades específicas. Mas em nenhum momento ele explica direito para o que eles servem. Tem apenas um resumo nas guildas das cidades, mas suas funcionalidades só serão descobertas durante no combate. O menu do jogo é uma bagunça. A catalogação de itens e skills não funcionam. É algo que faria sentido em uma tela menor como a do PSP, porém, no PlayStation 4, não funcionou

Sobre o remaster em si. O jogo é basicamente o mesmo lançado em 2007 para PSP, porém em HD, com novas opções de dublagens, sendo elas: a dublagem japonesa original de PSP, que nunca foi disponibilizada aqui, a versão em inglês e uma nova versão em japonês, com novos dubladores. Além dos novos designs de personagens feitos por Katsumi Enami. Não há novas opções como desativar encontros aleatórios ou aumentar a velocidade do jogo.

Um outro problema, que aconteceu comigo, foi que muito da qualidade foi sacrificada ao esticar a imagem do jogo para televisões atuais. Os cenários e personagens em certos momentos acabaram ficando somente pixels estourados na tela, e alguns diálogos ficaram ilegíveis por conta desses pixels.

Com história mediana e gameplay simples,  Star Ocean: First Departure R é um jogo medíocre, que deveria ter se mantido no PSP.

Essa review foi feita a partir de uma cópia cedida pela Square Enix. O jogo foi testado em um PlayStation 4 e também está disponível para Nintendo Switch.

Bronze – Jogável

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Games

Temporada completa de Life is Strange 2 ganha trailer

Com o lançamento do quinto e último episódio de Life is Strange 2, a Square Enix e DONTNOD Entertainment lançaram um novo trailer da aventura dos irmãos Diaz, dessa vez destacando a versão completa do jogo.

Vivencie a história de dois irmãos, Sean, de 16 anos, e Daniel Diaz, de 9, que precisam fugir de casa no subúrbio de Seattle após um trágico evento que muda suas vidas para sempre. Para complicar ainda mais, está a manifestação de um novo e incrível poder telecinético que tem implicações de longo alcance para Sean e Daniel e pressiona o relacionamento entre eles. A vida nunca mais será a mesma.

A Temporada Completa de Life is Strange 2 está disponível para PlayStation 4, Xbox One e PC.

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Games

Persona 5 Royal chega em março no Ocidente

Após semanas fazendo teasers em suas redes sociais, a Atlus anunciou oficialmente a data de lançamento de Persona 5 Royal no ocidente, versão definitiva no JPRG lançado em 2017: 31 de março de 2020.

Confira o trailer:

Foram divulgadas também algumas edições alternativas do jogo:

Phantom Thieves Edition – $89.99
  • Mascara do Joker
  • Caixa de Colecionador
  • Art book
  • Trilha-sonora
  • Steelbook
  • Tema dinâmico para PS4

Edição de lançamento – $59.99

  • Steelbook
  • Tema dinâmico para PS4

No Japão, Persona 5 Royal foi lançado no dia 31 de outubro e já conta com cerca de 400 mil unidades vendidas. O jogo chega exclusivamente para PlayStation 4.

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Consoles Games

Sequência de Spider-Man deve ser lançada em 2021 para o PlayStation 5

Segundo Imran Khan, ex-editor sênior da Game Informer, a continuação de Spider-Man deve ser lançada ”mais cedo do que o esperado”, mais especificamente, no Natal de 2021 para o PlayStation 5.

 “Eu sei demais sobre isso, então não posso especular muito. Eu acho que Spider-Man 2 chegará mais cedo do que pensamos”, disse Imran durante a última edição do Kinda Funny Gamescast.

No início desse ano, Spider-Man se tornou o jogo de super-heróis mais vendido de todos os tempos nos EUA, ultrapassando o recorde de Batman: Arkham City.

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Spider-Man retrata o cotidiano do herói quando Peter Parker está dividido entre sua vida pessoal e sua vida de amigão da vizinhança. Apesar de ter apenas 22 anos de idade, Parker é o Aranha desde 2010 e é um habilidoso e experiente cabeça de teia.

Spider-Man já está disponível para PalyStation 4.

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Gameplay Games

GRIS merece ser chamado de arte

Desde que foi anunciado, GRIS me chamou a atenção pelo seu estilo de arte, lembrando uma pintura em aquarela. Quando foi lançado para PC e Switch em dezembro do ano passado, eu logo adquiri, e não me arrependi. Na época, não consegui fazer uma review, mas agora, que além de ter sido indicado ao The Game Awards 2019, o jogo foi relançado para PlayStation 4, por que não dar meus dois centavos sobre ele?

Desenvolvido pela Nomada Studio e publicado pela Devolver Digital, GRIS é um game de plataforma, onde controlamos uma jovem personagem que dá nome à obra. O jogo se inicia quando Gris, ao tentar cantar, perde sua voz, e então, entra em uma crise existencial, um mundo sem cor.

O objetivo é simples: desvendar puzzles e construir o caminho até as estrelas. Mas o caminho até lá é uma experiência. Cada fase tem uma cor específica, o deserto vermelho, a floresta verde, o fundo do mar azul. Tudo isso regado de uma excelente animação e uma magnífica trilha-sonora. Mas é só isso?

GRIS é um daqueles jogos onde a história é 100% interpretativa, onde nada é concreto. A interpretação vem de cada jogador, ou do que ele pode estar passando em sua vida pessoal nesse momento. Se você estiver passando por dificuldades no momento, será difícil esquecer enquanto joga GRIS. Em ambas vezes que zerei, passava por momentos difíceis, então a interpretação mudou.

O level design é bem linear e fácil de se localizar, mesmo com vários elementos parecidos na tela. Os controles são fluidos, assim como tudo no jogo. No começo, você apenas anda e pula, mas conforme vai prosseguindo, novas habilidades vão aparecendo. Os puzzles são simples, não tem muito o que pensar e nem perder muito tempo neles.

Os gráficos, como mencionei antes, são parecidos como uma pintura em aquarela. Todos os cenários são lindos. A fase da água é de longe a minha favorita, ao se misturar com uma camada preta, dando um tom de sufoco.

Em termos de tempo de jogo, ele é bem curto. Eu terminei em cerca de três horas, apesar de eu já ter jogado no ano passado. Para quem é caçador de Platina, o jogo chega com essa opção ao PlayStation 4. Então adiciona mais um pouco de vida para o pós-game.

É difícil descrever GRIS. GRIS é uma experiência, Gris... é arte.

Agradecimentos à Devolver Digital pelo envio do código no PlayStation 4.

Platina – Obrigatório

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Games

Babylon’s Fall ainda está vivo, diz Yosuke Saito

Anunciado na E3 2018, Babylon’s Fall é o novo projeto da Platinum Games em parceria com a Square Enix. O jogo estava previsto para sair em 2019, no entanto, o ano se passou e nada mais foi dito sobre o jogo. Até agora.

Em entrevista ao site Automaton e traduzida pelo Gematsu, Yosuke Saito, produtor da Square Enix, confirmou que o jogo ainda está vivo: “Sim, faremos isso”. Além disso, Saito confirmou que veremos novidades sobre o jogo até o final desse ano.

Há quem acredite que seja um novo projeto de Yoko Taro, diretor de NieR: Automata, sendo ou não algo relacionado ao universo de NieRGard. Será que veremos algo no The Game Awards 2019?

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Games

Capcom anuncia Street Fighter V: Champion Edition e Gill chegará ao jogo

A Capcom anunciou durante a madrugada a nova versão de Street Fighter V, Champion Edition. O novo pacote trará 40 personagens, 34 estágios e mais de 200 roupas. Além do novo lutador Gill já integrado ao elenco. O pacote chega em 14 de fevereiro.

Gill, vilão de Street Fighter III, chegará ao jogo já em dezembro por R$ 18,50 no PS4/R$ 13,19 na Steam ou 100.000 Fight Money. O lutador já estará incluído na Champion Edition.

Street Fighter V: Champion Edition substituirá as versões padrões e Arcade Edition e estará disponível para PlayStation 4 e PC. Para aqueles que já possuem a edição anterior, poderão adquirir o Kit de Upgrade gratuitamente, que dará direito aos conteúdos extras da nova versão.

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Guilty Gear -Strive- é o mais novo jogo da franquia de luta

Após meses recebendo novas informações sob o nome de Guilty Gear 2020, a Arc System Works confirmou durante a ARCREVO 2019 o nome do do jogo da franquia de lutas: Guilty Gear -Strive-.

O trailer termina com a revelação de que Faust retornará para o novo jogo. Até o momento temos confirmado no elenco:

  • Sol Badguy
  • Ky Kiske
  • May
  • Axl Low
  • Chipp Zanuff
  • Potemkin
  • Faust

Além de um novo personagem misterioso que apareceu no trailer de revelação. O novo trailer está marcado para estrear durante o Frosty Faustings XII, que ocorrerá entre os dias 17 e 18 de janeiro de 2020.

Guilty Gear -Strive- está previsto para chegar no final de 2020 para PlayStation 4.